"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quinta-feira, 22 de junho de 2017

a babilónia antes de Hitler

o estado em que a democracia pôs a Alemanha, antes dos "maus" a terem "capturado"...

domingo, 18 de junho de 2017

quinta-feira, 15 de junho de 2017

quarta-feira, 14 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

domingo, 11 de junho de 2017

sábado, 10 de junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Caetano e o 25 de Abril























ninguém lhe ligou nem deu ouvidos e agora é o que se vê.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

anti-Europeus



CNN apanhada a fabricar fake news

porém, isso não significa que a cnn esteja a tentar especificamente proteger o coiro dos islâmicos, e sim que todas, mesmo todas as notícias são falsas...incluindo as "notícias" de "terrorismo islâmico".

terça-feira, 6 de junho de 2017

algumas batalhas

1507 - Afonso de Albuquerque conquista Ormuz no Irão com 380 soldados portugueses contra 30.000 muçulmanos e persas.

1510 - 1.500 Portugueses liderados por Afonso de Albuquerque conquistam Goa na Índia, frente a 9.000 guerreiros muçulmanos.

1511 - 25.000 Árabes muçulmanos são derrotados por 1.000 soldados portugueses. Os Portugueses, comandados por Afonso de Albuquerque, conquistam Malaca, na Malásia. Fernão de Magalhães participou na conquista ao lado de seus compatriotas.

1513 - Um exército de soldados portugueses, incluindo Fernão de Magalhães, conquista Azemmour em Marrocos, liderados por Dom Jaime, o Duque de Bragança.

1529 - Lopo Vaz de Sampaio, com uma frota de 6 galeões e 13 navios leves derrota frota de 130 navios de guerra da frota de Samorim.

1533 - Português Nuno da Cunha conquista Baçaim, causando 500 baixas do inimigo, perdendo apenas 23 homens. Após o cerco, ele entrou no forte, graças a Deus e, em seguida, felicitou os soldados portugueses que lutaram valentemente, depois ordena trazer cinquenta barris de vinho, carne de porco e bebidas para a festa.

1536 - Nas Molucas, António Galvão conquista uma fortaleza protegida por 50.000 guerreiros. Vendo o seu rei, Cachil Daialo, caído durante a batalha, milhares de soldados dispersam e desertou da fortaleza, permitindo que o menor número 120 homens portugueses a entrar na cidade, queimá-lo depois.

1538 - Durante o primeiro cerco de Diu, 5 soldados portugueses sozinhos defendem a quebra da parede estreita da fortaleza contra 500 turcos, que não conseguem entrar. Os turcos retiraram após a chegada de reforços. Os nomes dos 5 soldados - Sebastião de Sá, António Pessanha, Bento Barbosa, Bartolomeu Correa, e Mestre João.

1538 - O corsário Pate-Marcar, que aterrorizou o Oceano Índico com uma frota de 50 navios de guerra com 8.000 homens, ancoradas em Beadalá e está lá atracado e foi derrotado por 400 soldados portugueses, comandados por Martim Afonso de Sousa. Entre os 50 navios inimigos, 25 foram destruídos, todos os outros foram capturados, bem como a sua artilharia.

1541-1543 - Cristóvão da Gama conduz uma cruzada Portuguesa com sucesso na Etiópia contra os exércitos muçulmanos somalis muito maiores comandados por Ahmad ibn Ibrahim al-Ghazi, e que foram auxiliados pelo Império Otomano. Vitoriosa contra forças maiores em várias batalhas com apenas 400 mosqueteiros, em seu último confronto, Cristóvão está gravemente ferido, após o qual ele foi capturado e, eventualmente, torturado e decapitado. Ahmad al-Ghazi é morto pelos homens de Cristóvão durante uma batalha seguinte, para vingar a morte de seu comandante.

1545 - Governador do Estado Português da Índia Martim Afonso de Sousa, depois de derrotar várias armadas, enfrenta com apenas 90 soldados portugueses os 50.000 guerreiros muçulmanos enviados pelo Zamorin de Calecut, que após algum tempo retiraram da batalha.

1546 - D. João de Castro, com apenas pouco mais de 3.000 soldados portugueses, derrota os exércitos do Gujarat Sultanato compostas de 10.000 muçulmanos durante o segundo cerco de Diu.

1547 - Corsário Português Pêro Galego, reconhecido pelos seus ataques contra os muçulmanos do Norte de África, derrota uma frota espanhola ancorada em Cádiz com uma única caravela (navio).

1550 - Dom Pedro de Meneses, capitão de Tânger, morre, depois de atacar uma força coletiva de 3.000 mouros com apenas 80 cavaleiros portugueses. Seus homens derrotar os mouros e forçá-los a recuar, vingando a morte de seu capitão.

