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terça-feira, 22 de outubro de 2019
transmigrantismo
coitado, ele não se identifica como Sudanês e sim como Alemão, portanto...é Alemão. assim como os doentes mentais que se identificam com o seu sexo oposto ou com uma idade que não têm, era uma questão de tempo até esta doença mental chegar ao terreno das raças e nacionalidades. aliás, já tinha chegado, mas ao contrário: http://hyperborea-land.blogspot.com/2018/04/mulher-alema-muda-de-raca.html
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povos Arianos para os NS: todos
até nas zonas mais impuras da Europa abunda o sangue Ariano, mesmo no País Basco, por exemplo. por isso, faz algum sentido.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2019
raça nórdica na Grécia Antiga
ps: isto, obviamente, não significa que todos os gregos antigos fossem nórdicos, mas o que parece evidente é que a influência dita nórdica na Grécia Antiga era bem maior do que a actual. se era 1/3, 1/4, metade, ou algo assim, não se sabe. sabe-se apenas que era maior.
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
terça-feira, 20 de agosto de 2019
sexta-feira, 19 de julho de 2019
mais circo mediático
quando todos se acusam uns aos outros de "anti-semitas" e ninguém tem razão...
quando primeiro incentivas, cavalgas e exploras os sentimentos mais primários (legítimos e correctos mas primários) de uma multidão, mas no dia seguinte negas, expressas discordância, e mesmo assim continuas com fama de fascista e racista misógino.
ao contrário de Trump, concordo com enviar Ilhan Omar de volta para o país dela, evidentemente. mas talvez haja uns gajos de pele branca que também não deviam estar nos eua e sim em israel, verdadeira pátria de origem, em vez de andarem a manipular emoções e baralhar massas acéfalas. o problema dela nunca foi odiar ou não israel...
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sábado, 29 de junho de 2019
segunda-feira, 10 de junho de 2019
sexta-feira, 7 de junho de 2019
segunda-feira, 3 de junho de 2019
domingo, 14 de abril de 2019
sábado, 16 de junho de 2018
sábado, 9 de junho de 2018
sexta-feira, 20 de abril de 2018
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
raça ariana - verticalidade espiritual
Características Psicológicas Raciais - III - Verticalidade Espiritual
A raça branca parece ser a mais isenta das três grandes taras simiescas que pesam ainda sobre a Humanidade: o espírito de imitação inconsciente; a excessiva lubricidade e a mania da facécia. É o macaco grande imitador, e na espécie humana há também uma tendência semelhante, embora em menor grau.
Na espécie humana é a raça amarela que possui mais acentuada essa tendência imitativa. Assim os Japoneses, apenas em meio século, imitaram quase por completo os costumes, instituições e cultura europeia. No negro, também o espírito imitativo é grande. Vemo-los sair da selva quase nus e daí a pouco tempo, se puderem, usar fraque e coco, embora de pés descalços. As negras e especialmente as mestiças, essas então, logo que podem excedem as brancas no fraco pela moda e em coquetismo.
Uma inglesa ou uma escandinava de pura estirpe branca parecerá desleixada e desajeitada perante uma mestiça da Martinica, da África do Sul ou da Venezuela.
As populações brancas mudam muito mais dificilmente de ideias e de costumes do que os amarelos e os pretos, o que constitui um indício da sua superioridade. Infelizmente, o snobismo e a monomania da moda tendem cada vez mais a desenvolver o espírito de imitação simiesca entre as populações de raça branca, especialmente entre as mulheres, as multidões ignorantes e os parvenus enriquecidos à pressa por meios mais ou menos fraudulentos. Isto constitui um sintoma da decadência mental da nossa raça.
Com efeito, nada há mais funesto e inferior, sob o ponto de vista mental, do que a tara da imitação inconsciente.
É por meio dela que as multidões ignorantes, as raças e classes atrasadas, são dominadas e conduzidas como rebanhos, conforme convém às oligarquias dominadoras. Por isso, estas oligarquias procuram sempre desenvolver a imitação inconsciente, o espírito de rebanho, o temor do ridículo, contra o espírito de iniciativa e livre apreciação.
A segunda grande tara simiesca é a excessiva lubricidade. O homem é muito menos lúbrico do que o macaco, e o homem branco, muito menos do que o negro e até do que o mongólico. Assim, para os negros e seus mestiços, a poligamia e os haréns são instituições tradicionais; ao passo que os brancos de pura estirpe, mesmo no estado selvagem, são essencialmente monógamos. Tácito descreve-nos os Germanos no seu estado selvagem, tendo como instituição fundamental a família monogâmica. Pelo contrário, a maior parte dos povos africanos e asiáticos, mais ou menos mestiçados, mesmo quando possuidores de uma certa cultura, vivem em regime poligâmico, e o harém é sempre a suprema aspiração. Os brancos passam por frios aos olhos dos negróides e mestiços de índole muito mais sensual, devido talvez em parte à sua pouca actividade intelectual.
A terceira grande tara simiesca é a mania da facécia. A raça branca, tanto nas suas manifestações artísticas como sociais, revela uma grande tendência para o sério, a austeridade e o heroísmo. Admite o cómico e o faceto como distracção passageira, mas despreza o jogral e o histrião. Uma Vénus mestiça de ar brejeiro, picante e sensual, jamais poderá possuir aquela beleza serena de linhas sóbrias e harmoniosas, que caracteriza as estátuas dos artistas clássicos.
Na poesia, a raça branca produziu a epopeia, o que ainda nenhuma outra raça conseguiu.
Nas produções musicais das populações brancas, temos admiráveis hinos, marchas entusiastas e melodias amorosas; mas jamais o génio musical do homem branco criaria uma coisa bizarra e abominavelmente faceta como o jazz-band, produto do génio artístico negróide.
FONTE: Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca: III – Adulteração e Eliminação da Raça Branca, J. Andrade Saraiva, Lisboa, 1932.
nota: onde está "raça branca" deve ler-se raça Ariana, obviamente, pois a "raça branca" é uma falácia.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
terça-feira, 5 de setembro de 2017
terça-feira, 1 de agosto de 2017
domingo, 23 de julho de 2017
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