"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

porquê NS e não fascismo...

«El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. El hitlerismo es la única consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán. En cambio, Mussolini es el clasicismo, con sus jerarquías, sus secuelas y, por encima de todo, la razón.»

José António Primo de Rivera

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

a verdade vem ao de cima





































de vez em quando, a boca da escumalha foge para a verdade...

domingo, 4 de junho de 2017

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

o que a “democracia” deu de bom ao Mundo?

Sob a égide de uma suposta libertação dos povos, os vencedores de 1945 empurraram a sua democracia goela abaixo em todos os países em que conseguiram meter o bedelho. Com esse pretexto, agrediram países, deflagraram guerras, praticaram genocídios. Coreia, Vietname, Iraque, Afeganistão não nos deixam mentir.
Falam em mundo global sem fronteiras, mas favorecem o expansionismo de israel, com constantes promessas de bilhões de dólares e foguetes de última geração a um estado usurpador, que expulsou de suas casas um povo inteiro, obrigando-o a viver no deserto.
Destruíram tradições e culturas. E o que lhes deram em troca? Seu colonialismo cultural, o chiclete, a Coca-cola, o mais desenfreado hedonismo.
Acusavam o fascismo de anular o indivíduo, mecanizando-o e suprimindo sua liberdade. Como se essa política não fosse especialidade exclusiva da Rússia de Stalin, sua grande aliada na Segunda Guerra. Enaltecem o sufrágio universal, que concede até a degenerados, bandidos e criminosos o direito de participar na escolha de um líder de uma nação. Trouxeram o individualismo e abençoaram a humanidade com a cannabis, a cocaína, o crack e a heroína. E, como brinde, os traficantes, as crackolândias e os guetos.

Diziam que a forma como o fascismo lidava com os jovens era uma preparação para o militarismo. Exercícios físicos, disciplina, liderança, espírito de corpo, acampamentos com diversas actividades e mesmo organizações para crianças onde era ensinado o amor à pátria e aos pais, não agradavam aos plutocratas. Deste modo, os novos senhores do mundo impuseram seu “sistema”. Estimularam a rebelião, inverteram e subverteram valores morais, propagaram a permissividade, proclamaram aos quatro ventos que era proibido proibir. Criaram as chamadas sociedades alternativas, o sexo livre, a promiscuidade e a Sida.
Os guardiões da democracia combateram o “culto à personalidade” Nacional-Socialista. Para eles era um escândalo os povos admirarem e se espelharem em grandes líderes. Tudo fizeram para diabolizar Mussolini, Hitler e seus aliados, com calúnias, anátemas e guerras. Substituíram as legiões fascistas com os Beatles, os Rolling Stones e as Madonas da vida. Todos regados a alucinógeneos e LSD. Estes sim, grandes exemplos para o povo…
Com os seus meios de comunicação de massa sufocaram e envenenaram corações e mentes. Com as suas telenovelas e pornografia, erotizaram as crianças desde a mais tenra idade. Isto feito, dizem-se indignados com a pedofilia?


Criticavam a suposta busca pela perfeição física dos regimes autoritários. Incentivar o desporto e uma vida saudável era suspeito para esses senhores. “Tudo para mostrar a tal superioridade ariana”, é a explicação de sempre. 
Maravilhoso mundo democrático que trouxe o multiculturalismo devastador, a ditadura das minorias e marca a negro todo orgulho nacional. Enviaram o pai Natal para África e a Disneylandia para a Ásia.
Os seus cientistas, com as suas teorias bizarras, deformaram a própria concepção do espaço-tempo e os seus filósofos relativizaram até a verdade. A única coisa real e concreta, dizem eles, é o suposto holocausto judeu.
Puseram em marcha os seus capangas contra a família. Facilitam o divórcio e o aborto. Promovem gigantescas manifestações gays (com dinheiro do contribuinte) e incentivam pais a levarem os seus filhos a estes eventos.
Não seria de se admirar se, num futuro não tão remoto, criassem leis obrigando todos a serem homossexuais ou bissexuais. Ou outra nomenclatura mais modernista. Talvez chegue o dia em que, quem não praticar sodomia seja preso como altamente suspeito. Ou ainda, seja rotulado e perseguido como preconceituoso e até neonazi. Quem sabe, sejam até mesmo enviados para israel, o bastião da democracia no Oriente Médio, para serem julgados por crimes contra a humanidade.

Democracia. A palavra já é feia de por si, mas quando se entende seu real significado, torna-se repugnante e imoral.

