"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

terça-feira, 15 de maio de 2018

festival da eurásiavisão

























país que não podia participar, com canção horrível interpretada por uma pessoa feia e asiática...
espectáculo! pró ano há mais.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Portugal filial angolana

josé eduardo dos santos é o 3º mais poderoso da economia
isabel dos santos é a 4ª mais poderosa da economia
poder angolano em portugal começou a ser escrito em 2005























porque o capital não tem raça, nem etnia, nem país. e por isso mesmo tem que ser controlado e subalternizado, para não ser um fim em si mesmo nem se antepôr aos valores essenciais da existência.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

o verdadeiro 1ºministro de Portugal




















depois do escurinho etíope (Abebe Selassie) temos agora o monhé apenas ligeiramente menos escurinho Subir Lall, na imagem acima, como o 1ºministro de Portugal.

sábado, 29 de março de 2014

a subserviência compensa

Vítor Gaspar confirmado em alto cargo no FMI

Ex-ministro das Finanças vai ser director do Departamento de Assuntos Orçamentais de Fundo Monetário Internacional

Christine Lagarde, directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), nomeou Vítor Gaspar para o cargo de director do Departamento de Assuntos Orçamentais da organização. A nomeação deve tornar-se efectiva no início de Junho.

Vítor Gaspar "trás com ele credenciais de gestão impressionantes e um registo formidável de experiência em política pública ao nível europeu e nacional", destacou Christine Lagarde. "A minha equipa e eu estamos ansiosos por trabalhar com Vítor Gaspar em assuntos de finanças públicas e em fornecer aconselhamento vital em política orçamental aos nossos países-membros", reforçou.

O Expresso já tinha noticiado que o ex-ministro das Finanças se tinha candidatado a um alto cargo no FMI, tendo-se deslocado a Washington no âmbito do processo de selecção que, tal como previsto, ficou fechado até final de Fevereiro.

Depois da demissão do Governo no verão passado, Vítor Gaspar tinha retomado as funções de consultor no Banco de Portugal.

FONTE


notícia que já tem um mês, mas cá vai. depois de já ter estado no BCE de 1998 a 2004, volta assim o Vítor Louçã Rabaça Gaspar (primo direito do ex-coordenador do BE) a ocupar um grande cargo na finança internacional, como prémio pelo bom comportamento (leia-se obediência aos interesses do FMI).
quanto a mim, creio que o acto de nomeação foi apenas uma formalidade, pois o Rabaça Gaspacho já trabalhava para o FMI desde 2011, depois da 3ª bancarrota deliberadamente provocada pelo PS, precisamente para colocar o país nas mãos desta quadrilha internacional.
deve ser "só" mais uma daquelas famosas coincidências que tanto o BCE como o FMI sejam geridos por judeus, assim como é outra coincidência que Louçã ou Loução, e Rabaça sejam nomes cristãos-novos usados por relativamente poucas famílias. outra coincidência que a terra natal do Gaspacho com 2800 habitantes fique a poucos quilómetros de Belmonte e que tenha ela própria uma significativa comunidade judaica, além de produzir azeite kosher.  não se trata de fazer publicidade a merda, eu até detesto azeite e azeitona também. trata-se de juntar indícios mais que credíveis.

segunda-feira, 10 de março de 2014

a encruzilhada

















A Ucrânia parece estar entre a espada e a parede, ou num beco sem saída. se de um lado, é pressionada pela ameaça do "imperialismo" russo com tiques neo-bolcheviques, do outro parece ter a ameaça da ingerência norte-americana (sionista) e do não menos imperialista projecto da EUSSR apoiado pelos neo-liberais dentro do movimento nacionalista ucraniano e provavelmente por dinheiro judeu.
no fundo, vai dar praticamente ao mesmo.
a solução certa é que o nacionalismo ucraniano se liberte de ingerências e defenda a independência quer relativamente à Rússia, quer à UE, mas até nisso a Ucrânia está dividida, com uma metade leste mais "pró-russa" e uma metade oeste mais "pró-ocidental", que infelizmente se confunde com pró-UE.

