"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

domingo, 31 de janeiro de 2010

o pseudo-centenário da républica (das bananas)

 que eu saiba a implantação da républica foi a 5 de Outubro de 1910, ou seja, só completará 100 anos no próximo mês de Outubro. e estamos em Janeiro.
se querem comemorar a outra data, o 31 de Janeiro de 1891 (tentativa falhada de implantar o regime republicano) pois então façam-no! comemorem.  mas, nesse caso, não digam "centenário".
é que passaram-se 119 anos e não 100.

não sei se mais alguém reparou no mesmo que eu, mas isto é mais uma completa parvoice e aberração do estado português e deste país chamado Portugal, que nem as suas datas sabe celebrar convenientemente.  até as datas têm que trocar e misturar.  é impressionante. 

como sempre, Portugal no seu pior... em quase tudo.

descrença religiosa = QI alto












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processo de genocidio adiantado no Algarve

Mães estrangeiras deram à luz um quarto dos bebés

Um quarto das crianças que nasceram nos hospitais algarvios no ano passado são filhas de mães estrangeiras. De acordo com o comunicado, emitido ontem, da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, nasceram 4713 bebés durante o ano de 2009, sendo que 1090 são filhos de imigrantes.

A nacionalidade mais representativa das mães estrangeiras, segundo a ARS, é a brasileira, com 345 bebés, seguida da ucraniana, com 144, e da romena, com 137. O número de filhos de mães estrangeiras diminuiu ligeiramente em relação a 2008, ano em que nasceram 1139 crianças.

Apesar da diminuição, a ARS destaca a importância dos imigrantes nos valores de natalidade do Algarve. "Os valores colocam o Algarve como uma das regiões portuguesas com maior natalidade, confirmando a crescente importância da população migrante no desenvolvimento socioeconómico da região", refere a ARS.

O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, que nasceram em 2009 no Algarve é cinco vezes superior ao de 2000, ano em que nasceram 216 crianças.

As outras nacionalidades predominantes em termos de nascimentos no Algarve são moldava, inglesa, guineense, cabo-verdiana, chinesa, russa e alemã.

O número de bebés, filhos de mães estrangeiras, não é relevante apenas na região do Algarve. Entre 2007 e 2008, os imigrantes contribuíram para o aumento da taxa de natalidade, que se verificou em Portugal nesse período.

As comunidades imigrantes podem assim ajudar a travar o envelhecimento da população, fenómeno que, segundo lembrou o Presidente da República, no passado mês de Dezembro, afecta o desenvolvimento económico. "Um país sem crianças é um país sem futuro", avisou Cavaco Silva.


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resumindo, o processo de substituição populacional vai já bastante adiantado no Algarve (mas não só) e mesmo assim até diminuiu um pouco em relação a 2008.
de qualquer maneira, há cerca de 10 anos (2000) o nascimento de filhos de imigrantes era 5 vezes menor. só não vê quem não quer.
para piorar a coisa, a nacionalidade mais representativa é a brasileira, que como se sabe, geralmente trás mistura racial, negros, mestiços, pardos, mamelucos, cafuzos, enfim de tudo um pouco. 
guineenses, cabo-verdianos e chineses aumentam mais a mistura racial, sendo que os imigrantes de Leste ou os russos, alemães e ingleses, também são maus, mas menos gravosos para a identidade nativa.

perante este cenário, o que têm a dizer o actual presidente da républica e o anterior?? 
simples, a sua única preocupação é que haja muitos nascimentos, para renovar as gerações, porque importa é haver muita população, não interessando as origens dessa mesma população.
os portugueses têm baixa natalidade?  simples...a resolução do problema é abarrotar o território com imigrantes, para no futuro isto deixar de ser Portugal e passar a ser "miscelânea".

Berlusconi equipara imigrantes a criminosos

Berlusconi equipara imigrantes a criminosos

O presidente do Conselho italiano de ministros, Silvio Berlusconi, declarou hoje em Reggio Calabria, no Sul do país, que uma “redução dos imigrantes de fora da União Europeia (UE) significa menos forças a engrossar as fileiras dos criminosos”.

O chefe do executivo disse que o seu Governo exercerá uma pressão “muito forte” sobre a UE para que esta suporte as despesas da vigilância que está a ser exercida pelos países costeiros, de modo a combater os fluxos de imigração clandestina.

Reunido na Câmara Municipal de Reggio Calabria, numa região onde recentemente houve confrontos com imigrantes africanos, o Conselho de Ministros aprovou um plano extraordinário contra as máfias, tendo Berlusconi afirmado que Os Sopranos e outros programas televisivos sobre essas organizações de criminosos prejudicam a reputação da Itália.

O plano aprovado inclui uma nova agência encarregada de gerir os bens que forem confiscados aos grupos mafiosos, cujos lucros aumentaram 12 por cento entre 2008 e 2009, tendo chegado neste último ano a 78.000 milhões de euros.


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domingo, 24 de janeiro de 2010

a imigração é uma «necessidade»

Para uma Europa com futuro, a imigração "é uma necessidade" e não um fardo

José Luis Zapatero, presidente do Governo de Espanha, que este semestre preside à UE, puxara o tema. Para lutar contra a pobreza e a exclusão social "é obrigatório os países democráticos e avançados garantirem saúde e educação a todas as pessoas que vivem dentro das suas fronteiras, independentemente da sua condição legal", dissera, minutos antes de González discursar.


