segunda-feira, 15 de abril de 2013
FPÖ e VB debaixo da alçada do ZOG
a imagem de cima mostra dirigentes do FPÖ aústriaco e do Vlaams Belang da Bélgica (Flandres) de kipá, o tradicional chapéu judaico, numa visita relativamente recente a israel.
se isto não é subserviência, não sei o que será...não é por acaso que tanto uns como outros, e também o partido regional alemão NRW, são partidos assimilacionistas meramente anti-islâmicos. sim, eu disse anti-islâmicos, eles não se opõem a assimilar os imigrantes desses países.
se calhar, é esta a "prova" que os judeus são "aliados" da Europa e dos nacionalismos europeus. considerar esses partidos como nacionalistas é até um insulto aos verdadeiros nacionalistas identitários.
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sábado, 13 de abril de 2013
CGTP ou PCP?
mas quem é que, afinal, promove a manifestação de hoje em todo o país? é a CGTP ou o PCP? a diferença não é muito nítida ou clara, tal a promiscuidade e confusão entre ambas as entidades...
(...)Uma delegação do PCP composta por Jerónimo de Sousa, Francisco Lopes e Jorge Cordeiro estará presente nesta acção promovida pela CGTP-IN(...)
FONTE
reparem na quantidade de adereços vermelhos, cartazes, bandeiras, bonés, camisolas, etc, reparem também na carantonha inconfundível do criminoso da bandeira central...coisa que tem passado completamente incólume em todas as manifestações desta "CGTP", sem a mais leve crítica, nos "intervalos da chuva".

agora, imaginem o que seria se um grupo de pessoas revoltadas com gangues étnicos ou criminalidade estrangeira vinha para a rua marchar e manifestar-se nalgum evento organizado por uma instituição "não-partidária isenta" e que nessa manifestação alguém empunhava bandeiras de Hitler ou Mussolini?
qual seria o escândalo nas TVs, abertura de telejornais, bando de nazis e fascistas ligados ao PNR mas com vergonha de se assumirem e sairem do armário, instituição racista, criminosa e promíscua com o PNR, ligada a ele "umbilicalmente" mas disfarçada de "não-partidária", tudo isto e muito mais se diria, era grandes planos das bandeiras dos líderes nazis/fascistas e parangonas de jornais, era reportagens sobre a "extrema-direita" infiltrada em organizações extra-partidárias, era punições, sanções, cortes e boicotes estatais a essa instituição, era processos em tribunal, era críticas, era ameaças e ataques terroristas de anarcas e comunistas devidamente silenciados ou, pior, legitimados pela CS, era debates semanais, entrevistas diárias, onde os políticos dissertariam sobre os "perigos" da ascensão deste tipo de "fenómenos" e dos riscos de contaminação da "juventude", críticas sobre a "passividade" ou "conivência" com situações "alarmantes" como estas.
enfim...só para se ter uma ideia da discrepância abismal que há entre o tratamento dado a "uns" e a "outros".
em "democracia" somos "todos iguais", mas há uns muito mais "iguais" do que outros. e agora um amén e vivas à "democracia"! e à "imprensa livre, democrática e imparcial"!
(...)Uma delegação do PCP composta por Jerónimo de Sousa, Francisco Lopes e Jorge Cordeiro estará presente nesta acção promovida pela CGTP-IN(...)
FONTE
reparem na quantidade de adereços vermelhos, cartazes, bandeiras, bonés, camisolas, etc, reparem também na carantonha inconfundível do criminoso da bandeira central...coisa que tem passado completamente incólume em todas as manifestações desta "CGTP", sem a mais leve crítica, nos "intervalos da chuva".

agora, imaginem o que seria se um grupo de pessoas revoltadas com gangues étnicos ou criminalidade estrangeira vinha para a rua marchar e manifestar-se nalgum evento organizado por uma instituição "não-partidária isenta" e que nessa manifestação alguém empunhava bandeiras de Hitler ou Mussolini?
qual seria o escândalo nas TVs, abertura de telejornais, bando de nazis e fascistas ligados ao PNR mas com vergonha de se assumirem e sairem do armário, instituição racista, criminosa e promíscua com o PNR, ligada a ele "umbilicalmente" mas disfarçada de "não-partidária", tudo isto e muito mais se diria, era grandes planos das bandeiras dos líderes nazis/fascistas e parangonas de jornais, era reportagens sobre a "extrema-direita" infiltrada em organizações extra-partidárias, era punições, sanções, cortes e boicotes estatais a essa instituição, era processos em tribunal, era críticas, era ameaças e ataques terroristas de anarcas e comunistas devidamente silenciados ou, pior, legitimados pela CS, era debates semanais, entrevistas diárias, onde os políticos dissertariam sobre os "perigos" da ascensão deste tipo de "fenómenos" e dos riscos de contaminação da "juventude", críticas sobre a "passividade" ou "conivência" com situações "alarmantes" como estas.
enfim...só para se ter uma ideia da discrepância abismal que há entre o tratamento dado a "uns" e a "outros".
em "democracia" somos "todos iguais", mas há uns muito mais "iguais" do que outros. e agora um amén e vivas à "democracia"! e à "imprensa livre, democrática e imparcial"!
sexta-feira, 12 de abril de 2013
o genocida judeu Tim Wise

Excertos do judeu ou semi-judeu norte-americano Tim Wise sobre os EUA e a raça branca ariana:
(...)
Porque vocês são uma espécie em perigo.
E ao contrário de, por exemplo, a águia careca ou alguma espécie exótica (...), vocês não merecem ser salvos.
(...)
Porque daqui a cerca de quarenta anos, metade do país será preto ou castanho. E não há nada que vocês possam fazer a respeito disso.
(...)