A maioria quer brindar! Outros chorar…

Democracia? Não, obrigado. Não sigo modas, não uso drogas!


FONTE

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

sábado, 20 de agosto de 2016

Mussolini queima dívida pública

Mussolini brucia il debito pubblico al Vittoriano

sábado, 19 de setembro de 2015

domingo, 1 de março de 2015

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Gorla - mais um genocídio dos «bons»
















ataque à bomba dos aliados no dia 20 de Outubro de 1944 a uma escola básica de Milão no bairro de Gorla, Escola Elementar Francesco Crispi, causando a morte de 184 crianças e dos professores todos. o ataque foi feito por 103 bombardeiros B-24 norte-americanos.























um cartaz da R.S.I. (Républica Social Italiana - metade norte da Itália livre da ocupação aliada, ver aqui) que diz: "os 'libertadores' passaram".
porque, de facto, libertações é com eles:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/09/eisenhower-o-genocida-plano-morgenthau.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/09/libertacao-aliada-em-franca.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/07/libertacao-paz.html  

aliados, 'democratas' e marxistas, simplesmente a maior escumalha da face da terra.

ver em FONTE e FONTE

sábado, 10 de maio de 2014

Kennedy foi simpatizante de Hitler

















"as raças nórdicas certamente parecem superiores aos romanos" - 1937 no Rhin

“Fascismo? É o certo para a Alemanha.” -  “John F. Kennedy. Entre alemães. Diários de viagem e cartas 1937-1945″

“O que são as maldades do fascismo comparadas às do comunismo?” - "John F. Kennedy. Entre alemães. Diários de viagem e cartas 1937-1945″

“Os Alemães são realmente muito bons – portanto os povos cercam-se deles para se protegerem.”21 de agosto de 1937

"Alguém que tenha visitado estes dois lugares pode imaginar facilmente como Hitler dentro de uns anos emergirá do ódio que actualmente o rodeia, como uma das personalidades mais importantes que já existiram” - em Berchtesgaden (Baviera)

John F. Kennedy


nota importante: o objectivo deste tópico não é branquear traições ou sabotagens de Kennedy mas apenas mostrar um lado pouco conhecido do mesmo. todas estas afirmações foram feitas antes da II Guerra Mundial, portanto, numa época e contexto diferente.
e isto o mesmo homem que apesar de democrata e de esquerda, foi mais tarde assassinado pela Cia/mossad por discursar contra as sociedades secretas e contra a emissão do dinheiro pela Reserva Federal, nas mãos dos mesmos de sempre.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

itália fascista vs itália «moderna»




























cabeça erguida vs submissão

sexta-feira, 28 de março de 2014

ligações NS + fascismos sul-europeus





















clicar em cima para aumentar


desfile da mocidade portuguesa em 1941, com falangistas galegos, de Vigo e Pontevedra, balilas italianos e jovens hitlerianos.
porque é que eu penso que é importante mostrar estas ligações entre estes regimes?
porque circula por aí uma propaganda de que os nazis consideravam os sul-europeus em geral como porcaria e que a sua intenção era matá-los ou escravizá-los, algo que não corresponde à verdade.
uma coisa é não haver "iguais", outra coisa é querer matar ou escravizar.
acredito que o máximo que os nazis iam fazer era pressionar os países mediterrânicos para aplicarem programas de eugenia, principalmente naquelas regiões desses países com maior grau de impureza racial.

porque é que o sistema utiliza a propaganda do extermínio ou da escravatura? usa essa propaganda para minar a solidariedade entre os nacionalismos, e para conotar o nacional-socialismo, até mesmo o nacionalismo e racialismo no geral, como "coisa de estrangeiros" e "nórdicos".
até o próprio Estado Novo, sempre ambíguo e diplomata, usou essa propaganda, sobretudo depois da derrota do Eixo em 1945.  mas antes de 1945, ainda havia algo de fascismo no Estado Novo, que depois se perdeu.

domingo, 23 de junho de 2013

discurso de Mussolini contra o «racismo» NS

Arenga de Mussolini contra o racismo

o fascismo mussoliniano era ambíguo. aceitou leis raciais a partir de 1938 por "pressão" do nazismo, mas isso não o impediu de antes ou depois, mandar umas ferroadas contra o racialismo nacional-socialista.
as leis raciais, de que já aqui falei, nunca foram tema que importasse muito para a itália fascista.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

cuidado com o evolianismo «espiritual»


 «Race! It is a feeling, not a reality: ninety-five percent, at least, is a feeling.» - Benito Mussolini, 1933


não por acaso, Mussolini declarou-se sintonizado com as ideias de Evola...
não por acaso, desses sectores partiram críticas ao NS e acusações de "materialismo", algo refutado aqui.

sempre de pé atrás em relação ao fascismo e doutrinas excessivamente "espirituais".  não existem raças "espirituais", só existem raças carnais, biológicas, o resto é mera consequência e não causa.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

diferenças entre NS e fascismo

tirado da seguinte Fonte:

É o Nacional-Socialismo Fascista?

