"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sábado, 25 de maio de 2013

quem é Dugin?
















Dugin: Russian nationalism is a threat for the state, destructive and dangerous phenomenon 

Dugin is against "disgusting racism of the West" 

Dugin about the anti-white policy of R.Mugabe in Zimbabwe:

Quote:
I am a supporter of blacks. White civilization - their cultural values​​, false, dehumanizing model of the world, built by them - did not pay off. Everything goes to the beginning of the anti-white pogroms on a planetary scale. Russia saved only by the fact that we are not pure white. Predatory multinational corporations, oppression and suppression of all others, MTV, gays and lesbians - this is the fruit of white civilization, from which it is necessary to get rid of. So I am for reds, yellows, greens, blacks - but not for whites. I wholeheartedly on the side of the people of Zimbabwe.

FONTE


resposta: é um filho da puta anti-branco, pró-negro, neo-soviético e bolchevique, globalista e sionista.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Aurora Dourada, 2ºpartido da Grécia




















uma nova sondagem mostra a Aurora Dourada em segundo lugar com 16% à frente do Syriza (desceu consideravelmente) e apenas atrás da Nova Democracia com 21,1%

FONTE

quem diz a verdade não merece castigo


quarta-feira, 22 de maio de 2013

FN marioneta do ZOG

A União Judaica Europeia começou um diálogo com Marine Le Pen, líder da Frente Nacional de França.


A União Judaica Europeia começou um diálogo com Marine Le Pen, líder da Frente Nacional de França.

Funcionários da União Judaica Europeia, reuniram-se há uns meses com a líder da FN em París e discutiram uma série de questões e problemas que afectam a comunidade judaica europeia. Le Pen, deu as boas-vindas à oportunidade de entrar num diálogo com a União Judaica Europeia e reafirmou o seu compromisso de apoiar Israel dentro das estruturas da União Europeia. Também confirmou que todos os membros do seu partido, a Frente Nacional, que expressem opiniões que questionem aspectos contraditórios do Holocausto, enfrentarão a expulsão imediata do partido.

Apesar de terminar em terceiro nas últimas eleições presidenciais francesas com mais de 17% dos votos, Marine Le Pen continua a ser uma política polémica com a qual muitos outros políticos do país, tentam evitar envolver-se. Todavia, os líderes da União Judaica Europeia argumentam que uma Europa sólida, só pode atingir-se mediante a realização de um diálogo com os partidos de todo o espectro político.

Alexander Zanzer, membro da União Judaica Europeia:

“Não há nenhuma organização judaica, nem obviamente a União Judaica Europeia ou qualquer meio de comunicação judaico, que apoie qualquer tipo de extremista, mas temos que aplicar as mesmas normas à extrema direita e à extrema esquerda. Porque neste momento a Europa está dividida em duas. No Leste da Europa, a extrema direita tornou-se extremadamente anti-semita. No Oeste de Europa, é a extrema esquerda. Portanto há culpados em ambos os lados.”

“Se o partido de Marine Le Pen, a Frente Nacional finalmente purgar o seu partido da retórica anti-semita e conseguir eliminar todos aqueles que não seguem a línha do partido, significará uma mudança radical para um partido de extrema direita, que está a tratar de aproximar-se da maior comunidade judaica da Europa.”

FONTE



não há paciência para este jogo e este teatro sionista. a parte que pus em negrito é significativa.
que a FN é um partido kosher há muito controlado pelos sionistas, isso não é novidade nenhuma. não percebo porque alguns ainda ficam surpreendidos ou escandalizados.
o que verdadeiramente chateia é a prepotência desta escumalha, a sua pretensão de se ingerirem nos partidos europeus, nos assuntos europeus, de dizer quais partidos podem ou não podem ser "aceites" e mediante que condições.
quando se diz que se deve dar o mesmo tratamento à extrema-esquerda e à "extrema-direita", estão, obviamente a referir-se à "extrema-direita" controlada...por eles.
do género: "vá, porta-te bem. e se fizeres o que nós mandamos, damos-te alguma liberdade e deixamos-te existir, para enganares os otários do eleitorado", uma espécie de osso dado ao cãozinho obediente.
que legitimidade tem esta escumalha asiática para ditar aos partidos que expulsem militantes só porque põem em causa dogmas religiosos (como o do holoconto) ou porque não têem o comportamento "correcto"?
quanto ao "anti-semitismo" da extrema-esquerda no Oeste Europeu, faz parte do teatrinho sionista, e é um assunto já tão gasto e escalpelizado (inclusive neste blogue), que não me dou, por agora, ao trabalho de refutar essa pretensão.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Churchill, o sionista





