segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Portugal e a perda de Badajoz
Em cada Estado ibérico, as terras a Sul das respectivas fronteiras consideravam-se área de conquista sua. Os pormenores fronteiriços seguiam o quadro administrativo muçulmano do tempo que, como vimos, remontava quase sempre ao período romano. Portugueses, leoneses, castelhanos e aragoneses aceitavam em geral esse acordo básico que parecia lógico e impedia concorrências excessivas. Cláusulas mais precisas eram algumas vezes estabelecidas por escrito ou aceites oralmente mas havia casos em que cada parte violava as regras e se lançava à conquista na área do vizinho. Levaria tempo a dar a narrativa completa de tais eventos respeitantes a Portugal e a Leão. O que importa acentuar é que nunca duravam muito e que os altos e baixos das guerras obrigavam sempre um soberano mais ousado ou mais ambicioso a ter de abandonar esses ganhos ilegítimos. O ataque português a Badajoz e a sua perda servem como bom exemplo.
FONTE: A. H. Oliveira Marques, História de Portugal
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Guterres e os refugiados líbios
António Guterres diz que Europa deve dar prioridade ao sofrimento dos líbios
O receio de que refugiados líbios procurem a Europa não se pode sobrepor às mortes e ao sofrimento dos líbios, segundo palavras de António Guterres. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados defende que se houver um êxodo líbio, a Europa deverá abrir as suas portas. Pormenores contados pelo correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luis Ochoa.
FONTE
O receio de que refugiados líbios procurem a Europa não se pode sobrepor às mortes e ao sofrimento dos líbios, segundo palavras de António Guterres. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados defende que se houver um êxodo líbio, a Europa deverá abrir as suas portas. Pormenores contados pelo correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luis Ochoa.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
até o conselho europeu reconhece
Council of Europe warns on multiculturalism
The Council of Europe, guardian of the European convention on human rights, backs the growing number of heads of state denouncing multiculturalism as a failure, warning that it poses a threat to security
FONTE
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
espectro político

ora bem, analisando o espectro político europeu, podem-se tirar várias conclusões da análise. uma delas é que existem várias «esquerdas» e várias «direitas», existe por exemplo, uma esquerda liberal e uma esquerda autoritária, tal como uma direita liberal e uma direita autoritária. a esquerda liberal ou libertária, (vulgo anarquismo) distingue-se da autoritária populista (vulgo comunismo), embora partilhem coisas em comum.
da mesma forma, a direita liberal (vulgo neo-liberalismo...«neo» porque o liberalismo original é de esquerda ou centro-esquerda e não-económico) é diferente da direita autoritária (vulgo fascismo, ou outras "alas" tais como integralismo, sidonismo, miguelismo, absolutismo, etc).
outro ponto é verificarmos que a social-democracia tal como o socialismo democrático (PSD e PS em Portugal respectivamente) são centro-esquerda no espectro político Europeu, embora o PSD seja estranhamente considerado "direita" cá no burgo, apenas porque namora actualmente com políticas liberais e capitalistas, ainda que a social-democracia original, fosse uma tentativa de transição pacífica para um esquerdismo democrático (diferente do marxismo)
quanto à democracia-cristã, inspiradora do CDS, situa-se precisamente no centro, embora seja ela, tal como o próprio CDS, muitas vezes considerado como "direita" e, por vezes, até "direita radical".
isto é importante, para se ter uma ideia onde se situam realmente as forças políticas e os partidos adversos à corrente identitária, que não estão onde a comunicação social ou os media (e os esquerdistas) dizem que estão. os partidos de centro ou centro-esquerda, parecem opôr-se à esquerda radical...mas na realidade a oposição é só superficial e naquilo que é secundário, a economia (mesmo que seja quase a única coisa discutida na AR, nos debates da TV e afins)...porque na essência, na concepção da vida extra-económica, são mais parecidos do que se julga. são partidos "puxados" e "deslocados" pelo centro de gravidade esquerdista e giram à volta da esquerda radical, quase como satélites, concordando pela metade, e permitindo-se «discordar» aqui e ali, em aspectos menores, mas partilhando a essência politicamente correcta.não sei se no espectro político, o Nacionalismo é ou não (erroneamente) simplificado como "Fascismo" e colocado no mesmo saco. se o é, é erradamente. o Nacionalismo não é só Fascismo, não apenas pelas razões já abordadas em tópicos anteriores, como também porque a essência do Nacionalismo não é oligárquica como a do Fascismo, e nem forçosamente rígida e autoritária, entre outras coisas.
