"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

Mostrar mensagens com a etiqueta palestina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta palestina. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de maio de 2018

cuidado com o Irão



























não se esqueçam que o Irão é o mau...o Irão, o Assad, a Coreia do Norte, o Iraque, etc, todos menos os bons.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

cada palestino, cada camarada
























"cada palestino é como um camarada! mesmo inimigo, mesma barricada."


e não, não existe nenhum conflito ou contradição entre apoiar a Palestina e não querer mesquitas em Londres, Paris, etc, bem pelo contrário.

domingo, 5 de abril de 2015

o bloco, a esquerda e israel

(...) Há uma ampla comunidade de cidadãos de israel e de judeus que recusam a guerra, como há muitos palestinianos que não reconhecem a estratégia de libertação nacional no Hamas ou na OLP. Mesmo que não caibam na contabilidade de Esteves Cardoso.
Não, os judeus não são exterministas. Netanyahu e os seus militares são. (...)

Francisco Louçã



claro. os judeus e israel são bons, mau é apenas o Netanyahu e mais uma minoriazinha de gajos, é isso que queres que a gente acredite. só faltou acrescentar que a culpa é do 'imperialismo americano'. é este o 'anti-sionismo' moderadinho e com pinças da esquerdalha caviar marxista.

ver também: http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/11/anti-sionismo-ou-anti-ocidentalismo.html


esta alucinação de que a esquerda marxista está 'contra os judeus' e 'israel', baseia-se em grande parte no princípio estúpido, imbecil e primário de que israel (ou Tel-Aviv) tem sempre razão, nunca falha, nunca mata e não pode ser criticada. neste caso, nem é critíca nenhuma a israel, mas sim ao líder político.
também a alucinação de que a esquerda marxista está 'a favor do Hamas', dos 'terroristas' (resta saber quem são aqui os verdadeiros terroristas) ou que nunca critica as organizações palestinas é completamente falsa, como se vê pela citação acima de Louçã.
nessa mesma esquerda marxista (ou trotskista, como queiram) continua a haver quem apoie a 'indefesa' israel contra os àrabes, que é o caso do esquerdista caviar Miguel Esteves Cardoso, como se prova pelo seu artigo de opinião 'escolher israel'.
mas, pronto, ele é apenas um gajo isolado dentro da esquerda cáviar. e vá-se lá saber porquê, não é expulso, merece discórdia civilizada do seu camarada Louçã e até é trunfo para as eleições.

porque, segundo muitos, se disseres uma palavra que seja contra o extermínio dos palestinianos, então és anti-israel e quiçá até anti-semita. é esta dicotomia que o coração do sistema criou. ou seja, os partidos democráticos, sobretudo os de centro-direita. (o PS é a favor da Palestina fora do poder mas contra, quando está no poder)
permite críticas light da esquerdalha exótica e marginal que não se identifica com os métodos de barbárie do sionismo militante ou com a guerra de ambos os lados, para dar a ideia de que há 'liberdade de expressão' e depois acusa a esquerda marginal de ser anti-judaica e contra a existência de israel - como forma maníqueista e infantil de legitimar o sionismo - que, obviamente, é uma mentira atroz.
tirando o Hugo Chávez da Venezuela, e talvez os líderes da Coreia do Norte, nunca vi nenhum dirigente político da esquerda marxista dizer-se contra israel. Chávez foi a excepção. Fidel Castro, por exemplo, é pró-existência de israel, embora critique e tenha criticado israel.
até o próprio Trotsky a dada altura da sua vida se tornou não apenas tolerante com a existência de israel, mas também num sionista. portanto não há qualquer 'inovação' destes esquerdistas sionistas, nem dos ex-trotskistas que emigraram para a direita neocon nos anos 50. pelo contrário.

até mesmo em 1969, uma primeira-ministra de israel, a marxista Golda Meir dizia frases como «não existe isso de povo palestiniano». afinal quem não reconhece o direito a existir de quem? a esquerdalha marxista pode ser muito hipócrita e até nacionalista, embora só para alguns. e qual o argumento que essa gentalha usa? o mesmo dos neocons sionistas - que nunca existiu um estado independente chamado Palestina. pois não existiu. mas existiu e existe o povo palestiniano, certamente com tanto ou mais sangue hebreu que esses actuais judeus invasores e cheios de sangue khazar - não estou a falar por falar, foram os resultados de uma pesquisa.

