"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

a direita portuguesa

antes era assim:
agora é assim:
parabéns. estão a progredir...

domingo, 15 de outubro de 2017

cds e o ramadão














a direitralha doente mental democrata-cristã, sempre na vanguarda da luta contra o 'islamo-esquerdismo'.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

democratices

Hillary Clinton Speech Incident (Pure Coincidence?)






















à procura do socialismo - freitas do amaral













mas do outro lado, as coisas não são muito melhores



quarta-feira, 25 de março de 2015

recuperação financeira

Dívida pública ultrapassa 231 mil milhões de euros














A dívida pública na óptica de Maastricht subiu mais de 6.600 milhões de euros em janeiro face a dezembro do ano passado. Totaliza agora 231.083 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).

FONTE













sexta-feira, 14 de novembro de 2014

bem-vindos à democracia (mafiocracia)














FONTE

mais uma prova de que na AR não existem partidos. só existem organizações mafiosas e criminosas.
e desta vez a alta corrupção está relacionada à imigração e residência de pessoas de fora do espaço Schengen, nomeadamente China e Angola.
não foi por falta de aviso que isto aconteceu, nem é nada que seja minimamente surpreendente. os nacionalistas em geral, têm, na sua esmagadora maioria, alertado que a classe política no seu todo, não passa de uma pseudo-classe de bandalhos, corruptos e mafiosos. com um toque a máfia terceiro-mundista no caso especificamente português ou tuga.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

com exemplos destes...

















não é novidade para ninguém que Portas é um homossexual no armário. mas vê-lo assim escancarado e exibido é outra coisa. o partido que ele lidera é um antro de gays, pedófilos, negros, cripto-judeus, ladrões, criminosos, maçons e mafiosos da opus dei, mas armados em "gente fina" e cheia de "moral".  o cds-pp só tem proporcionalmente menos maçons que o ps e psd na exacta medida proporcional em que tem mais membros da opus dei.  é por isso que não quero nada com essa direita imunda, no caso centro-direita, muito democrática e "moderada", que de "moderada" não tem nada, excepto a posição que ocupa no espectro politico, e à qual decidi passar a chamar direitralha porque é, de facto, de tralha que estamos a falar.
acho que "direitinha" é um termo demasiado carinhoso para esta escumalha e transmite uma falsa ideia de inofensividade. falsa, porque o cds-pp é perigoso e não inofensivo.
só respeito as direitas anti-democráticas e de espinha direita, aquilo a que os experts chamam de "radicais".
as direitas que não admitem concessões ao homossexualismo, multiculturalismo nem a democracias liberais.

quanto à igreja, isto só surpreende quem andar muito distraído e desatento às notícias mais recentes:
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/sinodo-revela-revolucao-na-forma-igreja-abordar-homossexuais
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=738126

é por isso que, ao contrário de muitos nacionalistas, eu não tenho um pingo de tolerância ou de compreensão para com a igreja católica e ao contrário deles, não me coíbo de denunciar coisas destas, uma vez que "aquilo" é encarado pelos líderes como uma negociata circunstancial.  ou seja, andam ao sabor do vento e da "mudança social". como já expliquei aqui, para eles tanto faz a manada ser heterossexual ou homossexual, branca ou castanha. eles querem é controlar e ter poder.
não encaro, de forma alguma, o cristianismo como algum aliado de jeito dos nacionalismos, mas sim como um inimigo perigoso e um cavalo de tróia interno (redundância, eu sei)

sábado, 9 de agosto de 2014

o que é o CDS-PP?












PP quer penalizar os crimes de ódio

O CDS-PP propôs ontem, na Assembleia da República, que sejam agravadas as penas para os crimes de racismo, também designados por crimes de ódio.

No Período Antes da Ordem do Dia, em que os deputados fizeram a evocação do Dia da Memória do Holocausto do Anti-Semitismo - que hoje se comemora -, o deputado democrata-cristão João Rebelo salientou que "o anti-semitismo não se limita ao passado", como provam "os repetidos ataques levados a cabo em vários países, contra cemitérios judeus ou símbolos judaicos".

"Nesse sentido, deverão ser aplicadas as mais severas penas àqueles que forem considerados culpados de anti-semitismo ou racismo e a cujos crimes se convencionou chamar "crimes de ódio", referiu.