Há umha grande desinformaçom quando a questom do Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto nom tem a mínima ideia sobre o que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de carácter nacionalista e anti-comunista, principalmente os da primeira metade do século XX.

Na verdade, o termo “fascismo” parece nom ter umha explicaçom única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja para catalogar movimentos nacionalistas ou para qualquer vertente política da qual sejam contrários, de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o N-S é umha vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas as falsas afirmaçons som resultado de difamaçom e especulaçom.

O Nacional-Socialismo tem origem no Fascismo? NOM

Tanto o Partido Fascista como o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemans (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dous movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senom nenhum, contacto entre eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido num contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formaçom dumha visom do mundo, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, umha reacçom ao avanço comunista e anarquista na Itália.

O Fascismo nom apresentava umha doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relaçom aos movimentos vermelhos. No seu manifesto nom havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiraçom doutrinária ou espiritual, apenas reivindicaçons políticas como: o voto feminino, reorganizaçom do sector de transportes, reduçom da idade mínima para aposentaçom, aboliçom do Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar a Mussolini no poder. A 9 de Novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma cousa em Munique, e falham, resultando em prisons em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formaçom de milícias paramilitares como os Camisas Negras e as SA, ideias com as que nunca triunfarom no povo. Isto nom incflui no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já tinham formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini nom tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizaçons do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo dumha doutrina ou dumha visom do mundo completa como o Nacional-Socialismo.

Entom, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, num espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustraçons. Fora essa a tentativa do Mussolini, dez anos depois de subir ao poder , de incluir um aspecto doutrinário e filosófico no seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935, dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora Hitler cultivasse umha amizade sincera por Mussolini durante anos, de maneira nenhuma se deixou levar pelas suas ideias, que eram quase apenas políticas e económicas, enquanto defendia umha visom de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a combater ao comunismo, nunca pelas suas ideias.

É muito mais provável que a ideologia Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista para a criaçom dumha doutrina. Como por exemplo os Fascistas Irladeses, que sumando-lhe a sua consicência étnica e racial, bem podiam ser uns Nacional-Socialistas sem problemas.

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer carácter racial antes do contacto com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938, cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezasseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia umha quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam as suas posiçons no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimónio com italianos, a mesma miscigenaçom que os Nacional-Socialistas tentavam impedir , eram agora considerados italianos. Os Judeus nom se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visom meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” actuais podem aceitar sionistas na sua pátria e ainda chamá-los de nacionais.












Os Blue Shirts (Fascistas Irlandeses), foi promovido pelo general O'Duffy, um inicial membro do IRA, lugar-tenente de Michel Collins e destituído do seu cargo militar por De Varela por pressons da facçom esquerdista do IRA que nom aceitavam as suas simpatias com Hitler. Aceitarom ajudar ao Franquismo pontualmente para combater o comunismo na guerra civil, mas nom para luitar em favor da "unidade" da suposta "naçom espanhola", pois como é lógico viam similitudes com a luita étnica das naçons hispânicas.


É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista? Pode-se dar o caso, em certos estados que só colhem umha etnia, como a ilha de Irlanda, no que se dam casos fascistas com consciência étnica e racial, mas na práctica isso já seria mesmo Nacional-Socialismo, nom seriam mestura nenhuma como acontece nos estados espanhol, português, francês ou italiano.

“O Estado é um meio para um fim. A sua finalidade consiste na conservaçom e no progresso dumha colectividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.
“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler

Para o Nacional-Socialismo, o Estado é um meio de conservar a Raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepçom Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Som as raças humanas as que criam cultura, valores e civilizaçom. O Estado apenas os conserva e colabora no seu progresso. O Estado é a aplicaçom administrativa e política dumha série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”.
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e pom em prática a vida do Homem. As necessidades individuais som suprimidas, enquanto a finalidade é SEMPRE o Estado. O Estado nom existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Naçom e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou numha Comunidade natural e orgânica, nom possuía a ideia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político num espaço geográfico demarcado por mapas.

