quarta-feira, 31 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Suécia a arder...
Warzone Husby Sweden 2013-05-23
a coisa está "preta" na Suécia. e não me refiro apenas às cinzas ou danos provocados pelos incêndios e fogos. a coisa está "preta" a todos os níveis. a Suécia já é uma zona de guerra e uma zona de nativos em extinção. mas o que choca mais é o atrevimento dos mérdia em caracterizar aquele bando de marginais escurinhos e alienígenas como "jovens suecos"...
a coisa está "preta" na Suécia. e não me refiro apenas às cinzas ou danos provocados pelos incêndios e fogos. a coisa está "preta" a todos os níveis. a Suécia já é uma zona de guerra e uma zona de nativos em extinção. mas o que choca mais é o atrevimento dos mérdia em caracterizar aquele bando de marginais escurinhos e alienígenas como "jovens suecos"...
domingo, 28 de julho de 2013
o mito de que o povo adora os judeus/sionistas
a pergunta de cima, fez parte de um relatório de 2011, elaborado pelo Forum Berlim, que examina a chamada "intolerância". é claro que outros estudos e estatísticas podem revelar resultados diferentes e piores para Portugal, por exemplo...mas o que está claro de qualquer maneira, é que não há nenhum consenso ou unanimidade à volta da questão dos judeus e que, pelo menos uma larga fatia da população não se deixa comover ou influenciar pelo discurso do chamado "holocausto", e isto dentro daqueles que o reconhecem sequer. quanto aos que responderam negativamente, mesmo dentro desses que também são uma boa fatia (nalguns países maioritária), isso não significa que vejam os judeus como "inocentes" ou acima de qualquer crítica.
tudo isto para dizer que as pessoas não devem ser tratadas como se fossem atrasadas mentais (nalguns casos são-no, mas não creio que esses casos sejam a maioria) e como se fossem mentecaptos que não podem ouvir nenhum discurso anti-judaico, que já saem em defesa da propaganda sionista por reflexo condicionado e que, por isso, se deve "adaptar" o discurso para daí retirar supostos dividendos.
não é preciso contar mentiras ou sequer omitir verdades, porque a população não é assim tão estúpida como alguns crêem.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
contra o politicamente correcto marxista
"I turned against the left wing because they don't like genetics, because genetics implies that sometimes in life we fail because we have bad genes. They want all failure in life to be due to the evil system."
Dr. James Watson
domingo, 21 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
«tensão racial» nos EUA
um gajo chamado Zimmerman matou um adolescente negro nos EUA tendo sido absolvido...e depois? culpa dos brancos? não me digam que "isto" é branco. só se for para rir.

os mérdia fazem esta escandaleira toda, porque quem foi morto foi um negro, e querem à viva força meter a culpa no "branco", mesmo que seja preciso meter um não-branco como "branco". a culpa é do "branco" e pronto. mas quando a vítima não é o negro, os mérdia calam-se por completo.
agora veja-se bem o que a absolvição de um mestiço causa de revolta nas comunidades africanas dos EUA:
FONTE
a agressividade e colectivismo racial negróide a vir ao de cima, mas não só. a notícia diz que os negros protestam por considerarem que o criminoso foi absolvido por ser "branco", ou seja transformam isto num caso de "racismo", invertendo a mais elementar verdade dos factos. é exactamente ao contrário. o indivíduo foi absolvido precisamente por NÃO ser branco.

os mérdia fazem esta escandaleira toda, porque quem foi morto foi um negro, e querem à viva força meter a culpa no "branco", mesmo que seja preciso meter um não-branco como "branco". a culpa é do "branco" e pronto. mas quando a vítima não é o negro, os mérdia calam-se por completo.
agora veja-se bem o que a absolvição de um mestiço causa de revolta nas comunidades africanas dos EUA:
FONTE
a agressividade e colectivismo racial negróide a vir ao de cima, mas não só. a notícia diz que os negros protestam por considerarem que o criminoso foi absolvido por ser "branco", ou seja transformam isto num caso de "racismo", invertendo a mais elementar verdade dos factos. é exactamente ao contrário. o indivíduo foi absolvido precisamente por NÃO ser branco.
