"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quinta-feira, 31 de março de 2016

quarta-feira, 30 de março de 2016

afinal loiras são mais inteligentes

Afinal, as loiras são as mais inteligentes

Acabaram-se as piadas e as teorias preconceituosas. A ciência tem agora a certeza de que a loiras são as mais inteligentes.

De anedotas a filmes, passando por piadas, mitos e teorias que ultrapassam fronteiras, as loiras sempre foram tidas como as menos inteligentes, mas sabe-se agora que, afinal, ‘o burro sou eu’.

Jay Zagorsky, da Universidade de Ohio, analisou uma série de dados acerca das mulheres e traçou uma linha – bastante clara, por sinal – que une os fios de cabelo loiros e a inteligência. Segundo este professor, as loiras são mesmo as mais inteligentes quando comparadas com outras mulheres, lê-se no estudo.

Entre as caucasianas (o único grupo estudado, uma vez que a grande maioria das loiras tem pele branca), as mulheres que nasceram com os fios loiros apresentaram melhores pontuações no quociente de inteligência (QI) do que aquelas que têm o cabelo castanho, preto ou branco.

Mais concretamente, as loiras apresentaram um QI médio de 103.2, enquanto as mulheres de cabelo castanho tiveram 102.7, as de cabelo branco 101.2 e as de cabelo negro 100.5.

Contudo, no caso dos homens, o QI mostrou-se mais elevado entre os que tinham o cabelo castanho (104.4), seguindo-se, então, os loiros (103.9).

A conclusão surgiu depois do investigador ter combinado os dados da Pesquisa Nacional Longitudinal da Juventude dos Estados Unidos com as entrevistas e testes realizados ao longo dos anos de investigação.

FONTE

segunda-feira, 28 de março de 2016

sobre a euforia pró-Trump








é bom pôr alguma àgua na fervura dalguns que depositam esperanças em Trump. em 1999, Trump chamava anti-semita, simpatizante nazi, racista e homofóbico a Buchanan. Trump até os mexicanos defendia na altura, esses mesmos que agora estão muito indignados com ele. em 2016, Trump já elogia Buchanan.


sexta-feira, 25 de março de 2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

segunda-feira, 21 de março de 2016

pseudo-caso Jesse Owens


“Quando eu passei pela tribuna do chanceler, ele levantou-se e acenou para mim, e eu acenei também. Os jornalistas comportam-se impropriamente quando eles difamam este homem que transformou a Alemanha”. [Jesse Owens, The Jesse Owens Story, 1970]


“Quando eu retornei dos jogos olímpicos à minha pátria americana, depois de todas as estórias sobre como Hitler me teria desprezado, foi-me negado sentar na parte da frente dos autocarros públicos.” Owens disse ainda: “Eu tinha que me sentar na parte de trás. Eu não podia morar onde queria… Eu não fui de facto convidado a apertar a mão de Hitler, mas eu também não fui convidado à Casa Branca para apertar a mão do presidente americano.”

“Joe Louis e eu fomos os primeiros atletas negros que tiveram a permissão para representar a América”, disse Owens, “mas nenhum de nós obteve permissão para fechar contratos publicitários, pois o sul dos EUA não teria comprado tais produtos anunciados. Este era o estigma social ao qual estávamos submetidos”.


¿Hitler Racista? La verdad sobre Jesse Owens (Español)
The Tampo Tribune (Florida-EUA) – Terça, 01/04/1980
A estória do desprezo de Hitler pode ser explicada da seguinte maneira: após a abertura dos jogos olímpicos de 1936, os vencedores eram levados até o camarote do Ditador, onde ele os cumprimentava. Mas o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Conde Henri de Baillet-Latour, da Bélgica, disse a Hitler que não cabia a ele cumprimentar os atletas. Desta forma, ele deixou o estádio naquele dia sem cumprimentar os demais vencedores.

Depois do seu triunfo olímpico, Owens retornou à América do Norte que não aceitava ainda muito bem os negros.