a verdade é que o projecto da EUSSR, não é necessariamente inimigo do projecto russo, mas talvez e somente "complementar", eventualmente "rival", mas só em termos territoriais e circunstanciais, nunca em termos ideológicos ou estruturais, ou não existisse um grande projecto "Euro-asiático". é bom que se perceba isto e se consiga ver a "big picture", como se costuma dizer.
revejo-me quase a 100% no comunicado que o PNR fez sobre o assunto. não há só uma verdade linear sobre o assunto, a Ucrânia é um país complexo e até de certa forma "artificial", mas isso não pode ser aproveitado nem para ingerências, nem para invasões ou batalhas artificiais entre povos europeus.

a ucrânia e os judeus
















FONTE


"Várias organizações têm em curso programas de apoio caso a situação piore na Ucrânia. Há judeus nos dois lados da barricada do conflito e que foram alvo de violência, mas ninguém sabe bem de que lado."


pois, há judeus do lado dos nacionalistas ucranianos, e do lado dos russos.  confusos? só quem não entende o conceito de rachar para conquistar (dialéctica).  judeus incitam ucranianos contra russos e incitam russos contra ucranianos. a prazo, teremos uma guerra étnica entre eslavos ucranianos e eslavos russos, que embora não sejam a mesma etnia, e embora a Ucrânia seja uma "nação" artificial, isso não serve de pretexto para guerras artificiais causadas pela ingerência judaica.  no final, ucranianos e russos ficarão dizimados, a Ucrânia será integrada à força na sionista União Europeia e talvez fique debaixo da pata de Moscovo a médio/longo prazo, enquanto o judeu esfrega as mãos de contente.



"Mas há quem sinta que a questão judaica está a ser usada para a luta entre dois campos, um pró e outro anti-Rússia."


sim, é verdade. e os judeus, sabedores e conhecedores disso mesmo, utilizam essa dialéctica para virarem ucranianos ingénuos contra russos e vice-versa, ao mesmo tempo que se vitimizam e gritam que estão a ser usados como "bode expiatório". o que ninguém sério duvida, é que os judeus são farsantes em toda a parte do Mundo. faz parte da sua natureza intrínseca.



"Outros concordam. “Não acho que o anti-semitismo tenha piorado de repente”, comentou o rabino Yonathan Markovich, em declarações ao Ha’aretz. “Aqui culpam sempre os judeus por qualquer problema. Há um ditado: 'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’


pois, e curiosamente há outro ditado que diz "gato escaldado de àgua fria tem medo". houve realmente um período na história da Ucrânia, nos anos 30 do século passado, em que não havia comida, porque os judeus a levaram! não admira que os ucranianos não queiram voltar a isso outra vez, e possam parecer excessivamente "paranóicos". pudera! já sentiram isso na pele e agora estão com pé atrás.

de resto, o artigo só fala de violência e ódio contra os judeus, mas nada diz dos crimes, violências e atrocidades dos judeus, não só na Ucrânia, como um pouco por toda a ex-URSS e Bloco de Leste.
os ucranianos não esquecem, e "talvez" possa ser essa a origem do "anti-semitismo" ucraniano.

muitos nacionalistas são ingénuos, não percebem, nem eles, nem os russos, que podem estar a ser usados como carne para canhão, para criar um conflito e uma agitação artificial que só prejudica a raça ariana e beneficia os do costume, tal como o projecto da EUSSR.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ídolo Mandibula foi treinado pela mossad


Carta de agente da Mossad diz que Israel treinou Mandela
Um jornal israelita divulgou uma carta de 1962 que diz que Mandela foi treinado pelos serviços secretos israelitas. Fundação Nelson Mandela desmente informação.

O jornal israelita "Ha'aretz" divulgou hoje uma carta de um agente da Mossad [serviços secretos israelitas] para o Ministério das Relações Exteriores, sobre Nelson Mandela.

A ser verdadeiro o teor dessa carta escrita há 51 anos, no dia 11 de outubro de 1962, Nelson Mandela terá sido "involuntariamente" treinado pelos serviços secretos israelitas, na Etiópia, no manuseamento de armas e técnicas de sabotagem.

