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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
fake ecologismo
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
terça-feira, 13 de agosto de 2019
sexta-feira, 28 de junho de 2019
precisam de desenho?

não é refugiadismo nem salvamento de vidas. é tráfico humano feito pelo judeu genocida e terrorista, seus idiotas! mas emocionem-se lá com esta merda e com a merda da imagem do rapaz salvadorenho morto no rio (provavelmente falsa, como a do rapaz curdo em 2015)
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terça-feira, 4 de junho de 2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
pacto do demónio
sshh. denunciar e criticar o nosso plano demoníaco de substituir as populações e impedir as barreiras entre países? querias...

já agora, a lista dos países que assinaram e não assinaram o infame pacto global das migrações. 152 a favor, 12 abstenções e apenas 5 contra...israel e eua por motivos óbvios (não os mais nobres) e depois alguns países da Europa de Leste que demonstram alguma sanidade no meio da insanidade geral.

http://novoadamastor.blogspot.com/2018/12/pacto-das-migracoes.html
http://citadino.blogspot.com/2018/12/jornal-publico-alta-traicao-cometida.html
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
totalitarismo da ONU e UE
ONU quer supressão de sites pró-Arianos:
Parlamento Europeu quer banir neo-fascistas e neo-nazis:
mais tirania e totalitarismo democrático, o tal sistema iluminado contra as trevas do obscurantismo...
Parlamento Europeu quer banir neo-fascistas e neo-nazis:
mais tirania e totalitarismo democrático, o tal sistema iluminado contra as trevas do obscurantismo...
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segunda-feira, 31 de julho de 2017
ong israelita envia «refugiados» para a Europa
Red Ice Live - Israeli NGO Helping Migrant Boats Reach Europe's Shores, Instructs Them Where to Go
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2013/04/dirigente-do-likud-quer-arabes-na-europa.html
terça-feira, 18 de outubro de 2016
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Guterres quer 200 mil refugiados na UE
António Guterres pede à UE para acolher 200 mil refugiados
Tensão aumenta com ataque a refugiados na Grécia. Impasse nos comboios mantém-se na Hungria.
O alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, pediu à União Europeia que receba 200 mil refugiados no âmbito de um “programa de recolocação de massa”.
Guterres pediu que a União mobilize toda a sua força num momento definidor para a Europa, quando o número de que fala o ACNUR é superior ao adiantando pelos líderes europeus.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse na quinta-feira que vai pedir aos Estados-membros a redistribuição de 160 mil pessoas, mais do que as 100 mil antes mencionadas pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e do que a meta de 40 mil da última proposta da Comissão.
A Comissão vai revelar uma nova proposta para os refugiados na próxima semana, a tempo de ser discutida na próxima cimeira marcada para dia 14 de Setembro. Uma proposta anterior de quotas de acolhimento, com um mínimo obrigatório para os Estados-membros, falhou.

Enquanto isso, no terreno, a Grécia continua a receber milhares de refugiados, e a não ter qualquer política para eles, excepto pô-los em ferries das ilhas para Atenas, de onde continuam a sua viagem para os Balcãs e entram no espaço europeu na Hungria.
Com o aumento de chegadas nas ilhas e sem qualquer apoio oficial, a ajuda aos refugiados tem estado quase exclusivamente nas mãos de voluntários. A tensão começa a fazer-se sentir e na quinta-feira houve relatos de violência contra os refugiados e os voluntários que os ajudam em Kos, perante a impassividade da polícia.
Saindo da Grécia, muitos refugiados conseguiram chegar à Hungria mas nos últimos dias Budapeste mudou de política várias vezes: primeiro não deixando seguir viagem quem não se registasse (ou seja, pedisse asilo à Hungria primeiro), depois deixando comboios passar com refugiados, e novamente impedindo a sua passagem.
Na quinta-feira, as autoridades de Budapeste optaram por deixar refugiados embarcar num comboio, mas fizeram-no parar a poucos quilómetros de Budapeste perto de um campo de acolhimento, para onde queriam levar os refugiados mas estes recusavam-se.
