"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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sábado, 2 de agosto de 2014

profecia de Hitler sobre a democracia

Hitler profetizou que os governos das democracias ocidentais destruiriam o seu próprio povo:

"E apesar desta luta ser extremamente difícil mesmo para o nosso povo, ela só demonstra que absolutamente nenhum estado seria capaz de resistir a este perigo sem a Alemanha ou com a Alemanha como sua inimiga.
Qualquer esperança por parte de nações Europeias individuais em receberem tratamento indulgente em troca pelo bom comportamento ou por bajulação aos moscovitas, é, na melhor das hipóteses, estupidez infantil ou covardia lamentável.  Além disso, a crença de que no lugar da Alemanha outro, possivelmente até mesmo um poder não-europeu, poderia assumir a protecção deste continente não é apenas imprudente, mas revela uma verdadeira fraqueza moral. É principalmente devido à completa ignorância dos políticos de classe média que, em muitos países, as pessoas agem como se acreditassem que o Ocidente plutocrático judeu vai superar o Leste bolchevique judeu. Não, o oposto ocorrerá. Um dia, o Leste bolchevique judeu tornará desnecessário para os judeus no Ocidente entrar em mais hipocrisia. Eles poderão então revelar o seu objectivo final com sinceridade absoluta. A democracia ocidental judaica, mais tarde ou mais cedo, acabará em bolchevismo. Contudo, as mesmas almas ingénuas que hoje acreditam ter descoberto em Estaline o espírito que irá salvá-los, descobrirão talvez mais cedo do que eles imaginam que os espíritos que eles convocaram do submundo vão estrangulá-los, e fazê-lo nos seus próprios países ...." 
Adolf Hitler discurso 8 de novembro de 1943, em Munique.


o super-capitalismo e o marxismo são um só. o nome do sistema é o menos importante. capitalismo selvagem económico e marxismo político/social/cultural. eis a fórmula do governo único sionista (ZOG).
a própria UE é um projecto marxista. os capitalistas liberais convertem-se facilmente em capitalistas estatais ou vice-versa.
há muito foi demonstrado que a queda da URSS e do Bloco foi uma boa encenação política e um bom ensaio. os seus líderes começaram a perceber que a democracia liberal servia melhor os seus interesses e lhes convinha mais do que o marxismo. o marxismo é um produto da democracia moderna, e esta já tinha sido um produto da "esquerda" igualitária saída da revolução francesa. os globalistas plutocráticos podem mudar de uma coisa para a outra, com a maior das facilidades, já que ambos se complementam. quando um está "esgotado", surge o outro e vice-versa.

como Hitler disse no Mein Kampf:
"A democracia ocidental de hoje é precursora do marxismo, que sem ela seria impensável. Ele fornece essa praga mundial com a cultura em que os seus germes se espalham."

ou ainda:
“Os marxistas marcharão com a democracia até que sejam bem-sucedidos em obter indirectamente, para os seus propósitos criminosos, o apoio até mesmo do mundo intelectual nacional, destinado por eles à extinção.”

o oblast

















"Os comunistas, como internacionalistas consistentes, não podem deixar de ser irreconciliáveis inimigos declarados do anti-semitismo.  Na URSS o anti-semitismo é punível com a máxima severidade da lei como um fenómeno profundamente hostil ao regime soviético. Sob a lei soviética, anti-semitas activos são passíveis de pena de morte."- Josef Estaline (1931).


antes mesmo de existir o estado pária de israel patrocinado pela urss estalinista e pelos eua, existia já a província autónoma do oblast criada em 1934, cuja bandeira tinha as cores do arco-íris e para onde foram enviados vários milhares de judeus, que em 1948, data da criação do estado sionista, chegavam a ser cerca de 30.000, um quarto da população daquela região.

ps: créditos ao blogue "Acção Integral"

quinta-feira, 3 de julho de 2014

os comunistas são cristãos


O líder máximo da Igreja Católica declarou numa entrevista a um jornal italiano que os marxistas "roubaram” a “bandeira da pobreza” aos cristãos.