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
quem é pamella geller?

If Iran Attacks, Israel Should Nuke Europe (...)
além do desejo genocida contra a Europa, esta judia também é apoiante dos crimes de Breivik como se pode ver aqui
e podem ver mais nesta FONTE
aqui podem ver Pamela Geller e Robert Spencer em Estocolmo na Suécia, com dirigentes da sionista e anti-islâmica EDL
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judeus incentivam mestiçagem só em terra alheia
para quem não sabe, a ADL é a Anti-Defamation League, uma ONG judaica norte-americana umbilicalmente ligada à B'nai B'rith e que diz combater o "anti-semitismo" e o "preconceito", mas que na verdade são apenas pretextos para o racismo anti-branco.
o que é que incentivar os cruzamentos interraciais tem a ver com "anti-semitismo", por exemplo?
por outro lado, à direita, vemos que o incentivo judeu da mestiçagem, não tem lugar em terras judaicas. muito pelo contrário. existe, sim, o incentivo à preservação.
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sábado, 13 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
UE quer genocídio dos estados-membro
um doce para quem adivinhar a origem étnica deste Bilderbergiano Peter Sutherland...
uma FONTE e outra FONTE
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
um dos mentores do obongo...
What we need is the destruction of whiteness, which is the source of human misery in the world.”
rev. James Cone
ao melhor estilo do rev. Jeremiah Wright, dos Panteras Negras, do terrorista Tony Rezko, do Frank Marshall Davis e outros gurus do obongo. racismo anti-branco puro e duro, que nunca aparece e muito menos é criticado nos mé(r)dia tão auto-proclamadamente "anti-racistas".
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terça-feira, 9 de julho de 2013
10 razões para não apoiar israel
1- porque é um estado extra-europeu, não apenas do ponto de vista geográfico, mas também étnico e cultural. logo, um estado extra-europeu, não está para nós como os outros estados europeus ao nível de obrigação, dever, afinidade, ligação, etc.
2- porque a legitimidade étnica e histórica do estado israelita é discutível e duvidosa. claro que entre eles, os judeus dizem quem é judeu, mas depois não podem esperar reconhecimento dos outros. além disso, a propriedade de uma terra não é definida à priori e por "direito divino". ou existe, antes de mais nada, uma base e legitimidade étnica ou então o resto não conta; e sendo assim, a palestina não é "a terra dos judeus" à priori, e onde eles decidem tudo, apenas "porque sim".
3- porque israel não apoia as identidades europeias, antes pelo contrário. logo, não apoiar israel é apenas pagar na mesma moeda, não é dar "tratamento diferente" a esse país. não cabe na cabeça de ninguém, por exemplo, ir comprar casa e carro a um bandido desalojado só para que ele deixe de nos chatear, usando uma analogia.
4- porque israel sai muito caro ao Ocidente, quer aos americanos, quer aos europeus, e porque parte do dinheiro que os judeus "ocidentais" arrancam a estes países vai direitinho para israel.
5- porque israel é um estado terrorista (não só contra os islâmicos) e tem células terroristas, até mesmo no seio de organizações radicais islâmicas, p. exemplo. e com terroristas não há aliança, apoio ou negociação.
6- porque apesar de israel existir há quase 6 décadas e meia, a maioria dos judeus continua a viver fora de israel e não dentro.
7- porque israel é apenas a organização central do sionismo internacional no seu todo.
8- porque além de ser assunto alheio, não há perigo de que israel venha a "cair", devido a todo o arsenal tecnológico e nuclear roubado ao seu dispôr, mas não só. se não caiu em 6 décadas e meia, não será agora que vai cair. e se caísse, o problema desses judeus era exclusivamente deles (ler a parte final do ponto 3), seja como for esse problema já existiu antes de 1948, e depois disso nada mudou, além de que o Mundo é imenso e já houve planos para estabelecer um estado judaico em diversos pontos do globo.
