"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

segunda-feira, 27 de abril de 2015

marxismo vs judaísmo «ocidental»


Debaixo da direcção secreta da judiaria, a maçonaria, o comunismo, o socialismo, o liberalismo e a multidão de movimentos, sociedades secretas e organizações subversivas, trabalham em perfeita cooperação para a escravização do Mundo. Para conseguir o triunfo final, cada um dos mencionados instrumentos do judaísmo tem um papel distinto e, às vezes, aparecem aos olhos do Mundo como entidades inimigas entre si. Ali temos a aparente inimizade entre a judaico-maçonaria ocidental, e o comunismo soviético ou "comunismo russo".
É um engano miserável. Qual é o motivo para esta 'inimizade' inexistente? A resposta é: o judaísmo mundial tenta implantar a escravidão sobre os povos da terra inteira, similar à implantada em todos os países dominados pelos soviéticos. Este é o seu ideal. Mas enquanto o consegue, deve aparecer como perseguido pelo comunismo para poder ocupar postos de poder no Ocidente sem parecer suspeito. (...)


'Karl Marx' Mordechai foi quem formulou a primeira concepção moderna do nacionalismo hebraico entre 1843 e 1847 quando se encontrava em Inglaterra, depois de ter sido expulso da Alemanha por causa das suas ideias perigosas. Por conseguinte, como judeu e para os judeus, Kissel Mordechai foi “nacionalista”, enquanto que como conspirador judeu, autor do manifesto comunista de 1848 e de todas as outras obras escritas para os não-judeus, era na realidade um internacionalista. No ano de 1844, Karl Marx publicou na revista “Deutscher fränzosische Jährbucher” (Anais franco-alemães) um artigo francamente ultranacionalista intitulado “Zur judenfrache” (Sobre a Questão judaica) no qual faz uma análise detalhada do problema nacional hebreu, polemizando com Bruno Bauer, outro radical judeu da Alemanha. Até ao ano 1847, Marx trabalhou também na redacção do “Programa sionista” que com novas adições feitas por diversos judeus, foi ditado a toda a judiaria internacional em 1897, pelo I Congresso Mundial judaico. Em 1848, Karl Marx publicou em Londres o 'manifesto comunista', com o qual começa a agitação da classe operária de todos os países Ocidentais, para a luta contra o capitalismo burguês e a implantação da 'Ditadura do proletariado', todo isto, naturalmente, no quadro da luta secreta, levada a cabo pelo judaísmo mundial, para fazer-se dono do Mundo. - Traian Romanescu


resumindo, o próprio Marx era um nacionalista judaico. o sionismo para se infiltrar discretamente e se disfarçar de capitalismo ou democracia ocidental, precisa de acenar com um inimigo imaginário ou bicho-papão, neste caso o marxismo 'anti-sionista' e anti-ocidental, duas coisas (sionismo e ocidente) que acabam assim por se misturar erradamente, mas nem sempre inadvertidamente ou inocentemente.

3 comentários:

N disse...

Essa primeira imagem vale mais que mil palavras.
Foi usada como propaganda pelos nacionalistas Sérvios.

judaísmo é um polvo bicéfalo:
marxismo versus liberal capitalismo.

Mas que não passa de uma luta teatral para o gado pensar que há alternativa, quando na realidade apenas muda a porta do matadouro para onde é encaminhado.

Thor disse...

pois. no marxismo, a matança é mais rápida, enquanto no liberalismo a matança é mais lenta e cozinhada em lume brando.

Anónimo disse...

Descobri hoje, por acaso, este site, e há pouco li os comentários do Sr. Carlos Cobalto e as investidas em contrário de um tal de Arthur, e outros. Ora, fiva bem claro que os que atacam o Sr. Carlos não conhecem o site DAVIDDUKE.COM - onde todas essas dúvidas serão explicadas ou sanadas. Eu não conhecia o Sr. Cobalto, mas vejo que ele é um dos poucos a conhecer A VERDADE! Abraço, Fredy