PCP quer solução para imigrantes em situação irregular
Jerónimo de Sousa criticou as medidas que o Governo está a tomar para combater a crise. O líder do PCP acha que elas só estão a agravar a situação económica do país. Jerónimo reuniu-se com imigrantes e anunciou que o PCP vai avançar com um projecto-lei no Parlamento para dar resposta a todos os que se encontram em situação irregular.
FONTE
enfim, iguais e fiéis a si próprios. eles reunem-se com imigrantes, eles querem regularizar todos os ilegais e depois ainda vêm falar fingindo estar muito preocupados com a crise...
segunda-feira, 1 de março de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Y-DNA na Grã-Bretanha
nos mapas acima expostos podemos observar o Y-DNA de diferentes regiões inglesas, galesas e córnicas, enquanto temos por outro lado, uma comparação com a Irlanda, País Basco e Norte da Europa.
nas regiões britânicas é visivel o contraste, por um lado, entre as regiões mais ocidentais (Gales, Cornualha) e, por outro, as orientais, mais influenciadas por povos germânicos.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sobre o nascimento de Portugal
"Mau grado a contra-ofensiva muçulmana que se seguira às grandes conquistas de Afonso Henriques e Sancho I, a linha de fronteira deslocara-se definitivamente para Sul, atingindo o Tejo e prolongando-se por enclaves vários no Alentejo, que correspondiam exactamente a grandes cidades.
No entanto, uma Silves, uma Faro e uma Mértola continuavam islâmicas..."
(...)
"Fácil era dizer que o Sul, esvaziado de gentes, fora conquistado pelo Norte que lhe impusera as suas caracteristicas.
Foi essa a história que, durante séculos, se ensinou a gerações sucessivas. O Sul, e até o Centro, fora 'povoado','colonizado' pelo Norte, sem sequer se averiguar se as realidades demográficas permitiam tal emigração de nortenhos sem despovoar, por sua vez, o Norte.
Mas, se fora assim, ter-se-iam transferido para o Sul as condições sociais e económicas do país nortenho, não teria sido necessário ir recrutar gente ao estrangeiro para preencher quadros vagos por fugas ou destruições, criar-se-ia, como resultado, um país homogéneo e uniforme que a história dos séculos seguintes em nada autoriza a supôr.
(ironia modo on:) O espaço islâmico ficava reduzido às mourarias, ghettos de propicia e fecunda observação etnográfica.
Fora delas, o historiador movia-se em terreno conhecido, igual em Silves e em Guimarães. Uns quantos arcos em ferradura, abandonados à arte exótica, e umas tantas palavras em Al, tema arredado para filólogos, completavam a cena, a contento de todos..." (ironia modo off)
(...)
"O Estado de Portugal - Estado Feudal, entenda-se - vai assim nascer do encontro de duas realidades, da tentativa de fusão do Norte portucalês com o sul moçàrabe-muçulmano. O somatório de duas, em boa verdade de três nações - a cristã, a moçàrabe e a muçulmana - precisava de ser convertido em unidade homogénea, nacional portuguesa."
FONTE: 2º congresso histórico de guimarães, actas, volume 1" de A.H. de Oliveira Marques
No entanto, uma Silves, uma Faro e uma Mértola continuavam islâmicas..."
(...)
"Fácil era dizer que o Sul, esvaziado de gentes, fora conquistado pelo Norte que lhe impusera as suas caracteristicas.
Foi essa a história que, durante séculos, se ensinou a gerações sucessivas. O Sul, e até o Centro, fora 'povoado','colonizado' pelo Norte, sem sequer se averiguar se as realidades demográficas permitiam tal emigração de nortenhos sem despovoar, por sua vez, o Norte.
Mas, se fora assim, ter-se-iam transferido para o Sul as condições sociais e económicas do país nortenho, não teria sido necessário ir recrutar gente ao estrangeiro para preencher quadros vagos por fugas ou destruições, criar-se-ia, como resultado, um país homogéneo e uniforme que a história dos séculos seguintes em nada autoriza a supôr.
(ironia modo on:) O espaço islâmico ficava reduzido às mourarias, ghettos de propicia e fecunda observação etnográfica.
Fora delas, o historiador movia-se em terreno conhecido, igual em Silves e em Guimarães. Uns quantos arcos em ferradura, abandonados à arte exótica, e umas tantas palavras em Al, tema arredado para filólogos, completavam a cena, a contento de todos..." (ironia modo off)
(...)
