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quarta-feira, 24 de outubro de 2018
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
sexta-feira, 18 de maio de 2018
traumas passados por genes
portanto, daqui a 100 anos ainda hão-de existir pessoas traumatizadas pelo holoconto ou escravatura...o pior é que já li que em 2035 ainda haverão 30.000 "sobreviventes do holocausto" mas que esse número subirá para 55.000 em...2060! nunca podemos pensar que já lemos tudo ou que nada nos pode surpreender. não que isto me surpreenda muito mas...
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quinta-feira, 10 de maio de 2018
presa outra vez...
desta vez já com 89 anos...
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2015/11/alema-de-87-anos-presa-por-negar.html
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
sábado, 2 de dezembro de 2017
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
a farsa de Nuremberga
“Escutei testemunhas e li declarações escritas que provam que os acusados foram golpeados, maltratados e torturados segundo métodos que não poderiam ter sido concebidos senão por cérebros doentes.” (senador americano Joseph MacCarthy, em conferência de imprensa de 20 de Maio de 1949).
“Os americanos disfarçavam-se de sacerdotes para ouvirem as confissões dos acusados, torturavam-nos introduzindo-lhes fósforos nas unhas e ascendendo-os, dilaceravam-lhes os dentes e as mandíbulas, deixavam-nos incomunicáveis e não lhes davam mais que rações de fome.” (Edward van Roden, juiz em Nuremberg).
Estes e outros métodos piores foram usados para conseguir confissões dos acusados que serviram de base para provar o “extermínio” dos judeus. Os encarregados dos interrogatórios e que durante o julgamento fizeram parte do Ministério Público foram o Tenente Coronel Burton, Coronel Schumacker, Tenente Coronel Byrne, Tenente Coronel William Perl, Morris Ellowitz, Harry Thon, M. Kischbaum e M. A. Rosenfeld. Um breve exame destes sobrenomes nos leva à lamentável conclusão de que todos pertencem à santa raça judaica.
Este processo teve também muitas anormalidades processuais. Qualquer deportado podia fazer uma “declaração testemunhal que se estime ter valor probatório” e qualquer pessoa podia também testemunhar sem ter um conhecimento concreto dos fatos, bastava ter ouvido falar ou comentar por terceiros. Juntaram-se assim cerca de 300.000 declarações escritas, sob palavra. Mas, talvez uma das facetas mais incríveis do processo foi o fato de não ter sido permitido aos advogados de defesa contra-interrogar essas “testemunhas”. Qualquer referência destas às injustiças aliadas no Tratado de Versalhes também lhes estava vedada.
Estes advogados de defesa estavam submetidos a uma forte pressão da opinião pública, habilmente conduzida pela imprensa que sensacionalisticamente apelidava os acusados de “as 21 pessoas mais perigosas do mundo”. A casa de um deles, o Dr. Max, foi assaltada e saqueada pela população, instigada por agentes sionistas. Certas associações jurídicas profissionais propuseram a sua expulsão coletiva do exercício da profissão. Houve mesmo alguns jornais que se insurgiram contra os banquetes que eram servidos aos acusados, sendo evidente que nas “últimas” só recebiam pão e água.
Enquanto toneladas de papéis da acusação eram despachados administrativamente com toda a celeridade, as alegações da defesa sofriam lamentáveis atrasos e várias provas importantíssimas desapareceram misteriosamente, criando graves obstáculos e contratempos aos advogados de defesa. Estes deviam entregar as suas provas aos fiscais acusadores, para estes examinarem, mas estava-lhes vetado examinar as provas da acusação. Isto ao abrigo do estatuto nº 13 do Tribunal Internacional de Nuremberg.
O artigo 6º da Carta dos Dois Tribunais para os Crimes de Guerra violou claramente o princípio nulla poena sine lege ao estabelecer que o fato de se preparar ou conduzir uma guerra constitui um crime contra a paz, quando não havia em Setembro de 1939 (nem depois) qualquer acordo ou lei de Direito Internacional nesse sentido. O princípio da não-retroatividade da lei é um pilar do Direito que aqui foi habilmente esquecido, tornando-se este julgamento numa vergonhosa farsa e num grave atentado à idéia de Justiça, além de que foram assassinados uma dezena de inocentes e outros sofreram longos anos na prisão. Ainda hoje um deles: Rudolf Hess continua o seu martírio na fortaleza de Spandau-Berlim, pelo único crime de pretender a paz. Ironicamente o Tribunal condenou-o por crimes de preparação de uma guerra e crimes contra a paz. Até onde pode chegar o humor negro sionista.