e agora, nos últimos 30 ou 40 anos é que ficaram, na maioria, subitamente muito 'humanistas' e pró-palestinianos, quando mais não fizeram do que roubar essa bandeira ao Nacional-Socialismo para proveito político, metamorfose e controlar/centralizar/apaziguar a oposição islamista (e anti-sionista em geral) já que o plano é encher o Ocidente de imigrantes islâmicos e conseguir o seu voto. contudo sem ir muito longe na crítica a israel.

segunda-feira, 23 de março de 2015

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

quem são os pró-Palestina?













coloquei imagens de vários países, França, Alemanha e Reino Unido, de manifs pró-Palestina esquerdistas, e pode-se ver que uma grande quantidade dessa gente são, na realidade, muçulmanos, turcos e outros imigrantes amiguinhos dos islâmicos, talvez desses países ou de países vizinhos. e também alguns idiotas úteis nativos (?) que se lhes juntam.
isto significa o quê? que o apoio à Palestina desta gente nada tem a ver com 'internacionalismo' vs 'nacionalismo', um mito que a direita kosher de merda gosta de manter (só falta esta gentalha dizer que o psd e o cds são 'nacionalistas'. e, já agora, grande parte do ps...)
esta gente que apoia a Palestina, mais não faz do que ser tribalista e apoiar os seus, ou os próximos dos seus.
isto significa também que a extrema-esquerda foi transformada numa plataforma de pseudo-oposição e protesto de islâmicos, imigrantes e etc. e, portanto, essa extrema-esquerda não pode ser declaradamente sionista, porque isso seria deitar fora o potencial de votos e apoio de islâmicos, imigrantes e etc
e porquê a extrema-esquerda mas não os outros partidos? simples. porque a extrema-esquerda não é uma ideologia de governo e sim de protesto, em quase todos os países.
é melhor ter o 'gado' e os cães todos juntos a ladrar contra os americanos e sionistas (e nazis) num partido e ideologia controlados por eles, do que andarem por aí à solta.
agora, nunca eu defendi que esta gentalha que apoia a Palestina, (ao menos 99% dela) não acreditasse no seu apoio. a um nível mais alto e nos bastidores é outra coisa.
e sabemos também que, por exemplo, o Syriza da Grécia, enquanto fala pela Palestina, anda ao mesmo tempo e nos bastidores, a lamber as botas ao Shimon Peres e a outros sionistas.  não vale a pena dizer que não e estar com paneleirices.
































é também verdade que em Portugal se dá (damos) uma importância desmesurada a tudo o que possa ou não vir da extrema-esquerda, porque (infelizmente) essa escumalha cá tem muita força, mas nos outros países quase todos (excepto Grécia e Portugal) eles não têm importância quase nenhuma.

 a manipulação é tão simples quanto isto. a extrema-esquerda é minúscula em quase todo o lado, e por isso o apoio de uns e de outros à Palestina não afecta coisa nenhuma, nem governo, nem programa, nem coisíssima nenhuma. aliás, podem perfeitamente manipular imagens destas com meia-dúzia de bandeiras da Palestina lá metidas e dizer 'opá! aqui temos uma tremenda, enorme e violenta manifestação anti-sionista!'
mas o nacionalismo kosher vive para a extrema-esquerda e constrói a sua própria narrativa no que vem ou deixa de vir da actual extrema-esquerda, quase toda ela minúscula e insignificante, com uma ou outra excepção.
o resto da pandilha nem sequer existe.
em contrapartida, o que o nacionalismo kosher nunca fala é das lealdades a israel, mesmo dentro dessa extrema-esquerda.
já aqui neste blogue falei de várias delas. mas ainda aqui há coisa de poucos meses, na Alemanha, em Berlim, um grupo de 1200 palestinianos sem sequer filiação política (que eu saiba) foi atacado por vários pró-israelitas de esquerda, alguns deles judeus. mas outros, nem por isso. pode ser lido aqui