"O Estado de Portugal - Estado Feudal, entenda-se - vai assim nascer do encontro de duas realidades, da tentativa de fusão do Norte portucalês com o sul moçàrabe-muçulmano. O somatório de duas, em boa verdade de três nações - a cristã, a moçàrabe e a muçulmana - precisava de ser convertido em unidade homogénea, nacional portuguesa."
FONTE: 2º congresso histórico de guimarães, actas, volume 1" de A.H. de Oliveira Marques
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
politicamente incorrecto
"Os judeus sempre foram um povo com características raciais definidas e nunca uma religião." - Adolf Hitler
especialmente dedicado aos que acreditam e insistem que judeu é só religião...
especialmente dedicado aos que acreditam e insistem que judeu é só religião...
taxa de imigração «desce» em Espanha
Espanha: Taxa de crescimento da imigração em 2009 foi a menor desde 1992
Madrid, 18 fev (Lusa) - A Espanha registou em 2009 uma taxa de crescimento do número de imigrantes de sete por cento, a menor desde 1992, anunciou hoje a secretária de Estado para a Imigração.
Esta redução do crescimento foi explicada por Consuelo Rumi pelo aumento do controlo da imigração clandestina e pela forte recessão em Espanha, designadamente no sector da construção.
A governante sublinhou, não obstante, que Espanha continua a precisar de trabalhadores estrangeiros devido ao envelhecimento da população.
FONTE
atente-se no último parágrafo...nem com crise, nem com recessão, nem com excesso de imigrantes...nem assim querem corrigir o mal. recorrem sempre aos mesmos estafados argumentos.
Madrid, 18 fev (Lusa) - A Espanha registou em 2009 uma taxa de crescimento do número de imigrantes de sete por cento, a menor desde 1992, anunciou hoje a secretária de Estado para a Imigração.
Esta redução do crescimento foi explicada por Consuelo Rumi pelo aumento do controlo da imigração clandestina e pela forte recessão em Espanha, designadamente no sector da construção.
A governante sublinhou, não obstante, que Espanha continua a precisar de trabalhadores estrangeiros devido ao envelhecimento da população.
FONTE
atente-se no último parágrafo...nem com crise, nem com recessão, nem com excesso de imigrantes...nem assim querem corrigir o mal. recorrem sempre aos mesmos estafados argumentos.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
bairro de milão a ferro e fogo
Bairro de Milão teme clima de ódio racial
Dezenas de imigrantes do Norte de África provocaram, na madrugada de ontem, distúrbios nas ruas de um bairro multiétnico de Milão, em Itália, em protesto pelo assassínio de um jovem egípcio, de 19 anos, informaram as autoridades italianas.
Os distúrbios começaram ao final do dia, depois de Hamed Mamoud El Fayed Adou, um egípcio de 19 anos, ter sido morto, segundo a polícia, por um grupo de imigrantes sul-americanos. Uma centena de jovens de origem magrebina, segundo os meios de comunicação social italianos, partiram montras de lojas de imigrantes sul-americanos e queimaram um automóvel.
"Há um clima de ódio racial, que receio possa aumentar nos próximos dias", disse um proprietário de um café do bairro do noroeste de Milão, onde vivem e trabalham muitos imigrantes, principalmente da Colômbia, Peru, Bolívia e outros países da América Latina, citado pelo site do "El Mundo". Cerca de 70% dos estabelecimentos da área são propriedade de imigrantes.
Durante a noite, a polícia italiana identificou mais de 30 pessoas que estiveram envolvidas nos distúrbios, a maioria das quais egípcias. As autoridades continuam à procura dos imigrantes sul-americanos que terão morto o jovem egípcio, depois de uma discussão que começou num autocarro da cidade.
O próprio chefe da polícia de Milão, Riccardo De Corato, classificou aquela área de "faroeste" de gangs magrebinos e sul-americanos. Foi já o segundo episódio de violência envolvendo imigrantes ocorrido este ano, depois dos confrontos verificados no Sul do país, em Janeiro, terem originado as mais violentas lutas raciais de que há memória, desde a Segunda Guerra Mundial.
O ministro italiano do Interior, Roberto Maroni, anunciou recentemente a introdução de um sistema de pontos nas autorizações de residência dos imigrantes que vivem em Itália. De acordo com este projecto, os imigrantes perdem pontos caso cometam delitos.
A Liga do Norte, partido anti-imigração da coligação de centro-direita do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, aproveitou para defender que todos imigrantes que sejam responsáveis por actos violentos sejam expulsos do país.