1551 - O príncipe de Chembe com uma força de 30.000 homens é derrotado por um exército de 4.000 Portugueses, comandadas por D. Afonso de Noronha.

1558 - Batalha do Rio de Janeiro, 260 soldados portugueses derrotam um exército francês de 1150 homens, forçando-os e seus aliados americanos nativos a fugir para a selva. Depois da batalha, a cidade francesa foi queimada pelo comandante Português, Mem de Sá.

1559 - Uma frota Portuguesa de 6 velas tripuladas por 200 soldados derrota os Zamorin de 13 velas, composto por 2.000 homens de combate.

1559 - Os reis de Malabar, juntaram-se contra os Portugueses, atacaram a fortaleza de Cananor com um poderoso exército. O Portugueses sitiados com o auxílio de 400 reforços que chegaram numa pequena frota, derrotaram o inimigo, que perdeu cerca de 15.000 homens. A batalha durou das 03:00 até 16:00.

1571 - 1.200 Soldados portugueses defendem Chaul contra um exército de 150.000 guerreiros liderados por 'Crazy Niza' com a mais poderosa artilharia já vista na Índia. Após 7 meses, os sitiantes desistiram do cerco, retirando-se.

1606 - Os holandeses com uma frota ocupada por 1.500 homens e apoiada por reinos vizinhos, são derrotados na fortaleza de Malaca contra 145 Portugueses comandados por André Furtado de Mendonça, que dominaram várias frotas e piratas muçulmanos em Malabar e Ceilão.

1612 – O General de Português Ceilão, Francisco Roxo, com 300 Portugueses e 4.000 lascarins, derrota uma força de 12.000 homens liderados pelo rei de Kandy, que tinha muitos elefantes armados em seu exército.

1615 - Francisco de Miranda Henriques com 4 galeões e 18 embarcações menores, defende o porto de Malaca contra a armada de Achem de 500 velas. A frota de Achem recua depois de perder 50 navios.

1616 - Batalha notável no Ceilão ilha, um punhado de soldados portugueses comandados por Manuel Cesar, derrotar os exércitos de Nicapete, composto de 24.000 homens.

1619 - Filipe de Oliveira conquista o Jaffna Unido no norte da moderna Sri Lanka em nome do Império Português, Jaffna torna-se uma exploração no exterior, em Português Ceilão.

1622 - Em Malaca, Nuno Álvares Botelho com apenas 30 velas derrota a armada de Achem, composta por 250 navios de guerra. Entre os muitos navios e tesouros capturados, o carro-chefe do inimigo cai nas mãos dos Portugueses, o maior galeão já visto na Índia, uma embarcação monstruosa armada com 100 canhões.

1624 - Nuno Álvares Botelho, após vários confrontos ferozes, derrota uma armada anglo-holandesa muito maior em Ormuz. O inimigo recua para Surrat.

1639 - Com 120 soldados portugueses, António Galvão vence o Rei de Tidor, que foi apoiado por outros 8 reis contra Portugal. O Rei do Tidor foi morto.

1664 - Batalha de Castelo Rodrigo. O Duque de Ossuna entra em Portugal com 4.000 soldados inimigos e 700 cavalos. Os Portugueses defenderam o castelo com 150 homens. O General Pedro Jacques de Magalhães com uma força coletiva de 2.500 reforços e 500 cavalos entra na batalha, causando muita destruição, tendo capturado e morto quase todos os soldados castelhanos (espanhol). O Duque de Ossuna foge.

domingo, 4 de junho de 2017

quarta-feira, 31 de maio de 2017

terça-feira, 30 de maio de 2017

quem controla a CNN











































quem pensar que é muito diferente na Fox News (direita), NBC (centro-esquerda) ou CBS e ABC (misto), engana-se...
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/05/sionistas-controlam-96-dos-media.html

sábado, 27 de maio de 2017

sexta-feira, 26 de maio de 2017

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pimenta sobre Nacional-Socialismo

Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXV

«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)

«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o racismo...
O racismo, na concepção Nacional-Socialista, é a defesa da Alemanha contra o judaísmo - não contra o judaísmo como religião, mas contra o judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um judeu - Rathenau; e num socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, no seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)

Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.