e, sobretudo, porque não esconde uma essência politicamente correcta por baixo da ponta do icebergue como o Fascismo faz.
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«multiculturalismo falhou» diz «CDS» holandês
Maxime Verhagen
FONTE
só agora reconhecem? antes tarde que nunca, já não era sem tempo.
pena que esse reconhecimento não implique medidas e tomadas de posição em conformidade e, provavelmente, sirva apenas para «enganar» alguns incautos e travar o crescimento do nacionalismo tal como já fizeram Merkel, Sarkozy e Cameron de «centro-direita» nos respectivos países.
um site lusitano de comédia
http://alusadac.do.sapo.pt/morteaonazi.html
é de rir até mais não com a «esquerdalha» lusitana «anti-nazi». ler e chorar por mais...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
índice cefálico no Mundo
FONTE:
Die geografische Variabilität des Lengenbreitenindex des Kopfes (Kopfindex)
Egon Freiherr von Eickstedt (antropólogo alemão)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
estatística do domínio judaico na URSS
“Haviam 384 comissários, incluindo 2 negros, 13 russos, 15 chineses, 22 armênios, E MAIS DE 300 JUDEUS. Do último número, 264 saíram dos Estados Unidos e foram para a Rússia desde a queda do governo imperial”.
Capt. Montgomery Schuyler, Vladivostok, 09/06/1919
observação: os judeus não constituiam mais de 1,5% da população da antiga URSS
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
parlamento quer fim da «raça» e «sexo»
Esquerda quer “género” em vez de “sexo” e “etnia” em vez de “raça” na Constituição
A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.
PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”.
A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.
O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.
No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.
“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.
A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.
O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.
O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.
Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.
“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.
Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.
Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.
Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.
confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências. o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo.
"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos.
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.
no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.
A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.
PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”. A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.
O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.
No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.
“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.
A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.
O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.
O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.
Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.
“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.
Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.
Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.
Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.
confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências. o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo.
"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos.
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.
no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.
isto não vai ficar esquecido. quando nos vierem atirar à cara que o "nazismo" ou o "racismo" são totalitários, essa gente vai levar de volta com isto, para que as pessoas saibam quem são verdadeiramente os totalitários, como são e como operam. quem é que anda a alterar arbitrariamente (e ideologicamente), a seu bel-prazer, palavras e termos que sempre existiram, para os proibir. um dia mais tarde, no futuro, saber-se-á quem são, de facto, os totalitários.....e sobretudo, as aberrações da sociedade.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
igreja sempre pelos imigrantes
Imigração: Igreja Católica pede ao Governo para não recuar no Plano de Integração
A Igreja Católica pediu hoje ao Governo para não recuar no II Plano de Integração de Imigrantes e reclamou uma “atenção permanente” aos problemas dos estrangeiros que vivem em Portugal.
“Importa não recuar na aposta interministerial do Plano de Integração de Imigrantes em curso, na atenção permanente a novos problemas entre a população imigrante, como idosos indocumentados e abandonados e a promoção da diversidade e da interculturalidade”, lê-se nas conclusões do XI Encontro de Formação de Agentes Sócio Pastorais das Migrações, que hoje terminou em Fátima.
O documento, que considera “exemplar” para outros países da União Europeia a política nacional de acolhimento e integração de imigrantes, sublinha, contudo, que a chegada das primeiras vagas de imigrantes a Portugal “nem sempre encontrou projectos de acolhimento e integração estáveis e adequados às suas características”.