Já os partidos da Oposição aproveitaram também os incidentes para lembrar que as políticas de integração e segurança da coligação de centro-direita, - que governa também região e a cidade de Milão -, falharam em toda a linha. "Devem aceitar o facto que a sua política de integração falhou", disse Pierluigi Bersani, líder do Partido Democrático, o maior partido da Oposição.
FONTE
Dezenas de imigrantes do Norte de África provocaram, na madrugada de ontem, distúrbios nas ruas de um bairro multiétnico de Milão, em Itália, em protesto pelo assassínio de um jovem egípcio, de 19 anos, informaram as autoridades italianas.
Os distúrbios começaram ao final do dia, depois de Hamed Mamoud El Fayed Adou, um egípcio de 19 anos, ter sido morto, segundo a polícia, por um grupo de imigrantes sul-americanos. Uma centena de jovens de origem magrebina, segundo os meios de comunicação social italianos, partiram montras de lojas de imigrantes sul-americanos e queimaram um automóvel.
"Há um clima de ódio racial, que receio possa aumentar nos próximos dias", disse um proprietário de um café do bairro do noroeste de Milão, onde vivem e trabalham muitos imigrantes, principalmente da Colômbia, Peru, Bolívia e outros países da América Latina, citado pelo site do "El Mundo". Cerca de 70% dos estabelecimentos da área são propriedade de imigrantes.
Durante a noite, a polícia italiana identificou mais de 30 pessoas que estiveram envolvidas nos distúrbios, a maioria das quais egípcias. As autoridades continuam à procura dos imigrantes sul-americanos que terão morto o jovem egípcio, depois de uma discussão que começou num autocarro da cidade.
O próprio chefe da polícia de Milão, Riccardo De Corato, classificou aquela área de "faroeste" de gangs magrebinos e sul-americanos. Foi já o segundo episódio de violência envolvendo imigrantes ocorrido este ano, depois dos confrontos verificados no Sul do país, em Janeiro, terem originado as mais violentas lutas raciais de que há memória, desde a Segunda Guerra Mundial.
O ministro italiano do Interior, Roberto Maroni, anunciou recentemente a introdução de um sistema de pontos nas autorizações de residência dos imigrantes que vivem em Itália. De acordo com este projecto, os imigrantes perdem pontos caso cometam delitos.
A Liga do Norte, partido anti-imigração da coligação de centro-direita do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, aproveitou para defender que todos imigrantes que sejam responsáveis por actos violentos sejam expulsos do país.
Já os partidos da Oposição aproveitaram também os incidentes para lembrar que as políticas de integração e segurança da coligação de centro-direita, - que governa também região e a cidade de Milão -, falharam em toda a linha. "Devem aceitar o facto que a sua política de integração falhou", disse Pierluigi Bersani, líder do Partido Democrático, o maior partido da Oposição.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
vaticano igual a si próprio
Vaticano lamenta cobertura mediática negativa sobre a migração
Conclusões de Congresso Mundial condena racismo e xenofobia
O Vaticano lamenta que a imprensa faça uma “cobertura negativa” dos fenómenos migratórios, convidando a valorizar os bons exemplos de integração e a combater a xenofobia, através dos media.
A posição é assumida no documento final do VI Congresso Mundial da Pastoral para os Migrantes e Refugiados, divulgado esta Sexta-feira. O Congresso decorreu em Novembro de 2009.
O texto sublinha que a Igreja deve ajudar a "contrabalançar a cobertura mediática negativa com programas de educação que falem do contributo positivo dos imigrantes na sociedade, da riqueza dos imigrantes e de como eles podem ser mão-de-obra qualificada".
O Conselho Pontifício para a Pastoral dos Imigrantes e Itinerantes (CPPMI), presidido pelo arcebispo Antonio Maria Vegliò, recomenda a promoção de "campanhas internacionais para combater publicamente a discriminação, a xenofobia e o racismo" e de projectos e encontros "para neutralizar os medos raciais e culturais, bem como a desconfiança".
São lançados alertas para o tráfico de pessoas e as “novas formas de escravidão”, alertando que “os temas da segurança e do medo social podem, facilmente, levar a um aumento da discriminação”.
O documento defende que a Igreja “deve abrir os braços a todos os migrantes, qualquer que seja a sua idade, credo ou convicções”. Neste sentido, cabe-lhe assumir "um papel de mediação e de advocacia entre estas pessoas e as autoridades locais", também do ponto de vista “médico, jurídico e de qualquer outro tipo".
"As dioceses devem procurar promover acções concretas a fim de reduzir a crescente desconfiança recíproca entre imigrantes e refugiados e as comunidades de acolhimento", indica o documento conclusivo."