domingo, 21 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

sábado, 13 de maio de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Varg Vikernes e a FN

não simpatizo muito com Varg Vikernes e nem sempre concordo com as suas opiniões (algumas delas mesmo absolutamente surreais, alienadas e ridiculas) e talvez seja radical demais afirmar que Marine Le Pen seria ainda pior que Macron. ainda assim, não sei até que ponto não terá alguma razão e não é descabido pensar que Marine seria, pelo menos, quase tão má como Macron.
nacionalismo cívico e de cartão que considera não-nativos "bem-comportados" como mais franceses do que nativos que sejam, por exemplo, "radicais de esquerda", é tão grave como o mundialismo Macron ou Hollande. ao menos, os partidos assumidamente do sistema, não dizem que os nativos não são franceses ou são menos franceses que alguns não-nativos. mas há outros aspectos graves nesse "nacionalismo" sionista da FN, ao nível das liberdades e etc. ver e ouvir vídeo com atenção.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

sábado, 6 de maio de 2017

os democratas e o «gado»












































são precisamente os democratas que mais desprezam o "gado"...
logo, os democratas são os verdadeiros arrogantes.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Hitler sobre marxismo e burguesia

“O marxismo internacional é simplesmente a visão aceite pelo judeu Karl Marx de ideias e conceitos já há muito existentes de facto sob a forma de aceitação de uma determinada fé política. Sem o alicerce de uma determinada intoxicação geral já existente, jamais teria sido possível o espantoso êxito político dessa doutrina. Entre os milhões de indivíduos de um mundo que lentamente se corrompia, Karl Marx foi, de facto, um que reconheceu, com o olho seguro de um profeta, a verdadeira substância tóxica e a apanhou para, como um feiticeiro, com ela aniquilar rapidamente a vida das nações livres da terra. Tudo isso, porém, ao serviço da sua raça.

A doutrina de Marx é assim o extracto espiritual concentrado das doutrinas universais hoje geralmente aceites. E, por esse motivo, qualquer luta do nosso chamado mundo burguês contra ela é impossível, até ridícula, pois esse mundo burguês está inteiramente impregnado dessas substâncias venenosas e admira uma concepção do mundo que, em geral, só se distingue da marxista em grau e pessoas. O mundo burguês é marxistico, mas acredita na possibilidade do domínio de determinado grupo de homens (burguesia), ao passo que o marxismo procura calculadamente entregar o mundo às mãos dos judeus.

Em face disso, a concepção “racista” distingue a humanidade nos seus primitivos elementos raciais. Ela vê, no Estado, em princípio, um meio para um fim e concebe como fim a conservação da existência racial humana. Consequentemente, não admite, em absoluto, a igualdade das raças, antes reconhece na sua diferença maior ou menor valor e, assim entendendo, sente-se no dever de, conforme a eterna vontade que governa este universo, promover a vitória dos melhores, dos mais fortes e exigir a subordinação dos piores, dos mais fracos. [...]

Por outras palavras: o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães apropria-se nas características iniciais do pensamento fundamental de uma concepção racialista do mundo; e, tomando em consideração a realidade prática, o tempo, o material humano existente, com as suas fraquezas, forma uma fé política, a qual, por sua vez, dentro desse modo de entender a rígida organização das massas humanas, autoriza a prever a luta vitoriosa da nova doutrina”.

Adolf Hitler - Mein Kampf, pp. 291-293.

domingo, 30 de abril de 2017

a catástrofe demográfica da Europa























FONTE

o problema "imigração" (kalergi) está (muito) longe de ser o único problema da Europa ou Ocidente em geral. e está (muito) longe de ser a única forma de acabar com os povos. também por meios demográficos, económicos e outros se acabam com os povos, não apenas por substituição étnica. nessa lista, Portugal tem praticamente a pior situação da Europa, empatado com a Grécia.

Sardinha e a «ciência àrabe»

Fala-se muitas vezes duma ciência e duma filosofia árabe – observa ele; na realidade, durante um século ou dois na Idade Média, os árabes foram os nossos mestres, mas só enquanto não conhecemos os originais gregos. A ciência e a filosofia árabe nunca deixaram de ser uma mesquinha tradução da ciência e da filosofia grega. Desde que a Grécia autêntica despertou, essas míseras traduções ficaram sem sentido e não foi sem razão que os filólogos do Renascimento iniciaram contra elas uma verdadeira cruzada. De resto, olhando de perto, essa ciência não tinha nada de árabe. O seu fundo é puramente grego, e entre os que a criaram não se aponta um único semita. Eram espanhóis e persas, escrevendo o árabe. O papel filosófico dos judeus na Idade Média é também o de simples intérpretes. A filosofia hebraica desta época é a filosofia árabe sem modificações. Uma página de Roger Bacon encerra mais espírito científico do que toda essa ciência em segunda mão, respeitável, sem dúvida, como um anel de tradição, mas despida de grande originalidade. 

– António Sardinha  «Na Feira dos Mitos.»

sexta-feira, 28 de abril de 2017