"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

investimento sionista no Fama














claro que acho saudável que haja clubes que lutem por objectivos altos, sem serem sempre os principais crónicos, os chamados "grandes". mas torna-se necessário perceber à custa de quem e do quê, é que isso se faz. é o mesmo milionário israelita por trás das negociatas do Atl.Madrid, Jorge Mendes, etc, e que já detém 85% das acções da sad do Famalicão.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

quarta-feira, 18 de julho de 2018

motins após a vitória «francesa»

Riots in France after 2018 World Cup Win vs Croatia! - (Compilation)


"estranho" modo este de "festejar"...ou nem tanto. afinal o país onde eles vivem, por muitos anos ou gerações que lá passem, continua a nada lhes dizer. e, não, não foi só em Paris.

domingo, 15 de julho de 2018

Francáfrica











nacionalistas franceses torceram pela Croácia (e bem, exceptuando pela questão de ser um "país católico") já que não era a França que estava em campo.

parabéns Croácia
















parabéns. bateste-te com dignidade até ao fim, mas não deu...
mas deste o exemplo do que deve ser uma selecção nacional digna desse nome.
mais sigam o teu exemplo no futuro, que metam os olhos em cima de ti, e vejam que um país pequeno de 4 milhões e pouco de habitantes, não precisa de importar estrangeiros de paragens exóticas para ter sucesso - sim, a ida à final foi um sucesso. maior ainda que o bronze de 1998.

terça-feira, 19 de junho de 2018

sábado, 13 de maio de 2017

terça-feira, 29 de julho de 2014

o futebol é o que dele for feito


















futebol não é identitário nem deixa de ser. futebol é o que dele quiserem fazer. depende muito do modo como é usado. futebol em si é algo neutro. não é multirracial/multicultural, nem deixa de ser.
pode ser ou pode não ser.
usar o argumento da actual degeneração do futebol para crucificar o futebol como desporto em si, é falácia primária de doentes mentais pseudo-nacionalistas que querem convencer os outros a deixarem-se "domesticar", "apaneleirar", "civilizar", "urbanizar", e "amaricanizar" (de américa e de maricas, 2 em 1), no fundo "democratizar"...
odiar futebol é "chique", é "in", é "democrático", "cívico", "urbano", "intelectual", "moderno"...em suma, maricas.
aceito que se odeie o futebol moderno, mas tenho nojo de quem aproveita isso para condenar o futebol como desporto.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

4 na peida













esta derrota é dedicada aos atrasados mentais que tiveram o desplante de andar a festejar os golos da Holanda contra a Espanha, como se a Espanha fosse algum inimigo a abater.
aprendam de vez a lição, anormais. não se deve festejar as derrotas do vizinho nem andar a cuspir para o ar, porque nos pode cair em cima.
veja-se o resultado de andar a encher a selecção de sub-humanos e aqui nem há problema em utilizar pontualmente a palavra macaco, porque é mesmo de comportamentos símios que se trata. o macaco Pepe fez uma falta sobre o jogador alemão, e não contente com isso foi tirar desforço do jogador que sofreu a falta por ele cometida!  se até se pode aceitar que um jogador agrida outro, numa reacção a quente a uma primeira agressão ou a uma provocação, neste caso é simplesmente SURREAL que um jogador se passe da cabeça com outro jogador que foi o único AGREDIDO.
quando vi o macaco Pepe a partir para o jogador alemão, disse para a TV: "faz mais dessas faz e vais para a rua", 2 segundos depois vi a cartolina vermelha na mão do àrbitro e nem cabia em mim de felicidade. pulei mesmo.
as minhas preces foram ouvidas.
eu sei que a selecção alemã também não é nenhum exemplo de natividade, mas sinceramente a equipinha da FPF não me diz nada. queria vê-la perder e por muitos.
a derrota também me soube bem, pelos falastrões que andaram previamente (e como de costume) armados em galifões com prognósticos de 2-0, 3-0 e até 5-0 a favor da equipinha da FPF, e com as conversas ridículas do costume "somos os maiores!", "temos o Ronaldo" e bla bla bla, sem qualquer respeito pelo nome e poderio do adversário.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

¿por qué no te callas?

«País não recebe lições de ninguém sobre racismo», Miguel Relvas

O ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares mostrou-se hoje irritado com as acusações de racismo aos adeptos do FC Porto por parte do clube de futebol inglês Manchester City e defendeu que Portugal “não recebe lições de ninguém”.

“Isso é uma matéria que me irrita. Se há país que não recebe lições de ninguém em matéria de racismo ou xenofobia é Portugal. Não podemos permitir insinuações de outros povos que não têm a frontalidade de assumir a aproximação cultural e a nossa tradição universalista”, afirmou Miguel Relvas, à margem da apresentação do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED), em Lisboa.

