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quarta-feira, 7 de agosto de 2019
quinta-feira, 4 de julho de 2019
quinta-feira, 27 de junho de 2019
a (in)justiça portuguesa
mentes perversas podem ver nisto alguma espécie de "defesa" do rui pinto, à la puta ana gomes, mas não é nada disso. fez crimes, tem que pagar por eles e mai nada! acho bem. a questão é a dualidade de tratamento da justiça e a comparação com outras figuras bem mais criminosas e perniciosas.
sexta-feira, 8 de março de 2019
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
sábado, 10 de novembro de 2018
quarta-feira, 23 de maio de 2018
subiu a dívida...e ajudas à banca
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Goldman Saques alternativa p/a Alemanha?
Goldman Saques, lesbianismo, casamento interracial, exploração de imigrantes e refugiados ilegais, etc, etc
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banca,
falsa oposição,
LGBT,
multirracialismo
domingo, 10 de setembro de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
a «coerência» do sistema
a famosa "coerência". os judeus não são a elite global nem mandam nos bancos internacionais...mas, ao mesmo tempo, falar em globalistas e banqueiros internacionais é anti-semita por si mesmo. percebem?
Janet Yellen says 'slowing immigration would slow economic growth'

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banca,
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judeus,
máfia
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
apoio da banca ao «refugiadismo»
outro exemplo de apoio da banca aos invasores de kalergi.
mãos largas com os "refugiados" e os portugueses que se f...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
judeu tuga ex-Santander é pró-genocídio
aqui podem ver quem é Horta Osório, ex-Santander e ex-Goldman Saques:
FONTE
e aqui a declaração pró-imigração e também pró-emigração dos nativos:
FONTE
sempre os mesmos, mas é sempre "coincidência"...
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substituição
sábado, 9 de julho de 2016
Burroso, novo chairman dos Saques
As reacções à contratação de Durão Barroso não se fizeram esperar. "Barroso recicla-se no 'gangsterismo' financeiro global”, escreve Jorge Costa
FONTE

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
novo banco...velha merda
Alguns directores do Novo Banco constituídos arguidos
Raide de ontem ao Novo Banco e ao BES levou à apreensão de cerca de cinco milhões de documentos por parte das autoridades.
As buscas policiais realizadas ontem pela unidade de combate à corrupção da Polícia Judiciária a instalações do Novo Banco, assim como ao local onde agora funciona o antigo BES, resultaram na apreensão de cerca de cinco milhões de documentos e ainda na constituição como arguidos de alguns directores do banco presidido por Eduardo Stock da Cunha. A Lusa chegou a avançar que a Procuradoria-Geral da República confirmava duas detenções, mas depois corrigiu a informação, confirmando que dois directores foram constituídos arguidos.
O PÚBLICO apurou que a acção policial, desencadeada a 41 locais, 34 deles domiciliários, a pedido do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), com base na queixa-crime apresentada pelo Banco de Portugal após o relatório de auditoria forense contra actos da anterior gestão liderada por Ricardo Salgado, resultou na apreensão de cerca de cinco milhões de documentos parqueados nas instalações informáticas do Novo Banco, no Taguspark. É neste local, em Oeiras, que está todo o acervo documental do grupo e que permitirá certificar as suspeitas de crimes cometidos por gestores e altos quadros, alguns dos quais transitaram para o Novo Banco, envolvendo ainda clientes da instituição, ou dar novas ênfases aos dados já confirmados pela
investigação.
Na sequência, foram constituídos arguidos alguns directores do ex-BES que se mantiveram em funções no Novo Banco. O mandado de buscas do Tribunal Central de Instrução Criminal, assinado pelo juiz Carlos Alexandre, dirigia-se, neste caso, especificamente quer ao antigo BES (que funciona agora na Rua Barata Salgueiro, em Lisboa), quer ao Novo Banco, onde houve buscas na sede, no 14.º andar da Avenida da Liberdade, em Lisboa (além do edifício do Taguspark). Nestes dois últimos locais, do Novo Banco, a presença dos investigadores prolongou-se por várias horas.