FONTE
Conclusões de Congresso Mundial condena racismo e xenofobia
O Vaticano lamenta que a imprensa faça uma “cobertura negativa” dos fenómenos migratórios, convidando a valorizar os bons exemplos de integração e a combater a xenofobia, através dos media.
A posição é assumida no documento final do VI Congresso Mundial da Pastoral para os Migrantes e Refugiados, divulgado esta Sexta-feira. O Congresso decorreu em Novembro de 2009.
O texto sublinha que a Igreja deve ajudar a "contrabalançar a cobertura mediática negativa com programas de educação que falem do contributo positivo dos imigrantes na sociedade, da riqueza dos imigrantes e de como eles podem ser mão-de-obra qualificada".
O Conselho Pontifício para a Pastoral dos Imigrantes e Itinerantes (CPPMI), presidido pelo arcebispo Antonio Maria Vegliò, recomenda a promoção de "campanhas internacionais para combater publicamente a discriminação, a xenofobia e o racismo" e de projectos e encontros "para neutralizar os medos raciais e culturais, bem como a desconfiança".
São lançados alertas para o tráfico de pessoas e as “novas formas de escravidão”, alertando que “os temas da segurança e do medo social podem, facilmente, levar a um aumento da discriminação”.
O documento defende que a Igreja “deve abrir os braços a todos os migrantes, qualquer que seja a sua idade, credo ou convicções”. Neste sentido, cabe-lhe assumir "um papel de mediação e de advocacia entre estas pessoas e as autoridades locais", também do ponto de vista “médico, jurídico e de qualquer outro tipo".
"As dioceses devem procurar promover acções concretas a fim de reduzir a crescente desconfiança recíproca entre imigrantes e refugiados e as comunidades de acolhimento", indica o documento conclusivo."
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Itália quer sistema de pontos

Itália quer adotar sistema de "pontos" para imigrantes
- O Governo italiano quer introduzir uma espécie de permissão de residência por pontos para os imigrantes, os que não conseguirem a pontuação serão expulsos, segundo confirmou nesta sexta-feira à Agência Efe o Ministério do Interior.
A medida prevê renovar a permissão de moradia aos imigrantes que alcançarem 30 pontos, que devem ser conquistados cumprindo os requisitos por dois anos.
Entre estes estão o conhecimento do italiano e da Constituição, não terem cometido delitos, a inscrição no serviço de saúde nacional, ter um contrato de habitação e os filhos escolarizados.
O Ministro do Interior, Roberto Maroni, explicou ontem que os escritórios de imigração vão avaliar o cumprimento dos objetivos para renovar a permissão de residência. No caso dos imigrantes não terem alcançado, as autoridades poderão conceder outro ano para conseguir os 30 pontos ou serem expulsos.
Segundo a imprensa local, por enquanto trata-se de um projeto, mas o Governo quer ter preparado dentro de dois meses o decreto lei que introduzirá nesta nova modalidade para renovar a permissão de residência e que se denominará "acordo de integração".
A medida já recebeu as primeiras críticas, "criará obstáculos à integração e favorecerá as irregularidades", segundo Livia Turco, responsável de Imigração para o opositor Partido Democrata (PD).
Diante das críticas, Maroni afirmou que se trata de "um sistema de integração no qual sugere ao imigrante incorporar-se à comunidade. Se o fizer, ganhará a permissão de residência, caso contrário terá que explicar porque não quer se integrar".
Maroni anunciou que o Governo oferecerá os cursos de italiano para os imigrantes."
FONTE
obviamente que esta medida de obrigar os imigrantes a integrarem-se não é o ideal.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
mapa das waffen SS
da legenda em francês no lado direito, destaco o seguinte:
"L´Europe Des Ethnies
(....)
Pour la SS il s´agissait de passer la notion ethnie à la notion race par une politique génétique visant à développe ce qu´elle considérait comme races supérieures: nordiques, germaniques, celtiques, alpines.
ils est curieux de constater que, trente ans plus tard, certains mouvements qui n´ont rien de "néo-nazis" - bien au contraire - proposent des cartes voisines de celle-ci. L´idée de fédération succédant aux nationalismes historiquemente fondés mais depassés par l´evolution, flotte dans l´air du temps, même en France, nation jacobine par excellence et préfigure peut-être des découpages ethniques, plus proche de la nature des hommes que le maintien de communautés purement linguistiques."
para quem tem dificuldades com a lingua francesa, posso deixar uma tradução:
"Para a SS, tratava-se de passar o conceito de etnia para o conceito de raça através de uma política genética orientada para o desenvolvimento de raças consideradas superiores: Nórdicos, Germânicos, celtas, Alpinos. É curioso notar que, trinta anos depois, certos movimentos que nada tinham de "neo-nazis" - bem pelo contrário - proposeram mapas parecidos com este. A ideia de federação sucedendo aos nacionalismos baseados historicamente mas superados pela evolução, paira no ar, mesmo na França, nação jacobina por excelência, e é, talvez, prenúncio das divisões étnicas mais perto da natureza dos homens do que a manutenção de comunidades puramente linguísticas."
