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quarta-feira, 27 de novembro de 2019
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
a falácia do «meio-termo»
é lógico que há "meios-termos" que estão certos e "extremos" que estão errados. o que se pretende é apenas negar o dogma abstracto segundo o qual todos os "extremos" são "fanáticos" e errados, e que a virtude reside sempre no "meio-termo", o que não poderia ser mais rídiculo e errado.
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
domingo, 4 de agosto de 2019
sexta-feira, 21 de julho de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
Sardinha e a «ciência àrabe»
– António Sardinha «Na Feira dos Mitos.»
terça-feira, 18 de abril de 2017
Darwin e as várias raças

"As várias raças, quando cuidadosamente comparadas e medidas, diferem muito entre si - como na textura do cabelo, nas proporções relativas de todas as partes do corpo, na capacidade dos pulmões, na forma e capacidade do crânio e mesmo nas circunvoluções do cérebro. Mas seria uma tarefa sem fim especificar os numerosos pontos de diferença. As raças diferem também na constituição, na aclimatação e no risco a certas doenças. As suas características mentais são igualmente muito distintas; principalmente como pode parecer na sua emoção, mas em parte nas suas faculdades intelectuais."
- Charles Darwin, The Descent of Man
quarta-feira, 30 de março de 2016
afinal loiras são mais inteligentes
Afinal, as loiras são as mais inteligentesAcabaram-se as piadas e as teorias preconceituosas. A ciência tem agora a certeza de que a loiras são as mais inteligentes.
De anedotas a filmes, passando por piadas, mitos e teorias que ultrapassam fronteiras, as loiras sempre foram tidas como as menos inteligentes, mas sabe-se agora que, afinal, ‘o burro sou eu’.
Jay Zagorsky, da Universidade de Ohio, analisou uma série de dados acerca das mulheres e traçou uma linha – bastante clara, por sinal – que une os fios de cabelo loiros e a inteligência. Segundo este professor, as loiras são mesmo as mais inteligentes quando comparadas com outras mulheres, lê-se no estudo.
Entre as caucasianas (o único grupo estudado, uma vez que a grande maioria das loiras tem pele branca), as mulheres que nasceram com os fios loiros apresentaram melhores pontuações no quociente de inteligência (QI) do que aquelas que têm o cabelo castanho, preto ou branco.
Mais concretamente, as loiras apresentaram um QI médio de 103.2, enquanto as mulheres de cabelo castanho tiveram 102.7, as de cabelo branco 101.2 e as de cabelo negro 100.5.
Contudo, no caso dos homens, o QI mostrou-se mais elevado entre os que tinham o cabelo castanho (104.4), seguindo-se, então, os loiros (103.9).
A conclusão surgiu depois do investigador ter combinado os dados da Pesquisa Nacional Longitudinal da Juventude dos Estados Unidos com as entrevistas e testes realizados ao longo dos anos de investigação.
FONTE
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Arianos na base de 97% do avanço científico
Europeans and North Americans are responsible for 97 percent of scientific accomplishment
domingo, 14 de setembro de 2014
teoria «out of africa» desacreditada

ler em:
FONTE
não vou estar a pôr aqui o artigo todo, mas destaco esta parte:
«The whole ‘Out of Africa’ myth has its roots in the mainstream academic campaign in the 1990′s to remove the concept of Race. When I did my degree they all spent a lot of time on the ‘Out of Africa’ thing but it’s been completely disproved by genetics. Mainstream still hold on to it.»
domingo, 18 de agosto de 2013
pessoas racistas também são inteligentes
um estudo da Universidade do Michigan mostra que ao contrário do que é pretendido e propangandeado pelos sectores multirracialistas, o racismo não é uma questão de "ignorância", "falta de inteligência" ou de "estudos", como é constantemente dito para desse modo denegrir a imagem dos racialistas e identitários.
ler em: FONTE
resumindo, "ignorante" é todo aquele que se afasta da narrativa oficial e sagrada do sistema. o sistema oferece a "educação" (lavagem cerebral) e quem a recusa é taxado de "ignorante". simples.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
contra o politicamente correcto marxista
"I turned against the left wing because they don't like genetics, because genetics implies that sometimes in life we fail because we have bad genes. They want all failure in life to be due to the evil system."