Por quase toda a Europa se ouve protestar contra o fluxo migratório. O momento é crítico. Com a crise, oito milhões de empregos desapareceram do espaço comunitário. Zapatero está convencido de que as consequências seriam bem mais severas se não fosse o esforço extra da União e dos Estados-membros. A UE baseia-se num "modelo reconhecido", com "instituições fortes", com "instrumentos preciosos" que amorteceram a queda.

Foi sobre a sustentabilidade desse modelo social que González reflectiu ontem. O continente envelhece a olhos vistos. Daqui a 20 anos teremos menos 30 milhões de activos. "O problema não é a população que temos. O problema é: com a população que temos, como criar uma economia sustentável?" No seu entender, com um "mix de políticas demográficas."

O antigo líder socialista julga que a UE tem de contar com os imigrantes, mas também com as mulheres no mercado de trabalho e no combate ao "declive demográfico". "As empresas não contratam jovens mulheres por acharem que vão engravidar. Contratem-nas, sobretudo, se engravidarem."

Um novo ciclo de políticas económicas e sociais abrir-se-á em 2010. O Ano Europeu contra a Pobreza é também o ano da Estratégia 2020, que substituirá a Estratégia de Lisboa, que vigora há dez anos e que ficou aquém do objectivo traçado - erradicar a pobreza. O documento já esteve em discussão pública e deverá ser votado na Cimeira da Primavera.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, explicou as linhas mestras nessa nova era. A Estratégia 2020 "perseguirá um objectivo claro: promover uma economia de mercado social mais verde, mais competitiva e mais inclusiva. Uma das principais metas será a criação de emprego. Temos de evitar por todos os meios uma recuperação sem emprego."

Ainda na véspera, num jantar informal com jornalistas, o comissário Europeu do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades, Vladimir Spidla, confessara: "Se me perguntarem se a crise já terminou, terei de responder que não - claramente. Do ponto de vista económico, já há sinais de recuperação. Do ponto de vista social, não."

"Os nossos esforços concentrar-se-ão no desemprego juvenil e no desemprego de larga duração - temos de evitar que um fenómeno de carácter cíclico se converta em estrutural", adiantou Barroso. "Contudo, a "Europa 2020" não poderá circunscrever-se às medidas mais tradicionais. Se o emprego é de um modo geral a melhor salvaguarda contra a pobreza e a exclusão social, para oito por cento dos europeus trabalhar não é suficiente para sair da pobreza. É inadmissível. O trabalho tem de ser uma via para sair da pobreza. Chegou a altura de encontrar um novo consenso político sobre isto".

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pois é, o velho discurso gasto e estafado de sempre. a imigração é "obrigatória" (onde é que já ouvi isto?), a imigração "resolve" o problema da natalidade e envelhecimento, em tempos de crise temos é que olhar para os coitados dos imigrantes que só vêm "trabalhar honestamente" e os nativos que se lixem!

os anos passam, mas o discurso politicamente correcto não conhece limites, nem mesmo sequer em tempos de crise.  nem com a Europa a abarrotar de imigrantes e com largos milhões de desempregados.
a cassete é sempre igual, as frases e os chavões sempre os mesmos.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

era uma vez Portugal

"Foi também o século XX que viu desenvolver-se a História de longa duração, transformando-a em História de tudo quanto viveu e aconteceu no território hoje habitado pelos portugueses. Assim, temos "Histórias" que começam com o paleolítico e o Neandertal, alargando a 20, 30 ou 50 mil anos esta História de 850! São perspectivas legítimas, curiosas e, por vezes, inteligentes. Mas deixam quase sempre esta indelével e desagradável sensação de estarmos diante de uma contínua e persistente jornada portuguesa e lusitana.

Só gradual e recentemente se foi afirmando que Portugal partia da diversidade, não da unidade. Os primeiros ensinamentos de Herculano tinham dado fruto. Nos anos 40, Orlando Ribeiro e, nos anos 80, José Mattoso, além de outros, confirmaram e consolidaram a ideia da diversidade e da metamorfose de um povo, afastando a concepção da unidade original. A unidade e a homogeneidade, aliás excepcionais, foram construídas, são ponto de desenvolvimento e de chegada, não de partida.

Curiosamente, para os nossos três autores, a narrativa começa com a chegada dos exércitos muçulmanos à Península. É um sinal dado nas primeiras páginas: Portugal nasceu contra! Parece que sugerem: serão os séculos de conquista que formarão estados e povos. E formarão Portugal. Sabe-se hoje, sempre se deveria ter sabido, não fora a ideologia, que há mais diferenças entre as regiões portuguesas do Norte, do Centro e do Sul, do que entre estas e os seus prolongamentos galegos, castelhanos e estremenhos. População diversa, povo plural, território heterogéneo, mas poder central e unitário, concentrado, com reduzida negociação, desde o Condado Portucalense. Neste paradoxo, a singularidade portuguesa. Mas que não se trata de uma singularidade excepcional e única: todos os países são singulares, caso contrário não seriam países. E é com alegria que vejo o título do último capítulo desta História: "Uma democracia europeia". Nas minhas palavras, um país como os outros! Parece banal e resignado. Mas é uma vitória da razão.