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domingo, 31 de janeiro de 2010
o pseudo-centenário da républica (das bananas)
que eu saiba a implantação da républica foi a 5 de Outubro de 1910, ou seja, só completará 100 anos no próximo mês de Outubro. e estamos em Janeiro.
se querem comemorar a outra data, o 31 de Janeiro de 1891 (tentativa falhada de implantar o regime republicano) pois então façam-no! comemorem. mas, nesse caso, não digam "centenário". é que passaram-se 119 anos e não 100.
não sei se mais alguém reparou no mesmo que eu, mas isto é mais uma completa parvoice e aberração do estado português, que nem as suas datas sabe celebrar convenientemente. até as datas têm que trocar e misturar.
se querem comemorar a outra data, o 31 de Janeiro de 1891 (tentativa falhada de implantar o regime republicano) pois então façam-no! comemorem. mas, nesse caso, não digam "centenário". é que passaram-se 119 anos e não 100.
não sei se mais alguém reparou no mesmo que eu, mas isto é mais uma completa parvoice e aberração do estado português, que nem as suas datas sabe celebrar convenientemente. até as datas têm que trocar e misturar.
processo de genocidio adiantado no Algarve
Mães estrangeiras deram à luz um quarto dos bebés
Um quarto das crianças que nasceram nos hospitais algarvios no ano passado são filhas de mães estrangeiras. De acordo com o comunicado, emitido ontem, da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, nasceram 4713 bebés durante o ano de 2009, sendo que 1090 são filhos de imigrantes.
A nacionalidade mais representativa das mães estrangeiras, segundo a ARS, é a brasileira, com 345 bebés, seguida da ucraniana, com 144, e da romena, com 137. O número de filhos de mães estrangeiras diminuiu ligeiramente em relação a 2008, ano em que nasceram 1139 crianças.
Apesar da diminuição, a ARS destaca a importância dos imigrantes nos valores de natalidade do Algarve. "Os valores colocam o Algarve como uma das regiões portuguesas com maior natalidade, confirmando a crescente importância da população migrante no desenvolvimento socioeconómico da região", refere a ARS.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, que nasceram em 2009 no Algarve é cinco vezes superior ao de 2000, ano em que nasceram 216 crianças.
As outras nacionalidades predominantes em termos de nascimentos no Algarve são moldava, inglesa, guineense, cabo-verdiana, chinesa, russa e alemã.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, não é relevante apenas na região do Algarve. Entre 2007 e 2008, os imigrantes contribuíram para o aumento da taxa de natalidade, que se verificou em Portugal nesse período.
As comunidades imigrantes podem assim ajudar a travar o envelhecimento da população, fenómeno que, segundo lembrou o Presidente da República, no passado mês de Dezembro, afecta o desenvolvimento económico. "Um país sem crianças é um país sem futuro", avisou Cavaco Silva.
FONTE
resumindo, o processo de substituição populacional vai já bastante adiantado no Algarve (mas não só) e mesmo assim até diminuiu um pouco em relação a 2008.
de qualquer maneira, há cerca de 10 anos (2000) o nascimento de filhos de imigrantes era 5 vezes menor. só não vê quem não quer.
para piorar a coisa, a nacionalidade mais representativa é a brasileira, que como se sabe, geralmente trás mistura racial, negros, mestiços, pardos, mamelucos, cafuzos, enfim de tudo um pouco.
guineenses, cabo-verdianos e chineses aumentam mais a mistura racial, sendo que os imigrantes de Leste ou os russos, alemães e ingleses, também são maus, mas menos gravosos para a identidade nativa.
perante este cenário, o que têm a dizer o actual presidente da républica e o anterior??
simples, a sua única preocupação é que haja muitos nascimentos, para renovar as gerações, porque importa é haver muita população, não interessando as origens dessa mesma população.
os portugueses têm baixa natalidade? simples...a resolução do problema é abarrotar o território com imigrantes, para no futuro isto deixar de ser Portugal e passar a ser "miscelânea".