em baixo, Churchill ao lado do financiador e chefe: o multimilionário especulador judeu dos EUA, Bernard Baruch.

sábado, 11 de maio de 2013

a hipocrisia descarada dos sionistas

para os europeus:














para israel:















sim, foi a mesma pessoa que disse ambas as coisas, o biólogo judeu sionista Jared Diamond, um mesologista que defende que a raça é uma construção social.
como é que é possível ainda existir "gente" que defenda esta escumalha, ou que apoie a existência de um estado que quer negar esse mesmo direito a todas as outras nações?

sexta-feira, 10 de maio de 2013

cuidado com o evolianismo «espiritual»


 «Race! It is a feeling, not a reality: ninety-five percent, at least, is a feeling.» - Benito Mussolini, 1933


não por acaso, Mussolini declarou-se sintonizado com as ideias de Evola...
não por acaso, desses sectores partiram críticas ao NS e acusações de "materialismo", algo refutado aqui.

sempre de pé atrás em relação ao fascismo e doutrinas excessivamente "espirituais".  não existem raças "espirituais", só existem raças carnais, biológicas, o resto é mera consequência e não causa.

terça-feira, 7 de maio de 2013

derrubar mais uns mitos sobre Mordechai

1- derrubar o mito construído pelo politicamente correcto de que Mordechai (Marx) era anti-semita e detestava judeus.
2- derrubar o mito segundo o qual Marx era muito diferente dos actuais esquerdistas, porque alegadamente não pugnava pela destruição das outras raças

Carta do rabino Baruch Levy a Mordechai  (Karl Marx) em 1848:

"O povo judeu na sua totalidade será ele mesmo o seu próprio Messias. O seu reino sobre o universo realizar-se-á pela unificação das outras raças, eliminação das monarquias e das fronteiras que são a protecção do particularismo, e pelo estabelecimento de uma república universal que reconhecerá em toda a parte os direitos de cidadania dos judeus. Nesta nova organização da humanidade, os filhos de Israel disseminados actualmente sobre toda a superfície da terra, todos da mesma raça e de igual formação tradicional, conseguirão, sem grande oposição, constituir o elemento dirigente em toda a parte e de tudo, se conseguirem impôr a direcção judaica às massas operárias. Assim, pela vitória do proletariado, os governos de todas as nações passarão para as mãos dos israelitas por intermédio da realização da República universal. A propriedade individual poderá então ser suprimida pelos governantes de raça judaica que então poderão administrar em todo o lado as riquezas dos povos. E assim realizar-se-á a promessa do Talmud de que quando chegarem os tempos messiânicos, os judeus terão sob controlo os bens de todos os povos da terra".

FONTE: "Revue de Paris" 1 de Junho de 1928, pág. 574

o circo democrático da 3ª républica
























na verdade, é até discutível que o CDS se situe realmente na direita do espectro político, mas já é um progresso que o PSD esteja apenas no centro (social-liberalismo).
falta incluir ainda o Bloco de Esterco ao lado da CDU na extrema-esquerda do espectro.
são estas as "alternativas" e "escolhas" que nos oferece a democracia de fachada.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Jobbik dá exemplo de insubmissão

Mesmo contra a vontade do governo húngaro, o partido Jobbik, de extrema-direita realizou uma manifestação anti-semita em Budapeste, este sábado. Cerca de mil apoiantes do Jobbik, o terceiro maior partido no parlamento, participaram nesta espécie de comício, em protesto contra a realização do Congresso Judaico Mundial que começa no domingo na capital húngara. Gabor Vona, líder do Jobbik, afirmou, durante o seu discurso, que “somos especiais na Europa, não porque somos a maior nação anti-semita, mas porque mesmo tendo toda a Europa a seus pés, mesmo que a Europa lhes lamba os pés, nós não o vamos fazer.

A polícia tentou proibir a realização desta manifestação, mas esta intenção foi negada por um tribunal de Budapeste. Mas mesmo com esta decisão judicial, o primeiro-ministro Viktor Orban ordenou que o ministro do Interior usasse todos os meios legais para impedir a manifestação. As autoridades apenas conseguiram fechar todas as ruas de acesso ao local do encontro, mas não interferiu no protesto.

O líder da Federação das Comunidades Judaicas da Hungria, Peter Feldmajer, explica que “o fortalecimento do Jobbik é apenas um sintoma destas questões, o grande problema é que existe cerca de meio milhão de pessoas que apoiam a extrema-direita e muitas mais aceitam a atitude negativa com os judeus.”

Recorde-se que a 21 de Abril deste ano em Budapeste, milhares pessoas realizaram uma grande manifestação e recordaram os cerca de 600 mil judeus que morreram durante a 2ª GM na Hungria.

A escolha da cidade de Budapeste para a realização do Congresso Judaico Mundial não foi inocente: a organização quis fazer este encontro na capital húngara para mostrar que os movimentos anti-semitas estão a crescer cada vez mais.

FONTE



o Jobbik poderá ter outros defeitos, vários defeitos, mas a submissão aos judeus e ao ZOG não é um deles.
este partido é o 3ºmais votado da Hungria, o que demonstra que o anti-semitismo ou anti-sionismo ou como se quiser chamar (apesar de anti-semitismo e anti-sionismo serem coisas diferentes) não afasta a população.
poderá haver prioridades, como a criminalidade estrangeira, a imigração em massa, a corrupção e outras, mas a abordagem à questão judaica não afasta eleitorado dos partidos nacionalistas.
os partidos nacionalistas a sério denunciam o dedinho que há por detrás da destruição das raças europeias e não se limitam a falar em "islão" e outras coisas, para fazer parecer que são nacionalistas e defendem o povo nativo a sério. o Jobbik, juntamente com o Aurora Dourada, o Svoboda, o NPD, e até mesmo o BNP, entre outros, dão o exemplo do que deve ser nacionalismo e envergonham partidos corrompidos como a FN francesa, o FPÖ, o Vlaams Belang, o NRW, o PVV e outros.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

taxa de homicídios mundial






















FONTE

embalado por uma sugestão de um leitor fiel deste blogue, resolvi publicar um mapa com a taxa de homícidios em todo o Mundo.
e a verdade vem sempre ao de cima. é tudo menos surpreendente que os países com as taxas mais elevadas de homícidios sejam os situados na Àfrica Negra ou América Lat(r)ina, países de raça raíz negróide, ou então com percentagens elevadas de mistura racial, casos da América do Sul e pelo menos parte da América Central.

quociente médio de QI das nações


sábado, 27 de abril de 2013

israel sanguessuga dos EUA












O Pentágono atribui mais 395,9 milhões de dólares  para o sistema antimísseis de israel

O orçamento da Agência de Defesa Antimisseís do Pentágono para o ano fiscal 2014 (que começa em Outubro) inclui 220 milhões de dólares adicionais para o sistema de defesa antimísseis israelita. Outros 175,9 milhões de dólares poderão ser atribuídos en 2015, informa Bloomberg.
O orçamento, contudo, tem que passar pelo Congresso dos Estados Unidos. Se for aprovado, esse dinheiro somar-se-á aos 486 milhões de dólares que Washington já gastou no financiamento do sistema antimísseis de Israel, também conhecido como Cúpula de Hierro (Iron Dome), nos últimos anos.

FONTE


e tudo isto com o contribuinte americano a pagar, num país onde há fome, desemprego, etc, mas há dinheiro para isto. e os judeus não controlam nada, o que seria se controlassem...

domingo, 21 de abril de 2013

marxismo judaico pós-revolução

existem algumas teorias segundo as quais, apesar dos judeus estarem sobre-representados na estrutura do regime soviético durante a revolução e nos primeiros anos, algum tempo depois disso foram "perdendo" os lugares, sendo destituídos e até perseguidos.
pois bem, hoje vou desfazer esse mito falso de uma vez por todas, para que não restem dúvidas. os judeus não deixaram de estar sobre-representados na estrutura do regime soviético, por exemplo, durante os anos 50 no consulado do judeu Kruschev (Perlmutter) que admitiu, repito admitiu, durante um discurso feito para uma delegação de socialistas Franceses em 1956, que "o governo encontrou nalguns dos seus serviços uma grande concentração de judeus, superior a 50% do seu staff". esta é a realidade!













depois, a questão das "perseguições", já se sabe que a mentira repetida muitas vezes se torna verdade, e esta máxima era especialmente verdade para a URSS, que é a verdadeira inventora da mesma e não aqueles que se convencionou dizer na história revisionista do politicamente correcto...
porém aqui neste vídeo a partir do minuto 3:38, é explicado que o regime soviético simulou, repito simulou perseguições anti-semitas para distrair, distrair o Mundo do passado judaico do comunismo.
portanto, uma pura manobra de diversão e desinformação tipicamente, mas tipicamente judaica. e quem simula um holoconto de "6 milhões", também faz isto e muito mais. ponto final parágrafo.
mais à frente, nesse vídeo, é ainda dito que os judeus eram especialmente favorecidos em termos de imigração para o Oeste mais próspero (para lá da cortina de ferro), provavelmente para não sofrerem as agruras que o resto da população tinha que sofrer naqueles regimes tirânicos do Bloco de Leste,
sendo que, a esses, aos gentios, como é óbvio era negado o direito de escaparem desses países, por mais agruras e barbaridades que sofressem.
vale a pena ver o vídeo inteiro, pois fala da forma como os judeus dominavam os bancos alemães sob a liderança do judeu milionário Max Warburg, um dos financiadores de Lénine e Trotsky.
voltando ao tema do tópico, o marxismo judaico post-revolução, no video explica que a Enciclopédia judaica afirma que "O movimento e a ideologia comunista desempenharam um papel importante na vida judaica particularmente nas décadas de 1920 e 1930 e durante e após a II Guerra Mundial." ou seja, é claro como àgua para quem lê, que não houve nenhuma perda de poder, esvaziamento ou destituição de judeus dos seus cargos, quanto muito poderá ter havido passagens de testemunho entre judeus.









o video diz muito mais, como p.exemplo, o facto do bolchevismo ser uma espécie de revolução judaica contra o anti-semitismo do império Russo e que a juventude judaica aderiu ao bolchevismo precisamente por esse facto.

feminismo = marxismo




















palavras para quê?
é a "luta de classes" adaptada à versão "luta de géneros"...

sábado, 20 de abril de 2013

marxismo sionista em França

como referi em tópicos anteriores, já aqui dei conta das ligações do sionismo à esquerda soviética, tal como à esquerda alemã, à esquerda britânica e portuguesa.  hoje vou falar das ligações do sionismo à esquerda francesa.
na imagem ao lado vemos um memorial de Léon Blum num kibbutz israelita. Blum era um comunista judeu de França, foi 3 vezes primeiro-ministro francês, embora sempre por períodos muito breves.
podem ver aqui que era um advogado da causa sionista.

na imagem ao lado, vemos o meio-caribenho, meio-judeu Harlem Désir que se tornou no primeiro líder negróide de um partido europeu de destaque, neste caso o partido socialista, além de ser Membro do Parlamento Europeu. porém, Désir já foi marxista, e presidente do SOS Racisme entre 1984 e 1992.  Désir é também um apoiante da causa sionista, conforme é visível aqui ou aqui.










na imagem ao lado vemos Daniel Cohn-Bendit, um judeu nascido em França, embora de nacionalidade alemã e filho de judeus alemães refugiados. é actualmente deputado Europeu e co-presidente do grupo parlamentar Grupo dos Verdes/Aliança Europeia. porém Chon-Bendit já foi um anarquista, além de ser um pedófilo assumido. esteve envolvido como líder na revolta estudantil do Maio de 68 em França. ganhou a alcunha de "Danny the Red" ou "Danny o vermelho", e é, como não podia deixar de ser, um sionista, como se pode comprovar, por exemplo, aqui








na imagem ao lado, vemos Boris Fraenkel, um judeu polaco já falecido e nascido em Danzig, porém radicou-se em França a partir de 1938.
era marxista e lutava pelo sionismo de extrema-esquerda, como se pode ler aqui, misturando a ideologia marxista com o nacionalismo judaico.








outros exemplos de comunistas judeus na vida política francesa foram Lucienne Abraham, Henri Alleg, Daniel Bensaïd, Charles Bettelheim, Claude Cahen, Pierre Frank, Daniel Gluckstein, Lucien Goldmann,  Jules Isaac, Alain Krivine, David Korner, Pierre Lambert, Benny Lévy, Michael Löwy, Edgar Morin, Maxime Rodinson, Alfred Rosmer, Maximilien Rubel, Marcel Rayman, Albert Nahumi, Jean Jérome, Joseph Epstein, Leopold Trepper, Pierre Villon, etc

o plano kaufman


"'A Alemanha precisa de morrer  para sempre! De facto - não em fantasia!... A guerra-luxúria existe como um conjunto nas massas Alemãs. Os líderes Alemães não estão isolados desta vontade do povo Alemão (...) " (páginas 6 e 7). 

"Eu não sinto nenhum ódio pessoal a mais por estas pessoas [os Alemães] do que eu poderia sentir por um rebanho de animais selvagens ou um grupo de répteis venenosos... Eles perderam as características dos seres humanos. Eles são bestas; eles precisam de ser tratados como tal (16)".

"Só há uma forma de frustrar este desejo: a meta de dominação mundial precisa de ser removida do alcance do povo Alemão e a única forma de fazer isso é removendo os Alemães do mundo (28)."

"O vírus maligno do Germanismo tinha sido injectado no fluxo de vida do público e os Alemães esperaram a epidemia que eles sentiam que infestaria o mundo mais cedo ou mais tarde (45)."

"Porque ela [a Alemanha] não fez nenhum esforço há milhares de anos atrás para tornar-se civilizada, como fizeram os vizinhos dela, a Alemanha hoje é uma intrusa entre as nações civilizadas (77)."

"Reeducação da geração mais jovem? É altamente duvidoso que um grande programa de reeducação valeria o esforço ou alcançaria o seu objectivo. O espírito é grande e infinitamente mais poderoso que o cérebro. E as características militantes tornaram-se parte integrante do espírito dos Alemães. Algum dia a alma guerreira Alemã voltaria a dominar o seu cérebro (dos Alemães). Uma solução final: (…) aí está, não há nenhuma outra solução excepto:
A Alemanha precisa de desaparecer deste planeta para sempre! E, afortunadamente, como nós podemos ver agora, isso não é impossível de ser realizado. (82,83)."

"(…) Assim resta apenas uma maneira de livrar o mundo do Germanismo para sempre - e essa maneira é eliminar a fonte destas almas guerreiras - impedindo o povo Alemão de reproduzir a sua espécie. Este método moderno, conhecido pela ciência como Esterilização Eugénica, que é prática, humana e perfeita. A esterilização tornou-se um provérbio da ciência, como o melhor meio de livrar a raça humana dos seus desajustados: os insanos, os criminosos hereditários.