Estamos longe das concepções redentoras da pátria, segundo as quais, antes de Portugal, já havia portugueses, mesmo se com outro nome. Ultrapassada também a ideia de que a nação precedeu e criou o Estado, sublinham e confirmam uma outra, a de que foi o Estado, isto é, o poder político organizado ou em vias de organização, que criou a nação, o que durou séculos, a ponto de só recentemente se poder falar de um país inteiramente integrado, de uma sociedade articulada, de mercados entrosados, de cidadãos livres e de uma consciência nacional que deixava de ter como horizontes as planícies ou as montanhas que a vista alcançava!"

domingo, 17 de janeiro de 2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

origem das raças (Y-DNA)


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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

se os Americanos soubessem...


mais um video antigo que vem aqui parar em 2016, dia 3 de Junho.
vem parar ao arquivo de 2010, justamente no dia em que tomei conhecimento dele.

composição étnica do Kosovo em 2005

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

NS e comunismo, identificação da direita

Nacional-Socialismo e Comunismo
UMHA IDENTIFICAÇOM DESENHADA POLA DIREITA

Dende há um tempo publicarom-se umha série de textos com a idéia de identificar Comunismo = Nazis, cumha dobre motivaçom:

· Os intelectuais do Sistema para eliminar propagandísticamente os restos comunistas radicais que ainda ficam vivos e culminar o seu melhor triunfo: a integraçom dos comunistas no Sistema de Mercado.

· E os pensadores da direita de todas as cores, dende a reaccionária à alternativa, para acusar aos ex-comunistas agora passados a social-demócratas do seu passado stalinista, e de passo livrarem-se das acusaçons de ser eles ‘fascistas’.

A saída do ‘Livro Negro do Comunismo’ em 1998 foi o detonante para se lançar a essa campanha de identificaçom todas as forças reaccionárias anti-comunistas. Era evidente que se carregavam contra o comunismo sem mais, receberiam o mesmo trato que sempre tiverom os esforços de mostrar os crimes do comunismo: serem acusados de fascistas.

Desgraçadamente para o comunismo, o poder sionista decidiu faze anos que a besta comunista já nom lhes servia ,senom que molestava, atoparom no Mercado umha arma muito mais sofisticada e útil para o seu domínio mundial.

Desta maneira atopamos a um possível membro do Mossad como César Vidal entre os editores do "Libro Negro del Comunismo". E a crema e tona do intelectualismo sionista meteu-se a renegar do próprio comunismo que apoiavam faze 20 anos. Todos faze-no com suavidade, dende logo sem a caça de bruxas organizada contra os nazis e fascistas.

Por isso o comunismo deixou de estar de moda, mas, sempre condescendentes com os seus aliados, decidiu-se deixar tranquilos a todos os que tinham sido comunistas, incluso se tiveram colaborado direitamente nos seus crímenes. Simplesmente trataria-se de serem ’anti-comunista’ em abstracto, sem nomes nem acusaçons concretas, sem Nurembergs nem recriminaçons especiais. Um erro do passado, simplesmente.

Nestas circunstâncias o anti-comunismo recalcitrante dos reaccionários atopou a fórmula para denunciar o comunismo sem ser acusados de fascistas: Fascismo = Comunismo.

Da mesma maneira que o comunismo foi fagocitado polo Sistema, umha parte da alternativa de Direitas perdeu a sua vontade de destruir o Sistema, e trata simplesmente de apresentar idéias e influências intelectuais suavizadas e sem que se enfrontem direitamente à Besta. Isso facilita-lhes viver tranquilos e sem sobressaltos, e à vez crer-se intelectuais e rebeldes de pacotilha.

Imos analisar dous temas: o engano dessa identificaçom, e os cobardes que se agocham tras dela.

O COMUNISMO E O SIGNO DOS TEMPOS

Sem dúvida a maioria absoluta de textos que limos dos anti-comunistas do Sistema coincidem nalgo: O comunismo foi umha degeneraçom dos ideais humanistas e progressistas do marxismo. Ou seja: o comunismo foi ‘mau’ a PESARES de estar baseado em idéias ‘boas’.

Mentres que o NS é intrinsecamente ‘mau’, dende a base.

O historiador Gabriel Jackson no ‘El País’ 11-6-98 escrevia que muitos comunistas e simpatizantes ocidentais admiravam ao comunismo polas suas actividades positivas de luita anti-colonialista (matanças em toda Africa com o fim de dominá-la), oposiçom aos regímenes militares (para instaurar outros ainda piores), e outras actividades ‘progressistas’, como apoio a paneleiros, ionquis e demais progressistas, o que levava-lhes a justificar em parte os feitos negativos.

A Presidenta de Honra da Liga de Direitos Humanos, Magdeleine Rebenoux dizia “A URSS nunca organizou exclusom de grupos humanos da lei comúm” (o que ademais é falso), demostrando que incluso entre os mais ’humanistas’ o comunismo era ‘”algo mau mas por erro, nom por si mesmo”.

Jean Reck dizia “O humanismo é a base do comunismo, e no NS é o contrário”.

Em fim, poderia-mos dar dúzias de exemplos de como o anti-comunismo do Sistema olha claramente que umha cousa é o erro a onde levou o comunismo e outra é que a sua ‘origem’ e o seu ‘sentido da história’ era progressista, era ‘bom’.

E tenhem razóm ao dizer que o comunismo sai das mesmas idéias ‘progressistas’ que sustentam o Sistema. O marxismo apoia radicalmente as idéias básicas da democracia (quase todos os regímenes comunistas titulavam-se ‘democráticos’), o progressismo materialista, a igualdade, o internacionalismo mundialista, a negaçom de todo valor espiritual, o apoio ao arte decadente (quase todos os artistas desse lixo forom marxistas e a maioria comunistas), pois a essência do comunismo é um passo adiante no sentido da História marcado pola decadência ética e estética do homem, isso que chama-mos ‘progressismo’.

A conversom do materialismo na essência do homem, a eliminaçom da diferença, a quantidade sobor a qualidade. No Signo dos Tempos é precisamente esse triunfo da Quantidade, que tem na democracia e o igualitarismo comunista o seu reflexo actual.

