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sábado, 12 de outubro de 2019
privilégio judeu
FONTE
o que faz com que os judeus estejam tão sobrerepresentados nestas àreas não é a "superior inteligência", mas sim o nepotismo e a influência/trabalho em rede, entre outras coisas mais ou menos mafiosas.
segunda-feira, 3 de junho de 2019
quarta-feira, 30 de março de 2016
afinal loiras são mais inteligentes
Afinal, as loiras são as mais inteligentesAcabaram-se as piadas e as teorias preconceituosas. A ciência tem agora a certeza de que a loiras são as mais inteligentes.
De anedotas a filmes, passando por piadas, mitos e teorias que ultrapassam fronteiras, as loiras sempre foram tidas como as menos inteligentes, mas sabe-se agora que, afinal, ‘o burro sou eu’.
Jay Zagorsky, da Universidade de Ohio, analisou uma série de dados acerca das mulheres e traçou uma linha – bastante clara, por sinal – que une os fios de cabelo loiros e a inteligência. Segundo este professor, as loiras são mesmo as mais inteligentes quando comparadas com outras mulheres, lê-se no estudo.
Entre as caucasianas (o único grupo estudado, uma vez que a grande maioria das loiras tem pele branca), as mulheres que nasceram com os fios loiros apresentaram melhores pontuações no quociente de inteligência (QI) do que aquelas que têm o cabelo castanho, preto ou branco.
Mais concretamente, as loiras apresentaram um QI médio de 103.2, enquanto as mulheres de cabelo castanho tiveram 102.7, as de cabelo branco 101.2 e as de cabelo negro 100.5.
Contudo, no caso dos homens, o QI mostrou-se mais elevado entre os que tinham o cabelo castanho (104.4), seguindo-se, então, os loiros (103.9).
A conclusão surgiu depois do investigador ter combinado os dados da Pesquisa Nacional Longitudinal da Juventude dos Estados Unidos com as entrevistas e testes realizados ao longo dos anos de investigação.
FONTE
quarta-feira, 15 de abril de 2015
domingo, 28 de setembro de 2014
QI dos países europeus
não é surpreendente. os mais inteligentes (a amarelo) são a Finlândia, Holanda e Suiça) depois, num segundo nível, estão vários países encabeçados pela Estónia.
menos inteligente que Portugal, só a Lituânia e a Ucrânia (por uma décima), vários outros países de Leste, a saber Moldávia, Roménia, Bulgária, e depois os Balcãs: Macedónia, Albânia, Montenegro, Bósnia, Sérvia e, claro, a Grécia no Sul. a Turquia não entra para estas contas, pois não é um país Europeu. mas se fosse, era o menos inteligente de todos, exceptuando Albânia, Montenegro e Bósnia.
domingo, 18 de agosto de 2013
pessoas racistas também são inteligentes
um estudo da Universidade do Michigan mostra que ao contrário do que é pretendido e propangandeado pelos sectores multirracialistas, o racismo não é uma questão de "ignorância", "falta de inteligência" ou de "estudos", como é constantemente dito para desse modo denegrir a imagem dos racialistas e identitários.
ler em: FONTE
resumindo, "ignorante" é todo aquele que se afasta da narrativa oficial e sagrada do sistema. o sistema oferece a "educação" (lavagem cerebral) e quem a recusa é taxado de "ignorante". simples.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
terça-feira, 11 de setembro de 2012
raça e inteligência
A opinião fez estremecer, pois Hans J. Eysenck não é um ilustre desconhecido. O Sunday Times diz que ele é «um dos sábios mais influentes» em Inglaterra Em 1934, fugiu à perseguição nazi. É pois díficil acusá-lo de «racismo». (A extrema-esquerda britânica porém não se tem coibido.)
A sua demonstração apoia-se principalmente em três observações:
1) Todas as experiências efectuadas com gémeos homozigóticos (isto é, «gémeos autênticos»), separados desde a nascença e educados em meios diferentes, mostram que o seu quociente intelectual é sensivelmente igual, com pequenas diferenças. O que atesta que a sua inteligência é fortemente hereditária;
2) A diferença média de Q.I. aparece, integralmente, logo que se escolhem negros e brancos educados nas mesmas condições, frequentemente nos mesmos estabelecimentos e gozando do mesmo padrão económico. Subsiste ainda, se se econfrontarem brancos de camadas sociais mais baixas e negros de meios mais favorecidos. O «ambiente» não é pois o factor explicativo determinante;
3) Os chineses, cujo padrão social nos Estados Unidos é nitidamente inferior ao dos brancos, obtêm nos testes os melhores resultados. Inversamente, os índios americanos, que são vítimas de uma discriminação muito maior do que a imposta aos negros, têm um Q.I. mais elevado do que estes últimos.
