"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Portugal 2º em naturalizações (2015)











































o 1º era a Suécia (surpresa...)
os últimos eram os países Bálticos, os países da ex-Checoslováquia e a Áustria (também sem surpresa)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

pedidos de nacionalidade subiram 50%

"Pedidos de nacionalidade portuguesa dispararam 50%. Brasileiros lideram"

"Brasileiros lideram a tabela dos que se tornam portugueses. Seguem-se os cidadãos de Cabo Verde, Ucrânia e Guiné-Bissau. Deu-se ainda um aumento de pedidos feitos por judeus sefarditas."

"Apesar de nem todos os pedidos terem recebido ‘luz verde’, também aqui houve um aumento, de 35%, em dois anos, o que significa que em 2018 foi concedida a nacionalidade portuguesa a 135.424 cidadãos."

FONTE


terça-feira, 16 de abril de 2019

religião banida, mas...
























...com uma (((excepçãozinha))). vê-se mesmo que isto foi feito a mando do islão. é o islão quem manda, ou então são os Arianos suecos traidores que estão por detrás disto.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

quarta-feira, 30 de maio de 2018

terça-feira, 15 de maio de 2018

alterações à nacionalidade
















Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

FONTE


carrega geringonça democrática, carrega partido dos "animaizinhos", carrega ps, be, pcp e psd! carrega regime!
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2017/10/17-grupos-pedem-jus-solis.html

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

17 grupos pedem jus solis

Dezassete associações pedem nacionalidade imediata para quem nasce em Portugal

Da Solidariedade Imigrante ao SOS Racismo, várias associações querem mecanismos mais justos no acesso à nacionalidade. Governo tem regulasmentação da lei pronta. PSD e BE apresentaram projectos, soluções estão a ser negociadas.

Pelo menos 17 associações ou grupos exigem à Assembleia da República que a nacionalidade portuguesa seja atribuída a todos o que nascem em Portugal, independentemente da origem dos pais, e que os mecanismos de acesso à mesma sejam mais justos para os imigrantes. As associações e grupos subscritores da campanha Por outra lei da nacionalidade, que será apresentada publicamente nesta sexta-feira, na Casa do Brasil, representam milhares de pessoas: assinam a Solidariedade Imigrante, com quase 30 mil associados, a Consciência Negra, Afrolis, Olho Vivo, Casa do Brasil de Lisboa, o SOS Racismo ou o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa (que já tinha lançado uma petição semelhante num dos seus espectáculos sobre o tema — na foto).  (...)

FONTE


ainda sem sair do tema sos racista, aqui está outra...
o be apoia o sos racista e ainda é o único partido dos 6 que quer nacionalidade imediata para todas as crianças nascidas em Portugal (nem mesmo o ps ou pcp concordam). basta ler o resto da notícia.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

terça-feira, 8 de abril de 2014

347 milhões para integrar ciganos

















FONTE


sim, a notícia já é antiga com 1 ano (e parabéns ao Pedro Lopes, que a descobriu) mas vale a pena ver o desvario que vai na cabeça dos ministros e governantes desta republiqueta da treta.
347 milhões para "integrar" gentalha que não se quer integrar nem nunca quis (ainda bem) mas depois ainda vêm dizer que a crise coisa e tal, não há dinheiro para isto nem aquilo, etc
pelos vistos há dinheiro, mas é justamente para aquilo que menos interessa. e essa atitude não pode ser esquecida nem perdoada.
será esta a interpretação correcta a fazer quando alguns políticos europeus vêm dizer que o "multiculturalismo falhou"? a fase final é a da assimilação, certo?
bem-vindos à democracia real.

domingo, 26 de maio de 2013

agora netos de emigrantes podem ter nacionalidade














CDS muda de posição sobre emigrantes

Netos de emigrantes poderão ter nacionalidade portuguesa. CDS viabiliza depois de ter garantias de Miguel Macedo.
O CDS viabiliza hoje a concessão de nacionalidade portuguesa a netos de emigrantes, depois de ter garantias, por parte do Ministério da Administração Interna de Miguel Macedo, de que a regulamentação vai prever regras apertadas.

