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terça-feira, 13 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
totalitarismo da ONU e UE
ONU quer supressão de sites pró-Arianos:
Parlamento Europeu quer banir neo-fascistas e neo-nazis:
mais tirania e totalitarismo democrático, o tal sistema iluminado contra as trevas do obscurantismo...
Parlamento Europeu quer banir neo-fascistas e neo-nazis:
mais tirania e totalitarismo democrático, o tal sistema iluminado contra as trevas do obscurantismo...
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sábado, 13 de outubro de 2018
inimigo global comum
nada isto tem a ver com comunismo, marxismo, miscigenação ou globalismo...nacionalismo para todos e todas as raças, desde que entendam que há um inimigo comum global e que podemos respeitar-nos e cooperar entre nós. infelizmente teimamos quase todos (não só as outras raças) em não entender isto. e por isso ao judeu interessa o racismo primitivo e acéfalo em que todos se odeiam uns aos outros apenas porque sim, e porque são duma raça diferente.
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racismo
terça-feira, 2 de outubro de 2018
terça-feira, 4 de setembro de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
domingo, 8 de abril de 2018
terça-feira, 28 de novembro de 2017
ultras do Paok atacam paquistaneses
Greek football fans attack Muslims celebrating Prophet’s birthday in Athens
obviamente que a polícia se meteu do lado dos violadores...
sábado, 25 de novembro de 2017
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
sobre Charlottesville
não pretendo, de forma alguma, fazer o papel de "velho do restelo" que vê defeitos em tudo, que acha que todos, todos os caminhos e estradas estão controlados pelo inimigo e que não há solução. nada disso. temos tido bons grupos resistentes na Europa, mais a Leste que a Oeste, infelizmente. e nem todos controlados. mas no caso deste grupo de Charlottesville, parece apenas mais uma óbvia operação para associar os nacionalistas ao terrorismo e afectar a sua imagem e credibilidade. uma espécie de Breivik 2.0. ou então Klu Klux Klan. e também para criar uma guerra civil que dê ainda mais poderes ao zog e pretextos para apertar ainda mais o garrote.
FONTE
a escumalha "antifa" paga pelo Soros esteve bem? claro que não. mas um terrorismo não justifica o outro. todas as pessoas deste movimento e da Alt-Right são terroristas e gente mal-intencionada? claro que não, muita gente inocente caiu na armadilha. mas os organizadores deste evento são-no. refiro-me sobretudo ao judeu Mike "Enoch" e ao seu amiguinho Richard Spencer pró-homossexual que tentam ocupar o espaço dos Nacional-Socialistas com esta Alt-Right "neo-nazi" defensora do ridículo conceito "Sharia branca".
FONTE
a escumalha "antifa" paga pelo Soros esteve bem? claro que não. mas um terrorismo não justifica o outro. todas as pessoas deste movimento e da Alt-Right são terroristas e gente mal-intencionada? claro que não, muita gente inocente caiu na armadilha. mas os organizadores deste evento são-no. refiro-me sobretudo ao judeu Mike "Enoch" e ao seu amiguinho Richard Spencer pró-homossexual que tentam ocupar o espaço dos Nacional-Socialistas com esta Alt-Right "neo-nazi" defensora do ridículo conceito "Sharia branca".
terça-feira, 8 de agosto de 2017
sábado, 29 de julho de 2017
quinta-feira, 27 de julho de 2017
quinta-feira, 13 de julho de 2017
quarta-feira, 14 de junho de 2017
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Pimenta sobre Nacional-Socialismo
Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXV
«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)
«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o racismo...
O racismo, na concepção Nacional-Socialista, é a defesa da Alemanha contra o judaísmo - não contra o judaísmo como religião, mas contra o judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um judeu - Rathenau; e num socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, no seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)
Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.
«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)
«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o racismo...
O racismo, na concepção Nacional-Socialista, é a defesa da Alemanha contra o judaísmo - não contra o judaísmo como religião, mas contra o judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um judeu - Rathenau; e num socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, no seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)
Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Varg Vikernes e a FN
About Brainwashed Idiots
não simpatizo muito com Varg Vikernes e nem sempre concordo com as suas opiniões (algumas delas mesmo absolutamente surreais, alienadas e ridiculas) e talvez seja radical demais afirmar que Marine Le Pen seria ainda pior que Macron. ainda assim, não sei até que ponto não terá alguma razão e não é descabido pensar que Marine seria, pelo menos, quase tão má como Macron.
nacionalismo cívico e de cartão que considera não-nativos "bem-comportados" como mais franceses do que nativos que sejam, por exemplo, "radicais de esquerda", é tão grave como o mundialismo Macron ou Hollande. ao menos, os partidos assumidamente do sistema, não dizem que os nativos não são franceses ou são menos franceses que alguns não-nativos. mas há outros aspectos graves nesse "nacionalismo" sionista da FN, ao nível das liberdades e etc. ver e ouvir vídeo com atenção.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
domingo, 19 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Portugal fascista
uma boa imagem, que encontrei no excelente site "Renegade Tribune" e que o autor (Mike Walsh) confundiu com um "protesto espanhol". não faço ideia do ano da imagem, mas está muito boa.
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