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quarta-feira, 9 de abril de 2014
mais deseducativa
o que vemos acima é um excerto da revista gratuita "mais (des)educativa" e é um exemplo da lavagem cerebral desonesta, mentirosa e propagandística que fazem com os mais novos a roçar o rídiculo e o mais completo delírio.
vejamos, sim que maravilha as "sociedades heterogéneas" tão "livres" e "democráticas". só quem nunca experimentou o privilégio de viver ao lado de ciganos ou negros é que pode pensar o contrário. só retrógados pensam o contrário. e quanto mais heterogénea a sociedade, mais livre. homogeneidade é coisa de fascistas e retrógados.
antes do 25 de Abril, a malvada da PIDE e da repressão impedia o aparecimento de grupos como negros (nem havia negros em Portugal. enfim, esta...), ciganos, hippies, homossexuais e punks.
passa de simples estupidez para níveis de rídiculo e desonestidade inacreditáveis.
ciganos, toda a gente sabe que viviam cá no Estado Novo, que vieram para cá há muitos séculos e que não foi com o 25 de Abril que eles entraram.
hippies, segue aqui uma imagem do festival de Vilar de Mouros em 1971, com vários hippies nacionais e estrangeiros, mas o Estado Novo e a repressão são culpados de tudo.
homossexuais, apareceram milagrosamente no 25 de Abril, porque antes disso todos sabem que não havia homossexuais, enfim...propaganda a quanto obrigas. não havia era palhaçadas de paradas, movimentos ou casamentos gay, querem eles talvez dizer.
punks, esta então é o cúmulo do ridículo, os punks surgem nos EUA em meados da década de 70, mas o Estado Novo também tem a culpa de não ter havido punks em Portugal antes do 25-A. isto é o cúmulo da palhaçada e do non-sense.
a mulher vivia na dependência do homem, revisionismo a quanto obrigas. obrigação de cuidar do lar e dos filhos, que horror! cuidar dos filhos, isso é coisa machista, ditatorial e opressora. aliás, nem sei porque é que a mãe do autor deste texto não pensou assim. se calhar, se tivesse pensado assim, não teria que estar agora a ler certas barbaridades.
a mulher deve fazer filhos e depois abortar quando e como quiser, ou então deve cagar nos filhos, deixá-los morrer à fome, deixá-los 24 horas com babysitters para se dedicar à "carreira" ou entregá-los a orfanatos. isso é que é liberdade. maternidade é coisa de retrógados, fascistas e machistas.
com a democracia o povo ganhou poder. sim, basicamente ganhou o poder de escolher entre a merda laranja e a merda rosa. o poder de decidir se quer ser enrabado por uma pila côr-de-laranja ou por uma pila côr-de-rosa.
a democracia impulsionou a criação de leis para direitos reclamados pelas pessoas, como divórcio, aborto ou nudismo. uau que maravilha. isso é que é importante! aliás, a gente só não ouviu o lobby dos nudistas a reclamar direitos antes do 25-A porque a PIDE e a "repressão" não deixavam.
o divórcio e o aborto, também são coisas importantíssimas. é mesmo isso que é imprescindível na sociedade, liberalizar totalmente divórcio e aborto, para as taxas de natalidade continuarem em alta e a subir como têm estado. é mesmo uma maravilha!.
afinal a democracia é boa porque deu direitos aos nudistas, ao aborto e ao divórcio. espectáculo! isso é que é fundamental. (isso e os punks, ciganos, etc) ainda há uns anos atrás, houve uma mega manifestação pelo divórcio. passou foi um bocado desapercebida, por isso é que vocês não a viram.
a democracia é que permitiu que não tivesse que ir à tropa! que maravilha, não ir à tropa! exército para quê? tropa para quê? isso é coisa de fascistas e retrógados. não é aqui o espaço indicado para isso, mas se contasse aqui o quanto já fui prejudicado por essa escumalha com essa palhaçada de "não ter que ir para a tropa"...enfim, mas isso é outro assunto.
resumindo, o texto é todo um chorrilho de delírios, mentiras, distorções, revisionismo, propaganda ideológica e formatação de mentes jovens, formatação nos valores liberais-marxistas da III républica democrática, nem mais nem menos. isto tem apenas um nome e chama-se controlo mental. não há outra definição para esta aberração.
daqui a uns anos, há-de ser verdade em todos os manuais, que o Estado Novo impediu negros, ciganos, hippies, gays e até punks de existirem. isto será a "verdade oficial" e a cartilha daqui a uns anos ou décadas.
