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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
terça-feira, 27 de agosto de 2019
get the picture?
"elogios" do (((financial times))) são mais falsos que o judeu judas. quando (((eles))) "elogiam" querem dizer que estão a ganhar $$$$ à custa da desgraça do país em causa. e (ainda) não estamos em recessão...
sábado, 22 de junho de 2019
sábado, 2 de fevereiro de 2019
terça-feira, 3 de julho de 2018
quarta-feira, 23 de maio de 2018
subiu a dívida...e ajudas à banca
terça-feira, 15 de maio de 2018
opa chinesa
claro que eu já sei que a edp provavelmente irá rejeitar a opa, mas infelizmente não por uma questão de princípio e sim por considerar baixa a oferta. ou seja, não por uma questão de valores, mas sim de valore$.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
sexta-feira, 3 de março de 2017
o sistema económico NS
HITLER explica su sistema económico y lo importante del aumento de producción nacional.
quarta-feira, 23 de março de 2016
domingo, 26 de julho de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
recuperação financeira
Dívida pública ultrapassa 231 mil milhões de euros

A dívida pública na óptica de Maastricht subiu mais de 6.600 milhões de euros em janeiro face a dezembro do ano passado. Totaliza agora 231.083 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
FONTE

A dívida pública na óptica de Maastricht subiu mais de 6.600 milhões de euros em janeiro face a dezembro do ano passado. Totaliza agora 231.083 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
FONTE
sexta-feira, 13 de março de 2015
segunda-feira, 26 de maio de 2014
a colossal dívida americana


e estes dados estão todos desactualizados. mas espera lá, não foi o queniano quem disse uma vez que "não somos a Grécia e não somos Portugal"?? não é que o queniano tinha razão? pois não são, não. são muito piores. e são uma vergonha colossal. enquanto os verdadeiros americanos não correrem com quem os endivida propositadamente desta maneira, estão feitos ao bife.
sexta-feira, 28 de março de 2014
o fracasso do capitalismo e do New Deal
chegados ao ano de 1938, a potência do quadro com a menor taxa de desemprego era precisamente a Alemanha NS, e mesmo já em 1937 as duas potências com menor taxa de desempregados, eram as duas potências não-democráticas do Eixo.
já os EUA, no ano em que terminou o "New Deal", 1937, tinha uma taxa de desemprego na casa dos 13% e apenas 1 ano depois, praticamente na casa dos 20% (19.8%)
e repare-se que a Alemanha veio de uma taxa na casa dos 30% de desempregados em 1932 (républica Weimar), enquanto os EUA partiram de apenas 1% de desempregados em 1929, ano da grande depressão.
é caso para dizer que capitalismo+democracia é sinónimo de desemprego e o "New Deal", que é uma tentativa de "salvar" esse capitalismo, também é sinónimo de desemprego.
Etiquetas:
capitalismo,
democracia,
economia,
estatística,
nacional-socialismo,
social-democracia
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
o PNR no espectro politico
os assustados com a fama que o PNR tem de suposto «esquerdismo», não têm razão para isso. vejam em que posição se encontra o PNR na questão do Estado Providência (ou Estado Social) e na questão das finanças e impostos. não se encontra sequer perto do PS, quanto mais dos «soviéticos» BE e PCP...
o PNR defende Estado Social, como já o NSDAP o defendia (aliás, foi o
pioneiro) mas não é de qualquer maneira nem indiscriminadamente. o PNR
defende justiça social mas não à toa.
o PNR pode, por vezes, parecer dizer o mesmo que o BE ou PCP, mas não o
diz pelos mesmos motivos, nem as soluções são parecidas. todos sabemos
que alguma Administração Pública prejudica o povo em geral, com as reformas e
ordenados milionários dos Funcionários Públicos que mamam na teta do
sistema (mas nem todos) - sobretudo do PS. ora, o PNR ao defender um emagrecimento dessa
Administração e do Estado, está a ser esquerdista?
o PNR pode parecer esquerdista para aqueles que vivem no conto-de-fadas
liberal e extremista, em que tudo o que se afaste desse paradigma seja
«esquerdista» ou até «comunista», mas as coisas não são assim.
nem o NSDAP, que era socialista, foi esquerdista ou social-democrata, etc...
podem fazer esse teste no site bússola eleitoral...não se visualiza a
posição do PNR no tocante a Economia (só Estado Providência e Finanças),
mas é possível algures ver as respostas que os diferentes partidos
deram a cada um dos temas - podem comparar as respostas do PNR com as de
qualquer partido - seja PS, BE, PCP, etc
já agora, a lápis o meu posicionamento, até menos à direita que o PNR,
embora no cômputo geral seja o partido com que tenho maior grau de
concordância (79,1%) seguido do PND (71,4%)...
no extremo oposto, está o BE (44,6%) e o PS (45,5%)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
marxismo vs nação
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população descobre que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931-2005
como doutrina de nivelamento, o marxismo baseia-se na lei do menor esforço possível e na eliminação da recompensa pelo mérito e pelo esforço. por isso, falha completamente.
mas não é nada que os pensadores marxistas não soubessem, pois não falamos de gente que realmente acreditasse em ideais de igualdade, mas sim de gente sem escrúpulos que utilizou certos slogans apelativos, para criar teorias absurdas sem nexo e que caem pela base, de modo a levar as massas a cair neste engodo que mais não é do que uma teia, um esquema de poder e controlo da sociedade. e não um sistema económico, que não passa de um pretexto.
além de ser um sistema inviável, o marxismo é também, como se vê, fonte de injustiça e desagregador de qualquer nação, pois destrói os sentimentos de solidariedade existentes entre os elementos desta e põe no seu lugar, o ressentimento, o fracasso, a frustração, o não-esforço e o nivelamento por baixo, logo anula a sustentabilidade da nação - se todos têem o mesmo, independentemente daquilo que façam, então ninguém se quer esforçar ou sacrificar pelos outros, pois não vale a pena, e o resultado será uma cada vez menor produção, logo menores rendas, menores salários, menores condições e menores tudo, além de corroer (qual cancro) qualquer sociedade e/ou nação, que passa a ser insustentável.
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