A carta agora divulgada fala "The Black Pimpernel", pseudónimo de Nelson Mandela, e refere que o líder histórico sul-africano antiapartheid recebeu formação militar na Etiópia por agentes da secreta israelita.

A Fundação Nelson Mandela já desmentiu o teor da carta. Num comunicado, esclarece que não foi localizada "qualquer prova" documental no arquivo pessoal de Nelson Mandela que o relacione com o treino dados pelos serviços secretos israelitas na Etiópia.

A versão que o jornal israelita relata

O jornal "Ha'aretz" escreve que este treino foi classificado pelas autoridades de Israel de ultrassecreto. Em 1962, Mandela saiu da África do Sul para escapar à prisão e visitou vários países, nomeadamente a Etiópia, Egito, Argélia e Gana, onde pretendia angariar apoio para o Congresso Nacional Africano (ANC).

A carta escrita pelo oficial do Mossad refere uma conversa sobre "um estagiário na Etiópia chamado David Mobasari, da Rodésia", nome alegadamente usado na altura por Nelson Mandela.

"O referido foi treinado pelos etíopes em judo, sabotagem e armas", diz a carta  sobre The Black Pimpernel.

Segundo o "Ha´aretz", o termo "etíopes" foi, provavelmente, um nome de código para agentes israelitas da Mossad que trabalhavam na Etiópia.

"Ele cumprimentou os nossos homens com (saudação hebraica) ´Shalom`", porque "estava familiarizado com os problemas de (diáspora judaica) e Israel, e criou a impressão de um homem educado", lê-se na carta, assinalando que "os etíopes tentaram fazer dele um sionista".

"Agora surge a partir de fotografias em jornais histórias sobre a prisão do The Black Pimpernel, na África do Sul, que o estagiário da Rodésia estava a usar um pseudónimo e, afinal, os dois são realmente a mesma pessoa", refere a carta citada pelo jornal.

Segundo a carta, Mandela interessou-se nos métodos da Haganá e milícias judaicas que existiam antes da criação de Israel em 1948. Israel foi um poderoso aliado da política segregacionista da África do Sul, quando o Governo de Pretória foi confrontado com sanções da ONU no final de 1970.

FONTE

sábado, 15 de junho de 2013

o que é realmente a paz universal

«Só reinará a paz universal quando o domicílio ou território de cada raça ou nação for considerado inviolável por todas as outras, como é ou deve ser o domicílio do cidadão; quando os povos se convencerem de que nada lucram em quererem dominar ou explorar os outros povos; quando se reconheça a cada nação e região o direito de dispor livremente dos seus destinos.
Pelo contrário, os unificadores da humanidade (cosmopolitas, imperialistas e centralistas) são os maiores inimigos da paz universal e tranquilidade das nações. Todos os grandes conquistadores e tiranos têm procedido em nome da "unificação dos povos". Alexandre, César, Mahomet, Gengis-Khan, Napoleão e outros guerreiros destruíram e oprimiram muitos povos a pretexto de os "unificar" e "pacificar".
E ainda recentemente o Kaiser desencadeou a grande guerra para "unificar" a Humanidade sob a égide do "povo eleito" da Germânia.
Todo o unificador é um imperialista, um opressor.
A concepção babélica da Humanidade, sem diferenciação de raças e de nações, é absurda e contra a natureza.»

«Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca - III: Adulteração e Eliminação da Raça Branca»

sábado, 25 de maio de 2013

quem é Dugin?
















Dugin: Russian nationalism is a threat for the state, destructive and dangerous phenomenon 

Dugin is against "disgusting racism of the West" 

Dugin about the anti-white policy of R.Mugabe in Zimbabwe:

Quote:
I am a supporter of blacks. White civilization - their cultural values​​, false, dehumanizing model of the world, built by them - did not pay off. Everything goes to the beginning of the anti-white pogroms on a planetary scale. Russia saved only by the fact that we are not pure white. Predatory multinational corporations, oppression and suppression of all others, MTV, gays and lesbians - this is the fruit of white civilization, from which it is necessary to get rid of. So I am for reds, yellows, greens, blacks - but not for whites. I wholeheartedly on the side of the people of Zimbabwe.

