"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

47% do vih gerado por sexo gay
















47% dos casos de vih gerados por sexo gay

calma goyim. não sejas preconceituoso e homofóbico, o homossexualismo não tem nada de mal. ainda é menos de 50% dos casos, não é a maioria, não podes generalizar, bla bla bla.




















quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

mais insanidade demo-liberal




























estar em forma e procurar a perfeição é crime de ofensa. é fascismo! devemos ser todos deficientes, o mais medíocres, doentes e imperfeitos possíveis, senão estamos a ofender alguém.
http://hyperborea-land.blogspot.com/2016/06/nacionalismo-vs-capitalismo-vs-comunismo.html

terça-feira, 12 de maio de 2015

governo sueco quer legalizar propagação de HIV




























lindo. e falta ainda legalizar a pedofilia, necrofilia, bestialidade, coprofagia, etc

















domingo, 26 de outubro de 2014

mais uma vantagem da imigração - VIH/Sida

Imigrantes representam 20% dos novos casos de VIH

A maior parte destes casos ocorreram nos imigrantes provenientes de países de África subsariana, na sua maioria dos PALOP.

Cerca de 20% dos novos casos de infeção por VIH/sida notificados em Portugal em 2013 ocorreram em imigrantes provenientes de países da África subsariana (três em cada quatro dos infectados), nomeadamente de países de língua portuguesa, incluindo o Brasil e Timor.
"Em relação aos emigrantes que vivem em Portugal, o que sabemos é que o número de novos casos nesta população tem diminuído, a partir de 2010, altura em que atingiu o pico máximo", disse António Diniz, diretor nacional do VIH/sida em Portugal.

A grande maioria dos imigrantes vive em Portugal há mais de cinco anos, residindo 29,3% na Margem Sul e 21,5% no concelho da Amadora. O responsável defendeu a adopção de melhores estratégias para prevenir que a infecção se transmita dentro da comunidade, referindo que "há que desenvolver uma atenção particular à população imigrante em Portugal e, particularmente, em relação à população proveniente de países de língua portuguesa, porque as taxas de infecção destas pessoas nas suas comunidades são elevadas".

Desde o lançamento do projecto "Vamos Ganhar Defesas", em 2010, a Liga Portuguesa contra a Sida tem vindo a divulgar informação a grupos específicos e vulneráveis de imigrantes oriundos da CPLP sobre boas práticas de saúde, nomeadamente sobre a alimentação adequada e equilibrada, manutenção dos cuidados de higiene e prevenção das doenças infecciosas.


FONTE

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ébola continua a matar












FONTE


desta vez na Alemanha. e há outras pessoas já contagiadas.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

ébola aqui ao lado em Espanha










FONTE


é os benefícios do multiculturalismo, da imigração, das fronteiras escancaradas e das doenças terceiro-mundistas espalhadas deliberadamente pelos globalistas.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

anemia falciforme na àsia, àfrica e europa



















é uma doença hereditária que ninguém, nem os médicos ou marxistas culturais, negam que tenha origem negróide. é só pesquisar algo sobre o tema.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

«vantagens» da imigração - tuberculose

Imigrantes têm o triplo de casos de tuberculose

Registam-se 80 casos por cem mil imigrantes, contra 25 por cem mil na população em geral. Embora haja uma elevada incidência na Europa de Leste, é nas comunidades africanas que foram diagnosticados mais pessoas de tuberculoseA incidência da tuberculose entre imigrantes é "o triplo da que se verifica no resto da população portuguesa", refere Fonseca Antunes, o coordenador do programa nacional de luta contra a tuberculose. A prevalência da doença nestas comunidades tem-se mantido nos 80 casos por cem mil habitantes, ao contrário do que acontece com a população em geral, onde baixou e se situa em 25 em cada cem mil.

A circulação de pessoas, sobretudo dos países mais afectados (com 80 casos por cem mil, em média) para outros com menos de 20 casos por cem mil habitantes, é um dos maiores desafios assumidos pelas autoridades sanitárias e pela própria Organização Mundial de Saúde. Fonseca Antunes revela que, dos mais de "2800 casos diagnosticados anualmente, cerca de 12% a 14% são detectados nas comunidades imigrantes".

Apesar de 95% dos casos de tuberculose (70 mil) na Europa serem detectados nos países do leste europeu, não é entre os imigrantes originários desta zona que se verifica um maior número de pessoas contagiadas. Isto, embora seja grande o fluxo de ucranianos, moldavos e romenos para Portugal. Os russos ficam-se pelos seis mil residentes, nove vezes menos que os ucranianos. "Setenta por cento dos imigrantes diagnosticados com tuberculose são originários da África subsariana. Vêm de países como Cabo Verde, Angola ou Guiné", diz Fonseca Antunes.
É que a prevalência da tuberculose em África é muito maior que na Europa de Leste, embora elevada, explica aquele especialista, e uma pessoa pode estar contaminada uma vida sem que a tuberculose se manifeste. Logo, a equipa de Fonseca Antunes acredita que os imigrantes são contaminados no país de origem. Uma vez em Portugal, a forma como se integram em meio familiar e as más condições sociais e de habitabilidade em que vivem facilita a propagação da doença.
Rui Machado, o presidente da Associação Caboverdeana de Lisboa, reconhece que o problema de tuberculose é preocupante. "Um dos principais problemas é a má nutrição. As pessoas estão mal alimentadas e ficam mais vulneráveis ao contágio. Além disso, as habitações têm más condições, há muita promiscuidade, por vezes vive mais do que uma família na mesma casa, o que facilita o contágio". Actualmente, os brasileiros constituem a maior comunidade imigrante no País - 106 961 legalizados - mas a prevalência da tuberculose no Brasil é pequena.

A transmissão da doença associada à imigração de países com elevada incidência "está a ser estudada pelas autoridades portuguesas", admite Luigi Migliorini, director-geral da Organização Mundial da Saúde para a Federação russa. Sublinha que esta é um das questões "mais relevantes no momento, estando a ser alvo de discussão a nível multinacional". No caso da Rússia, "sendo um país grande, é fácil haver imigrantes ilegais e perdermos o controlo de doentes, que nem sempre são tratados, mas o problema afecta tanto imigrantes legais como ilegais".
A mesma situação verifica-se em Portugal, onde muitos imigrantes podem não ter acesso a cuidados de saúde. "Temos de desenvolver estratégias, sobretudo aumentando a colaboração entre países". Questionado sobre os apoios sociais, Migliorini refere que "são essenciais". Por exemplo, alerta, "não conheço a fundo a situação russa nesta matéria, mas penso que não haverá programas suficientes no território".

FONTE


como se pode verificar, só temos "vantagens" em aceitar mais imigração de países sub-sarianos. é só "vantagens" e quem não concordar com isto é racista.