Nas duas anteriores legislaturas, votou contra este diploma, por considerar que era «um escancarar» de portas do país.

A evolução da posição dos centristas, que agora vão abster-se, prende-se com o facto de o líder do partido deter a pasta dos Negócios Estrangeiros. Esta é uma medida reclamada pelas comunidades portuguesas.

O PS, que tinha reservas no passado, também se prepara para viabilizar o projecto do PSD.

FONTE


imaginem, por exemplo, a quantidade de netos de emigrantes no Bostil já todos misturados que podem pedir a nacionalidade portuguesa...são aos milhões.  imagine-se o impacto se uma boa parte deles quiser vir para cá...
cds, apenas mais um partido do sistema, como outro qualquer.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

perigos da expansão racial

EXPANSÃO E PRESERVAÇÃO RACIAL
Parecerá absurdo ou exagerado dizer-se que a raça branca ou europeia tem recuado e tende a ser eliminada, sabendo-se que é ela que mais tem irradiado por todas as partes do globo. Realmente, a raça branca tem irradiado e conquistado por toda a parte; mas quanto mais irradia e conquista, tanto mais se adultera e desaparece!
Vai perdendo em pureza ou qualidade o que ganha em difusão; porque quanto mais se difunde, mais se mistura com outras raças afastadas que lhe acabam por adulterar completamente o seu tipo físico e mental.
Mais valeria ter-se difundido menos e conservado melhor a sua pureza ou tipo étnico; porque ela difunde-se, mas ao mesmo tempo adultera-se, dilui-se e desaparece, devido aos cruzamentos com as raças que vai dominando.
Durante algumas gerações, os mestiços resultantes desses cruzamentos ainda irão apresentando alguns tipos com caracteres da raça branca; mas, passados alguns séculos, as populações mestiçadas acabam por perder toda a semelhança e afinidade com a nossa raça.
Este processo de desaparecimento da raça é tanto mais perigoso quanto é certo que actua por uma forma lenta que passa completamente desapercebida. Assim, os elementos da raça branca que durante a época pré-histórica emigraram da Europa para a América setentrional e para a Ásia, adulteraram-se por meio dos cruzamentos com os elementos negróides e mongólicos que esses antigos Europeus foram encontrar nas regiões africanas e asiáticas para onde emigraram, dando lugar aos tipos étnicos mistos muito diferentes da nossa raça - o euro-africano (desde a Núbia até Marrocos) e o euro-mongólico (Rússia oriental, Ásia Central e Sibéria). É também o que presentemente se está dando com os Europeus que emigraram para a América central e meridional, em virtude de cruzamentos com os descendentes de escravos negros que antigamente foram levados da África para a América e com os restos dos indígenas americanos. Daqui a quinhentos anos, as nações da América do sul e central estarão completamente mestiçadas, como a Núbia, a Abissínia ou a Índia meridional, se não tomarem quaisquer medidas tendentes a dificultar a mestiçagem e a manter a raça branca.

In Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca: III - Adulteração e Eliminação da Raça Branca, de José Maria Andrade Saraiva, 1932.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

governo quer travar saída de imigrantes










Barreiras Duarte: Saída de imigrantes

O secretário de Estado Feliciano Barreiras Duarte anunciou que o Governo quer travar a saída de imigrantes e que vai alterar a Lei da Imigração.

