"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

domingo, 24 de janeiro de 2010

a imigração é uma «necessidade»

Para uma Europa com futuro, a imigração "é uma necessidade" e não um fardo

José Luis Zapatero, presidente do Governo de Espanha, que este semestre preside à UE, puxara o tema. Para lutar contra a pobreza e a exclusão social "é obrigatório os países democráticos e avançados garantirem saúde e educação a todas as pessoas que vivem dentro das suas fronteiras, independentemente da sua condição legal", dissera, minutos antes de González discursar.


Por quase toda a Europa se ouve protestar contra o fluxo migratório. O momento é crítico. Com a crise, oito milhões de empregos desapareceram do espaço comunitário. Zapatero está convencido de que as consequências seriam bem mais severas se não fosse o esforço extra da União e dos Estados-membros. A UE baseia-se num "modelo reconhecido", com "instituições fortes", com "instrumentos preciosos" que amorteceram a queda.

Foi sobre a sustentabilidade desse modelo social que González reflectiu ontem. O continente envelhece a olhos vistos. Daqui a 20 anos teremos menos 30 milhões de activos. "O problema não é a população que temos. O problema é: com a população que temos, como criar uma economia sustentável?" No seu entender, com um "mix de políticas demográficas."

O antigo líder socialista julga que a UE tem de contar com os imigrantes, mas também com as mulheres no mercado de trabalho e no combate ao "declive demográfico". "As empresas não contratam jovens mulheres por acharem que vão engravidar. Contratem-nas, sobretudo, se engravidarem."

Um novo ciclo de políticas económicas e sociais abrir-se-á em 2010. O Ano Europeu contra a Pobreza é também o ano da Estratégia 2020, que substituirá a Estratégia de Lisboa, que vigora há dez anos e que ficou aquém do objectivo traçado - erradicar a pobreza. O documento já esteve em discussão pública e deverá ser votado na Cimeira da Primavera.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, explicou as linhas mestras nessa nova era. A Estratégia 2020 "perseguirá um objectivo claro: promover uma economia de mercado social mais verde, mais competitiva e mais inclusiva. Uma das principais metas será a criação de emprego. Temos de evitar por todos os meios uma recuperação sem emprego."

Ainda na véspera, num jantar informal com jornalistas, o comissário Europeu do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades, Vladimir Spidla, confessara: "Se me perguntarem se a crise já terminou, terei de responder que não - claramente. Do ponto de vista económico, já há sinais de recuperação. Do ponto de vista social, não."

"Os nossos esforços concentrar-se-ão no desemprego juvenil e no desemprego de larga duração - temos de evitar que um fenómeno de carácter cíclico se converta em estrutural", adiantou Barroso. "Contudo, a "Europa 2020" não poderá circunscrever-se às medidas mais tradicionais. Se o emprego é de um modo geral a melhor salvaguarda contra a pobreza e a exclusão social, para oito por cento dos europeus trabalhar não é suficiente para sair da pobreza. É inadmissível. O trabalho tem de ser uma via para sair da pobreza. Chegou a altura de encontrar um novo consenso político sobre isto".

FONTE


pois é, o velho discurso gasto e estafado de sempre. a imigração é "obrigatória" (onde é que já ouvi isto?), a imigração "resolve" o problema da natalidade e envelhecimento, em tempos de crise temos é que olhar para os coitados dos imigrantes que só vêm "trabalhar honestamente" e os nativos que se lixem!

os anos passam, mas o discurso politicamente correcto não conhece limites, nem mesmo sequer em tempos de crise.  nem com a Europa a abarrotar de imigrantes e com largos milhões de desempregados.
a cassete é sempre igual, as frases e os chavões sempre os mesmos.

4 comentários:

Vag disse...

"Para uma Europa com futuro, a imigração "é uma necessidade" e não um fardo"


Não é um fardo? Além de inumeras coisas negativas, leva à extinção das raças europeias e isso não é um fardo, não que ideia!!!

Ou seja, o que este senhor queria dizer é, por outras palavras

Para uma Europa com futuro, a EXTINÇÃO, o genocidio "é uma necessidade" e não um fardo.

Thor disse...

eles estão-se a cagar que a Europa seja habitada por Europeus ou por gente de todo o Mundo (chinas, pretos, mulatos, filipinos, paquistaneses, mouros, muçulmanos, indianos, amerindios, etc)
para eles é igual.
até são capazes de preferir a segunda, pois é mais fácil governar e manipular carneiros acéfalos do que Europeus natos.

Vag disse...

"até são capazes de preferir a segunda, pois é mais fácil governar e manipular carneiros acéfalos do que Europeus natos."

pois, mas o que os europeus tem mostrado é isso, que é facil manipular e fazer lavagens cerebrais, facil, facilimo.
Caso contrario o nacionalismo nao estaria onde esta e o multiracialismo, imigraçao e mistura tambem nao estariam onde estao.

Thor disse...

sim, claro. concordo. também tinha pensado nisso, mas nem quis dizer.
de facto, o cidadão comum é manejável e manobrável até dizer chega. e é culpado pela actual situação.

PS: daqui a pouco, na RTP1, vai dar mais um filme de propaganda multi-racialista.
qualquer coisa como: "Apocalipse da Segunda Guerra Mundial" ou assim...

enfim, mais uma lavagem cerebral ao "povinho".