Mostrar mensagens com a etiqueta natalidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta natalidade. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 6 de agosto de 2019
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
a catástrofe demográfica da Europa
FONTE
o problema "imigração" (kalergi) está (muito) longe de ser o único problema da Europa ou Ocidente em geral. e está (muito) longe de ser a única forma de acabar com os povos. também por meios demográficos, económicos e outros se acabam com os povos, não apenas por substituição étnica. nessa lista, Portugal tem praticamente a pior situação da Europa, empatado com a Grécia.
quinta-feira, 23 de março de 2017
terça-feira, 19 de maio de 2015
reposição demográfica na UE

depois, perante o facto consumado da fraca ou nula reposição populacional provocada deliberada e conscientemente pelo sistema, esse mesmo sistema usa isso como pretexto para justificar a entrada massiva de forasteiros, pois se a população está em declínio ou a 'envelhecer', é preciso trazer jovens de cores exóticas para preenchê-lo. e falta aqui os números dos últimos anos.
Etiquetas:
demografia,
estatística,
extinção,
natalidade,
UE
sábado, 21 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de junho de 2014
imigração e taxa de fertilidade
população estrangeira em Portugal entre 1980 e 2008
taxa de fertilidade entre 1960 e 2010
claro que a população estrangeira está bastante sub-avaliada, porque mesmo em 2008 já havia muito mais de 450 mil estrangeiros, eles é que contam naturalizados como portugueses já, quando são "portugueses" de BI. aliás aquela diminuição de população estrangeira em meados da década 2000 não tem nada a ver com nenhum "refreio" da imigração e sim com papéis dados e naturalizações.
já quanto à taxa de fertilidade, aí então o caso é gravíssimo e já assume foros de extinção e genocídio mesmo. é sempre, sempre a cair. ainda para mais quando se sabe que em Àfrica e outros países do 3ºMundo, a escumalha anda a ter aos 5 filhos por casal e às vezes até 7 ou 8. isto em média.
a isto chama-se genocídio e suicídio.
Etiquetas:
estatística,
genocídio,
imigração,
natalidade
domingo, 31 de janeiro de 2010
processo de genocidio adiantado no Algarve
Mães estrangeiras deram à luz um quarto dos bebés
Um quarto das crianças que nasceram nos hospitais algarvios no ano passado são filhas de mães estrangeiras. De acordo com o comunicado, emitido ontem, da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, nasceram 4713 bebés durante o ano de 2009, sendo que 1090 são filhos de imigrantes.
A nacionalidade mais representativa das mães estrangeiras, segundo a ARS, é a brasileira, com 345 bebés, seguida da ucraniana, com 144, e da romena, com 137. O número de filhos de mães estrangeiras diminuiu ligeiramente em relação a 2008, ano em que nasceram 1139 crianças.
Apesar da diminuição, a ARS destaca a importância dos imigrantes nos valores de natalidade do Algarve. "Os valores colocam o Algarve como uma das regiões portuguesas com maior natalidade, confirmando a crescente importância da população migrante no desenvolvimento socioeconómico da região", refere a ARS.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, que nasceram em 2009 no Algarve é cinco vezes superior ao de 2000, ano em que nasceram 216 crianças.
As outras nacionalidades predominantes em termos de nascimentos no Algarve são moldava, inglesa, guineense, cabo-verdiana, chinesa, russa e alemã.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, não é relevante apenas na região do Algarve. Entre 2007 e 2008, os imigrantes contribuíram para o aumento da taxa de natalidade, que se verificou em Portugal nesse período.
As comunidades imigrantes podem assim ajudar a travar o envelhecimento da população, fenómeno que, segundo lembrou o Presidente da República, no passado mês de Dezembro, afecta o desenvolvimento económico. "Um país sem crianças é um país sem futuro", avisou Cavaco Silva.
FONTE
resumindo, o processo de substituição populacional vai já bastante adiantado no Algarve (mas não só) e mesmo assim até diminuiu um pouco em relação a 2008.
de qualquer maneira, há cerca de 10 anos (2000) o nascimento de filhos de imigrantes era 5 vezes menor. só não vê quem não quer.
para piorar a coisa, a nacionalidade mais representativa é a brasileira, que como se sabe, geralmente trás mistura racial, negros, mestiços, pardos, mamelucos, cafuzos, enfim de tudo um pouco.
guineenses, cabo-verdianos e chineses aumentam mais a mistura racial, sendo que os imigrantes de Leste ou os russos, alemães e ingleses, também são maus, mas menos gravosos para a identidade nativa.
perante este cenário, o que têm a dizer o actual presidente da républica e o anterior??
simples, a sua única preocupação é que haja muitos nascimentos, para renovar as gerações, porque importa é haver muita população, não interessando as origens dessa mesma população.
os portugueses têm baixa natalidade? simples...a resolução do problema é abarrotar o território com imigrantes, para no futuro isto deixar de ser Portugal e passar a ser "miscelânea".
Um quarto das crianças que nasceram nos hospitais algarvios no ano passado são filhas de mães estrangeiras. De acordo com o comunicado, emitido ontem, da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, nasceram 4713 bebés durante o ano de 2009, sendo que 1090 são filhos de imigrantes.
A nacionalidade mais representativa das mães estrangeiras, segundo a ARS, é a brasileira, com 345 bebés, seguida da ucraniana, com 144, e da romena, com 137. O número de filhos de mães estrangeiras diminuiu ligeiramente em relação a 2008, ano em que nasceram 1139 crianças.