FONTE

uma notícia fresquinha, que nem chega a ser notícia verdadeiramente, ou não soubéssemos já nós quem é este governozinho de «africanistas» fanáticos, que depois de apelar à saída dos indígenas do país, não contente com isso, vem agora querer impedir a saída dos imigrantes para os seus países de origem.  com (des)governos destes, de ideologia multicultural a roçar o religioso e o dogma de estado, então nem a crise poderá salvar o país de ficar atolado de estrangeiros e imigrantes do 3ºMundo.
prioridade absoluta para o estrangeiro, como manda a boa religião do multiculturalismo impregnada em todos os partidos do sistema, inclusive o CDS que também faz parte deste (des)governo e não se pode eximir de culpas, já que nada faz contra isto.  se este governo é a direita, nem quero ver a esquerda.
a única coisa que este governo tem de «direita», é ser a direita da esquerda. nada mais do que isso.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

quinta-feira, 14 de abril de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Pombal, inimigo da raça

4º conde de Tarouca, João Gomes da Silva (1671-1738), filho secundogénito dos 1ºs marqueses de Alegrete e conde de Tarouca pelo casamento. Reputado erudito, desempenhou importantes tarefas diplomáticas, entre as quais se destaca uma longa permanência na corte austríaca, onde se relacionou com o célebre Cavaleiro de Oliveira, que o ironizou nos seus escritos. As casas de Tarouca e Alegrete (depois unidas) faziam parte do grupo «puritano» da nobreza de corte, acusado de excluir as restantes casas de Grandes das suas alianças matrimoniais por as considerar contaminadas por sangue judeu ou mouro.  Em 1768, um decreto pombalino obrigaria os sucessores das casas puritanas a casar-se fora do grupo.

FONTE:  José Mattoso;  História de Portugal - O Antigo Regime - Vol. IV (1620 - 1807) - pág.365

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

igreja sempre pelos imigrantes

Imigração: Igreja Católica pede ao Governo para não recuar no Plano de Integração

A Igreja Católica pediu hoje ao Governo para não recuar no II Plano de Integração de Imigrantes e reclamou uma “atenção permanente” aos problemas dos estrangeiros que vivem em Portugal.

“Importa não recuar na aposta interministerial do Plano de Integração de Imigrantes em curso, na atenção permanente a novos problemas entre a população imigrante, como idosos indocumentados e abandonados e a promoção da diversidade e da interculturalidade”, lê-se nas conclusões do XI Encontro de Formação de Agentes Sócio Pastorais das Migrações, que hoje terminou em Fátima.

O documento, que considera “exemplar” para outros países da União Europeia a política nacional de acolhimento e integração de imigrantes, sublinha, contudo, que a chegada das primeiras vagas de imigrantes a Portugal “nem sempre encontrou projectos de acolhimento e integração estáveis e adequados às suas características”.

O texto final do encontro, que discutiu “a primeira década de uma nova era nas migrações”, alerta ainda que “os imigrantes também são vítimas da crise económica e social”, que os coloca “em situação de maior vulnerabilidade” e expostos “a tensões sociais nos países de acolhimento pela crescente procura de todos os postos de trabalho”.

Prometendo dar “particular atenção aos imigrantes destituídos de direitos” e procurar “garantir protecção social para todos, sobretudo os que, por causa da perda do emprego, vêem a sua situação de regularidade ameaçada”, os participantes comprometem-se ainda a promover a interculturalidade, cumprindo o desafio “primeiro” do acolhimento: “Conhecer o outro sem generalizar conceitos ou preconceitos”.

O documento adverte igualmente que “os fluxos migratórios não são suficientes para resolver o problema português do rejuvenescimento da população e das lacunas no mercado de trabalho”.

Embora reconhecendo que os imigrantes assumem “um importante papel de ajustamento demográfico”, as conclusões deste encontro sublinham que o equilíbrio demográfico deve resultar de “políticas públicas e privadas de protecção à família e incentivo à natalidade, a acontecer num quadro de transformação de valores colectivos e comportamentos pessoais”.

O encontro, que reuniu cerca de uma centena de pessoas, foi uma organização da Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa e Obra Católica Portuguesa de Migrações.

