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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
a França em 100 anos
um cartaz de propaganda NS dos anos 30 (aqui ligeiramente alterado) dizia qualquer coisa como: "dentro de 100 anos, a França será um zoo na sua própria terra". parece que acertaram não é? pois...não foi falta de aviso.
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terça-feira, 13 de novembro de 2018
Hitler e a I Guerra
"Ao longo dos séculos, o agricultor Alemão migrou para o novo Mundo como colonizador, como fertilizador para outros povos, como fertilizador de cultura para outras nações...Assim ele começou a conquistar o grande continente...Todo aquele poderoso material humano que vimos no lado americano durante a Guerra Mundial, acreditem, foram mães alemãs que outrora deram à luz estes homens, pais alemães que outrora os formaram, e depois o destino determinou que, em menos de 50 ou 20 anos, nos confrontassem como inimigos numa luta pela sobrevivência onde estava em causa a nossa própria existência. É esta horrível maldição a que nos conduziram as políticas mais recentes...Na América do Norte, na altura de decidir qual a língua nacional a introduzir, foi um único voto que decidiu que o alemão não deveria ser introduzido como a língua nacional, mas sim o inglês. Perdemos um continente de 120 milhões para o qual enviáramos o material humano mais valioso, tal como ficou provado no ano de 1917. Estes jovens altos, loiros e de olhos azuis, na realidade, o que eram? Seriam outrora os filhos dos agricultores alemães. São agora nossos inimigos" - Adolf Hitler
um bom resumo da tragédia que foi a I Guerra Mundial, uma guerra fraticida entre irmãos não só Arianos, mas Germânicos e até Teutónicos dentro da grande família germânica. repare-se como uma coisa de grande magnitude como a língua oficial de um colosso é decidida democraticamente por...um voto, se a história for real, e pode ser. e aqui para nós...alguém acredita que se a lingua oficial dos EUA tivesse sido o Alemão, que os Norte-Americanos teriam embarcado em guerras fraticidas com os Alemães da Europa? eu não acredito.
um bom resumo da tragédia que foi a I Guerra Mundial, uma guerra fraticida entre irmãos não só Arianos, mas Germânicos e até Teutónicos dentro da grande família germânica. repare-se como uma coisa de grande magnitude como a língua oficial de um colosso é decidida democraticamente por...um voto, se a história for real, e pode ser. e aqui para nós...alguém acredita que se a lingua oficial dos EUA tivesse sido o Alemão, que os Norte-Americanos teriam embarcado em guerras fraticidas com os Alemães da Europa? eu não acredito.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018
porquê NS e não fascismo...
«El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. El hitlerismo es la única consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán. En cambio, Mussolini es el clasicismo, con sus jerarquías, sus secuelas y, por encima de todo, la razón.»
José António Primo de Rivera
José António Primo de Rivera
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
o Nacional-Socialismo falhou...
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segunda-feira, 21 de maio de 2018
Hitler o terror dos Rothschild
HITLER, EL TERROR DE LOS ROTHSCHILD
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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Hitler em campanha
«Os nossos oponentes acusam-nos a nós, Nacional-Socialistas, e a mim em particular, de sermos pessoas intolerantes, controversas. Eles dizem que nós não queremos trabalhar com outros partidos, e um político nacional Alemão [Alfred Hugenberg] leva isto mais longe, ao dizer que os Nacional-Socialistas não são de todo Alemães porque se recusam a trabalhar com outros partidos. Então, é tipicamente Alemão ter 30 partidos!? Tenho que admitir aqui uma coisa, estes cavalheiros estão completamente certos, nós somos intolerantes, eu dei a mim mesmo um objectivo, nomeadamente varrer esses 30 partidos para fora da Alemanha. Eles tomam-me sempre por um político burguês ou marxista, hoje o SPD, amanhã o USPD, e depois de amanhã o KPD, e depois o partido Sindicalista, ou hoje os Democratas e amanhã o Partido Nacionalista Alemão [....], outra vez o Partido Económico, eles tomam-nos por um deles! Nós temos um objectivo e segui-lo-emos fanaticamente, impiedosamente até ao túmulo.»
Adolf Hitler, discurso de campanha em Eberswalde 27/7/1932
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Matt Koehl - lutámos do lado errado!
We Fought on the Wrong Side!
By MATT KOEHL
It has now been 61 years since the end of World War II. For many that conflict seems like just so much ancient history. But the anniversary ceremonies and revelry of the military victors remind us, once again, that there are those who will not soon let us forget.
And so, it is fair to ask: Why did we—the peoples of America, Canada, England, Australia, New Zealand and South Africa—go to war in the first place
Many explanations have been offered: It was to stop dictatorship and aggression, to preserve freedom and democracy, to save the British Empire, to save little countries, to keep one country from dominating the world, etc., etc. <strong>When the filter of simple truth is applied, however, everything boils down to one single issue: the pathological desire of certain interested parties to
destroy Adolf Hitler and his Idea. In other words, World War II was nothing more than a war against Hitler.