FONTE
e é esta escumalha que anda sempre com a palavra "ódio" na boca ou com o "anti-racismo".
não será isto um exemplo acabado de ódio racial, ou seja, de racismo? Wise não é "anti-racista" coisa nenhuma, como vem na imagem de cima. é apenas um racista anti-branco ou anti-ariano, se preferirem. ironicamente, como uma parte do sangue dele também é ariano, é um ódio contra uma boa parte dele próprio...
já vimos exemplos de como os "pares" de Tim Wise podem guardar ódio virulento contra a raça que invejam, o que tem sido uma constante e não "casos isolados" ou "coincidências".
já vimos também exemplos de como os "pares" de Tim Wise participam na imigração do terceiro mundo (curiosamente mais um video removido por "incitação ao ódio", será que o ódio está mesmo nos que denunciam factos destes ou será que estará noutros? mesmo video aqui e aqui)
...portanto não admira que Wise tenha tantas certezas sobre o que reserva o futuro de longo prazo para o país em questão, ao nível cromático-demográfico.
(...)
Porque vocês são uma espécie em perigo.
E ao contrário de, por exemplo, a águia careca ou alguma espécie exótica (...), vocês não merecem ser salvos.
(...)
Porque daqui a cerca de quarenta anos, metade do país será preto ou castanho. E não há nada que vocês possam fazer a respeito disso.
(...)
FONTE
e é esta escumalha que anda sempre com a palavra "ódio" na boca ou com o "anti-racismo".
não será isto um exemplo acabado de ódio racial, ou seja, de racismo? Wise não é "anti-racista" coisa nenhuma, como vem na imagem de cima. é apenas um racista anti-branco ou anti-ariano, se preferirem. ironicamente, como uma parte do sangue dele também é ariano, é um ódio contra uma boa parte dele próprio...
já vimos exemplos de como os "pares" de Tim Wise podem guardar ódio virulento contra a raça que invejam, o que tem sido uma constante e não "casos isolados" ou "coincidências".
já vimos também exemplos de como os "pares" de Tim Wise participam na imigração do terceiro mundo (curiosamente mais um video removido por "incitação ao ódio", será que o ódio está mesmo nos que denunciam factos destes ou será que estará noutros? mesmo video aqui e aqui)
...portanto não admira que Wise tenha tantas certezas sobre o que reserva o futuro de longo prazo para o país em questão, ao nível cromático-demográfico.
dirigente do Likud quer àrabes na Europa
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| A linha dura do Likud sionista sugeriu pagar às famílias palestinas $ 500.000 a cada uma para emigrarem da Cisjordânia para o Ocidente. Moshe Feiglin, que nesta terça-feira foi detido pela polícia israelita após tentar rezar no chamado Monte do Templo, propôs pagar aos palestinos para deixarem a Cisjordânia. "O Estado de Israel está a pagar 10% do seu PIB a cada ano para a solução de dois Estados e para os Acordos de Oslo. Ele está a pagar por cercas de separação, cúpulas de ferro e um guarda em cada café. Em breve teremos de colocar cúpulas de ferro em cada escola em Tel Aviv ", disse na conferência "Women in Green" na terça-feira. "Com este orçamento, podemos dar a cada família árabe na Judeia e Samaria $ 500.000 para incentivá-la a imigrar para um lugar com um futuro melhor." "Você pode dizer:" Mas ninguém vai recebê-los. "Isso não é verdade, porque as nações ocidentais estão a encolher devido à baixa taxa de natalidade. A questão é se o mundo vai ter imigrantes sudaneses que não podem construir ou migrantes da Judeia e Samaria, que sabem como construir ", acrescentou Feiglin. |
FONTE
não é recente, mas é suficientemente relevante para vir aqui parar. deve ser esta a "aliança" dos nacionalistas judeus com o Ocidente e a Europa...
e que curioso, então o estafadíssimo argumento que estamos fartos de ouvir da esquerda ou dos capitalistas de que a Europa precisa de imigrantes por causa da natalidade baixa, afinal também se usa na "extrema-direita" israelita? quem diria que afinal os "nacionalistas judeus" são iguais ao resto da escumalha.
que partidos koshers europeus tenham constituído "aliança" com escumalha desta, é uma coisa. são partidos corrompidos e submissos, se calhar desejosos de assimilar estes àrabes da cisjordânia.
agora que esta escumalha seja "aliada" dos Europeus é outra coisa, bem diferente.
na verdade há um oceano a separar as duas coisas, e "alianças" dessas têm o mesmo valor que "alianças" com muçulmanos radicais ou quaisquer outros grupos estranhos e hostis à Europa.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
protesto feminista contra o NPD em Berlim
FONTE
para quem eventualmente simpatize com feministas no movimento nacionalista...num dos cartazes pode ler-se "Stop ao racismo legal", noutro pode ler-se "é tempo de agir! é tempo de antifascismo prático".
quarta-feira, 10 de abril de 2013
marxista, anti-branco e sionista
depois de termos visto algumas ligações e influências do sionismo na esquerda, quer soviética, quer alemã, quer britânica ou mesmo portuguesa, vamos agora ver o que disse de israel e do sionismo, um dos "pensadores" e activistas esquerdistas antirracistas mais conhecidos do séc.XX
Martin Luther King (MLK) em Harvard no ano de 1968:
"israel's right to exist as a state in security is uncontestable."
"o direito de israel a existir como um estado em segurança é incontestável"

"Peace for israel means security, and we must stand with all our might to protect its right to exist, its territorial integrity. I see israel as one of the great outposts of democracy in the world, and a marvelous example of what can be done, how desert land can be transformed into an oasis of brotherhood and democracy. Peace for Israel means security and that security must be a reality."
"Paz para israel significa segurança, e devemos permanecer com todas as nossas forças para proteger o seu direito de existir, a sua integridade territorial. Vejo israel como um dos grandes postos avançados da democracia no mundo, e um maravilhoso exemplo do que pode ser feito, de como a terra do deserto pode ser transformada num oásis de fraternidade e democracia. Paz para israel significa segurança e que a segurança deve ser uma realidade."
"I solemnly pledge to do my utmost to uphold the fair name of the Jews -- because bigotry in any form is an affront to us all."
