"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

salazarismo não é nacionalismo...




salazarismo é, sempre foi e será salazarismo, apenas e só salarazismo. poderá, eventualmente, tentar "colar-se" a essa história dos nacionalismos, das identidades ou até das "raças" e "etnias", mas não tem absolutamente nada a ver com essas coisas. até se opõe claramente a elas. tem mais a ver com a igreja católica ou com o judaismo do que com os nacionalismos e nacional-socialismos.
poderá eventualmente dizer que tem simbolos ou gestos parecidos, mas não passa disso mesmo.

já que se fala muito nas supostas ligações do "fascismo" (em particular o português
e ibérico) com o nacional-socialismo, nunca é demais lembrar a neutralidade da Ibéria no conflito da II Guerra. no caso português, não só manteve a neutralidade e a velha aliança com a Inglaterra, como cedeu a base das lajes nos Açores aos aliados (primeiro Inglaterra, depois EUA) e, ainda por cima, recebeu milhares de refugiados judeus em Portugal (tal como Franco o fez em Espanha) que fugiam do regime nazi.
também não é demais lembrar que Franco chegou ao poder em Espanha com exércitos de 60 mil marroquinos e, tal como o homólogo Salazar, também dizia que a Espanha era "multirracial".
até o próprio Mussolini viu, em 1922, milhares de judeus aderir ao seu movimento pela tomada do poder... para não falar das suas conquistas em Àfrica!

essas figuras lutaram apenas para conservar os seus regimes e os seus interesses pessoais imediatos, nunca por uma Europa nacionalista, nacional-socialista nem identitária. e não tiveram a minima hesitação em abrir as portas dos dois estados ibéricos sionistas para "proteger" os seus parentes judeus.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

o mito do NS esquerdista...



“O socialismo é a ciência que se ocupa do bem comum. Socialismo e comunismo não são a mesma coisa. O marxismo não é socialismo, são inimigos eternos. Os marxistas apropriaram-se do termo e mudaram o seu significado. Vou tirar o socialismo dos socialistas. (…) Os nossos antepassados compartilhavam terras e cultivavam a ideia do bem comum. O marxismo não tem o direito de disfarçar-se de socialismo. Ao contrário do marxismo, o socialismo não rejeita a propriedade privada. Ao contrário do marxismo, não implica renegar a própria personalidade. Ao contrário do marxismo, o socialismo é patriótico e nacionalista. Não somos internacionalistas, pois isso é Marxismo(Comunismo). Nós somos Socialistas, pois o Socialismo é Nacionalista" . (…) Exigimos que o Estado satisfaça as justas reclamações das classes produtoras com base na solidariedade racial. Para nós, Estado e raça são a mesma coisa.”
(Hitler, Resposta a George Sylvester Viereck, Liberty, 1932.)
 
O meu socialismo é outra coisa diferente do marxismo. O meu socialismo não é a luta de classes, mas a ordem (…) Eu vos peço que leveis convosco a convicção que o socialismo, tal qual nós o compreendemos, visa não à felicidade dos indivíduos, mas sim a grandeza e o futuro da nação inteira. É um socialismo heróico. É o laço de uma fraternidade de armas que não enriquece ninguém e põe tudo em comum”
(Adolf Hitler  – Coopération, Paris 1939, p. 201)

"Nenhum Homem saudável pode ser Marxista(Comunista). Os Homens sadios reconhecem o valor do indivíduo. Enfrentamos as forças do desastre e da degeneração."
(Adolf Hitler)

"O nacional-socialismo é socialista não na forma tradicional de socialismo, mas sim interpretando o socialismo como “exaltação do social”.”
(Adolf Hitler)
 
 

 Palavras do próprio Adolf Hitler para acabar de vez com alguns mitos, confusões e deturpações. Nacional-Socialismo não é comunismo ou semi-comunismo, nem uma mera variante "racista" do comunismo, nem extrema-direita com politicas económicas de esquerda ou marxistas.
 Nacional-Socialismo não é nada disso. Não é comunismo, nem fascismo. Não é "esquerda", nem "direita".  Socialismo também não é, nem nunca foi esquerda ou extrema-esquerda; pelo menos até uns "revolucionários" de 1917 lhe colocarem esse apodo, talvez esperando obter dividendos com essa estratégia politica de "colagem" e "camuflagem".  Socialismo NÃO É "comunismo económico".
não é por acaso que a própria palavra "Nacional" precede a palavra "Socialismo" podendo até essa ordem alterar substancialmente o próprio sentido da palavra "socialismo".
Nacional-Socialismo é o socialismo da nação, ou seja, o bem-estar da nação. Não implica quaisquer medidas económicas mais de "esquerda" ou de "direita". Não implica luta de classes, fim da propriedade privada, colectivização...nada disso. Como o próprio Adolf Hitler diz, o Socialismo é o bem-estar social ...da nação, claro, e não o bem-estar "internacional". 
 Mas o "bem-estar" não implica nenhuma das medidas marxistas.  Aliás, nem implica o Estado absoluto, nem a ausência total de Estado.  Está acima de qualquer "esquerda" ou de qualquer "direita". Está acima dessa falsa dicotomia, criada recentemente por alguns individuos sem escrupulos e com interesses, que somente pretendiam o lucro fácil e pessoal de curto prazo, fossem de "esquerda" ou de "direita".

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

o mito das fronteiras mais antigas...


estes dois mapas do séc.XIII mostram que, à época em que Portugal ainda não tinha conquistado o extremo-sul (Algarve e parte do Baixo Alentejo), já outros países/estados actuais da Europa tinham fronteiras mais ou menos definidas (grosso modo)
é o caso da Escócia (não é independente do RU, mas tem estado e jurisdição separados); da Dinamarca (grosso modo), da Inglaterra (grosso modo, excepto a pequena Cornualha e enclaves em Gales) da Noruega (grosso modo) e da própria Bulgária com fronteiras muito parecidas às actuais.

o facto de estes estados/reinos terem sofrido anexações posteriores de outros reinos em nada invalida o acima exposto, porque, nesse caso, também o Reino de Portugal sofreu anexação da Espanha entre 1580 e 1640, por exemplo. e que não se limitou a ser uma mera anexação politica mas sim uma ocupação militar total (que em alguns casos se prolongou até 1668).