"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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domingo, 3 de agosto de 2014

banca corrupta salva corruptocracia










bem podem certos partidozecos pregar contra a banca e arvorar-se em voz dos trabalhadores, porque as acções falam por si, e a hipocrisia está toda lá.  a cassete de uns é "morte à banca" com as consequências práticas que se vêem. a cassete de outros é "andámos a viver acima das nossas possibilidades" , "andámos", vejam bem a lata. é por isso que no bordel da AR ninguém se distingue dos outros. é tudo igual. diz-me com quem andas (banca, BES) dir-te-ei quem és. a fauna corrupta democrática precisa da banca corrupta para se manter à tona.

terça-feira, 29 de julho de 2014

andámos a viver acima das possibilidades

Seguro e Costa estimam gastar 328 mil euros na campanha

A candidatura do secretário-geral do PS antecipa um orçamento de 165 mil euros e a do autarca de Lisboa conta orçamentar 163 mil euros. Mas está tudo em aberto ainda até 14 de agosto, dependendo de eventuais novos candidatos.  


António Costa e António José Seguro formalizaram esta terça-feira à tarde as suas candidaturas às eleições primárias do PS (que vão escolher o candidato socialista a primeiro-ministro), perante a Comissão Eleitoral, presidida por Jorge Coelho. Mas um e outro estiveram ausentes, fazendo representar-se por terceiros.  (...)

para ler mais, ir a:
FONTE


"andámos a viver acima das nossas possibilidades" é uma retórica muito utilizada pela canalha pulhítica da III republiqueta. "andámos"? mas será que "andámos" mesmo? ou andaram e andam eles, seja com campanhas partidárias internas, institutos e fundações inúteis que não servem para nada, reformas douradas, mordomias várias, falcatruas nos bancos, etc, etc
isto não é sequer uma campanha eleitoral nacional, mas sim partidária. e tanto o Tó Zero, como o monhé Bosta, qualquer destes dois trastes pode vir a ser 1º ministro em 2015.
só se deixa convencer pela retórica desta escumalha quem for mesmo muito fraquinho da cabeça.

segunda-feira, 17 de março de 2014

triste figura de deputada tuga no PE

Nick Griffin blasts EU over European genocide
é a clássica falta de argumentos. ai és contra a imigração em massa e contra o genocídio do teu povo indígena? então és um racista e um xenófobo. e pronto, está feita a "argumentação".  esta senhora (Ana Gomes) só envergonha o país.
repare-se como logo no início do vídeo, Nick Griffin refere e bem, o plano kalergi de extinção dos nativos Europeus através da imigração em massa e logo a seguir, a partir do segundo 00:15, põe o dedo na ferida sem medo e dá nomes aos culpados (bois): esquerdistas, capitalistas E sionistas supremacistas.
nota: obrigado ao Pedro Lopes por dar a conhecer o vídeo.

segunda-feira, 10 de março de 2014

mais uma maravilha da democracia

Adicionar legenda




























"Sócrates dá 600 mil Euros a Soares em plena crise"
"Fundação do ex-presidente da républica recebe 3,4 milhões de governos do PS"


anda o estado a pagar e o contribuinte a ser chulado todos os dias, para sustentar uma fundação que não serve para nada, excepto fazer propaganda esquerdista, multiculturalista e tropicalista.
é mais uma famosa "conquista democrática". deve ser para "isto" que mandam os cidadãos apertar o cinto.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

terça-feira, 20 de agosto de 2013

coincidências?































o símbolo de cima é do Roter Frontkämpferbund, um grupo paramilitar do Partido Comunista Alemão, de onde o PS copiou o seu símbolo - não apenas o punho cerrado, mas o emblema.
é certo que o PS também utiliza a rosa, tal como os outros partidos socialistas da Europa, como o espanhol (PSOE), o francês, italiano, etc, mas o PS ainda não se desfez do punho fechado, a saudação tipicamente marxista ou "vermelha", utilizada também nos movimentos activistas negros, Black Power, feminismo, sindicalismo (ver símbolo da CGTP, p.exemplo), direitos civis, direitos "humanos" e tudo o que esteja de alguma forma relacionado à esquerdalha.
também foi conhecida durante a guerra civil espanhola como a saudação "antifascista".
obviamente que a saudação tem uma clara origem judaico-sionista, como pode ser comprovado até pelo símbolo da Jewish Defense League, e que é o denominador comum de todas as ideologias mencionadas.
este artigo fala melhor da saudação do punho fechado e erguido.

