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terça-feira, 16 de abril de 2019
religião banida, mas...
...com uma (((excepçãozinha))). vê-se mesmo que isto foi feito a mando do islão. é o islão quem manda, ou então são os Arianos suecos traidores que estão por detrás disto.
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terça-feira, 23 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
protocolos forjados?
a questão acaba por ser algo irrelevante, pois mais importante que saber se os documentos foram forjados ou não, é saber que tudo o que neles está contido aconteceu...e se foram forjados, de onde tudo aquilo foi tirado e quem se lembrou de tudo?
sábado, 18 de novembro de 2017
sábado, 3 de dezembro de 2016
NWO Communism By The Backdoor
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
quarta-feira, 22 de julho de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
marxismo vs judaísmo «ocidental»

Debaixo da direcção secreta da judiaria, a maçonaria, o comunismo, o socialismo, o liberalismo e a multidão de movimentos, sociedades secretas e organizações subversivas, trabalham em perfeita cooperação para a escravização do Mundo. Para conseguir o triunfo final, cada um dos mencionados instrumentos do judaísmo tem um papel distinto e, às vezes, aparecem aos olhos do Mundo como entidades inimigas entre si. Ali temos a aparente inimizade entre a judaico-maçonaria ocidental, e o comunismo soviético ou "comunismo russo".
É um engano miserável. Qual é o motivo para esta 'inimizade' inexistente? A resposta é: o judaísmo mundial tenta implantar a escravidão sobre os povos da terra inteira, similar à implantada em todos os países dominados pelos soviéticos. Este é o seu ideal. Mas enquanto o consegue, deve aparecer como perseguido pelo comunismo para poder ocupar postos de poder no Ocidente sem parecer suspeito. (...)
'Karl Marx' Mordechai foi quem formulou a primeira concepção moderna do nacionalismo hebraico entre 1843 e 1847 quando se encontrava em Inglaterra, depois de ter sido expulso da Alemanha por causa das suas ideias perigosas. Por conseguinte, como judeu e para os judeus, Kissel Mordechai foi “nacionalista”, enquanto que como conspirador judeu, autor do manifesto comunista de 1848 e de todas as outras obras escritas para os não-judeus, era na realidade um internacionalista. No ano de 1844, Karl Marx publicou na revista “Deutscher fränzosische Jährbucher” (Anais franco-alemães) um artigo francamente ultranacionalista intitulado “Zur judenfrache” (Sobre a Questão judaica) no qual faz uma análise detalhada do problema nacional hebreu, polemizando com Bruno Bauer, outro radical judeu da Alemanha. Até ao ano 1847, Marx trabalhou também na redacção do “Programa sionista” que com novas adições feitas por diversos judeus, foi ditado a toda a judiaria internacional em 1897, pelo I Congresso Mundial judaico. Em 1848, Karl Marx publicou em Londres o 'manifesto comunista', com o qual começa a agitação da classe operária de todos os países Ocidentais, para a luta contra o capitalismo burguês e a implantação da 'Ditadura do proletariado', todo isto, naturalmente, no quadro da luta secreta, levada a cabo pelo judaísmo mundial, para fazer-se dono do Mundo. - Traian Romanescu
resumindo, o próprio Marx era um nacionalista judaico. o sionismo para se infiltrar discretamente e se disfarçar de capitalismo ou democracia ocidental, precisa de acenar com um inimigo imaginário ou bicho-papão, neste caso o marxismo 'anti-sionista' e anti-ocidental, duas coisas (sionismo e ocidente) que acabam assim por se misturar erradamente, mas nem sempre inadvertidamente ou inocentemente.
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domingo, 2 de novembro de 2014
marxismo é sionismo
"Nobody knows that zionism appeared as a marxist movement, a socialist one... zionism is actually a revolution."
Sergei Lezov, scientist at the Soviet Academy of Science, Institute for Scientific Information.