Um quarto das crianças que nasceram nos hospitais algarvios no ano passado são filhas de mães estrangeiras. De acordo com o comunicado, emitido ontem, da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, nasceram 4713 bebés durante o ano de 2009, sendo que 1090 são filhos de imigrantes.
A nacionalidade mais representativa das mães estrangeiras, segundo a ARS, é a brasileira, com 345 bebés, seguida da ucraniana, com 144, e da romena, com 137. O número de filhos de mães estrangeiras diminuiu ligeiramente em relação a 2008, ano em que nasceram 1139 crianças.
Apesar da diminuição, a ARS destaca a importância dos imigrantes nos valores de natalidade do Algarve. "Os valores colocam o Algarve como uma das regiões portuguesas com maior natalidade, confirmando a crescente importância da população migrante no desenvolvimento socioeconómico da região", refere a ARS.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, que nasceram em 2009 no Algarve é cinco vezes superior ao de 2000, ano em que nasceram 216 crianças.
As outras nacionalidades predominantes em termos de nascimentos no Algarve são moldava, inglesa, guineense, cabo-verdiana, chinesa, russa e alemã.
O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, não é relevante apenas na região do Algarve. Entre 2007 e 2008, os imigrantes contribuíram para o aumento da taxa de natalidade, que se verificou em Portugal nesse período.
As comunidades imigrantes podem assim ajudar a travar o envelhecimento da população, fenómeno que, segundo lembrou o Presidente da República, no passado mês de Dezembro, afecta o desenvolvimento económico. "Um país sem crianças é um país sem futuro", avisou Cavaco Silva.
FONTE
resumindo, o processo de substituição populacional vai já bastante adiantado no Algarve (mas não só) e mesmo assim até diminuiu um pouco em relação a 2008.
de qualquer maneira, há cerca de 10 anos (2000) o nascimento de filhos de imigrantes era 5 vezes menor. só não vê quem não quer.para piorar a coisa, a nacionalidade mais representativa é a brasileira, que como se sabe, geralmente trás mistura racial, negros, mestiços, pardos, mamelucos, cafuzos, enfim de tudo um pouco.
guineenses, cabo-verdianos e chineses aumentam mais a mistura racial, sendo que os imigrantes de Leste ou os russos, alemães e ingleses, também são maus, mas menos gravosos para a identidade nativa.
perante este cenário, o que têm a dizer o actual presidente da républica e o anterior??
simples, a sua única preocupação é que haja muitos nascimentos, para renovar as gerações, porque importa é haver muita população, não interessando as origens dessa mesma população.
os portugueses têm baixa natalidade? simples...a resolução do problema é abarrotar o território com imigrantes, para no futuro isto deixar de ser Portugal e passar a ser "miscelânea".
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Berlusconi equipara imigrantes a criminosos
Berlusconi equipara imigrantes a criminosos
O presidente do Conselho italiano de ministros, Silvio Berlusconi, declarou hoje em Reggio Calabria, no Sul do país, que uma “redução dos imigrantes de fora da União Europeia (UE) significa menos forças a engrossar as fileiras dos criminosos”.
O chefe do executivo disse que o seu Governo exercerá uma pressão “muito forte” sobre a UE para que esta suporte as despesas da vigilância que está a ser exercida pelos países costeiros, de modo a combater os fluxos de imigração clandestina.
Reunido na Câmara Municipal de Reggio Calabria, numa região onde recentemente houve confrontos com imigrantes africanos, o Conselho de Ministros aprovou um plano extraordinário contra as máfias, tendo Berlusconi afirmado que Os Sopranos e outros programas televisivos sobre essas organizações de criminosos prejudicam a reputação da Itália.
O plano aprovado inclui uma nova agência encarregada de gerir os bens que forem confiscados aos grupos mafiosos, cujos lucros aumentaram 12 por cento entre 2008 e 2009, tendo chegado neste último ano a 78.000 milhões de euros.
O presidente do Conselho italiano de ministros, Silvio Berlusconi, declarou hoje em Reggio Calabria, no Sul do país, que uma “redução dos imigrantes de fora da União Europeia (UE) significa menos forças a engrossar as fileiras dos criminosos”.
O chefe do executivo disse que o seu Governo exercerá uma pressão “muito forte” sobre a UE para que esta suporte as despesas da vigilância que está a ser exercida pelos países costeiros, de modo a combater os fluxos de imigração clandestina.