Conclusão do professor Eysenck: «Existem diferenças raciais no plano da anatomia e da fisiologia e mesmo da bioquímica. Porque será o cérebro uma excepção? É preciso rendermo-nos à evidência: a inteligência é determinada pela hereditariedade»
FONTE: Nova Direita, Nova Cultura; Alain Benoist (págs.173-174)
quinta-feira, 23 de junho de 2011
QI das raças nativas do Mundo
FONTE: World Distribution of IQ Scores of Indigenous (pre European migration)
Peoples (Adapted from Lynn, 2006)
sexta-feira, 2 de abril de 2010
estudo relaciona ateismo com QI alto
Estudo relaciona descrença religiosa a QI alto
Segundo pesquisa, QI médio é mais alto nos países onde há menor crença em Deus.
Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista académica Intelligence em setembro, defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas.
O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem filiação universitária.
Lynn é autor de outras pesquisas polémicas, entre elas uma que sugere que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.
A conclusão é baseada na compilação de pesquisas anteriores que mostram uma relação entre QIs altos e baixa religiosidade e em dois estudos originais.
Num desses estudos, os autores compararam a média de QI com religiosidade entre países.
No outro estudo, eles cruzaram os resultados de jovens americanos num teste alternativo de habilidade intelectual (fator g) com o grau de religiosidade deles.
Na pesquisa entre países, os pesquisadores analisaram média de QI com o de religiosidade em 137 países. Os dados foram coletados em levantamentos anteriores.
Os autores concluíram que em apenas 23 dos 137 países a percentagem da população que não acredita em Deus passa dos 20% e que esses países são, na maioria, os que apresentam índices de QI altos.
Excepções
Os pesquisadores dividiram os países em dois grupos.
No primeiro grupo, foram colocados os países cujas médias de QI são mais baixos, variando de 64 a 86 pontos. Nesse grupo, uma média de apenas 1,95% da população não acredita em Deus.
No segundo grupo, onde a média de QI era de 87 a 108, uma média de 16,99% da população não acredita em Deus.
Os autores argumentam que há algumas excepções para a conclusão de que QI alto equivale a altas taxas de ateísmo.
Eles citam, por exemplo, os casos de Cuba (QI de 85 e cerca de 40% de descrentes) e Vietname (QI de 94 e taxa de ateísmo de 81%), onde há uma porcentagem de pessoas que não acreditam em Deus maior do que a de países com QI médio semelhante.
Uma possível explicação estaria, segundo os autores, no facto de que "esses países são comunistas nos quais houve uma forte propaganda ateísta contra a crença religiosa".
Outra excepção seriam os Estados Unidos, onde a média de QI é considerada alta (98), mas apenas 10,5% dizem não acreditar em Deus, uma taxa bem mais baixa do que a registada no noroeste e na região central da Europa - onde há altos índices médios de QI e de ateísmo.
Lynn diz que uma explicação para o quadro verificado nos Estados Unidos pode estar no facto de que "há um grande influxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade".
Mas ele reconhece que mesmo grupos que emigraram para os Estados Unidos há muito tempo tendem a ter crenças religiosas fortes e diz que, simplesmente, não consegue explicar a realidade americana.
Generalização
Os autores argumentam que essa relação entre QI e descrença religiosa tem sido demonstrada em várias pesquisas na Europa e nos Estados Unidos desde a primeira metade do século passado.
Eles citam, também, uma pesquisa de 1998 que mostrou que apenas 7% dos integrantes da Academia Nacional Americana de Ciências acreditavam em Deus, comparados com 90% da população em geral.
Lynn admitiu à BBC Brasil que os resultados apontam para uma "generalização" e que há pessoas com QI alto que têm crenças religiosas fortes.
Segundo ele, há vários factores, como influência familiar ou pressão social, que influenciam a religiosidade das pessoas.
"Nós temos que diferenciar a situação actual de outros períodos da história. As pessoas tendem a adoptar uma atitude de acordo com a sociedade em que vivem. Hoje em dia, na Grã-Bretanha e noutros países europeus, não há tanta pressão da sociedade para acreditar em Deus", afirma.
Uma das hipóteses que o estudo levanta para tentar explicar a correlação entre QI e religiosidade é a teoria de que pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos "irracionais".
Dúvidas
O professor de psicologia da London School of Economics, Andy Wells, porém, levanta questões sobre a tese.
"A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto leva à falta de religiosidade, mas eu acredito que é muito difícil ter a certeza disso", afirma.
De acordo com Wells, vários estudos já demonstraram que pessoas com níveis de QI altos tendem a ter níveis de educação mais altos.