e há mais disto:

já que falo no assunto, vou ainda analisar mais alguns 'tiques' desta esquerdalha 'anti-sionista' completamente controlada e minoritária. por exemplo, o hábito de dizer sempre que anti-sionismo não é anti-semitismo, quase que a pedir desculpa e a ter medo de ofender os judeus.
na imagem de baixo, pode ler-se que um dos cartazes diz precisamente isso 'Anti-zionism is not anti-semitism'. já agora, esse protesto foi na Alemanha e o tipo que segura o cartaz com o judeu ortodoxo nem tem aspecto de ser alemão.
















outro hábito repugnante desta esquerdalha 'anti-sionista' é misturar os crimes do sionismo com o Nacional-Socialismo e falar de 'nazi-sionismo', como se andar a matar crianças palestinianas, andar a bombardear Gaza com bombas de fósforo e outras atrocidades, tivesse alguma coisa a ver com o III Reich.

além do mais, a esmagadora maioria destes cartazes, apela ao fim do genocídio dos palestinianos e dos crimes sionistas (que são facto!) e à libertação da Palestina, mas nenhum ou praticamente nenhum fala do fim de israel (muito menos em questões de 'internacionalismo' como sugere o nacionalismo kosher acéfalo). no máximo fala-se em paz, em partilha de terras, ou então de um estado israelita e outro palestino naquela zona, etc
raciocínio tipicamente falacioso do nacionalismo kosher acéfalo que constrói a sua própria narrativa através do que vem da esquerdalha minoritária:  
'epá, a extrema-esquerda mete o nazismo e o sionismo no mesmo saco e nós somos 'nazis', portanto temos que estar do lado do sionismo, porque o sionismo é identitário e tal.'   (facepalm...) 
 o judeu ao lado, ri-se porque pensa consigo mesmo:

"hehehehe manipulo os meus peõezinhos negros, mestiços, islâmicos e outros idiotas úteis da esquerdalha minoritária contra o americo-nazi-sionismo (por esta ordem), para assim obter o apoio e simpatia de grande parte dos nacionalistas identotários e estes não se revoltarem contra mim, além de ainda passarem a gostar de israel, quando era suposto ser ao contrário. revoltar-se contra os judeus passará a ser considerado de 'esquerda' e o nacionalismo será da 'direita' kosher 'conservadora' e amorfa. claro que o goyim burro nunca há-de entender isto hehhehe"
o que a escumalha que fala em 'nazi-sionismo' precisava, e o nacionalismo kosher acéfalo também, era de levar com isto na tromba:
foi o marxismo que 'roubou' essa bandeira aos NS e não o contrário. são eles quem está 'mais perto' dos NS e não ao contrário. obviamente que o que está feito, feito está, e eu já não defendo um retrocesso e o fim de israel depois de mais de 65 anos. mas defendo o fim e punição dos crimes sionistas (algo que pelos vistos desagrada ao criminoso Netanyahu), o fim das guerras sionistas no Médio-Oriente, o fim do expansionismo sionista, o total aniquilamento da quadrilha Rothschild para todo o sempre, etc, etc
quando essa escumalha não mistura o nazismo com o sionismo, mistura a América com o sionismo, ou melhor, sub-alterniza o sionismo ao imperialismo americano. quase só falta dizerem que a América é que 'obriga' os sionistas a cometerem aqueles crimes e, aliás, essa táctica de inversão já é utilizada cá, por exemplo, pelo pcp ou mesmo pelo judeu Chomsky e outros.
eu sei que tudo o que escrevi é demasiada areia para a camioneta de alguns, mas estes textos é só para quem quer ler de boa-fé, não para o 'resto'. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Hitler e a Palestina

Adolf Hitler demands liberty and independence for Palestine!