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terça-feira, 8 de abril de 2014
347 milhões para integrar ciganos

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sim, a notícia já é antiga com 1 ano (e parabéns ao Pedro Lopes, que a descobriu) mas vale a pena ver o desvario que vai na cabeça dos ministros e governantes desta republiqueta da treta.
347 milhões para "integrar" gentalha que não se quer integrar nem nunca quis (ainda bem) mas depois ainda vêm dizer que a crise coisa e tal, não há dinheiro para isto nem aquilo, etc
pelos vistos há dinheiro, mas é justamente para aquilo que menos interessa. e essa atitude não pode ser esquecida nem perdoada.
será esta a interpretação correcta a fazer quando alguns políticos europeus vêm dizer que o "multiculturalismo falhou"? a fase final é a da assimilação, certo?
bem-vindos à democracia real.
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
10% das norueguesas foram violadas por muslos...
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...e metade dessas 10%, antes dos 18 anos.
100% das violações na Noruega são feitas por muçulmanos, diz, entre outras coisas, a notícia.
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domingo, 21 de julho de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
ps quer fazer de Portugal pátria sionista
PS quer conceder naturalização a descendentes de judeus expulsos de Portugal
para começar como é que se pode promover o regresso de alguém que nunca cá esteve? ou ainda existe algum sobrevivente de 1500 e etc?
O PS apresentou nesta quinta-feira, em Lisboa, um projecto de alteração à lei da nacionalidade, para conceder a naturalização portuguesa aos descendentes de judeus expulsos do país, nos séculos XV e XVI, promover o seu retorno e reabilitar a sua imagem.
“Como corolário deste percurso de reabilitação de uma imagem e uma cultura fortes, quase destruídas pela Inquisição portuguesa com a conivência da coroa, faz todo o sentido promover o retorno dos descendentes dos judeus expulsos ou dos que fugiram do terror da Inquisição ao seio do seu povo e da sua nação portuguesa”, pode ler-se no projecto de lei a que a Lusa teve acesso, apresentado, pelo grupo parlamentar do PS, na Assembleia da República.
O documento refere ainda que “faz também todo o sentido que seja aos descendentes judeus de sefarditas portugueses, que demonstrem objectivamente a tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, possibilitada a aquisição da nacionalidade portuguesa por naturalização”.
O projecto de alteração à Lei da Nacionalidade visa acrescentar um ponto ao artigo 6.º, no qual deverá constar que “o Governo pode conceder a nacionalidade por naturalização, com dispensa dos requisitos previstos (…) aos descendentes de judeus sefarditas portugueses, através da demonstração da tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral”.
Os socialistas recordam a “antiguidade” da presença no território peninsular – designado Sefarad – de judeus que foram expulsos de Portugal depois de D. Manuel I ter assinado, em 1496 o “Decreto de Expulsão dos Hereges”.
“Estes descendentes de judeus portugueses mantêm viva uma língua, o ladino (…), uma língua derivada do castelhano e do português e falada por 150.000 pessoas em comunidades em Israel, Turquia, antiga Jugoslávia, Grécia, Marrocos e nas Américas, entre muitos outros locais”, diz o projecto de lei.
No início do século XIX, regressaram a Portugal alguns judeus sefarditas originários de Marrocos e de Gibraltar, e instalaram-se numa comunidade em Lisboa que, durante a II Guerra Mundial, viria a dar um “apoio notável” aos “refugiados fugidos à barbárie hitleriana que daqui partiram para uma nova vida em novos lugares, nomeadamente para os Estados Unidos e Brasil”.