"E quanto mais educação as pessoas têm, é mais provável que elas tenham acesso a teorias alternativas de criação do mundo, por exemplo", afirma Wells.
O jornal de psicologia Intelligence, publicado na Grã-Bretanha, traz pesquisas originais, estudos teóricos e críticas de estudos que "contribuam para o entendimento da inteligência". Académicos de universidades de vários países fazem parte da diretoria editorial.
FONTE
Segundo pesquisa, QI médio é mais alto nos países onde há menor crença em Deus.
Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista académica Intelligence em setembro, defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas.
O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem filiação universitária.
Lynn é autor de outras pesquisas polémicas, entre elas uma que sugere que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.
A conclusão é baseada na compilação de pesquisas anteriores que mostram uma relação entre QIs altos e baixa religiosidade e em dois estudos originais.
Num desses estudos, os autores compararam a média de QI com religiosidade entre países.
No outro estudo, eles cruzaram os resultados de jovens americanos num teste alternativo de habilidade intelectual (fator g) com o grau de religiosidade deles.
Na pesquisa entre países, os pesquisadores analisaram média de QI com o de religiosidade em 137 países. Os dados foram coletados em levantamentos anteriores.
Os autores concluíram que em apenas 23 dos 137 países a percentagem da população que não acredita em Deus passa dos 20% e que esses países são, na maioria, os que apresentam índices de QI altos.
Excepções
Os pesquisadores dividiram os países em dois grupos.
No primeiro grupo, foram colocados os países cujas médias de QI são mais baixos, variando de 64 a 86 pontos. Nesse grupo, uma média de apenas 1,95% da população não acredita em Deus.
No segundo grupo, onde a média de QI era de 87 a 108, uma média de 16,99% da população não acredita em Deus.
Os autores argumentam que há algumas excepções para a conclusão de que QI alto equivale a altas taxas de ateísmo.
Eles citam, por exemplo, os casos de Cuba (QI de 85 e cerca de 40% de descrentes) e Vietname (QI de 94 e taxa de ateísmo de 81%), onde há uma porcentagem de pessoas que não acreditam em Deus maior do que a de países com QI médio semelhante.
Uma possível explicação estaria, segundo os autores, no facto de que "esses países são comunistas nos quais houve uma forte propaganda ateísta contra a crença religiosa".
Outra excepção seriam os Estados Unidos, onde a média de QI é considerada alta (98), mas apenas 10,5% dizem não acreditar em Deus, uma taxa bem mais baixa do que a registada no noroeste e na região central da Europa - onde há altos índices médios de QI e de ateísmo.
Lynn diz que uma explicação para o quadro verificado nos Estados Unidos pode estar no facto de que "há um grande influxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade".
Mas ele reconhece que mesmo grupos que emigraram para os Estados Unidos há muito tempo tendem a ter crenças religiosas fortes e diz que, simplesmente, não consegue explicar a realidade americana.
Generalização
Os autores argumentam que essa relação entre QI e descrença religiosa tem sido demonstrada em várias pesquisas na Europa e nos Estados Unidos desde a primeira metade do século passado.
Eles citam, também, uma pesquisa de 1998 que mostrou que apenas 7% dos integrantes da Academia Nacional Americana de Ciências acreditavam em Deus, comparados com 90% da população em geral.
Lynn admitiu à BBC Brasil que os resultados apontam para uma "generalização" e que há pessoas com QI alto que têm crenças religiosas fortes.
Segundo ele, há vários factores, como influência familiar ou pressão social, que influenciam a religiosidade das pessoas.
"Nós temos que diferenciar a situação actual de outros períodos da história. As pessoas tendem a adoptar uma atitude de acordo com a sociedade em que vivem. Hoje em dia, na Grã-Bretanha e noutros países europeus, não há tanta pressão da sociedade para acreditar em Deus", afirma.
Uma das hipóteses que o estudo levanta para tentar explicar a correlação entre QI e religiosidade é a teoria de que pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos "irracionais".
Dúvidas
O professor de psicologia da London School of Economics, Andy Wells, porém, levanta questões sobre a tese.
"A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto leva à falta de religiosidade, mas eu acredito que é muito difícil ter a certeza disso", afirma.
De acordo com Wells, vários estudos já demonstraram que pessoas com níveis de QI altos tendem a ter níveis de educação mais altos.
"E quanto mais educação as pessoas têm, é mais provável que elas tenham acesso a teorias alternativas de criação do mundo, por exemplo", afirma Wells.
O jornal de psicologia Intelligence, publicado na Grã-Bretanha, traz pesquisas originais, estudos teóricos e críticas de estudos que "contribuam para o entendimento da inteligência". Académicos de universidades de vários países fazem parte da diretoria editorial.
FONTE
domingo, 31 de janeiro de 2010
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
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