Houve pessoas a atirar-se para a linha de comboio recusando sair, cenas duras de famílias a chorar, refugiados gritando “campo não”, polícia impedindo a fuga dos refugiados quando estes perceberam que não iriam para a Áustria ou Alemanha mas sim para um centro de refugiados. Cenas demasiado remniscentes da II Guerra e dos que foram obrigados a ir em comboios para campos de concentração, tal como antes foram as imagens da polícia checa a marcar os braços dos refugiados com números escritos a caneta – uma prática que Praga já disse ter abandonado.
Depois de um dia descrito pelo correspondente da ITV James Mates como “perturbador” após a viagem de comboio “caótica e cruel” a que a Hungria sujeitou os cerca de 500 refugiados, os ocupantes do comboio parado recusavam-se a sair. Passaram lá a noite, e esta sexta-feira repetiam os mesmos slogans pedindo para serguir viagem para a Alemanha. Com espuma de barbear alguém escreveu no comboio: “Hungria não. Campo não. Comboio da liberdade”.
Em Budapeste, onde o primeiro-ministro, Viktor Órban, garante estar apenas a cumprir as regras da União Europeia e a guardar as suas fronteiras, culpando a Alemanha por incentivar a passagem dos refugiados ao dizer que os vai receber, milhares de refugiados continuavam na estação de Keleti à espera de conseguir seguir viagem.
FONTE
já vimos este filme antes...
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/02/guterres-e-os-refugiados-libios.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2010/05/guterres-e-os-refugiados.html
Tensão aumenta com ataque a refugiados na Grécia. Impasse nos comboios mantém-se na Hungria.
O alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, pediu à União Europeia que receba 200 mil refugiados no âmbito de um “programa de recolocação de massa”.
Guterres pediu que a União mobilize toda a sua força num momento definidor para a Europa, quando o número de que fala o ACNUR é superior ao adiantando pelos líderes europeus.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse na quinta-feira que vai pedir aos Estados-membros a redistribuição de 160 mil pessoas, mais do que as 100 mil antes mencionadas pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e do que a meta de 40 mil da última proposta da Comissão.
A Comissão vai revelar uma nova proposta para os refugiados na próxima semana, a tempo de ser discutida na próxima cimeira marcada para dia 14 de Setembro. Uma proposta anterior de quotas de acolhimento, com um mínimo obrigatório para os Estados-membros, falhou.

Enquanto isso, no terreno, a Grécia continua a receber milhares de refugiados, e a não ter qualquer política para eles, excepto pô-los em ferries das ilhas para Atenas, de onde continuam a sua viagem para os Balcãs e entram no espaço europeu na Hungria.
Com o aumento de chegadas nas ilhas e sem qualquer apoio oficial, a ajuda aos refugiados tem estado quase exclusivamente nas mãos de voluntários. A tensão começa a fazer-se sentir e na quinta-feira houve relatos de violência contra os refugiados e os voluntários que os ajudam em Kos, perante a impassividade da polícia.
Saindo da Grécia, muitos refugiados conseguiram chegar à Hungria mas nos últimos dias Budapeste mudou de política várias vezes: primeiro não deixando seguir viagem quem não se registasse (ou seja, pedisse asilo à Hungria primeiro), depois deixando comboios passar com refugiados, e novamente impedindo a sua passagem.
Na quinta-feira, as autoridades de Budapeste optaram por deixar refugiados embarcar num comboio, mas fizeram-no parar a poucos quilómetros de Budapeste perto de um campo de acolhimento, para onde queriam levar os refugiados mas estes recusavam-se.
Houve pessoas a atirar-se para a linha de comboio recusando sair, cenas duras de famílias a chorar, refugiados gritando “campo não”, polícia impedindo a fuga dos refugiados quando estes perceberam que não iriam para a Áustria ou Alemanha mas sim para um centro de refugiados. Cenas demasiado remniscentes da II Guerra e dos que foram obrigados a ir em comboios para campos de concentração, tal como antes foram as imagens da polícia checa a marcar os braços dos refugiados com números escritos a caneta – uma prática que Praga já disse ter abandonado.