9- porque israel mete o Ocidente e os recursos Ocidentais (incluíndo humanos) ao serviço de guerras alheias que só servem o seu próprio interesse.
10- porque apesar de toda a chantagem psicológica terrorista com a ameaça dos islâmicos e não só, o Ocidente continua a ser islamizado por agentes judeus, apesar da continuidade e longevidade do estado israelita. ou seja, a islamização é um dado adquirido, com ou "sem israel". a chantagem é usada apenas para manter os estúpidos de cócoras e sacar mais e mais fundos, recursos, etc.
poderia ainda falar do Talmud (livro e religião que rege os israelitas), da arrogância etnocêntrica e supremacista dos dirigentes israelitas, que se enquadra no ponto 3, ou então das críticas ao Appartheid sul-africano durante os anos 50 e 60, até aos dirigentes israelitas entenderem que havia ali interesses judaicos fortes - mas só até 1994 - o que novamente se enquadra no ponto 3 e etc, etc.
mas penso que estes motivos já chegam e sobram, para manter, pelo menos, uma postura indiferente relativamente ao estado israelita.
2- porque a legitimidade étnica e histórica do estado israelita é discutível e duvidosa. claro que entre eles, os judeus dizem quem é judeu, mas depois não podem esperar reconhecimento dos outros. além disso, a propriedade de uma terra não é definida à priori e por "direito divino". ou existe, antes de mais nada, uma base e legitimidade étnica ou então o resto não conta; e sendo assim, a palestina não é "a terra dos judeus" à priori, e onde eles decidem tudo, apenas "porque sim".
3- porque israel não apoia as identidades europeias, antes pelo contrário. logo, não apoiar israel é apenas pagar na mesma moeda, não é dar "tratamento diferente" a esse país. não cabe na cabeça de ninguém, por exemplo, ir comprar casa e carro a um bandido desalojado só para que ele deixe de nos chatear, usando uma analogia.
4- porque israel sai muito caro ao Ocidente, quer aos americanos, quer aos europeus, e porque parte do dinheiro que os judeus "ocidentais" arrancam a estes países vai direitinho para israel.
5- porque israel é um estado terrorista (não só contra os islâmicos) e tem células terroristas, até mesmo no seio de organizações radicais islâmicas, p. exemplo. e com terroristas não há aliança, apoio ou negociação.6- porque apesar de israel existir há quase 6 décadas e meia, a maioria dos judeus continua a viver fora de israel e não dentro.
7- porque israel é apenas a organização central do sionismo internacional no seu todo.
8- porque além de ser assunto alheio, não há perigo de que israel venha a "cair", devido a todo o arsenal tecnológico e nuclear roubado ao seu dispôr, mas não só. se não caiu em 6 décadas e meia, não será agora que vai cair. e se caísse, o problema desses judeus era exclusivamente deles (ler a parte final do ponto 3), seja como for esse problema já existiu antes de 1948, e depois disso nada mudou, além de que o Mundo é imenso e já houve planos para estabelecer um estado judaico em diversos pontos do globo.
9- porque israel mete o Ocidente e os recursos Ocidentais (incluíndo humanos) ao serviço de guerras alheias que só servem o seu próprio interesse.
10- porque apesar de toda a chantagem psicológica terrorista com a ameaça dos islâmicos e não só, o Ocidente continua a ser islamizado por agentes judeus, apesar da continuidade e longevidade do estado israelita. ou seja, a islamização é um dado adquirido, com ou "sem israel". a chantagem é usada apenas para manter os estúpidos de cócoras e sacar mais e mais fundos, recursos, etc.
poderia ainda falar do Talmud (livro e religião que rege os israelitas), da arrogância etnocêntrica e supremacista dos dirigentes israelitas, que se enquadra no ponto 3, ou então das críticas ao Appartheid sul-africano durante os anos 50 e 60, até aos dirigentes israelitas entenderem que havia ali interesses judaicos fortes - mas só até 1994 - o que novamente se enquadra no ponto 3 e etc, etc.
mas penso que estes motivos já chegam e sobram, para manter, pelo menos, uma postura indiferente relativamente ao estado israelita.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
o plano kalergi
já foi aflorado superficialmente aqui mas é sempre bom aprofundar um pouco mais o assunto:
O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e pelos seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com as suas próprias expectativas, uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre a qual poderia governar a elite aristocrática judaica para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que, devido à sua menor inteligência não podem rebelar-se.