Reunido na Câmara Municipal de Reggio Calabria, numa região onde recentemente houve confrontos com imigrantes africanos, o Conselho de Ministros aprovou um plano extraordinário contra as máfias, tendo Berlusconi afirmado que Os Sopranos e outros programas televisivos sobre essas organizações de criminosos prejudicam a reputação da Itália.
O plano aprovado inclui uma nova agência encarregada de gerir os bens que forem confiscados aos grupos mafiosos, cujos lucros aumentaram 12 por cento entre 2008 e 2009, tendo chegado neste último ano a 78.000 milhões de euros.
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domingo, 24 de janeiro de 2010
a imigração é uma «necessidade»
Para uma Europa com futuro, a imigração "é uma necessidade" e não um fardoJosé Luis Zapatero, presidente do Governo de Espanha, que este semestre preside à UE, puxara o tema. Para lutar contra a pobreza e a exclusão social "é obrigatório os países democráticos e avançados garantirem saúde e educação a todas as pessoas que vivem dentro das suas fronteiras, independentemente da sua condição legal", dissera, minutos antes de González discursar.
Por quase toda a Europa se ouve protestar contra o fluxo migratório. O momento é crítico. Com a crise, oito milhões de empregos desapareceram do espaço comunitário. Zapatero está convencido de que as consequências seriam bem mais severas se não fosse o esforço extra da União e dos Estados-membros. A UE baseia-se num "modelo reconhecido", com "instituições fortes", com "instrumentos preciosos" que amorteceram a queda.
Foi sobre a sustentabilidade desse modelo social que González reflectiu ontem. O continente envelhece a olhos vistos. Daqui a 20 anos teremos menos 30 milhões de activos. "O problema não é a população que temos. O problema é: com a população que temos, como criar uma economia sustentável?" No seu entender, com um "mix de políticas demográficas."
O antigo líder socialista julga que a UE tem de contar com os imigrantes, mas também com as mulheres no mercado de trabalho e no combate ao "declive demográfico". "As empresas não contratam jovens mulheres por acharem que vão engravidar. Contratem-nas, sobretudo, se engravidarem."
Um novo ciclo de políticas económicas e sociais abrir-se-á em 2010. O Ano Europeu contra a Pobreza é também o ano da Estratégia 2020, que substituirá a Estratégia de Lisboa, que vigora há dez anos e que ficou aquém do objectivo traçado - erradicar a pobreza. O documento já esteve em discussão pública e deverá ser votado na Cimeira da Primavera.
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, explicou as linhas mestras nessa nova era. A Estratégia 2020 "perseguirá um objectivo claro: promover uma economia de mercado social mais verde, mais competitiva e mais inclusiva. Uma das principais metas será a criação de emprego. Temos de evitar por todos os meios uma recuperação sem emprego."
Ainda na véspera, num jantar informal com jornalistas, o comissário Europeu do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades, Vladimir Spidla, confessara: "Se me perguntarem se a crise já terminou, terei de responder que não - claramente. Do ponto de vista económico, já há sinais de recuperação. Do ponto de vista social, não."
"Os nossos esforços concentrar-se-ão no desemprego juvenil e no desemprego de larga duração - temos de evitar que um fenómeno de carácter cíclico se converta em estrutural", adiantou Barroso. "Contudo, a "Europa 2020" não poderá circunscrever-se às medidas mais tradicionais. Se o emprego é de um modo geral a melhor salvaguarda contra a pobreza e a exclusão social, para oito por cento dos europeus trabalhar não é suficiente para sair da pobreza. É inadmissível. O trabalho tem de ser uma via para sair da pobreza. Chegou a altura de encontrar um novo consenso político sobre isto".
FONTEpois é, o velho discurso gasto e estafado de sempre. a imigração é "obrigatória" (onde é que já ouvi isto?), a imigração "resolve" o problema da natalidade e envelhecimento, em tempos de crise temos é que olhar para os coitados dos imigrantes que só vêm "trabalhar honestamente" e os nativos que se lixem!
os anos passam, mas o discurso politicamente correcto não conhece limites, nem mesmo sequer em tempos de crise. nem com a Europa a abarrotar de imigrantes e com largos milhões de desempregados.
a cassete é sempre igual, as frases e os chavões sempre os mesmos.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
era uma vez Portugal
"Foi também o século XX que viu desenvolver-se a História de longa duração, transformando-a em História de tudo quanto viveu e aconteceu no território hoje habitado pelos portugueses. Assim, temos "Histórias" que começam com o paleolítico e o Neandertal, alargando a 20, 30 ou 50 mil anos esta História de 850! São perspectivas legítimas, curiosas e, por vezes, inteligentes. Mas deixam quase sempre esta indelével e desagradável sensação de estarmos diante de uma contínua e persistente jornada portuguesa e lusitana.