FONTE



a igreja, portanto, igual a si mesma. os mesmos argumentos, de que os imigrantes "resolvem" o problema de rejuvenescimento da população, de que são precisos, de que também sofrem com a crise (os imigrantes primeiro que os nacionais), a multiculturalidade é precisa, etc, etc
é, portanto, disco velho já gasto, mas ainda assim, torna-se necessário "avivar" a memória ou chamar a atenção a alguns distraidos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

genocidio disparou em 2 anos...

Imigração: Aquisição da nacionalidade portuguesa dispara de 4447 para 22 408 em dois anos - Eurostat

Lisboa, 06 jul (Lusa) - A aquisição da nacionalidade portuguesa mais do que quintuplicou entre 2006, ano em que entrou em vigor a nova Lei da Nacionalidade, e 2008, revelam dados hoje divulgados pelo Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (Eurostat), 4447 estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa em 2006, número que dispara para 22 408 em 2008, não sendo apresentados dados relativos a 2007.

A nova Lei da Nacionalidade em Portugal, que entrou em vigor em Dezembro de 2006, veio facilitar o processo de aquisição de cidadania portuguesa por parte de estrangeiros residentes no país e descendentes de emigrantes portugueses.

FONTE

 
sem comentários...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

imigração tem que ser...mesmo em crise

 MAI: Crise aumenta dificuldades na imigração

O ministro da Administração Interna disse hoje que em situações de crise aumentam também as dificuldades relacionadas com a imigração, mas deve haver um maior esforço no sentido da integração destes estrangeiros tendo em vista a coesão social.

Rui Pereira falava aos jornalistas à margem do seminário "Direitos humanos e migrações: uma abordagem à protecção dos migrantes, refugiados e requerentes de asilo baseada nos direitos humanos", organizado pela Assembleia da República e pelo Ministério da Administração Interna, com a participação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Quando questionado acerca das consequências dos problemas económicos para os imigrantes em Portugal, o ministro defendeu que "em situações de crise há maiores dificuldades, mas também deve haver um maior esforço no sentido da integração", que é uma condição da coesão social.

E salientou que Portugal vai continuar o esforço nesta área, até porque "tem uma tradição e uma história que o colocam numa posição privilegiada para compreender as migrações, o fenómeno dos imigrantes e dos refugiados políticos".

Portugal apresenta "uma ordem jurídica que está na vanguarda das legislações mais humanistas, mais equilibradas da Europa e do mundo", realçou Rui Pereira.

O ministro da Administração Interna referiu que Portugal tem uma política que se coaduna com a política da União Europeia (UE), integrando vertentes como regulação da imigração legal, que os Estados europeus devem articular entre si.

Combater "sem tréguas" a imigração ilegal e tráfico de pessoas, que são "fenómenos criminais gravíssimos", promover a integração dos imigrantes e procurar fazer uma gestão "eficiente das fronteiras", em articulação com entidades nacionais e europeias, foram outros pontos salientados pelo governante.

"É impossível hoje construir espaços fortaleza, a ideia de uma Europa fortaleza é uma ideia errada", disse Rui Pereira.

O director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Palos, referiu aos jornalistas que o número de pedidos de asilo político tem se mantido estável nos últimos anos, em cerca de 200.
 
O número de pedidos de reinstalação tem vindo a apresentar uma subida e no ano passado foi de 30, no âmbito de um projecto internacional, a que Portugal aderiu.

Durante a sessão de abertura do seminário, foi lida uma mensagem do Alto Representante das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, que salientou que seria "lamentável" que as crises económicas e financeiras pudessem afectar a "obrigação moral" de apoiar os refugiados.

Participaram na cerimónia o presidente da Comissão das Migrações, Refugiados e População da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o presidente do Comité Europeu de Migrações e a directora da Divisão de Investigação e do Direito ao Desenvolvimento do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.