Após a vitória dos 100 metros rasos, em 03/08/36, Jesse Owens falou que “é difícil imaginar como me sinto feliz. Pareceu-me de um momento para outro que, quando corria, possuía asas. Todo o estádio apresentava um aspecto tão festivo que me contagiei e foi com mais alegria que corri, parecendo que havia perdido o peso do meu corpo. O entusiasmo desportivo dos espectadores alemães causou-me profunda impressão, especialmente a atitude cavalheiresca da assistência. Podem dizer a todos que agradecemos a hospitalidade germânica.” (Jornal Correio do Povo, de 04/08/36).


o desempenho é reconhecido independentemente da raça.

http://epaubel.blogspot.pt/2012/05/hitler-cumprimentou-jesse-owens-em-1936.html


Daily Mail, 11/08/2009

Tem sido lembrado como o maior facto desprezível na história do esporte - quando Adolf Hitler saiu furioso do Estádio Olímpico em Berlim porque a Alemanha havia sido humilhada por um negro.

O momento foi 1936 e um incrível atleta americano chamado Jesse Owens começara sua caminhada para a primeira das quatro medalhas de ouro nos 100 metros.

Hitler, que havia cumprimentado os ganhadores alemães dos dias anteriores, deixou o estádio furiosos porque seus super-homens arianos haviam sido derrotados por uma raça supostamente inferior.

Ou, assim diz a lenda.

Mas agora, um jornalista esportivo alemão afirmou que, apesar de Hitler ter deixado o estádio após a corrida, não o fez antes de apertar a mão de Owens.
Siegfried Mischner, 83 anos, afirma que Owens carregava por todos os lados uma fotografia na sua mala do Führer fazendo isso.

Owens, que sentiu que os jornais do dia haviam sido injustos com a atitude de Hitler em relação a ele, tentou fazer com que Mischner e seus colegas jornalistas mudassem a versão oficial nos anos 1960.

Mischner afirmou que Owens mostrou-lhe a fotografia e lhe disse: "Este foi um dos meus momentos mais bonitos." Mischner disse: "Ela foi tirada atrás da plataforma de honra e portanto não vista pela imprensa mundial. Mas eu a vi, eu o vi apertando a mão de Hitler. A opinião predominante na Alemanha do pós-guerra é que Hitler ignorou Owens. Nós então decidimos não mencionar a foto. O consenso era que Hitler deveria continuar sendo retratado de forma vil em relação a Owens."

Mischner, que decidiu escrever um livro sobre as Olimpíadas de 1936, disse que outros jornalistas estavam com ele no dia que Owens tirou a foto e eles também não mencionaram.

"Owens ficou decepcionado," disse ele. "Ele balançou sua cabeça negativamente. A imprensa então era muito obediente. Não posso dar desculpas, mas ninguém queria ser o cara que tornou Hitler um bom sujeito. Todos os meus colegas estão mortos, Owens está morto. Achei que esta seria a última chance de fazer a coisa certa. Eu não tenho idéia onde a foto está ou mesmo se ela ainda existe."

Owens, que morreu em 1980, era filho de meeiros e ganhou quatro medalhas de ouro - os 100 metros, o salto longo, os 200 metros e a corrida de revesamento - em Berlim.

Ele insistiu que não foi desprezado por Hitler, mas não fez nenhuma referência a um encontro e um aperto de mão. "Ele provavelmente aceitou o mito assim como nós," acrescentou Mischner.

Owens mais tarde disse que ele foi tratado melhor na Alemanha do que na América, onde os negros sofriam segregação.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1205572/Hitler-shook-hands-black-1936-Olympic-hero-Jesse-Owens.html#ixzz1q8YHV43q

sexta-feira, 11 de março de 2016

quinta-feira, 10 de março de 2016

star wars - nova saga

Murdoch Murdoch Episode 9 J J 's Interracial Art That's Perfectly Acceptable To Be Put On YouTub
















população Alemã nos EUA - 1872


terça-feira, 8 de março de 2016

sábado, 5 de março de 2016

quarta-feira, 2 de março de 2016

suiça rejeita expulsão de criminosos estrangeiros
















FONTE 1
FONTE 2

desta vez ainda é pior, mas já não é a 1ªvez que acontece algo semelhante:
suicos a favor da auto extinção

um "amén" à democracia...