A afirmação foi feita em reacção a um artigo da revista britânica Economist, em que o Francisco é apelidado de “leninista” pela sua crítica ao capitalismo.

“O que eu posso dizer em relação a isso é que os comunistas roubaram a nossa bandeira. A bandeira da pobreza é cristã. A pobreza está no centro do Evangelho”, afirmou.

“Os comunistas dizem que tudo isso é comunismo. Pois, vinte séculos depois! Por isso, quando falam, então só lhes podemos dizer: então vocês são cristãos”, disse ao diário Il Messaggero.

O Papa Francisco tem rececido aplausos e ao mesmo tempo críticas por considerar que o actual modelo financeiro global promove a pobreza e a desigualdade.



FONTE



o que tu queres dizer é que os marxistas "vos" roubaram o monopólio de enganar e manipular a manada com contos da carochinha e conversas sobre pobreza quando tanto eles como vocês antigamente eram/são ladrões de propriedade privada e acumuladores de riqueza.

mas o resto está bem dito. comunistas são mesmo cristãos, consciente ou inconscientemente. e é bom isso ficar claro.

comunistas são capitalistas mas do estado.
e cristãos, apesar da retórica deste papa contra a pobreza e o capitalismo, também são capitalistas ou cúmplices do capitalismo.

afinal, é o Vaticano que defende a criação de um banco central mundial.
e o Banco Mundial que já existe defende a privatização de toda a àgua que existe no Mundo.
eles que andam e andaram sempre lado-a-lado com os capitalistas em toda a história recente e que acumularam riquezas inacreditáveis, vêm falar de pobreza e desigualdade.
tudo ou praticamente tudo no cristianismo está em consonância com o comunismo, como foi explicado por Ben Klassen
não só por motivos económicos, mas por tudo o resto, são ambos duas "religiões" totalitárias e igualitárias  que aquilo que pretendem é controlar tudo e nivelar tudo por baixo, para escravizarem a humanidade toda a nível global.

domingo, 22 de junho de 2014

propaganda multirracial e igualitária na URSS
















Somos Jovens Leninistas  V. M. Konashevich, 1925
















G. I. Bublev, finais dos anos 1920s















Brigada de Vkhutein, 1928
















URSS é a brigada de choque do proletariado internacional
G. Klutsis, poster, 1931

















Sergei Luchishkin, mural, 1932

















V.B. Koretsky, poster, 1932
















Uma saudação aos lutadores contra o fascismo!
V. B. Koretsky, poster, 1937













V.B. Koretsky, poster, 1948
















Uma Canção de Paz (Paul Robeson in Pickskills, NY)
Valentin Polyakov, Igor Radoman e Khaim-Shats, painting, 1950
















B. I. Prorokov, poster, anos 1950s
















O. Savostuk, poster, 1958
















Selo Postal, 1958













URSS é para o desarme completo!
V.B. Koretsky, poster, 1959
















Kukryniksy, poster, 1960















Dmitri Oboznenko and Yaroslav Serov, 1961















N. Osenev, postcard, 1961
















Congresso Internacional da Mulher
R.V. Suryaninov, poster, 1963













A. Deineka, painting, 1964

















Nina Vatolina, poster, 1964
















V.V. Sachkov, postcard, 1964
















E. Artsrunyan, poster, 1966















V. Karakashev, 1967










V. Boldyrev, poster, 1969
















mosaicos na estação de metro “Prospekt Mira” em Moscovo
A.N. Kuznetsov, anos 1970s















K. Ivanov, poster, 1975











V.B. Koretsky, poster, 1981















A. Shmidstein, selo postal, 1982















Lutador pela liberdade da África do Sul, Nelson Mandela
selo postal, 1988


...e é isto. posters e selos para todos os gostos e épocas, quer na época de lénine, quer de estaline, quer de kruschev, brezhnev, andropov, gorbachev, etc, etc

segunda-feira, 2 de junho de 2014

quarta-feira, 26 de março de 2014

homossexualismo, hábito zio-marxista










  


