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ou seja, mais do mesmo de sempre:
apesar de toda a crise, voltam os apelos de sempre, em jeito de aviso à navegação (vão-se preparando), salientando a suposta "tradição de Portugal", sublinhando o suposto "dever" de integrar os estrangeiros, falando em "promoção" da integração dos imigrantes (promoção não é palavra minha, mas sim de Rui Pereira) e claro, voltam os chavões de sempre sobre a "impossibilidade" ou "inevitabilidade" disto e daquilo (pura lavagem cerebral), é a "impossibilidade" de construir fortalezas, logo vamos acolher toda a gente, é a "inevitabilidade" do multiculturalismo...já conhecemos essa K7 riscada de trás para a frente e vice-versa.
já agora, desde quando é que integrar imigrantes é "condição de coesão social" ?? a que "coesão social" se referirá este Rui Pereira?
 
por fim, finaliza com o palhaço Guterres que "lamenta" muito a crise, não tanto pela crise em si, mas pelo facto desta "poder" estorvar a (e apenas cito) "obrigação moral" de apoiar refugiados. este é o principal problema da crise. a crise, em si mesma, é preocupação secundária.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

identificados 64 ilegais

Imigração: SEF deteve 19 estrangeiros por permanência ilegal e notificou 45 para abandonarem o país

Lisboa, 11 abr (Lusa) - O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) anunciou hoje a detenção de 19 cidadãos estrangeiros por permanência ilegal em Portugal e notificou outros 45 para abandonarem voluntariamente o país em 20 dias.

Na sequência de uma operação de fiscalização em 15 distritos do país levada a cabo por 172 elementos da carreira de investigação e fiscalização do SEF, foram identificados 429 cidadãos estrangeiros, dos quais 64 se encontram em situação de permanência ilegal.

Foram fiscalizados 40 estabelecimentos de diversão nocturna.

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em 429 estrangeiros, apenas 64 eram ilegais, o que significa que o processo de genocídio vai muitissimo adiantado e a legalização em massa de imigrantes, é apenas mais uma etapa.
portanto, esta operação é apenas "satisfatória" e sabe a pouco, pois desses 429 estrangeiros, a maioria deles (365) estão legalizados e, portanto, podem por cá continuar.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

a Itália quer sistema de pontos


Itália quer adotar sistema de "pontos" para imigrantes
- O Governo italiano quer introduzir uma espécie de permissão de residência por pontos para os imigrantes, os que não conseguirem a pontuação serão expulsos, segundo confirmou nesta sexta-feira à Agência Efe o Ministério do Interior.

A medida prevê renovar a permissão de moradia aos imigrantes que alcançarem 30 pontos, que devem ser conquistados cumprindo os requisitos por dois anos.

Entre estes estão o conhecimento do italiano e da Constituição, não terem cometido delitos, a inscrição no serviço de saúde nacional, ter um contrato de habitação e os filhos escolarizados.

O Ministro do Interior, Roberto Maroni, explicou ontem que os escritórios de imigração vão avaliar o cumprimento dos objetivos para renovar a permissão de residência. No caso dos imigrantes não terem alcançado, as autoridades poderão conceder outro ano para conseguir os 30 pontos ou serem expulsos.

Segundo a imprensa local, por enquanto trata-se de um projeto, mas o Governo quer ter preparado dentro de dois meses o decreto lei que introduzirá nesta nova modalidade para renovar a permissão de residência e que se denominará "acordo de integração".

A medida já recebeu as primeiras críticas, "criará obstáculos à integração e favorecerá as irregularidades", segundo Livia Turco, responsável de Imigração para o opositor Partido Democrata (PD).

Diante das críticas, Maroni afirmou que se trata de "um sistema de integração no qual sugere ao imigrante incorporar-se à comunidade. Se o fizer, ganhará a permissão de residência, caso contrário terá que explicar porque não quer se integrar".

Maroni anunciou que o Governo oferecerá os cursos de italiano para os imigrantes."


FONTE


obviamente que esta medida de obrigar os imigrantes a integrarem-se não é o ideal.