Depois de um dia descrito pelo correspondente da ITV James Mates como “perturbador” após a viagem de comboio “caótica e cruel” a que a Hungria sujeitou os cerca de 500 refugiados, os ocupantes do comboio parado recusavam-se a sair. Passaram lá a noite, e esta sexta-feira repetiam os mesmos slogans pedindo para serguir viagem para a Alemanha. Com espuma de barbear alguém escreveu no comboio: “Hungria não. Campo não. Comboio da liberdade”.
Em Budapeste, onde o primeiro-ministro, Viktor Órban, garante estar apenas a cumprir as regras da União Europeia e a guardar as suas fronteiras, culpando a Alemanha por incentivar a passagem dos refugiados ao dizer que os vai receber, milhares de refugiados continuavam na estação de Keleti à espera de conseguir seguir viagem.
FONTE
já vimos este filme antes...
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/02/guterres-e-os-refugiados-libios.html
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2010/05/guterres-e-os-refugiados.html
domingo, 22 de fevereiro de 2015
propaganda chegou à Coreia
«School
curricula are now being rewritten to emphasize diversity and
multiculturalism. The old view of Korea as a nation state is being
replaced by that of Korea as a proposition nation (...)
The textbooks are being rewritten partly under pressure from the United Nations, via The Convention on the Elimination of Racial Discrimination (CERD). Criticism has especially focused on the teaching of Korean children that their country is “one-blood, one-language, and one-culture”»"
FONTE
The textbooks are being rewritten partly under pressure from the United Nations, via The Convention on the Elimination of Racial Discrimination (CERD). Criticism has especially focused on the teaching of Korean children that their country is “one-blood, one-language, and one-culture”»"
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
UE quer genocídio dos estados-membro
um doce para quem adivinhar a origem étnica deste Bilderbergiano Peter Sutherland...
uma FONTE e outra FONTE
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Guterres e os refugiados líbios
O receio de que refugiados líbios procurem a Europa não se pode sobrepor às mortes e ao sofrimento dos líbios, segundo palavras de António Guterres. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados defende que se houver um êxodo líbio, a Europa deverá abrir as suas portas. Pormenores contados pelo correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luis Ochoa.
FONTE
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
Guterres e os refugiados
O alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, o português António Guterres, advertiu nesta quarta-feira sobre o aumento da rejeição social aos imigrantes nos países europeus do Mar Mediterrâneo, diante do surgimento de focos de populismo.
Em entrevista à imprensa, Guterres mencionou particularmente a Itália, que "fechou suas portas aos refugiados africanos" após assinar um acordo com a Líbia.
No entanto, ele felicitou a "esperançosa" intenção da Grécia de reformar em profundidade um sistema de asilo "completamente injusto".
"Os problemas devem ser discutidos de forma racional, e não de maneira emocional", enunciou o dirigente português. Segundo ele, "a Europa não poderia sobreviver sem a imigração", devido ao envelhecimento de sua população.
Guterres - que na semana passada obteve teve o mandato renovado em mais cinco anos - expressou sua preocupação diante da erosão do direito de asilo na Europa e perante a profusão de estereótipos negativos sobre os estrangeiros.
"Todas as sociedades estão em vias de se transformar em multirreligiosas e multiculturais. É irreversível", proclamou Guterres. Para ele, "querer combater essa tendência é uma ilusão, um suicídio".
FONTE: Agencia EFE
FONTE
«combater esta tendência é um suicidio» (mais suicida que o actual genocídio, caro palhaço Guterres?)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
ONG dos EUA ataca deportação de menores
A organização norte-americana de defesa dos direitos humanos ‘Human Rights Watch’ (HRW) divulgou, esta quinta-feira, um relatório onde critica duramente as políticas de imigração implementadas pelo Governo francês.
Na base das críticas da HRW está o sistema de detenção e deportação de crianças que vigora em França, que determina a expulsão de qualquer menor ilegal que chegue sem companhia ao aeroporto de Paris.