"Eu prometo solenemente fazer o meu melhor para manter o bom nome dos judeus, porque o fanatismo sob qualquer forma é uma afronta a todos nós."
"When people criticize Zionists they mean jews, you are talking anti-semitism."
"quando as pessoas criticam os sionistas, quer dizer judeus, estamos a falar de anti-semitismo"
o esquerdista Ray Charles, admirador de Ben-Gurion, também apoiava israel. Eis o que ele disse:
“Even though I'm not jewish...israel is one of the few causes I feel good about supporting.”
"Mesmo que eu não seja judeu... israel é uma das poucas causas eu me sinto bem em apoiar"
“Blacks and jews are hooked up and bound together by a common history of persecution....”
Martin Luther King (MLK) em Harvard no ano de 1968:
"israel's right to exist as a state in security is uncontestable."
"o direito de israel a existir como um estado em segurança é incontestável"

"Peace for israel means security, and we must stand with all our might to protect its right to exist, its territorial integrity. I see israel as one of the great outposts of democracy in the world, and a marvelous example of what can be done, how desert land can be transformed into an oasis of brotherhood and democracy. Peace for Israel means security and that security must be a reality."
"Paz para israel significa segurança, e devemos permanecer com todas as nossas forças para proteger o seu direito de existir, a sua integridade territorial. Vejo israel como um dos grandes postos avançados da democracia no mundo, e um maravilhoso exemplo do que pode ser feito, de como a terra do deserto pode ser transformada num oásis de fraternidade e democracia. Paz para israel significa segurança e que a segurança deve ser uma realidade.""I solemnly pledge to do my utmost to uphold the fair name of the Jews -- because bigotry in any form is an affront to us all."
"Eu prometo solenemente fazer o meu melhor para manter o bom nome dos judeus, porque o fanatismo sob qualquer forma é uma afronta a todos nós."
"When people criticize Zionists they mean jews, you are talking anti-semitism."
"quando as pessoas criticam os sionistas, quer dizer judeus, estamos a falar de anti-semitismo"
o esquerdista Ray Charles, admirador de Ben-Gurion, também apoiava israel. Eis o que ele disse:
“Even though I'm not jewish...israel is one of the few causes I feel good about supporting.”
"Mesmo que eu não seja judeu... israel é uma das poucas causas eu me sinto bem em apoiar"
“Blacks and jews are hooked up and bound together by a common history of persecution....”
"Os negros e judeus estão conectados e ligados por uma história comum de perseguição ..."
sexta-feira, 22 de março de 2013
totalitarismo desta vez não venceu...por enquanto
Governo alemão abandona projecto para banir partido da extrema-direita
O governo alemão decidiu não apresentar ao Tribunal Constitucional uma proposta para ilegalizar o partido da extrema-direita NPD. A decisão de Berlim foi tomada depois da recusa do Partido Liberal Alemão – parceiro minoritário da coligação – em se juntar à iniciativa, atraindo as críticas do Conselho Central dos Judeus da Alemanha.
FONTE
e os judeus sempre no epicentro de tudo o que seja "anti-fascismo", anti-nacionalismo, anti-nativos, etc
porque será? por mais que digam que eles são patriotas ou identitários lá na terra deles, a verdade é que na terra dos outros, a conversa é sempre outra.
ah e tal deve ser por causa do "holocausto" e coisas e loisas...
segunda-feira, 11 de março de 2013
ps quer fazer de Portugal pátria sionista
PS quer conceder naturalização a descendentes de judeus expulsos de Portugal
para começar como é que se pode promover o regresso de alguém que nunca cá esteve? ou ainda existe algum sobrevivente de 1500 e etc?
O PS apresentou nesta quinta-feira, em Lisboa, um projecto de alteração à lei da nacionalidade, para conceder a naturalização portuguesa aos descendentes de judeus expulsos do país, nos séculos XV e XVI, promover o seu retorno e reabilitar a sua imagem.
“Como corolário deste percurso de reabilitação de uma imagem e uma cultura fortes, quase destruídas pela Inquisição portuguesa com a conivência da coroa, faz todo o sentido promover o retorno dos descendentes dos judeus expulsos ou dos que fugiram do terror da Inquisição ao seio do seu povo e da sua nação portuguesa”, pode ler-se no projecto de lei a que a Lusa teve acesso, apresentado, pelo grupo parlamentar do PS, na Assembleia da República.
O documento refere ainda que “faz também todo o sentido que seja aos descendentes judeus de sefarditas portugueses, que demonstrem objectivamente a tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, possibilitada a aquisição da nacionalidade portuguesa por naturalização”.
O projecto de alteração à Lei da Nacionalidade visa acrescentar um ponto ao artigo 6.º, no qual deverá constar que “o Governo pode conceder a nacionalidade por naturalização, com dispensa dos requisitos previstos (…) aos descendentes de judeus sefarditas portugueses, através da demonstração da tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral”.
Os socialistas recordam a “antiguidade” da presença no território peninsular – designado Sefarad – de judeus que foram expulsos de Portugal depois de D. Manuel I ter assinado, em 1496 o “Decreto de Expulsão dos Hereges”.
“Estes descendentes de judeus portugueses mantêm viva uma língua, o ladino (…), uma língua derivada do castelhano e do português e falada por 150.000 pessoas em comunidades em Israel, Turquia, antiga Jugoslávia, Grécia, Marrocos e nas Américas, entre muitos outros locais”, diz o projecto de lei.
No início do século XIX, regressaram a Portugal alguns judeus sefarditas originários de Marrocos e de Gibraltar, e instalaram-se numa comunidade em Lisboa que, durante a II Guerra Mundial, viria a dar um “apoio notável” aos “refugiados fugidos à barbárie hitleriana que daqui partiram para uma nova vida em novos lugares, nomeadamente para os Estados Unidos e Brasil”.