Nesse aspeito o Fascismo nom difere muito das actuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar a Raça e a Cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes nom-europeus, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como nacionais.

A concepçom Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, consequentemente, anti-Nacional-Socialista. A sua visom do mundo está em permanente conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos essenciais. O Nacional-Socialismo apresenta umha visom de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservaçom e o progresso da Naçom é o objectivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo a Naçom nom é nada, o Estado é tudo e as pessoas nom passam de súbditos do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é somente um Nacional-Socialista.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

influências NS no fascismo italiano

capa de uma revista ou magazine italiano sobre o problema da raça - o primeiro número saiu a 6 de Agosto de 1938.
repare-se no pormenor importante da espada que «discrimina» ou separa os elementos não-arianos (um branco de segunda e um não-branco de todo) do elemento ariano a sério.

uma página da revista, do lado direito:





o manifesto da raça, publicado no Corriere della Sera, a 15 de Julho de 1938

pontos do documento:
1) Admite-se que existem raças humanas. Isto não quer dizer, "a priori", que existem raças humanas superiores e inferiores mas somente raças humanas.

2) Existem raças grandes e pequenas. Destas últimas, são um exemplo as populações nórdicas e mediterrâneas, que constituem, "do ponto de vista biológico, verdadeiras raças, cuja existência é verdade evidente".

3) O conceito de raça é puramente biológico.

4) A população da Itália é na maioria de origem ariana e ariana é a sua civilização. "Esta população de civilização ariana vive há milhares de anos na nossa península; é bem pouco o que fica da civilização de gentes pré-arianas. A origem dos italianos actuais deriva de elementos de uma raça que constituem e constituíram o tecido eternamente vivo da Europa".

5) A contribuição de massas importantes de homens, nos tempos históricos, é pura lenda. "Além da invasão dos lombardos não houve na Itália sensíveis movimentos de povos que tenham podido influenciar a fisionomia racial da nação. Esta continua a mesma que há 1000 anos; os 44 milhões de Italianos de hoje pertencem, portanto, em grande maioria, a famílias que vivem na Itália, desde há, pelo menos, 10 séculos".

6) Existe hoje uma raça italiana pura. "Esta afirmação não se baseia sobre a convicção de uma concepção biológica de raças e na concepção histórica e linguística dos povos e das nações, mas sobre um parentesco muito puro de sangue que une os italianos de hoje "às gerações que povoaram a Itália há milhares de anos. Este antigo parentesco de sangue é o maior título de nobreza da nação italiana".

7) É tempo de que os italianos se proclamem francamente racistas. "Tudo o que o fascismo fez na Itália até aqui é no fundo racismo puro. A questão racista deve ser tratada no ponto de vista estritamente biológico, sem intenções filosóficas ou religiosas. O conceito de racismo deve ser essencialmente italiano e a sua orientação deve ser ariano-nórdica. Isto não quer dizer que se deva introduzir na Itália as teorias do racismo alemão ou que se deva afirmar que escandinavos e italianos são a mesma coisa. O que se quer é somente mostrar aos italianos um modelo científico e sobretudo psicológico de raça humana, que se destaca completamente de todas as raças "extra-europeias".

8) É preciso fazer uma distinção nítida entre os povos mediterrânicos da Europa (ocidentais) e os orientais africanos. As teorias que sustentam a origem africana de certos povos europeus e compreendem uma única raça, a comunidade mediterrânica e as populações semitas, devem ser consideradas como perigosas".

9) Os judeus não pertencem à raça italiana. Os judeus constituem a única população que nunca se assimilou à Itália, porque é formada de elementos raciais não europeus, absolutamente diferentes dos elementos que deram origem aos italianos".

10) Os carácteres físicos e psicológicos puramente europeus dos italianos não devem ser alterados de forma alguma. "A união é admissível apenas no círculo das raças europeias. O carácter puramente europeu dos italianos é alterado pelo cruzamento com raças extra-europeias, que trazem uma civilização diferente da civilização milenária dos italianos".