Também o Reichsfuhrer SS Heinrich Himmler foi oportunamente suicidado. Com a sua presença e os seus conhecimentos como principal responsável das SS, seria totalmente impossível aos fiscais acusadores lançar como provas irrefutáveis os pretensos extermínios nos campos de concentração, majoritariamente situados na Polônia.
A sentença correspondeu logicamente aos pedidos do Ministério Público. A máquina estava bem montada para condenar à morte por enforcamento os generais Alfred Jodl e Wilhelm Keitel que pelo fato de serem oficiais deveriam ser fuzilados, Ernst Kaltenbrunner, Hans Franck, Fritz Sauckel, Wilhelm Frick, Julius Streicher, Joachim von Ribbentrop, Arthur Seiss-Ynquart e Alfred Rosemberg. A este último suspenderam-no de forma a não morrer por ruptura cervical, como sempre acontece nos enforcamentos, mas por asfixia o que torna a morte muito mais demorada e horrorosa.
O seu único supremo crime: ser um verdadeiro filósofo e permanecer fiel ao Líder até à morte. O comandante da Luftwaffe Hermann Goering conseguira suicidar-se dias antes, ainda hoje não se sabe muito bem como o conseguiu. Foram absolvidos von Papen, Hjalmar Schacht e Hans Fritzsche, os únicos que não eram nem nunca foram Nacional-Socialistas. Há inclusivamente provas que Schacht pertencia à Maçonaria e foi um dos principais sabotadores do regime, um dos muitos inimigos que Adolf Hitler tinha nas principais hierarquias do Exército e do Estado.
Foram condenados a penas de 10 a 25 anos de prisão Karl Doenitz, Baldur von Schirach, von Neurath e Albert Speer, e a prisão perpétua Walter Funk, Erich Raeder e Rudolf Hess que, como acima foi dito, continua sepultado vivo numa fortaleza para 600 reclusos mas que atualmente apenas “hospeda” um velho há 41 anos.
Todas estas irregularidades e injustiças, para já não falar em tantas outras que seria quase impossível aqui enumerar, fez com que, em 1948, o principal fiscal britânico Sr. Harley Shawcross exclamasse:
“O processo de Nuremberg transformou-se numa farsa jurídica. Envergonho-me de dizer que fui um dos acusadores em Nuremberg, como colega desses homens: os soviéticos.”
Porto, Junho de 1982
Manuel Monteiro
“Os americanos disfarçavam-se de sacerdotes para ouvirem as confissões dos acusados, torturavam-nos introduzindo-lhes fósforos nas unhas e ascendendo-os, dilaceravam-lhes os dentes e as mandíbulas, deixavam-nos incomunicáveis e não lhes davam mais que rações de fome.” (Edward van Roden, juiz em Nuremberg).
Estes e outros métodos piores foram usados para conseguir confissões dos acusados que serviram de base para provar o “extermínio” dos judeus. Os encarregados dos interrogatórios e que durante o julgamento fizeram parte do Ministério Público foram o Tenente Coronel Burton, Coronel Schumacker, Tenente Coronel Byrne, Tenente Coronel William Perl, Morris Ellowitz, Harry Thon, M. Kischbaum e M. A. Rosenfeld. Um breve exame destes sobrenomes nos leva à lamentável conclusão de que todos pertencem à santa raça judaica.
Este processo teve também muitas anormalidades processuais. Qualquer deportado podia fazer uma “declaração testemunhal que se estime ter valor probatório” e qualquer pessoa podia também testemunhar sem ter um conhecimento concreto dos fatos, bastava ter ouvido falar ou comentar por terceiros. Juntaram-se assim cerca de 300.000 declarações escritas, sob palavra. Mas, talvez uma das facetas mais incríveis do processo foi o fato de não ter sido permitido aos advogados de defesa contra-interrogar essas “testemunhas”. Qualquer referência destas às injustiças aliadas no Tratado de Versalhes também lhes estava vedada.
Estes advogados de defesa estavam submetidos a uma forte pressão da opinião pública, habilmente conduzida pela imprensa que sensacionalisticamente apelidava os acusados de “as 21 pessoas mais perigosas do mundo”. A casa de um deles, o Dr. Max, foi assaltada e saqueada pela população, instigada por agentes sionistas. Certas associações jurídicas profissionais propuseram a sua expulsão coletiva do exercício da profissão. Houve mesmo alguns jornais que se insurgiram contra os banquetes que eram servidos aos acusados, sendo evidente que nas “últimas” só recebiam pão e água.
