"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

sábado, 27 de outubro de 2018

onde anda o «me too» agora?

mais dois casos de violações e mortes, uma na Itália, outra na Àfrica do Sul. o que terá o "me too" e feministas em geral a dizer?? nada, o que importa é uma galdéria qualquer a inventar histórias para enriquecer, ganhar fama e destruir carreiras.

domingo, 15 de julho de 2018

vida imita a arte











































qualquer semelhança com a arte é pura coincidência...
nota: não deveria ser preciso, mas repito que não sou, nunca fui nem serei fã de Trump ou seu apoiante, simpatizante, etc muito ao contrário. o que está aqui em causa é demonstrar a demência destes grupelhos.

terça-feira, 6 de março de 2018

hino alemão neutro em «género»??














FONTE

mais surrealismo...
e parece que o hino canadiano já aderiu.

sábado, 1 de julho de 2017

quotas de «género» aprovadas


QUOTAS DE 'GÉNERO' APROVADAS PELA 'GERINGONÇA':

...apenas 7 deputados do CDS se opuseram e o PSD forçou os seus a absterem-se.
Um comentário de Rui Amiguinho, no grupo Ágora Nacional', que subscrevemos::
«A aprovação ontem pelo parlamento da lei que impõe a "colocação" de mulheres em determinados cargos e posições empresariais e de administração é um atentado à dignidade das mulheres e uma das atitudes mais machistas que se podem ter em relação ao sexo feminino.
É uma lei que considera as mulheres como seres inferiores e incapacitados, que precisam de uma legislação própria, de uma imposição estatal, forçada, mandatória e inquisitorial, para poderem desempenhar determinados cargos, que muitas delas alcançariam por mérito próprio. A partir de hoje, em qualquer mulher que desempenhe um cargo numa empresa pública irá pairar a dúvida sobre a sua competência.
É o total desrespeito pelo sexo feminino e a completa anulação de qualquer processo de selecção por mérito e competência.
É uma medida socialista, atentatória dos mais elementares princípios de justiça, que atenta também contra aquelas mulheres que não querem ocupar lugares ou que queiram somente ter uma vida fora do carreirismo profissional, dedicando-se por exemplo aos filhos e à família.»

FONTE





























https://hyperborea-land.blogspot.pt/2017/06/bem-vindos-ao-progresso.html

quarta-feira, 12 de abril de 2017

sexta-feira, 13 de maio de 2016

sexta-feira, 11 de julho de 2014

as femen não são sionistas























as femen nada têm a ver com o sionismo, como se vê pela imagem.  também não têm nada a ver com militância gay, como também se vê pela imagem, nem essas bandeiras andam e lutam juntas.
e o facto das galdérias anti-fascistas e pró-miscigenação serem financiadas por um milionário judeu de nome Soros é apenas uma acidental e insignificante "coincidência".

sábado, 24 de maio de 2014

vadias femen a nú e sem máscaras

não. quando digo "a nú", desta vez não é nesse sentido a que já estamos habituados. é noutro.
desta vez, as vadias femen francesas estão a apelar às francesas para terem filhos com imigrantes, porque segundo as vadias, "os estrangeiros f.... melhor!"



"Las Femen piden a las francesas que tengan sexo con inmigrantes: “¡Los extranjeros follan mejor!”

Hace unos días, en plena campaña para las elecciones europeas, la presidenta del Frente Nacional francés, Marine Le Pen, abogó ante una multitud de simpatizantes por una política natalista, en lugar de la propuesta de la UE de obligar a Europa a aceptar 50 millones más de inmigrantes.
En respuesta a las palabras de Marine Le Pen la organización Femen ha lanzado su propia propuesta en su página Facebook: que las francesas tenga sexo con la mayor cantidad posible de extranjeros antes de las elecciones​. Su mensaje está ilustrado con la imagen de una militante del movimiento Femen con la leyenda siguiente pintada en su cuerpo: “¡Los extranjeros follan mejor!”
La foto va acompañada del siguiente texto:
​”Marine Le Pen ha llamado a la población francesa a “fabricar niños franceses” para hacer frente a “una enorme inmigración”​. ¡Alerta! La epidemia fascista es una ETS que está tratando de contaminar nuestras vaginas. A modo de remedio, las sextremistas Femen se dirigen a todas las francesas invitándolas a follar, chupar, hacerse lamer, meter los dedos y montar tantos extranjeros como puedan antes de las elecciones europeas. Contamos con vosotras para que os metáis tantos bollos como podáis en vuestro horno. Femen da la señal de salida para el maratón del sexo. La Francia cosmopolita vencerá a la mafia FN. ¡LOS EXTRANJEROS FOLLAN MEJOR!”."

FONTE


nem me dei ao trabalho de traduzir porque é tudo evidente e claro demais.
as vadias FEMEN pagas pelo judeu Soros e por outros judeus, estão na linha da frente de tudo o que é miscigenação e destruição do Ocidente, isto de forma deliberada e consciente, mas ainda há palermas idiotas úteis que afirmam: "ah e tal, as feministas só querem defender os direitos das mulheres, não têm nada a ver com nenhuma destruição da Europa e Ocidente em geral". sim, pois claro! como se já não bastassem as Manifs "antirracistas" e anti-nacionalistas, como se não bastassem as Manifs a celebrar Dresden e outros holocaustos, temos agora isto. é maravilhoso...