segunda-feira, 11 de março de 2013

ps quer fazer de Portugal pátria sionista

PS quer conceder naturalização a descendentes de judeus expulsos de Portugal
O PS apresentou nesta quinta-feira, em Lisboa, um projecto de alteração à lei da nacionalidade, para conceder a naturalização portuguesa aos descendentes de judeus expulsos do país, nos séculos XV e XVI, promover o seu retorno e reabilitar a sua imagem.
“Como corolário deste percurso de reabilitação de uma imagem e uma cultura fortes, quase destruídas pela Inquisição portuguesa com a conivência da coroa, faz todo o sentido promover o retorno dos descendentes dos judeus expulsos ou dos que fugiram do terror da Inquisição ao seio do seu povo e da sua nação portuguesa”, pode ler-se no projecto de lei a que a Lusa teve acesso, apresentado, pelo grupo parlamentar do PS, na Assembleia da República.
O documento refere ainda que “faz também todo o sentido que seja aos descendentes judeus de sefarditas portugueses, que demonstrem objectivamente a tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, possibilitada a aquisição da nacionalidade portuguesa por naturalização”.
O projecto de alteração à Lei da Nacionalidade visa acrescentar um ponto ao artigo 6.º, no qual deverá constar que “o Governo pode conceder a nacionalidade por naturalização, com dispensa dos requisitos previstos (…) aos descendentes de judeus sefarditas portugueses, através da demonstração da tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral”.
Os socialistas recordam a “antiguidade” da presença no território peninsular – designado Sefarad – de judeus que foram expulsos de Portugal depois de D. Manuel I ter assinado, em 1496 o “Decreto de Expulsão dos Hereges”.
“Estes descendentes de judeus portugueses mantêm viva uma língua, o ladino (…), uma língua derivada do castelhano e do português e falada por 150.000 pessoas em comunidades em Israel, Turquia, antiga Jugoslávia, Grécia, Marrocos e nas Américas, entre muitos outros locais”, diz o projecto de lei.
No início do século XIX, regressaram a Portugal alguns judeus sefarditas originários de Marrocos e de Gibraltar, e instalaram-se numa comunidade em Lisboa que, durante a II Guerra Mundial, viria a dar um “apoio notável” aos “refugiados fugidos à barbárie hitleriana que daqui partiram para uma nova vida em novos lugares, nomeadamente para os Estados Unidos e Brasil”.
Também a partir da sinagoga do Porto, edificada pelo capitão Barros Basto, milhares de judeus conseguiram reconstruir a suas vidas com a ajuda da secção que ficou conhecida como “Amparo dos Desterrados” e que, nas próximas semanas, irá fornecer os respectivos documentos de identificação ao Museu do Holocausto em Washington.
“Neste largo período de dois séculos, que medeia entre os alvores de oitocentos e a actualidade, alguns descendentes de judeus portugueses fugidos das perseguições inquisitoriais, regressaram a Portugal, aqui se instalaram e criaram novos laços familiares, intelectuais, culturais, políticos, profissionais e comerciais”, recorda ainda o documento do PS.


para começar como é que se pode promover o regresso de alguém que nunca cá esteve? ou ainda existe algum sobrevivente de 1500 e etc?
depois, judeus não são, nem nunca foram nativos da Ibéria. imagine-se o rídiculo de regressarem todos os descendentes desses judeus sefarditas, cerca de 150.000, certamente mais do que os sefarditas expulsos e que estão espalhados um pouco por todos os lados, como diz na notícia...onde os iríamos enfiar? não temos já problemas que chegue? imigração que chegue? desemprego que chegue e outras chatices?
o que se vai seguir? propôr o "regresso" dos descendentes dos (poucos) mouros que foram expulsos de Portugal ou que decidiram sair pelo seu próprio pé?
sim, porque na notícia não fala apenas de conceder a nacionalidade, o que já é grave, mas também de retorno.
todos os pretextos e mais alguns servem para enfiar mais gente não-nativa no país, todos os pretextos servem para justificar a sociedade multicultural e multiétnica, todos os pretextos servem para elevar o grupo étnico "eleito" à condição de mártires.
será porque Soares, o fundador do PS, tem ascendência judaica? será porque o PS é o partido em Portugal mais ligado à maçonaria e, por consequência, o partido mais servil aos interesses sionistas?  