Enquanto toneladas de papéis da acusação eram despachados administrativamente com toda a celeridade, as alegações da defesa sofriam lamentáveis atrasos e várias provas importantíssimas desapareceram misteriosamente, criando graves obstáculos e contratempos aos advogados de defesa. Estes deviam entregar as suas provas aos fiscais acusadores, para estes examinarem, mas estava-lhes vetado examinar as provas da acusação. Isto ao abrigo do estatuto nº 13 do Tribunal Internacional de Nuremberg.
O artigo 6º da Carta dos Dois Tribunais para os Crimes de Guerra violou claramente o princípio nulla poena sine lege ao estabelecer que o fato de se preparar ou conduzir uma guerra constitui um crime contra a paz, quando não havia em Setembro de 1939 (nem depois) qualquer acordo ou lei de Direito Internacional nesse sentido. O princípio da não-retroatividade da lei é um pilar do Direito que aqui foi habilmente esquecido, tornando-se este julgamento numa vergonhosa farsa e num grave atentado à idéia de Justiça, além de que foram assassinados uma dezena de inocentes e outros sofreram longos anos na prisão. Ainda hoje um deles: Rudolf Hess continua o seu martírio na fortaleza de Spandau-Berlim, pelo único crime de pretender a paz. Ironicamente o Tribunal condenou-o por crimes de preparação de uma guerra e crimes contra a paz. Até onde pode chegar o humor negro sionista.
Também o Reichsfuhrer SS Heinrich Himmler foi oportunamente suicidado. Com a sua presença e os seus conhecimentos como principal responsável das SS, seria totalmente impossível aos fiscais acusadores lançar como provas irrefutáveis os pretensos extermínios nos campos de concentração, majoritariamente situados na Polônia.
A sentença correspondeu logicamente aos pedidos do Ministério Público. A máquina estava bem montada para condenar à morte por enforcamento os generais Alfred Jodl e Wilhelm Keitel que pelo fato de serem oficiais deveriam ser fuzilados, Ernst Kaltenbrunner, Hans Franck, Fritz Sauckel, Wilhelm Frick, Julius Streicher, Joachim von Ribbentrop, Arthur Seiss-Ynquart e Alfred Rosemberg. A este último suspenderam-no de forma a não morrer por ruptura cervical, como sempre acontece nos enforcamentos, mas por asfixia o que torna a morte muito mais demorada e horrorosa.
O seu único supremo crime: ser um verdadeiro filósofo e permanecer fiel ao Líder até à morte. O comandante da Luftwaffe Hermann Goering conseguira suicidar-se dias antes, ainda hoje não se sabe muito bem como o conseguiu. Foram absolvidos von Papen, Hjalmar Schacht e Hans Fritzsche, os únicos que não eram nem nunca foram Nacional-Socialistas. Há inclusivamente provas que Schacht pertencia à Maçonaria e foi um dos principais sabotadores do regime, um dos muitos inimigos que Adolf Hitler tinha nas principais hierarquias do Exército e do Estado.
Foram condenados a penas de 10 a 25 anos de prisão Karl Doenitz, Baldur von Schirach, von Neurath e Albert Speer, e a prisão perpétua Walter Funk, Erich Raeder e Rudolf Hess que, como acima foi dito, continua sepultado vivo numa fortaleza para 600 reclusos mas que atualmente apenas “hospeda” um velho há 41 anos.
Todas estas irregularidades e injustiças, para já não falar em tantas outras que seria quase impossível aqui enumerar, fez com que, em 1948, o principal fiscal britânico Sr. Harley Shawcross exclamasse:
“O processo de Nuremberg transformou-se numa farsa jurídica. Envergonho-me de dizer que fui um dos acusadores em Nuremberg, como colega desses homens: os soviéticos.”