Por sua vez, o deputado bloquista Fernando Rosas alertou para o perigo do anti-semitismo hitleriano, que deu origem ao Holocausto, se poder repetir nos dias de hoje. Através dos genocídios que têm ocorrido em diferentes zonas do Planeta, da Europa a África.

"Lembramos que a fronteira entre a civilização e a barbárie pode revelar-se de uma insustentável leveza perante quaisquer razões de uma razão, que não se autolimita e essa é a ameaça dos dias de hoje dos massacres fundamentalistas", referiu o historiador e parlamentar do BE.

FONTE


uma notícia muito antiga, já com mais de 8 anos a mostrar a bela merda que é o cds-pp, e outra ainda mais antiga, com 10 anos:

"O secretário de Estado da Administração Interna, Nuno Magalhães (CDS-PP), admitiu ontem o alargamento da quota de 6.500 novos imigrantes fixada pelo Governo para 2004 "se a actividade económica o justificar". "Se a actividade económica em Portugal florescer, como é de esperar, a quota pode ser alargada", afirmou Nuno Magalhães, questionado pelos jornalistas no final de uma "sessão de esclarecimentos" promovida pelo CDS/PP sobre política de imigração."
Jornal Primeiro de Janeiro, 2004



 outra notícia, esta muito mais recente, com apenas alguns meses:


Ribeiro e Castro pede regulamentação da lei da nacionalidade a descendentes de judeus sefarditas

Designam-se de judeus sefarditas os judeus descendentes das tradicionais comunidades judaicas da Península Ibérica (Sefarad)
O deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro pediu hoje ao Governo a regulamentação da lei que concede a nacionalidade portuguesa aos descendentes dos judeus sefarditas expulsos de Portugal, bem como o envolvimento da comunidade judaica nessa regulamentação.

O pedido consta de cartas dirigidas pelo ex-líder do CDS-PP à ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, e ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, a que a Lusa teve acesso.

O diploma foi publicado em julho do ano passado, com um prazo de 90 dias fixado para a sua regulamentação, prazo esse que, de acordo com as missivas, expirou em outubro.

"Venho solicitar informação sobre o estado em que se encontra a preparação da regulamentação do diploma em referência, questão que é da maior relevância", lê-se na carta enviada pelo deputado aos ministros.

"E, admitindo que não esteja ainda encerrado e concluído, pergunto se, no quadro da preparação da regulamentação, foi contemplada ou irá ser contemplada forma de intervenção da comunidade judaica em Portugal na fase de instrução de eventuais futuros pedidos de naturalização em aplicação deste regime, por forma a assegurar a maior seriedade e solidez na respectiva apreciação e decisão administrativa", afirma Ribeiro e Castro.

O parlamento português aprovou em abril por unanimidade a nacionalidade portuguesa para os descendentes dos judeus sefarditas expulsos de Portugal a partir do século XV proposta em projectos do PS e CDS-PP.

Os projectos do PS e CDS-PP, ambos aprovados por unanimidade, prevêem a atribuição da nacionalidade portuguesa por naturalização aos descendentes de judeus sefarditas portugueses que demonstrem "tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral".

Designam-se de judeus sefarditas os judeus descendentes das tradicionais comunidades judaicas da Península Ibérica (Sefarad).

Alvos de perseguição em Espanha, estas comunidades refugiaram-se em Portugal a partir do século XV, onde uma lei promulgada pelo rei D. Manuel lhes garantia protecção, situação que se alterou em 1496 quando o mesmo rei determinou a expulsão de todos os judeus sefarditas que não se sujeitassem ao baptismo católico.

