"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

centeno a caminho do fmi...

...para suceder a lagarde? talvez isto ajude a perceber o porquê...

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

novo resgate?



alta finança e marxismo sempre de mãos dadas.
e, com isto, não estou, nem de perto, nem de longe a querer branquear a grande responsabilidade que tanto o psd como o cds também têm nisto...

quarta-feira, 30 de abril de 2014

o verdadeiro 1ºministro de Portugal




















depois do escurinho etíope (Abebe Selassie) temos agora o monhé apenas ligeiramente menos escurinho Subir Lall, na imagem acima, como o 1ºministro de Portugal.

sábado, 29 de março de 2014

a subserviência compensa

Vítor Gaspar confirmado em alto cargo no FMI

Ex-ministro das Finanças vai ser director do Departamento de Assuntos Orçamentais de Fundo Monetário Internacional

Christine Lagarde, directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), nomeou Vítor Gaspar para o cargo de director do Departamento de Assuntos Orçamentais da organização. A nomeação deve tornar-se efectiva no início de Junho.

Vítor Gaspar "trás com ele credenciais de gestão impressionantes e um registo formidável de experiência em política pública ao nível europeu e nacional", destacou Christine Lagarde. "A minha equipa e eu estamos ansiosos por trabalhar com Vítor Gaspar em assuntos de finanças públicas e em fornecer aconselhamento vital em política orçamental aos nossos países-membros", reforçou.

O Expresso já tinha noticiado que o ex-ministro das Finanças se tinha candidatado a um alto cargo no FMI, tendo-se deslocado a Washington no âmbito do processo de selecção que, tal como previsto, ficou fechado até final de Fevereiro.

Depois da demissão do Governo no verão passado, Vítor Gaspar tinha retomado as funções de consultor no Banco de Portugal.

FONTE


notícia que já tem um mês, mas cá vai. depois de já ter estado no BCE de 1998 a 2004, volta assim o Vítor Louçã Rabaça Gaspar (primo direito do ex-coordenador do BE) a ocupar um grande cargo na finança internacional, como prémio pelo bom comportamento (leia-se obediência aos interesses do FMI).
quanto a mim, creio que o acto de nomeação foi apenas uma formalidade, pois o Rabaça Gaspacho já trabalhava para o FMI desde 2011, depois da 3ª bancarrota deliberadamente provocada pelo PS, precisamente para colocar o país nas mãos desta quadrilha internacional.
deve ser "só" mais uma daquelas famosas coincidências que tanto o BCE como o FMI sejam geridos por judeus, assim como é outra coincidência que Louçã ou Loução, e Rabaça sejam nomes cristãos-novos usados por relativamente poucas famílias. outra coincidência que a terra natal do Gaspacho com 2800 habitantes fique a poucos quilómetros de Belmonte e que tenha ela própria uma significativa comunidade judaica, além de produzir azeite kosher.  não se trata de fazer publicidade a merda, eu até detesto azeite e azeitona também. trata-se de juntar indícios mais que credíveis.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

quem disse que o PCP nunca governou?

Crescimento da produtividade total dos factores em Portugal, 1960-2009

















Fonte: AMECO

sim, o PCP já governou Portugal e o seu "modelo" já foi aplicado. o modelo chamou-se PREC e teve resultados desastrosos. além de quase terem empurrado o país para uma ditadura comunista controlada desde Moscovo, também deram cabo da economia do país, "obrigando" à vinda do FMI em 1977 (e depois outra vez, em 1983), graças às medidas tomadas no PREC.
no gráfico acima, é perfeitamente óbvio como a produção nacional caiu escandalosamente no período de 74-75, precisamente o período do PREC com o governo de Vasco Gonçalves e outros comunistas em pastas importantes dos governos provisórios... a essa queda abrupta, seguiu-se uma recuperação com a "normalização democrática", no entanto o país nunca mais se encontrou e teve outro baixo no período de 81-84, não tão baixo como o de 74-75 mas que obrigou outra vez a vinda do FMI. porém o país nunca mais atingiu os picos das décadas de 60 ou 70. o PS e o PSD têm arruinado o país, e o governo PS obrigou a vinda do FMI pela terceira vez, este ano. mas a raiz do problema foi sem dúvida o (des)governo do PREC.


