O texto final do encontro, que discutiu “a primeira década de uma nova era nas migrações”, alerta ainda que “os imigrantes também são vítimas da crise económica e social”, que os coloca “em situação de maior vulnerabilidade” e expostos “a tensões sociais nos países de acolhimento pela crescente procura de todos os postos de trabalho”.
Prometendo dar “particular atenção aos imigrantes destituídos de direitos” e procurar “garantir protecção social para todos, sobretudo os que, por causa da perda do emprego, vêem a sua situação de regularidade ameaçada”, os participantes comprometem-se ainda a promover a interculturalidade, cumprindo o desafio “primeiro” do acolhimento: “Conhecer o outro sem generalizar conceitos ou preconceitos”.
O documento adverte igualmente que “os fluxos migratórios não são suficientes para resolver o problema português do rejuvenescimento da população e das lacunas no mercado de trabalho”.
Embora reconhecendo que os imigrantes assumem “um importante papel de ajustamento demográfico”, as conclusões deste encontro sublinham que o equilíbrio demográfico deve resultar de “políticas públicas e privadas de protecção à família e incentivo à natalidade, a acontecer num quadro de transformação de valores colectivos e comportamentos pessoais”.
O encontro, que reuniu cerca de uma centena de pessoas, foi uma organização da Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa e Obra Católica Portuguesa de Migrações.
FONTE
a igreja, portanto, igual a si mesma. os mesmos argumentos, de que os imigrantes "resolvem" o problema de rejuvenescimento da população, de que são precisos, de que também sofrem com a crise (os imigrantes primeiro que os nacionais), a multiculturalidade é precisa, etc, etc
é, portanto, disco velho já gasto, mas ainda assim, torna-se necessário "avivar" a memória ou chamar a atenção a alguns distraidos.
A Igreja Católica pediu hoje ao Governo para não recuar no II Plano de Integração de Imigrantes e reclamou uma “atenção permanente” aos problemas dos estrangeiros que vivem em Portugal.
“Importa não recuar na aposta interministerial do Plano de Integração de Imigrantes em curso, na atenção permanente a novos problemas entre a população imigrante, como idosos indocumentados e abandonados e a promoção da diversidade e da interculturalidade”, lê-se nas conclusões do XI Encontro de Formação de Agentes Sócio Pastorais das Migrações, que hoje terminou em Fátima.
O documento, que considera “exemplar” para outros países da União Europeia a política nacional de acolhimento e integração de imigrantes, sublinha, contudo, que a chegada das primeiras vagas de imigrantes a Portugal “nem sempre encontrou projectos de acolhimento e integração estáveis e adequados às suas características”.
O texto final do encontro, que discutiu “a primeira década de uma nova era nas migrações”, alerta ainda que “os imigrantes também são vítimas da crise económica e social”, que os coloca “em situação de maior vulnerabilidade” e expostos “a tensões sociais nos países de acolhimento pela crescente procura de todos os postos de trabalho”.
Prometendo dar “particular atenção aos imigrantes destituídos de direitos” e procurar “garantir protecção social para todos, sobretudo os que, por causa da perda do emprego, vêem a sua situação de regularidade ameaçada”, os participantes comprometem-se ainda a promover a interculturalidade, cumprindo o desafio “primeiro” do acolhimento: “Conhecer o outro sem generalizar conceitos ou preconceitos”.
O documento adverte igualmente que “os fluxos migratórios não são suficientes para resolver o problema português do rejuvenescimento da população e das lacunas no mercado de trabalho”.
Embora reconhecendo que os imigrantes assumem “um importante papel de ajustamento demográfico”, as conclusões deste encontro sublinham que o equilíbrio demográfico deve resultar de “políticas públicas e privadas de protecção à família e incentivo à natalidade, a acontecer num quadro de transformação de valores colectivos e comportamentos pessoais”.
O encontro, que reuniu cerca de uma centena de pessoas, foi uma organização da Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa e Obra Católica Portuguesa de Migrações.