Dr. James Watson
segunda-feira, 11 de abril de 2011
marxismo inimigo da genética
Trofim Lysenko
Lysenko era um biólogo e agrónomo ucraniano que dirigiu a àrea da biologia na URSS durante o governo de Estaline e as suas teses ficaram conhecidas como Lysenkoismo (contrário ao Eugenismo), que se apoiaram bastante no Michurianismo, Lamarckismo e Darwinismo.
estas ideias assentavam sobre um pilar mais ou menos comum: a oposição ao eugenismo e a recusa da genética como determinadora da natureza humana ou da sua acção, pondo todo o determinismo no ambiente.
chegou-se a afirmar, segundo esta tese, que o ambiente determinava tudo e que mudando o ambiente, era possível inclusive mudar a genética, como se a Natureza não existisse ou pudesse ser manejada/manipulada a bel prazer para os fins pretendidos, qual plasticina.
é mais ou menos por esta altura que a ideia de hereditariedade ou de herança de carácteres através dos genes, passa pela esquerda a ser considerada como algo «reaccionário» tal como toda e qualquer ideia de «estereótipo determinado e definido» ou «herdado à nascença».
o estudo da genética foi considerada uma «ciência burguesa e reaccionária» pois não havia qualquer determinismo à partida e era o ambiente que definia tudo - daqui também se infere o chavão tipicamente marxista de que «o homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe». ou seja, os genes eram a «direita», o ambiente era de «esquerda».
tudo isto é interessante e nem sequer seria particularmente grave, se este não tivesse sido um desvio ou desvirtuar da ciência ao serviço e em prol da ideologia. ou seja, era a ideologia a determinar a ciência como acontece em qualquer regime totalitário, como foi o caso da URSS estalinista.
os praticantes da tradicional «genética ocidental» na URSS foram perseguidos e presos. o Lysenkoismo tornou-se um dogma de Estado e, claro que a pesquisa genética na URSS declinou.
só bem depois da morte de Estaline, as teses de Lysenko foram um pouco abandonadas e desacreditadas.
direi que considerar que tudo é genético ou tudo é ambiental, são ambas premissas irrealistas, ambos têm influência, embora desprezar o genético seja mais grave, pois vai mais contra a Natureza. a genética não explicará tudo, mas explicará grande parte. se a Eugenia não é solução para tudo, é solução para boa parte e ignorar a Natureza tem sempre mau resultado.
considerar «reaccionário» a ideia da herança de características através dos genes mostra bem a natureza totalitária e mutiladora que o marxismo sempre teve, que sempre odiou qualquer ideia de tradição, continuidade, herança, repetição de padrões, etc tal como odeia herança de bens, de dinheiro, terras, propriedade privada, posição social, etc
este episódio serve para demonstrar que o marxismo não se baseia apenas numa ideia económica, mas sim num sentimento negativista contra tudo o que seja Natureza, tudo o que seja herdado, continuado, estabelecido e que o mesmo é contra o Sangue, a Natureza. todas essas instituições naturais, sejam o Sangue, a herança, terra ou tradição, o marxismo pretende derrubar por qualquer meio e substituir, por exemplo, a consciência de sangue («reaccionária») por uma consciência de classe («fraternal» e «universal») sem fronteiras ou empecilhos.
por isso as teses do Lysenkoismo foram exploradas ao máximo e postas ao serviço da ideologia do marxismo.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
estudo relaciona ateismo com QI alto
Estudo relaciona descrença religiosa a QI alto
Segundo pesquisa, QI médio é mais alto nos países onde há menor crença em Deus.
Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista académica Intelligence em setembro, defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas.
O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem filiação universitária.
Lynn é autor de outras pesquisas polémicas, entre elas uma que sugere que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.
A conclusão é baseada na compilação de pesquisas anteriores que mostram uma relação entre QIs altos e baixa religiosidade e em dois estudos originais.
Num desses estudos, os autores compararam a média de QI com religiosidade entre países.