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

o espectro do parlamento tuga


o parlamento hemiplégico português só tem partidos que vão da extrema-esquerda ao centro...e, atenção, o maior partido do «clube dos pequenos», é de extrema-esquerda - o pctp-mrpp de inspiração maoísta.
pode-se ter alguma esperança no futuro com este cenário? é preciso ser francamente optimista ou lunático para isso. se num futuro próximo, o mrpp conseguir chegar ao parlamento, o sistema vai ser ainda mais desviado à esquerda, teremos três de extrema-esquerda, um para cada matiz - um estalinista, um trotskista e outro maoísta.  teremos ainda um da centro-esquerda clássica, o ps, e ainda dois centristas - o ppd-psd e o cds-pp.
é o caminho para o totalitarismo «subtil» do partido único e do pensamento único, mas com várias secções ou departamentos. pouco importa quem está no poder, quando a ideologia só difere em banalidades e superficialidades.
já agora, quem considera que o psd e o cds não são direitistas, não sou eu, são os próprios: um tentou inscrever-se na internacional socialista em 1974 (período Sá Carneirista) sem êxito, acabando na internacional democrata centrista, e o outro está filiado na internacional democrata cristã, uma ideologia de centro, e o partido designa-se a si mesmo como centro democrático social ou «centrista» (alcunha como são tratados pelos média em geral)

domingo, 8 de janeiro de 2012

maçonaria controla 80% do parlamento






Passos Coelho entregou ao MP relatório sobre caso Ongoing, que negou aos deputados. Dois líderes parlamentares maçons, no PS e PSD, dirigem 182 deputados

Alegando segredo de Estado, Passos Coelho recusou enviar ao Parlamento um inquérito interno ao SIED. Só que entretanto mudou de ideias e desclassificou-o, não informando a AR, mas permitindo assim à investigação criminal em curso ter mais dados para avançar.
A propósito das ligações maçonaria-Parlamento-serviços de Informações, o DN perguntou a deputados de várias bancadas se veriam com bons olhos a necessidade de os políticos maçons declararem publicamente esta sua filiação. E muitos disseram que sim, sendo um deles mesmo um dos raros maçons assumidos de São Bento (Rui Paulo Figueiredo, deputado do PS e número dois de uma das principais obediências maçónicas nacionais, a GLLP).
São às dúzias os maçons no Parlamento. Entre eles os líderes das duas maiores bancadas. Juntos, Luís Montenegro (PSD) e Carlos Zorrinho (PS) dirigem 182 deputados - quase 80% do plenário parlamentar.

FONTE


e numa altura em que se fala muito da influência da maçonaria na política, não passou despercebida esta notícia.
depois de Passos Coelho, também o seu correligionário, o maçon Relvas volta a valorizar e a defender a emigração de portugueses, ou seja, o esvaziamento do país... mas desta vez, já não apenas a «emigração» em abstracto, mas sim uma emigração muito específica. aquela emigração para o atlântico Sul, para latitudes mais «quentes», «lusófonas» e longe da Europa, como garante que é a «nossa vocação», pensamento muito típico da escumalha universalista.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Soares anti-branco

























a não esquecer o que foi dito pelo maçon Soares, aquando do processo de descolonização, que fez regressar ao país, milhares e milhares de colonos brancos que se tinham estabelecido em Àfrica...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ps compra votos aos imigrantes

"O PS deu aos imigrantes os mesmos direitos sociais dos Portugueses" - Sócrates

isso sabemos nós, senhor Xócras!








Imigrantes, trabalhadores das lojas do Martim Moniz e da construção civil seguem Sócrates para todo o lado

Seguem José Sócrates para todo o lado, de norte a sul do País, em autocarros pagos pelo PS.

Depois são usados para compor os comícios, agitar bandeiras, e puxar pelo partido, apesar de muitos deles não perceberem uma palavra de português e não poderem votar. Em troca têm refeições grátis.

Tratam-se de imigrantes provenientes da Índia e Paquistão, trabalhadores nas lojas do Martim Moniz, Lisboa, e na construção civil.

Estiveram com José Sócrates em Beja, Coimbra e no comício de ontem em Évora, onde deram nas vistas ao exibir os seus turbantes. Até à porta da RTP, no dia do debate com Passos Coelho, realizado na sexta-feira, estiveram de bandeiras em punho.