Holanda, Reino Unido, Norte de África e mais tarde Brasil, Argentina, México e Estados Unidos da América foram os principais destinos destes judeus, onde ainda hoje se encontram descendentes das comunidades expulsas de Portugal.

ler mais em:
FONTE



é esta a 'direitinha' nojenta, judiófila, multirracial, policial e inquisidora que temos em Portugal.

domingo, 3 de agosto de 2014

ps usou paquistaneses ilegais em comícios























não se esqueçam que também é assim que a "máquina" democrática continua oleada.
ver também em  http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/05/ps-compra-votos-aos-imigrantes.html
foi só para recordar este episódio, não tomei conhecimento hoje nem sequer há pouco tempo.
pagar a imigrantes ilegais para agitarem bandeiras de merda em comícios, comprar votos a terceiro-mundistas e não só, enfim, quão mais baixo será possível esta escumalha descer?
nem merecem que se escreva a merda das siglas do seu partido com letra grande, talvez deixe de o fazer daqui em diante. mais baixo, só talvez:

banca corrupta salva corruptocracia










bem podem certos partidozecos pregar contra a banca e arvorar-se em voz dos trabalhadores, porque as acções falam por si, e a hipocrisia está toda lá.  a cassete de uns é "morte à banca" com as consequências práticas que se vêem. a cassete de outros é "andámos a viver acima das nossas possibilidades" , "andámos", vejam bem a lata. é por isso que no bordel da AR ninguém se distingue dos outros. é tudo igual. diz-me com quem andas (banca, BES) dir-te-ei quem és. a fauna corrupta democrática precisa da banca corrupta para se manter à tona.

domingo, 26 de maio de 2013

agora netos de emigrantes podem ter nacionalidade














CDS muda de posição sobre emigrantes

Netos de emigrantes poderão ter nacionalidade portuguesa. CDS viabiliza depois de ter garantias de Miguel Macedo.
O CDS viabiliza hoje a concessão de nacionalidade portuguesa a netos de emigrantes, depois de ter garantias, por parte do Ministério da Administração Interna de Miguel Macedo, de que a regulamentação vai prever regras apertadas.

Nas duas anteriores legislaturas, votou contra este diploma, por considerar que era «um escancarar» de portas do país.

A evolução da posição dos centristas, que agora vão abster-se, prende-se com o facto de o líder do partido deter a pasta dos Negócios Estrangeiros. Esta é uma medida reclamada pelas comunidades portuguesas.

O PS, que tinha reservas no passado, também se prepara para viabilizar o projecto do PSD.

FONTE


imaginem, por exemplo, a quantidade de netos de emigrantes no Bostil já todos misturados que podem pedir a nacionalidade portuguesa...são aos milhões.  imagine-se o impacto se uma boa parte deles quiser vir para cá...
cds, apenas mais um partido do sistema, como outro qualquer.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

o espectro do parlamento tuga


o parlamento hemiplégico português só tem partidos que vão da extrema-esquerda ao centro...e, atenção, o maior partido do «clube dos pequenos», é de extrema-esquerda - o pctp-mrpp de inspiração maoísta.
pode-se ter alguma esperança no futuro com este cenário? é preciso ser francamente optimista ou lunático para isso. se num futuro próximo, o mrpp conseguir chegar ao parlamento, o sistema vai ser ainda mais desviado à esquerda, teremos três de extrema-esquerda, um para cada matiz - um estalinista, um trotskista e outro maoísta.  teremos ainda um da centro-esquerda clássica, o ps, e ainda dois centristas - o ppd-psd e o cds-pp.
é o caminho para o totalitarismo «subtil» do partido único e do pensamento único, mas com várias secções ou departamentos. pouco importa quem está no poder, quando a ideologia só difere em banalidades e superficialidades.
já agora, quem considera que o psd e o cds não são direitistas, não sou eu, são os próprios: um tentou inscrever-se na internacional socialista em 1974 (período Sá Carneirista) sem êxito, acabando na internacional democrata centrista, e o outro está filiado na internacional democrata cristã, uma ideologia de centro, e o partido designa-se a si mesmo como centro democrático social ou «centrista» (alcunha como são tratados pelos média em geral)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

governo quer travar saída de imigrantes










Barreiras Duarte: Saída de imigrantes

O secretário de Estado Feliciano Barreiras Duarte anunciou que o Governo quer travar a saída de imigrantes e que vai alterar a Lei da Imigração.