A essência do plano
O Plano Kalergi almejava desde os seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. O plano do suposto Conde baseava-se num utópico racismo judaico e apoiava-se numa “raça superior judaica” (Herrenrasse). O conceito de “raça superior”, o qual é erradamente postulado pela actual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado frequentemente. Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, da eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogéneos povos europeus numa raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam de ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.
(alterado para português de PT)
“O homem do futuro será o mestiço.”
FONTE
e depois ainda dizem que os supremacistas e defensores da "raça superior" eram os nazis e o Hitler.
como sempre, a escumalha inverte sempre tudo. mata e chama "assassinos" aos outros. coloniza e chama "colonizadores" ou "imperialistas" aos outros. corrompe e chama "corruptos" aos outros, etc.
será que alguém minimamente íntegro e intelectualmente honesto ainda duvida do plano supremacista judaico para dominar o Mundo? depois de tão abundantes e avassaladoras provas, evidências, declarações de interesses, assumpções, é ainda possível negar esta realidade ou remetê-la para o domínio da "teoria da conspiração", termo ele próprio cunhado por judeus para descredibilizar os oponentes?
O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e pelos seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com as suas próprias expectativas, uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre a qual poderia governar a elite aristocrática judaica para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que, devido à sua menor inteligência não podem rebelar-se.
A essência do plano
O Plano Kalergi almejava desde os seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. O plano do suposto Conde baseava-se num utópico racismo judaico e apoiava-se numa “raça superior judaica” (Herrenrasse). O conceito de “raça superior”, o qual é erradamente postulado pela actual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado frequentemente. Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, da eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogéneos povos europeus numa raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam de ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.
(alterado para português de PT)
“O homem do futuro será o mestiço.”
FONTE
e depois ainda dizem que os supremacistas e defensores da "raça superior" eram os nazis e o Hitler.
como sempre, a escumalha inverte sempre tudo. mata e chama "assassinos" aos outros. coloniza e chama "colonizadores" ou "imperialistas" aos outros. corrompe e chama "corruptos" aos outros, etc.
será que alguém minimamente íntegro e intelectualmente honesto ainda duvida do plano supremacista judaico para dominar o Mundo? depois de tão abundantes e avassaladoras provas, evidências, declarações de interesses, assumpções, é ainda possível negar esta realidade ou remetê-la para o domínio da "teoria da conspiração", termo ele próprio cunhado por judeus para descredibilizar os oponentes?
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queniano quer desarmar EUA, mas arma islâmicos
o sujeito que quer desarmar cerca de 120 milhões de americanos (muito ajuizado) é o mesmo que autoriza o armamento de rebeldes sírios, os seus primos muçulmanos.
isto é de uma escandaleira atroz que em qualquer país decente ou com uma réstea de orgulho, já teria provocado uma revolução...mas num país anestesiado, decadente e autofágico como os EUA, isso parece não ter qualquer importância.
com o controlo dos mé(r)dia tudo, mas rigorosamente tudo é possível.
já dizia Goebbels ou Hitler, um dos dois, referindo-se aos inimigos, que mediante a táctica da mentira incessantemente repetida (ou da omissão pura e simples) é possível levar o povo a acreditar que o paraíso é um inferno e o inferno um paraíso.
assim, mediante o controlo absoluto dos mé(r)dia e a propagação de mentiras (ou omissão pura e simples) é possível levar a manada a acreditar que isto é normal, não tem qualquer gravidade ou mesmo que é virtual e não está a acontecer. deus no céu, obongo na terra! amén.