Strana i Mir magazine (Munich), No. 3, 1988, p. 94.
mais uma prova de que o maior idiota é aquele que, mesmo sem saber nada de nada, pensa que pode criticar os outros e apontar 'contradições'. o facto de o sionismo ter surgido como um movimento marxista (ou vice-versa, porque às tantas confundiam-se) não significa que, hoje em dia, a maioria dos marxistas, sobretudo os da 'base' (idiotas úteis), saibam disso. assim, que haja muitos marxistas hoje em dia que criticam israel (até certo ponto) significa nada.
o sionismo e o marxismo só depois dos anos 50 seguiram caminhos separados, muito mais por vontade de israel do que da vontade da urss ou outra coisa qualquer...e mesmo assim, continuou e continua a haver pontes entre eles. (mas a seu tempo também falarei de tudo disso)
ver também:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2010/12/verdade-nua-e-crua-sobre-o-marxismo.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/02/israel-o-satelite-marxista.html
"There is much in the fact of Bolshevism itself, in the fact that so many jews are Bolshevists, in the fact that the ideals of Bolshevism at many points are consonant with the finest ideals of judaism."
Jewish Chronicle, 4th April 1919 (London).
"Some call it Marxism i call it judaism"
Rabbi Stephen Wise
"The Russian revolution is possibly the most important event in jewish history since the race was brought out of slavery."
- Jacob Schiff
Moses Hess, o verdadeiro pai do marxismo ou 'comunismo moderno', era um judeu rabino e também foi um precursor do sionismo. foi o mentor de Mordechai aka 'Karl Marx', um outro judeu, neto de rabinos e familiar próximo da linhagem Rothschild, pela qual foi financiado, evidentemente.
um dos familiares de 'Mordechai', chamado Lionel Walter Rothschild (1868-1937), esteve envolvido na Declaração de Balfour de 1917, sendo aliás, o seu destinatário, juntamente com o seu amigo próximo Chaim Weizmann, um dos líderes sionistas, juntamente com Ben-Gurion e Theodor Herzl (fundador oficial do sionismo). a teia parece complexa e enredada. mas, no fundo, todos eles eram amigos e próximos, quando não mesmo primos e familiares. marxismo é sionismo ou sionismo é marxismo. tanto faz. aqui fica a àrvore genealógica do judeu Mordechai (Marx):
e aqui uma amostra do que realmente é o marxismo, no que consiste, e qual a influência por detrás do judeu-maçon Mordechai, além das já citadas, é claro:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2013/05/derrubar-mais-uns-mitos-sobre-mordechai.html
aqui o ditador Estaline, que muitos afirmam e garantem não ser judeu, vestido 'a rigor' com o seu grande camarada judeu Kaganovich, cuja filha foi a 3ª esposa judia do ditador.
um ditador que destruía igrejas, mas poupava sinagogas e que só matou alguns (poucos) judeus na medida em que estes lhe ameaçassem o poder.
aqui também, com um chapéu idêntico ao chapéu 'ortodoxo'.
ver também:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/02/israel-o-satelite-marxista.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/08/o-oblast_2.html
https://www.youtube.com/watch?v=OkKJmPsV4Tc (minuto 3.38)
e ver também aqui:
http://www.nuevorden.net/portugues/b_62.html
entre outras coisas, é dito que já em 1912, bem antes da 'revolução' soviética, Estaline (Koba ou Kochba) escrevia tratados sobre a 'questão nacional judaica', nomeadamente “O Problema Nacional e a Social-Democracia”.
a questão de saber se o nome dele significava 'filho de judeu' ou não, é perfeitamente irrelevante (mas por acaso mudou-o). ele não era 'georgiano' étnico. nasceu na Geórgia, mas a mãe era da Ossétia, que pertence à antiga zona da Khazaria.

aqui, também uma foto antiga sua, não retocada portanto, e sem plásticas, em que aparece muito franzino, pouco robusto (1,60?) e com um aspecto tipicamente judeu, não georgiano. até o chapéu é grande demais para a sua cabeça e corpo.
não quer dizer que só tinha sangue judeu, mas aposto que era 1/2 judeu.
e seguia a religião caraíta (ramificação do judaísmo) antes de se ter superficialmente convertido ao cristianismo.
ao contrário também do que certos papagaios afirmam, por aqui também a direita filo-sionista tem sido denunciada:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/05/e-e-isto-o-ukip-parte-2.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/05/demasiadas-caras-brancas-no-ru.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2013/05/churchill-o-sionista.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/11/imagem-de-marca.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/09/a-vergonha-da-edl_25.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/01/wilders-lacaiosionista.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/07/mais-mentiras-breivik-nao-e-nazi.html
Sergei Lezov, scientist at the Soviet Academy of Science, Institute for Scientific Information.
