"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

biologia aplicada politicamente























já sei que há-de existir quem leia isto e pense: mas e a questão judaica? Hitler e os NS não odiavam os judeus? claro que sim, mas o ódio inicial sempre partiu primeiro deles. e é a excepção.

domingo, 10 de novembro de 2019

terça-feira, 20 de agosto de 2019

quarta-feira, 31 de julho de 2019

sábado, 20 de julho de 2019

segunda-feira, 1 de julho de 2019

consciência negra

muito bem. por mim, está aprovado também. mas desde que, e só se, apoiarem o mesmo nas Nações Arianas, o que de certo modo até já está implícito, porque se miscigenação é genocídio, é-o em qualquer lado, e se os negros não se devem miscigenar com ninguém, então isso exclui automaticamente os Arianos da miscigenação. agora, claro que quem odeia tudo isto, e tem agendas de genocídio racial por trás, não pode concordar com nada disto e até ironiza com a concordância de Hitler.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

miss Hitler 2019






















quem diria, desta vez organizado por um Português...nem tudo está perdido neste cantinho da Europa.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

quarta-feira, 15 de maio de 2019

domingo, 14 de abril de 2019

sábado, 13 de outubro de 2018

inimigo global comum


























nada isto tem a ver com comunismo, marxismo, miscigenação ou globalismo...nacionalismo para todos e todas as raças, desde que entendam que há um inimigo comum global e que podemos respeitar-nos e cooperar entre nós. infelizmente teimamos quase todos (não só as outras raças) em não entender isto. e por isso ao judeu interessa o racismo primitivo e acéfalo em que todos se odeiam uns aos outros apenas porque sim, e porque são duma raça diferente.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

terça-feira, 4 de setembro de 2018

domingo, 15 de julho de 2018

parabéns Croácia
















parabéns. bateste-te com dignidade até ao fim, mas não deu...
mas deste o exemplo do que deve ser uma selecção nacional digna desse nome.
mais sigam o teu exemplo no futuro, que metam os olhos em cima de ti, e vejam que um país pequeno de 4 milhões e pouco de habitantes, não precisa de importar estrangeiros de paragens exóticas para ter sucesso - sim, a ida à final foi um sucesso. maior ainda que o bronze de 1998.

sábado, 16 de junho de 2018

sábado, 9 de junho de 2018

feliz dia da raça

com umas horinhas de antecedência...

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

raça ariana - verticalidade espiritual

Características Psicológicas Raciais - III - Verticalidade Espiritual

A raça branca parece ser a mais isenta das três grandes taras simiescas que pesam ainda sobre a Humanidade: o espírito de imitação inconsciente; a excessiva lubricidade e a mania da facécia.
É o macaco grande imitador, e na espécie humana há também uma tendência semelhante, embora em menor grau.
Na espécie humana é a raça amarela que possui mais acentuada essa tendência imitativa. Assim os Japoneses, apenas em meio século, imitaram quase por completo os costumes, instituições e cultura europeia. No negro, também o espírito imitativo é grande. Vemo-los sair da selva quase nus e daí a pouco tempo, se puderem, usar fraque e coco, embora de pés descalços. As negras e especialmente as mestiças, essas então, logo que podem excedem as brancas no fraco pela moda e em coquetismo.
Uma inglesa ou uma escandinava de pura estirpe branca parecerá desleixada e desajeitada perante uma mestiça da Martinica, da África do Sul ou da Venezuela.
As populações brancas mudam muito mais dificilmente de ideias e de costumes do que os amarelos e os pretos, o que constitui um indício da sua superioridade. Infelizmente, o snobismo e a monomania da moda tendem cada vez mais a desenvolver o espírito de imitação simiesca entre as populações de raça branca, especialmente entre as mulheres, as multidões ignoran
tes e os parvenus enriquecidos à pressa por meios mais ou menos fraudulentos. Isto constitui um sintoma da decadência mental da nossa raça. 
Com efeito, nada há mais funesto e inferior, sob o ponto de vista mental, do que a tara da imitação inconsciente.
É por meio dela que as multidões ignoran
tes, as raças e classes atrasadas, são dominadas e conduzidas como rebanhos, conforme convém às oligarquias dominadoras. Por isso, estas oligarquias procuram sempre desenvolver a imitação inconsciente, o espírito de rebanho, o temor do ridículo, contra o espírito de iniciativa e livre apreciação.

A segunda grande tara simiesca é a excessiva lubricidade. O homem é muito menos lúbrico do que o macaco, e o homem branco, muito menos do que o negro e até do que o mongólico. Assim, para os negros e seus mestiços, a poligamia e os haréns são instituições tradicionais; ao passo que os brancos de pura estirpe, mesmo no estado selvagem, são essencialmente monógamos. Tácito descreve-nos os Germanos no seu estado selvagem, tendo como instituição fundamental a família monogâmica. Pelo contrário, a maior parte dos povos africanos e asiáticos, mais ou menos mestiçados, mesmo quando possuidores de uma certa cultura, vivem em regime poligâmico, e o harém é sempre a suprema aspiração. Os brancos passam por frios aos olhos dos negróides e mestiços de índole muito mais sensual, devido talvez em parte à sua pouca actividade intelectual.

A terceira grande tara simiesca é a mania da facécia. A raça branca, tanto nas suas manifestações artísticas como sociais, revela uma grande tendência para o sério, a austeridade e o heroísmo. Admite o cómico e o faceto como distracção passageira, mas despreza o jogral e o histrião. Uma Vénus mestiça de ar brejeiro, picante e sensual, jamais poderá possuir aquela beleza serena de linhas sóbrias e harmoniosas, que caracteriza as estátuas dos artistas clássicos.
Na poesia, a raça branca produziu a epopeia, o que ainda nenhuma outra raça conseguiu.
Nas produções musicais das populações brancas, temos admiráveis hinos, marchas entusiastas e melodias amorosas; mas jamais o génio musical do homem branco criaria uma coisa bizarra e abominavelmente faceta como o jazz-band, produto do génio artístico negróide.

FONTE: Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca: III – Adulteração e Eliminação da Raça Branca, J. Andrade Saraiva, Lisboa, 1932.


nota: onde está "raça branca" deve ler-se raça Ariana, obviamente, pois a "raça branca" é uma falácia.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

was Adolf Hitler a white supremacist?

Was Adolf Hitler a Racist White Supremacist?

domingo, 23 de julho de 2017

só côr da pele?