a cabeça do polvo e os seus tentáculos/descendentes directos ou indirectos.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
o polvo
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
conservadorismo
quantas vezes muitos de nós, não ouvimos já o argumento de que todos os "extremos" são maus, seja de "direita" ou seja de "esquerda" e que a virtude está no pensamento politico moderado e supostamente "conservador" ou de centro???
decerto muitas vezes já ouvimos estes argumentos, mas que na realidade não passam de falácias e retórica vazia, sem profundidade.
será que o termo "conservador" significa aquilo que essas pessoas querem que signifique?
conservador é quem conserva. a conservação implica tudo. implica conservar as tradições, a terra, a cultura, a história, o sangue. quem quer conservar isto tudo, é que é conservador.
haverá, então, alguma coisa mais conservadora do que a politica nacionalista ou nacional-socialista?
um exemplo, quantos de nós não ouvimos já pessoas horrorizadas com o simbolo da suástica, classificando-a de "extremista", "radical", "ofensiva", tentando demonizar e diabolizar esse simbolo, através da estigmatização da imagem, como também fazem com palavras ou sons (rrracista, fasccista, naziii) criando um reflexo negativo imediato na mente de todos quanto ouvem esses sons ou observam esses simbolos.
é ponto assente. a suástica é "radical", "extremista" e nada conservadora.
será mesmo assim??
quem conhece mesmo os factos, e não é ignorante, então sabe que não existe coisa mais conservadora neste mundo do que uma bela suástica, um simbolo milenar usado pelos nossos antepassados indo-europeus.
haverá, afinal, coisa mais conservadora do que a recuperação, conservação e eternização de um belo simbolo ancestral milenar e tradicional. a suástica é o simbolo do verdadeiro conservadorismo: sangue, terra, cultura, tradição, familia!
ainda por cima, a suástica de 3 braços (trisquel) representa o equilibrio entre mente, corpo e espirito...
os "moderados" (ou os esquerdas) nunca se preocuparam em conservar tradições, nunca se preocuparam com a divulgação histórica, com a preservação étnica, cultural, etc, etc
tudo o que uns e outros buscam é a pura alienação, com vista a estabelecer a sua sociedade de dialéctica puramente materialista e voraz dividida em dois tentáculos: esquerda e direita!
só isto conta para eles, só esta "luta" conta, tudo o resto é como se não existisse e é para abater/alienar, pois é um grande estorvo nesta dialéctica.
por isso tanto medo e tanto ódio dos supostos "extremistas". penso que quem não tivesse medo, não se preocuparia tanto em taxar algo de "extremista".
eis aqui um exemplo de "conservadorismo" dos "moderados" em Portugal.
outro exemplo será o governo e a sua aceitação do acordo ortográfico...ou os casamentos gay, etc
posto isto, quem são, afinal, os verdadeiros conservadores???
decerto muitas vezes já ouvimos estes argumentos, mas que na realidade não passam de falácias e retórica vazia, sem profundidade.
será que o termo "conservador" significa aquilo que essas pessoas querem que signifique?
conservador é quem conserva. a conservação implica tudo. implica conservar as tradições, a terra, a cultura, a história, o sangue. quem quer conservar isto tudo, é que é conservador.
haverá, então, alguma coisa mais conservadora do que a politica nacionalista ou nacional-socialista?um exemplo, quantos de nós não ouvimos já pessoas horrorizadas com o simbolo da suástica, classificando-a de "extremista", "radical", "ofensiva", tentando demonizar e diabolizar esse simbolo, através da estigmatização da imagem, como também fazem com palavras ou sons (rrracista, fasccista, naziii) criando um reflexo negativo imediato na mente de todos quanto ouvem esses sons ou observam esses simbolos.