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isto é de uma escandaleira atroz que em qualquer país decente ou com uma réstea de orgulho, já teria provocado uma revolução...mas num país anestesiado, decadente e autofágico como os EUA, isso parece não ter qualquer importância.
com o controlo dos mé(r)dia tudo, mas rigorosamente tudo é possível.
já dizia Goebbels ou Hitler, um dos dois, referindo-se aos inimigos, que mediante a táctica da mentira incessantemente repetida (ou da omissão pura e simples) é possível levar o povo a acreditar que o paraíso é um inferno e o inferno um paraíso.
assim, mediante o controlo absoluto dos mé(r)dia e a propagação de mentiras (ou omissão pura e simples) é possível levar a manada a acreditar que isto é normal, não tem qualquer gravidade ou mesmo que é virtual e não está a acontecer. deus no céu, obongo na terra! amén.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
anemia falciforme na àsia, àfrica e europa
é uma doença hereditária que ninguém, nem os médicos ou marxistas culturais, negam que tenha origem negróide. é só pesquisar algo sobre o tema.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
antifas = sionismo
óbvio...
claro que nem sempre é assim. mas, pelo menos no caso dos antifas conscientes é. um antifa consciente reconhece a origem das suas ideias, e reconhece a casa-mãe.
claro que basicamente estes palhaços aceitam para "outros" aquilo que negam aos seus próprios países, mas isso é um problema do foro mental e psiquiátrico só deles. eu não tenho competências nem vocação para ser psicólogo.
há outro grupo de antifas, os que criticam as acções de israel, mas que responsabilizam os EUA pelas mesmas.
a diferença entre racismo e racialismo
para encontrar verdadeiras passagens de racismo e racismo negativo, contra outras raças e povos, não é ir ver o que dizem os Nacional-Socialistas, Nacionalistas ou outros...para encontrar coisas dessas é só ir procurar tais passagens no Talmud, o livrinho que rege os "eleitos" genocidados e vitimados num tal "holocausto".
a verdade sobre os democratas suecos
"os democratas suecos mudaram muito desde que os irmãos Ekeroth (judeus) começaram a destacar-se dentro do mesmo.tanto é que o próprio site do SD dias atras deixou bem claro que abandonou o nacionalismo em prol do "social conservadorismo".
o partido agora é mais um "amigo de israel" que luta contra a "islamização" da suécia. segundo o partido, todo o imigrante é bem vindo desde que se assimile (ou seja,não tenha o islamismo como orientação religiosa).
o que se lê sobre imigração e identidade no site dos democratas suecos é o seguinte":
"Não à divisão política
Nós não acreditamos na ideia de uma sociedade multicultural, porque é uma ideologia que leva à exclusão, fragmentação e segregação. Multiculturalismo é a idéia de que um Estado sera construído em valores muito diferentes uns dos outros. Acreditamos que, em vez disto devemos defender pontos de vista ocidentais sobre os valores da democracia, da igualdade, bem-estar e os direitos humanos. "
"Prevenção da exclusão
Acreditamos, portanto, que a assimilação é o fortalecimento da cultura sueca. Com a assimilação, queremos dizer que os imigrantes que vêm para a Suécia para se adaptar à Suécia e não a Suécia para se adaptar aos imigrantes. É a integração de hoje e as políticas de imigração que criaram centenas de zonas de exclusão em torno da Suécia."
outros factos que demostram bem a qual a ideologia defendida pelo SD:
politico do Sd ,Leif Vogel ,expulso do partido apenas por fazer criticas ao comportamento dos imigrantes em aeroportos
http://www.friatider.se/var-kritisk-mot-invandring-sparkas-ur-sd
(traição, eleitores enganados,mais do mesmo e democratas-sionistas" é o que mais houve nos comentarios do link acima)
judeu que ocupa a vice presidente do partido - filo-judeu anti-nacionalista anti-islão e pró-assimilação - democratas suecos (Sverigedemokrat) ameaça de expulsão partidário após este "curtir", na rede social facebook, link da comunidade do site nacionalista realisten.se .