No outro estudo, eles cruzaram os resultados de jovens americanos num teste alternativo de habilidade intelectual (fator g) com o grau de religiosidade deles.
Na pesquisa entre países, os pesquisadores analisaram média de QI com o de religiosidade em 137 países. Os dados foram coletados em levantamentos anteriores.
Os autores concluíram que em apenas 23 dos 137 países a percentagem da população que não acredita em Deus passa dos 20% e que esses países são, na maioria, os que apresentam índices de QI altos.
Excepções
Os pesquisadores dividiram os países em dois grupos.
No primeiro grupo, foram colocados os países cujas médias de QI são mais baixos, variando de 64 a 86 pontos. Nesse grupo, uma média de apenas 1,95% da população não acredita em Deus.
No segundo grupo, onde a média de QI era de 87 a 108, uma média de 16,99% da população não acredita em Deus.
Os autores argumentam que há algumas excepções para a conclusão de que QI alto equivale a altas taxas de ateísmo.
Eles citam, por exemplo, os casos de Cuba (QI de 85 e cerca de 40% de descrentes) e Vietname (QI de 94 e taxa de ateísmo de 81%), onde há uma porcentagem de pessoas que não acreditam em Deus maior do que a de países com QI médio semelhante.
Uma possível explicação estaria, segundo os autores, no facto de que "esses países são comunistas nos quais houve uma forte propaganda ateísta contra a crença religiosa".
Outra excepção seriam os Estados Unidos, onde a média de QI é considerada alta (98), mas apenas 10,5% dizem não acreditar em Deus, uma taxa bem mais baixa do que a registada no noroeste e na região central da Europa - onde há altos índices médios de QI e de ateísmo.
Lynn diz que uma explicação para o quadro verificado nos Estados Unidos pode estar no facto de que "há um grande influxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade".
Mas ele reconhece que mesmo grupos que emigraram para os Estados Unidos há muito tempo tendem a ter crenças religiosas fortes e diz que, simplesmente, não consegue explicar a realidade americana.
Generalização
Os autores argumentam que essa relação entre QI e descrença religiosa tem sido demonstrada em várias pesquisas na Europa e nos Estados Unidos desde a primeira metade do século passado.
Eles citam, também, uma pesquisa de 1998 que mostrou que apenas 7% dos integrantes da Academia Nacional Americana de Ciências acreditavam em Deus, comparados com 90% da população em geral.
Lynn admitiu à BBC Brasil que os resultados apontam para uma "generalização" e que há pessoas com QI alto que têm crenças religiosas fortes.
Segundo ele, há vários factores, como influência familiar ou pressão social, que influenciam a religiosidade das pessoas.
"Nós temos que diferenciar a situação actual de outros períodos da história. As pessoas tendem a adoptar uma atitude de acordo com a sociedade em que vivem. Hoje em dia, na Grã-Bretanha e noutros países europeus, não há tanta pressão da sociedade para acreditar em Deus", afirma.
Uma das hipóteses que o estudo levanta para tentar explicar a correlação entre QI e religiosidade é a teoria de que pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos "irracionais".
Dúvidas
O professor de psicologia da London School of Economics, Andy Wells, porém, levanta questões sobre a tese.
"A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto leva à falta de religiosidade, mas eu acredito que é muito difícil ter a certeza disso", afirma.
De acordo com Wells, vários estudos já demonstraram que pessoas com níveis de QI altos tendem a ter níveis de educação mais altos.
"E quanto mais educação as pessoas têm, é mais provável que elas tenham acesso a teorias alternativas de criação do mundo, por exemplo", afirma Wells.
O jornal de psicologia Intelligence, publicado na Grã-Bretanha, traz pesquisas originais, estudos teóricos e críticas de estudos que "contribuam para o entendimento da inteligência". Académicos de universidades de vários países fazem parte da diretoria editorial.
FONTE
Segundo pesquisa, QI médio é mais alto nos países onde há menor crença em Deus.
Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista académica Intelligence em setembro, defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas.
O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem filiação universitária.
Lynn é autor de outras pesquisas polémicas, entre elas uma que sugere que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.