In this war, all the various interested parties—Bolsheviks, international bankers, reactionaries of all kinds, but especially jews—discovered that whatever differences they had paled in comparison with their common interest in destroying this man and his Cause.
Clad in a cloak of pretense, this unholy alliance promised that without Hitler there would be a better world—a world of freedom and democracy, a world without fear and want, in which good would triumph over evil.
Just how sincere their pronouncements were can best be judged by the rape, pillage, ethnic cleansing, torture, kangaroo courts, show trials and slaughter of millions throughout Europe which took place following "liberation."
So, what kind of world did the victors of 1945 actually give us? Take a good look. For six decades now, they have had an opportunity to show us their world, a world without Hitler. Just what kind of world is it?
One need but look around and turn on the radio or TV, or pick up a newspaper and read the daily headlines.
For starters, they have given us an endless series of conflicts, including the Korean and Vietnam wars, in which countless thousands of lives were wantonly wasted. They also gave us a Cold War, with its massive expenditure and squandering of material and human resources. And they have now given us a new war in the Middle East, as part of an open-ended crusade on behalf of jewish interests worldwide.
They have given us a world of rat-race consumerism, self-fixation, environmental devastation, pollution and race-mixing. They have altered the national demography and introduced us to the joys of integration, Affirmative Action, minority quotas, sensitivity training, Black History and—The Holocaust.
They have given us permissiveness, drugs, MTV and teen suicide. They have given us safe sex and unsafe streets and gun control. They have given us rock 'n roll and rape-counseling centers. They have given us "alternative lifestyles," sodomy, filth, perversion, chaos, crime, corruption, dumbing down and insanity of every kind.
THIS is the kind of world they have given us, and it constitutes an appalling indictment.
In no way can we blame Hitler for this sort of world. He was totally opposed to all of these things, and he fought and sacrificed everything—including his own life—to prevent just such a world.
But the victors of 1945 fought to destroy this man, so that they could give us their kind of world—which is what we now have. This is what they created in World War II, and for this they must be held accountable.
The year 1945 was a defining moment, a watershed in history—the last great victory of the Old Order—which decided the kind of world we have today. Everything that is now taking place about the globe is causally linked to the outcome of that great conflict which took place over half a century ago.
This causal relationship is the underriding reality behind our present condition. And this condition can never be altered until that fact is generally recognized and we have the moral fortitude to come to grips with it.
In reassessing our participation in the Second World war, we can come to but one conclusion: We fought on the wrong side! And the willingness to admit this simple fact is the necessary first step for any national or racial recovery.
Back in 1959 there was a man who did have the courage to recognize this fact and who did realize that we had, indeed, fought on the wrong side against Adolf Hitler during World War II. He was a former U.S. naval commander and decorated veteran of that war. His name was George Lincoln Rockwell. And exactly 40 years after the Leader first raised the Banner, this great apostle was to raise the fallen standard anew. It is an example for all of us.
Although a military phase of National Socialist struggle ended in 1945, the war declared by world jewry against Hitler in 1933 has not ended, but continues in new ways. Today this enemy—in the pathological pursuit of its messianic designs—continues to wage war against the Leader
And so, the fight is joined.
And this time we have an opportunity to be on the right side in this ongoing war. And instead of fighting against Hitler, we can now fight with him and for his New Order. No greater honor or privilege can one ever have.
By MATT KOEHL
It has now been 61 years since the end of World War II. For many that conflict seems like just so much ancient history. But the anniversary ceremonies and revelry of the military victors remind us, once again, that there are those who will not soon let us forget.
And so, it is fair to ask: Why did we—the peoples of America, Canada, England, Australia, New Zealand and South Africa—go to war in the first place
Many explanations have been offered: It was to stop dictatorship and aggression, to preserve freedom and democracy, to save the British Empire, to save little countries, to keep one country from dominating the world, etc., etc. <strong>When the filter of simple truth is applied, however, everything boils down to one single issue: the pathological desire of certain interested parties to
destroy Adolf Hitler and his Idea. In other words, World War II was nothing more than a war against Hitler.
In this war, all the various interested parties—Bolsheviks, international bankers, reactionaries of all kinds, but especially jews—discovered that whatever differences they had paled in comparison with their common interest in destroying this man and his Cause.
Clad in a cloak of pretense, this unholy alliance promised that without Hitler there would be a better world—a world of freedom and democracy, a world without fear and want, in which good would triumph over evil.
Just how sincere their pronouncements were can best be judged by the rape, pillage, ethnic cleansing, torture, kangaroo courts, show trials and slaughter of millions throughout Europe which took place following "liberation."
So, what kind of world did the victors of 1945 actually give us? Take a good look. For six decades now, they have had an opportunity to show us their world, a world without Hitler. Just what kind of world is it?
One need but look around and turn on the radio or TV, or pick up a newspaper and read the daily headlines.