Porto, Junho de 1982
Manuel Monteiro
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
a verdade de Auschwitz
jews tell the TRUTH about the "Holocaust"
de vez em quando há judeus que dizem a verdade...é raro, mas acontece. a esses judeus, os meus sinceros parabéns.
http://gasskammer.blogspot.no/2013/03/auschwitz-i-bilder.html
http://www.dailystormer.com/the-truth-behind-the-liberation-of-auschwitz/
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/08/a-fraude-do-holocausto-em-imagens.html
http://gasskammer.blogspot.no/2013/03/auschwitz-i-bilder.html
http://www.dailystormer.com/the-truth-behind-the-liberation-of-auschwitz/
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/08/a-fraude-do-holocausto-em-imagens.html
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
a fraude do «holocausto» em imagens



1ªimagem - memorial de 1948 em Auschwitz, para suportar o nascimento de israel, 4 milhões de mortos segundo o memorial. décadas mais tarde (1989) a urss fez uma placa a assinalar 1,5 milhões de mortos em Auschwitz. "discrepância" de 2,5 milhões. "pormenorzinho" de nada.
2ªimagem - zero resíduos tóxicos ou manchas azuis nas paredes encontradas nas paredes das supostas "câmaras de gás", em investigações científicas.
3ªimagem - por "coincidência", só a "câmara de gás" de Auschwitz é diferente de todas as outras câmaras de gás comuns dos EUA. vá-se lá saber porquê...
4ªimagem - todos os "campos de extermínio" foram encontrados na zona ocupada pela urss. manipulação e retocagem estalinista de fotos, hábito copiado pelos Aliados, para forjarem "provas" contra os nazis, como na foto manipulada da imagem.
5ªimagem - afinal, e ao contrário do inicialmente reclamado, os "campos de extermínio" alemães, eram todos apenas campos de concentração. os únicos campos de extermínio por "coincidência" estavam em território ocupado pelos soviéticos.
6ªimagem - foto original do New York Times, vergonhosamente manipulada posteriormente pelos Aliados com um judeu nú posto de pé na imagem.
7ªimagem - posters e fotos nunca mostradas dos campos de concentração, que provam que havia mesmo epidemia de tifo nos campos, devido a fome e embargo dos Aliados, com bombardeamentos à mistura.
8ª imagem - imagem de Dachau, durante a "libertação". como se pode ver, era só mortos e escanzelados.
9ª imagem - imagem de Buchenwald, durante a "libertação". como se pode ver, estavam todos mortos e escanzelados.
10ª imagem - imagem de Birkenau (Auschwitz) durante a "libertação". como se pode ver, estavam todos mortos e escanzelados.
conclusão: mas alguém ainda acredita nesta piada de mau gosto chamada "holocausto"?
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
israel insiste na lavagem cerebral
Embaixador de Israel insiste na necessidade do ensino do Holocausto em Portugal

O embaixador de Israel em Lisboa, Ehud Gol, insistiu hoje na necessidade do ensino do Holocausto em Portugal, adiantando que o Museu do Holocausto em Jerusalém pode ajudar na formação de professores portugueses.
Num debate na conferência 'Portugal e o Holocausto – Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro', a decorrer em Lisboa, Ehud Gol considerou que «o ensino do Holocausto devia ser do interesse de Portugal» e referiu um acordo com Israel para formação de professores portugueses pelo Yad Vashem.
O diplomata assinalou que Portugal decretou luto oficial pela morte de Hitler e que existem «apenas dois portugueses» entre os premiados pelo Yad Vashem com o título de «Justos entre as nações» (não judeus que durante a II Guerra Mundial salvaram a vida de judeus perseguidos pelo regime nazi), para defender que o país necessita de conhecer melhor a sua história naquele período.
Ao lado dos embaixadores alemão e austríaco em Lisboa, Ehud Gold recordou o seu primeiro encontro em criança, nos primeiros anos do Estado de Israel, com sobreviventes do ‘Shoah’ e a emoção que sentiu com o julgamento em Israel em 1961 de Adolf Eichmann, grande responsável pela logística de extermínio durante o Holocausto.
Os três embaixadores participaram no debate sobre "Ensino do Holocausto: Experiência Local", moderado pelo embaixador dos Estados Unidos em Portugal, Allan Katz.
Helmut Elfenkamper, embaixador alemão em Portugal, declarou que o Holocausto «continua muito presente» na Alemanha, adiantando que «a memória não esmoreceu» sobre o que classificou de «crime único contra a humanidade» que constituiu uma marca na identidade alemã.
O diplomata considerou existir actualmente na sociedade alemã um «sólido consenso» de que o Holocausto «é definidor de como os alemães se vêem e vêem o mundo».
A tarefa hoje é continuar a ensinar as novas gerações, disse o embaixador, depois de referir que o Holocausto faz parte dos ‘curricula’ alemães desde o início dos anos 90 e que é abordado em várias disciplinas.