(…) A esterilização (…) é uma operação simples e segura, totalmente inofensiva e indolor, sem nunca mutilar ou castrar os pacientes. Os seus efeitos (colaterais) não são mais sérios que a extracção de um dente. (…) A população da Alemanha, excluindo os territórios conquistados ou anexados, é de aproximadamente 70 milhões, igualmente divididos entre homens e mulheres. Para realizar o plano de extinguir o povo Alemão será necessário esterilizar apenas cerca de 48 milhões de pessoas – um número que exclui, devido à limitada capacidade deles se procriarem, homens com mais de 60 anos de idade e mulheres com mais de 45 anos. (…) Cerca de 20 mil cirurgiões como um número arbitrário e assumindo que cada um executa um mínimo de 25 operações por dia não precisaremos de mais que um mês, no máximo, para completar a esterilização deles... O restante da população civil masculina da Alemanha pode ser tratada em três meses. (86-88)"



seria esta a "solução final" que tanto falam e tanto atribuem aos nazis? quem inventou o termo "solução final" não foram os alemães nazis e sim este judeu Theodore N. Kaufman, presidente do Movimento Americano para a Paz e conselheiro do Presidente Roosevelt, outro judeu (e maçon).
mas depois os outros é que são racistas e genocidas...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Hollywood ou Hollyjewood?


 Porque razão os judeus dominam Hollywood?

Os judeus constituem apenas 2% da população dos EUA, apesar disso, são maioria em Hollywood, escreve o diário suiço NZZ am Sonntag.

O estudo do NZZ am Sonntag, revela o que se passa nos bastidores de Hollywood e assegura que este império cinematográfico está sob controle dos judeus.

Segundo o diário suiço, quase todos os estúdios cinematográficos dos EUA são controlados por judeus. A maioria dos membros do júri do prémio Óscar, guionistas e comediantes famosos são judeus.

NZZ am Sonntag coloca uma questão à qual tenta responder: “Porque focam os judeus tanto empenho e dedicação ao campo da produção cinematográfica?

Segundo o diário, após a chegada ao poder de Adolfo Hitler, os judeus perderam o controle sobre os estúdios cinematográficos alemães e austríacos, que até então dominavam; fugiram então para os Estados Unidos e invadiram a sua indústria de cinema.

Acrescenta a fonte que os imigrantes judeus conheciam os interesses dos cidadãos norte-americanos e descobriram o sonho americano que actualmente é o principal pólo de Hollywood.

Os judeus esforçaram-se para não revelar a sua verdadeira identidade e origem, pelo que alteraram os seus nomes fazendo-se passar por norte-americanos. Hirsch Moses, por exemplo, alterou o seu nome para Harry Warner,.

Nos filmes antinazis, os judeus desempenhavam o papel de nazis, explica um especialista de Hollywood.

O relatório publicado pelo NZZ am Sonuentag afirma que os críticos do sionismo e do regime de israel não têm lugar em Hollywood. O famoso diretor e actor Mel Gibson viveu essa realidade, pois após criticar israel e o sionismo, foi impedido de dirigir um filme nos estúdios da Warner Bros.

Uma sondagem de opinião, levado a cabo em 2008 nos EUA, revelou que os norte-americanos acreditam que os judeus dominam Hollywood. Diz-se até que quem aspira a ser famoso deve-se casar com uma mulher judia, o que é considerado um privilégio.

Como conclusão, o diário suíço refere-se ao filme anti-Irão Argo (de Ben Affleck), ganhador de um Óscar, como prova da influência dos judeus em Hollywood, uma vez que os judeus são os protagonistas no júri do prémio Óscar.

FONTE



quando virem brancos ou até brancas a fazerem papel de "maus da fita" nos filmes, ou quando virem indíviduos das chamadas "minorias" a fazerem papel de bonzinhos ou vítimas, já sabem porquê. não é nenhum "mistério".
neste artigo do metapedia em espanhol, podem ver quais as indústrias cinematográficas judias, i.e. controladas por judeus, podem ver nomes dos directores de cinema judeus, alguns dos quais famosos de quem toda a gente já ouviu falar, e podem ver nomes de actores/actrizes judeus ou convertidos ao judaísmo, tal como nomes de filmes emblemáticos deste cinema hollywoodesco com mensagens judias plenamente detectadas e identificadas.  aí nessa lista falta, p.exemplo, o filme realizado pelo judeu Spielberg chamado "Amistad" que retratava portugueses e espanhóis da era dos descobrimentos como carniceiros e assassinos, e negros como vítimas, então a mensagem poderia ser eurofobia, multirracialismo, politicamente correcto, etc é só um exemplo que me lembrei e que falta aí, já que é impossível enumerar todos os filmes com mensagem judia anti-europeia ou eurofóbica, de tantos que eles foram.