O fim do comunismo era a sociedad de iguais  num mundo económico ledo,... que é o mesmo ideal da democracia capitalista, com a única diferença que o Capitalismo progressista aceita toda a igualdade agás no dinheiro. A aceitaçom por parte do comunismo dessa salvaguarda, a de manter a diferença só no Mercado económico, mas força-la em todos os demais aspeitos (igualdade polo baixo é o racial, étnico, moral, artístico, cultural, nacional) forom suficiente para lograr a sua integraçom no Sistema.

O comunismo era umha táctica distinta para seguir o mesmo signo dos tempos.

Por isso luitou junto aos capitalistas em 1939, por isso fundiu-se no Sistema sem problemas, por isso sempre forom tratados muito diferentemente que os demais pola prensa e a intelectualidade da democracia capitalista, por isso umha grande parte dos fundadores comunistas eram judeus e progressistas no sentido sexual, artístico e ético.

O comunismo sufriu um trauma com Stalin, quem realmente rachou essa linha dos tempos, e efectuou umha estatarizaçom comunista que confundiu totalmente ao Partido, significou o assassinato da crema e tona da intelectualidade progressista comunista, e desconcertou totalmente ao Sistema, ao manter umha parte ‘comunista’ e outra ‘imperialista’, provocando umha dicotomia entre ‘idéias’ e ‘práxis’.

Mas foi algo pontual. Tras a sua morte o comunismo voltou ao sentido marxista da história e languesceu já sem remédio na sua convergência ao Sistema. Quando Kruchef indicou que o seu objectivo era lograr el nivel de vida americano, tinha mostrado que o ideal era o mesmo, o homem do mercado e consumo. Já nom havia mais visom que o materialismo democrático.

Crê-mos que a melhor prova da convergência ideológica e de cosmovisom de comunistas e capitalistas está em olhar ao comunismo actual comer da mão do Mercado, agradecido e convertido em guarda da tranca dos princípios demo-liberais: igualdade racial, liberdade sexual, eliminaçom de regras éticas, mestura mundialista, apoio à imigraçom, liberalidade perante os delinquentes e os ionquis, tempo de vício, arte massivo e sem qualidade... os comunistas e a extrema esquerda estám a ser financiados por fundaçons e governos do sistema para apoiar todo este caminho claramente em consonância com os princípios do Mercado, com o Signo dos Tempos.

Como dizia Jean F Revel: “O monstruo comunista está morto como fenómeno político, mas está bem vivo como factor cultural dentro da sociedade progressista”.

Por exemplo, Maximo d’Alema, que fora chefe de governo no estado Italiano e ex comunista declarou em La vanguardia 3-7-98

“O movimento comunista foi concebido nas suas origens como um projecto de libertaçom humana, mas em todos os países onde conquistou o poder transformou-se rápidamente numha força opressora que cometeu delitos enormes”.

“Umha esquerda moderna deve estar disposta a admitir incluso que existam menos garantias para os beneficiários do modelo de Assistência social actual, a cámbio de dar tutela e oportunidades aos mais débeis, aos jovens, àss mulheres os enfermos e aos mais desvantajosos”

Ja olhamos, o comunismo convertido numha parte do Mercado, apoiando a eliminaçom das leis sociais (que na Itália promulgou Mussolini!!) para aceitar polo menos esmolas aos mais desvalidos... isso é o comunismo agora, umha parte do Mercado que recolhe as esmolas do Sistema.

O NACIONAL-SOCIALISMO:
DERRADEIRA TENTATIVA CONTRA O SIGNO DOS TEMPOS

O gigantesco do Nacional-Socialismo nom é a sua história ou feitos, nem sequer os seus mártires e heroes, que já é muito, o gigantesco é que representa um combate contra o Signo dos Tempos. É umha tentativa de restaurar a Qualidade e a Diferença fronte ao caminho descendente secular.

O mundo sofre passeninhamente, mas aparentemente imparável, caminho descendente no espiritual, que é compaginado com um aumento do material. Somos mais, com mais ’cousas’, mais mesturados, mais imperfeitos como pessoas e mais possessivos em matérias. Imos perdendo qualidade a cámbio de quantidade. É um processo que nom só afecta aos homens, a Natureza enteira sofre umha degradaçom de qualidade, de variedade, de identidade, a cámbio de massificarem-se, serem accessíveis, caminhos e edifícios, lixo e asfalto, comodidade a cámbio de qualidade.

Este processo nom é linear nem irreversível nem fatal, nom há lei que o marque senom a própia lei do egoísmo humano, a fatalidade com que o homem é tentado pola quantidade e os desejos materiais fronte ao minguante poder das elites de qualidade humana, sustituidas polo detritus dos adoradores do dinheiro.

De quando em vez, como chamas numha noite negra, aparecem momentos estelares da Humanidade, momentos no que se luita contra a quantidade. É a luita contra o Inimigo do Mundo, contra o Signo dos Tempos.

É o romanticismo contra o colonialismo e capitalismo nascente, é Hitler contra a "democracia" do número, som tentativas heróicas e grandiosas de luita contra o egoísmo das massas e a tentaçom constante provocada polos que só desejam dinhero e quantidade.