Além do transporte, conforme o CM verificou, o PS disponibiliza refeições e lanches. Deixaram os seus trabalhos para apoiar Sócrates, mas disseram ao CM que não são pagos por isso. "Não são pagos" garantiu também ontem fonte do PS, justificando que a presença dos imigrantes está inserida "na estrutura voluntária da campanha".

Singh Gurmukh, indiano e trabalhador na construção civil, é acompanhado por quatro dezenas de imigrantes asiáticos em Évora.

Diz que segue Sócrates de "graça" como reconhecimento pelo apoio à sua comunidade. "Só pagam o autocarro e a comida", disse num português pouco perceptível.

PS paga apoio com refeiçõesImigrantes, trabalhadores das lojas do Martim Moniz e da construção civil seguem Sócrates para todo o lado

A par desta comunidade, o comício contou ainda com mais de uma centena de africanos, que viajaram em dois autocarros da zona do Cacém, Sintra. "Chegámos esta tarde. Apoio Sócrates ", disse Sandim Cassama, da Guiné-Bissau, e residente em Portugal há 20 anos.

FONTE

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Catroga e Assis dividem prémio «Circo Chen»

"comparar um primeiro-ministro eleito democraticamente, seja ele quem for, com a figura mais sinistra dos últimos séculos no Mundo Ocidental, é uma coisa que ultrapassa tudo"

Francisco "palhaço" Assis, na RTPN








1- de facto a comparação é ridicula, porque Hitler não merece nenhuma comparação com um qualquer Pinócrates. é um insulto a Adolf Hitler.
2- Hitler foi eleito nas urnas: 
3- por "figuras sinistras" dos "últimos séculos no Mundo Ocidental", e "não-eleitos", devias ter falado em Vladimir Lénin ou Josef Estaline, já para não dizer Mao Tsé-Tung, que não era Ocidental.

assim caminha o circo democrático na républica das bananas, mas o prémio "Circo Chen" desta feita vai a meias para os palhaços Catroga e Assis.

quarta-feira, 23 de março de 2011

regime moribundo

















XVIII Governo Constitucional:

Primeiro-ministro, José Sócrates ----------------------------------------------» maçon
Ministro da Presidência do Conselho de Ministros: Pedro Silva Pereira -----» judeu
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado --------------» judeu
Ministro de Estado e das Finanças: Fernando Teixeira dos Santos ---------» maçon
Ministro da Defesa Nacional: Augusto Santos Silva -------------------------» maçon
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira -----------------------------» judeu e maçon
Ministro da Justiça: Alberto Martins -----------------------------------------»
Ministro da Economia, Inovação e Desenv. : José Vieira da Silva ---------»
Ministro da Agricultura, Desenv. Rural e Pescas: António Serrano --------»
Ministro das Obras Públicas: António Mendonça ---------------------------» judeu (o do TGV Lx-Madrid)
Ministra do Ambiente e Ordenamento do Território: Dulce Pássaro -------»
Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social: Helena André ------------»
Ministra da Saúde: Ana Jorge -----------------------------------------------»
Ministra da Educação: Isabel Alçada ----------------------------------------»
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago ---------»
Ministra da Cultura: Gabriela Canavilhas ------------------------------------»
Ministro dos Assuntos Parlamentares: Jorge Lacão -------------------------»

terça-feira, 1 de março de 2011

ministro da presidência gaba invasão

“Fico muito satisfeito por esta excelente notícia, sobretudo um reconhecimento internacional que honra e dignifica as políticas sociais em Portugal”

“a lei da nacionalidade portuguesa é considerada a melhor lei do mundo desenvolvido” 

“no aspecto do reagrupamento familiar, que é tão importante para a realização e integração nas sociedades de acolhimento, Portugal está em primeiro lugar”.

“E nos aspectos que têm que ver com o acesso ao mercado de trabalho e à educação Portugal também aparece nos primeiros lugares”,

“é muito importante que neste momento de crise os países, a começar pelos europeus, permaneçam atentos ao respeito pelos direitos dos imigrantes”.