Para além dos indícios de um eventual esquema de financiamento e ocultação de dívida do GES, no valor de cerca de mil milhões de euros, com recurso aos veículos suíços, fornecedores de serviços (do BES e GES), de nome Eurofin, há ainda a suspeita de recurso a um saco azul, o ES Enterprise, que nos últimos anos terá sido usado para movimentar cerca de 300 milhões de euros para pagamentos não documentados dentro do grupo, mas também a terceiros.
Esta informação, já revelada pelo PÚBLICO, concentra igualmente as atenções do Ministério Público, que procura agora apurar a abrangência da acção do ES Enterpise. Já os veículos Eurofin, que tal como o ES Enterprise têm sede na Suíça, funcionavam como prestadores de serviços do grupo liderado por Ricardo Salgado, que chegou a deter, até 1999, cerca de 23% destas sociedades, e que o BdP admite terem funcionado ao longo de vários anos como uma “caixa negra” usada por Salgado para esconder prejuízos do GES e do BES.
Há ainda suspeitas de outras operações potencialmente ilícitas, entre elas duas reveladas a 19 de Outubro pela Revista 2 do PÚBLICO num trabalho intitulado “Crónica do Fim do Império”. Uma delas prende-se com a compra à Escom (detida pelo GES e devedor do BES), em 2006, por parte do construtor José Guilherme (de quem Salgado diz ter recebido uma prenda de 14 milhões de euros) de cerca de 30% das três Torres de Luanda em construção, por sete milhões de dólares. Esta posição seria revendida à Escom, antes de os andares serem postos à venda, por 34 milhões de dólares.
A segunda operação controversa está associada à dívida ao BES do universo empresarial do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, com créditos no banco liderado por Salgado, em 2012, da ordem dos 600 milhões de euros. O antigo administrador financeiro do BES, Morais Pires, reestruturou a dívida e colocou-a em fundos do BES Vida e da ESAF, o que permitiu retirar pressão sobre Luís Filipe Vieira, que deixou assim de constar na lista dos grandes devedores ao BES exigida pelo Banco de Portugal e pela troika.
FONTE
não adianta. podem dar diferentes nomes, diferentes designações para as suas actividades criminosas. podem até mudar as moscas...mas a merda continua a mesma de sempre e a cheirar tão mal como antes.
Raide de ontem ao Novo Banco e ao BES levou à apreensão de cerca de cinco milhões de documentos por parte das autoridades.
As buscas policiais realizadas ontem pela unidade de combate à corrupção da Polícia Judiciária a instalações do Novo Banco, assim como ao local onde agora funciona o antigo BES, resultaram na apreensão de cerca de cinco milhões de documentos e ainda na constituição como arguidos de alguns directores do banco presidido por Eduardo Stock da Cunha. A Lusa chegou a avançar que a Procuradoria-Geral da República confirmava duas detenções, mas depois corrigiu a informação, confirmando que dois directores foram constituídos arguidos.
O PÚBLICO apurou que a acção policial, desencadeada a 41 locais, 34 deles domiciliários, a pedido do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), com base na queixa-crime apresentada pelo Banco de Portugal após o relatório de auditoria forense contra actos da anterior gestão liderada por Ricardo Salgado, resultou na apreensão de cerca de cinco milhões de documentos parqueados nas instalações informáticas do Novo Banco, no Taguspark. É neste local, em Oeiras, que está todo o acervo documental do grupo e que permitirá certificar as suspeitas de crimes cometidos por gestores e altos quadros, alguns dos quais transitaram para o Novo Banco, envolvendo ainda clientes da instituição, ou dar novas ênfases aos dados já confirmados pela
investigação.
Na sequência, foram constituídos arguidos alguns directores do ex-BES que se mantiveram em funções no Novo Banco. O mandado de buscas do Tribunal Central de Instrução Criminal, assinado pelo juiz Carlos Alexandre, dirigia-se, neste caso, especificamente quer ao antigo BES (que funciona agora na Rua Barata Salgueiro, em Lisboa), quer ao Novo Banco, onde houve buscas na sede, no 14.º andar da Avenida da Liberdade, em Lisboa (além do edifício do Taguspark). Nestes dois últimos locais, do Novo Banco, a presença dos investigadores prolongou-se por várias horas.