FONTE
a igreja, portanto, igual a si mesma. os mesmos argumentos, de que os imigrantes "resolvem" o problema de rejuvenescimento da população, de que são precisos, de que também sofrem com a crise (os imigrantes primeiro que os nacionais), a multiculturalidade é precisa, etc, etc
é, portanto, disco velho já gasto, mas ainda assim, torna-se necessário "avivar" a memória ou chamar a atenção a alguns distraidos.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
a verdade nua e crua sobre o marxismo sionista
Marxist jews, butchers from hell
"Judeus" por trás do Comunismo Soviético
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
1º candidato a belém defende multiculturalismo
Cavaco Silva defende liberdade religiosaO Presidente da República e candidato presidencial, Cavaco Silva, defendeu esta quarta-feira a liberdade religiosa, num discurso em que citou o Talmude, o Alcorão e Gandhi, e considerou que o diálogo entre religiões é necessário à Europa.
Na sua qualidade de candidato às Presidenciais de 23 de Janeiro de 2011, Cavaco Silva almoçou com representantes de várias comunidades religiosas, num restaurante de Lisboa.
"Sou cristão, como sabeis. Entendo que todas as religiões do bem nos aproximam de Deus. Acredito firmemente que todas elas fazem parte do plano de Deus para abrir as portas a uma nova era de esperança. Sinto-me, por isso, em casa quando me encontro com os crentes das religiões do bem", declarou, no início da sua intervenção.
Em seguida, Cavaco Silva considerou que os portugueses são "herdeiros de um património histórico no qual a fé iluminou o modo de ser e de estar" e abriram "o mundo ao diálogo universal", tornando-se "um povo vocacionado para o reconhecimento do valor da pluralidade religiosa".
"Entre nós, os crentes das mais diversas religiões vivem a sua fé em liberdade. Por isso, exultamos quando os líderes das diferentes religiões empreendem um diálogo aberto e prometedor - um diálogo necessário à própria Europa", completou.
Cavaco Silva defendeu que "cada ser humano possui o direito inviolável de praticar a religião que entender ou de não praticar nenhuma religião" e que "o exemplo de diálogo e de respeito dado pelas religiões do bem deve ser entendido pelos estados".
"Os poderes públicos que ofenderam a liberdade combatendo e até proibindo a religião não conseguiram abalar a fé dos homens, mas conseguiram algo muito negativo: empobrecer espiritual, moral e socialmente as suas comunidades", criticou.
Segundo o candidato Presidencial apoiado pelo PSD, CDS-PP e MEP, "a religião responde às aspirações mais profundas do homem" e "as religiões do bem apresentam uma virtude preciosa nos tempos atribulados que vivemos: são também religiões de esperança".
"Nestes tempos, deve ser dada a palavra aos portadores de uma mensagem de esperança, deve ser dada a palavra àqueles que se preocupam com o outro e que para ele estão disponíveis", disse.
No seu entender, "todas as religiões do bem têm desde sempre procurado responder à pergunta fundamental que interpela o homem: que fizeste do teu irmão?" e Portugal precisa que "os crentes das religiões da esperança dêem testemunho das suas razões para esperar um mundo melhor".
Antes, discursou o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Vakil, que apontou Cavaco Silva como um garante de que em Portugal continuará a existir "um ambiente de liberdade, de respeito mútuo" entre religiões, numa época em que a "islamofobia" cresce, "infelizmente, em vários países da Europa".
"Tranquiliza-me na pessoa do candidato Cavaco Silva a sua reconhecida competência, as suas excepcionais capacidades de liderança e a determinação que transparece em restaurar a confiança e a credibilidade em Portugal e, muito especialmente, a necessária autoestima dos portugueses", afirmou o antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN).
FONTE
como sempre, a cristandade submissa baixa as calças a islâmicos, judeus e sabe-se lá que mais...
mas mais grave do que isso, é encontrar-se com representantes dessas seitas - como se não bastasse o próprio cristianismo - em solo português. se ele quer "diálogo" que vá "dialogar" sozinho para o Médio Oriente. aliás, não foi este senhor aqui que disse que se sentia em casa na Turquia????
enfim, depois, lamentar o crescimento da "islamofobia" em vários países europeus (ao mesmo tempo ignorando todos os maleficios, abusos e crimes dessa seita em solo estrangeiro) vai bem na linha dos valores cristãos de submissão e rendição, dos quais este Cavaco é fiel acólito.