ao contrário do que muitas vezes é tentado fazer passar, Hitler não queria um estado judeu na Palestina.
o Acordo Haavara assinado em 1933, logo depois da tomada de poder do NSDAP, o único contrato assinado entre uma autoridade Nacional-Socialista e uma organização sionista, foi criado para facilitar a imigração de judeus alemães para a Palestina, algo que convinha a todos. mas esta era uma solução temporária para os judeus. o acordo não previa nenhum estado na Palestina.
esse acordo chegou ao fim em 1939, com o início da guerra declarado pela Inglaterra, que era quem ocupava a Palestina - isto oficialmente, porque na realidade, tanto a Inglaterra como a Palestina eram coutadas Rothschild.
Hitler até queria um estado judeu, mas não na Palestina, não à custa do genocídio e expropriação dos palestinianos (uma nação com tanto direito a existir como qualquer outra). e, para isso, os Nacional-Socialistas conceberam o Plano Madagascar em 1940, para deportar os judeus da Europa para a ilha de Madagascar, relativamente pouco habitada e estabelecer lá um estado judaico.
como o plano falhou e se inviabilizou - graças à indisponibilidade para colaborar da França de Pétain que ocupava a ilha e também da Inglaterra - então estabeleceu-se em 1942 a Solução Final, que ao contrário do que se diz, não tinha nada a ver com extermínio, e sim em concentrar os judeus no Leste da Europa e depois edificar lá um estado judaico.
claro que isto só poderia ser concluído e concretizado depois da guerra estar ganha. como se perdeu a guerra, tudo ficou sem efeito.
claro também, clarinho, que a intenção original dos filhos da puta dos sionistas sempre foi estabelecer um estado judeu na Palestina, à custa do genocídio dos àrabes e expandir depois o território conforme o ideal de Theodor Hertzl. muito possivelmente, por causa da proximidade com o petróleo àrabe e com as plantações de heroína do médio-oriente.
a intenção original também sempre foi meter o estado judeu na Palestina como a capital do governo mundial a ser comandado pelos Rothschilds e Rockfellers, e nunca meter lá todos os judeus, como Hitler já sabia.

bem podem os milhares de sites de desinformação (criados pela CIA) falar em "nazi-sionismo", dizer que Hitler era um fantoche dos sionistas, que criou o estado de israel e inventar mil e uma teorias absurdas, que uma mentira mesmo repetida um bilião de vezes, continua a sê-lo.
Hitler não tem nada a ver com a criação de israel. facilitou a imigração de uns milhares de judeus alemães para a Palestina como solução temporária para se desembaraçar deles.
e bem podem agora os marxistas brandir a bandeira da Palestina para capitalizar os votos dos muçulmanos que cá entram pela Europa dentro, porque foram precisamente eles (os marxistas) e os democratas, juntamente com a ONU e os porcos Rothschild, quem criaram o estado criminoso e monstruoso de israel.
foi depois da derrota dos "maus" e do nascimento de israel que o Mundo se tornou uma fossa a céu aberto, com doenças, pragas, multiculturalismo, excesso populacional terceiro-mundista, fome, genocidio, atentados terroristas de bandeira falsa, guerras hipócritas por causa de venda de armas, petróleo, plantações de heroína e imposição de democracias à força, além de expansionismo e supremacismo sionista, claro.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

quem usa escudos humanos afinal?

anda para aí a circular uma propaganda de que os palestinos usam "escudos humanos" para poderem acusar os israelitas de matar mulheres e criancinhas.  quem usa esse tipo de propaganda não tem qualquer tipo de vergonha na fuça e é rigorosamente igual aos criminosos. os cobardes que usam escudos humanos (palestinos) são mesmo os israelitas.













































































































isto, provas a sério...não é lá as mentiras do site de uma puta terrorista que apela a ataques nucleares contra a Europa.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

e que tal pararem de mentir?




























precisam da mentira pura e simples para manipularem a "opinião pública" a vosso favor? ora, por muito que eu não goste do Hamas, ainda assim nunca vou achar que todos os meios servem para o atacar.
se o Hamas matar 10 pessoas, não vou dizer que foram 100, 1000 e por aí fora...não vale tudo.
para isso já bastou o holoconto.