FONTE


que essa matéria te irrita, já todos nós sabemos. só não entendo é porque não te calas, se ela tanto te irrita. ainda mais, para vomitares a mesma K7 riscada de sempre sobre a "vocação universalista" da pátria tropicalista. se até tu próprio e os teus correligionários de partido aconselharam os portugueses a irem embora para latitudes mais quentes e gostam tanto de exaltar a vocação luso-tropical-universalista da pátria, porque raio é que não dão o exemplo de se pirarem para lá, já que é de lá que tanto parecem gostar?
leva toda a merda maçónica de cá para os países tropicais e cala-te de uma vez, porque quem não dá lições de "anti-racismo" és tu e a tua corja. 
aliás, aproveitar um qualquer incidente num jogo de futebol com uma equipa, confundir isso com um país e aproveitar para fazer de "defensor da pátria" perante os papões anglo-saxónicos, é algo de profundamente nauseabundo, nojento mesmo, de dar vontade de vomitar aos porcos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

a decadência em 27 anos...




passou-se pouco mais de um quarto de século entre a equipa 100% portuguesa e 100% branca do FC Porto que chegou à final da Taça das Taças de 1984 em Basileia, e entre a equipa africana, mestiça, mulata e sul-americana que venceu em Dublin a Liga Europa, chegando-se ao cúmulo de ver no relvado bandeiras da Colômbia, Brasil, Uruguai e até de Cabo-Verde (de um jogador da "selecção nacional"), de todas menos do país...

que me lembre, no plantel de 1984, o único estrangeiro era o Irlandês Mike Walsh que não jogou a final, e dos restantes, o único jogador que não era da região Norte, era o lisboeta Augusto Inácio, que também não jogou a final.
outros tempos...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

segunda-feira, 12 de julho de 2010

carniceiro com B.I. holandês poupado...

















a imagem do carniceiro não-branco da Holanda que o àrbitro da partida e os comentadores tugas quiseram ver poupado.

parabéns ao novo campeão Mundial, uma selecção quase 100% branca, para desgosto dos multiculturalistas fanáticos.
já tiveram que levar com a vitória da Grécia 100% caucasiana no Europeu de 2004. depois a Itália 100% caucasiana campeã Mundial em 2006 e agora a Espanha de 2010, quase 100% caucasiana, descontando eventualmente o avançado "Pedrito".
e sem esquecer que mesmo a Espanha de 2008 campeã Europeia só tinha um negro nas suas fileiras (o brasileiro naturalizado Senna) e o resto era branco...embora por lá houvesse o ciganito Guiza.

de qualquer forma, de 2004-2006-2010, os multiculturalistas já não se livram, mesmo que queiram transformar o 3º lugar da "multikulti" Alemanha num "sucesso".

o fenómeno "França" já lá vai e foi chão que deu uvas. e o Brasil, nos últimos dois mundiais, foi a desgraça que se viu.
veremos o que se irá passar no próximo torneio, que será recebido pelos brasileiros.

até lá...parabéns à Espanha

quinta-feira, 8 de julho de 2010

gracias hermanos

obrigado à Espanha por derrotar a selecção alemã mais "multikulti" de sempre, na qual nenhum verdadeiro alemão ou europeu, se revê a 100%.
estou feliz pela frustração dos multi-culturalistas alemães que já sonhavam com uma vitória no Mundial, como mais uma bandeira do "anti-racismo" (como foi a França em 1998) mas desta vez falhou.

porém, nem tudo são rosas. e as vitórias da Espanha (campeã europeia em titulo) são sempre péssimas para as autonomias espanholas.  já se sabe que as massas pura e simplesmente não pensam. vão atrás do rebanho. e o futebol hoje em dia tem um peso merdiático e uma influência incriveis, levando muitos potenciais independentistas a ficar do lado da Espanha (eufemismo para o império castelhano) e a defender a sua "unidade".

por outro lado, mesmo a própria equipa da Espanha tem os seus espinhos, com alguns elementos não-europeus infiltrados. mas é, sem dúvida, mais branca que a Alemanha.

agora, na final, existe pelo menos uma certeza: vencerá sempre uma equipa majoritariamente branca, esmagadoramente branca no Mundial africano, para pesadelo de todos os multiculturalistas fanáticos.

a Holanda é também esmagadoramente branca, apesar de 2 ou 3 mulatos que estragam a pintura, tal como a Espanha apesar de 2 ou 3 exemplares de categoria racial no minimo "duvidosa".

no entanto: qualquer uma que ganhe, considerarei sempre como bem entregue.
em condições normais preferiria a Holanda, mas a Holanda tem mais não-caucasianos do que a Espanha, por isso já não sei. 
que ganhe a que jogar melhor...e que os não-brancos da Holanda fiquem no banco. é o meu desejo!

domingo, 27 de junho de 2010

Le Pen contra a «Francáfrica»...