Também a partir da sinagoga do Porto, edificada pelo capitão Barros Basto, milhares de judeus conseguiram reconstruir a suas vidas com a ajuda da secção que ficou conhecida como “Amparo dos Desterrados” e que, nas próximas semanas, irá fornecer os respectivos documentos de identificação ao Museu do Holocausto em Washington.
“Neste largo período de dois séculos, que medeia entre os alvores de oitocentos e a actualidade, alguns descendentes de judeus portugueses fugidos das perseguições inquisitoriais, regressaram a Portugal, aqui se instalaram e criaram novos laços familiares, intelectuais, culturais, políticos, profissionais e comerciais”, recorda ainda o documento do PS.
para começar como é que se pode promover o regresso de alguém que nunca cá esteve? ou ainda existe algum sobrevivente de 1500 e etc?
depois, judeus não são, nem nunca foram nativos da Ibéria. imagine-se o rídiculo de regressarem todos os descendentes desses judeus sefarditas, cerca de 150.000, certamente mais do que os sefarditas expulsos e que estão espalhados um pouco por todos os lados, como diz na notícia...onde os iríamos enfiar? não temos já problemas que chegue? imigração que chegue? desemprego que chegue e outras chatices?
o que se vai seguir? propôr o "regresso" dos descendentes dos (poucos) mouros que foram expulsos de Portugal ou que decidiram sair pelo seu próprio pé?
sim, porque na notícia não fala apenas de conceder a nacionalidade, o que já é grave, mas também de retorno.
todos os pretextos e mais alguns servem para enfiar mais gente não-nativa no país, todos os pretextos servem para justificar a sociedade multicultural e multiétnica, todos os pretextos servem para elevar o grupo étnico "eleito" à condição de mártires.
será porque Soares, o fundador do PS, tem ascendência judaica? será porque o PS é o partido em Portugal mais ligado à maçonaria e, por consequência, o partido mais servil aos interesses sionistas?
domingo, 18 de novembro de 2012
sueca de 87 anos espancada por muslos
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selvagens do Médio Oriente que não só não respeitam animais, como nem sequer respeitam mulheres idosas. isto é as "vantagens" do multiculturalismo e da convivência com a chamada "religião da paz"
domingo, 26 de fevereiro de 2012
multiculturalismo sim, mas não para israel
por John Masanauskas
Melbourne - O líder Judeu Isi Leibler, um firme defensor do multiculturalismo Australiano, diz que essa política não tem lugar em israel.
Melbourne - O líder Judeu Isi Leibler, um firme defensor do multiculturalismo Australiano, diz que essa política não tem lugar em israel.
"Isto é um país que foi estabelecido e criado como um país judeu para os judeus", disse ele a um jornal de Jerusalém.
Mr. Leibler disse anteriormente que o multiculturalismo na Austrália era algo de que "estamos todos orgulhosos de fazer parte."
O fundador do Travel Jetset mudou-se para israel há dois anos como presidente do Congresso Mundial Judaico. Ele publicou recentemente um ensaio argumentando que o sionismo, ou o nacionalismo judeu, estava sob ameaça dos "pós-sionistas" em israel.
"Um pós-sionista é alguém que na verdade vê com bons olhos o fim do povo judeu em termos etnocêntricos, como um grupo nacional, e já não vê mais o povo judeu como um povo unido," disse ele ao The Jerusalem Post.
"Um pós-sionista é alguém que na verdade vê com bons olhos o fim do povo judeu em termos etnocêntricos, como um grupo nacional, e já não vê mais o povo judeu como um povo unido," disse ele ao The Jerusalem Post.
Mr. Leibler diz que os Pós-sionistas estariam a forçar uma agenda universalista nas escolas visando a eliminação do nacionalismo judeu e a criação de um estado multicultural.
Mas Mr. Leibler, em 65, tinha uma visão oposta do multiculturalismo na Austrália.
Durante o debate de Pauline Hanson em 1993, ele avisou que o multiculturalismo estava sob ameaça
dos extremistas.
Mas Mr. Leibler, em 65, tinha uma visão oposta do multiculturalismo na Austrália.
Durante o debate de Pauline Hanson em 1993, ele avisou que o multiculturalismo estava sob ameaça
dos extremistas.