FONTE


resposta: é um filho da puta anti-branco, pró-negro, neo-soviético e bolchevique, globalista e sionista.

terça-feira, 7 de maio de 2013

derrubar mais uns mitos sobre Mordechai

1- derrubar o mito construído pelo politicamente correcto de que Mordechai (Marx) era anti-semita e detestava judeus.
2- derrubar o mito segundo o qual Marx era muito diferente dos actuais esquerdistas, porque alegadamente não pugnava pela destruição das outras raças

Carta do rabino Baruch Levy a Mordechai  (Karl Marx) em 1848:

"O povo judeu na sua totalidade será ele mesmo o seu próprio Messias. O seu reino sobre o universo realizar-se-á pela unificação das outras raçaseliminação das monarquias e das fronteiras que são a protecção do particularismo, e pelo estabelecimento de uma república universal que reconhecerá em toda a parte os direitos de cidadania dos judeus. Nesta nova organização da humanidade, os filhos de Israel disseminados actualmente sobre toda a superfície da terra, todos da mesma raça e de igual formação tradicional, conseguirão, sem grande oposição, constituir o elemento dirigente em toda a parte e de tudo, se conseguirem impôr a direcção judaica às massas operárias. Assim, pela vitória do proletariado, os governos de todas as nações passarão para as mãos dos israelitas por intermédio da realização da República universal. A propriedade individual poderá então ser suprimida pelos governantes de raça judaica que então poderão administrar em todo o lado as riquezas dos povos. E assim realizar-se-á a promessa do Talmud de que quando chegarem os tempos messiânicos, os judeus terão sob controlo os bens de todos os povos da terra".

FONTE: "Revue de Paris" 1 de Junho de 1928, pág. 574

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

judeus querem deter Aurora Dourada

Grupos judeus internacionais movem as suas peças para deter o avanço da Aurora Dourada na Grécia

há uns meses, a Aurora Dourada obteve 6,9% dos votos nas eleições parlamentares e agora, a sua popularidade está a crescer rapidamente: um inquérito realizado em Outubro mostrou que se houvessem hoje novas eleições, o movimento grego obteria 14% dos votos, o que o tornaria na terceira força política do país.

Outro inquérito mostrou que 22% dos gregos têem uma opinião positiva da Aurora Dourada, contra os 12% de Maio. Este aumento repentino e significativo da Aurora Dourada causou mais uma enorme polémica  na Grécia, concretamente na comunidade judaica mundial, diz o Jewish Telegraphic Agency.

O diário apontou que não são apenas os mais de 5.000 judeus da Grécia que estão em alerta, mas também várias organizações hebraicas internacionais deram sinal de alarme e procuram deter o avanço da Aurora Dourada.

A agência judaica fala de uma campanha para educar os gregos sobre os perigos de permitir crescer um movimento como a Aurora Dourada. “Definitivamente, creio que una ferramenta muito básica para a promoção da igualdade social e a luta contra o aumento de extremistas como eles, é educar os estudantes”, disse Battinou Zanet, director do Museu Judaico da Grécia.

As organizações citadas querem que os gregos saibam que “80% dos judeus gregos foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial”. O primeiro passo foi o envio de 24 professores gregos para a Escola Internacional para Estudos do Holocausto em Jerusalém, em colaboração com a embaixada israelita em Atenas.

“Sem dúvida é uma arma muito forte contra a desinformação, a intolerância e os preconceitos”, disse Battinou. “Mas a vantagem maior é, e deve ser, ensinar os jovens a pensar por si próprios”, acrescentou.

“O terror e o desespero dos inimigos da Aurora Dourada não tem limites!”, declara, por seu lado, o agrupamento patriótico num comunicado. "Desta vez, a comunidade judaica da Grécia expressou a sua raiva  pelos nossos avanços e realizam inúteis esforços mediáticos para denegrir-nos".

Ainda que a Aurora Dourada não tenha empreendido acção alguma contra os judeus gregos, e sim contra os políticos corruptos, os imigrantes ilegais e os comunistas, a comunidade judaica vê o grupo de Nikos Nichaloliakos como um partido anti-semita. Ou seja, nega à Aurora Dourada a defesa das mesmas coisas que Israel oficializou contra a imigração no seu território.