como podem ver aqui também neste gráfico, a taxa de desemprego "disparou" precisamente em 1974 e a tendência tem sido para aumentar, não para diminuir


















neste outro gráfico, é vísivel que a dívida pública, que era monstruosa durante a I Républica, mas que foi contida durante a Ditadura Militar e o Estado Novo, disparou novamente, e precisamente em 1975, para nunca mais deixar de crescer e utrapassar já a dívida monstruosa da I Républica...é a maior dívida dos últimos 160 anos.


















este gráfico aqui também mostra como o crescimento do PIB potencial, que era uma realidade, foi travado precisamente entre 1970 e 1975 para nunca mais parar de descer, até ao recorde do desastre...


a culpa é dos socialistas e "social-democratas"? sem dúvida. mas quem iniciou este processo? quem começou o descalabro? quem começou por destruir a produção nacional, quem roubou o Estado e tudo o que pôde, quem descontrolou a moeda ( escudo), quem iniciou o descalabro das contas públicas, quem obrigou o FMI a vir em 1977 ?
eu respondo: foi o PCP e os seus rapazes, que (des)governaram no período do PREC...o processo iniciou-se aí, e depois foi como uma espiral...se os actuais governos são péssimos, agora imagine-se o que seria se o PCP tivesse ficado no governo !  imagine-se o que seria se algum dia o PCP ou o BE ganhassem as eleições...
seria bonito, sim senhor... a economia simplesmente acabava.

além dos motivos meramente ideológicos, espirituais, culturais, identitários e outros, também existem motivos de carácter puramente económico, e totalmente vitais, para a rejeição de ideias, políticas e governos de esquerda radical, como a estatística e a frieza dos números se encarrega de comprovar (desemprego brutal, dívida pública brutal, produção nacional nula, crescimento económico zero, descalabro, miséria, etc)
nunca este modelo económico teve bom resultado em país algum, fosse URSS, China, Cuba ou outro...basta comparar a Coreia do Norte com a sua vizinha do Sul.  os dados falam por si.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

judeu do FMI quis Turquia e Magreb na UE

  



Jew Dominique Strauss-Kahn:

«DSK - I fully understand all the arguments from those who fear the entry of Turkey in Europe. But I feel it makes no sense to look only at the past or at geography. What you have to keep in mind is the projection that we have of what Europe will be in thirty, forty or fifty years. When you wonder about this, you can very well see that in the world there will be a great American empire in the North with Canada, the United States and perhaps Mexico. There will probably be a great Chinese empire, and considering the pace at which China is developing today, in thirty or forty years it will have reached the standard of living that we have. And there will be a great Indian empire. Will there be a great European empire? We all hope so because we must carry on the European values. What I am certain about is that if there is a great European empire, at that time, it must not stop at the borders that are ours today. Imagine a teacher, in forty years, with pupils in front of him, and a big map in the middle, with a red pen he will say, there, that is the great American empire and he'll make a big circle, then he'll say, that is the great Chinese empire and he'll make a big circle, if he wants to be able… if we want him to be able to say, that is the great European empire, then he will have to make a big circle and there won't be a pen fine enough to pass through the straits of Gibraltar or in the Bosphorus. What I'm trying to say is that in forty or fifty years, if Europe exists, and I think everybody here wants it to… then we will have to have reconstituted the Europe of the Mediterranean. That is the root of our civilization.


Arlette Chabot - So we must not close our doors to Turkey if it changes.


DSK - Turkey still has a way to go to meet the criteria for admission. But the future of Europe, for me, is indeed the Europe of the Mediterranean.


François Bayrou - Hence, the Maghreb too...


DSK - Hence, Morocco no doubt, and other countries…


François Bayrou - Hence, the Maghreb too…


DSK - Absolutely. Absolutely. You will not be able to resist…


François Bayrou - How far do we go?


DSK - I'm going to tell you. I think that from the icebergs in the Arctic to the sands of the Sahara, there is a space which is that of European and Mediterranean responsibility. And you will not resist demographic pressures, you will not resist what we want to construct together, by placing barriers, as Monsieur Le Pen was saying a while ago, or was it Monsieur Villiers, I don't remember, Monsieur Villiers is usually more articulate… it's that we will not resist if we are not capable of assuming our historic responsibility.»

(...........)

«François Bayrou - Turkey is not our history and you know it.


DSK - Of course it is.


François Bayrou - How can you maintain before the cameras that Turkey is our history? I have much respect for the Turks, but the least one can say is that it is not our history. You have only to ask Constantinople



para ler mais e ver a versão em francês, ir a:
FONTE

segunda-feira, 23 de maio de 2011

entrevista a JPC na SIC


boa entrevista...


quinta-feira, 19 de maio de 2011