"Existe uma necessidade de nos sentarmos juntos e estabelecermos uma via na qual os Australianos possam recuperar esse espírito do multiculturalismo, do qual eu penso que estamos todos orgulhosos de fazer parte, e que está realmente sob ameaça" disse Mr. Leibler
FONTE
é normal. cinismo e duas caras é a natureza judaica. multiculturalismo é para a Austrália e para as outras nações de raça branca ariana, mas não para israel...
os mais ingénuos acreditam mesmo que como há judeus a defenderem o seu país e o seu povo, que representam um obstáculo ao universalismo...como se o facto de defenderem a existência do seu povo implicasse necessariamente fazer o mesmo para os outros povos.
não surpreende que Isi Leibler fosse também um comunista. na verdade, este cinismo e duas caras é a essência do marxismo e até do sionismo.
também certa elite marxista que defende drogas, gays, feminismo, aborto e 'amor livre' para a sociedade, depois educa os filhos na linha mais rígida, conservadora e patriarcal que existe. é claro que a destruição da família é só a dos outros; não a deles. eles não acreditam nem nunca acreditaram nesses ideais, nem nessas balelas.
e aqui se passa precisamente o mesmo: o multiculturalismo não é (nunca foi) um ideal sincero em que esta gente acredite mesmo, mas sim uma arma conveniente de arremesso contra as civilizações visadas, um projecto de destruição deliberado e calculado.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
«multiculturalismo é como o comunismo»
"I believe that the idea of multiculturalism is on the same level with communism of the 1970's Finland. We had only one truth that no-one could criticize. Today immigration and multiculturalism are a similar idea and ideology; completely above all criticism. I don't believe that multiculturalism in this contemporary context can do us good or that mixing these cultures and religions completely could only be a positive thing."
Tero Vaara (músico finlandês)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
«diversidade é o destino da UE»
Diversity is the EU's Destiny
From Javier Solana's article arguing in favour of Turkey's EU membership:
The good that Turkey can bring to Europe was visible even before the “Arab Spring.” Europe is, by definition, culturally diverse, so diversity is the EU’s destiny. And, if Europe is to become an active global player, rather than a museum, it needs the fresh perspective and energy of the people of Turkey.
...
A major challenge that Europe must still face is migration, which will only become a bigger problem over time. Between now and 2050, Europe’s workforce will decrease by 70 million. Maintaining our economy requires migration and open EU borders – and facing down the populist movements in Europe that would shun “outsiders.”
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domingo, 1 de maio de 2011
judeus irão liderar Europa multicultural
Jews will play a leading role in multicultural Europe says Jewish researcher
American Jewess Bitch: Europeans must accept Jewish domination and national annihilation or die
American Jewess Bitch: Europeans must accept Jewish domination and national annihilation or die
The American Zionist Jewess bitch Barbara Lerner Spectre, of the Swedish taxpayer-funded, fake-Greek-named Jew outfit “Paideia“:
“Europe has not yet learned how to be multicultural. And I think we [Jews] are going to be part of the throes of that transformation, which must take place. Europe is not going to be the monolithic societies [sic] that they once were in the last century. Jews are going to be at the centre of that. It’s a huge transformation for Europe to make. They are now going into a multicultural mode, and Jews will be resented because of our leading role. But without that leading role, and without that transformation, Europe will not survive.”
pelo menos, esta assume.
com video e tudo, para não dar a mais pequena hipótese a que algum "engraçado" diga que é uma invenção ou que "não foi bem assim" e as palavras foram "deturpadas".
apesar de não ser bem "actual", pois estas declarações já têm mais de 1 ano, este assunto é sempre actual para que se veja a realidade dos factos.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
multiculturalismo e islão em França
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
até o conselho europeu reconhece
Council of Europe warns on multiculturalism
The Council of Europe, guardian of the European convention on human rights, backs the growing number of heads of state denouncing multiculturalism as a failure, warning that it poses a threat to security
FONTE
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
«multiculturalismo falhou» diz «CDS» holandês
Maxime Verhagen
FONTE
só agora reconhecem? antes tarde que nunca, já não era sem tempo.