que tal falarem disto?
pois. não falam nem vocês, nem os mérdia controlados, mas os mesmos mérdia já sabem reproduzir as mentiras como a da imagem de cima, e ainda há quem jure que a imprensa é contra israel.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

anti-sionismo ou anti-ocidentalismo?

neste artigo do portal do PCP, fica bem claro as verdadeiras intenções por detrás do pretenso "anti-sionismo" e "anti-israelismo" (inexistente) da esquerda, que mais não é do que um pretexto para culpar, como sempre, os EUA, a Europa e o Ocidente em geral de todos os males, no fundo, fazendo até de israel uma pobre vítima manipuladinha pelos altos interesses do imperialismo capitalista, americano, europeu, etc, etc, no fundo recorrendo não só à típica explicação sócio-económica, mas também a uma típica inversão esquerdista: não é o sionismo que manipula tudo e todos, desde os EUA à UE, não senhor!  é o sionismo que é "manipulado" e "usado" como uma arma do capitalismo ocidental, porque no fundo o sionismo é apenas um "testa de ferro" secundário.

atente-se:
"A escalada de violência no Médio Oriente é o resultado da actuação das principais potências imperialistas, nomeadamente os EUA e países da União Europeia, como a França que, em aliança com a Arábia Saudita, o Qatar e outras monarquias ditatoriais do mundo árabe e usando o sionismo de israel como ponta de lança, visa assegurar por via da guerra e da submissão de países soberanos o domínio imperialista sobre os abundantes recursos naturais e energéticos da região."


no fundo, no fundo, até o próprio mundo árabe é mais culpado que o próprio sionismo de israel, se isto for levado a sério.  a questão, a meu ver, não é tanto das potências que possam estar envolvidas ou não, mas sim de motor, de liderança. e dizer que são os EUA, a Arábia Saudita ou a França quem lidera israel, e não o contrário, é como se diz em bom português, a chamada "areia para os olhos", a inversão desinformativa.

quanto à posição do secretário-geral deste partido sobre os judeus e sobre israel, ela está explícita aqui:

"Os comunistas, tal como o povo judeu, pagaram bem caro a barbárie nazi”,

"O secretário-geral do PCP assinalou ainda que as críticas feitas no artigo não eram dirigidas ao povo israelita: “Não confundam sionismo – com tudo aquilo que pratica – com o povo de israel. Confundir sionismo com o povo de israel é um erro de fundo. Hoje, o governo sionista de israel tem um comportamento de terrorismo de Estado em relação à Palestina. Isso não invalida a nossa identificação e solidariedade, tanto com o povo palestiniano como com o povo de israel.


o PCP é portanto um bom lacaio serviçal, como boa filial de Tel Aviv que é, apressando-se a culpar tudo e todos pelos crimes terroristas da casa-mãe, até o próprio mundo àrabe, ao serviço de uma gigantesca tramóia imperialista-capitalista, e apressando-se a fazer festinhas na cabeça do povo de israel e dos judeus.
quanto à denúncia do governo mundial ou dos Protocolos do sião, foi feita apenas, mais uma vez, para culpar o capitalismo e o mundo Ocidental em geral, desse mesmo projecto e de todos os males, procurando convencer os incautos de que a esquerda internacionalista é "oposição" a esse projecto.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

israel, o satélite marxista

israel quase se tornou um Estado satélite soviético   
 
israel fundada como um Estado comunista
 
Elliott Roosevelt, filho do Presidente Franklin Roosevelt, escreveu no seu livro "As He Saw It" que quando o seu pai se encontrou com o nosso aliado, o Rei Fuad da Arábia Saudita em 1944, Roosevelt prometeu que ele não iria suportar um estado judeu na Palestina. No entanto, esta política mudou com o Presidente Truman que procurou os votos judeus nas maiores cidades. (mas não só por isso) 


Truman, apoiado pelo Congresso Sionista Mundial, pressionou os membros da ONU a votar a favor do estabelecimento de um estado judeu na Palestina. A 26 de Novembro de 1947, uma moção foi derrotada pelos votos de 32 contra 25. A pressão foi intensa para que os opositores mudassem o seu voto. Com o apoio Soviético, a 29 de Novembro, os votos mudaram para 33 a favor e 24 contra.