“Transformámos a política de integração de emigrantes num dos pilares de uma nova geração de políticas sociais. Com uma atitude humanista, atenta à integração dos imigrantes, uma postura simultaneamente de solidariedade e de justiça para com os imigrantes e que honra muito a tradição de um país de emigração”

FONTE



numa altura destas de crise, regozijo profundo e nauseabundo com as «polítícas humanitárias» e, claro, como não poderia deixar de ser, o aceno com a bandeirinha do «país de emigração», o chavão chantagista do costume desta «gente». um país com centenas de milhar de desempregados (para não dizer mais), um país com milhares e milhares de pessoas em pobreza e extrema-pobreza, tem destes (des)governantes que se orgulham e dão-se ao luxo de elogiar políticas de integração de imigrantes, inclusive o seu acesso ao mercado em desfavor dos nacionais.
depois espantam-se com os números da crise, desemprego, pobreza, precariedade, etc, etc, vá-se lá saber o motivo desse espanto...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

parlamento quer fim da «raça» e «sexo»

Esquerda quer “género” em vez de “sexo” e “etnia” em vez de “raça” na Constituição

A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.

PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”.

A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.

O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.

No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.

“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.

A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.

O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.

O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.

Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.

“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.

Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.

Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.

Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.




confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências.  o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo. 

"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos. 
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.

no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.

isto não vai ficar esquecido. quando nos vierem atirar à cara que o "nazismo" ou o "racismo" são totalitários, essa gente vai levar de volta com isto, para que as pessoas saibam quem são verdadeiramente os totalitários, como são e como operam.  quem é que anda a alterar arbitrariamente (e ideologicamente), a seu bel-prazer, palavras e termos que sempre existiram, para os proibir. um dia mais tarde, no futuro, saber-se-á quem são, de facto, os totalitários.....e sobretudo, as aberrações da sociedade.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

já há dinheiro para isto?

"O ministro da Administração Interna admitiu hoje que Portugal poderá aumentar a quota anual que permite receber refugiados que necessitem de protecção internacional, actualmente com um limite de 30 pessoas."

FONTE


note-se que uma "pequena comparticipação" virá do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social fora os fundos do MAI...

nestas alturas, o que é feito da suposta "crise" tão badalada? não há dinheiro para nada, os impostos aumentam, os salários são uma miséria, tudo baixa...mas para "isto" já há dinheiro...

bem, afinal quando o ex-primeiro ministro Guterres vem dizer que "lamenta" a crise, se esta afectar a "obrigação moral" de receber refugiados, já nada me espanta.
depois de atrocidades destas, só me apetece é rir...para não ter que chorar.

enfim, é mais uma vergonha e um escândalo.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

imigração tem que ser...mesmo em crise

 MAI: Crise aumenta dificuldades na imigração

O ministro da Administração Interna disse hoje que em situações de crise aumentam também as dificuldades relacionadas com a imigração, mas deve haver um maior esforço no sentido da integração destes estrangeiros tendo em vista a coesão social.

Rui Pereira falava aos jornalistas à margem do seminário "Direitos humanos e migrações: uma abordagem à protecção dos migrantes, refugiados e requerentes de asilo baseada nos direitos humanos", organizado pela Assembleia da República e pelo Ministério da Administração Interna, com a participação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Quando questionado acerca das consequências dos problemas económicos para os imigrantes em Portugal, o ministro defendeu que "em situações de crise há maiores dificuldades, mas também deve haver um maior esforço no sentido da integração", que é uma condição da coesão social.

E salientou que Portugal vai continuar o esforço nesta área, até porque "tem uma tradição e uma história que o colocam numa posição privilegiada para compreender as migrações, o fenómeno dos imigrantes e dos refugiados políticos".

Portugal apresenta "uma ordem jurídica que está na vanguarda das legislações mais humanistas, mais equilibradas da Europa e do mundo", realçou Rui Pereira.

O ministro da Administração Interna referiu que Portugal tem uma política que se coaduna com a política da União Europeia (UE), integrando vertentes como regulação da imigração legal, que os Estados europeus devem articular entre si.

Combater "sem tréguas" a imigração ilegal e tráfico de pessoas, que são "fenómenos criminais gravíssimos", promover a integração dos imigrantes e procurar fazer uma gestão "eficiente das fronteiras", em articulação com entidades nacionais e europeias, foram outros pontos salientados pelo governante.

"É impossível hoje construir espaços fortaleza, a ideia de uma Europa fortaleza é uma ideia errada", disse Rui Pereira.

O director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Palos, referiu aos jornalistas que o número de pedidos de asilo político tem se mantido estável nos últimos anos, em cerca de 200.
 