Os ‘Tradicionalistas’ tenhem umha visom similar mas com dous aspeitos que nos diferenciam: Nós os Nacional-Socialistas nom cremos numha visom predestinada e cíclica da vida, entre outras cousas porque nom se pode demostrar nem assegurar. E nós os N-S desejamos a elevaçom do povo, o socialismo popular hierárquico, a cada qual segundo a sua valia humana (meritocracia natural), nom segundo o que tenha, nem todos iguais. Por isso procuramos ‘a modernidade técnica’ como ARMA para conseguir qualidade junto a meios materiais. Ou seja ponher o material ao serviço do humano e a qualidade. Nom cremos no retorno às cavernas nem nos ‘dianhos’ materiais, as ‘cousas’ nom som más nem boas, senom que som méios em mãos de ‘maus’ ou ‘bons’.

Esta luita contra a quantidade e o prazer material em favor do Arte, a Natureza e a Qualidade é o que concede ao Nacional-Socialismo um carácter intemporal, de luita fora do Tempo, pois mentres tenhamos um homem que combata ao dinheiro, à igualdade e a mediocridade, ao possuir e o mero prazer, e que o faga polo Povo, polo amor à diferença e a qualidade, ali haverá N.S.

Os textos da direita tratam de apresentar ao Nacional-Socialismo como um produto da mentalidade moderna, da revoluçom francesa e incluso do liberalismo. Para isso partem da mentalidade ‘tradicional’ que carece de Socialismo e amor ao Povo. E do éxito do NS em conseguir nom só umha gigantesca revoluçom da alma senom também em dar um nível de vida adequado. Isso nom lho perdoam esses reaccionários do egoísmo do EU, que nom podem apresentar nada real no seu haver, de maneira que se a cámbio tentam de denostar todo como ‘moderno’, e recluirem-se num pessimismo irreversível de elites egoístas que nom sintem nada pola dor do mundo.

E da mesma maneira que o apoio do Sistema ao comunismo e a assimetria das condenas contra o comunismo stalinista, mostram-nos a origem comúm, o ódio satânico do Sistema a qualquer mínimo sinal de NS mostra-nos o nosso carácter de revulsivo contra o signo dos tempos. Por outra banda NENHUM Nacional-Socialista aceitou comer com o Sistema, jamais, nunca pretenderom aceitar o Sistema, nem reformá-lo. Alguns N-S aceitam e outros nom a via legal, como fixo Hitler, mas todos tenhem a certa intençom de destruir o Sistema até a raiz. Por isso os cárceres actuais estám cheias de N-S e nom de extremistas de esquerda.... nem de ‘tradicionalistas’, dessa direita que nos identifica com o comunismo, que nom se atreve a sair à rua, senom que fica em debates intelectuais de salom, e dende logo soslaiando os temas perigosos.

Os que quando nom era perigoso atreviam-se a falar de biologia ou raça, de sionismo ou revisionismo, de arte N-S e intelectuais N-S, agora calam e tratam de ‘cambiar o rumo’, declaram-se anti-racistas e refugiam-se em filosofia para quartos escuros, sem sangue nem valor, discursos de orchata no canto de lume.

A TEORIA DA ASSIMETRIA DE INDULGÊNCIA COM O COMUNISMO

Só umha vez que se tivo comprendido esta base é possível entender a tremenda assimetria de juiço que mostram tantos textos e livros, entre eles os de Alain de Benoist ou Hespérides, sobor a diferença de juiço quando se trata dum feito comunista ou um atribuido aos N-S.

A diferença é tam escandalosa, tam enorme, que fizerom pensar a muitos sobor por que um Picasso pode adicar umha obra a Stalin sem que ninguém lho lembre, como Pablo Neruda pode adicar umha poesia laudatória à bomba atómica de Stalin e tantos centos de casos semelhantes, e sem embargo ser Neruda ou Picasso santos dos altares do capitalismo, dos museus e fundaçons de multinacionais e capitalistas, os mesmos que jamais perdoaram a Leni Riefensthal o só ter dirigido umha película N-S, ou a Winifred Wagner o ter sido amiga de Hitler.
Há enchente de casos, que estám perfeitamente documentados em vários livros, desta assimetria brutal, que nom paga a pena insistir nela, todos aceitam que é assim.

A assimetria de juiço com o comunismo respeito aos fascismos, e muito mais ainda respeito ao Nacional-Socialismo, nom procurare-mos básicamente umha "comparança" premeditada, senom numha "identificaçom" dos ideais democráticos com o progressismo marxista. Dalgumha forma os demócratas e capitalistas "sentiam" os "erros" do comunismo, lamentavam nom poder apoiar essas idéias que nas suas bases eram amigas. Os liberais e demócratas viam no progressismo e materialismo marxista um aliado, que era inimigo só por vontade errénea de desviarem-se do caminho plausível. Mentres que viam no Nacional-Socialismo um movimento com o que nom se podia pactuar jamais e que tinha a firme vontade de destruir a essência mesma da mentalidade democrática e materialista. O capitalismo pactua doadamente com os ditadores que aceitam o Mercado e só reclamam orde e respeito a umhas normas ou pessoas. Mas nom podem aceitar um movimento que vaia eliminar a base materialista e desmontar o sistema de Mercado.

Era precisamente a oposiçom ao Mercado o que lhe molestava do comunismo, e em quanto cederom neste ponto puiderom ser integrados como cancinhos lambeconas.

Mas o mais lamentável destes estudos de assimetria de condea entre comunismo e N-S é que as publicaçons reaccionárias da direita dam por "aceitados" os crimes dos que se acusa ao N-S, pese a que estes nega-no, cousa que nom fam os comunistas com os seus.