Entre as razões esgrimidas pelos judeus encontra-se uma polémica entrevista feita ao líder da Aurora Dourada, Nikolaos Michaloliakos, onde questiona os dados oficiais do holocausto, assim como outras declarações suas em que disse que Israel é um “Estado terrorista sionista”. Também mencionam que os membros da AD efectuam a saudação romana. Sobre o facto dos comunistas gregos efectuarem a saudação estalinista, que simboliza a morte de quase 100 milhões de pessoas no século XX, nem meia palavra.

Outra razão defendida é a leitura recente no Parlamento heleno de uma passagem dos ‘Protocolos dos sábios do Sião’ por parte de Ilias Kasidiaris, porta-voz do partido.

“Há que reagir a tudo o que fazem contra os judeus”, declara David Saltiel, presidente da Junta Central das Comunidades Judaicas da Grécia.  “Protestamos, lutamos em todos os casos onde há manifestações de anti-semitismo e não nos deixaremos cair. Tomamos todas as medidas possíveis dentro do espírito da democracia”. E pelos vistos, deu frutos.

Em Outubro, o Parlamento votou a favor de eliminar a imunidade parlamentária de 4 deputados da Aurora Dourada, 3 por serem acusados de atacar imigrantes e um por violência física.

Além disso, o ministro da Ordem Pública Nikos Dendias anunciou a criação de uma unidade especial da polícia para fazer frente à violência racista, especificamente criada para vigilar o movimento nacionalista.

Não são apenas os judeus na Grécia que empreendem acções em resposta ao crescente apoio popular ao movimento nacionalista. Também a Conferência sobre Reclamações Materiais Judaicas contra a Alemanha começou a financiar o museu judaico grego e as suas exposições contra o anti-semitismo.

E desde que o movimento nacionalista entrou no parlamento, organizações como o Parlamento Judeu Europeu e a Liga Anti-Difamação exigiram a sua ilegalização às autoridades.

“O Povo grego verá a verdade”, diz a Aurora Dourada no mesmo comunicado. “A propaganda que difundem já não engana ninguém e o que fazem é silenciar a voz de centenas de milhar de gregos que querem que as coisas comecem a mudar”, acrescenta.

FONTE



propaganda e mais propaganda, lavagem cerebral e mais lavagem cerebral. é os miúdos que têem que ser "educados" (isto é, lavados cerebralmente e formatados), é a imposição do holoconto como religião oficial, é 80% dos judeus gregos mortos na II GM, é os membros da AD que não podem fazer a saudação romana apesar de estarem no seu país e os judeus não, é a ida de 24 professores gregos a israel aprender como se formatam míudos e como se ensina o holoconto com a colaboração da embaixada israelita em Atenas, é os membros da AD que não podem citar os Protocolos dos sábios do Sião, é as exigências de ilegalização da AD, enfim, o descaramento desta "gente" não tem qualquer limite.
o que tem mais graça nesta notícia toda é quando o tal Battinou Zanet, director do museu judaico grego, diz que se vai "ensinar os jovens a pensar por si próprios". não há mesmo limites para o descaramento totalitário desta gentalha.  haverá alguma diferença entre judeus israelitas e os outros?  pelos vistos, não...

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

a verdade sobre o «camarada» Putin

o agente da FSB, ex-KGB (e da globalização) disse que:
«é preciso reconhecer que o colapso da União Soviética foi a maior catástrofe geopolítica do século»

e perante notícias como esta ou esta e ainda esta (ler segundo ponto) e mais esta (“...essas tentativas são acompanhadas de afirmações completamente falsas sobre o direitos dos russos à autodeterminação, sobre a “pureza da raça russa”, bem como sobre a necessidade de destruir completamente o império que é suportado pelo povo russo”), depois não admira que os nacionalistas russos reajam desta maneira:

Rússia: Manifestações dos nacionalistas radicais contra Putin

"Moscovo foi este domingo palco de uma manifestação de nacionalistas radicais que exigiram o fim da era Putin no meio de um coro de protestos xenófobos.