é um costume aberrante que a escumalha sionisto-bolchevique quer impôr ao resto do mundo para não ser sozinha - e também para diminuir a natalidade Ariana. daí a agenda pró-gay, à qual também aderem os libertários, capitalistas liberais e outros democratas.
nas duas primeiras imagens vemos os judeus Gorbachev e Brezhnev, ambos com Honecker da Républica Democrática Alemã (RDA).
já na última imagem, vemos um cartaz de propaganda comunista do tempo da II Guerra, portanto do tempo de Estaline, isto para aqueles que acham que Estaline nada tinha a ver com marxismo cultural, algo completamente falso e já provado ser falso, por exemplo aqui e já agora também neste vídeo que mostra um filme de propaganda soviético (1933) anti-EUA e "anti-racista" ou anti-branco de vitimização negróide e culpa branca. mais MC que isto é difícil...

sábado, 1 de fevereiro de 2014

o capitalismo é a antecâmara do comunismo














Em geral, o sistema proteccionista é conservador, enquanto o sistema de comércio-livre é destrutivo. Desagrega antigas nacionalidades e leva ao antagonismo entre o proletariado e a burguesia ao ponto extremo. Numa palavra, o sistema de comércio-livre apressa a revolução social. É apenas neste sentido revolucionário que voto em favor do comércio-livre.

Karl Marx in «On the Question of Free Trade»."

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

o genocídio marxista


http://antizionistleague.files.wordpress.com/2013/10/vladimir-lenin-genocide.png 


 http://antizionistleague.files.wordpress.com/2013/10/leon-trotsky.png






























e cereja no topo do bolo, a verdadeira origem da expressão "uma mentira dita muitas vezes, torna-se verdade."



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Hitler não desarmou os cidadãos
















http://www.salon.com/2013/01/11/stop_talking_about_hitler/

«As it turns out, the Weimar Republic, the German government that immediately preceded Hitler’s, actually had tougher gun laws than the Nazi regime.»


basicamente, o controlo de armas é bem anterior a Hitler. leis de controlo de armas foram aprovadas em 1928 pela Républica de Weimar, precisamente para reprimir as mílicias armadas do NSDAP.
Hitler ao chegar ao poder, teve leis bem mais suaves acerca de armas do que a Républica anterior.
é por isso que cartazes como esse, são rídiculos e expõem a desonestidade da propaganda Neo-con americana e outros quadrantes de reaccionários católicos, muitas vezes filo-judeus, que persistem na imbecilidade confrangedora de equiparar Hitler com ditadores marxistas, esses sim, desarmadores compulsivos de populações civis. por exemplo:

http://en.wikipedia.org/wiki/Gun_control#Gun_control_in_Bolshevist_Russia

"In December 1918 during the Russian Civil War the Bolsheviks made it a crime for citizens other than members of their own party to own guns. Bolsheviks were allowed to own one rifle and one revolver."

acresce que Hitler chegou ao poder pelas urnas, não precisou de "desarmar" fosse quem fosse para conseguir o poder, coisa que nem todos podem dizer, nomeadamente os supra-mencionados ditadores, pelo que argumentar que "o controlo de armas resulta" e meter o nome de Hitler ao barulho, é loucura e delírio puro e duro.

sábado, 12 de outubro de 2013

a origem da farsa democrática

Curiosamente, o marxismo, comunismo e a sua ramificação, o socialismo, quando analisados anos mais tarde, na prática, não são nada mais do que capitalismo de estado e governo através de uma minoria privilegiada, exercendo controle despótico e total sobre uma maioria que fica virtualmente sem nenhum direito legal ou de propriedade. Isto explica porque os Rothschilds estavam tão interessados em subsidiar estas ideologias, as quais poderiam, posteriormente, desenvolver-se num sistema “democrático” de dois partidos no qual ambos os partidos estavam controlados pela mesma força, e, embora possam brigar sobre matérias insignificantes, de modo a dar a impressão de se oporem um ao outro, na realidade seguem a mesma ideologia básica. É por isto que os habitantes das democracias cedo descobrem que não importa em quem votem, nada vai mudar nunca. 
(The Synagogue of Satan, A C Hitchcock)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Goebbels sobre o socialismo