Bernhard Wrabetz, embaixador austríaco em Portugal, disse que o modo como a Áustria se foi relacionando com o seu passado foi um «processo longo e difícil».
Tal como na vizinha Alemanha, o ensino do Holocausto ao nível dos programas escolares e da formação de professores emergiu nos anos 1990 e, nos últimos anos, tem aumentado a investigação sobre aquele período da história da Áustria, adiantou.
A propósito, referiu que uma investigadora austríaca inicia no próximo ano um trabalho sobre os refugiados austríacos que terão fugido para Portugal durante o Holocausto.
A existência de cada vez menos sobreviventes do Holocausto para contar a sua experiência e ensinar a quarta geração pós-guerra foi apontada como um desafio actual pelo diplomata austríaco.
«Mudámos e estamos a mudar a nossa memória colectiva», declarou Bernhard Wrabetz, adiantando acreditar que os austríacos «registam progressos» no sentido de fazerem o que não fizeram «durante anos: honrar as vítimas do Holocausto».
Organizada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Embaixada dos Estados Unidos da América, a conferência “Portugal e o Holocausto”, que reuniu investigadores de todo o mundo, iniciou-se na segunda-feira e termina hoje.
FONTE
porque é que o ensino do pseudo-holocausto devia ser do "interesse de Portugal"? porque é que esta gentalha insiste em impingir dogmas completamente alheios às populações ocidentais, quase como se fossem religião? porque não vai impingir o dogma do holocausto lá no país dele e deixa a Europa em paz?
se o holocausto é assim tão "verdadeiro" e "sagrado", então porque é que não se impõe naturalmente e só se impõe e afirma mediante a imposição e a lavagem cerebral? este Ehud Gol pensará que manda em Portugal e na Europa?
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
sábado, 9 de julho de 2011
o mito dos «seis milhões» II
(continuação...)
mais alguns exemplos de mitificação. em 1940, mesmo antes da existência dos campos de concentração, os judeus reclamaram novamente "seis milhões" de vítimas
em 1943, a mentira volta a surgir, desta vez no Readers Digest e pela mão do judeu Ben Hecht
em 1945, mesmo antes do final da Guerra, outro judeu, Jacob Lestchinsky, já reclamava "seis milhões" de judeus mortos além de estimar uma redução da população judaica na Europa desde 1939 (e logo em "seis milhões")...
pelos vistos, de tanto repetir o mesmo número, muito antes, antes, durante e após a Guerra, a propaganda resultou...
também em 1945, e ainda antes do fim da Guerra, um dos maiores criminosos, assassinos e estupradores de sempre, o judeu ucraniano Ilija Ehrenburg, falava em "seis milhões" de judeus mortos como um facto consumado.
em 1946, um ano após o fim da Guerra, os judeus já reclamavam "seis milhões" de mortos, mesmo sem estatísticas, investigações ou dados oficiais quanto ao número de mortos
aqui, no fim do 2º parágrafo, fala-se em "seis milhões" de judeus mortos na Europa
e mais haveria...
segundo dados da Cruz Vermelha, que inspeccionou os campos Nazis, o número aproximado de mortos nesses campos, foi inferior a 300 mil. e desses menos de 300 mil, nem todos eram judeus. talvez só metade o fossem. as principais causas de morte, foram fome e tifo.
sem dúvida que este Holoconto judaico da Torah é uma bela mentira e um belo mito que serviu para:
- criar o Estado judaico de israel
- extorquir dinheiro aos Europeus e Americanos
- criar negócios, livros ficcionados (Anne Frank), filmes de Hollywood e centros "Wiesenthalianos"
- criar pretextos para a imposição sistémica do multirracialismo e a proibição do nazismo e fascismo
- criar complexos de culpa nos Europeus e brancos arianos em geral
- vitimizar os judeus e torná-los incriticáveis, façam o que fizerem (crítica = anti-semitismo = holoconto)
- branquear por completo o (esse sim) verdadeiro Holocausto de incontáveis milhões de mortos (URSS, Alemanha, etc) e o regime mais criminoso e sangrento da história da humanidade.