Só gradual e recentemente se foi afirmando que Portugal partia da diversidade, não da unidade. Os primeiros ensinamentos de Herculano tinham dado fruto. Nos anos 40, Orlando Ribeiro e, nos anos 80, José Mattoso, além de outros, confirmaram e consolidaram a ideia da diversidade e da metamorfose de um povo, afastando a concepção da unidade original. A unidade e a homogeneidade, aliás excepcionais, foram construídas, são ponto de desenvolvimento e de chegada, não de partida.
Curiosamente, para os nossos três autores, a narrativa começa com a chegada dos exércitos muçulmanos à Península. É um sinal dado nas primeiras páginas: Portugal nasceu contra! Parece que sugerem: serão os séculos de conquista que formarão estados e povos. E formarão Portugal. Sabe-se hoje, sempre se deveria ter sabido, não fora a ideologia, que há mais diferenças entre as regiões portuguesas do Norte, do Centro e do Sul, do que entre estas e os seus prolongamentos galegos, castelhanos e estremenhos. População diversa, povo plural, território heterogéneo, mas poder central e unitário, concentrado, com reduzida negociação, desde o Condado Portucalense. Neste paradoxo, a singularidade portuguesa. Mas que não se trata de uma singularidade excepcional e única: todos os países são singulares, caso contrário não seriam países. E é com alegria que vejo o título do último capítulo desta História: "Uma democracia europeia". Nas minhas palavras, um país como os outros! Parece banal e resignado. Mas é uma vitória da razão.
Estamos longe das concepções redentoras da pátria, segundo as quais, antes de Portugal, já havia portugueses, mesmo se com outro nome. Ultrapassada também a ideia de que a nação precedeu e criou o Estado, sublinham e confirmam uma outra, a de que foi o Estado, isto é, o poder político organizado ou em vias de organização, que criou a nação, o que durou séculos, a ponto de só recentemente se poder falar de um país inteiramente integrado, de uma sociedade articulada, de mercados entrosados, de cidadãos livres e de uma consciência nacional que deixava de ter como horizontes as planícies ou as montanhas que a vista alcançava!"
Só gradual e recentemente se foi afirmando que Portugal partia da diversidade, não da unidade. Os primeiros ensinamentos de Herculano tinham dado fruto. Nos anos 40, Orlando Ribeiro e, nos anos 80, José Mattoso, além de outros, confirmaram e consolidaram a ideia da diversidade e da metamorfose de um povo, afastando a concepção da unidade original. A unidade e a homogeneidade, aliás excepcionais, foram construídas, são ponto de desenvolvimento e de chegada, não de partida.
Curiosamente, para os nossos três autores, a narrativa começa com a chegada dos exércitos muçulmanos à Península. É um sinal dado nas primeiras páginas: Portugal nasceu contra! Parece que sugerem: serão os séculos de conquista que formarão estados e povos. E formarão Portugal. Sabe-se hoje, sempre se deveria ter sabido, não fora a ideologia, que há mais diferenças entre as regiões portuguesas do Norte, do Centro e do Sul, do que entre estas e os seus prolongamentos galegos, castelhanos e estremenhos. População diversa, povo plural, território heterogéneo, mas poder central e unitário, concentrado, com reduzida negociação, desde o Condado Portucalense. Neste paradoxo, a singularidade portuguesa. Mas que não se trata de uma singularidade excepcional e única: todos os países são singulares, caso contrário não seriam países. E é com alegria que vejo o título do último capítulo desta História: "Uma democracia europeia". Nas minhas palavras, um país como os outros! Parece banal e resignado. Mas é uma vitória da razão.
Estamos longe das concepções redentoras da pátria, segundo as quais, antes de Portugal, já havia portugueses, mesmo se com outro nome. Ultrapassada também a ideia de que a nação precedeu e criou o Estado, sublinham e confirmam uma outra, a de que foi o Estado, isto é, o poder político organizado ou em vias de organização, que criou a nação, o que durou séculos, a ponto de só recentemente se poder falar de um país inteiramente integrado, de uma sociedade articulada, de mercados entrosados, de cidadãos livres e de uma consciência nacional que deixava de ter como horizontes as planícies ou as montanhas que a vista alcançava!"
domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
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