pena que esse reconhecimento não implique medidas e tomadas de posição em conformidade e, provavelmente, sirva apenas para «enganar» alguns incautos e travar o crescimento do nacionalismo tal como já fizeram Merkel, Sarkozy e Cameron de «centro-direita» nos respectivos países.
quarta-feira, 31 de março de 2010
sobre os atentados de moscovo
é apenas a consequência dos impérios multirraciais, multi-étnicos e multi-religiosos em detrimento das pátrias carnais e culturais.
enquanto os governos centrais não acordarem para esta realidade, mais Tchéchénias existirão, mais atentados terroristas existirão, etc, etc
se ter um império multi-racial e multi-continental já é perigoso, imagine-se quando ainda se junta a tudo isso, religiões tão "pacificas" e "mansas" como o Islão.
é pura dinamite. e, claro, quem brinca com o fogo, acaba por se queimar. é tão certo como o Sol se levantar todos os dias.
continuem a ignorar os avisos e a desprezar os separatistas Tchechenos...
quanto a mim, a Rússia deve dar independência e livrar-se desta região, não apenas pela religião, mas por ter uma etnia diferente (não são imigrantes que por lá se estabeleceram agora, mas sim autóctones).
se for preciso, depois pode haver um processo de "desislamização" (algo que não acredito muito) ou algum confronto militar...
agora não faz qualquer espécie de sentido, continuar a ter esta região integrada na Federação Russa e ainda permitir fronteiras abertas para esta gente, que além de tudo o resto, permite estes atentados, entre outros estragos (islamismo a alastrar-se, imigração para Moscovo, etc)
enfim, não se percebe o que lucra a Rússia com semelhante acto de estupidez e vai continuar a pagar caras estas "teimosias".
é a mentalidade Europeia no seu pior...
enquanto os governos centrais não acordarem para esta realidade, mais Tchéchénias existirão, mais atentados terroristas existirão, etc, etc
se ter um império multi-racial e multi-continental já é perigoso, imagine-se quando ainda se junta a tudo isso, religiões tão "pacificas" e "mansas" como o Islão.
é pura dinamite. e, claro, quem brinca com o fogo, acaba por se queimar. é tão certo como o Sol se levantar todos os dias.
continuem a ignorar os avisos e a desprezar os separatistas Tchechenos...
quanto a mim, a Rússia deve dar independência e livrar-se desta região, não apenas pela religião, mas por ter uma etnia diferente (não são imigrantes que por lá se estabeleceram agora, mas sim autóctones).
se for preciso, depois pode haver um processo de "desislamização" (algo que não acredito muito) ou algum confronto militar...
agora não faz qualquer espécie de sentido, continuar a ter esta região integrada na Federação Russa e ainda permitir fronteiras abertas para esta gente, que além de tudo o resto, permite estes atentados, entre outros estragos (islamismo a alastrar-se, imigração para Moscovo, etc)
enfim, não se percebe o que lucra a Rússia com semelhante acto de estupidez e vai continuar a pagar caras estas "teimosias".
é a mentalidade Europeia no seu pior...
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Jardim inaugura mesquita...
Jardim oferece jantar a comitiva islâmica
O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, ofereceu, na noite de ontem, um jantar à comitiva islâmica que se deslocou à Região para a inauguração da primeira Mesquita da Madeira. O secretário regional dos Recursos Humanos, Brazão de Castro, esteve presente no jantar, que decorreu na Quinta Vigia.
Foram recebidos pelo líder do Executivo madeirense o presidente da Comunidade Islâmica em Lisboa, Dr. Abdool Karim Vakil; o responsável da Comunidade Islâmica na Madeira, Adbou Karim Ben Adj e ainda o imã, Abel Lasseri.
Mas para a inauguração da Mesquita da Madeira, localizada em Santo Amaro, deslocaram-se à Região outras entidades islâmicas, como o embaixador da Arábia Saudita e do Irão em Lisboa, Hisham Alkatini e Rasool Mohajer, respectivamente. A embaixada da Líbia também esteve representada na inauguração da Mesquita por Yahya El Jadid e ainda Saoud Eltayari.
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=1&id=140440&sdata=2009-12-15
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