É ruim olhar como os próprios intelectuais de Hespérides dam por "provados" feitos que promove a propaganda do Sistema, quando eles mesmo sufrirom na sua carne as mesmas mentiras: sabem que o sistema minte, mas nom se atrevem a reconhecer que também mintem quando acusam ao N-S de muitas cousas infundadas, e mais quando o próprio Sistema proibe a defesa ou a investigaçom desses presuntos feitos... convertindo-os em verdade de fé. Mas a direita nom se atreve a duvidar do proibido, e aceita comparar os crimes aceitados do comunismo com os nom aceitados jamais polos N-S.

Indica Benoist que o comunismo está acusado de 100 milhons de mortos e o N-S de só 6 milhons de pessoas... mas o problema nom é esse. O problema é que o comunismo aceitou que matou a 100 milhons de pessoas mas o NS jamais aceitou ter assassinado a 6 milhons. E o mais clamoroso, postos a olhar os crimes o que falta de verdade é o livro sanguinolento do capitalismo, com centos de milhons de assassinatos, de fame, de torturas, de explotaçom, de drogados, de abortos, de palestinos e árabes torturados... o genocídio massivomais brutal jamais conhecido, o dos capitalistas.

Nom, desse nom se fala se se quer comer na mão do Sistema.

Nom é que o comunismo seja pior que o fascismo, como pretende provar a direita reaccionária, senom que o comunismo e o capitalismo som os dous sistemas mais genocidas jamais vistos, mentres que o Nacional-Socialismo nega totalmente os crimes dos que se lhe acusa, e nom pode defender-se deles, pois proibe-o a lei "democrática".

Um dia terá caido o poder do dinheiro e podera-se comprovar a realidade. Mentres o único certo é que o capitalismo e o comunismo som os culpáveis de dous séculos de miséria e crimes.

STALIN E HITLER

Como já apontava-mos Stalin significou umha excepçom no comunismo, nom pola sua actuaçom brutal, que é comúm em todos os regímenes comunistas, senom polo abandono do sentido 'progressista" e a adopçom dumha conceiçom imperialista russa (sobor outras etnias eslavas e nom eslavas) que deu ao comunismo soviético.

Isto fixo que muitos dos que tratam de identificar N-S e Comunismo fixem-se neste feito e queiram estabelecer paralelismos entre a idéia imperial e respeituosa com as etnias do N-S e Hitler e o imperialismo comunista genocida de Stalin.

E incluso paralelismo entre as suas pessoas, Hitler e Stalin. Como tentar comparar a Hitler com Atila. Hitler era umha pessoa culta, artista, namorado da música, a leitura e as artes, o seu dinheiro pessoal ia adicado a montar um museu em Linz, vegetariano por amor aos animais, amava os passeios de montanha e a natureza, tinha umha conceiçom espiritual da mulher às que tratava com suma educaçom, e jamais  caiu em vício algum, nem fumava nem bebia nem tinha amantes ou actos indecentes.

Stalin era ignorante, batia nas suas mulheres, tratava brutalmente aos seus amigos à menos suspeita, nom lhe interessava em nada a arte nem a natureza, jamais ocorreuse-lhe pensar em animais senom para comé-los, nunca pintou nem se interessou pola cultura.
E a umha personalidade corresponde umha visom absolutamente diferente do mundo e a vida.
Os enormes livros que tenhem escrito para tratar de comparar Hitler e Stalin baseam-se, claro, numha visom de Hitler ditada polo sionismo, sem base real algumha. Um Hitler drogado e histérico, que disfrutava matando e que estava tolo por ver sangue judea, que só tentava ser deus e dominar sobor o mundo com violência e brutalidade. Si, é evidente que para os que crem nessa versom neurótica de Hitler, poda-se estabelecer paralelismos entre Hitler e Stalin.
Para rematar é evidente que quando Stalin pretende "nacionalizar" o comunismo enfronta-se à linha progressista do comunismo, a que pretendia seguir o signo dos tempos. Esta linha estava enchida de judeus, de maneira que Stalin arremete nas famosas purgas contra umha parte da elite judea do comunismo, o que lhe serviu ser acusado de anti-semita e comparado com Hitler.

Em realidade Stalin estavac casado cumha judea, nunca deixou de ter como responsáveis de alto nível na sua polícia a judeus e nom perseguiu "aos judeus" senom à 'conspitaçom troskista', infectada de judeus. A mania obsessiva de olhar complotes que tinha Stalin levou-lhe a exterminar à inteligência judea do comunismo que nom soubo mostrar-se pregueada totalmente à idéia imperialista comunista.

Em Hitler o sentimento contra os judeus basea-se na sua ideia de expulsá-los de Germânia, esta é a sua decisom absoluta, deseja a sua marcha, por considerar o seu Arquétipo vivencial e cultural absolutamente contrário ao germânico.  Nom tem nada a ver pois com a visom de Stalin.

Basta ler o livro de Kubicek e umha biografia de Stalin e pode-se olhar como som pessoas som nom só diferentes, senom absolutamente incompatíveis. Hitler é sensível e artista, Stalin brutal e absolutamente desentendido da arte e a cultura.

Quem conheça a personalidade de Hitler nom pode menos que rir quando olha que se adicam livros de mil páginas a comparar um borracho grosseiro cum wagneriano artista.