é ponto assente. a suástica é "radical", "extremista" e nada conservadora.
será mesmo assim??
quem conhece mesmo os factos, e não é ignorante, então sabe que não existe coisa mais conservadora neste mundo do que uma bela suástica, um simbolo milenar usado pelos nossos antepassados indo-europeus.
haverá, afinal, coisa mais conservadora do que a recuperação, conservação e eternização de um belo simbolo ancestral milenar e tradicional. a suástica é o simbolo do verdadeiro conservadorismo: sangue, terra, cultura, tradição, familia!
ainda por cima, a suástica de 3 braços (trisquel) representa o equilibrio entre mente, corpo e espirito...
os "moderados" (ou os esquerdas) nunca se preocuparam em conservar tradições, nunca se preocuparam com a divulgação histórica, com a preservação étnica, cultural, etc, etc
tudo o que uns e outros buscam é a pura alienação, com vista a estabelecer a sua sociedade de dialéctica puramente materialista e voraz dividida em dois tentáculos: esquerda e direita!
só isto conta para eles, só esta "luta" conta, tudo o resto é como se não existisse e é para abater/alienar, pois é um grande estorvo nesta dialéctica.
por isso tanto medo e tanto ódio dos supostos "extremistas". penso que quem não tivesse medo, não se preocuparia tanto em taxar algo de "extremista".
eis aqui um exemplo de "conservadorismo" dos "moderados" em Portugal.
outro exemplo será o governo e a sua aceitação do acordo ortográfico...ou os casamentos gay, etc
posto isto, quem são, afinal, os verdadeiros conservadores???
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
salazarismo não é nacionalismo...
salazarismo é, sempre foi e será salazarismo, apenas e só salarazismo. poderá, eventualmente, tentar "colar-se" a essa história dos nacionalismos, das identidades ou até das "raças" e "etnias", mas não tem absolutamente nada a ver com essas coisas. até se opõe claramente a elas. tem mais a ver com a igreja católica ou com o judaismo do que com os nacionalismos e nacional-socialismos.
poderá eventualmente dizer que tem simbolos ou gestos parecidos, mas não passa disso mesmo.
já que se fala muito nas supostas ligações do "fascismo" (em particular o português
e ibérico) com o nacional-socialismo, nunca é demais lembrar a neutralidade da Ibéria no conflito da II Guerra. no caso português, não só manteve a neutralidade e a velha aliança com a Inglaterra, como cedeu a base das lajes nos Açores aos aliados (primeiro Inglaterra, depois EUA) e, ainda por cima, recebeu milhares de refugiados judeus em Portugal (tal como Franco o fez em Espanha) que fugiam do regime nazi.
também não é demais lembrar que Franco chegou ao poder em Espanha com exércitos de 60 mil marroquinos e, tal como o homólogo Salazar, também dizia que a Espanha era "multirracial".
até o próprio Mussolini viu, em 1922, milhares de judeus aderir ao seu movimento pela tomada do poder... para não falar das suas conquistas em Àfrica!
essas figuras lutaram apenas para conservar os seus regimes e os seus interesses pessoais imediatos, nunca por uma Europa nacionalista, nacional-socialista nem identitária. e não tiveram a minima hesitação em abrir as portas dos dois estados ibéricos sionistas para "proteger" os seus parentes judeus.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
o mito do NS esquerdista...

“O socialismo é a ciência que se ocupa do bem comum. Socialismo e comunismo não são a mesma coisa. O marxismo não é socialismo, são inimigos eternos. Os marxistas apropriaram-se do termo e mudaram o seu significado. Vou tirar o socialismo dos socialistas. (…) Os nossos antepassados compartilhavam terras e cultivavam a ideia do bem comum. O marxismo não tem o direito de disfarçar-se de socialismo. Ao contrário do marxismo, o socialismo não rejeita a propriedade privada. Ao contrário do marxismo, não implica renegar a própria personalidade. Ao contrário do marxismo, o socialismo é patriótico e nacionalista. Não somos internacionalistas, pois isso é Marxismo(Comunismo). Nós somos Socialistas, pois o Socialismo é Nacionalista" . (…) Exigimos que o Estado satisfaça as justas reclamações das classes produtoras com base na solidariedade racial. Para nós, Estado e raça são a mesma coisa.”
(Hitler, Resposta a George Sylvester Viereck, Liberty, 1932.)
“O meu socialismo é outra coisa diferente do marxismo. O meu socialismo não é a luta de classes, mas a ordem (…) Eu vos peço que leveis convosco a convicção que o socialismo, tal qual nós o compreendemos, visa não à felicidade dos indivíduos, mas sim a grandeza e o futuro da nação inteira. É um socialismo heróico. É o laço de uma fraternidade de armas que não enriquece ninguém e põe tudo em comum”
(Adolf Hitler – Coopération, Paris 1939, p. 201)
"Nenhum Homem saudável pode ser Marxista(Comunista). Os Homens sadios reconhecem o valor do indivíduo. Enfrentamos as forças do desastre e da degeneração."
