"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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sábado, 14 de julho de 2018

domingo, 15 de outubro de 2017

cds e o ramadão














a direitralha doente mental democrata-cristã, sempre na vanguarda da luta contra o 'islamo-esquerdismo'.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

templo maçónico em Portugal


















passa-se do 80 para o 8. no post anterior, o melhor da cultura nacional, e neste o pior dela, com simbologia do inimigo...neste caso um templo ecuménico universalista em Miranda do Corvo, inaugurado a 11 de Setembro de 2016.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

o plano kalergi

já foi aflorado superficialmente aqui mas é sempre bom aprofundar um pouco mais o assunto:

O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e pelos seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com as suas próprias expectativas, uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre a qual poderia governar a elite aristocrática judaica para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que, devido à sua menor inteligência não podem rebelar-se.


A essência do plano

O Plano Kalergi almejava desde os seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. O plano do suposto Conde baseava-se num utópico racismo judaico e apoiava-se numa “raça superior judaica” (Herrenrasse). O conceito de “raça superior”, o qual é erradamente postulado pela actual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado frequentemente. Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, da eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogéneos povos europeus numa raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam de ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.

(alterado para português de PT)

“O homem do futuro será o mestiço.”

FONTE


e depois ainda dizem que os supremacistas e defensores da "raça superior" eram os nazis e o Hitler.
como sempre, a escumalha inverte sempre tudo. mata e chama "assassinos" aos outros. coloniza e chama "colonizadores" ou "imperialistas" aos outros. corrompe e chama "corruptos" aos outros, etc.
será que alguém minimamente íntegro e intelectualmente honesto ainda duvida do plano supremacista judaico para dominar o Mundo?  depois de tão abundantes e avassaladoras provas, evidências, declarações de interesses, assumpções, é ainda possível negar esta realidade ou remetê-la para o domínio da "teoria da conspiração", termo ele próprio cunhado por judeus para descredibilizar os oponentes?

sábado, 15 de junho de 2013

o que é realmente a paz universal

«Só reinará a paz universal quando o domicílio ou território de cada raça ou nação for considerado inviolável por todas as outras, como é ou deve ser o domicílio do cidadão; quando os povos se convencerem de que nada lucram em quererem dominar ou explorar os outros povos; quando se reconheça a cada nação e região o direito de dispor livremente dos seus destinos.
Pelo contrário, os unificadores da humanidade (cosmopolitas, imperialistas e centralistas) são os maiores inimigos da paz universal e tranquilidade das nações. Todos os grandes conquistadores e tiranos têm procedido em nome da "unificação dos povos". Alexandre, César, Mahomet, Gengis-Khan, Napoleão e outros guerreiros destruíram e oprimiram muitos povos a pretexto de os "unificar" e "pacificar".
E ainda recentemente o Kaiser desencadeou a grande guerra para "unificar" a Humanidade sob a égide do "povo eleito" da Germânia.
Todo o unificador é um imperialista, um opressor.
A concepção babélica da Humanidade, sem diferenciação de raças e de nações, é absurda e contra a natureza.»

«Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca - III: Adulteração e Eliminação da Raça Branca»

sábado, 16 de julho de 2011

confusionismo

«Os confusionistas, os partidários da concepção babélica da humanidade é que pretendem aniquilar as raças, que levaram dezenas de milhares de anos a formar, dentro de algumas gerações por meio da promiscuidade caótica e criminosa dos cruzamentos heterogéneos.
A eliminação das raças pelo confusionismo dos cruzamentos é o maior atentado que se pode praticar contra o aperfeiçoamento e selecção da espécie humana.
Os que pretendem conseguir a fraternidade universal por meio da confusão das raças e destruição das nações são tão insensatos como aqueles que destruissem todos os compartimentos de um grande edifício a pretexto de manter mais unidos e solidários os seus moradores.
Os lares nacionais ou étnicos são tão necessários à vida e liberdade da Humanidade, como os lares familiares à vida dos povos.»


J. Andrade Saraiva - «Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca - III: Adulteração e Eliminação da Raça Branca




muito bem denunciado por este excelente escritor lusitano, já na década de 30, o plano mundialista aberrante e totalitário de destruir as raças, a pretexto de "acabar com as guerras" ou "unir os povos".

para essa sub-gente, a "harmonia" e "paz entre os povos", consiste em pôr tudo e todos no mesmo lugar e ao mesmo tempo, para criar a nova e única raça - a raça miscigenada.

não lhes ocorreu nada melhor para acabar com as guerras. saiu "isso". e não me parece que tenha sido inocentemente (até porque só a raça branca ocidental parece em perigo de extinção)

no entanto, o argumento da miscigenação ser a "solução" para conseguir a "paz entre os povos" é argumento frequentemente ouvido em séries televisivas ou novelas. lembro-me, por exemplo, da série americana dos anos 70 (mas repetida várias vezes em Portugal, nos anos 80,90 e ainda recentemente na RTP memória) onde a, na altura, jovem Sally Struthers (Gloria Stivic) argumentava isso, numa discussão acesa com o pai (Archie Bunker) que fazia o papel do típico chefe de família americano racista. (racismo algo estereotipado, o que diz bem da propaganda)

é propaganda nada inocente e infiltrada na América e no Ocidente com a vitória do Marxismo Cultural, ao qual dedicarei lá mais para a frente uma série de tópicos elucidativos.