Também a partir da sinagoga do Porto, edificada pelo capitão Barros Basto, milhares de judeus conseguiram reconstruir a suas vidas com a ajuda da secção que ficou conhecida como “Amparo dos Desterrados” e que, nas próximas semanas, irá fornecer os respectivos documentos de identificação ao Museu do Holocausto em Washington.
“Neste largo período de dois séculos, que medeia entre os alvores de oitocentos e a actualidade, alguns descendentes de judeus portugueses fugidos das perseguições inquisitoriais, regressaram a Portugal, aqui se instalaram e criaram novos laços familiares, intelectuais, culturais, políticos, profissionais e comerciais”, recorda ainda o documento do PS.
para começar como é que se pode promover o regresso de alguém que nunca cá esteve? ou ainda existe algum sobrevivente de 1500 e etc?
depois, judeus não são, nem nunca foram nativos da Ibéria. imagine-se o rídiculo de regressarem todos os descendentes desses judeus sefarditas, cerca de 150.000, certamente mais do que os sefarditas expulsos e que estão espalhados um pouco por todos os lados, como diz na notícia...onde os iríamos enfiar? não temos já problemas que chegue? imigração que chegue? desemprego que chegue e outras chatices?
o que se vai seguir? propôr o "regresso" dos descendentes dos (poucos) mouros que foram expulsos de Portugal ou que decidiram sair pelo seu próprio pé?
sim, porque na notícia não fala apenas de conceder a nacionalidade, o que já é grave, mas também de retorno.
todos os pretextos e mais alguns servem para enfiar mais gente não-nativa no país, todos os pretextos servem para justificar a sociedade multicultural e multiétnica, todos os pretextos servem para elevar o grupo étnico "eleito" à condição de mártires.
será porque Soares, o fundador do PS, tem ascendência judaica? será porque o PS é o partido em Portugal mais ligado à maçonaria e, por consequência, o partido mais servil aos interesses sionistas?
quarta-feira, 6 de março de 2013
bem-vindos ao sião

em baixo da pirâmide, o proletariado ou a "ralé", depois o partido externo ou maçonaria plutocrática, o partido interno ou sião e finalmente no topo da pirâmide, o grande irmão.
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
estrangeiros cresceram 70% em 10 anos

População estrangeira cresce 70%
A população estrangeira residente em Portugal cresceu cerca de 70 por cento, na última década, revelou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE), indicando que, em Março de 2011, viviam no país perto de 395 mil imigrantes.
ler mais aqui:
FONTE
como é óbvio, vivem muito, mas mesmo muito mais que 395 mil imigrantes em Portugal, só que a maioria já nem contam no papel como imigrantes e sim como "portugueses" de papel, sejam naturalizados ou já imigrantes de 2ª geração. mestiços, etc, etc no entanto, para o critério jus sanguinis nunca serão portugueses.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
censura totalitária bloqueou fórum pró-branco
ROMA - A polícia italiana bloqueou o acesso a um site supremacista branco e prendeu quatro pessoas por alegadamente incitarem ao ódio racial e disseminarem anti-semitismo.na Sexta-Feira, as autoridades bloquearam o Stormfront, um site supremacista branco sedeado nos Estados Unidos, e fecharam o fórum de língua italiana.
Eles também confiscaram navalhas, bastões e tacos de basebol, assim como propaganda neo-Nazi e Fascista, incluindo panfletos e bandeiras com suásticas estampadas, em buscas de propriedades principalmente no nordeste da Itália.
Os promotores em Roma lançaram a investigação depois do grupo ter publicado listas negras de líderes religiosos, políticos, jornalistas e juízes citando o seu apoio aos imigrantes. Eles também publicaram listas de proeminentes cidadãos judeus.
Os quatro foram detidos na cidade nortenha de Milão e em Frosinone e Pescara, na Itália central.
FONTE
pois. a censura totalitária funciona mesmo assim. quando não concorda com certas coisas, basta-lhe pôr tudo debaixo do rótulo de "supremacismo branco" ou "incitamento ao ódio racial", para estar de antemão justificada toda a censura e até buscas, detenções, prisões politicas, etc, como em qualquer estado totalitário e policial do "grande irmão".
hoje as vitimas são italianos, amanhã serão outros e outros, etc, etc
não que o Stormfront seja um site preferencial para mim, ou da minha eleição, mas nada disso justifica tamanha aberração e intrusão totalitária de um Estado, qualquer que ele seja.
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anti-sionismo ou anti-ocidentalismo?
neste artigo do portal do PCP, fica bem claro as verdadeiras intenções por detrás do pretenso "anti-sionismo" e "anti-israelismo" (inexistente) da esquerda, que mais não é do que um pretexto para culpar, como sempre, os EUA, a Europa e o Ocidente em geral de todos os males, no fundo, fazendo até de israel uma pobre vítima manipuladinha pelos altos interesses do imperialismo capitalista, americano, europeu, etc, etc, no fundo recorrendo não só à típica explicação sócio-económica, mas também a uma típica inversão esquerdista: não é o sionismo que manipula tudo e todos, desde os EUA à UE, não senhor! é o sionismo que é "manipulado" e "usado" como uma arma do capitalismo ocidental, porque no fundo o sionismo é apenas um "testa de ferro" secundário.
atente-se:
"A escalada de violência no Médio Oriente é o resultado da actuação das principais potências imperialistas, nomeadamente os EUA e países da União Europeia, como a França que, em aliança com a Arábia Saudita, o Qatar e outras monarquias ditatoriais do mundo árabe e usando o sionismo de israel como ponta de lança, visa assegurar por via da guerra e da submissão de países soberanos o domínio imperialista sobre os abundantes recursos naturais e energéticos da região."
no fundo, no fundo, até o próprio mundo árabe é mais culpado que o próprio sionismo de israel, se isto for levado a sério. a questão, a meu ver, não é tanto das potências que possam estar envolvidas ou não, mas sim de motor, de liderança. e dizer que são os EUA, a Arábia Saudita ou a França quem lidera israel, e não o contrário, é como se diz em bom português, a chamada "areia para os olhos", a inversão desinformativa.