For starters, they have given us an endless series of conflicts, including the Korean and Vietnam wars, in which countless thousands of lives were wantonly wasted. They also gave us a Cold War, with its massive expenditure and squandering of material and human resources. And they have now given us a new war in the Middle East, as part of an open-ended crusade on behalf of jewish interests worldwide.
They have given us a world of rat-race consumerism, self-fixation, environmental devastation, pollution and race-mixing. They have altered the national demography and introduced us to the joys of integration, Affirmative Action, minority quotas, sensitivity training, Black History and—The Holocaust.
They have given us permissiveness, drugs, MTV and teen suicide. They have given us safe sex and unsafe streets and gun control. They have given us rock 'n roll and rape-counseling centers. They have given us "alternative lifestyles," sodomy, filth, perversion, chaos, crime, corruption, dumbing down and insanity of every kind.
THIS is the kind of world they have given us, and it constitutes an appalling indictment.
In no way can we blame Hitler for this sort of world. He was totally opposed to all of these things, and he fought and sacrificed everything—including his own life—to prevent just such a world.
But the victors of 1945 fought to destroy this man, so that they could give us their kind of world—which is what we now have. This is what they created in World War II, and for this they must be held accountable.
The year 1945 was a defining moment, a watershed in history—the last great victory of the Old Order—which decided the kind of world we have today. Everything that is now taking place about the globe is causally linked to the outcome of that great conflict which took place over half a century ago.
This causal relationship is the underriding reality behind our present condition. And this condition can never be altered until that fact is generally recognized and we have the moral fortitude to come to grips with it.
In reassessing our participation in the Second World war, we can come to but one conclusion: We fought on the wrong side! And the willingness to admit this simple fact is the necessary first step for any national or racial recovery.
Back in 1959 there was a man who did have the courage to recognize this fact and who did realize that we had, indeed, fought on the wrong side against Adolf Hitler during World War II. He was a former U.S. naval commander and decorated veteran of that war. His name was George Lincoln Rockwell. And exactly 40 years after the Leader first raised the Banner, this great apostle was to raise the fallen standard anew. It is an example for all of us.
Although a military phase of National Socialist struggle ended in 1945, the war declared by world jewry against Hitler in 1933 has not ended, but continues in new ways. Today this enemy—in the pathological pursuit of its messianic designs—continues to wage war against the Leader
And so, the fight is joined.
And this time we have an opportunity to be on the right side in this ongoing war. And instead of fighting against Hitler, we can now fight with him and for his New Order. No greater honor or privilege can one ever have.
terça-feira, 1 de agosto de 2017
segunda-feira, 24 de julho de 2017
sexta-feira, 21 de julho de 2017
quinta-feira, 22 de junho de 2017
a babilónia antes de Hitler
Part 27 BABILÔNIA ANTES DE HITLER - BONUS
o estado em que a democracia pôs a Alemanha, antes dos "maus" a terem "capturado"...
o estado em que a democracia pôs a Alemanha, antes dos "maus" a terem "capturado"...
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Pimenta sobre Nacional-Socialismo
Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXV
«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)
«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o racismo...
O racismo, na concepção Nacional-Socialista, é a defesa da Alemanha contra o judaísmo - não contra o judaísmo como religião, mas contra o judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um judeu - Rathenau; e num socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, no seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)
Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.
«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)
«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o racismo...
O racismo, na concepção Nacional-Socialista, é a defesa da Alemanha contra o judaísmo - não contra o judaísmo como religião, mas contra o judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um judeu - Rathenau; e num socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, no seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)
Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.
quinta-feira, 11 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Hitler sobre marxismo e burguesia
A doutrina de Marx é assim o extracto espiritual concentrado das doutrinas universais hoje geralmente aceites. E, por esse motivo, qualquer luta do nosso chamado mundo burguês contra ela é impossível, até ridícula, pois esse mundo burguês está inteiramente impregnado dessas substâncias venenosas e admira uma concepção do mundo que, em geral, só se distingue da marxista em grau e pessoas. O mundo burguês é marxistico, mas acredita na possibilidade do domínio de determinado grupo de homens (burguesia), ao passo que o marxismo procura calculadamente entregar o mundo às mãos dos judeus.
Em face disso, a concepção “racista” distingue a humanidade nos seus primitivos elementos raciais. Ela vê, no Estado, em princípio, um meio para um fim e concebe como fim a conservação da existência racial humana. Consequentemente, não admite, em absoluto, a igualdade das raças, antes reconhece na sua diferença maior ou menor valor e, assim entendendo, sente-se no dever de, conforme a eterna vontade que governa este universo, promover a vitória dos melhores, dos mais fortes e exigir a subordinação dos piores, dos mais fracos. [...]
Por outras palavras: o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães apropria-se nas características iniciais do pensamento fundamental de uma concepção racialista do mundo; e, tomando em consideração a realidade prática, o tempo, o material humano existente, com as suas fraquezas, forma uma fé política, a qual, por sua vez, dentro desse modo de entender a rígida organização das massas humanas, autoriza a prever a luta vitoriosa da nova doutrina”.
Adolf Hitler - Mein Kampf, pp. 291-293.
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