http://www.nationell.nu/2013/02/08/lankade-till-nationell-sajt-hotas-uteslutas-ur-sverigedemokraterna/
site de judeu - que é um dos lideres do partido filo-judeu anti-nacionalista islamófobo e assimilacionista democratas suecos - diz em reportagem que norte africana - Lorine Zeineb Nora Talhaoui - ganhadora no eurovisão 2012 é tipica representante da étnia sueca.
http://www.nationell.nu/2012/05/27/arabiska-vann-eurovision-song-svenska-dagbladet-kallar-loreen-for-etnisk-svenska/
_nas eleição de 2010 no município de Södertälje ( Condado de Estocolmo ), o SD foi O UNICO PARTIDO com uma MAIORIA DE IMIGRANTES na sua lista eleitoral, a maioria cristãos caldeus do Oriente Médio"
De acordo com o Aftonbladet , 14% dos membros do SD são de origem imigrante,
abaixo mais sob as propostas do partido anti islamização e anti nacionalismo democratas suecos
https://sverigedemokraterna.se/vara-asikter/
judeu Kent Ekeroth ,que é uma das lideranças do partido - anti nacionalista e pró-asssimilação - democratas suecos reafirma em entrevista dada a tv sueca que a identidade sueca não é uma questão de "côr de pele/raça" mas de escolha.
esta opinião é apoiada por todos os lideres do SD (ate porque os contrários à mesma são expulsos do partido ), pois eles não acreditam que os suecos são uma etnia e que a mesma mereça ser preservada.
http://www.youtube.com/watch?v=liZnjxwR4cw
em relação a quem fomenta o multirracialismo e a assimilação na suécia:
"o imperador não é mulçumano é JUDEU"
http://www.nationell.nu/2013/02/07/ledare-kejsaren-ar-jude-inte-muslim/
Jimmie Åkesson,presidente desde de 2011 do partido filo-judeu, anti-nacionalista ,anti-islão e pró-assimilação democratas suecos(Sverigedemokraterna ou SD) afirma em entrevista dada a tv que não existem suecos étnicos,e que toda e qualquer pessoa pode se tornar um sueco.
http://www.nationell.nu/2013/03/13/jimmie-akesson-det-finns-inga-etniska-svenskar/
.
partido filo-judeu ,anti-nacionalista ,anti-islão e pró assimilação democratas suecos(Sverigedemokraterna ou SD) ameaça de expulsão membro por este ter lido livro escrito por um conservador.
http://www.nationell.nu/2013/03/07/sd-vill-utesluta-omtyckt-partimedlem-for-att-han-last-en-konservativ-bok/
Mikael Höglund,membro do partido filo-judeu, anti-nacionalista ,anti-islão e pró-assimilação democratas suecos (Sverigedemokraterna ou SD) é expulso do mesmo por expôr e criticar o lobby judaico nos paises ocidentais.
http://www.nationell.nu/2013/03/21/sd-utesluter-medlem-som-sa-sanningen-om-judarnas-makt/
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
Goebbels sobre o socialismo
Nós somos socialistas porque nós vemos no socialismo, que é a união de todos os cidadãos, a única hipótese de manter a nossa herança racial e de reconquistar a nossa liberdade política, renovando o nosso Estado alemão…O Socialismo é a doutrina de libertação da classe trabalhadora. Promove a ascensão da quarta classe e a sua incorporação no organismo político da nossa Pátria, e está inextricavelmente ligado ao rompimento da presente escravatura e recuperação da liberdade da Alemanha. o Socialismo, portanto, não é meramente uma questão da classe oprimida, mas uma questão de toda a gente, para libertar o povo Germânico da escravatura, que é o objectivo da política contemporânea. o Socialismo ganha a sua verdadeira forma apenas através de uma total luta fraternal com as energias avançadas de um recém-acordado nacionalismo. Sem o nacionalismo é nada, é um fantasma, uma mera teoria, um castelo nas nuvens, um livro. Com ele, é tudo, o futuro, a liberdade, a pátria!