é "isto" que vai ser reeleito para o cargo de presidente da Républica mais cinco anos???
pensem bem, senhores, antes de votar em qualquer um. ou votar no(s) partido(s) que o apoiam.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
camões ignorava que era um galego

o poeta camões ignorava que era filho de galegos , logo um galego, nascesse onde nascesse, fosse em Coimbra, Lisboa ou Alcaber-Quibir.
"A Casa ancestral dos Camões tinha as suas origens na Galiza, não longe do Cabo Finisterra. Por via paterna, Luís de Camões seria descendente de Vasco Pires de Camões, trovador galego, guerreiro e fidalgo, que se mudou para Portugal em 1370..."
porque só essa ignorância explica isto:
"Ó sórdidos Galegos, duro bando,
Que para resistirdes vos armastes,
Aqueles, cujos golpes já provasses."
Os Lusíadas, canto IV; estrofe 10
nota: Camões não faz distinção entre Lusos e Lusitanos, são o mesmo. aliás, atribui a fundação da Lusitânia à personagem mitológica de Luso.
"Este que vês é Luso, donde a fama
O nosso Reino Lusitânia chama."
Os Lusiadas, canto VIII; estrofe 2
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
o polvo
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
conservadorismo
quantas vezes muitos de nós, não ouvimos já o argumento de que todos os "extremos" são maus, seja de "direita" ou seja de "esquerda" e que a virtude está no pensamento politico moderado e supostamente "conservador" ou de centro???
decerto muitas vezes já ouvimos estes argumentos, mas que na realidade não passam de falácias e retórica vazia, sem profundidade.
será que o termo "conservador" significa aquilo que essas pessoas querem que signifique?
conservador é quem conserva. a conservação implica tudo. implica conservar as tradições, a terra, a cultura, a história, o sangue. quem quer conservar isto tudo, é que é conservador.
haverá, então, alguma coisa mais conservadora do que a politica nacionalista ou nacional-socialista?
um exemplo, quantos de nós não ouvimos já pessoas horrorizadas com o simbolo da suástica, classificando-a de "extremista", "radical", "ofensiva", tentando demonizar e diabolizar esse simbolo, através da estigmatização da imagem, como também fazem com palavras ou sons (rrracista, fasccista, naziii) criando um reflexo negativo imediato na mente de todos quanto ouvem esses sons ou observam esses simbolos.
é ponto assente. a suástica é "radical", "extremista" e nada conservadora.
será mesmo assim??
quem conhece mesmo os factos, e não é ignorante, então sabe que não existe coisa mais conservadora neste mundo do que uma bela suástica, um simbolo milenar usado pelos nossos antepassados indo-europeus.
haverá, afinal, coisa mais conservadora do que a recuperação, conservação e eternização de um belo simbolo ancestral milenar e tradicional. a suástica é o simbolo do verdadeiro conservadorismo: sangue, terra, cultura, tradição, familia!
ainda por cima, a suástica de 3 braços (trisquel) representa o equilibrio entre mente, corpo e espirito...
os "moderados" (ou os esquerdas) nunca se preocuparam em conservar tradições, nunca se preocuparam com a divulgação histórica, com a preservação étnica, cultural, etc, etc
tudo o que uns e outros buscam é a pura alienação, com vista a estabelecer a sua sociedade de dialéctica puramente materialista e voraz dividida em dois tentáculos: esquerda e direita!
só isto conta para eles, só esta "luta" conta, tudo o resto é como se não existisse e é para abater/alienar, pois é um grande estorvo nesta dialéctica.
por isso tanto medo e tanto ódio dos supostos "extremistas". penso que quem não tivesse medo, não se preocuparia tanto em taxar algo de "extremista".