quanto à posição do secretário-geral deste partido sobre os judeus e sobre israel, ela está explícita aqui:
"Os comunistas, tal como o povo judeu, pagaram bem caro a barbárie nazi”,
"O secretário-geral do PCP assinalou ainda que as críticas feitas no artigo não eram dirigidas ao povo israelita: “Não confundam sionismo – com tudo aquilo que pratica – com o povo de israel. Confundir sionismo com o povo de israel é um erro de fundo. Hoje, o governo sionista de israel tem um comportamento de terrorismo de Estado em relação à Palestina. Isso não invalida a nossa identificação e solidariedade, tanto com o povo palestiniano como com o povo de israel.”
o PCP é portanto um bom lacaio serviçal, como boa filial de Tel Aviv que é, apressando-se a culpar tudo e todos pelos crimes terroristas da casa-mãe, até o próprio mundo àrabe, ao serviço de uma gigantesca tramóia imperialista-capitalista, e apressando-se a fazer festinhas na cabeça do povo de israel e dos judeus.
quanto à denúncia do governo mundial ou dos Protocolos do sião, foi feita apenas, mais uma vez, para culpar o capitalismo e o mundo Ocidental em geral, desse mesmo projecto e de todos os males, procurando convencer os incautos de que a esquerda internacionalista é "oposição" a esse projecto.
atente-se:
"A escalada de violência no Médio Oriente é o resultado da actuação das principais potências imperialistas, nomeadamente os EUA e países da União Europeia, como a França que, em aliança com a Arábia Saudita, o Qatar e outras monarquias ditatoriais do mundo árabe e usando o sionismo de israel como ponta de lança, visa assegurar por via da guerra e da submissão de países soberanos o domínio imperialista sobre os abundantes recursos naturais e energéticos da região."
no fundo, no fundo, até o próprio mundo árabe é mais culpado que o próprio sionismo de israel, se isto for levado a sério. a questão, a meu ver, não é tanto das potências que possam estar envolvidas ou não, mas sim de motor, de liderança. e dizer que são os EUA, a Arábia Saudita ou a França quem lidera israel, e não o contrário, é como se diz em bom português, a chamada "areia para os olhos", a inversão desinformativa.
quanto à posição do secretário-geral deste partido sobre os judeus e sobre israel, ela está explícita aqui:
"Os comunistas, tal como o povo judeu, pagaram bem caro a barbárie nazi”,
"O secretário-geral do PCP assinalou ainda que as críticas feitas no artigo não eram dirigidas ao povo israelita: “Não confundam sionismo – com tudo aquilo que pratica – com o povo de israel. Confundir sionismo com o povo de israel é um erro de fundo. Hoje, o governo sionista de israel tem um comportamento de terrorismo de Estado em relação à Palestina. Isso não invalida a nossa identificação e solidariedade, tanto com o povo palestiniano como com o povo de israel.”
o PCP é portanto um bom lacaio serviçal, como boa filial de Tel Aviv que é, apressando-se a culpar tudo e todos pelos crimes terroristas da casa-mãe, até o próprio mundo àrabe, ao serviço de uma gigantesca tramóia imperialista-capitalista, e apressando-se a fazer festinhas na cabeça do povo de israel e dos judeus.
quanto à denúncia do governo mundial ou dos Protocolos do sião, foi feita apenas, mais uma vez, para culpar o capitalismo e o mundo Ocidental em geral, desse mesmo projecto e de todos os males, procurando convencer os incautos de que a esquerda internacionalista é "oposição" a esse projecto.
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domingo, 18 de novembro de 2012
sueca de 87 anos espancada por muslos
FONTE
selvagens do Médio Oriente que não só não respeitam animais, como nem sequer respeitam mulheres idosas. isto é as "vantagens" do multiculturalismo e da convivência com a chamada "religião da paz"
judeus querem criar estado na Turíngia
FONTE
mas é claro. afinal a tradição de roubar terras à Alemanha e não só, já vem de longa data (Versailles e etc), tal como hoje em dia invadem e atacam terras actualmente palestinas, cuja propriedade legítima é, no mínimo dos mínimos, muito duvidosa e discutível. era uma questão de tempo até começarem também a nascerem estados dentro dos estados Europeus.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
imagem de marca
e a Europa nas mãos desta ex-stasi Rebbekah Kasner Jentsch (verdadeiro nome da judia Merkel).
é caso para dizer que está tudo entregue à bicharada.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
o factor raça na 2ª eleição de um queniano

como se pode ver acima, o factor raça foi determinante e decisivo na segunda eleição para a presidência dos Estados Unidos de um queniano-esquerdista-maçónico-islamista.
os negros, os lat(r)inos e os asiáticos, ou seja, as chamadas "minorias" unem-se todos para votarem em peso no seu queniano de eleição. no caso dos negros, então, chega a ser unanimista.
já os brancos, pese embora a preferência pelo candidato branco, dispersam-se e dividem-se mais, possibilitando assim que uma farsa queniana continue no poder, apesar de (ainda) serem a maioria da população do seu país.
moral da história: a raça conta mesmo e pesa muito, as minorias são racistas, ao contrário do que deixa a entender a "propaganda oficial". a tendência do ser humano é para preferir os seus, o seu semelhante, o mais parecido consigo, e só uma intensa lavagem cerebral, como aquela a que são submetidos os brancos, é que consegue ainda "equilibrar a balança".
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
judeus querem deter Aurora Dourada
Grupos judeus internacionais movem as suas peças para deter o avanço da Aurora Dourada na Grécia
há uns meses, a Aurora Dourada obteve 6,9% dos votos nas eleições parlamentares e agora, a sua popularidade está a crescer rapidamente: um inquérito realizado em Outubro mostrou que se houvessem hoje novas eleições, o movimento grego obteria 14% dos votos, o que o tornaria na terceira força política do país.