NOLTE: O NACIONAL-SOCIALISMO COMO ANTI-COMUNISMO

Cre-mos que umha das bases da péssima comprensom do Nacional-Socialismo vem da teoria de Ernst Nolte sobor a sua base essencial anti-comunista

É evidente que os anos 20 e 30 o comunismo foi um perigo realmente abrumador, a barbárie que extenderom nos países que dominavam foi aterradora, milhons de mortos, matanças massivas, torturas e umha onda de menosprezo total por todo o espiritual. Pensemos que muito antes de que Hitler chega-se ao poder o comunismo já tinha exterminado a centos de milheiros de campesinhos russos, arrasara Ukrania e torturado a milheiros de sacerdotes. Os seus mandos eram massivamente judeus, e os seus chamamentos ao domínio absoluto nom eram segredo nenhum. Mentres isso acontecia, o capitalismo, que levara a milhons de pessoas à fame e a miséria, sem seguridade social, fazendo trabalhar às crianças e com despido livre, manteria baixo a máscara democrática mas em plena crise. As chamadas "democracias" estavam a cambalear, podridas, decadentes... nesse momento todo semelhava predizer que o grande perigo era o comunismo.

Por isso falou-se muito do N-S como umha reacçom contra o comunismo, como se essa fosse a sua essência básica. De aí sai umha visom maniqueísta: comunismo e N-S como duas caras do mesmo, dumha tolémia colectiva dos anos 20 e 30, como umha "mesma cousa", cara e cruz do mesmo.

Esta é umha visom para a direita e o capitalismo: duas tolémias de extremistas e violentos que agocham assim ao verdadeiro culpável: o capitalismo.

A realidade é bem distinta. Hitler nom inícia a sua revoluçom para ir contra o comunismo. Leed Kubicek outra vez. Hitler o que olha é umha sociedade decadente, corrupta, que esplora à gente, que esqueceu o espiritual e a arte, olha aos banqueiros sem escrúpulos, ódia os negócios e esse estilo de comerciante obsessionado, o comunismo nom lhe obsessiona senom como sublimaçom do próprio materialismo economicista.

Schopenhauer, Wagner, Nietszche, o romanticismo, Gobineau, Bernard Shaw, toda a base dumha conceiçom do mundo quere-no reduzir a um mero anti-comunismo, como se fosse-mos assustados pequenos burgueses.

Só depois, mais tarde, deve-se enfrontar com o perigo comunista, e logra atrair a suas mocidades às SA. Muitos N-S forom comunistas, nenhum foi banqueiro ou financeiro.

Para o Sistema, como para os direitistas, é muito cómodo essa visom dum "fascismo" convertido em matom da direita, na mera reacçom contra a brutalidade de Stalin, do sua mesma ralé ainda que em direcçom contrária. E polo tanto essa forma de apresentar  ao N-S puxo-se de moda, é a forma de ignorar a sua luita contra o Signo dos Tempos, eliminar a sua essência real, umha Cosmovisom absolutamente distinta do homem e a Natureza.

Dende logo muitas personagens da direita passarom-se aos fascismos, sobretudo umha vez já conquerido o poder, por motivo do anti-comunismo, mas isso nom foi a base do N-S senom mais bem o seu lastre.

EM QUE TEMOS SEMELHANÇA?: EM NADA!

A realidade é que nem Hitler parece-se em nada a qualquer líder comunista, nem o N-S tem semelhança em nada ao comunismo. Gorbachov fixo-se capitalista, Hess nom. Do comunismo pode-se ir ao progressismo "democrático". Do N-S nom há caminho cara o Sistema.

Botemos umha olhada aos pontos que normalmente empregam as direitas para tratar de identificar o comunismo e o N-S:

- “A palavra clave com a que som identificados é ‘totalitarismo’”.

Dim-nos que comunismo e NS som "totalitários", querem abranguir todos os aspeitos da vida, e oponhem a isso o "liberalismo", sendo lamentável, pois nom há nada mais totalitário que o capitalismo, todo converte-o em Mercado, em Dinheiro, todo está baixo o poder da usura... e chamam-nos totalitários aos demais.

Todo Sistema é totalitário, pois todos baseam-se numha conceiçom do mundo que alumea todo aspeito. O materialismo progressista nom deixa nada fora do seu controlo, e dende logo umha revoluçom socialista e espiritual tampouco ia deixar sítio para a decadência

As democracias tenhem leis que proibem aos grupos nom "democráticos", leis de protecçom da democracia, leis que obrigam a que as associaçons rejam-se por sistemas democráticos, leis proibindo pensamentos sobor raças ou história "incorrectos", leis que proibem qualquer cousa que seja molesta ao Sistema, mas, ademais das leis, todo o poder da prensa e TV esmaga a qualqueira que nom seja "correcto" chamando-lhe criminal e terrorista, atacando as poucas livrarias nom correctas e criando todo tipo de perseguiçons.


- “Ambo-los dous som partidários da violência para chegar ao poder”

É curioso: Os primeiros "demócratas" chegarom ao poder por um golpe sanguinolento chamado Revoluçom Francesa. Os comunistas por um golpe mais sanguinolento em Москва... os N-S por eleiçons populares em Alemanha. Pese a isso seguem com a propaganda da violência N-S.

Nos 6 anos de governo N-S em Alemanha em paz quase nom houvo execuçons, pouquísimas, dende logo muitas menos que nos 6 primeiros anos de comunismo ou "democracia". Hoje em dia todos os N-S sérios apoiam essa mesma idéia de liberdade dentro dumha Ética, e nom umha ditadura estrita.

- “Tratar de imponher umha ditadura”

O comunismo fechou fronteiras durante 60 anos. Na Alemanha podia-se ir um do país sem problemas dende o primeiro dia de governo.

As leis N-S sobor liberdades nom som distintas às leis democráticas contra os anti-demócratas. Colhede a Lei de Defesa da Constituçom da actual Alemanha e cambiade onde di "defender a democracia" por "defender o N-S" e teremos o mesmo espírito que havia no N-S.