- castigar e punir quem se atreva a contrariar, com provas, o dogma sagrado da Torah.
como se viu, a repetição incessante do mesmo número, antes, durante e após a Guerra, deu os seus frutos. o mito "entrou" na cabeça das pessoas. o mal venceu. a maior mentira de todos os tempos venceu.
até quando...??
mais alguns exemplos de mitificação. em 1940, mesmo antes da existência dos campos de concentração, os judeus reclamaram novamente "seis milhões" de vítimas
em 1943, a mentira volta a surgir, desta vez no Readers Digest e pela mão do judeu Ben Hecht
em 1945, mesmo antes do final da Guerra, outro judeu, Jacob Lestchinsky, já reclamava "seis milhões" de judeus mortos além de estimar uma redução da população judaica na Europa desde 1939 (e logo em "seis milhões")...
pelos vistos, de tanto repetir o mesmo número, muito antes, antes, durante e após a Guerra, a propaganda resultou...
também em 1945, e ainda antes do fim da Guerra, um dos maiores criminosos, assassinos e estupradores de sempre, o judeu ucraniano Ilija Ehrenburg, falava em "seis milhões" de judeus mortos como um facto consumado.
em 1946, um ano após o fim da Guerra, os judeus já reclamavam "seis milhões" de mortos, mesmo sem estatísticas, investigações ou dados oficiais quanto ao número de mortos
aqui, no fim do 2º parágrafo, fala-se em "seis milhões" de judeus mortos na Europa
e mais haveria...
segundo dados da Cruz Vermelha, que inspeccionou os campos Nazis, o número aproximado de mortos nesses campos, foi inferior a 300 mil. e desses menos de 300 mil, nem todos eram judeus. talvez só metade o fossem. as principais causas de morte, foram fome e tifo.
sem dúvida que este Holoconto judaico da Torah é uma bela mentira e um belo mito que serviu para:
- criar o Estado judaico de israel
- extorquir dinheiro aos Europeus e Americanos
- criar negócios, livros ficcionados (Anne Frank), filmes de Hollywood e centros "Wiesenthalianos"
- criar pretextos para a imposição sistémica do multirracialismo e a proibição do nazismo e fascismo
- criar complexos de culpa nos Europeus e brancos arianos em geral
- vitimizar os judeus e torná-los incriticáveis, façam o que fizerem (crítica = anti-semitismo = holoconto)
- branquear por completo o (esse sim) verdadeiro Holocausto de incontáveis milhões de mortos (URSS, Alemanha, etc) e o regime mais criminoso e sangrento da história da humanidade.
- castigar e punir quem se atreva a contrariar, com provas, o dogma sagrado da Torah.
como se viu, a repetição incessante do mesmo número, antes, durante e após a Guerra, deu os seus frutos. o mito "entrou" na cabeça das pessoas. o mal venceu. a maior mentira de todos os tempos venceu.
até quando...??
o mito dos «seis milhões» I
muitas outras referências ao número dos "seis milhões" foram feitas antes da década de 1940:
Rabbi Wise: "Há 6 milhões a viver, a sangrar, e a sofrer argumentos a favor do sionismo."
11 de Junho de 1900 - New York Times - página 7
de recordar que este Rabbi Wise foi exactamente o mesmo que disse, mais tarde, e ipsis verbis que marxismo e judaísmo eram exactamente a mesma coisa:
"Some call it Marxism — I call it judaism." (The American Bulletin, Rabbi S. Wise, May 5, 1935)
prossigamos agora com mais uma referência, desta feita em 1902 na décima edição da
Encyclopedia Britannica (entrada sobre 'antissemitismo): "seis milhões de judeus" da Roménia e da Rússia a serem "sistematicamente degradados"
1905- Um pregador judeu declara que a abolição da autocracia russa (Czar) levada a cabo pelos judeus poderá significar o fim do sionismo, e nova referência a "seis milhões".
em 1906 um publicitário judeu diz no "New York Times" que os russos tencionavam exterminar 6 milhões de judeus ("solução"), em consequência da revolução bolchevique
em 1910, no Livro do Ano do Comité Judaico Americano, é dito que os Russos desde 1890, têm um plano para expulsar ou exterminar 6 milhões de judeus por motivos religiosos
em 1919, depois da I Grande Guerra, aparece uma reclamação sobre um suposto Holocausto de "seis milhões" de judeus, no "isento" jornal "The American Hebrew". mas o choradinho não pegou, na altura.
e o mito prosseguiu:
em 1936, o "New York Times" relata que lobbies sionistas pediram ajuda a organizações cristãs americanas e ao governo britânico, para criar um Estado judaico na Palestina, para salvar os judeus do "Holocausto Europeu", quando nem havia ainda sequer campos de concentração...
ainda no mesmo ano de 1936, também o "The Gazette Montreal", fala em 32 delegações judaicas, como representantes de "seis milhões" de Hebreus.
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