A conclusão é baseada na compilação de pesquisas anteriores que mostram uma relação entre QIs altos e baixa religiosidade e em dois estudos originais.
Num desses estudos, os autores compararam a média de QI com religiosidade entre países.
No outro estudo, eles cruzaram os resultados de jovens americanos num teste alternativo de habilidade intelectual (fator g) com o grau de religiosidade deles.
Na pesquisa entre países, os pesquisadores analisaram média de QI com o de religiosidade em 137 países. Os dados foram coletados em levantamentos anteriores.
Os autores concluíram que em apenas 23 dos 137 países a percentagem da população que não acredita em Deus passa dos 20% e que esses países são, na maioria, os que apresentam índices de QI altos.
Excepções
Os pesquisadores dividiram os países em dois grupos.
No primeiro grupo, foram colocados os países cujas médias de QI são mais baixos, variando de 64 a 86 pontos. Nesse grupo, uma média de apenas 1,95% da população não acredita em Deus.
No segundo grupo, onde a média de QI era de 87 a 108, uma média de 16,99% da população não acredita em Deus.
Os autores argumentam que há algumas excepções para a conclusão de que QI alto equivale a altas taxas de ateísmo.
Eles citam, por exemplo, os casos de Cuba (QI de 85 e cerca de 40% de descrentes) e Vietname (QI de 94 e taxa de ateísmo de 81%), onde há uma porcentagem de pessoas que não acreditam em Deus maior do que a de países com QI médio semelhante.
Uma possível explicação estaria, segundo os autores, no facto de que "esses países são comunistas nos quais houve uma forte propaganda ateísta contra a crença religiosa".
Outra excepção seriam os Estados Unidos, onde a média de QI é considerada alta (98), mas apenas 10,5% dizem não acreditar em Deus, uma taxa bem mais baixa do que a registada no noroeste e na região central da Europa - onde há altos índices médios de QI e de ateísmo.
Lynn diz que uma explicação para o quadro verificado nos Estados Unidos pode estar no facto de que "há um grande influxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade".
Mas ele reconhece que mesmo grupos que emigraram para os Estados Unidos há muito tempo tendem a ter crenças religiosas fortes e diz que, simplesmente, não consegue explicar a realidade americana.
Generalização
Os autores argumentam que essa relação entre QI e descrença religiosa tem sido demonstrada em várias pesquisas na Europa e nos Estados Unidos desde a primeira metade do século passado.
Eles citam, também, uma pesquisa de 1998 que mostrou que apenas 7% dos integrantes da Academia Nacional Americana de Ciências acreditavam em Deus, comparados com 90% da população em geral.
Lynn admitiu à BBC Brasil que os resultados apontam para uma "generalização" e que há pessoas com QI alto que têm crenças religiosas fortes.
Segundo ele, há vários factores, como influência familiar ou pressão social, que influenciam a religiosidade das pessoas.
"Nós temos que diferenciar a situação actual de outros períodos da história. As pessoas tendem a adoptar uma atitude de acordo com a sociedade em que vivem. Hoje em dia, na Grã-Bretanha e noutros países europeus, não há tanta pressão da sociedade para acreditar em Deus", afirma.
Uma das hipóteses que o estudo levanta para tentar explicar a correlação entre QI e religiosidade é a teoria de que pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos "irracionais".
Dúvidas
O professor de psicologia da London School of Economics, Andy Wells, porém, levanta questões sobre a tese.
"A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto leva à falta de religiosidade, mas eu acredito que é muito difícil ter a certeza disso", afirma.
De acordo com Wells, vários estudos já demonstraram que pessoas com níveis de QI altos tendem a ter níveis de educação mais altos.
"E quanto mais educação as pessoas têm, é mais provável que elas tenham acesso a teorias alternativas de criação do mundo, por exemplo", afirma Wells.
O jornal de psicologia Intelligence, publicado na Grã-Bretanha, traz pesquisas originais, estudos teóricos e críticas de estudos que "contribuam para o entendimento da inteligência". Académicos de universidades de vários países fazem parte da diretoria editorial.
FONTE
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