(Adolf Hitler)
"O nacional-socialismo é socialista não na forma tradicional de socialismo, mas sim interpretando o socialismo como “exaltação do social”.”
(Adolf Hitler)
Palavras do próprio Adolf Hitler para acabar de vez com alguns mitos, confusões e deturpações. Nacional-Socialismo não é comunismo ou semi-comunismo, nem uma mera variante "racista" do comunismo, nem extrema-direita com politicas económicas de esquerda ou marxistas.
Nacional-Socialismo não é nada disso. Não é comunismo, nem capitalismo. Não é "esquerda", nem "direita". Socialismo também não é, nem nunca foi esquerda ou extrema-esquerda; pelo menos até uns "revolucionários" de 1917 lhe colocarem esse apodo, talvez esperando obter dividendos com essa estratégia politica de "colagem" e "camuflagem". Socialismo NÃO É "comunismo económico".
não é por acaso que a própria palavra "Nacional" precede a palavra "Socialismo" podendo até essa ordem alterar substancialmente o próprio sentido da palavra "socialismo".
Nacional-Socialismo é o socialismo da nação, ou seja, o bem-estar da nação. Não implica quaisquer medidas económicas mais de "esquerda" ou de "direita". Não implica luta de classes, fim da propriedade privada, colectivização...nada disso. Como o próprio Adolf Hitler diz, o Socialismo é o bem-estar social ...da nação, claro, e não o bem-estar "internacional".
Mas o "bem-estar" não implica nenhuma das medidas marxistas. Aliás, nem implica o Estado absoluto, nem a ausência total de Estado. Está acima de qualquer "esquerda" ou de qualquer "direita". Está acima dessa falsa dicotomia, criada recentemente por alguns individuos sem escrupulos e com interesses, que somente pretendiam o lucro fácil e pessoal de curto prazo, fossem de "esquerda" ou de "direita".
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
a implosão do World Trade Center
A FARSA DO 11 DE SETEMBRO: As Torres foram IMPLODIDAS
mais uma vez um video antigo que vem parar ao arquivo antigo de 2010.data da publicação: 4/6/2016
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
UE quer mais «mão-de-obra»...
UE: Bruxelas quer nova lei para facilitar imigração sazonalA Comissão Europeia apresentou hoje uma proposta de lei que visa facilitar a entrada de mão-de-obra não europeia para trabalhos sazonais, uma vez que «os cidadãos da UE estão cada vez menos disponíveis para este tipo de trabalho».
De acordo com Bruxelas, a proposta de directiva (lei comunitária) tem como objectivo dar resposta à necessidade estrutural que a Europa enfrenta de trabalho sazonal, «já que se prevê que a disponibilidade de mão de obra da UE neste sector seja cada vez menor», através de uma política de imigração legal bem organizada, com condições comuns e simplificadas de entrada e de residência para os trabalhadores sazonais de países terceiros.
«Os empregadores da UE dependem cada vez mais de mão de obra não europeia para trabalhar em sectores como a agricultura, a horticultura e o turismo (...). Contudo, devemos proporcionar a estes trabalhadores sazonais, frequentemente vulneráveis e expostos, melhores condições de trabalho e um estatuto jurídico seguro que os proteja da exploração», explicou hoje a comissária europeia dos Assuntos Internos, Cecilia Malmström.
FONTE
«é preciso continuar a trazer imigrantes»
«É preciso continuar a trazer imigrantes»Presidente da «Migration Policy Institute» afirma que «por pior que seja a situação económica na maioria da Europa, vão continuar a ser precisos imigrantes»
Apesar da crise económica e da elevada taxa de desemprego, os europeus precisam de manter as fronteiras abertas à entrada de imigrantes, defendeu o presidente da «Migration Policy Institute», Demetrios Papademetriou.
«Por pior que seja a situação económica na maioria da Europa, os países vão continuar a precisar de quantidades significantes de imigrantes a curto, médio e longo prazo por causa da sua demografia», disse o especialista, lembrando o actual problema de envelhecimento na Europa.