O pecado do pensamento liberal é ignorar a força de construção nacional socialista, assim permitindo que as suas forças se dispersem em objectivos que não são do interesse da nação. O pecado do Marxismo é ter degradado o socialismo numa mera questão de salários e de comida, colocando isto em conflito com o Estado e a existência nacional. Entender tais factos leva-nos a uma nova forma de socialismo, que vê a sua natureza como nacionalista, fortalecedora do Estado, libertadora e construtiva…
(....)
Nós somos socialistas porque consideramos que a questão social é uma matéria de necessidade e justiça para o bem da existência do estado do nosso povo, não uma questão de lamentação barata e sentimentalismos. O trabalhador tem as suas demandas de um padrão de vida condizentes com o que ele produz. Nós não temos a intenção de implorar por este direito. Incorporá-lo ao organismo estatal não é algo de importância fundamental para ele, mas para toda a nação. A questão é muito maior do que o debate pela jornada de trabalho de oito horas. Mas sim a formação de uma nova consciência de estado que inclui cada cidadão produtivo. Já que os poderes políticos de hoje não estão dispostos ou não podem criar tal situação, o socialismo deve combater por isto. É um slogan de luta tanto interno quanto externo. Ele será direccionado contra os partidos burgueses e o Marxismo ao mesmo tempo, já que ambos são inimigos mortais do vindouro estado dos trabalhadores. Ele é direccionado também a todos os poderes estrangeiros que podem ameaçar a nossa existência nacional e também a possibilidade da criação de um estado nacional socialista.
(....)
Nós chamamo-nos a nós próprios partido dos trabalhadores porque queremos resgatar a palavra "trabalho" da sua definição corrente e devolvê-la ao seu significado original. Alguém que cria valor é um criador, isto é, um trabalhador. Nós recusamo-nos a distinguir formas de trabalho. A nossa única escala é se o trabalho serve o todo, ou pelo menos não o prejudica, ou então se ele é nocivo. Trabalho é serviço. Se trabalha contra o bem-estar geral, então é traição contra a pátria.
(...)
o Socialismo só é possivel num estado unido domesticamente e livre internacionalmente. A burguesia e o Marxismo são responsáveis por falharem os dois objectivos, união doméstica e liberdade internacional. Não importa o quão nacional e social se apresentem estas duas forças, eles são inimigos jurados de um estado socialista nacional.
Devemos, portanto, destruir politicamente ambos os grupos. As linhas do socialismo Germânico são nítidas, e o nosso trajecto é claro.
Somos contra a burguesia política, e pelo nacionalismo genuíno!
Somos contra o Marxismo, mas pelo verdadeiro socialismo!
Somos pelo primeiro estado nacional Germânico de natureza socialista!
Somos pelo Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães!
(....)
resumindo, o Nacional-Socialismo é a verdadeira forma de socialismo. todas as outras, incluíndo o marxismo são formas corruptas de socialismo.
são formas igualitárias e redutoras de socialismo, ao passo que o Nacional-Socialismo é uma forma desigualitária e abrangente de socialismo, ao serviço de toda a comunidade e não de uma suposta classe "oprimida".
por exemplo, o Trabalhador alemão não era forçosamente o proletário ou o operário "oprimido" e sim todo o trabalhador ou produtor. não há distinção de classes ou trabalhos, daí ser o partido dos Trabalhadores, não do "proletariado", e assim sucessivamente.
é este socialismo que combinado com o nacionalismo, e não de uma forma isolada, garante as bases da manutenção do património racial, isto é, do Povo.
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domingo, 23 de junho de 2013
discurso de Mussolini contra o «racismo» NS
Arenga de Mussolini contra o racismo
o fascismo mussoliniano era ambíguo. aceitou leis raciais a partir de 1938 por "pressão" do nazismo, mas isso não o impediu de antes ou depois, mandar umas ferroadas contra o racialismo nacional-socialista.
as leis raciais, de que já aqui falei, nunca foram tema que importasse muito para a itália fascista.
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