Nós somos socialistas porque nós vemos no socialismo, que é a união de todos os cidadãos, a única hipótese de manter a nossa herança racial e de reconquistar a nossa liberdade política, renovando o nosso Estado alemão…

O Socialismo é a doutrina de libertação da classe trabalhadora. Promove a ascensão da quarta classe e a sua incorporação no organismo político da nossa Pátria, e está inextricavelmente ligado ao rompimento da presente escravatura e recuperação da liberdade da Alemanha. o Socialismo, portanto, não é meramente uma questão da classe oprimida, mas uma questão de toda a gente, para libertar o povo Germânico da escravatura, que é o objectivo da política contemporânea. o Socialismo ganha a sua verdadeira forma apenas através de uma total luta fraternal com as energias avançadas de um recém-acordado nacionalismo. Sem o nacionalismo é nada, é um fantasma, uma mera teoria, um castelo nas nuvens, um livro. Com ele, é tudo, o futuro, a liberdade, a pátria!

O pecado do pensamento liberal é ignorar a força de construção nacional socialista, assim permitindo que as suas forças se dispersem em objectivos que não são do interesse da nação. O pecado do Marxismo é ter degradado o socialismo numa mera questão de salários e de comida, colocando isto em conflito com o Estado e a existência nacional. Entender tais factos leva-nos a uma nova forma de socialismo, que vê a sua natureza como nacionalista, fortalecedora do Estado, libertadora e construtiva…

(....)

Nós somos socialistas porque consideramos que a questão social é uma matéria de necessidade e justiça para o bem da existência do estado do nosso povo, não uma questão de lamentação barata e sentimentalismos. O trabalhador tem as suas demandas de um padrão de vida condizentes com o que ele produz. Nós não temos a intenção de implorar por este direito. Incorporá-lo ao organismo estatal não é algo de importância fundamental para ele, mas para toda a nação. A questão é muito maior do que o debate pela jornada de trabalho de oito horas. Mas sim a formação de uma nova consciência de estado que inclui cada cidadão produtivo. Já que os poderes políticos de hoje não estão dispostos ou não podem criar tal situação, o socialismo deve combater por isto. É um slogan de luta tanto interno quanto externo. Ele será direccionado contra os partidos burgueses e o Marxismo ao mesmo tempo, já que ambos são inimigos mortais do vindouro estado dos trabalhadores. Ele é direccionado também a todos os poderes estrangeiros que podem ameaçar a nossa existência nacional e também a possibilidade da criação de um estado nacional socialista.

(....)
Nós chamamo-nos a nós próprios partido dos trabalhadores porque queremos resgatar a palavra "trabalho" da sua definição corrente e devolvê-la ao seu significado original. Alguém que cria valor é um criador, isto é, um trabalhador.  Nós recusamo-nos a distinguir formas de trabalho. A nossa única escala é se o trabalho serve o todo, ou pelo menos não o prejudica, ou então se ele é nocivo. Trabalho é serviço. Se trabalha contra o bem-estar geral,  então é traição contra a pátria. 
(...)

o Socialismo só é possivel num estado unido domesticamente e livre internacionalmente. A burguesia e o Marxismo são responsáveis por falharem os dois objectivos, união doméstica e liberdade internacional. Não importa o quão nacional e social se apresentem estas duas forças, eles são inimigos jurados de um estado socialista nacional.

Devemos, portanto, destruir politicamente ambos os grupos. As linhas do socialismo Germânico são nítidas, e o nosso trajecto é claro.

