"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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domingo, 3 de julho de 2016

afinidade entre galegos e húngaros















FONTE















isto poderá querer dizer que a Hungria tem muito de celta...

quinta-feira, 14 de abril de 2016

tributo às mulheres celtas

Tributo às mulheres Celtas do Norte de Portugal / Tribute to the Celtic women of northern Portugal

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

celtismo atlântico da Galiza


"5.1. Factor genético: em primeiro lugar, estudos recentes demonstraram que a componente genética da população ocidental das actuais ilhas Britânicas é a mesma que a do Noroeste da Península Ibérica: o mapa do ADN, elaborado há pouco tempo pela equipa oxfordiana de Bryan Sykes, não deixa quaisquer dúvidas a esse respeito (Sykes, 2006)."

sexta-feira, 22 de maio de 2015

vikings na galécia


A primeira incursão dos vikings na Galiza aparece reflectida nos Anais Bertiniani, e remonta ao mês de Agosto do ano 844 quando un grupo de vikings dinamarqueses procedente de uma expedição de saque entrou pelo Garona, e empurrados por uma tempestade acabaram por chegar à Galiza, saqueando algumas aldeias costeiras até que foram rechaçados nos arredores do Farum Brecantium, isto é, a Torre de Hércules (a quem os vikings chamavam Fár). Naquela época reinava na Galiza Ramiro I.

Durante esta época surgiu a lenda do bispo Gonçalo da diócese da Bretonha: ao chegar à entrada do río Masma um grande número de embarcações vikings os habitantes acudirão a proteger o bispo, que consideravam santo. Gonçalo rezou pedindo a protecção do céu contra o ataque e então desencadeou-se uma grande tempestade que destruiu a maior parte da frota invasora.

"Um desembarque brutal na Galiza"
No ano 858, durante o reinado de Ordonho I, reapareceu nas costas da Galiza uma grande frota viking. Tratava-se de um contingente de cem barcos procedente de expedições de saque nas costas francesas que se dirigirão até à ría de Arousa. Após saquear a diócese de Iria Flavia chegaram até Santiago de Compostela, sitiando a cidade. Os habitantes de Compostela pagaram um tributo para evitar o saque, mas apesar disso, os vikings continuaram a tentar apoderar-se da cidade, até que o cerco foi levantado por um exército dirigido pelo conde Pedro, que os derrotou e destruiu 38 barcos; os sobreviventes dirigiram-se até ao sul da costa galega, saqueando as populações. Como consequência desta expedição, a sede episcopal de Iria Flavia foi trasladada para Santiago de Compostela.

No ano 951, os vikings reapareceram de novo e saquearam a costa galega; nos anos seguintes, as cidades reforçaram-se prevendo novos ataques. No ano 964, os vikings reapareceram de novo, e o próprio bispo Rosendo de Mondoñedo teve que enfrentá-los.

No ano 968, o segundo duque da Normandía, ante o perigo de invasão francesa do seu dominio, pediu ajuda aos seus parentes dinamarqueses e noruegueses que acudirão com uma grande frota viking. 

Uma vez derrotado o rei de França, os vikings permaneceram na Normandía, o que provocou grandes problemas, pelo que o duque os incentivou a partir à conquista da Galiza, essa terra tão rica da qual tanto falam os peregrinos.

Chegaram à Galiza uns duzentos barcos a mando de Gudrød (Guðrǫðr), irmão de Harald Gråfeldr, conhecido como Gunderedo nas crónicas galegas. Cem desses barcos detiveram-se na costa cantábrica da Galiza e atacaram a diócese da Bretonha, enquanto que outras cem internaram-se na ría de Arousa e desembarcaram no porto de Iuncariae (Xunqueira), para dirigir-se por terra até Santiago de Compostela. 

A chegada dos vikings coincidiu com o fim das disputas entre os bispos Rosendo e Sisnando II pelo controlo da diócese episcopal. O bispo Sisnando, que acabava de expulsar Rosendo da cidade, tentou detê-los nas proximidades de Iria Flavia, onde tinham chegado remontando o curso do río Ulla, mas não o conseguiu e morreu atravessado por uma flecha durante a batalha de Fornelos a 29 de março. Já sem resistência, os vikings dispersaram-se pela Galiza, chegando até Courel.

Em Lugo o bispo Hermenegildo conseguiu defender a cidade, mas não pôde impedir que os vikings arrasassem as terras de Bretonha, cuja antiga sede ficou destruída, sendo reconstruída posteriormente no actual Mondoñedo.