Apesar da diminuição, a ARS destaca a importância dos imigrantes nos valores de natalidade do Algarve. "Os valores colocam o Algarve como uma das regiões portuguesas com maior natalidade, confirmando a crescente importância da população migrante no desenvolvimento socioeconómico da região", refere a ARS.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, que nasceram em 2009 no Algarve é cinco vezes superior ao de 2000, ano em que nasceram 216 crianças.
As outras nacionalidades predominantes em termos de nascimentos no Algarve são moldava, inglesa, guineense, cabo-verdiana, chinesa, russa e alemã.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, não é relevante apenas na região do Algarve. Entre 2007 e 2008, os imigrantes contribuíram para o aumento da taxa de natalidade, que se verificou em Portugal nesse período.
As comunidades imigrantes podem assim ajudar a travar o envelhecimento da população, fenómeno que, segundo lembrou o Presidente da República, no passado mês de Dezembro, afecta o desenvolvimento económico. "Um país sem crianças é um país sem futuro", avisou Cavaco Silva.
FONTE
resumindo, o processo de substituição populacional vai já bastante adiantado no Algarve (mas não só) e mesmo assim até diminuiu um pouco em relação a 2008.
de qualquer maneira, há cerca de 10 anos (2000) o nascimento de filhos de imigrantes era 5 vezes menor. só não vê quem não quer.para piorar a coisa, a nacionalidade mais representativa é a brasileira, que como se sabe, geralmente trás mistura racial, negros, mestiços, pardos, mamelucos, cafuzos, enfim de tudo um pouco.
guineenses, cabo-verdianos e chineses aumentam mais a mistura racial, sendo que os imigrantes de Leste ou os russos, alemães e ingleses, também são maus, mas menos gravosos para a identidade nativa.
perante este cenário, o que têm a dizer o actual presidente da républica e o anterior??
simples, a sua única preocupação é que haja muitos nascimentos, para renovar as gerações, porque importa é haver muita população, não interessando as origens dessa mesma população.
os portugueses têm baixa natalidade? simples...a resolução do problema é abarrotar o território com imigrantes, para no futuro isto deixar de ser Portugal e passar a ser "miscelânea".
Etiquetas:
democracia,
genocídio,
natalidade,
substituição
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
menos natalidade, mais imigrantes
"O fenómeno imigração
Outro problema: em 2007, a população portuguesa registou pela primeira vez um saldo natural negativo (morreram mais pessoas do que aquelas que nasceram) e este ano tudo indica que o fenómeno se deverá repetir.
O declínio da natalidade não é um exclusivo português, recorda Rui Vaz Osório, que se confessa mesmo assim "assustado" com os números e preocupado com o futuro do país. "Só estamos a combater [este problema] com a imigração", nota. De facto, Portugal deve em parte aos imigrantes a conjuntural inversão da tendência da quebra da taxa de natalidade em 2008 (quase 14 mil bebés nascidos no ano passado, cerca de 13 por cento do total, eram filhos de pai estrangeiro).
A nova quebra deste ano poderá ser imputada à saída de alguns imigrantes do país, devido à crise económica e ao desemprego? "É difícil saber se há uma relação de causa-feito", responde o ex-presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Mário Leston Bandeira.
Mais do que à crise económica, Leston Bandeira atribui o progressivo declínio da natalidade em Portugal às dificuldades de conciliação entre o trabalho e a vida familiar. Apesar das medidas de incentivo à natalidade anunciadas nos últimos anos, "ainda não se conseguiu dar o grande salto, que é o de disponibilizar apoio pré-escolar e creches para todas as crianças", lamenta. E para ter filhos é preciso também dispor de condições económicas: "Ter um filho, hoje, é um investimento de luxo".
Confessando-se "pessimista", o especialista acredita que a quebra se vai acentuar em 2010 e 2011, como reflexo da recessão económica. "Depois poderá haver um processo de recuperação, se se criar de novo um clima de confiança", prevê."
o genocidio acelerado em marcha, portanto...
podem ler este trecho e também o resto da noticia aqui:
FONTE
Outro problema: em 2007, a população portuguesa registou pela primeira vez um saldo natural negativo (morreram mais pessoas do que aquelas que nasceram) e este ano tudo indica que o fenómeno se deverá repetir.
O declínio da natalidade não é um exclusivo português, recorda Rui Vaz Osório, que se confessa mesmo assim "assustado" com os números e preocupado com o futuro do país. "Só estamos a combater [este problema] com a imigração", nota. De facto, Portugal deve em parte aos imigrantes a conjuntural inversão da tendência da quebra da taxa de natalidade em 2008 (quase 14 mil bebés nascidos no ano passado, cerca de 13 por cento do total, eram filhos de pai estrangeiro).
A nova quebra deste ano poderá ser imputada à saída de alguns imigrantes do país, devido à crise económica e ao desemprego? "É difícil saber se há uma relação de causa-feito", responde o ex-presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Mário Leston Bandeira.
Mais do que à crise económica, Leston Bandeira atribui o progressivo declínio da natalidade em Portugal às dificuldades de conciliação entre o trabalho e a vida familiar. Apesar das medidas de incentivo à natalidade anunciadas nos últimos anos, "ainda não se conseguiu dar o grande salto, que é o de disponibilizar apoio pré-escolar e creches para todas as crianças", lamenta. E para ter filhos é preciso também dispor de condições económicas: "Ter um filho, hoje, é um investimento de luxo".
Confessando-se "pessimista", o especialista acredita que a quebra se vai acentuar em 2010 e 2011, como reflexo da recessão económica. "Depois poderá haver um processo de recuperação, se se criar de novo um clima de confiança", prevê."
o genocidio acelerado em marcha, portanto...
podem ler este trecho e também o resto da noticia aqui:
FONTE
Subscrever:
Mensagens (Atom)