Outro inquérito mostrou que 22% dos gregos têem uma opinião positiva da Aurora Dourada, contra os 12% de Maio. Este aumento repentino e significativo da Aurora Dourada causou mais uma enorme polémica na Grécia, concretamente na comunidade judaica mundial, diz o Jewish Telegraphic Agency.
O diário apontou que não são apenas os mais de 5.000 judeus da Grécia que estão em alerta, mas também várias organizações hebraicas internacionais deram sinal de alarme e procuram deter o avanço da Aurora Dourada.
A agência judaica fala de uma campanha para educar os gregos sobre os perigos de permitir crescer um movimento como a Aurora Dourada. “Definitivamente, creio que una ferramenta muito básica para a promoção da igualdade social e a luta contra o aumento de extremistas como eles, é educar os estudantes”, disse Battinou Zanet, director do Museu Judaico da Grécia.
As organizações citadas querem que os gregos saibam que “80% dos judeus gregos foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial”. O primeiro passo foi o envio de 24 professores gregos para a Escola Internacional para Estudos do Holocausto em Jerusalém, em colaboração com a embaixada israelita em Atenas.
“Sem dúvida é uma arma muito forte contra a desinformação, a intolerância e os preconceitos”, disse Battinou. “Mas a vantagem maior é, e deve ser, ensinar os jovens a pensar por si próprios”, acrescentou.
“O terror e o desespero dos inimigos da Aurora Dourada não tem limites!”, declara, por seu lado, o agrupamento patriótico num comunicado. "Desta vez, a comunidade judaica da Grécia expressou a sua raiva pelos nossos avanços e realizam inúteis esforços mediáticos para denegrir-nos".
Ainda que a Aurora Dourada não tenha empreendido acção alguma contra os judeus gregos, e sim contra os políticos corruptos, os imigrantes ilegais e os comunistas, a comunidade judaica vê o grupo de Nikos Nichaloliakos como um partido anti-semita. Ou seja, nega à Aurora Dourada a defesa das mesmas coisas que Israel oficializou contra a imigração no seu território.
Entre as razões esgrimidas pelos judeus encontra-se uma polémica entrevista feita ao líder da Aurora Dourada, Nikolaos Michaloliakos, onde questiona os dados oficiais do holocausto, assim como outras declarações suas em que disse que Israel é um “Estado terrorista sionista”. Também mencionam que os membros da AD efectuam a saudação romana. Sobre o facto dos comunistas gregos efectuarem a saudação estalinista, que simboliza a morte de quase 100 milhões de pessoas no século XX, nem meia palavra.
Outra razão defendida é a leitura recente no Parlamento heleno de uma passagem dos ‘Protocolos dos sábios do Sião’ por parte de Ilias Kasidiaris, porta-voz do partido.
“Há que reagir a tudo o que fazem contra os judeus”, declara David Saltiel, presidente da Junta Central das Comunidades Judaicas da Grécia. “Protestamos, lutamos em todos os casos onde há manifestações de anti-semitismo e não nos deixaremos cair. Tomamos todas as medidas possíveis dentro do espírito da democracia”. E pelos vistos, deu frutos.
Em Outubro, o Parlamento votou a favor de eliminar a imunidade parlamentária de 4 deputados da Aurora Dourada, 3 por serem acusados de atacar imigrantes e um por violência física.
Além disso, o ministro da Ordem Pública Nikos Dendias anunciou a criação de uma unidade especial da polícia para fazer frente à violência racista, especificamente criada para vigilar o movimento nacionalista.
Não são apenas os judeus na Grécia que empreendem acções em resposta ao crescente apoio popular ao movimento nacionalista. Também a Conferência sobre Reclamações Materiais Judaicas contra a Alemanha começou a financiar o museu judaico grego e as suas exposições contra o anti-semitismo.
E desde que o movimento nacionalista entrou no parlamento, organizações como o Parlamento Judeu Europeu e a Liga Anti-Difamação exigiram a sua ilegalização às autoridades.
“O Povo grego verá a verdade”, diz a Aurora Dourada no mesmo comunicado. “A propaganda que difundem já não engana ninguém e o que fazem é silenciar a voz de centenas de milhar de gregos que querem que as coisas comecem a mudar”, acrescenta.
FONTE
propaganda e mais propaganda, lavagem cerebral e mais lavagem cerebral. é os miúdos que têem que ser "educados" (isto é, lavados cerebralmente e formatados), é a imposição do holoconto como religião oficial, é 80% dos judeus gregos mortos na II GM, é os membros da AD que não podem fazer a saudação romana apesar de estarem no seu país e os judeus não, é a ida de 24 professores gregos a israel aprender como se formatam míudos e como se ensina o holoconto com a colaboração da embaixada israelita em Atenas, é os membros da AD que não podem citar os Protocolos dos sábios do Sião, é as exigências de ilegalização da AD, enfim, o descaramento desta "gente" não tem qualquer limite.
o que tem mais graça nesta notícia toda é quando o tal Battinou Zanet, director do museu judaico grego, diz que se vai "ensinar os jovens a pensar por si próprios". não há mesmo limites para o descaramento totalitário desta gentalha. haverá alguma diferença entre judeus israelitas e os outros? pelos vistos, não...
há uns meses, a Aurora Dourada obteve 6,9% dos votos nas eleições parlamentares e agora, a sua popularidade está a crescer rapidamente: um inquérito realizado em Outubro mostrou que se houvessem hoje novas eleições, o movimento grego obteria 14% dos votos, o que o tornaria na terceira força política do país.
Outro inquérito mostrou que 22% dos gregos têem uma opinião positiva da Aurora Dourada, contra os 12% de Maio. Este aumento repentino e significativo da Aurora Dourada causou mais uma enorme polémica na Grécia, concretamente na comunidade judaica mundial, diz o Jewish Telegraphic Agency.
O diário apontou que não são apenas os mais de 5.000 judeus da Grécia que estão em alerta, mas também várias organizações hebraicas internacionais deram sinal de alarme e procuram deter o avanço da Aurora Dourada.