Strana i Mir magazine (Munich), No. 3, 1988, p. 94.
mais uma prova de que o maior idiota é aquele que, mesmo sem saber nada de nada, pensa que pode criticar os outros e apontar 'contradições'. o facto de o sionismo ter surgido como um movimento marxista (ou vice-versa, porque às tantas confundiam-se) não significa que, hoje em dia, a maioria dos marxistas, sobretudo os da 'base' (idiotas úteis), saibam disso. assim, que haja muitos marxistas hoje em dia que criticam israel (até certo ponto) significa nada.
o sionismo e o marxismo só depois dos anos 50 seguiram caminhos separados, muito mais por vontade de israel do que da vontade da urss ou outra coisa qualquer...e mesmo assim, continuou e continua a haver pontes entre eles. (mas a seu tempo também falarei de tudo disso)
ver também:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2010/12/verdade-nua-e-crua-sobre-o-marxismo.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/02/israel-o-satelite-marxista.html
"There is much in the fact of Bolshevism itself, in the fact that so many jews are Bolshevists, in the fact that the ideals of Bolshevism at many points are consonant with the finest ideals of judaism."
Jewish Chronicle, 4th April 1919 (London).
"Some call it Marxism i call it judaism"
Rabbi Stephen Wise
"The Russian revolution is possibly the most important event in jewish history since the race was brought out of slavery."
- Jacob Schiff
Moses Hess, o verdadeiro pai do marxismo ou 'comunismo moderno', era um judeu rabino e também foi um precursor do sionismo. foi o mentor de Mordechai aka 'Karl Marx', um outro judeu, neto de rabinos e familiar próximo da linhagem Rothschild, pela qual foi financiado, evidentemente.
um dos familiares de 'Mordechai', chamado Lionel Walter Rothschild (1868-1937), esteve envolvido na Declaração de Balfour de 1917, sendo aliás, o seu destinatário, juntamente com o seu amigo próximo Chaim Weizmann, um dos líderes sionistas, juntamente com Ben-Gurion e Theodor Herzl (fundador oficial do sionismo). a teia parece complexa e enredada. mas, no fundo, todos eles eram amigos e próximos, quando não mesmo primos e familiares. marxismo é sionismo ou sionismo é marxismo. tanto faz. aqui fica a àrvore genealógica do judeu Mordechai (Marx):
e aqui uma amostra do que realmente é o marxismo, no que consiste, e qual a influência por detrás do judeu-maçon Mordechai, além das já citadas, é claro:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2013/05/derrubar-mais-uns-mitos-sobre-mordechai.html
aqui o ditador Estaline, que muitos afirmam e garantem não ser judeu, vestido 'a rigor' com o seu grande camarada judeu Kaganovich, cuja filha foi a 3ª esposa judia do ditador.
um ditador que destruía igrejas, mas poupava sinagogas e que só matou alguns (poucos) judeus na medida em que estes lhe ameaçassem o poder.
aqui também, com um chapéu idêntico ao chapéu 'ortodoxo'.ver também:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/02/israel-o-satelite-marxista.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/08/o-oblast_2.html
https://www.youtube.com/watch?v=OkKJmPsV4Tc (minuto 3.38)
e ver também aqui:
http://www.nuevorden.net/portugues/b_62.html
entre outras coisas, é dito que já em 1912, bem antes da 'revolução' soviética, Estaline (Koba ou Kochba) escrevia tratados sobre a 'questão nacional judaica', nomeadamente “O Problema Nacional e a Social-Democracia”.
a questão de saber se o nome dele significava 'filho de judeu' ou não, é perfeitamente irrelevante (mas por acaso mudou-o). ele não era 'georgiano' étnico. nasceu na Geórgia, mas a mãe era da Ossétia, que pertence à antiga zona da Khazaria.