eis aqui um exemplo de "conservadorismo" dos "moderados" em Portugal.
outro exemplo será o governo e a sua aceitação do acordo ortográfico...ou os casamentos gay, etc
posto isto, quem são, afinal, os verdadeiros conservadores???
decerto muitas vezes já ouvimos estes argumentos, mas que na realidade não passam de falácias e retórica vazia, sem profundidade.
será que o termo "conservador" significa aquilo que essas pessoas querem que signifique?
conservador é quem conserva. a conservação implica tudo. implica conservar as tradições, a terra, a cultura, a história, o sangue. quem quer conservar isto tudo, é que é conservador.
haverá, então, alguma coisa mais conservadora do que a politica nacionalista ou nacional-socialista?um exemplo, quantos de nós não ouvimos já pessoas horrorizadas com o simbolo da suástica, classificando-a de "extremista", "radical", "ofensiva", tentando demonizar e diabolizar esse simbolo, através da estigmatização da imagem, como também fazem com palavras ou sons (rrracista, fasccista, naziii) criando um reflexo negativo imediato na mente de todos quanto ouvem esses sons ou observam esses simbolos.
é ponto assente. a suástica é "radical", "extremista" e nada conservadora.
será mesmo assim??
quem conhece mesmo os factos, e não é ignorante, então sabe que não existe coisa mais conservadora neste mundo do que uma bela suástica, um simbolo milenar usado pelos nossos antepassados indo-europeus.
haverá, afinal, coisa mais conservadora do que a recuperação, conservação e eternização de um belo simbolo ancestral milenar e tradicional. a suástica é o simbolo do verdadeiro conservadorismo: sangue, terra, cultura, tradição, familia!
ainda por cima, a suástica de 3 braços (trisquel) representa o equilibrio entre mente, corpo e espirito...
os "moderados" (ou os esquerdas) nunca se preocuparam em conservar tradições, nunca se preocuparam com a divulgação histórica, com a preservação étnica, cultural, etc, etc
tudo o que uns e outros buscam é a pura alienação, com vista a estabelecer a sua sociedade de dialéctica puramente materialista e voraz dividida em dois tentáculos: esquerda e direita!
só isto conta para eles, só esta "luta" conta, tudo o resto é como se não existisse e é para abater/alienar, pois é um grande estorvo nesta dialéctica.
por isso tanto medo e tanto ódio dos supostos "extremistas". penso que quem não tivesse medo, não se preocuparia tanto em taxar algo de "extremista".
eis aqui um exemplo de "conservadorismo" dos "moderados" em Portugal.
outro exemplo será o governo e a sua aceitação do acordo ortográfico...ou os casamentos gay, etc
posto isto, quem são, afinal, os verdadeiros conservadores???
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
salazarismo não é nacionalismo...
salazarismo é, sempre foi e será salazarismo, apenas e só salarazismo. poderá, eventualmente, tentar "colar-se" a essa história dos nacionalismos, das identidades ou até das "raças" e "etnias", mas não tem absolutamente nada a ver com essas coisas. até se opõe claramente a elas. tem mais a ver com a igreja católica ou com o judaismo do que com os nacionalismos e nacional-socialismos.
poderá eventualmente dizer que tem simbolos ou gestos parecidos, mas não passa disso mesmo.
já que se fala muito nas supostas ligações do "fascismo" (em particular o português
e ibérico) com o nacional-socialismo, nunca é demais lembrar a neutralidade da Ibéria no conflito da II Guerra. no caso português, não só manteve a neutralidade e a velha aliança com a Inglaterra, como cedeu a base das lajes nos Açores aos aliados (primeiro Inglaterra, depois EUA) e, ainda por cima, recebeu milhares de refugiados judeus em Portugal (tal como Franco o fez em Espanha) que fugiam do regime nazi.
também não é demais lembrar que Franco chegou ao poder em Espanha com exércitos de 60 mil marroquinos e, tal como o homólogo Salazar, também dizia que a Espanha era "multirracial".
até o próprio Mussolini viu, em 1922, milhares de judeus aderir ao seu movimento pela tomada do poder... para não falar das suas conquistas em Àfrica!
essas figuras lutaram apenas para conservar os seus regimes e os seus interesses pessoais imediatos, nunca por uma Europa nacionalista, nacional-socialista nem identitária. e não tiveram a minima hesitação em abrir as portas dos dois estados ibéricos sionistas para "proteger" os seus parentes judeus.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
o mito do NS esquerdista...

