"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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domingo, 20 de outubro de 2019

a psicopatia é isto















mas porque carga de àgua é que um povo do Médio-Oriente que nem estado independente tinha ou tem, haveria de ter ajudado a (corrupta) causa judia e aliada da Normandia ou da IIGM? o que tem o cú a ver com as calças, psicopata? que merda de "comparação" é esta? ninguém exigia que fosses agora lá "socorrer" os curdos (mas nem era nada de mais, visto que passam a vida lá metidos nos desertos do MO, em vez de se preocuparem com a própria casa a arder) mas o mínimo dos mínimos, era não ter alianças cínicas e tácitas com a Turquia. sim, porque a Turquia é membro da nato, e a nato é controlada pela América e a América é dominada por um certo (((povo))) e (((país))).

domingo, 29 de setembro de 2019

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

terça-feira, 25 de junho de 2019

domingo, 23 de junho de 2019

quarta-feira, 19 de junho de 2019

quinta-feira, 6 de junho de 2019

75 anos de dia d(de desgraça)























da "libertação" da pseudo-"ocupação" nazi da "Europa" (um conceito muito pouco amplo de "Europa", diga-se) passou-se para a real ocupação, sem aspas, da Europa, também sem aspas.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

ele avisou...

...mas algo ingenuamente, não percebeu que era isto mesmo que a (((nato))) queria e que de "idiotas" não têm nada.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Hitler e a invasão da urss

Adolf Hitler Explains His Reasons For Invading The Soviet Union

terça-feira, 26 de março de 2019

imigração em massa: forma de guerra

Mass Immigration as a Form of Warfare

domingo, 6 de janeiro de 2019

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Hitler e a I Guerra

"Ao longo dos séculos, o agricultor Alemão migrou para o novo Mundo como colonizador, como fertilizador para outros povos, como fertilizador de cultura para outras nações...Assim ele começou a conquistar o grande continente...Todo aquele poderoso material humano que vimos no lado americano durante a Guerra Mundial, acreditem, foram mães alemãs que outrora deram à luz estes homens, pais alemães que outrora os formaram, e depois o destino determinou que, em menos de 50 ou 20 anos, nos confrontassem como inimigos numa luta pela sobrevivência onde estava em causa a nossa própria existência. É esta horrível maldição a que nos conduziram as políticas mais recentes...Na América do Norte, na altura de decidir qual a língua nacional a introduzir, foi um único voto que decidiu que o alemão não deveria ser introduzido como a língua nacional, mas sim o inglês. Perdemos um continente de 120 milhões para o qual enviáramos o material humano mais valioso, tal como ficou provado no ano de 1917. Estes jovens altos, loiros e de olhos azuis, na realidade, o que eram? Seriam outrora os filhos dos agricultores alemães. São agora nossos inimigos" - Adolf Hitler





um bom resumo da tragédia que foi a I Guerra Mundial, uma guerra fraticida entre irmãos não só Arianos, mas Germânicos e até Teutónicos dentro da grande família germânica. repare-se como uma coisa de grande magnitude como a língua oficial de um colosso é decidida democraticamente por...um voto, se a história for real, e pode ser. e aqui para nós...alguém acredita que se a lingua oficial dos EUA tivesse sido o Alemão, que os Norte-Americanos teriam embarcado em guerras fraticidas com os Alemães da Europa? eu não acredito.

terça-feira, 17 de julho de 2018

terça-feira, 10 de julho de 2018

domingo, 27 de maio de 2018

guerra contínua




























lista muito incompleta, como é óbvio. por exemplo, a Síria começou pelo menos no segundo mandato do queniano Soetoro, falta Líbano a Bush, Japão a Truman, Iraque a Clinton, etc

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Matt Koehl - lutámos do lado errado!

We Fought on the Wrong Side!

By MATT KOEHL

It has now been 61 years since the end of World War II. For many that conflict seems like just so much ancient history. But the anniversary ceremonies and revelry of the military victors remind us, once again, that there are those who will not soon let us forget.

And so, it is fair to ask: Why did we—the peoples of America, Canada, England, Australia, New Zealand and South Africa—go to war in the first place

Many explanations have been offered: It was to stop dictatorship and aggression, to preserve freedom and democracy, to save the British Empire, to save little countries, to keep one country from dominating the world, etc., etc. <strong>When the filter of simple truth is applied, however, everything boils down to one single issue: the pathological desire of certain interested parties to
destroy Adolf Hitler and his Idea. In other words, World War II was nothing more than a war against Hitler.

In this war, all the various interested parties—Bolsheviks, international bankers, reactionaries of all kinds, but especially jews—discovered that whatever differences they had paled in comparison with their common interest in destroying this man and his Cause.

Clad in a cloak of pretense, this unholy alliance promised that without Hitler there would be a better world—a world of freedom and democracy, a world without fear and want, in which good would triumph over evil.

Just how sincere their pronouncements were can best be judged by the rape, pillage, ethnic cleansing, torture, kangaroo courts, show trials and slaughter of millions throughout Europe which took place following "liberation."

