"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Soros e israel















não é sionista, nem praticante judeu mas tem preocupação profunda pelo sobrevimento de israel...
mas defender o sionismo ou defender israel não era a mesma coisa?
eu acho que a esmagadora maioria dos adeptos do sionismo dirá que sim.
então esta distinção entre ser sionista e ser pró-israel só tem de facto uma explicação: é parte de apenas mais uma estratégia de controlo mental com recurso a joguinhos de palavras ou semântica. a mesma táctica usada, por exemplo, em Portugal pelo pcp que consiste em dizer que uma coisa é o sionismo (terrorismo de Estado israelita, comandado pelos EUA, etc), e outra coisa é israel como nação/povo



















sim, eu sei que Soros não é propriamente marxista, mas por acaso é da esquerda liberal fabiana.
mas admitindo que israel e sionismo são coisas diferentes, então isso dá razão a quem anda a dizer que o sionismo é uma coisa muito mais abrangente do que a terra da palestina.
então o sionismo seria a "grande israel" mais os crimes/atrocidades israelitas+americanas, e pró-israelismo seria apenas o povo judeu a viver em paz na zona da palestina?
no essencial, eu penso que esta é a única "nuance" (que nem é nuance) que separa o discurso (e eu disse apenas discurso) da direita neocon extremista pró-israelita, da esquerda (liberal ou não) um pouco menos sionista. mas semânticas à parte, ambos os lados são sionistas.
a única diferença é que a direita neocon extremista acha que israel pura e simplesmente nunca comete erros ou crimes, nunca mata nem genocida ninguém, só se "defende" e jamais pode ser criticada sob pena de essa crítica, por mais justa ou moderada que seja, ser rotulada como "anti-sionismo" ou "anti-israel".
o que é tão imbecil como alguém acusar alguém de "anti-americanismo" só porque critica o Bush ou o acusa a ele e à sua administração de ter pactuado com o 11/9, por exemplo.
qualquer um que seja normal, sabe que a crítica à política de um estado em concreto, não implica ser contra esse país.



















um exemplar das FEMEN patrocinadas pelo judeu Soros "não-sionista", mas pró-israel.

domingo, 7 de outubro de 2012

zangwill e o melting pot



"No, the real American has not yet arrived. He is only in the Crucible, I tell you - he will be the fusion of all races, perhaps the coming superman. "

Não, o verdadeiro americano ainda não chegou. Ele está apenas no cadinho, digo-vos eu - ele será a fusão de todas as raças, talvez o super-homem vindouro.



"America is God's Crucible, the great Melting-Pot where all the races of Europe are melting and reforming... Germans and Frenchmen, Irishmen and Englishmen, jews and Russians - into the Crucible with you all! God is making the American."

A América é o cadinho de Deus, o grande Melting Pot onde todas as raças da Europa se estão a misturar e a reformar ...Alemães e Franceses, Irlandeses e Ingleses, judeus e Russos - no cadinho com todos vós! Deus está a construir o Americano.
Israel Zangwill



antes de Trotsky cunhar a palavra racismo em 1930, antes do nascimento do marxismo cultural, antes da revolução russa, antes mesmo do programa racial de Israel Cohen de 1912, já existia quem em 1908 tivesse cunhado o termo "melting pot" para designar as várias misturas na América, usando o truque desonesto de meter no mesmo barco, misturas entre Alemães, Ingleses ou Irlandeses, e misturas com judeus, por exemplo. o que serve para meter lá negros e outros grupos raciais, já que segundo esse pressuposto, mistura é mistura...então tanto faz ser com negros, judeus ou arianos.
Zangwill, além de pró-feminista e "pacifista", era um judeu sionista, "socialista" e defensor do governo mundial.
aliás, Israel Zangwill, o já citado Israel Cohen (também judeu) e ainda o famoso escritor Bernard Shaw, foram alguns dos fundadores da Sociedade Fabiana na Inglaterra (organização de esquerda) além de todos terem conhecido de perto e trabalhado com um outro judeu com o pseudónimo de Karl Marx.