aqui, também uma foto antiga sua, não retocada portanto, e sem plásticas, em que aparece muito franzino, pouco robusto (1,60?) e com um aspecto tipicamente judeu, não georgiano. até o chapéu é grande demais para a sua cabeça e corpo.
não quer dizer que só tinha sangue judeu, mas aposto que era 1/2 judeu.
e seguia a religião caraíta (ramificação do judaísmo) antes de se ter superficialmente convertido ao cristianismo.
ao contrário também do que certos papagaios afirmam, por aqui também a direita filo-sionista tem sido denunciada:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/05/e-e-isto-o-ukip-parte-2.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/05/demasiadas-caras-brancas-no-ru.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2013/05/churchill-o-sionista.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/11/imagem-de-marca.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/09/a-vergonha-da-edl_25.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/01/wilders-lacaiosionista.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/07/mais-mentiras-breivik-nao-e-nazi.html
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
terrorismo nos EUA 1980-2005
isto, segundo dados do FBI. andam por aí uns palhaços, que trabalham para o inimigo e que querem convencer a todo o custo as pessoas, e nalguns casos conseguem-no mesmo (com os fracos de mente) de que todo o terrorismo só pode ser islâmico e/ou, quanto muito, de esquerda radical.
terrorismo de outros grupos étnicos/religiosos, para determinado tipo de palhaços, ou não existe ou é residual.
e haver, por exemplo, terrorismo judaico está completamente fora de questão, porque os judeus não existem, e o judaísmo radical/extremista também não. assim, criaram e criam uma narrativa segundo a qual os judeus são invísiveis, não interessam, são inofensivos, minoritários e sobretudo são civilizados e têm "valores ocidentais", e portanto, como tal, terrorismo judaico é impensável.
uma narrativa que só convence mesmo amputados do cérebro ou fracos de mente. porque se trata justamente de uma narrativa de condicionamento e controlo mental.
quem diz terrorismo judaico, diz terrorismo negro, não-branco e "latino" que nos EUA compreende quase metade da totalidade do terrorismo(42%)
e, porque não, terrorismo político sem ser de extrema-esquerda? como por exemplo, terrorismo neocon (Breivik), terrorismo capitalista, "social"-democrata, maçónico, etc
tudo coisas que não entram nas contas de filhos da puta que nos querem convencer a todo o custo que só a merda do islão existe e só ele é um perigo.
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quinta-feira, 31 de julho de 2014
racismo? vamos ler o Talmud
será que isto foi escrito no Mein Kampf? não, não foi.
hum deixa cá ver...então só pode ter sido no Alcorão. hummm, não, também não foi.
hãn, então já sei. foi na Bíblia ou no Quinto Império. epá, não, também não foi.
então foi escrito pelos Reis de Portugal na altura dos descobrimentos. opá, também não foi.
foi escrito pelos Reis de Espanha ou Inglaterra? não, bolas, também não.
ahhh já sei. foi escrito por aquele povo que é muito minúsculo e bonzinho, constituído por boas pessoas, inocentes, indefesos, vulneráveis, que têm a imprensa toda contra si, nunca controlam nada, são aliados e estão sempre cheios de boas intenções.
Talmud, o livro sagrado dos judeus, racista e supremacista? nãããooo.
violação, pedofilia, sexo com crianças gentias de 3 anos, matança, roubo, confisco de toda a propriedade dos gentios, escravatura de gentios (animais e bestas), morte dos judeus que ajudem os gentios, etc, etc
de tudo um pouco temos para provar quão humanitárias e civilizadas são estas criaturas do "povo escolhido". os nossos "aliados" contra os ajoelhados de Alá, contra a pedofilia, a violência ou a bárbarie (hahaha), pela "civilização ocidental" e os "direitos humanos" (.....).
segunda-feira, 23 de junho de 2014
o casamento interracial por um rabino
mas mesmo que judeus, ainda por cima rabinos, tenham afirmado e confirmado com todas as letras que a corja deles instrumentaliza os casamentos interraciais para extinguir o homem branco/ariano (o seu mais perigoso inimigo (sic)) isso também deve ser uma teoria da conspiração ou paranóia. não, isto não deve ser real. é montagem ou invenção de mal-intencionados. ou então o rabino só fala por ele próprio, mesmo que um rabino seja um mestre e uma autoridade dentro do judaísmo, e mesmo que esse rabino tenha falado durante um concelho de rabinos europeus, para outros rabinos como ele.