Estaline e Truman estavam, então, numa corrida para serem o primeiro a reconhecer oficialmente o novo estado judeu. Truman bateu Estaline por apenas horas. O Partido comunista dos EUA celebrou, e em Nova Iorque, cerca de 2 terços dos seus membros eram judeus. O New York Times de 12 de Março de 1948 trouxe a manchete: "10.000 comunistas e líderes esquerdistas trabalhistas manifestam-se por israel" - "Comunistas jovens e disciplinados deram o seu grito de guerra 'solidariedade para sempre' enquanto marchavam". A parada e comício foram realizados sob o auspício do "Comité Unido para salvar o estado judeu e a ONU" formado recentemente depois dos comunistas internacionalistas decidirem assumir uma causa intensamente nacionalista, a partição da Palestina (num estado judeu). O grande Marechal da parada foi Ben Gold, presidente da International Fur liderada pelos comunistas e pelo Sindicato dos Trabalhadores de Couro."
 
David Ben-Gurion, de Plonsk, na Polónia, tornou-se o primeiro presidente de israel em 1948. Ele chefiou o Partido Mapam Marxista (também conhecido como O Partido Trabalhista Unido). A maioria dos judeus a ir da Europa de Leste para israel, eram marxistas. Eles tinham lançado uma guerra terrorista clandestina contra os Britânicos e os Àrabes.
 
O New York Herald-Tribune de 5 de Agosto de 1948, publicou a manchete: "israel a encostar-se à Rússia, a sua armadura." Estaline ordenou à Fabricante de Armas Skoda na Checoslováquia para enviar armas modernas ao novo estado judeu. O artigo, escrito pelo correspondente Kenneth Bilby em Tel Aviv, israel, continuou: "o prestígio Russo aumentou enormemente entre todas as facções políticas. Alguns carregamentos Checos de armas que chegaram a israel num momento crítico da guerra, desempenharam um papel vital no amortecimento da invasão de cinco exércitos Àrabes. Os judeus, que são certamente realistas, sabem que sem o assentimento da Rússia, essas armas nunca teriam estado disponíveis."

                                                                 Marxismo israelita
Midstream, uma revista judaica, em Outubro de 1996, trazia um artigo altamente significativo de Eli Tzur sobre a tendência pró-comunista da fundação de israel. Ele escreve que o Marxismo começou primeiro em comunas judaicas na Palestina, a partir de 1881. Tzur escreveu: "A União Soviética era um duplicado internacional da construção sionista e criou um sentimento de afinidade. Podem-se encontrar sinais anteriores de admiração pelos Soviéticos no elogio de Ben-Gurion a Lénine, escrito em 1923, onde ele mostra a Lénine o maior respeito ao comparar Lénine a si próprio. Esperando destruir o Império Britânico, os Soviéticos acreditavam que os judeus na Palestina eram um catalisador deste processo e apoiaram o seu esforço para o estabelecimento do Estado de israel."
                                               "Nós Temos Duas Pátrias"
Tzur escreve que os judeus pró-comunistas em israel acreditavam que tinham duas "pátrias". Uma era israel e a outra era a União Soviética como "a sede mundial da Revolução Socialista". Tzur continua: "Há alguns anos atrás, uma caverna usada por soldados judeus foi descoberta com o slogan 'Palmach-Exército Vermelho' escrito numa parede. Os jovens membros da Palmach foram doutrinados a ver-se a si próprios como parte de um campo de luta a que pertenciam os Vietnamitas e Chineses comunistas. Quando um partido de toda a esquerda sionista, o Mapam, foi criado em 1948, ele definiu-se como 'uma parte integrante do campo revolucionário liderado pela União Soviética'" "Nesta próxima guerra, a esquerda internacional deve aceitar directivas de um centro, que é em Moscovo.' O cenário previsto era o do Exército Vermelho avançar vindo do norte e atingir a fronteira norte de israel. Muitos esperavam cumprimentá-lo ali e nós temos casos documentados de jovens que que se juntaram ao Kibbutz norte, para estarem no local quando o Exército Vermelho chegasse. Alguns líderes do Mapan temiam que com o avanço do Exército Vermelho, as potências Ocidentais tentassem utilizar o porto de Haifa como base logística. Um deles declarou no Parlamento que, nesse caso, os trabalhadores paralisariam as instalações portuárias. Claro que a guerra nunca chegou."


Nos primeiros dias do nascimento do estado judeu, Haifa foi referida como "Haifa Vermelha". Nos feriados, jovens judeus marchavam pelas ruas agitando a bandeira vermelha com os punhos cerrados. Este é um artigo altamente revelador. Por outras palavras, caso a guerra tivesse estalado entre a Russia e a América, os marxistas israelitas estariam preparados para se juntar à União Soviética contra nós! 


Tzur diz que Ben-Gurion decidiu mais tarde que, com a maior parte dos judeus do mundo a residir agora nos E.U.A., esta seria a sua principal fonte de apoio financeiro. Assim, israel tomou uma posição "neutra" durante a guerra fria enquanto usava a história do Holocausto para extorquir milhões da Alemanha e dos Estados Unidos.

FONTE


A URSS de Estaline e os EUA de Truman foram as primeiras potências do Mundo a reconhecer israel. e o que tinham Estaline e Truman em comum, além de terem apadrinhado o novo afilhado e de serem líderes das duas grandes potências mundiais da Nova Ordem?
Talvez estas imagens ajudem a perceber, tal como outros dados:

Harry Solomon Truman era um judeu tal como Joseph David Djugashvili "Stalin" e, além do mais, ambos eram maçons, tal e qual como o marxista sionista Ben-Gurion.
a URSS em particular, apadrinhou o estado de israel e apoiou-o durante décadas.  só mais recentemente é que a URSS e grande parte dos movimentos comunistas passaram a apoiar os países àrabes e por motivos de estratégia. algo que deita totalmente por terra a ideia de que a esquerda é "anti-sionista" per se, ou de que a esquerda nada tem de sionista porque agora apoia os países àrabes e que ser nacionalista é ser sionista, e logo aliado do "nacionalismo judeu", o que, como se viu, é uma farsa, pois nem nacionalismo judeu a sério existe, tanto é que o estado de israel é algo recente na história e muitos judeus até são contra a existência do mesmo, para além da essência do sionismo ser internacionalista.

podeis ainda ver a manchete do "The New York Times" de 15 de Maio de 1948, que confirma o supramencionado reconhecimento de israel por parte de Truman, e numa das colunas do meio, podeis ler que "Soviet Gesture to the New Nation Anticipated":

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

o que é realmente o sionismo

zionism a scam - A section of the jews avows itself quite openly as an alien people, but even here there is another falsehood. When the zionists try to make the rest of the world believe that the new national consciousness of the jews will be satisfied by a jewish state in Palestine, the jews thereby adopt another means to dupe the simple-minded gentile. They have not the slightest intention of building up a jewish state in Palestine so as to live in it. What they really are aiming at is to establish a central organization for their international swindling and cheating. - A. Hitler, Page 184, Main Kampf

sionismo uma fraude - Alguns judeus declaram-se abertamente como alienígenas, mas mesmo aqui há outra mentira.  Quando os sionistas tentam fazer o resto do Mundo acreditar que a nova consciência nacional dos judeus ficará satisfeita com um estado judeu na Palestina, os judeus adoptam, deste modo, outras formas de ludibriar os gentios ingénuos. Eles não têm a mais leve intenção de construir um estado judeu na Palestina para lá viverem.  O que eles realmente visam, é estabelecer uma organização central para a sua tramóia e trapaça internacionalista. - Adolf Hitler,  Pág. 184, Mein Kampf

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

se os Americanos soubessem...

If Americans Knew What israel Is Doing! VIDEO WAS CENSORED!
mais um video antigo que vem aqui parar em 2016, dia 3 de Junho.
vem parar ao arquivo de 2010, justamente no dia em que tomei conhecimento dele.