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

democratices

Hillary Clinton Speech Incident (Pure Coincidence?)






















à procura do socialismo - freitas do amaral













mas do outro lado, as coisas não são muito melhores



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

welcome to Eurape

Video Shows 'Migrants' Attack Elderly Germans On Munich Train























































































































domingo, 21 de fevereiro de 2016

loucura esquerdo-liberal




























faltou também a alucinação de chamar "obama" e "americano" ao Barry Soetoro.



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

pura coincidência









































sábado, 6 de fevereiro de 2016

os ruivos vão desaparecer?

Os ruivos vão desaparecer? 

Falou-se da sua extinção e foram criadas comunidades para perpetuar o gene, mas estão hoje mais na moda do que nunca. 

Na Irlanda acredita-se que os cabelos ruivos trazem boa sorte, na Nova Zelândia que garantem um caminho direto para o céu. Existe a crença de que será afortunado quem passar a mão em cabelos cor de fogo e rico quem caminhar entre duas ruivas. Mas mais verdadeira do que a convicção popular é a realidade que sobressaiu na última New York Fashion Week: os ruivos estão na moda. 

"Nunca como agora foram vistos tantos ruivos na passerelle. Isso faz-nos pensar que os ruivos são a mais forte tendência desta temporada", escreveu o jornal ‘Huffington Post'. Giuliana Leila Raggiani, a designer de moda por detrás da marca Giu Giu, concorda: "Os ruivos são especiais, e combinados com uma roupa especial fazem magia. As ruivas têm poder para sobressair e devem agarrar isso com vida e espontaneidade." E, já agora, convém também algum fair-play para lidar não só com os mitos e as superstições mas também com boatos que dão à costa com alguma frequência. No verão de 2007, alguns meios científicos avançaram (incluindo a ‘National Geographic', embora numa análise mais cética) com estudos que concluíam que, em 2060, não haveria mais ruivos no Planeta, devido à cor em questão ser originada por um gene recessivo. Os cabelos vermelhos são causados por uma mutação no gene MC1R, que precisa que ambos os pais passem a versão mutante do gene para produzir uma criança ruiva. Por ser recessivo, pode não aparecer numa geração e aparecer noutra se os progenitores forem ambos portadores do gene, independentemente da cor dos seus cabelos. 

Sabe-se que os ruivos representam entre 1 e 2% da população mundial (entre 70 e 140 milhões de pessoas), sendo que é o Reino Unido que tem a maior percentagem de ruivos do Mundo (entre 10 e 13% da população, embora 40% tenha o gene recessivo ruivo). Ainda assim, uma coisa parece certa: os ruivos são cada vez menos, já que o seu nascimento só acontece quando tanto o pai como a mãe transmitem o gene das características ruivas.