é assim uma "teoria das coincidências" que desafia toda a lei das probabilidades, esta é invenção ou não conta. e o plano Kaufman idem, o plano Hooton idem, o plano Kalergi idem, o plano - A Racial Program for the Twentieth Century - de Israel Cohen idem, as declarações de Barbara Lerner Spectre idem, as declarações e acções de Karl Marx, Baruch Levy, Trotsky, etc, idem, e a Anti Defamation League a promover a miscigenação idem, as declarações de Joel Ignatiev idem, o Melting Pot de Israel Zangwill idem, o congresso mundial judaico, o Netanyahu e o Shimon Peres a imporem leis anti-racialistas aos outros países idem, é tudo invenções, acasos, coincidências ou factos isolados que nada provam nem explicam.
é assim uma "coincidência" notável que se repete, repete, repete, repete e repete de maneira casual sem nenhuma causa por trás, desafiando de forma absolutamente inverosímil toda e qualquer lei das probabilidades.
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terça-feira, 27 de maio de 2014
a verdadeira face católica
o papa ao beija-mão dos judeus. há imagens que valem por mil palavras.
mas há alguma coisa que distinga esta escumalha entre si? até a merda do solidéu branco é idêntico à merda do kipá. é apenas um reencontro entre ramos semitas diferentes que se separaram algures lá atrás. esta escumalha merece-se integralmente.
pobres daqueles que ainda acreditarem em dicotomias tipo cristianismo vs judaísmo ou cristianismo vs maçonaria ou cristianismo vs mundialismo.
e de brinde, aqui vai outra imagem concludente:
o papa ao beija-mão a um homossexual.
pobres dos que acreditarem que o cristianismo é aliado de algum nacionalismo. pobres dos que acreditarem que o cristianismo luta contra o homossexualismo ou contra a degeneração da sociedade.
o cristianismo e o vaticano existem apenas para controlar a manada, seja ela branca, preta ou castanha, homossexual ou heterossexual. quantos mais melhor. e quanto mais poder tiverem num futuro governo único mundial, para eles melhor.
terça-feira, 22 de abril de 2014
o grande elefante
"são os comunistas!"
"são as elites!"
"são os socialistas!"
"são os illuminati!"
"são os maçons!"
"são os reptilianos!" (esta última sem sentido mesmo)
é assim, debaixo de pretextos eufemísticos que o grande responsável e denominador comum vai passando entre os pingos da chuva.
haverá mais uma série de eufemismos que podem ser usados.
"são os universalistas!"
"são os grandes capitalistas!"
"são os marxistas culturais!"
"são os cristãos!"
"são os liberais!"
e por aí fora... chama-se a isto o fenómeno de olhar para a àrvore em vez de olhar para a floresta e ver a grande "picture". é a miopia geral. é o efeito "politicamente correcto".
sábado, 29 de março de 2014
a subserviência compensa
Christine Lagarde, directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), nomeou Vítor Gaspar para o cargo de director do Departamento de Assuntos Orçamentais da organização. A nomeação deve tornar-se efectiva no início de Junho.
Vítor Gaspar "trás com ele credenciais de gestão impressionantes e um registo formidável de experiência em política pública ao nível europeu e nacional", destacou Christine Lagarde. "A minha equipa e eu estamos ansiosos por trabalhar com Vítor Gaspar em assuntos de finanças públicas e em fornecer aconselhamento vital em política orçamental aos nossos países-membros", reforçou.
O Expresso já tinha noticiado que o ex-ministro das Finanças se tinha candidatado a um alto cargo no FMI, tendo-se deslocado a Washington no âmbito do processo de selecção que, tal como previsto, ficou fechado até final de Fevereiro.
Depois da demissão do Governo no verão passado, Vítor Gaspar tinha retomado as funções de consultor no Banco de Portugal.