Para além dos indícios de um eventual esquema de financiamento e ocultação de dívida do GES, no valor de cerca de mil milhões de euros, com recurso aos veículos suíços, fornecedores de serviços (do BES e GES), de nome Eurofin, há ainda a suspeita de recurso a um saco azul, o ES Enterprise, que nos últimos anos terá sido usado para movimentar cerca de 300 milhões de euros para pagamentos não documentados dentro do grupo, mas também a terceiros.
Esta informação, já revelada pelo PÚBLICO, concentra igualmente as atenções do Ministério Público, que procura agora apurar a abrangência da acção do ES Enterpise. Já os veículos Eurofin, que tal como o ES Enterprise têm sede na Suíça, funcionavam como prestadores de serviços do grupo liderado por Ricardo Salgado, que chegou a deter, até 1999, cerca de 23% destas sociedades, e que o BdP admite terem funcionado ao longo de vários anos como uma “caixa negra” usada por Salgado para esconder prejuízos do GES e do BES.
Há ainda suspeitas de outras operações potencialmente ilícitas, entre elas duas reveladas a 19 de Outubro pela Revista 2 do PÚBLICO num trabalho intitulado “Crónica do Fim do Império”. Uma delas prende-se com a compra à Escom (detida pelo GES e devedor do BES), em 2006, por parte do construtor José Guilherme (de quem Salgado diz ter recebido uma prenda de 14 milhões de euros) de cerca de 30% das três Torres de Luanda em construção, por sete milhões de dólares. Esta posição seria revendida à Escom, antes de os andares serem postos à venda, por 34 milhões de dólares.
A segunda operação controversa está associada à dívida ao BES do universo empresarial do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, com créditos no banco liderado por Salgado, em 2012, da ordem dos 600 milhões de euros. O antigo administrador financeiro do BES, Morais Pires, reestruturou a dívida e colocou-a em fundos do BES Vida e da ESAF, o que permitiu retirar pressão sobre Luís Filipe Vieira, que deixou assim de constar na lista dos grandes devedores ao BES exigida pelo Banco de Portugal e pela troika.
FONTE
não adianta. podem dar diferentes nomes, diferentes designações para as suas actividades criminosas. podem até mudar as moscas...mas a merda continua a mesma de sempre e a cheirar tão mal como antes.
sábado, 1 de novembro de 2014
a máfia bankster
esta imagem ilustra bem, não só a tirania mundial, como também o porquê de tanta retórica e demagogia contra certos países.
embora aqui, tenha bastantes dúvidas que a Rússia não tenha um banco central dos Rothschild, nomeadamente o Central Bank of Russia, assim como tenho dúvidas nos casos da China e Venezuela. já os outros 6 países não ponho em causa.
Cuba e Coreia do Norte, explica-se pelo facto de que, apesar de serem regimes de merda, miseráveis, brutais e desumanos, são geridos por nativos, aplicando assim uma espécie de "comunismo nativo" e, assim sendo a máfia bankster não põe lá as garras.
restam então mais 4 países, o Irão e a Síria, que andam a sofrer todo o tipo de ataque dos mérdia, retórica, demagogia, mentira, e agora até ataques aéreos no caso da Síria. e sobram ainda a Islândia e a Hungria que, recentemente, deram um pontapé no cú dos mafiosos Rothschild e começaram logo a recuperar e melhorar, passando também (sobretudo no caso da Hungria) imediatamente a receber ameaças de represálias e boicotes por parte da UE.
com a Alemanha NS passou-se o mesmo: ela deu um pontapé no cú dos Rothschild, aplicou políticas nacionalistas e a sua economia começou logo a recuperar e o seu povo a sair do estado miserável em que estava. não foi milagre.
claro que não basta só cortar com a máfia bankster como a Hungria e Islândia, isso só não chega. é preciso também ir ao cerne do problema (democracia parlamentar, outros grupos económicos e lobbies, etc) e aplicar políticas e medidas nacionalistas, mas o exemplo da Hungria e Islândia prova que é possível enfrentar o monstro e que a tirania nem sempre vence ou é uma fatalidade. é preciso é coragem.
isto mostra também o porquê da perfeita inutilidade de discutir economia, gráficos ou estatística, enquanto tudo for assim na esmagadora maior parte do Mundo.