A imigração é uma parte da resposta para o problema do envelhecimento da população: «É preciso continuar a trazer imigrantes para os países», defendeu.
«Podemos ter um aumento de desemprego e continuar a ter necessidade de imigrantes», disse o especialista em imigração.
«As universidades criam investigadores, sociólogos, professores, mas poucos canalizadores», simplificou Demetrois, acrescentando ainda que em todos os países existem regiões para onde ninguém quer ir e, também por isso, são necessários os imigrantes.
«Eu falei com ministros e eles sabem que estão perante um dilema: a opinião popular quer que eles reduzam a imigração, mas eles sabem que dentro de cinco ou dez anos vão precisar de mais imigrantes e que, se fecharem agora as fronteiras, será depois mais difícil de conseguir persuadir as pessoas, automaticamente, de que precisam deles», justificou.
No entanto, o aumento do desemprego, com especial incidência entre os imigrantes, torna-se um «período mais difícil para explicar ao público que vamos precisar deles».
E lembra que a imigração é um «acordo social implícito» entre a sociedade e o imigrante, «as pessoas não são descartáveis, não se pode simplesmente dizer: desculpe, mas já não precisamos de si».
«Cabe aos políticos a responsabilidade de explicar às pessoas estes paradoxos e tornar público que são precisos x trabalhadores para as obras, por exemplo. Se as pessoas não estão dispostas a ir, então têm de ser claros e dizer que se ninguém quer trabalhar nestas áreas os imigrantes vão aceitar esses empregos», defendeu o especialista que está em Lisboa, reconhecendo que a «opinião popular» dificulta a forma de lidar com as politicas de imigração.
(...)
FONTE
esta gente sabe que a situação económica é má, que se tem vindo a agravar...e, lá no fundo, até sabem a causa disso (ou uma das principais pelo menos). mas, no entanto, continuam sempre a defender aquilo que sabem que agrava, piora a crise...
o velho argumento do envelhecimento da população, para trazer imigrantes. que falta de originalidade. qual é o problema se a Europa perder população? vivemos séculos com muito menos população do que hoje, até perdemos imensa gente devido a pestes, epidemias, etc, e nunca precisámos de imigrantes para nada. sempre estivemos bem.
outro argumento, é o de falta de trabalhadores para as obras, logo, vamos trazer imigrantes. e depois ainda se diz preocupado com os "sentimentos" dos imigrantes, quando o argumento dado para trazê-los é o de que eles são mão-de-obra necessária hahaha
não é verdade que "ninguém quer trabalhar nas obras". toda a gente séria vê que existem nativos dos seus países a trabalhar nas obras. se não existem mais ainda...reflictam porquê. pensem e vejam o ciclo vicioso. se não existem mais, é porque preferem ir ganhar muito mais noutros países para fazer o mesmo. por isso, muitos vão para fora, ao mesmo tempo que muitos imigrantes chegam aqui e sujeitam-se a qualquer coisa, pelo mesmo motivo.
é um ciclo vicioso e sinal de que estas politicas estão erradas, não levam a lado nenhum e de que, afinal, a imigração só serve para proteger esses mesmos interesses: para evitar que certos salários subam. não só não sobem, como ainda baixam. muita gente agradece.
a quem serve, afinal, a imigração ????
não se usarão demasiados falsos pretextos para a imigração???
segunda-feira, 12 de julho de 2010
o nacionalismo de Marcelo R. Sousa...
"portugueses são todos! os que têm origem romana, àrabe, judaica, os que vieram dos povos germânicos, celtas, etc" - prof. Martelo
Marcelo Rebelo de Sousa: «Sou nacionalista»
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carniceiro com B.I. holandês poupado...