ampliado o cabecalho e alguns parágrafos:
«O Fascismo e o problema da raça», do «Giornale d'Italia» de 14 Julho de 1938



lei para a defesa da raça, aprovada no conselho de ministros, Corriere Della Sera, 11 Novembro de 1938











enfim, se todo o «fascismo», nomeadamente na Ibéria, tivesse seguido estes belos exemplos vindos da Alemanha dos anos 20/30, seguramente as coisas teriam corrido melhor, mas infelizmente sabemos que não foi verdade, nem na Espanha nem em Portugal («Angola é Nossa», «Portugal multirracial», «Muitas raças, uma só nação», etc, etc)
mesmo na Itália, o fascismo não teve inicialmente qualquer plano racial e só adoptou leis tardiamente por pressão e/ou influência nazificante, o que, para o caso, vai dar quase ao mesmo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

pseudo-racismo nazi contra o sul Europeu

 Racial policy of nazi Germany

Germans from Germany (Reichsdeutsche) - Nordic Germans are said most favorable, but all German citizens are in the top category.
Germans from outside, active ethnic Germans (Volksdeutsche), honorary "Aryans" from Axis powers, European countries in Volksliste category 1 and 2 (see Volksdeutsche and Deutschstämmige).

- Italians (particularly from regions north of Rome, e.g. Tuscany, Lombardy, etc.), Spaniards and Portuguese were treated as category 1 and 2, especially pro-Nazi sympathizers (e.g. Fascist Italy, Francoist Spain, and Salazarist Portugal diplomats).
 

FONTE

Política racial da Alemanha Nazi

Alemães da Alemanha (
Reichsdeutsche) - Os alemães nórdicos são considerados os mais benignos, mas todos os cidadãos alemães estão na categoria de cima.
Os alemães do exterior, activos alemães étnicos (Volksdeutsche), "arianos" honorários das potências do Eixo, os países europeus na categoria Volksliste 1 e 2 (ver Volksdeutsche e Deutschstämmige).

- Os italianos (principalmente das regiões a norte de Roma, por exemplo, Toscana, Lombardia, etc), espanhóis e Portugueses foram tratados como categorias 1 e 2, principalmente simpatizantes pró-nazis (por exemplo, a Itália fascista, a Espanha franquista e diplomatas salazaristas de Portugal).
"


nota: como é evidente, e sempre o foi, os portugueses, ibéricos e sul-europeus, em geral, não tinham nem têm motivos para temer nenhum "racismo" de potências estrangeiras "nazis", sejam elas Centro ou Norte-Europeias.
claro que não seriam vistos como "iguais" (nem isso existe), mas seriam tratados como familiares, regra geral (mesma família Europeia e Ariana) e não seriam nem "exterminados", nem "escravizados", ao contrário do que diz a propaganda dissuasora, que não passa disso mesmo: propaganda.
isto apenas para quem ainda poderia ter dúvidas...para os idiotas que acreditam ainda nesses mesmos mitos e não são só multiculturalistas que vão atrás da lavagem cerebral, infelizmente...

(agora, quanto ao facto dos "diplomatas salazaristas", serem simpatizantes "pró-nazis", tenho as minhas sérias dúvidas.)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

apesar de tudo...

isto:

















é melhor que isto:

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

salazarismo não é nacionalismo...




















salazarismo é, sempre foi e será salazarismo, apenas e só salarazismo. poderá, eventualmente, tentar "colar-se" a essa história dos nacionalismos, das identidades ou até das "raças" e "etnias", mas não tem absolutamente nada a ver com essas coisas. até se opõe claramente a elas. tem mais a ver com a igreja católica ou com o judaismo do que com os nacionalismos e nacional-socialismos.
poderá eventualmente dizer que tem simbolos ou gestos parecidos, mas não passa disso mesmo.

já que se fala muito nas supostas ligações do "fascismo" (em particular o português
e ibérico) com o nacional-socialismo, nunca é demais lembrar a neutralidade da Ibéria no conflito da II Guerra. no caso português, não só manteve a neutralidade e a velha aliança com a Inglaterra, como cedeu a base das lajes nos Açores aos aliados (primeiro Inglaterra, depois EUA) e, ainda por cima, recebeu milhares de refugiados judeus em Portugal (tal como Franco o fez em Espanha) que fugiam do regime nazi.
também não é demais lembrar que Franco chegou ao poder em Espanha com exércitos de 60 mil marroquinos e, tal como o homólogo Salazar, também dizia que a Espanha era "multirracial".
até o próprio Mussolini viu, em 1922, milhares de judeus aderir ao seu movimento pela tomada do poder... para não falar das suas conquistas em Àfrica!

essas figuras lutaram apenas para conservar os seus regimes e os seus interesses pessoais imediatos, nunca por uma Europa nacionalista, nacional-socialista nem identitária. e não tiveram a minima hesitação em abrir as portas dos dois estados ibéricos sionistas para "proteger" os seus parentes judeus.