sábado, 21 de maio de 2011

cristianismo, o comunismo da antiguidade

"A. Causse, que fue profesor en la facultad de teología protestante de la Universidad de Estrasburgo, escribe: «Si los apóstoles predicaban el Evangelio en las plazuelas de los pueblos no era sólo por una sabia política misionera, sino porque la nueva religión era acogida más favorablemente en esos medios nuevos que por las viejas razas apegadas a su pasado y a su suelo. Los verdaderos griegos iban a permanecer durante mucho tiempo ajenos y hostiles al cristianismo. Los atenienses habían acogido a Pablo con una indiferencia irónica: "¡Ya nos lo contarás otro día!", y habrían de transcurrir muchos años antes de que los viejos romanos abandonasen su aristocrático desprecio por aquella detestable superstición. La primera Iglesia de Roma era muy poco latina, y en ella apenas se hablaba el griego. Pero los sirios, los asiáticos y toda la muchedumbre de los graeculi recibían con entusiasmo el mensaje cristiano» (Essai sur le conflit du christianisme primitif et de la civilisation, Ernest Leroux, 1920)."

Fonte: "CRISTIANISMO,’EL COMUNISMO DE LA ANTIGÜEDAD’", de Alain de Benoist


porque o comunismo não passa de um filho mais novo do cristianismo, que se "rebelou" contra o patriarca...mas apesar da rebeldia juvenil anti-patriarca, não pode fugir aos genes que herdou do pai...foi dele que herdou o multiculturalismo e universalismo apátrida militantes e o pouco ou nenhum apego às raízes, entre muitas outras coisas...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

1º candidato a belém defende multiculturalismo

Cavaco Silva defende liberdade religiosa

O Presidente da República e candidato presidencial, Cavaco Silva, defendeu esta quarta-feira a liberdade religiosa, num discurso em que citou o Talmude, o Alcorão e Gandhi, e considerou que o diálogo entre religiões é necessário à Europa.

Na sua qualidade de candidato às Presidenciais de 23 de Janeiro de 2011, Cavaco Silva almoçou com representantes de várias comunidades religiosas, num restaurante de Lisboa.

"Sou cristão, como sabeis. Entendo que todas as religiões do bem nos aproximam de Deus. Acredito firmemente que todas elas fazem parte do plano de Deus para abrir as portas a uma nova era de esperança. Sinto-me, por isso, em casa quando me encontro com os crentes das religiões do bem", declarou, no início da sua intervenção.

Em seguida, Cavaco Silva considerou que os portugueses são "herdeiros de um património histórico no qual a fé iluminou o modo de ser e de estar" e abriram "o mundo ao diálogo universal", tornando-se "um povo vocacionado para o reconhecimento do valor da pluralidade religiosa".

"Entre nós, os crentes das mais diversas religiões vivem a sua fé em liberdade. Por isso, exultamos quando os líderes das diferentes religiões empreendem um diálogo aberto e prometedor - um diálogo necessário à própria Europa", completou.

Cavaco Silva defendeu que "cada ser humano possui o direito inviolável de praticar a religião que entender ou de não praticar nenhuma religião" e que "o exemplo de diálogo e de respeito dado pelas religiões do bem deve ser entendido pelos estados".

"Os poderes públicos que ofenderam a liberdade combatendo e até proibindo a religião não conseguiram abalar a fé dos homens, mas conseguiram algo muito negativo: empobrecer espiritual, moral e socialmente as suas comunidades", criticou.

Segundo o candidato Presidencial apoiado pelo PSD, CDS-PP e MEP, "a religião responde às aspirações mais profundas do homem" e "as religiões do bem apresentam uma virtude preciosa nos tempos atribulados que vivemos: são também religiões de esperança".

"Nestes tempos, deve ser dada a palavra aos portadores de uma mensagem de esperança, deve ser dada a palavra àqueles que se preocupam com o outro e que para ele estão disponíveis", disse.

No seu entender, "todas as religiões do bem têm desde sempre procurado responder à pergunta fundamental que interpela o homem: que fizeste do teu irmão?" e Portugal precisa que "os crentes das religiões da esperança dêem testemunho das suas razões para esperar um mundo melhor".

Antes, discursou o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Vakil, que apontou Cavaco Silva como um garante de que em Portugal continuará a existir "um ambiente de liberdade, de respeito mútuo" entre religiões, numa época em que a "islamofobia" cresce, "infelizmente, em vários países da Europa".

"Tranquiliza-me na pessoa do candidato Cavaco Silva a sua reconhecida competência, as suas excepcionais capacidades de liderança e a determinação que transparece em restaurar a confiança e a credibilidade em Portugal e, muito especialmente, a necessária autoestima dos portugueses", afirmou o antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN).

FONTE



como sempre, a cristandade submissa baixa as calças a islâmicos, judeus e sabe-se lá que mais...
mas mais grave do que isso, é encontrar-se com representantes dessas seitas - como se não bastasse o próprio cristianismo - em solo português.  se ele quer "diálogo" que vá "dialogar" sozinho para o Médio Oriente. aliás, não foi este senhor aqui que disse que se sentia em casa na Turquia????

enfim, depois, lamentar o crescimento da "islamofobia" em vários países europeus (ao mesmo tempo ignorando todos os maleficios, abusos e crimes dessa seita em solo estrangeiro) vai bem na linha dos valores cristãos de submissão e rendição, dos quais este Cavaco é fiel acólito.

é "isto" que vai ser reeleito para o cargo de presidente da Républica mais cinco anos???
pensem bem, senhores, antes de votar em qualquer um.  ou votar no(s) partido(s) que o apoiam.