a imagem do carniceiro não-branco da Holanda que o àrbitro da partida e os comentadores tugas quiseram ver poupado.
parabéns ao novo campeão Mundial, uma selecção quase 100% branca, para desgosto dos multiculturalistas fanáticos.
já tiveram que levar com a vitória da Grécia 100% caucasiana no Europeu de 2004. depois a Itália 100% caucasiana campeã Mundial em 2006 e agora a Espanha de 2010, quase 100% caucasiana, descontando eventualmente o avançado "Pedrito".
e sem esquecer que mesmo a Espanha de 2008 campeã Europeia só tinha um negro nas suas fileiras (o brasileiro naturalizado Senna) e o resto era branco...embora por lá houvesse o ciganito Guiza.
de qualquer forma, de 2004-2006-2010, os multiculturalistas já não se livram, mesmo que queiram transformar o 3º lugar da "multikulti" Alemanha num "sucesso".
o fenómeno "França" já lá vai e foi chão que deu uvas. e o Brasil, nos últimos dois mundiais, foi a desgraça que se viu.
veremos o que se irá passar no próximo torneio, que será recebido pelos brasileiros.
até lá...parabéns à Espanha
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
judeu fiel ao semitismo
"Nós Ibéricos, somos o cruzamento de duas civilizações - a romana e a árabe.
Somos, por isso, mais complexos e fecundos...
Vinguemos a derrota que os do Norte infligiram aos Árabes nossos maiores.
Expiemos o crime que cometemos, ao expulsar da Península os árabes que a civilizaram".
Fernando Pessoa "Da Ibéria e do Iberismo".
este Pessoa é do séc. XX e não do XII ou XIII, mas parece algo frustrado com o facto de a peninsula ter sido libertada do jugo àrabe, acto de libertação que o mesmo até chega a considerar como "crime".
e parece preferir ser governado pelos seus primos àrabes.
esta personagem, como todos sabem, era neto de um cristão-novo judeu, e sabe-se lá mais de onde poderia vir o resto do seu sangue, se de mouros ou àrabes...
quem sai aos seus, não degenera. fidelidade ao tronco semita-hamita, acima de tudo...
agora devia é pensar melhor, antes de incluir toda a ibéria nos seus devaneios sobre misturada romano-àrabe.
gracias hermanos
obrigado à Espanha por derrotar a selecção alemã mais "multikulti" de sempre, na qual nenhum verdadeiro alemão ou europeu, se revê a 100%.
estou feliz pela frustração dos multi-culturalistas alemães que já sonhavam com uma vitória no Mundial, como mais uma bandeira do "anti-racismo" (como foi a França em 1998) mas desta vez falhou.
porém, nem tudo são rosas. e as vitórias da Espanha (campeã europeia em titulo) são sempre péssimas para as autonomias espanholas. já se sabe que as massas pura e simplesmente não pensam. vão atrás do rebanho. e o futebol hoje em dia tem um peso merdiático e uma influência incriveis, levando muitos potenciais independentistas a ficar do lado da Espanha (eufemismo para o império castelhano) e a defender a sua "unidade".
por outro lado, mesmo a própria equipa da Espanha tem os seus espinhos, com alguns elementos não-europeus infiltrados. mas é, sem dúvida, mais branca que a Alemanha.
agora, na final, existe pelo menos uma certeza: vencerá sempre uma equipa majoritariamente branca, esmagadoramente branca no Mundial africano, para pesadelo de todos os multiculturalistas fanáticos.
a Holanda é também esmagadoramente branca, apesar de 2 ou 3 mulatos que estragam a pintura, tal como a Espanha apesar de 2 ou 3 exemplares de categoria racial no minimo "duvidosa".
no entanto: qualquer uma que ganhe, considerarei sempre como bem entregue.
em condições normais preferiria a Holanda, mas a Holanda tem mais não-caucasianos do que a Espanha, por isso já não sei.
que ganhe a que jogar melhor...e que os não-brancos da Holanda fiquem no banco. é o meu desejo!
estou feliz pela frustração dos multi-culturalistas alemães que já sonhavam com uma vitória no Mundial, como mais uma bandeira do "anti-racismo" (como foi a França em 1998) mas desta vez falhou.
porém, nem tudo são rosas. e as vitórias da Espanha (campeã europeia em titulo) são sempre péssimas para as autonomias espanholas. já se sabe que as massas pura e simplesmente não pensam. vão atrás do rebanho. e o futebol hoje em dia tem um peso merdiático e uma influência incriveis, levando muitos potenciais independentistas a ficar do lado da Espanha (eufemismo para o império castelhano) e a defender a sua "unidade".