FONTE

uma notícia fresquinha, que nem chega a ser notícia verdadeiramente, ou não soubéssemos já nós quem é este governozinho de «africanistas» fanáticos, que depois de apelar à saída dos indígenas do país, não contente com isso, vem agora querer impedir a saída dos imigrantes para os seus países de origem.  com (des)governos destes, de ideologia multicultural a roçar o religioso e o dogma de estado, então nem a crise poderá salvar o país de ficar atolado de estrangeiros e imigrantes do 3ºMundo.
prioridade absoluta para o estrangeiro, como manda a boa religião do multiculturalismo impregnada em todos os partidos do sistema, inclusive o CDS que também faz parte deste (des)governo e não se pode eximir de culpas, já que nada faz contra isto.  se este governo é a direita, nem quero ver a esquerda.
a única coisa que este governo tem de «direita», é ser a direita da esquerda. nada mais do que isso.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

parlamento quer fim da «raça» e «sexo»

Esquerda quer “género” em vez de “sexo” e “etnia” em vez de “raça” na Constituição

A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.

PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”.

A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.

O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.

No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.

“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.

A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.

O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.

O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.

Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.

“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.

Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.

Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.

Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.




confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências.  o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo. 

"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos. 
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.

no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.

isto não vai ficar esquecido. quando nos vierem atirar à cara que o "nazismo" ou o "racismo" são totalitários, essa gente vai levar de volta com isto, para que as pessoas saibam quem são verdadeiramente os totalitários, como são e como operam.  quem é que anda a alterar arbitrariamente (e ideologicamente), a seu bel-prazer, palavras e termos que sempre existiram, para os proibir. um dia mais tarde, no futuro, saber-se-á quem são, de facto, os totalitários.....e sobretudo, as aberrações da sociedade.

sábado, 12 de setembro de 2009

excerto do debate Portas-Louçã
















Louçã, no debate da RTP com Paulo Portas, sobre a imigração:


"Louçã:  Há uma vaga xenófoba na Europa. eu vi um caso que todos vimos na RTP de um barco que veio da Eritreia para chegar a Itália em que 70 pessoas  naufragam e morrem, há um sobrevivente e Berlusconi decide a prisão daquela pessoa. isso indigna-me e gostaria de ter a certeza que o Dr. Paulo Portas concorda comigo que uma pessoa nessas circunstâncias deve ser recebida e acolhida com respeito.  agora nós temos que ver a imigração do ponto de vista da nossa experiência.  nós tivemos muitos imigrantes. temos imigrantes. e queremos que os que cá vêm sejam tratados como nós queremos que os portugueses tivessem sido tratados. 
além disso os imigrantes dão a Portugal um conteudo extraordinário.
quando eu vejo o Obikwelu  ou o Nélson Évora  ...eu sei que são os nossos melhores.  e por isso uma politica de imigração sensata não pode ter preconceitos extremistas o CDS tomou duas decisões erradas na minha opinião, Dr. Bagão Félix.uma foi retirar o abono de familia aos imigrantes que tinham autorização de permanência. outra foi impôr uma politica de cotas, que a Igreja Portuguesa - e estou a citar um texto da Fátima missionária - condenou com todos os termos mais rigorosos.
dizia a Igreja: "o estado actual (a lei de cotas do Doutor Paulo Portas e do Doutor Durão Barroso), interessa a muita gente por causa da reincidente apetência desenfreada do mercado de trabalho por mão-de-obra ilegal, traficada e mal remunerada" 

exponho em duas palavras as medidas do BE:
eu quero que haja autorização de residência para quem tem contrato de trabalho, uma situação legal dentro do país, reagrupamento familiar segundo critérios claros que dão direitos a essas pessoas e lhes dão todos os deveres.

Judite de Sousa : mesmo com o desemprego entre os portugueses a subir da forma como está a aumentar?

Louçã: está a diminuir o numero de imigrantes em Portugal.  
e eles fazem trabalhos. se têm contratos de trabalho é porque esse trabalho não tinha outras pessoas que os procuravam. "



resumindo: o nosso herói missionário Louçã defende estas "politicas" para um país onde há mais de meio-milhão de desempregados e onde 35 mil emigrantes enchem os centros de desemprego.
é "isto" que tem 11% das intenções de voto nas próximas eleições e que foi a 3ª força do país nas ultimas Europeias?!? então é mesmo caso para ter medo a sério.


quem quiser ver integralmente o debate, tem aqui:

Debate - Paulo Portas (CDS-PP) Francisco Louçã (BE)


o tema da imigração começa por volta do minuto 32:30