Empunhando ícones da igreja ortodoxa, cerca de 6000 militantes da extrema-direita, segundo a polícia (20 mil, segundo os organizadores) marcharam pelas ruas de subúrbios operários da capital sob o mote “a Rússia para os Russos”, no dia em que se celebra a unidade do país e se comemoram os 400 anos da libertação de Moscovo do exército polaco.

Puderam ver-se no protesto dos ultranacionalistas xenófobos cartazes a perguntar se “Putin é melhor que Hitler?”


A polícia instalou um forte dispositivo de segurança e não há notícia de incidentes durante as manifestações da extrema-direita que também saiu à rua em São Petersburgo e noutras cidades da Rússia."













ora, a verdade é que o cripto-judeu Radoshkovich nunca foi nacionalista, mas sim agente da globalização e internacionalista imperialista assimilacionista, apostado na ressurreição da nojenta e aberrante URSS.

portanto, Putin é anti-russo, anti-eslavo e não defende os interesses legítimos dos verdadeiros russos.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

subida nacionalista preocupa judeus (e israel)


Crescimento da extrema-direita preocupa judeus na Ucrânia

A força que o partido ultranacionalista Svoboda demonstrou nas últimas eleições ucranianas está a preocupar a comunidade judaica.

Há pelo menos 103 mil judeus a viver na Ucrânia, sendo que em Israel vivem 500 mil judeus de origem ucraniana.

Mais de 800 mil membros da comunidade foram exterminados durante a II Guerra Mundial.

A euronews encontrou-se com o rabi Pynchas Vyshedski, num bairro de Kiev que foi palco de um dos maiores massacres dessa altura: “Infelizmente, li os textos desse partido, não uma, nem duas vezes, li várias vezes e não preciso de quaisquer provas para poder dizer que são antissemitas”.

Também os israelitas se mostram preocupados com o crescimento deste partido. Alex Miller, deputado na Knesset, pertence ao comité interparlamentar israelo-ucraniano: “Não percebemos por que razão deram a este partido a possibilidade de participar nas eleições, percebemos a democracia ucraniana, mas este tipo de partido não pode entrar no parlamento”.

O líder do Svoboda rejeita as acusações de antissemitismo. Segundo os analistas locais, o partido é composto por várias correntes de extrema-direita, nem todas antissemitas.

“Quero, mais uma vez, dirigir-me aos líderes do Estado de Israel: respeitamos o vosso patriotismo e o patriotismo dos vossos cidadãos. Peço, em troca, que respeitem esses mesmos sentimentos por parte dos cidadãos ucranianos e o direito dos ucranianos à liberdade de expressão”, diz o presidente do partido, Oleh Tahnnybok.

O Svoboda (“liberdade”, em ucraniano) vai ter deputados na próxima legislatura, já que ultrapassou os 5%, mas não se sabe ainda quantos lugares. A líder da oposição, Yulia Timoshenko, considera-o um parceiro viável para uma futura coligação.

FONTE


o senhor Alex Miller do Knesset (que não é ninguém para determinar que tipo de partidos podem ou não entrar no parlamento ucraniano), deveria estar mais preocupado com os assuntos internos do seu país, em vez de imiscuir-se em assuntos que não lhe dizem respeito, nem a ele, nem ao seu país, que nem na Europa está (e muito menos na UE)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

trotsky e a maçonaria

  