De acordo com a organização americana, esta prática nega aos menores o direito de recurso da decisão de deportação. Uma situação que sucedeu num terço dos 1000 casos registados em 2008.
O relatório da HRW descreve ainda diversos casos em que os menores relatam o tratamento intimidatório a que foram sujeitos por parte dos agentes da autoridade gauleses.
Da parte do Governo francês, a situação é justificada como uma tentativa de evitar que os menores sejam integrados em redes de tráfico de pessoas.
Ainda assim, as autoridades francesas garantiram que estão a trabalhar para tentar melhorar as condições fornecidas aos imigrantes menores.
ou seja, mais uma ONG sem vergonha a fazer chantagem com os países europeus para que aceitem crianças que cheguem aos aeroportos sozinhas, sem ninguém.
é similar ao caso dos africanos que queriam chegar ilegalmente à Itália e que naufragaram, sobrevivendo alguns.
não digo que a culpa é das crianças, obviamente. mas é, sim, de quem as envia nestas condições e também de quem defende situações destas, fazendo pressão e chantagem psicológica sobre os Governos, como se estes tivessem alguma culpa de as crianças serem utilizadas por redes e individuos sem escrupulos.
isto é uma situação inaceitável e inacreditável. esta ONG se tivesse vergonha na cara, criticava e culpava quem está por detrás disto, em vez de andar a culpar os Governos e fazer pressão para crianças nestas condições serem aceites.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
ONU elogia Portugal
Nações Unidas elogiam Portugal
"A Organização das Nações Unidas (ONU) Portugal pela forma como o País acolhe os imigrantes. No relatório do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) sobre migrações, o organismo além de destacar Portugal avança com a estimativa de que em 2010 mais de 920 mil imigrantes trabalharão no País.
De acordo com a ONU, Portugal está na vanguarda do acolhimento a emigrantes e é dos países do mundo que 'melhor se soube adaptar à transformação da última década, transformando-se em pátria de acolhimento'.
Segundo os dados publicados, em 2005 mais de 763 mil imigrantes residiam e trabalhavam em Portugal. Em 2010 o número deverá ultrapassar os 920 mil."
FONTE
dentro de um ano a previsão é que existam 920 mil imigrantes em Portugal...quer dizer que em mais ou menos 5 anos esse número sobe quase 200 mil, e isto nem contabiliza ilegais, já naturalizados, etc, etc
em suma, o genocidio está em curso e não apenas o governo português, não apenas os xenófilos estão eufóricos, como a ONU não esconde a sua alegria e veio mesmo apelar ao fim das barreiras na imigração, com a maior das naturalidades. isto a pretexto de um certo estudo que só via vantagens na imigração e nada de desvantagens.
curiosamente, isso veio publicado no portal de um "certo partido" que nem vale a pena dizer o nome. é só "coincidências".
"A Organização das Nações Unidas (ONU) Portugal pela forma como o País acolhe os imigrantes. No relatório do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) sobre migrações, o organismo além de destacar Portugal avança com a estimativa de que em 2010 mais de 920 mil imigrantes trabalharão no País.
De acordo com a ONU, Portugal está na vanguarda do acolhimento a emigrantes e é dos países do mundo que 'melhor se soube adaptar à transformação da última década, transformando-se em pátria de acolhimento'.
Segundo os dados publicados, em 2005 mais de 763 mil imigrantes residiam e trabalhavam em Portugal. Em 2010 o número deverá ultrapassar os 920 mil."
FONTE
dentro de um ano a previsão é que existam 920 mil imigrantes em Portugal...quer dizer que em mais ou menos 5 anos esse número sobe quase 200 mil, e isto nem contabiliza ilegais, já naturalizados, etc, etc
em suma, o genocidio está em curso e não apenas o governo português, não apenas os xenófilos estão eufóricos, como a ONU não esconde a sua alegria e veio mesmo apelar ao fim das barreiras na imigração, com a maior das naturalidades. isto a pretexto de um certo estudo que só via vantagens na imigração e nada de desvantagens.
curiosamente, isso veio publicado no portal de um "certo partido" que nem vale a pena dizer o nome. é só "coincidências".
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