O número de pedidos de reinstalação tem vindo a apresentar uma subida e no ano passado foi de 30, no âmbito de um projecto internacional, a que Portugal aderiu.

Durante a sessão de abertura do seminário, foi lida uma mensagem do Alto Representante das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, que salientou que seria "lamentável" que as crises económicas e financeiras pudessem afectar a "obrigação moral" de apoiar os refugiados.

Participaram na cerimónia o presidente da Comissão das Migrações, Refugiados e População da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o presidente do Comité Europeu de Migrações e a directora da Divisão de Investigação e do Direito ao Desenvolvimento do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.


FONTE



ou seja, mais do mesmo de sempre:
apesar de toda a crise, voltam os apelos de sempre, em jeito de aviso à navegação (vão-se preparando), salientando a suposta "tradição de Portugal", sublinhando o suposto "dever" de integrar os estrangeiros, falando em "promoção" da integração dos imigrantes (promoção não é palavra minha, mas sim de Rui Pereira) e claro, voltam os chavões de sempre sobre a "impossibilidade" ou "inevitabilidade" disto e daquilo (pura lavagem cerebral), é a "impossibilidade" de construir fortalezas, logo vamos acolher toda a gente, é a "inevitabilidade" do multiculturalismo...já conhecemos essa K7 riscada de trás para a frente e vice-versa.
já agora, desde quando é que integrar imigrantes é "condição de coesão social" ?? a que "coesão social" se referirá este Rui Pereira?
 
por fim, finaliza com o palhaço Guterres que "lamenta" muito a crise, não tanto pela crise em si, mas pelo facto desta "poder" estorvar a (e apenas cito) "obrigação moral" de apoiar refugiados. este é o principal problema da crise. a crise, em si mesma, é preocupação secundária.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

governo ps a reboque do be

Lei que impede aquisição de casa por imigrantes vai ser alterada

A norma remonta a 1976 e impede o acesso dos imigrantes à aquisição de habitações sociais.
O Governo decidiu, esta manhã, alterar a lei que impede os imigrantes de adquirir habitação social. A decisão foi tomada depois de o Bloco de Esquerda ter acusado a Câmara de Famalicão de xenofobia, por restringir a compra dessas habitações a cidadãos nacionais.

À Renascença, o secretário de Estado da Administração Local confirma a decisão tomada em conjunto com o Ministério do Ambiente e admite que a lei “não está adaptada à realidade dos nossos dias”.

“Falei com a Sra. ministra do Ambiente e haverá, da nossa parte, um impulso legislativo par alterar e conformar a lei com aquilo que é o texto da Constituição”, afirmou José Junqueiro, acrescentando não fazer sentido que os imigrantes “sejam excluídos pelo facto de não serem considerados cidadãos nacionais”.

Da parte da autarquia de Famalicão, que originou a denúncia do Bloco de Esquerda, o vice-presidente Ricardo Mendes recusa as acusações de xenofobia e garante que a câmara apenas cumpriu a lei.

Em causa está uma norma do Decreto-Lei n.º 797, de 6 de Novembro de 1976, que define o regime de atribuição das habitações sociais e que confere apenas o direito a "cidadãos nacionais que não residam em habitação adequada à satisfação das necessidades do seu agregado e pretendam domiciliar-se na área de jurisdição do serviço municipal de habitação onde tiver sido aberto concurso".
 
 
 
enfim...nem tenho vontade de comentar nada. é um nojo que este (des)governo desta républica das bananas, decida ao sabor de queixinhas do bloco de esterco, vir agora alterar uma lei com quase 35 anos para...beneficiar imigrantes.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Silva Pereira: «políticas lusas são exemplo»

 Imigração: Políticas lusas são exemplo, Pedro Silva Pereira

As políticas portuguesas de integração social são internacionalmente reconhecidas e um exemplo «singular» num momento em que aumentam os relatos de racismo e xenofobia em vários países europeus, afirmou hoje o ministro da Presidência.

Pedro Silva Pereira falava à agência Lusa depois de participar, na cidade espanhola de Saragoça, numa conferência ministerial europeia sobre Imigração, organizada pela presidência espanhola da União Europeia (UE).

«Há vários países que reportam essa situação de aumento de ataques racistas e xenófobos. Houve vários testemunhos sobre uma situação de maior tensão social e de fratura política a propósito do tema de imigração», afirmou o governante português.

FONTE