Leiba Bronstein tornou-se maçon em 1897 e depois um Illuminati de alta hierarquia através do seu amigo Alexander Parvus. Ele também mantinha relações com a B'nai B'rith, uma ordem maçónica judaica que já tinha ajudado os “revolucionários” judeus na Rússia. 
Jacob Schiff, presidente da casa bancária Kuhn, Loeb & Co. e lacaio dos Rothschilds, era o responsável pelos contactos entre o “movimento revolucionário na Rússia” e a B'nai B'rith (Gerald B. Winrod, "Adam Weishaupt – Um Demónio Humano", p. 47). Leiba Bronstein começou a estudar seriamente a maçonaria e a história das sociedades secretas durante os dois anos que passou na prisão em Odessa. Ele encheu mais de mil páginas de notas. O "Internationaler Freimaurer-Lexikon" (Viena/Munique, 1932, p. 204) admite com relutância que Leiba Bronstein-Trotsky chegou ao bolchevismo através do estudo da maçonaria.   
Como Comissário do Povo para Assuntos Militares, Trotsky introduziu o pentagrama – a estrela de cinco pontas – como o símbolo do exército vermelho. Os cabalistas tinham tomado esse símbolo de magia negra das bruxas da antiga Caldeia. Com o auxílio de Alexander Parvus, Trotsky chegou à conclusão de que o verdadeiro propósito da maçonaria era eliminar os estados nacionais, as suas culturas e introduzir um estado mundial judaizado. 
Isto também é afirmado na “Iniciação Secreta ao 33º Grau”: “A maçonaria é nada mais, nada menos que a revolução em acção, a conspiração contínua”. Bronstein tornou-se um convicto internacionalista que, através de Parvus, aprendeu que o povo judeu era o seu próprio messias colectivo e chegaria a dominar todos os povos por meio da mistura das outras raças e da eliminação das fronteiras nacionais. 
Uma república internacional deveria ser criada, onde os judeus seriam o elemento dominante, já que mais ninguém seria capaz de entender e controlar as massas. Leiba Bronstein tornou-se um membro da loja maçónica francesa Art et Travail, à qual Lénine também pertencia, mas juntou-se também à B'nai B'rith, segundo o cientista político Karl Steinhauser ("EG - Die Super-UdSSR von Morgen"/"EU – A Super União Soviética do Futuro", Viena, 1992, p. 162). 
Leon Trotsky tornou-se membro da ordem maçónica B'nai B'rith em New York, em janeiro de 1917 (Yuri Begunov, As Forças Secretas na História da Rússia, São Petersburgo, 1995, pp. 138-139). Ele já era membro da maçonaria de Memphis-Misraim.
Winston Churchill confirmou em 1920 que Trotsky era também um Illuminati (Illustrated Sunday Herald, 8 de fevereiro de 1920.) Trotsky eventualmente alcançou uma alta posição na maçonaria, pois era membro da loja dos shriners, à qual apenas maçons do 32º grau e acima podiam pertencer. Franklin Delano Roosevelt, Alexander Kerensky, Béla Kun e outros políticos importantes também faziam parte desses poucos eleitos (Professor Johan von Leers, O Poder Atrás do Presidente, Estocolmo, 1941, p. 148).” 
(Jüri Lina, Under the Sign of the Scorpion)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

portugal vendido a capital angolano e judeu



Governo aprova admissão da Synergy Aerospace na privatização da TAP

«O Conselho de Ministros aprovou uma resolução que determina a admissão da Synergy Aerospace, como “potencial investidor de referência, a participar no momento subsequente do processo de alienação das acções objecto da venda directa no âmbito da 3.ª fase do processo de reprivatização da TAP - Transportes Aéreos Portugueses, S.A”....»

FONTE




Oliveira vende Controlinveste a grupo angolano

 «Joaquim Oliveira já formalizou a venda do grupo de media que detém os títulos Diário de Notícias, Jornal de Notícias, O Jogo e TSF.

O negócio foi confirmado ao Económico por fonte oficial do grupo. O comprador é um grupo angolano, desconhecendo-se o seu nome e os valores envolvidos.

O Económico sabe também que a participação de 33% na VASP também está incluída na transacção.

Joaquim Oliveira fica assim com o seu negócio centrado na área dos direitos televisivos e desportivos. Mantém-se também a sua participação na Sport tv.

Esta notícia será desenvolvida na edição impressa de amanhã do Diário Económico.»

FONTE



para quem não sabe, o dono da Synergy Aerospace (e Synergy Group) é o judeu brasileiro de origem «polaca» Gérman Efromovich, que vemos na imagem de cima.
já quanto à Controlinveste, de Joaquim Oliveira, ficamos sem saber o nome do grupo ou do investidor, mas a participação de capital terceiro-mundista angolano, não é coisa nova em Portugal, como a participação da Sonangol na Galp ou no BCP, por exemplo...
enfim, mais empresas para mãos estrangeiras e terceiro-mundistas. é o descalabro. a alta finança internacional a mandar em países.