PS: obrigado ao leitor que deu a conhecer esta notícia.

terça-feira, 22 de abril de 2014

idiotas úteis femen contra «epidemia fascista»


















FONTE


nunca cessa a idiotia e a burrice destas "jovens".
dizem-se "irreverentes", mas são telecomandadas e estão ao serviço de agendas e de gente mais poderosa.
dizem-se "contra o islão", mas ao mesmo tempo levantam a pata contra os únicos que realmente podem pôr o islão daqui para fora.
dizem-se "pacifistas" e a favor das mulheres, mas festejam a morte à bomba de gente do seu próprio povo, mulheres incluídas.
se não percebem que não há nada de "coerente" no que elas defendem e que isto apenas obedece a uma agenda ideológica anti-nacional e até anti-ariana ditada de cima, então são mesmo muito estúpidas.

PS: reparem na "infiltrada" ali que aparece na segunda posição a contar da vossa direita.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

celebrar a morte da sua própria gente

















duas feministas antifas celebram a morte da sua própria gente (mulheres incluídas) nos bombardeamentos de Dresden.
mas calma...esses bombardeamentos foram justificados e por uma boa causa...a da democracia e da "moderação". assim, quando é para combater os fascistas e os nazis em nome da democracia, as mortes de civis, mulheres e crianças são "humanos", seja em Dresden, Hiroshima ou Nagasaki.
vocês é que não percebem nada.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

feminismo, a praga judaica












































estes são os nomes:
Andrea Dworkin, Betty Friedan, Rosa Luxemburg, Cathy Young, Sally Fox, Eve Ensler, Gloria Steinem, Andrea Bronfman, Clara Fox, Sally Lilienthal, Bella Abzug, Blu Greenberg, Brenda Howard, Elfriede Jelinek, Savina Teubal, Arlene Raven, Buz Hahn, Betty Comden, Ellen Willis, Shirley Broner, Emily Mehlman, Gertrude Stein, Gloria Allred, Grace Faley, Spencer Laszlo, Grace Faley, Hanne Blank, Helen Cohen, Jean Kothernberg, Susan Sontag, Jennifer Miller, Joyee Warshow, Judy Blume, Judy Cohen, Sylvia Siegel, Kathy Follitt, Kitty Carlisle, Lisa Goldberg, Madeleine Stern, Melton Florence, Mollie, Orshansky, Muriel Rukeyser, Naomi Klein, Trude Weiss-Rosmann, Nina Hartley, Pamela Waechter, Rachel Adler, Ruth Ginsburg, Wendy Wasserstein, Ruth Morgenthau, Ruth Segel, Ruth Westheimer, Sally Fox, Christina Hoff Summers

sem dúvida o que mais impressiona é a feíura de todas ou praticamente todas estas mulheres judias masculinizadas.
claro que os "simpatizantes" do feminismo ou do igualitarismo em geral, podem argumentar que isto é um feminismo deturpado de 2ª vaga, que o feminismo original é algo "ocidental" e que, de início, não tinha nada de judeu, só lutava para assegurar "direitos" das mulheres como o "voto" e resgatá-las do "machismo" vigente.  a esses eu remeto para este link, que desmonta essa treta do "feminismo ocidental sufragista":

LINK

como podem ver, a Jewish League for Woman Suffrage (JLWS) foi criada em finais de 1912, bem antes do nascimento do Marxismo Cultural / Escola de Frankfurt, e é ela que esteve por detrás desse cavalo de tróia do "sufrágio feminino" e da revolução de 1913 que foi teste, porta de entrada e preparo para o mais recente feminismo radical de "2ª vaga".  inclusive, um dos apoiantes masculinos deste feminismo "sufragista" de 1ª vaga foi Israel Zangwill, a "sinistra" personagem já escalpelizada aqui

domingo, 21 de abril de 2013

feminismo = marxismo




















palavras para quê?
é a "luta de classes" adaptada à versão "luta de géneros"...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

protesto feminista contra o NPD em Berlim













FONTE

para quem eventualmente simpatize com feministas no movimento nacionalista...num dos cartazes pode ler-se "Stop ao racismo legal", noutro pode ler-se "é tempo de agir! é tempo de antifascismo prático".

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

parlamento quer fim da «raça» e «sexo»

Esquerda quer “género” em vez de “sexo” e “etnia” em vez de “raça” na Constituição

A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.

PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”.

A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.

O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.

No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.

“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.

A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.

O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.

O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.

Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.

“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.

Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.

Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.

Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.




confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências.  o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo. 

"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos. 
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.

no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.

isto não vai ficar esquecido. quando nos vierem atirar à cara que o "nazismo" ou o "racismo" são totalitários, essa gente vai levar de volta com isto, para que as pessoas saibam quem são verdadeiramente os totalitários, como são e como operam.  quem é que anda a alterar arbitrariamente (e ideologicamente), a seu bel-prazer, palavras e termos que sempre existiram, para os proibir. um dia mais tarde, no futuro, saber-se-á quem são, de facto, os totalitários.....e sobretudo, as aberrações da sociedade.