Somos contra a burguesia política, e pelo nacionalismo genuíno!

Somos contra o Marxismo, mas pelo verdadeiro socialismo!

Somos pelo primeiro estado nacional Germânico de natureza socialista!

Somos pelo Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães!
(....)


resumindo, o Nacional-Socialismo é a verdadeira forma de socialismo. todas as outras, incluíndo o marxismo são formas corruptas de socialismo.
são formas igualitárias e redutoras de socialismo, ao passo que o Nacional-Socialismo é uma forma desigualitária e abrangente de socialismo, ao serviço de toda a comunidade e não de uma suposta classe "oprimida".
por exemplo, o Trabalhador alemão não era forçosamente o proletário ou o operário "oprimido" e sim todo o trabalhador ou produtor. não há distinção de classes ou trabalhos, daí ser o partido dos Trabalhadores, não do "proletariado", e assim sucessivamente.
é este socialismo que combinado com o nacionalismo, e não de uma forma isolada, garante as bases da manutenção do património racial, isto é, do Povo.

terça-feira, 7 de maio de 2013

derrubar mais uns mitos sobre Mordechai

1- derrubar o mito construído pelo politicamente correcto de que Mordechai (Marx) era anti-semita e detestava judeus.
2- derrubar o mito segundo o qual Marx era muito diferente dos actuais esquerdistas, porque alegadamente não pugnava pela destruição das outras raças

Carta do rabino Baruch Levy a Mordechai  (Karl Marx) em 1848:

"O povo judeu na sua totalidade será ele mesmo o seu próprio Messias. O seu reino sobre o universo realizar-se-á pela unificação das outras raçaseliminação das monarquias e das fronteiras que são a protecção do particularismo, e pelo estabelecimento de uma república universal que reconhecerá em toda a parte os direitos de cidadania dos judeus. Nesta nova organização da humanidade, os filhos de Israel disseminados actualmente sobre toda a superfície da terra, todos da mesma raça e de igual formação tradicional, conseguirão, sem grande oposição, constituir o elemento dirigente em toda a parte e de tudo, se conseguirem impôr a direcção judaica às massas operárias. Assim, pela vitória do proletariado, os governos de todas as nações passarão para as mãos dos israelitas por intermédio da realização da República universal. A propriedade individual poderá então ser suprimida pelos governantes de raça judaica que então poderão administrar em todo o lado as riquezas dos povos. E assim realizar-se-á a promessa do Talmud de que quando chegarem os tempos messiânicos, os judeus terão sob controlo os bens de todos os povos da terra".

FONTE: "Revue de Paris" 1 de Junho de 1928, pág. 574

domingo, 21 de abril de 2013

marxismo judaico pós-revolução

existem algumas teorias segundo as quais, apesar dos judeus estarem sobre-representados na estrutura do regime soviético durante a revolução e nos primeiros anos, algum tempo depois disso foram "perdendo" os lugares, sendo destituídos e até perseguidos.
pois bem, hoje vou desfazer esse mito falso de uma vez por todas, para que não restem dúvidas. os judeus não deixaram de estar sobre-representados na estrutura do regime soviético, por exemplo, durante os anos 50 no consulado do judeu Kruschev (Perlmutter) que admitiu, repito admitiu, durante um discurso feito para uma delegação de socialistas Franceses em 1956, que "o governo encontrou nalguns dos seus serviços uma grande concentração de judeus, superior a 50% do seu staff". esta é a realidade!