Para Le Pen, 'há uma vontade política na origem da equipa francesa'

PARIS — O líder da Frente Nacional (FN), Jean-Marie Le Pen, considerou que há uma "vontade política" em fazer da selecção da França "uma bandeira do anti-racismo", impondo assim uma "imagem" que não é a real do país. Questionado pela rede I-Télé sobre os maus resultados e da crise dos 'Bleus', o político ultradireitista considerou que os resultados foram "merecidos", e que se trata de um "assunto completamente político". "Detestei a politicagem que fez da equipa da França uma bandeira do anti-racismo em vez do desporto", declarou pouco antes o presidente da FN. "Esta decisão de fazer da equipa da França uma bandeira do anti-racismo proibia qualquer crítica", acrescentou, porque "o mito do anti-racismo é algo sagrado na França". "O facto de haver dois brancos na equipa da França deixa claro que há uma vontade política de impor uma imagem da França que não é esta, pelo menos por enquanto", acrescentou.


só discordo do bretão quando diz que a imagem da França não é aquela, pois quem anda em Paris (e não só) vê outra coisa diferente...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

da higiene ao esgoto em 50 anos











































au revoir França, és uma selecção tão "Europeia" como o Senegal ou qualquer outra vizinha.
não deixas saudades nenhumas neste campeonato do Mundo e, em boa verdade, nem devias ter entrado na competição, pois roubaste a vaga à Républica da Irlanda de forma desonesta e vergonhosa.
a uma selecção branca que teria provavelmente feito melhor figura do que 1 ponto em 9 possiveis.

vai e não voltes. ou volta só depois de te regenerares. até lá és uma selecção tão alienigena como uma qualquer do continente africano, que de "gaulesa" tem rigorosamente nada.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

«mou» sem papas na lingua

«Dão passaporte a um brasileiro e metem-no a jogar»
José Mourinho criticou, ontem, em conferência de imprensa, as selecções que recorrem a jogadores naturalizados. "Para mim a final da Champions é mais importante do que a final do Mundial, os clubes são melhores do que as selecções. Os países não podem comprar jogadores, não são como uma equipa a não ser que façam como já alguns andam a fazer. Dão um passaporte a um brasileiro e metem-no a jogar", disse o ainda treinador do Inter.

FONTE







é assim mesmo, "mou", as verdades são para dizer, por muito que custe.
agora quero ver se alguém aqui na tugalândia se lembra de chamar "racista" ou "xenófobo" ao "special one".

nada contra a selecção brasileira, mas a selecção brasileira deve ser brasileira. e a portuguesa deve ser portuguesa...independentemente de perder ou ganhar, de jogar bem ou jogar mal.


nota: "selecção" escreve-se assim, e não "seleção". por isso tomei a liberdade de corrigir esta passagem do jornal "record" que tem a mania de escrever os textos ao abrigo do "acordo ortográfico", criando a sensação de que estamos a ler algum jornal online brasileiro ou assim...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

campeão de Portugal...ou de Àfrica?













 isto passar-se-á em Luanda? Maputo?  não...isto passa-se na capital portuguesa, Lisboa. em pleno Marquês de Pombal festeja-se o titulo de uma equipa afric...ups, portuguesa. peço desculpas pelo lapso, mas afinal de contas, as imagens não deixam perceber muito bem "isso"...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Henry, o andebolista...

palavras para quê...?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

selecção de afrogal...











não sei, sinceramente, o que é que representa este grupo de bons rapazes.  sei, no entanto algo.  sei que 4 brasileiros, um cabo-verdiano, um zairense, um negro nascido em Portugal, um filho de negro brasileiro nascido em Portugal e ainda um Madeirense mestiço jamais me representarão a mim, por muitos golos que marquem, por mais bem que joguem, por muitos campeonatos do Mundo que ganhem, etc
mas se o "povo" se sente representado e delegado neste grupo de "jovens", quem sou eu para contrariar.
o "povo" já nem vê nada, já não sabe o que é identidade, nem se importa que a "equipa" do seu país, seja uma espécie de refugo do Brasil (Brasil B) que contrata (sim, é o termo) aqueles que querem jogar aqui, porque não têm lugar na equipa principal brasileira...
se o "povo" não se importa que a selecção do seu país seja o clubito da FPF e dos mercenários, completamente descaracterizada, desde que marquem golos, então óptimo.
eu estou fora.  não faço parte dos que se emocionam com o hino, ou com a bandeira, ou dos que ficam "magoados" e "irritados" quando um dinamarquês (Tomasson) diz duras verdades...para quem não sabe, Tomasson limitou-se a dizer a verdade, ou seja, que Portugal foi ao Brasil "comprar" Liedson, o que provocou uma reacção em cadeia dos patrioteiros "sentimentalistas" muito, muito magoados, a começar pelo seleccionador nacional ou pelo corrupto Merdaíl.
não quero saber se a "selecção" da FPF fala ou não fala português, se são "lusófonos", etc, etc, isso a mim não me diz nada. eu tenho infinitamente mais a ver, por exemplo, com a selecção bósnia do que com afrogal. 
e nem o facto de haver muitos muçulmanos na Bósnia vale alguma coisa contra este veredicto, porque a origem étnica dos Bósnios, e a composição etno-racial da sua selecção, é claramente Europeia. ou seja, a selecção Bósnia tem mais afinidade comigo do que a selecção de Afrogal...