actualmente, a "economia" resume-se a papel verde fabricado e imprimido a partir do nada e depois emprestado a juros criminosos e usurários. é só disto que se trata a "economia". usura e ditadura dos bancos sionistas (eg. BCE). acabou.
isto não quer dizer que Portugal ou a Grécia vão ser uma Alemanha ou Suécia, que somos todos iguais e bla, bla, bla, nada dessas tretas. ninguém defende isso. mas a dívida astronómica, a "crise", o desemprego etc, tudo isso é programado e propositado. aliás, ao culpar "terceiros" pela tragédia, não estou com isto a culpar a "Alemanha", como fazem imensos demagogos profissionais. a Alemanha em si, não tem culpa nenhuma da crise portuguesa ou grega. a própria Alemanha assim como outros países (EUA e etc) todos são prejudicados pela mesma máfia. claro que os países periféricos, mais pobres, que criam menos riqueza, etc, sentem mais as "crises", mas não haja dúvidas de que todos os países do planeta têem problemas criados artificialmente pela mesma máfia usurária e parasitária. dizer o contrário, não só é uma ilusão, como é propaganda deliberada do sistema para nos convencer que certos países são uma maravilha, vivem todos bem e nunca têem problemas. isto quando os EUA estão completamente falidos, mais que a Grécia e Portugal juntos, devem dinheiro a tudo e a todos, o desemprego é astronómico, número de dependentes da SS é astronómico, isto quando a Islândia já esteve em bancarrota e só saiu devido ao acima exposto, isto quando a Irlanda teve e tem problemas gravíssimos, isto quando a Suécia e Alemanha têem imensos problemas. e há ainda muito mais, só que não mostram na televisão e nos mé(r)dia. a Grécia e Portugal nunca serão uma Suécia, mas em condições normais não estariam assim. isso é garantido.
ah e para quem ainda não "percebeu" ou não chegou lá...até ao ano 2001, a lista de países sem Banco Central Rothschild incluía também o Afeganistão e Iraque.
embora aqui, tenha bastantes dúvidas que a Rússia não tenha um banco central dos Rothschild, nomeadamente o Central Bank of Russia, assim como tenho dúvidas nos casos da China e Venezuela. já os outros 6 países não ponho em causa.
Cuba e Coreia do Norte, explica-se pelo facto de que, apesar de serem regimes de merda, miseráveis, brutais e desumanos, são geridos por nativos, aplicando assim uma espécie de "comunismo nativo" e, assim sendo a máfia bankster não põe lá as garras.
restam então mais 4 países, o Irão e a Síria, que andam a sofrer todo o tipo de ataque dos mérdia, retórica, demagogia, mentira, e agora até ataques aéreos no caso da Síria. e sobram ainda a Islândia e a Hungria que, recentemente, deram um pontapé no cú dos mafiosos Rothschild e começaram logo a recuperar e melhorar, passando também (sobretudo no caso da Hungria) imediatamente a receber ameaças de represálias e boicotes por parte da UE.
com a Alemanha NS passou-se o mesmo: ela deu um pontapé no cú dos Rothschild, aplicou políticas nacionalistas e a sua economia começou logo a recuperar e o seu povo a sair do estado miserável em que estava. não foi milagre.
claro que não basta só cortar com a máfia bankster como a Hungria e Islândia, isso só não chega. é preciso também ir ao cerne do problema (democracia parlamentar, outros grupos económicos e lobbies, etc) e aplicar políticas e medidas nacionalistas, mas o exemplo da Hungria e Islândia prova que é possível enfrentar o monstro e que a tirania nem sempre vence ou é uma fatalidade. é preciso é coragem.isto mostra também o porquê da perfeita inutilidade de discutir economia, gráficos ou estatística, enquanto tudo for assim na esmagadora maior parte do Mundo.
actualmente, a "economia" resume-se a papel verde fabricado e imprimido a partir do nada e depois emprestado a juros criminosos e usurários. é só disto que se trata a "economia". usura e ditadura dos bancos sionistas (eg. BCE). acabou.