So, what kind of world did the victors of 1945 actually give us? Take a good look. For six decades now, they have had an opportunity to show us their world, a world without Hitler. Just what kind of world is it?

One need but look around and turn on the radio or TV, or pick up a newspaper and read the daily headlines.

For starters, they have given us an endless series of conflicts, including the Korean and Vietnam wars, in which countless thousands of lives were wantonly wasted. They also gave us a Cold War, with its massive expenditure and squandering of material and human resources. And they have now given us a new war in the Middle East, as part of an open-ended crusade on behalf of jewish interests worldwide.

They have given us a world of rat-race consumerism, self-fixation, environmental devastation, pollution and race-mixing. They have altered the national demography and introduced us to the joys of integration, Affirmative Action, minority quotas, sensitivity training, Black History and—The Holocaust.

They have given us permissiveness, drugs, MTV and teen suicide. They have given us safe sex and unsafe streets and gun control. They have given us rock 'n roll and rape-counseling centers. They have given us "alternative lifestyles," sodomy, filth, perversion, chaos, crime, corruption, dumbing down and insanity of every kind.

THIS is the kind of world they have given us, and it constitutes an appalling indictment.

In no way can we blame Hitler for this sort of world. He was totally opposed to all of these things, and he fought and sacrificed everything—including his own life—to prevent just such a world.

But the victors of 1945 fought to destroy this man, so that they could give us their kind of world—which is what we now have. This is what they created in World War II, and for this they must be held accountable.

The year 1945 was a defining moment, a watershed in history—the last great victory of the Old Order—which decided the kind of world we have today. Everything that is now taking place about the globe is causally linked to the outcome of that great conflict which took place over half a century ago.

This causal relationship is the underriding reality behind our present condition. And this condition can never be altered until that fact is generally recognized and we have the moral fortitude to come to grips with it.

In reassessing our participation in the Second World war, we can come to but one conclusion: We fought on the wrong side! And the willingness to admit this simple fact is the necessary first step for any national or racial recovery.

Back in 1959 there was a man who did have the courage to recognize this fact and who did realize that we had, indeed, fought on the wrong side against Adolf Hitler during World War II. He was a former U.S. naval commander and decorated veteran of that war. His name was George Lincoln Rockwell. And exactly 40 years after the Leader first raised the Banner, this great apostle was to raise the fallen standard anew. It is an example for all of us.

Although a military phase of National Socialist struggle ended in 1945, the war declared by world jewry against Hitler in 1933 has not ended, but continues in new ways. Today this enemy—in the pathological pursuit of its messianic designs—continues to wage war against the Leader

And so, the fight is joined.

And this time we have an opportunity to be on the right side in this ongoing war. And instead of fighting against Hitler, we can now fight with him and for his New Order. No greater honor or privilege can one ever have.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

terça-feira, 6 de junho de 2017

algumas batalhas

1507 - Afonso de Albuquerque conquista Ormuz no Irão com 380 soldados portugueses contra 30.000 muçulmanos e persas.

1510 - 1.500 Portugueses liderados por Afonso de Albuquerque conquistam Goa na Índia, frente a 9.000 guerreiros muçulmanos.

1511 - 25.000 Árabes muçulmanos são derrotados por 1.000 soldados portugueses. Os Portugueses, comandados por Afonso de Albuquerque, conquistam Malaca, na Malásia. Fernão de Magalhães participou na conquista ao lado de seus compatriotas.

1513 - Um exército de soldados portugueses, incluindo Fernão de Magalhães, conquista Azemmour em Marrocos, liderados por Dom Jaime, o Duque de Bragança.

1529 - Lopo Vaz de Sampaio, com uma frota de 6 galeões e 13 navios leves derrota frota de 130 navios de guerra da frota de Samorim.

1533 - Português Nuno da Cunha conquista Baçaim, causando 500 baixas do inimigo, perdendo apenas 23 homens. Após o cerco, ele entrou no forte, graças a Deus e, em seguida, felicitou os soldados portugueses que lutaram valentemente, depois ordena trazer cinquenta barris de vinho, carne de porco e bebidas para a festa.

1536 - Nas Molucas, António Galvão conquista uma fortaleza protegida por 50.000 guerreiros. Vendo o seu rei, Cachil Daialo, caído durante a batalha, milhares de soldados dispersam e desertou da fortaleza, permitindo que o menor número 120 homens portugueses a entrar na cidade, queimá-lo depois.

1538 - Durante o primeiro cerco de Diu, 5 soldados portugueses sozinhos defendem a quebra da parede estreita da fortaleza contra 500 turcos, que não conseguem entrar. Os turcos retiraram após a chegada de reforços. Os nomes dos 5 soldados - Sebastião de Sá, António Pessanha, Bento Barbosa, Bartolomeu Correa, e Mestre João.

1538 - O corsário Pate-Marcar, que aterrorizou o Oceano Índico com uma frota de 50 navios de guerra com 8.000 homens, ancoradas em Beadalá e está lá atracado e foi derrotado por 400 soldados portugueses, comandados por Martim Afonso de Sousa. Entre os 50 navios inimigos, 25 foram destruídos, todos os outros foram capturados, bem como a sua artilharia.