A agência judaica fala de uma campanha para educar os gregos sobre os perigos de permitir crescer um movimento como a Aurora Dourada. “Definitivamente, creio que una ferramenta muito básica para a promoção da igualdade social e a luta contra o aumento de extremistas como eles, é educar os estudantes”, disse Battinou Zanet, director do Museu Judaico da Grécia.
As organizações citadas querem que os gregos saibam que “80% dos judeus gregos foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial”. O primeiro passo foi o envio de 24 professores gregos para a Escola Internacional para Estudos do Holocausto em Jerusalém, em colaboração com a embaixada israelita em Atenas.
“Sem dúvida é uma arma muito forte contra a desinformação, a intolerância e os preconceitos”, disse Battinou. “Mas a vantagem maior é, e deve ser, ensinar os jovens a pensar por si próprios”, acrescentou.
“O terror e o desespero dos inimigos da Aurora Dourada não tem limites!”, declara, por seu lado, o agrupamento patriótico num comunicado. "Desta vez, a comunidade judaica da Grécia expressou a sua raiva pelos nossos avanços e realizam inúteis esforços mediáticos para denegrir-nos".
Ainda que a Aurora Dourada não tenha empreendido acção alguma contra os judeus gregos, e sim contra os políticos corruptos, os imigrantes ilegais e os comunistas, a comunidade judaica vê o grupo de Nikos Nichaloliakos como um partido anti-semita. Ou seja, nega à Aurora Dourada a defesa das mesmas coisas que Israel oficializou contra a imigração no seu território.
Entre as razões esgrimidas pelos judeus encontra-se uma polémica entrevista feita ao líder da Aurora Dourada, Nikolaos Michaloliakos, onde questiona os dados oficiais do holocausto, assim como outras declarações suas em que disse que Israel é um “Estado terrorista sionista”. Também mencionam que os membros da AD efectuam a saudação romana. Sobre o facto dos comunistas gregos efectuarem a saudação estalinista, que simboliza a morte de quase 100 milhões de pessoas no século XX, nem meia palavra.
Outra razão defendida é a leitura recente no Parlamento heleno de uma passagem dos ‘Protocolos dos sábios do Sião’ por parte de Ilias Kasidiaris, porta-voz do partido.
“Há que reagir a tudo o que fazem contra os judeus”, declara David Saltiel, presidente da Junta Central das Comunidades Judaicas da Grécia. “Protestamos, lutamos em todos os casos onde há manifestações de anti-semitismo e não nos deixaremos cair. Tomamos todas as medidas possíveis dentro do espírito da democracia”. E pelos vistos, deu frutos.
Em Outubro, o Parlamento votou a favor de eliminar a imunidade parlamentária de 4 deputados da Aurora Dourada, 3 por serem acusados de atacar imigrantes e um por violência física.
Além disso, o ministro da Ordem Pública Nikos Dendias anunciou a criação de uma unidade especial da polícia para fazer frente à violência racista, especificamente criada para vigilar o movimento nacionalista.
Não são apenas os judeus na Grécia que empreendem acções em resposta ao crescente apoio popular ao movimento nacionalista. Também a Conferência sobre Reclamações Materiais Judaicas contra a Alemanha começou a financiar o museu judaico grego e as suas exposições contra o anti-semitismo.
E desde que o movimento nacionalista entrou no parlamento, organizações como o Parlamento Judeu Europeu e a Liga Anti-Difamação exigiram a sua ilegalização às autoridades.
“O Povo grego verá a verdade”, diz a Aurora Dourada no mesmo comunicado. “A propaganda que difundem já não engana ninguém e o que fazem é silenciar a voz de centenas de milhar de gregos que querem que as coisas comecem a mudar”, acrescenta.
FONTE
propaganda e mais propaganda, lavagem cerebral e mais lavagem cerebral. é os miúdos que têem que ser "educados" (isto é, lavados cerebralmente e formatados), é a imposição do holoconto como religião oficial, é 80% dos judeus gregos mortos na II GM, é os membros da AD que não podem fazer a saudação romana apesar de estarem no seu país e os judeus não, é a ida de 24 professores gregos a israel aprender como se formatam míudos e como se ensina o holoconto com a colaboração da embaixada israelita em Atenas, é os membros da AD que não podem citar os Protocolos dos sábios do Sião, é as exigências de ilegalização da AD, enfim, o descaramento desta "gente" não tem qualquer limite.
o que tem mais graça nesta notícia toda é quando o tal Battinou Zanet, director do museu judaico grego, diz que se vai "ensinar os jovens a pensar por si próprios". não há mesmo limites para o descaramento totalitário desta gentalha. haverá alguma diferença entre judeus israelitas e os outros? pelos vistos, não...
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
a verdade sobre o «camarada» Putin
o agente da FSB, ex-KGB (e da globalização) disse que:
«é preciso reconhecer que o colapso da União Soviética foi a maior catástrofe geopolítica do século»
e perante notícias como esta ou esta e ainda esta (ler segundo ponto) e mais esta (“...essas tentativas são acompanhadas de afirmações completamente falsas sobre o direitos dos russos à autodeterminação, sobre a “pureza da raça russa”, bem como sobre a necessidade de destruir completamente o império que é suportado pelo povo russo”), depois não admira que os nacionalistas russos reajam desta maneira:
Rússia: Manifestações dos nacionalistas radicais contra Putin
"Moscovo foi este domingo palco de uma manifestação de nacionalistas radicais que exigiram o fim da era Putin no meio de um coro de protestos xenófobos.
Empunhando ícones da igreja ortodoxa, cerca de 6000 militantes da extrema-direita, segundo a polícia (20 mil, segundo os organizadores) marcharam pelas ruas de subúrbios operários da capital sob o mote “a Rússia para os Russos”, no dia em que se celebra a unidade do país e se comemoram os 400 anos da libertação de Moscovo do exército polaco.