FONTE
notícia que já tem um mês, mas cá vai. depois de já ter estado no BCE de 1998 a 2004, volta assim o Vítor Louçã Rabaça Gaspar (primo direito do ex-coordenador do BE) a ocupar um grande cargo na finança internacional, como prémio pelo bom comportamento (leia-se obediência aos interesses do FMI).
quanto a mim, creio que o acto de nomeação foi apenas uma formalidade, pois o Rabaça Gaspacho já trabalhava para o FMI desde 2011, depois da 3ª bancarrota deliberadamente provocada pelo PS, precisamente para colocar o país nas mãos desta quadrilha internacional.
deve ser "só" mais uma daquelas famosas coincidências que tanto o BCE como o FMI sejam geridos por judeus, assim como é outra coincidência que Louçã ou Loução, e Rabaça sejam nomes cristãos-novos usados por relativamente poucas famílias. outra coincidência que a terra natal do Gaspacho com 2800 habitantes fique a poucos quilómetros de Belmonte e que tenha ela própria uma significativa comunidade judaica, além de produzir azeite kosher. não se trata de fazer publicidade a merda, eu até detesto azeite e azeitona também. trata-se de juntar indícios mais que credíveis.
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terça-feira, 11 de março de 2014
religiões...
podes tirar as religiões do deserto, mas não podes tirar o deserto das religiões...
todas elas, as três abrâamicas e semitas, são pedófilas, pederastas, criminosas, assassinas e genocidas.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
pentagrama já foi simbolo do judaismo
“Conforme uma das teorias, a ‘estrela de David’ com seis pontas, que decora a actual bandeira de Israel, começou a ser um símbolo nacional a partir da cruzada de David al-Roy. ‘Aventa-se’, escreve Baron, ‘que, desde então, o escudo de David, uma estrela com seis pontas (até então apenas um motivo decorativo ou emblema mágico) passou a ser o principal símbolo nacional-religioso do Judaísmo. Utilizado durante muito tempo em alternância com o pentagrama ou o ‘selo de Salomão’, ele foi, a partir do século XIII, atribuído a David em textos alemães místicos e éticos e, em 1527, surgiu na bandeira judaica de Praga’.”
Fonte: “Os Khazares”, Arthur Koestler, p. 145
O talismã nacional israelita é o hexagrama, que é chamado Estrela de David, que se supõe ser o antigo símbolo de Israel.
Este símbolo, na verdade, foi “legado” aos líderes judaicos no século XIV pelo hermético Rei Carlos IV da Boémia e formalmente adoptado como a “estrela de David” em 1898 no Segundo Congresso Sionista na Suíça.
A fonte original do símbolo é andrógina, representando Adam Kadmon, a personificação da união das forças masculinas e femininas num corpo. A doutrina cabalística trouxe o hexagrama ao interior da tradição Judaica (um facto devido ao reconhecimento oficial pelo rei da Boémia).
Michael A. Hoffmann
o pentagrama que hoje vemos no comunismo, na maçonaria, no crescente islâmico e até no paganismo (Wicca) já foi um símbolo do judaísmo. não há coincidências por acaso...
o homem vitruviano, que é símbolo do "humanismo" e que igualmente é simbolizado por um pentagrama, também influenciou certas ideologias...basta ver o símbolo do bloco de esquerda, por exemplo.
sábado, 9 de julho de 2011
o mito dos «seis milhões» II
(continuação...)
mais alguns exemplos de mitificação. em 1940, mesmo antes da existência dos campos de concentração, os judeus reclamaram novamente "seis milhões" de vítimas
em 1943, a mentira volta a surgir, desta vez no Readers Digest e pela mão do judeu Ben Hecht
em 1945, mesmo antes do final da Guerra, outro judeu, Jacob Lestchinsky, já reclamava "seis milhões" de judeus mortos além de estimar uma redução da população judaica na Europa desde 1939 (e logo em "seis milhões")...
pelos vistos, de tanto repetir o mesmo número, muito antes, antes, durante e após a Guerra, a propaganda resultou...
também em 1945, e ainda antes do fim da Guerra, um dos maiores criminosos, assassinos e estupradores de sempre, o judeu ucraniano Ilija Ehrenburg, falava em "seis milhões" de judeus mortos como um facto consumado.