“O socialismo é a ciência que se ocupa do bem comum. Socialismo e comunismo não são a mesma coisa. O marxismo não é socialismo, são inimigos eternos. Os marxistas apropriaram-se do termo e mudaram o seu significado. Vou tirar o socialismo dos socialistas. (…) Os nossos antepassados compartilhavam terras e cultivavam a ideia do bem comum. O marxismo não tem o direito de disfarçar-se de socialismo. Ao contrário do marxismo, o socialismo não rejeita a propriedade privada. Ao contrário do marxismo, não implica renegar a própria personalidade. Ao contrário do marxismo, o socialismo é patriótico e nacionalista. Não somos internacionalistas, pois isso é Marxismo(Comunismo). Nós somos Socialistas, pois o Socialismo é Nacionalista" . (…) Exigimos que o Estado satisfaça as justas reclamações das classes produtoras com base na solidariedade racial. Para nós, Estado e raça são a mesma coisa.”
(Hitler, Resposta a George Sylvester Viereck, Liberty, 1932.)
“O meu socialismo é outra coisa diferente do marxismo. O meu socialismo não é a luta de classes, mas a ordem (…) Eu vos peço que leveis convosco a convicção que o socialismo, tal qual nós o compreendemos, visa não à felicidade dos indivíduos, mas sim a grandeza e o futuro da nação inteira. É um socialismo heróico. É o laço de uma fraternidade de armas que não enriquece ninguém e põe tudo em comum”
(Adolf Hitler – Coopération, Paris 1939, p. 201)
"Nenhum Homem saudável pode ser Marxista(Comunista). Os Homens sadios reconhecem o valor do indivíduo. Enfrentamos as forças do desastre e da degeneração."
(Adolf Hitler)
"O nacional-socialismo é socialista não na forma tradicional de socialismo, mas sim interpretando o socialismo como “exaltação do social”.”
(Adolf Hitler)
Palavras do próprio Adolf Hitler para acabar de vez com alguns mitos, confusões e deturpações. Nacional-Socialismo não é comunismo ou semi-comunismo, nem uma mera variante "racista" do comunismo, nem extrema-direita com politicas económicas de esquerda ou marxistas.
Nacional-Socialismo não é nada disso. Não é comunismo, nem capitalismo. Não é "esquerda", nem "direita". Socialismo também não é, nem nunca foi esquerda ou extrema-esquerda; pelo menos até uns "revolucionários" de 1917 lhe colocarem esse apodo, talvez esperando obter dividendos com essa estratégia politica de "colagem" e "camuflagem". Socialismo NÃO É "comunismo económico".
não é por acaso que a própria palavra "Nacional" precede a palavra "Socialismo" podendo até essa ordem alterar substancialmente o próprio sentido da palavra "socialismo".
Nacional-Socialismo é o socialismo da nação, ou seja, o bem-estar da nação. Não implica quaisquer medidas económicas mais de "esquerda" ou de "direita". Não implica luta de classes, fim da propriedade privada, colectivização...nada disso. Como o próprio Adolf Hitler diz, o Socialismo é o bem-estar social ...da nação, claro, e não o bem-estar "internacional".
Mas o "bem-estar" não implica nenhuma das medidas marxistas. Aliás, nem implica o Estado absoluto, nem a ausência total de Estado. Está acima de qualquer "esquerda" ou de qualquer "direita". Está acima dessa falsa dicotomia, criada recentemente por alguns individuos sem escrupulos e com interesses, que somente pretendiam o lucro fácil e pessoal de curto prazo, fossem de "esquerda" ou de "direita".
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
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