depois, a questão das "perseguições", já se sabe que a mentira repetida muitas vezes se torna verdade, e esta máxima era especialmente verdade para a URSS, que é a verdadeira inventora da mesma e não aqueles que se convencionou dizer na história revisionista do politicamente correcto...
porém aqui neste vídeo a partir do minuto 3:38, é explicado que o regime soviético simulou, repito simulou perseguições anti-semitas para distrair, distrair o Mundo do passado judaico do comunismo.
portanto, uma pura manobra de diversão e desinformação tipicamente, mas tipicamente judaica. e quem simula um holoconto de "6 milhões", também faz isto e muito mais. ponto final parágrafo.
mais à frente, nesse vídeo, é ainda dito que os judeus eram especialmente favorecidos em termos de imigração para o Oeste mais próspero (para lá da cortina de ferro), provavelmente para não sofrerem as agruras que o resto da população tinha que sofrer naqueles regimes tirânicos do Bloco de Leste,
sendo que, a esses, aos gentios, como é óbvio era negado o direito de escaparem desses países, por mais agruras e barbaridades que sofressem.
vale a pena ver o vídeo inteiro, pois fala da forma como os judeus dominavam os bancos alemães sob a liderança do judeu milionário Max Warburg, um dos financiadores de Lénine e Trotsky.
voltando ao tema do tópico, o marxismo judaico post-revolução, no video explica que a Enciclopédia judaica afirma que "O movimento e a ideologia comunista desempenharam um papel importante na vida judaica particularmente nas décadas de 1920 e 1930 e durante e após a II Guerra Mundial." ou seja, é claro como àgua para quem lê, que não houve nenhuma perda de poder, esvaziamento ou destituição de judeus dos seus cargos, quanto muito poderá ter havido passagens de testemunho entre judeus.









o video diz muito mais, como p.exemplo, o facto do bolchevismo ser uma espécie de revolução judaica contra o anti-semitismo do império Russo e que a juventude judaica aderiu ao bolchevismo precisamente por esse facto.

sábado, 20 de abril de 2013

marxismo sionista em França

como referi em tópicos anteriores, já aqui dei conta das ligações do sionismo à esquerda soviética, tal como à esquerda alemã, à esquerda britânica e portuguesa.  hoje vou falar das ligações do sionismo à esquerda francesa.
na imagem ao lado vemos um memorial de Léon Blum num kibbutz israelita. Blum era um comunista judeu de França, foi 3 vezes primeiro-ministro francês, embora sempre por períodos muito breves.
podem ver aqui que era um advogado da causa sionista.

na imagem ao lado, vemos o meio-caribenho, meio-judeu Harlem Désir que se tornou no primeiro líder negróide de um partido europeu de destaque, neste caso o partido socialista, além de ser Membro do Parlamento Europeu. porém, Désir já foi marxista, e presidente do SOS Racisme entre 1984 e 1992.  Désir é também um apoiante da causa sionista, conforme é visível aqui ou aqui.










na imagem ao lado vemos Daniel Cohn-Bendit, um judeu nascido em França, embora de nacionalidade alemã e filho de judeus alemães refugiados. é actualmente deputado Europeu e co-presidente do grupo parlamentar Grupo dos Verdes/Aliança Europeia. porém Chon-Bendit já foi um anarquista, além de ser um pedófilo assumido. esteve envolvido como líder na revolta estudantil do Maio de 68 em França. ganhou a alcunha de "Danny the Red" ou "Danny o vermelho", e é, como não podia deixar de ser, um sionista, como se pode comprovar, por exemplo, aqui








na imagem ao lado, vemos Boris Fraenkel, um judeu polaco já falecido e nascido em Danzig, porém radicou-se em França a partir de 1938.
era marxista e lutava pelo sionismo de extrema-esquerda, como se pode ler aqui, misturando a ideologia marxista com o nacionalismo judaico.








outros exemplos de comunistas judeus na vida política francesa foram Lucienne Abraham, Henri Alleg, Daniel Bensaïd, Charles Bettelheim, Claude Cahen, Pierre Frank, Daniel Gluckstein, Lucien Goldmann,  Jules Isaac, Alain Krivine, David Korner, Pierre Lambert, Benny Lévy, Michael Löwy, Edgar Morin, Maxime Rodinson, Alfred Rosmer, Maximilien Rubel, Marcel Rayman, Albert Nahumi, Jean Jérome, Joseph Epstein, Leopold Trepper, Pierre Villon, etc