em 1946, um ano após o fim da Guerra, os judeus já reclamavam "seis milhões" de mortos, mesmo sem estatísticas, investigações ou dados oficiais quanto ao número de mortos
aqui, no fim do 2º parágrafo, fala-se em "seis milhões" de judeus mortos na Europa
e mais haveria...
segundo dados da Cruz Vermelha, que inspeccionou os campos Nazis, o número aproximado de mortos nesses campos, foi inferior a 300 mil. e desses menos de 300 mil, nem todos eram judeus. talvez só metade o fossem. as principais causas de morte, foram fome e tifo.
sem dúvida que este Holoconto judaico da Torah é uma bela mentira e um belo mito que serviu para:
- criar o Estado judaico de israel
- extorquir dinheiro aos Europeus e Americanos
- criar negócios, livros ficcionados (Anne Frank), filmes de Hollywood e centros "Wiesenthalianos"
- criar pretextos para a imposição sistémica do multirracialismo e a proibição do nazismo e fascismo
- criar complexos de culpa nos Europeus e brancos arianos em geral
- vitimizar os judeus e torná-los incriticáveis, façam o que fizerem (crítica = anti-semitismo = holoconto)
- branquear por completo o (esse sim) verdadeiro Holocausto de incontáveis milhões de mortos (URSS, Alemanha, etc) e o regime mais criminoso e sangrento da história da humanidade.
- castigar e punir quem se atreva a contrariar, com provas, o dogma sagrado da Torah.
como se viu, a repetição incessante do mesmo número, antes, durante e após a Guerra, deu os seus frutos. o mito "entrou" na cabeça das pessoas. o mal venceu. a maior mentira de todos os tempos venceu.
até quando...??
mais alguns exemplos de mitificação. em 1940, mesmo antes da existência dos campos de concentração, os judeus reclamaram novamente "seis milhões" de vítimas
em 1943, a mentira volta a surgir, desta vez no Readers Digest e pela mão do judeu Ben Hecht
em 1945, mesmo antes do final da Guerra, outro judeu, Jacob Lestchinsky, já reclamava "seis milhões" de judeus mortos além de estimar uma redução da população judaica na Europa desde 1939 (e logo em "seis milhões")...
pelos vistos, de tanto repetir o mesmo número, muito antes, antes, durante e após a Guerra, a propaganda resultou...
também em 1945, e ainda antes do fim da Guerra, um dos maiores criminosos, assassinos e estupradores de sempre, o judeu ucraniano Ilija Ehrenburg, falava em "seis milhões" de judeus mortos como um facto consumado.
em 1946, um ano após o fim da Guerra, os judeus já reclamavam "seis milhões" de mortos, mesmo sem estatísticas, investigações ou dados oficiais quanto ao número de mortos
aqui, no fim do 2º parágrafo, fala-se em "seis milhões" de judeus mortos na Europa
e mais haveria...
segundo dados da Cruz Vermelha, que inspeccionou os campos Nazis, o número aproximado de mortos nesses campos, foi inferior a 300 mil. e desses menos de 300 mil, nem todos eram judeus. talvez só metade o fossem. as principais causas de morte, foram fome e tifo.
sem dúvida que este Holoconto judaico da Torah é uma bela mentira e um belo mito que serviu para:
- criar o Estado judaico de israel
- extorquir dinheiro aos Europeus e Americanos
- criar negócios, livros ficcionados (Anne Frank), filmes de Hollywood e centros "Wiesenthalianos"
- criar pretextos para a imposição sistémica do multirracialismo e a proibição do nazismo e fascismo
- criar complexos de culpa nos Europeus e brancos arianos em geral
- vitimizar os judeus e torná-los incriticáveis, façam o que fizerem (crítica = anti-semitismo = holoconto)
- branquear por completo o (esse sim) verdadeiro Holocausto de incontáveis milhões de mortos (URSS, Alemanha, etc) e o regime mais criminoso e sangrento da história da humanidade.
- castigar e punir quem se atreva a contrariar, com provas, o dogma sagrado da Torah.
como se viu, a repetição incessante do mesmo número, antes, durante e após a Guerra, deu os seus frutos. o mito "entrou" na cabeça das pessoas. o mal venceu. a maior mentira de todos os tempos venceu.
até quando...??
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