Os vikings permaneceram durante cerca de três anos em terras galegas, matando e saqueando, mas quando regressavam aos seus barcos carregados com os despojos e com os prisioneiros, foram interceptados por um exército a mando do conde Gonzalo Sánchez, que conseguiu vencê-los nos arredores da ría de Ferrol no ano 970, matando Gunderedo, su sækonungr e queimando a maioría dos seus barcos.

Após deixar a Galiza, os vikings continuaram a navegar até ao sul e saquearam a costa entre o río Douro e Santarém. (...)








domingo, 19 de abril de 2015

Coon e o noroeste ibérico

“Rufosity is rare in Spain except in the Asturias and Galicia. During the Ruffian war it was a common saying among the Ruffian soldiers, "The ordinary Spaniards are as nothing, but watch out for the small red-headed men, the Gallegos. They are shaitans, and do not know fear.”

“(…)we find that the upper facial index, the mean of which is 54.3 for the entire nation, shows regional differences, being consistently higher in the north and lower in the south. Two peaks at 49 and 54 are clearly differentiated, and the former is the larger. In most of Portugal the leptene tendency is associated with relatively great dolichocephaly, but in the coastal regions of the north, in Entre Douro and Minho, a leptene face is associated with brachycephaly and tall stature, indicating that in this region there is evidence of a submerged Dinaric element which may, presumably, be attributed to the early metal age invasions.”

“the Keltic invasions affected only the north, as did the inroads of the Germans."

“Blue eyes run to 13 per cent in the north, and as low as 1 and 2 per cent in the south”

“The most dolichocephalic local groups live in the northwestern part of the country.”

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

camões ignorava que era um galego


o poeta camões ignorava que era filho de galegos , logo um galego, nascesse onde nascesse, fosse em Coimbra, Lisboa ou Alcaber-Quibir.

"A Casa ancestral dos Camões tinha as suas origens na Galiza, não longe do Cabo Finisterra. Por via paterna, Luís de Camões seria descendente de Vasco Pires de Camões, trovador galego, guerreiro e fidalgo, que se mudou para Portugal em 1370..."







porque só essa ignorância explica isto:

"Ó sórdidos Galegos, duro bando,
Que para resistirdes vos armastes,
Aqueles, cujos golpes já provasses."

Os Lusíadas, canto IV; estrofe 10



nota: Camões não faz distinção entre Lusos e Lusitanos, são o mesmo. aliás, atribui a fundação da Lusitânia à personagem mitológica de Luso.

"Este que vês é Luso, donde a fama
O nosso Reino Lusitânia chama."


Os Lusiadas, canto VIII; estrofe 2

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

celtismo, moda e mito galego do séc. XIX ??
















FONTE: Descripçam corografica do reyno de Portugal", António de Oliveira Freire, 1739 (séc.XVIII)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Portugal=Galécia+Lusitânia












































FONTE: A. H. Oliveira Marques - Nova Historia de Portugal

sexta-feira, 9 de abril de 2010

expansão dos radicais GAL / CALE



















possivel expansão dos radicais GAL / CALE (mundo celta)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

toponimia suévica

como se sabe, grupos de invasores germânicos, os Suevos, vindos da Europa Central chegaram à Ibéria por volta do ano 409 d.C. e fundaram o primeiro reino medieval da Europa, com uma àrea que se estendia praticamente até Lisboa, mas com o grande epicentro na Galiza e Norte de Portugal.
um dos testemunhos dessa passagem é precisamente a toponimia - nomes de lugares, cidades, vilas, etc
um exemplo disso mesmo é Freamunde, no Norte de Portugal, tal como Ermesinde e outros, principalmente terminados em Ufe, Mil, Riz, etc
porém nem tudo o que soa germânico é suevo, pois também outro povo teutónico - os Visigodos - deixou marcas da sua passagem. exemplo disso mesmo é Gondomar - derivado do Rei Visigodo Gundemaro.

dois exemplos de topónimos do Reino Suevo são precisamente as palavras "Suevos" e "Suegos" que se estendem por localidades da parte Noroeste da Galiza.
porém mais frequentes são os topónimos "Sala" ou "Sá" tal como "Burios" ou "Boiros" espalhados pela Galiza e Norte de Portugal. curiosamente, Burios eram uma tribo Sueva, tal como Quados e Marcomanos.

as toponimias com origem em antropónimos (nomes) suevos estão muito mais concentradas no Noroeste da peninsula, como se volta novamente a ver aqui:














na àrea que diz respeito somente a Portugal,  aqui fica a concentração da toponimia de raiz sueva:























em relação à toponimia germânica, as percentagens por distrito são estas, atingindo o máximo em Braga, seguido de Lugo:














outro mapa ibérico de toponimia germânica: