"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

símbolos vikings incitam ao ódio













FONTE

viva o governo democrático sueco. viva a democracia avançada e a social-democracia.

terça-feira, 25 de julho de 2017

hino do partido socialista

Hino Partido Socialista

domingo, 12 de junho de 2016

a evolução da esquerda liberal























como se pode verificar, 55 anos depois evoluíram imenso. e das duas metas, só uma delas foi realmente cumprida. como alguns leitores saberão, nem sequer acredito que os Eua tenham metido um homem na Lua.

terça-feira, 12 de maio de 2015

governo sueco quer legalizar propagação de HIV




























lindo. e falta ainda legalizar a pedofilia, necrofilia, bestialidade, coprofagia, etc

















sexta-feira, 20 de março de 2015

o que é o Labour?






































o Labour é um grupelho anti-branco de marxismo suave.  não que os partidos do Cameron ou do Farage sejam muito diferentes, mas pronto...estes são só um bocadinho mais descarados e assumidos.

sábado, 1 de novembro de 2014

«socialistas» suecos querem expropriar nativos

 FONTE


sim, é isso mesmo, pseudo-socialistas 'social'-democratas querem expropriar suecos nativos das suas casas, apoderar-se delas, para depois as entregarem a imigrantes muçulmanos.
mas mentiria se dissesse que isto me surpreende ou me choca. no actual estado da nossa civilização, já nada me surpreende ou choca.
é este o conceito 'socialista' dos 'sociais'-democratas. socialismo sim, mas só para escumalha, imigrantes, estrangeiros, etc


sexta-feira, 28 de março de 2014

o fracasso do capitalismo e do New Deal





























chegados ao ano de 1938, a potência do quadro com a menor taxa de desemprego era precisamente a Alemanha NS, e mesmo já em 1937 as duas potências com menor taxa de desempregados, eram as duas potências não-democráticas do Eixo.
já os EUA, no ano em que terminou o "New Deal", 1937, tinha uma taxa de desemprego na casa dos 13% e apenas 1 ano depois, praticamente na casa dos 20% (19.8%)
e repare-se que a Alemanha veio de uma taxa na casa dos 30% de desempregados em 1932 (républica Weimar), enquanto os EUA partiram de apenas 1% de desempregados em 1929, ano da grande depressão.
é caso para dizer que capitalismo+democracia é sinónimo de desemprego e o "New Deal", que é uma tentativa de "salvar" esse capitalismo, também é sinónimo de desemprego.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

ódio ao Povo Alemão preto no branco






















"o objectivo do Partido Nacional Democrático (NPD) na Alemanha é proteger e assegurar a existência biológica do Povo Alemão, este objectivo é racista, nazi e retrógado. Se o Povo Alemão viver, isso apenas levará a mais Fascismo e racismo. Portanto o nosso objectivo, do SPD, CDU e todos os outros partidos democráticos na Alemanha é fazer o Povo Alemão PERECER a qualquer preço ou método. O Povo Alemão TEM que ser destruído."

Stefanie Drese, Social-Democrata Alemã



sim, leram bem. o objectivo de preservar o Povo Alemão é rrraciiistaaaa, e não se pode admitir nem por sombras. a sua simples existência (do Povo Alemão) já é crime, fascismo e racismo. é isso mesmo que acabaram de ler.
mas já não é crime de genocídio, declarar que o Povo Alemão TEM que ser destruído. isso já não é racismo, nem nada que se pareça...como esta escumalha democrática inverte as coisas e a ética de uma forma absolutamente surreal e com uma desfaçatez que parece inacreditável.
os nazis e fascistas são simplesmente o mal, o diabo na terra e acabou. a escumalha liberal é santa e guardiã da moral, mesmo quando admite abertamente a sua natureza genocida à cara-podre...
mas pode ser que um dia alguém pague isto bem caro, no futuro...

terça-feira, 20 de agosto de 2013

coincidências?































o símbolo de cima é do Roter Frontkämpferbund, um grupo paramilitar do Partido Comunista Alemão, de onde o PS copiou o seu símbolo - não apenas o punho cerrado, mas o emblema.
é certo que o PS também utiliza a rosa, tal como os outros partidos socialistas da Europa, como o espanhol (PSOE), o francês, italiano, etc, mas o PS ainda não se desfez do punho fechado, a saudação tipicamente marxista ou "vermelha", utilizada também nos movimentos activistas negros, Black Power, feminismo, sindicalismo (ver símbolo da CGTP, p.exemplo), direitos civis, direitos "humanos" e tudo o que esteja de alguma forma relacionado à esquerdalha.
também foi conhecida durante a guerra civil espanhola como a saudação "antifascista".
obviamente que a saudação tem uma clara origem judaico-sionista, como pode ser comprovado até pelo símbolo da Jewish Defense League, e que é o denominador comum de todas as ideologias mencionadas.
este artigo fala melhor da saudação do punho fechado e erguido.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

imigração ao serviço do capital

 «En 1981, nous avons hérité d'une situation gangrenée. Pendant les vingt ans précédents, on avait fait venir les immigrés en masse par besoin de main-d'oeuvre et pour contenir les salaires des travailleurs français. (...)»


«Em 1981, tinhamos herdado uma situação deteriorada. Durante os vinte anos seguintes, fizemos vir os imigrantes em massa por necessidade de mão-de-obra e para conter os salários dos trabalhadores franceses. (...)»

François Mitterrand, 1988





apesar de esta declaração ter mais de 20 anos, convém nunca deixar morrer certas coisas no esquecimento.
a imigração ao serviço do capital...e do patronato...e não só.  ao serviço de todos os interesses, menos dos da população francesa, claro está. a confissão de que a imigração em massa, também serve para prejudicar os interesses dos trabalhadores e reduzir a massa salarial...
e isto vindo de um homem de centro-esquerda, teoricamente anti-neoliberal...
de frisar ainda que eu nada tenho contra o capital em si, desde que não se transforme em «ismo», e desde que o capital seja apenas uma ferramenta subordinada aos interesses das populações.
o capital deve servir o povo, e não ao contrário.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Hitler sobre o marxismo

“O estado alemão está a ser gravemente atacado pelo marxismo.”

“Nos anos 1913 e 1914 expressei a convicção de que a questão do futuro da nação alemã dependia da destruição do marxismo.”

“Os marxistas marcharão com a democracia até que sejam bem-sucedidos em obter indirectamente, para os seus propósitos criminosos, o apoio até mesmo do mundo intelectual nacional, destinado por eles à extinção.”

“O marxismo em si planeia sistematicamente entregar o mundo nas mãos dos judeus.”

“Quando reconheci o judeu como líder da democracia social, as escamas caíram-me dos olhos.”

“A doutrina judaica do marxismo rejeita o princípio aristocrático da natureza e substitui-o pelo eterno privilégio do poder e da força da massa dos números, e do seu peso morto.”

“A principal plataforma do programa do nazismo é abolir o conceito liberalista de indivíduo e o conceito marxista de humanidade e substituí-lo pelo de comunidade nacional, enraizada no solo e unida pelos seus laços de sangue.”


FONTE: Mein Kampf

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Zapatero quer Eurábia e «conciliação» com islão

José Luis Rodríguez Zapatero - Royal & Zapater...

Spain: Zapatero wants Morocco and Turkey in the EU as a “gesture of conciliation with the Islamic world”

«That the only casualties of the twin bombings of Norway are European origin and people outside the Islamic religion has not prevented the Spanish Prime Minister Jose Luis Rodriguez Zapatero, from calling on EU leaders for Morocco and Turkey to be allowed entry into the European Union as a gesture of reconciliation with the Islamic world.

The Spanish Government’s President spoke about that support in phone calls to both to the Turkish Prime Minister Recep Tayyip Erdogan, and the Alawite ruler of Morocco (what do Erdogan and King Mohammed VI have to do with Norwegian murder? No Muslim was murdered, no Moroccan or Turkish citizen was murdered or hurt…), in which he reiterated his commitment to the alliance of civilizations as the only way possible for a north-south agreement. Zapatero argues that both Turkey and Morocco meet the requirements set by the EU to join their project.»


para ler mais, ver aqui:

FONTE

quarta-feira, 22 de junho de 2011

judeu do FMI quis Turquia e Magreb na UE

  



Jew Dominique Strauss-Kahn:

«DSK - I fully understand all the arguments from those who fear the entry of Turkey in Europe. But I feel it makes no sense to look only at the past or at geography. What you have to keep in mind is the projection that we have of what Europe will be in thirty, forty or fifty years. When you wonder about this, you can very well see that in the world there will be a great American empire in the North with Canada, the United States and perhaps Mexico. There will probably be a great Chinese empire, and considering the pace at which China is developing today, in thirty or forty years it will have reached the standard of living that we have. And there will be a great Indian empire. Will there be a great European empire? We all hope so because we must carry on the European values. What I am certain about is that if there is a great European empire, at that time, it must not stop at the borders that are ours today. Imagine a teacher, in forty years, with pupils in front of him, and a big map in the middle, with a red pen he will say, there, that is the great American empire and he'll make a big circle, then he'll say, that is the great Chinese empire and he'll make a big circle, if he wants to be able… if we want him to be able to say, that is the great European empire, then he will have to make a big circle and there won't be a pen fine enough to pass through the straits of Gibraltar or in the Bosphorus. What I'm trying to say is that in forty or fifty years, if Europe exists, and I think everybody here wants it to… then we will have to have reconstituted the Europe of the Mediterranean. That is the root of our civilization.


Arlette Chabot - So we must not close our doors to Turkey if it changes.


DSK - Turkey still has a way to go to meet the criteria for admission. But the future of Europe, for me, is indeed the Europe of the Mediterranean.


François Bayrou - Hence, the Maghreb too...


DSK - Hence, Morocco no doubt, and other countries…


François Bayrou - Hence, the Maghreb too…


DSK - Absolutely. Absolutely. You will not be able to resist…


François Bayrou - How far do we go?


DSK - I'm going to tell you. I think that from the icebergs in the Arctic to the sands of the Sahara, there is a space which is that of European and Mediterranean responsibility. And you will not resist demographic pressures, you will not resist what we want to construct together, by placing barriers, as Monsieur Le Pen was saying a while ago, or was it Monsieur Villiers, I don't remember, Monsieur Villiers is usually more articulate… it's that we will not resist if we are not capable of assuming our historic responsibility.»

(...........)

«François Bayrou - Turkey is not our history and you know it.


DSK - Of course it is.


François Bayrou - How can you maintain before the cameras that Turkey is our history? I have much respect for the Turks, but the least one can say is that it is not our history. You have only to ask Constantinople



para ler mais e ver a versão em francês, ir a:
FONTE

quinta-feira, 16 de junho de 2011

«diversidade é o destino da UE»



Diversity is the EU's Destiny

From Javier Solana's article arguing in favour of Turkey's EU membership:

The good that Turkey can bring to Europe was visible even before the “Arab Spring.” Europe is, by definition, culturally diverse, so diversity is the EU’s destiny. And, if Europe is to become an active global player, rather than a museum, it needs the fresh perspective and energy of the people of Turkey.

...

A major challenge that Europe must still face is migration, which will only become a bigger problem over time. Between now and 2050, Europe’s workforce will decrease by 70 million. Maintaining our economy requires migration and open EU borders – and facing down the populist movements in Europe that would shun “outsiders.”


FONTE

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

espectro político























ora bem, analisando o espectro político europeu, podem-se tirar várias conclusões da análise. uma delas é que existem várias «esquerdas» e várias «direitas», existe por exemplo, uma esquerda liberal e uma esquerda autoritária, tal como uma direita liberal e uma direita autoritária. a esquerda liberal ou libertária, (vulgo anarquismo) distingue-se da autoritária populista (vulgo comunismo), embora partilhem coisas em comum.

da mesma forma, a direita liberal (vulgo neo-liberalismo...«neo» porque o liberalismo original é de esquerda ou centro-esquerda e não-económico) é diferente da direita autoritária (vulgo fascismo, ou outras "alas" tais como integralismo, sidonismo, miguelismo, absolutismo, etc).

outro ponto é verificarmos que a social-democracia tal como o socialismo democrático (PSD e PS em Portugal respectivamente) são centro-esquerda no espectro político Europeu, embora o PSD seja estranhamente considerado "direita" cá no burgo, apenas porque namora actualmente com políticas liberais e capitalistas, ainda que a social-democracia original, fosse uma tentativa de transição pacífica para um esquerdismo democrático (diferente do marxismo)
quanto à democracia-cristã, inspiradora do CDS, situa-se precisamente no centro, embora seja ela, tal como o próprio CDS, muitas vezes considerado como "direita" e, por vezes, até "direita radical".









isto é importante, para se ter uma ideia onde se situam realmente as forças políticas e os partidos adversos à corrente identitária, que não estão onde a comunicação social ou os media (e os esquerdistas) dizem que estão.  os partidos de centro ou centro-esquerda, parecem opôr-se à esquerda radical...mas na realidade a oposição é só superficial e naquilo que é secundário, a economia (mesmo que seja quase a única coisa discutida na AR, nos debates da TV e afins)...porque na essência, na concepção da vida extra-económica, são mais parecidos do que se julga.  são partidos "puxados" e "deslocados" pelo centro de gravidade esquerdista e giram à volta da esquerda radical, quase como satélites, concordando pela metade, e permitindo-se «discordar» aqui e ali, em aspectos menores, mas partilhando a essência politicamente correcta.

não sei se no espectro político, o Nacionalismo é ou não (erroneamente) simplificado como "Fascismo" e colocado no mesmo saco. se o é, é erradamente. o Nacionalismo não é só Fascismo, não apenas pelas razões já abordadas em tópicos anteriores, como também porque a essência do Nacionalismo não é oligárquica como a do Fascismo, e nem forçosamente rígida e autoritária, entre outras coisas.
e, sobretudo, porque não esconde uma essência politicamente correcta por baixo da ponta do icebergue como o Fascismo faz.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Gordon Brown critica imigrantes

Gordon Brown ataca imigrantes no país

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disse que os imigrantes não são bem-vindos no país senão estiverem dispostos a adoptar os valores britânicos.

"Áquele imigrantes que pensam que podem chegar sem fazer nenhuma contribuição, sem respeitar o nosso estilo de vida, sem honrar nem respeitar os valores que fazem a Grã-Bretanha ser como é..só tenho uma mensagem: Não são bem-vindos", disse o inquilino de Downing Street, já em registo de pré-campanha.

Para controlar a imigração, Londres introduziu um sistema de pontos em que admite estrangeiros em função das suas qualificações e necessidades do país.


FONTE



comentário:  pois se até o sistema no poder, já introduz sistema de pontos e já diz que "certos" imigrantes não são bem-vindos, é caso para concluir facilmente que já "quase" ninguém tem dúvidas de que o sistema multi-culturalista...faliu.

só mandar embora ilegais ou mal-comportados, não chega. porque ficam cá muitos outros a lixar a identidade do povo inglês bem como outras coisas:  bem-estar, economia, emprego, reforma, etc

isto pode também ser uma estratégia eleitoral de circunstância. por isso, o povo inglês que não se deixe hipnotizar e que continue a votar mais e mais BNP - o único que realmente é contra a imigração (e pelos motivos certos!)

domingo, 24 de janeiro de 2010

a imigração é uma «necessidade»

Para uma Europa com futuro, a imigração "é uma necessidade" e não um fardo

José Luis Zapatero, presidente do Governo de Espanha, que este semestre preside à UE, puxara o tema. Para lutar contra a pobreza e a exclusão social "é obrigatório os países democráticos e avançados garantirem saúde e educação a todas as pessoas que vivem dentro das suas fronteiras, independentemente da sua condição legal", dissera, minutos antes de González discursar.


Por quase toda a Europa se ouve protestar contra o fluxo migratório. O momento é crítico. Com a crise, oito milhões de empregos desapareceram do espaço comunitário. Zapatero está convencido de que as consequências seriam bem mais severas se não fosse o esforço extra da União e dos Estados-membros. A UE baseia-se num "modelo reconhecido", com "instituições fortes", com "instrumentos preciosos" que amorteceram a queda.

Foi sobre a sustentabilidade desse modelo social que González reflectiu ontem. O continente envelhece a olhos vistos. Daqui a 20 anos teremos menos 30 milhões de activos. "O problema não é a população que temos. O problema é: com a população que temos, como criar uma economia sustentável?" No seu entender, com um "mix de políticas demográficas."

O antigo líder socialista julga que a UE tem de contar com os imigrantes, mas também com as mulheres no mercado de trabalho e no combate ao "declive demográfico". "As empresas não contratam jovens mulheres por acharem que vão engravidar. Contratem-nas, sobretudo, se engravidarem."

Um novo ciclo de políticas económicas e sociais abrir-se-á em 2010. O Ano Europeu contra a Pobreza é também o ano da Estratégia 2020, que substituirá a Estratégia de Lisboa, que vigora há dez anos e que ficou aquém do objectivo traçado - erradicar a pobreza. O documento já esteve em discussão pública e deverá ser votado na Cimeira da Primavera.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, explicou as linhas mestras nessa nova era. A Estratégia 2020 "perseguirá um objectivo claro: promover uma economia de mercado social mais verde, mais competitiva e mais inclusiva. Uma das principais metas será a criação de emprego. Temos de evitar por todos os meios uma recuperação sem emprego."

Ainda na véspera, num jantar informal com jornalistas, o comissário Europeu do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades, Vladimir Spidla, confessara: "Se me perguntarem se a crise já terminou, terei de responder que não - claramente. Do ponto de vista económico, já há sinais de recuperação. Do ponto de vista social, não."

"Os nossos esforços concentrar-se-ão no desemprego juvenil e no desemprego de larga duração - temos de evitar que um fenómeno de carácter cíclico se converta em estrutural", adiantou Barroso. "Contudo, a "Europa 2020" não poderá circunscrever-se às medidas mais tradicionais. Se o emprego é de um modo geral a melhor salvaguarda contra a pobreza e a exclusão social, para oito por cento dos europeus trabalhar não é suficiente para sair da pobreza. É inadmissível. O trabalho tem de ser uma via para sair da pobreza. Chegou a altura de encontrar um novo consenso político sobre isto".

FONTE


pois é, o velho discurso gasto e estafado de sempre. a imigração é "obrigatória" (onde é que já ouvi isto?), a imigração "resolve" o problema da natalidade e envelhecimento, em tempos de crise temos é que olhar para os coitados dos imigrantes que só vêm "trabalhar honestamente" e os nativos que se lixem!

os anos passam, mas o discurso politicamente correcto não conhece limites, nem mesmo sequer em tempos de crise.  nem com a Europa a abarrotar de imigrantes e com largos milhões de desempregados.
a cassete é sempre igual, as frases e os chavões sempre os mesmos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Brown quer limitar imigração


GORDON BROWN QUER LIMITAR IMIGRAÇÃO

"Gordon Brown quer limitar a entrada de imigrantes no Reino Unido. Uma reacção às manifestações dos últimos meses, em que os trabalhadores britânicos pediam mais emprego.
Em plena crise, o aumento da população e as repercussões nos salários e na habitação motivaram também as críticas dos conservadores e da extrema-direita.

Hoje, Gordon Brown fez um discurso para acalmar os britânicos. “A imigração não é um problema só para certos partidos, nem um assunto tabu. É uma questão sobre o que significa ser britânico, sobre os valores que prezamos e as responsabilidades que esperamos daqueles que vêm para o nosso país”, declarou.

Quando chegou ao poder, o primeiro-ministro apostou num recrutamento, fora da União Europeia, de mão-de-obra qualificada para colmatar a falta de profissionais britânicos, sobretudo na área da saúde.

Mas o número de emigrantes duplicou na última década e o governo introduziu um sistema de pontos para a obtenção do visto de trabalho. Agora promete torná-lo mais selectivo e apostar na formação em certas áreas para não recorrer ao recrutamento externo.

Medidas para evitar as previsões do Instituto de Estatística britânico, que projecta que o Reino Unido tenha 70 milhões de habitantes dentro de 20 anos."


FONTE