por outro lado, mesmo a própria equipa da Espanha tem os seus espinhos, com alguns elementos não-europeus infiltrados. mas é, sem dúvida, mais branca que a Alemanha.
agora, na final, existe pelo menos uma certeza: vencerá sempre uma equipa majoritariamente branca, esmagadoramente branca no Mundial africano, para pesadelo de todos os multiculturalistas fanáticos.
a Holanda é também esmagadoramente branca, apesar de 2 ou 3 mulatos que estragam a pintura, tal como a Espanha apesar de 2 ou 3 exemplares de categoria racial no minimo "duvidosa".
no entanto: qualquer uma que ganhe, considerarei sempre como bem entregue.
em condições normais preferiria a Holanda, mas a Holanda tem mais não-caucasianos do que a Espanha, por isso já não sei.
que ganhe a que jogar melhor...e que os não-brancos da Holanda fiquem no banco. é o meu desejo!
totalitarismo Europeu sem limites
Autarca condenado por ter feito a saudação nazi em 2006Olivier Delcourt, conselheiro municipal de extrema-direita, foi condenado ontem a uma multa de 400 euros e foi ainda privado dos direitos civis e políticos durante cinco anos. Tudo por ter feito a saudação fascista quando, em Dezembro de 2006, tomou posse do cargo.
Eleito pela Frente Nacional belga (FN, extrema-direita) em Charleroi, sul do país, Delcourt, de 42 anos, fez questão de prestar juramento com a mão direita estendida e calçada com uma luva preta. Uma queixa "por incitação ao ódio racial" foi apresentada de imediato contra o autarca que a FN acabou por excluir das suas fileiras.
O tribunal de Mons considerou que o gesto do autarca não deixou margem para dúvidas e que, noutra ocasião, Delcourt tinha lançado a um interlocutor: "Cavalheiro, o seu lugar é nos campos." O autarca tem de abandonar o cargo, embora possa, no prazo de 15 dias, recorrer da sentença.
FONTE
quarta-feira, 7 de julho de 2010
66% dos bebés na Catalunha são estrangeiros
Los bebés con un progenitor extranjero han crecido un 63% en doce años
Dos de cada tres recién nacidos en Cataluña son de padres inmigrantes
Un estudio de Caprabo indica que las catalanas tienen más hijos que el resto de las mujeres españolas.
Si entre la década de los 60 y los 70 Cataluña vivió el «baby boom» de la inmigración del sur español, el nuevo milenio abre fronteras y trae consigo un nuevo repunte gracias a los movimientos migratorios. Así, dos de cada tres bebés que nacieron el año pasado en esta comunidad tenían, como mínimo, un progenitor extranjero. Éstos son los datos aportados por el estudio que ha realizado Caprabo con motivo del 18 aniversario del programa de ayuda a las famílias «Benvingut nadó», un sistema por el que han sido beneficiados un millón de recién nacidos desde 1992, es decir, dos de cada tres nacimientos en Cataluña.
Las conclusiones del estudio, que se ha elaborado a partir de datos del Instituto Nacional de Estadística, el Idescat, y de los datos internos del programa de la empresa, indican que el número de nacidos con padres extranjeros ha aumentado en los últimos 12 años un 63 por ciento, pasando del 6,8 por ciento en 1996 al 32,3 por ciento. Dentro de este grupo de recién nacidos, el 33 por ciento son de madres marroquíes, un porcentaje similar de latinoamericanas, un 15 por ciento de europeas y cerca de un 10 por ciento de asiáticas.
El estudio, que fue presentado por la consellera de Acció Social, Carme Capdevila, el director general de Caprabo, Javier Amezaga y el investigador de la UAB, Marc Ajenjo, concluye que las catalanas se aventuran , por poco, a tener más hijos que el resto de las españolas –con una media de 1,53 hijos frente al 1,40 – y se acerca a la media comunitaria, que se establece en 1,55 hijos.
El estudio indica un bajón de la natalidad en los últimos años, exceptualizando el 2008, debido en parte al bajón migratorio y a que las extranjeras, al establecerse en Cataluña, adoptan los roles de las europeas y estabilizan sus nacimientos.