isto não quer dizer que Portugal ou a Grécia vão ser uma Alemanha ou Suécia, que somos todos iguais e bla, bla, bla, nada dessas tretas. ninguém defende isso. mas a dívida astronómica, a "crise", o desemprego etc, tudo isso é programado e propositado. aliás, ao culpar "terceiros" pela tragédia, não estou com isto a culpar a "Alemanha", como fazem imensos demagogos profissionais. a Alemanha em si, não tem culpa nenhuma da crise portuguesa ou grega. a própria Alemanha assim como outros países (EUA e etc) todos são prejudicados pela mesma máfia. claro que os países periféricos, mais pobres, que criam menos riqueza, etc, sentem mais as "crises", mas não haja dúvidas de que todos os países do planeta têem problemas criados artificialmente pela mesma máfia usurária e parasitária. dizer o contrário, não só é uma ilusão, como é propaganda deliberada do sistema para nos convencer que certos países são uma maravilha, vivem todos bem e nunca têem problemas. isto quando os EUA estão completamente falidos, mais que a Grécia e Portugal juntos, devem dinheiro a tudo e a todos, o desemprego é astronómico, número de dependentes da SS é astronómico, isto quando a Islândia já esteve em bancarrota e só saiu devido ao acima exposto, isto quando a Irlanda teve e tem problemas gravíssimos, isto quando a Suécia e Alemanha têem imensos problemas. e há ainda muito mais, só que não mostram na televisão e nos mé(r)dia. a Grécia e Portugal nunca serão uma Suécia, mas em condições normais não estariam assim. isso é garantido.ah e para quem ainda não "percebeu" ou não chegou lá...até ao ano 2001, a lista de países sem Banco Central Rothschild incluía também o Afeganistão e Iraque.
domingo, 3 de agosto de 2014
banca corrupta salva corruptocracia
bem podem certos partidozecos pregar contra a banca e arvorar-se em voz dos trabalhadores, porque as acções falam por si, e a hipocrisia está toda lá. a cassete de uns é "morte à banca" com as consequências práticas que se vêem. a cassete de outros é "andámos a viver acima das nossas possibilidades" , "andámos", vejam bem a lata. é por isso que no bordel da AR ninguém se distingue dos outros. é tudo igual. diz-me com quem andas (banca, BES) dir-te-ei quem és. a fauna corrupta democrática precisa da banca corrupta para se manter à tona.
sábado, 28 de junho de 2014
o liberalismo é uma farsa
Nestes últimos dias, as sucessões têm estado na berra: primeiro foi a do Rei de Espanha, depois a do “rei” do BES e agora discute-se também a eventual sucessão de Paulo Bento nos comandos da Selecção Nacional de futebol.
Como no PNR, por um lado, interessam-nos mais os assuntos internos de Portugal do que os de outros países e, por outro, acreditamos que não é o futebol que resolve os problemas de Portugal, o caso que mais prende a nossa atenção dos três acima enumerados é o do BES.
Para evitar outra desgraça semelhante ao caso BPN, até o Banco de Portugal já teve de intervir. Mas será que, feitas as contas, após toda esta novela sobre quem presidirá aos destinos do BES irá mudar alguma coisa?
No nosso entender, nada mudará: antes pelo contrário, a ilação que podemos tirar deste caso é de que cada vez se avoluma mais a promiscuidade entre políticos, juristas e banqueiros. As posições não se alteram, os testas de ferro serão os mesmos e o BES poderá continuar os negócios chorudos que fez com o Governo PS e que faz com o Governo PSD/CDS.
Esteve iminente mais uma intervenção governamental para salvar este banco, o que prova que os defensores da economia de mercado pura e dura, quando apertados, procuram sempre a ajuda do Estado. Ora isto revela que as liberalíssimas “leis do mercado”, que eles tanto defendem, afinal estão longe de ser perfeitas e inquestionáveis. É por isso que o PNR defende que não deve haver Estado a menos (liberal-capitalismo) nem Estado a mais (socialismo/comunismo) na Economia.
O PNR continua a defender uma nova concepção do papel da banca na sociedade, em que não exista promiscuidade entre esta e o poder político, e em que a função dos bancos na sociedade passe de facto pela contribuição para o desenvolvimento da economia, das empresas e das famílias, terminando-se a agiotagem e castigando-se severamente os prevaricadores.
FONTE
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