Acasalar ruivos 

Pouco depois de ter tocado o alarme da extinção dos ruivos, a comunidade de internautas ‘save the readheads' (‘salvem os ruivos') apresentou um plano de salvação que passava por tentar acasalar ruivos para assegurar a continuidade do género. Para o efeito, angariava óvulos e esperma de pessoas ruivas para ajudar a aumentar a quantidade de ruivos no Mundo. Para suportar economicamente o trabalho vendiam pins, a que chamaram ‘freckles' (‘sardas', uma das características comuns aos ruivos). Os avanços desta comunidade não estão disponíveis - o movimento parece até ter abrandado -, mas a verdade é que nos últimos anos muitos outros surgiram a apoiar os ruivos. Também o site www. redhedd.com descreve detalhadamente um plano para aumentar a quantidade de ruivos no Mundo. "Actualmente, apenas 1 a 2% da população é ruiva. Nós vamos mudar isso. Faça o programa de três gerações proposto e seremos cerca de 5 a 7% no ano de 2080. Esperamos ser 10% em 2120 e 20% em 2200. Se não acontecer, devolvemos o seu dinheiro", brincam na internet. Mais séria, a ‘revolta' dos ruivos na Costa Oeste americana - em resposta ao National Kick a Ginger Day (Dia Nacional de Bater num Ruivo), um ‘movimento' criado por adolescentes que incitou ao bullying agressivo contra os cabelos vermelhos em 2011. O administrador do grupo - que teve página no Facebook - tinha então 14 anos e, quando confrontado pelas autoridades, garantiu tratar-se de uma piada, mas a verdade é que nessa altura várias notícias sobre agressões contra crianças e jovens ruivos vieram a público. Tudo isto terá sido despoletado por um episódio de ‘South Park' (uma sitcom americana) em que se dizia que os ‘gingers' não têm alma, comparando-os com vampiros. Um ensaio publicado pela Universidade de Massachusetts em 2010 elaborava uma proposta de uma comunidade exclusivamente ruiva, onde viveriam dependentes das suas próprias leis. "Nós, ruivos, devíamos ser levados para comunidades especializadas e remotas, onde poderíamos viver em paz e procriar para fortalecer os nossos números. Aqueles que nascem sem cabelo vermelho seriam colocados num sistema de deslocalização que colocaria esses recém-nascidos em lares de cor de cabelo semelhante. Embora isso separasse as crianças das suas famílias, era uma segregação necessária. Ia garantir que apenas os bebés ruivos cresceriam para criar mais bebés ruivos", escreveu a autora, Olivia Hull. 

Num passado remoto, as mulheres ruivas eram os melhores sacrifícios a Osíris, e em Roma as escravas mais caras. Na Idade Média foram perseguidas, queimadas e acusadas de todo o tipo de bruxaria. Mas se antes eram motivo de exclusão, hoje são também objeto de cobiça. A fotógrafa Virginia Nuñez tem corrido o Mundo em busca de modelos ruivos para o seu projeto. E no Brasil, em setembro de 2012, um grupo pediu ao governo para incluir os ruivos nos Censos. 

Em Portugal, é sobretudo no Norte que existem mais ruivos, o que segundo os geneticistas se explica com a conquista celta do Norte da Península Ibérica. 

Foi precisamente nessa região do País que encontrámos Sara Martins, uma enfermeira de 33 anos no hospital de Guimarães. "Desde pequena sempre me achei diferente e na brincadeira costumava dizer que era adotada, porque os meus pais são morenos. Claro que eles sempre me explicaram que eu tinha nascido assim porque tinha antecedentes familiares (uma prima da parte da mãe e outra da parte do pai), mas sempre fui muito visada." Na infância - altura em que o seu cabelo era quase laranja fluorescente - várias pessoas paravam a mãe na rua para lhe perguntar se pintava o cabelo à criança. "E até ao 12º ano sempre fui a cenourinha, era a única ruiva da minha escola. Sempre fui o centro das atenções." Apesar de tudo, Sara - solteira e sem filhos - gostava de ter descendência ruiva. "A ideia de uma comunidade para os ruivos se conhecerem e perpetuarem o gene parece-me complexa. Tenho esperança de que mesmo que o pai não seja ruivo eles nasçam com um cabelo igual ao meu", brinca. 

Daniela Fernandes também mora a Norte - na Vila das Aves, uma pequena localidade onde, por coincidência, "vivem mais dois ruivos". Mesmo assim, a jovem de 17 anos alargou o seu leque de conhecimentos ruivos. "Quis começar a saber mais sobre nós e inscrevi-me num grupo brasileiro, o Ruivosmania", conta quem sofreu piadas "no infantário e na primária". "Na altura era muito complicado lidar com isso. Felizmente que agora que sou mais velha e sempre que falam do meu cabelo é para elogiar." 

Em Portugal também existe um grupo de ruivos no Facebook, que tentou no verão de 2012 juntar o maior número possível de cabelos vermelhos em Coimbra, mas a empreitada não foi bem sucedida. "Só apareceram cinco pessoas. Não sei se a divulgação foi suficiente", pondera Sara Martins. Não terá sido, ao que parece, por timidez desta ‘minoria'. Pelo menos, a julgar pelos mitos e ditos que circulam sobre os ruivos. Diz-se que são faladores, apaixonados e impetuosos. 

FONTE