Por fechas, los nacimientos tienden a decrecer en fin de semana y el mayor número de partos se da los miércoles. Septiembre y octubre se convierten en los meses con más nacimientos y certifican que la Navidad es la época «más fértil».
FONTE
Dos de cada tres recién nacidos en Cataluña son de padres inmigrantes
Un estudio de Caprabo indica que las catalanas tienen más hijos que el resto de las mujeres españolas.
Si entre la década de los 60 y los 70 Cataluña vivió el «baby boom» de la inmigración del sur español, el nuevo milenio abre fronteras y trae consigo un nuevo repunte gracias a los movimientos migratorios. Así, dos de cada tres bebés que nacieron el año pasado en esta comunidad tenían, como mínimo, un progenitor extranjero. Éstos son los datos aportados por el estudio que ha realizado Caprabo con motivo del 18 aniversario del programa de ayuda a las famílias «Benvingut nadó», un sistema por el que han sido beneficiados un millón de recién nacidos desde 1992, es decir, dos de cada tres nacimientos en Cataluña.
Las conclusiones del estudio, que se ha elaborado a partir de datos del Instituto Nacional de Estadística, el Idescat, y de los datos internos del programa de la empresa, indican que el número de nacidos con padres extranjeros ha aumentado en los últimos 12 años un 63 por ciento, pasando del 6,8 por ciento en 1996 al 32,3 por ciento. Dentro de este grupo de recién nacidos, el 33 por ciento son de madres marroquíes, un porcentaje similar de latinoamericanas, un 15 por ciento de europeas y cerca de un 10 por ciento de asiáticas.
El estudio, que fue presentado por la consellera de Acció Social, Carme Capdevila, el director general de Caprabo, Javier Amezaga y el investigador de la UAB, Marc Ajenjo, concluye que las catalanas se aventuran , por poco, a tener más hijos que el resto de las españolas –con una media de 1,53 hijos frente al 1,40 – y se acerca a la media comunitaria, que se establece en 1,55 hijos.
El estudio indica un bajón de la natalidad en los últimos años, exceptualizando el 2008, debido en parte al bajón migratorio y a que las extranjeras, al establecerse en Cataluña, adoptan los roles de las europeas y estabilizan sus nacimientos.
Por fechas, los nacimientos tienden a decrecer en fin de semana y el mayor número de partos se da los miércoles. Septiembre y octubre se convierten en los meses con más nacimientos y certifican que la Navidad es la época «más fértil».
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terça-feira, 6 de julho de 2010
genocidio disparou em 2 anos...
Imigração: Aquisição da nacionalidade portuguesa dispara de 4447 para 22 408 em dois anos - Eurostat
Lisboa, 06 jul (Lusa) - A aquisição da nacionalidade portuguesa mais do que quintuplicou entre 2006, ano em que entrou em vigor a nova Lei da Nacionalidade, e 2008, revelam dados hoje divulgados pelo Eurostat.
Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (Eurostat), 4447 estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa em 2006, número que dispara para 22 408 em 2008, não sendo apresentados dados relativos a 2007.
A nova Lei da Nacionalidade em Portugal, que entrou em vigor em Dezembro de 2006, veio facilitar o processo de aquisição de cidadania portuguesa por parte de estrangeiros residentes no país e descendentes de emigrantes portugueses.
FONTE
sem comentários...
Lisboa, 06 jul (Lusa) - A aquisição da nacionalidade portuguesa mais do que quintuplicou entre 2006, ano em que entrou em vigor a nova Lei da Nacionalidade, e 2008, revelam dados hoje divulgados pelo Eurostat.
Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (Eurostat), 4447 estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa em 2006, número que dispara para 22 408 em 2008, não sendo apresentados dados relativos a 2007.
A nova Lei da Nacionalidade em Portugal, que entrou em vigor em Dezembro de 2006, veio facilitar o processo de aquisição de cidadania portuguesa por parte de estrangeiros residentes no país e descendentes de emigrantes portugueses.
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Garcia de Resende sobre o império...
“Vimos muito espalhar /portugueses no viver, /Brasil, ilhas povoar, /e às Índias ir morar,/ natureza lhes esquecer./Vimos no reino meter/tantos cativos crescer,/e irem-se os naturais,/que se assim for,/ serão mais/eles que nós, a meu ver”.
Garcia de Resende 1534
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