terça-feira, 16 de abril de 2013

quando o Ocidente era Ocidente...


O que George Washington e Benjamin Franklin disseram sobre os judeus:

"Eles (os judeus) trabalham mais efectivamente contra nós, do que os exércitos do  inimigo. São centenas de vezes mais perigosos à nossa liberdade e à grande causa na qual estamos engajados... Deve ser lamentado muito que cada estado, há muito tempo, não os tenha caçado como pestes da sociedade e os maiores inimigos que temos à felicidade da América". 
- George Washington.



"Eu concordo plenamente com o General Washington, que devemos proteger esta jovem nação de uma influência insidiosa e penetradora. A ameaça, senhores, são os judeus.
Em qualquer país onde os judeus se assentaram em números consideráveis, baixaram o seu nível moral; depreciaram a sua integridade comercial; (...) construíram um Estado dentro do Estado; e quando sofreram oposição tentaram estrangular este país até a morte financeiramente, como no caso de Espanha e Portugal.
Por mais de 1.700 anos, os judeus choraram o seu destino triste de estarem exilados da sua terra natal, como eles chamam à Palestina. Mas, senhores, se o mundo lhes desse a Palestina, iriam na hora achar alguma razão para não retornarem. Porquê? Porque eles são vampiros, e vampiros não vivem de vampiros. Não podem viver apenas entre eles próprios. Devem subsistir em cima de outros povos que não da sua raça. Se vocês não os excluírem destes Estados Unidos, na sua Constituição, em menos de 200 anos eles terão chegado aqui em grande números que dominarão e devorarão a terra e mudarão a nossa forma de governo, pela qual nós americanos derramamos o nosso sangue, damos as nossas vidas, as nossas almas e arriscamos a nossa liberdade. 
Se vocês não os excluírem, em menos de 200 anos os nossos descendentes estarão a trabalhar nos campos para dar-lhes subsistência, enquanto eles estarão nos escritórios comerciais a esfregar as mãos. Eu aviso-os, cavalheiros, se vocês não excluírem os judeus por todos os tempos, os vossos descendentes irão amaldiçoá-los nas suas covas.
judeus, cavalheiros, são asiáticos, deixem eles nascerem onde quiserem ou quantas gerações forem fora da Ásia, eles jamais serão diferentes. As suas ideias não se ajustam às do americano, e não se ajustarão jamais nem que vivam entre nós dez gerações. Um leopardo não pode mudar os seus pontos. judeus são asiáticos, são uma ameaça a este país se permitirmos a sua entrada, e deveriam ser excluídos por esta Convenção Constitucional". 
- Benjamin Franklin



discurso bonito, sem dúvida. o que mais impressiona nestas declarações é a ausência de politicamente correcto em dar os nomes aos bois. mas, então, se havia esta lucidez e esta consciência de perigo, o que é que falhou? porque é que isto não foi colocado em prática? se o Oeste ainda era Oeste, ainda mandava em si próprio e havia consciência do perigo, o que é que impediu a "solução"? terá sido a corrupção do dinheiro judeu a falar mais alto?  ou a maçonaria da qual ambos eram parte? enfim, uma coisa é certa, Franklin tinha razão em praticamente tudo, até na maldição dos descendentes desiludidos com o Mundo actual.

quem está a matar-nos?

Who's killing us ?
ignorem as partes em que o autor fala de cristianismo, tentem ler em vez disso, cultura clássica ocidental no seu lugar, ou seja, um fundo ocidental com uma superfície "cristã".