1541-1543 - Cristóvão da Gama conduz uma cruzada Portuguesa com sucesso na Etiópia contra os exércitos muçulmanos somalis muito maiores comandados por Ahmad ibn Ibrahim al-Ghazi, e que foram auxiliados pelo Império Otomano. Vitoriosa contra forças maiores em várias batalhas com apenas 400 mosqueteiros, em seu último confronto, Cristóvão está gravemente ferido, após o qual ele foi capturado e, eventualmente, torturado e decapitado. Ahmad al-Ghazi é morto pelos homens de Cristóvão durante uma batalha seguinte, para vingar a morte de seu comandante.

1545 - Governador do Estado Português da Índia Martim Afonso de Sousa, depois de derrotar várias armadas, enfrenta com apenas 90 soldados portugueses os 50.000 guerreiros muçulmanos enviados pelo Zamorin de Calecut, que após algum tempo retiraram da batalha.

1546 - D. João de Castro, com apenas pouco mais de 3.000 soldados portugueses, derrota os exércitos do Gujarat Sultanato compostas de 10.000 muçulmanos durante o segundo cerco de Diu.

1547 - Corsário Português Pêro Galego, reconhecido pelos seus ataques contra os muçulmanos do Norte de África, derrota uma frota espanhola ancorada em Cádiz com uma única caravela (navio).

1550 - Dom Pedro de Meneses, capitão de Tânger, morre, depois de atacar uma força coletiva de 3.000 mouros com apenas 80 cavaleiros portugueses. Seus homens derrotar os mouros e forçá-los a recuar, vingando a morte de seu capitão.

1551 - O príncipe de Chembe com uma força de 30.000 homens é derrotado por um exército de 4.000 Portugueses, comandadas por D. Afonso de Noronha.

1558 - Batalha do Rio de Janeiro, 260 soldados portugueses derrotam um exército francês de 1150 homens, forçando-os e seus aliados americanos nativos a fugir para a selva. Depois da batalha, a cidade francesa foi queimada pelo comandante Português, Mem de Sá.

1559 - Uma frota Portuguesa de 6 velas tripuladas por 200 soldados derrota os Zamorin de 13 velas, composto por 2.000 homens de combate.

1559 - Os reis de Malabar, juntaram-se contra os Portugueses, atacaram a fortaleza de Cananor com um poderoso exército. O Portugueses sitiados com o auxílio de 400 reforços que chegaram numa pequena frota, derrotaram o inimigo, que perdeu cerca de 15.000 homens. A batalha durou das 03:00 até 16:00.

1571 - 1.200 Soldados portugueses defendem Chaul contra um exército de 150.000 guerreiros liderados por 'Crazy Niza' com a mais poderosa artilharia já vista na Índia. Após 7 meses, os sitiantes desistiram do cerco, retirando-se.

1606 - Os holandeses com uma frota ocupada por 1.500 homens e apoiada por reinos vizinhos, são derrotados na fortaleza de Malaca contra 145 Portugueses comandados por André Furtado de Mendonça, que dominaram várias frotas e piratas muçulmanos em Malabar e Ceilão.

1612 – O General de Português Ceilão, Francisco Roxo, com 300 Portugueses e 4.000 lascarins, derrota uma força de 12.000 homens liderados pelo rei de Kandy, que tinha muitos elefantes armados em seu exército.

1615 - Francisco de Miranda Henriques com 4 galeões e 18 embarcações menores, defende o porto de Malaca contra a armada de Achem de 500 velas. A frota de Achem recua depois de perder 50 navios.

1616 - Batalha notável no Ceilão ilha, um punhado de soldados portugueses comandados por Manuel Cesar, derrotar os exércitos de Nicapete, composto de 24.000 homens.

1619 - Filipe de Oliveira conquista o Jaffna Unido no norte da moderna Sri Lanka em nome do Império Português, Jaffna torna-se uma exploração no exterior, em Português Ceilão.

1622 - Em Malaca, Nuno Álvares Botelho com apenas 30 velas derrota a armada de Achem, composta por 250 navios de guerra. Entre os muitos navios e tesouros capturados, o carro-chefe do inimigo cai nas mãos dos Portugueses, o maior galeão já visto na Índia, uma embarcação monstruosa armada com 100 canhões.

1624 - Nuno Álvares Botelho, após vários confrontos ferozes, derrota uma armada anglo-holandesa muito maior em Ormuz. O inimigo recua para Surrat.

1639 - Com 120 soldados portugueses, António Galvão vence o Rei de Tidor, que foi apoiado por outros 8 reis contra Portugal. O Rei do Tidor foi morto.

1664 - Batalha de Castelo Rodrigo. O Duque de Ossuna entra em Portugal com 4.000 soldados inimigos e 700 cavalos. Os Portugueses defenderam o castelo com 150 homens. O General Pedro Jacques de Magalhães com uma força coletiva de 2.500 reforços e 500 cavalos entra na batalha, causando muita destruição, tendo capturado e morto quase todos os soldados castelhanos (espanhol). O Duque de Ossuna foge.