A polícia instalou um forte dispositivo de segurança e não há notícia de incidentes durante as manifestações da extrema-direita que também saiu à rua em São Petersburgo e noutras cidades da Rússia."
ora, a verdade é que o cripto-judeu Radoshkovich nunca foi nacionalista, mas sim agente da globalização e internacionalista imperialista assimilacionista, apostado na ressurreição da nojenta e aberrante URSS.
portanto, Putin é anti-russo, anti-eslavo e não defende os interesses legítimos dos verdadeiros russos.
«é preciso reconhecer que o colapso da União Soviética foi a maior catástrofe geopolítica do século»
e perante notícias como esta ou esta e ainda esta (ler segundo ponto) e mais esta (“...essas tentativas são acompanhadas de afirmações completamente falsas sobre o direitos dos russos à autodeterminação, sobre a “pureza da raça russa”, bem como sobre a necessidade de destruir completamente o império que é suportado pelo povo russo”), depois não admira que os nacionalistas russos reajam desta maneira:
"Moscovo foi este domingo palco de uma manifestação de nacionalistas radicais que exigiram o fim da era Putin no meio de um coro de protestos xenófobos.
Empunhando ícones da igreja ortodoxa, cerca de 6000 militantes da extrema-direita, segundo a polícia (20 mil, segundo os organizadores) marcharam pelas ruas de subúrbios operários da capital sob o mote “a Rússia para os Russos”, no dia em que se celebra a unidade do país e se comemoram os 400 anos da libertação de Moscovo do exército polaco.
Puderam ver-se no protesto dos ultranacionalistas xenófobos cartazes a perguntar se “Putin é melhor que Hitler?”
A polícia instalou um forte dispositivo de segurança e não há notícia de incidentes durante as manifestações da extrema-direita que também saiu à rua em São Petersburgo e noutras cidades da Rússia."
ora, a verdade é que o cripto-judeu Radoshkovich nunca foi nacionalista, mas sim agente da globalização e internacionalista imperialista assimilacionista, apostado na ressurreição da nojenta e aberrante URSS.
portanto, Putin é anti-russo, anti-eslavo e não defende os interesses legítimos dos verdadeiros russos.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
israel insiste na lavagem cerebral
Embaixador de Israel insiste na necessidade do ensino do Holocausto em Portugal

O embaixador de Israel em Lisboa, Ehud Gol, insistiu hoje na necessidade do ensino do Holocausto em Portugal, adiantando que o Museu do Holocausto em Jerusalém pode ajudar na formação de professores portugueses.
Num debate na conferência 'Portugal e o Holocausto – Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro', a decorrer em Lisboa, Ehud Gol considerou que «o ensino do Holocausto devia ser do interesse de Portugal» e referiu um acordo com Israel para formação de professores portugueses pelo Yad Vashem.
O diplomata assinalou que Portugal decretou luto oficial pela morte de Hitler e que existem «apenas dois portugueses» entre os premiados pelo Yad Vashem com o título de «Justos entre as nações» (não judeus que durante a II Guerra Mundial salvaram a vida de judeus perseguidos pelo regime nazi), para defender que o país necessita de conhecer melhor a sua história naquele período.
Ao lado dos embaixadores alemão e austríaco em Lisboa, Ehud Gold recordou o seu primeiro encontro em criança, nos primeiros anos do Estado de Israel, com sobreviventes do ‘Shoah’ e a emoção que sentiu com o julgamento em Israel em 1961 de Adolf Eichmann, grande responsável pela logística de extermínio durante o Holocausto.
Os três embaixadores participaram no debate sobre "Ensino do Holocausto: Experiência Local", moderado pelo embaixador dos Estados Unidos em Portugal, Allan Katz.
Helmut Elfenkamper, embaixador alemão em Portugal, declarou que o Holocausto «continua muito presente» na Alemanha, adiantando que «a memória não esmoreceu» sobre o que classificou de «crime único contra a humanidade» que constituiu uma marca na identidade alemã.
O diplomata considerou existir actualmente na sociedade alemã um «sólido consenso» de que o Holocausto «é definidor de como os alemães se vêem e vêem o mundo».
A tarefa hoje é continuar a ensinar as novas gerações, disse o embaixador, depois de referir que o Holocausto faz parte dos ‘curricula’ alemães desde o início dos anos 90 e que é abordado em várias disciplinas.
Bernhard Wrabetz, embaixador austríaco em Portugal, disse que o modo como a Áustria se foi relacionando com o seu passado foi um «processo longo e difícil».
Tal como na vizinha Alemanha, o ensino do Holocausto ao nível dos programas escolares e da formação de professores emergiu nos anos 1990 e, nos últimos anos, tem aumentado a investigação sobre aquele período da história da Áustria, adiantou.
A propósito, referiu que uma investigadora austríaca inicia no próximo ano um trabalho sobre os refugiados austríacos que terão fugido para Portugal durante o Holocausto.
A existência de cada vez menos sobreviventes do Holocausto para contar a sua experiência e ensinar a quarta geração pós-guerra foi apontada como um desafio actual pelo diplomata austríaco.
«Mudámos e estamos a mudar a nossa memória colectiva», declarou Bernhard Wrabetz, adiantando acreditar que os austríacos «registam progressos» no sentido de fazerem o que não fizeram «durante anos: honrar as vítimas do Holocausto».
Organizada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Embaixada dos Estados Unidos da América, a conferência “Portugal e o Holocausto”, que reuniu investigadores de todo o mundo, iniciou-se na segunda-feira e termina hoje.
FONTE
porque é que o ensino do pseudo-holocausto devia ser do "interesse de Portugal"? porque é que esta gentalha insiste em impingir dogmas completamente alheios às populações ocidentais, quase como se fossem religião? porque não vai impingir o dogma do holocausto lá no país dele e deixa a Europa em paz?
se o holocausto é assim tão "verdadeiro" e "sagrado", então porque é que não se impõe naturalmente e só se impõe e afirma mediante a imposição e a lavagem cerebral? este Ehud Gol pensará que manda em Portugal e na Europa?
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