Por outra banda haviam muitas tendências dentro da Germânia N-S, cumha liberdade de acçom muito maior que no comunismo. Nom houvo na Germânia purgas nem umha uni-direcçom absoluta. A gente podia-se mover e trasladar-se sem permisos nem lios, e dende logo nada a ver com o sistema comunista no controlo absoluto da individualidade.

Em 6 anos de paz só houvo umha purga interna, contra o complote de Rohm, muito reduzida e concreta, fora disso nom houvo detençons massivas nem campos nem deportaçons de povoaçons, etc como houvo no comunismo durante anos de paz.

Nunca se produzo no N-S em paz juiços massivos como os de Stalin, dezenas de milheiros de comunistas executados logo de confessar baixo tortura e juiços incríveis. Todo isso em época de paz.

- “Estado policial”

A Gestapo tinha uns 7.000 membros. A GPU uns 350.000 membros. Nunca a Germânia N-S montou umha polícia abrumadora e onipresente, tivo sempre efetivos reduzidos. Nunca forom montadas organizaçons de espias de bairro ou sistemas de delaçom massivos, como montou oficialmente o comunismo.

Nunca Hitler mandou matons a matar a dissidentes do estrangeiro, nunca se derom casos como o de Trotsky, entre outros centos, como fixo o comunismo.

De 1900 delegados no 17º Congresso do KPSS em Москва, só 39 sobreviverom às purgas da polícia política!. Isso é impensável no N-S.

- “O ódio de classe corresponde ao ódio de raças”

Mas é que o N-S jamais fomentou o ódio às demais raças, se exceptua-mos ao tema judeu que é um tema especial. Como já demostramos neste mesmo blogger é absolutamente falso que o N-S fomente o ódio a pretos ou asiáticos, por exemplo. Nom é assim, senom polo contrário fomenta o amor e respeito à identidade de cada povo, a sua diferença, no seu entorno. Jamais o N-S propuxo umha "ditadura do ariano" similar à "ditadura do proletariado". O N-S queria umha Germânia para os Germanos, e um Congo para os congoleses, amigos, respeitados e incluso colaborando e ajudando-se.

E no tema judeu, onde sim há umha certa realidade sobor o enfrontamento entre N-S e judaismo em geral, temos que constatar dous temas:

- O ódio de classe é a base do comunismo, mentres que o tema judeu é absolutamente secundário no N-S. O N-S pode existir e desenrolar a sua cosmovisom do mundo sem necessitar para nada o tema judeu.

- Realmente o N-S nom devia enfrontar-se ao povo judeu, senom contra umha parte desse povo, umha parte arquetípica. Foi evidentemente um erro geralizar esse sentimento de aborrecimento mútuo (essa mesma parte dos judeus mostrou a sua agressividade total contra o N-S ao mesmo tempo, foi mais bem um 'ódio a primeira olhada") a todos os judeus polo mero feito de sé-lo, isso é um erro que ademais nom tem lógica dentro da visom ideológica N-S.

Numha palavra, o ódio e luita de classes é a base do marxismo, mentres que no N-S nom há nada de luita ou ódio ou rejeite contra outras raças fora do tema judeu, que deve ler-se numha clave nom racial realmente: foi um rejeite à grande concentraçom de judeus no comunismo e na finança capitalista, nom por um motivo racial em si. E se foi assimilado foi por umha simplificaçom errónea e em todo caso em modo algum básica na ideologia N-S.

O que é seguro é que JAMAIS o N-S chegou a promocionar tanto o ódio ao judeu como faze o sistema agora com o ódio ao N-S! Hoje em dia o sistema promociona e financia mil vezes mais um ódio e mentira contra o N-S.

- “Ambo-los dous som responsáveis de milhons de mortos e campos de concentraçom”

O comunismo aceitou que cometeu esses crimes, atoparom-se os documentos sobor as ordes para a sua execuçom, estám as actas assinadas e a documentaçom da polícia política sobor elas. Os comunistas que os cometerom reconhecero-no eos líderes ex soviéticos aceitarom eses crimes. No NS nada disso aconteceu.

Os dirigente N-S negarom totalmente te-los cometido, nunca aceitarom nem sequer os mandos N-S de segunda orde, nem os N-S actuais que falarom com os superviventes de entom. Há toda umha rama de historiadores que o nega, ainda que para isso tenham que ir a prisom, perder o trabalho e ser empestados.

Nom há nem um só documento ordeando matar massivamente a ninguem nem de construis câmeras de gas ou executar doutra maneira massivamente a pessoas pola sua pertença racial. Nom se atopou nunca essas ordes nem a primer nível nem a nível inferior. Sim há constância de deportar e de trasladar a campos a pessoas pola sua raça, mas nom de eliminá-las fisicamente por este motivo. É mais, há ordes claras de nom fazé-lo e de que iam trabalhar para o esforço de guerra, e logo ser instaladas fora de Germânia, umha vez rematada a guerra. Isto é um delito de Genocídio segundo a lei actual, mas nom tem nada a ver com assassinar.

No estado espanhol e muitos outros estados a polícia política impuxo censura neste tema e persegue penalmente a quenes tratam de apresentar provas destes temas...

Conclusom: nom se pode afirmar nada científica e históricamente pois ao estar proibido nom há liberdade de expressom neste tema. Mas evidentemente nom está claro por qué é proibido investigar... De que tenhem medo?

O mais importante sem embargo é: A democracia capitalista é culpável de muitísimos mais crimes e genocídios que o comunismo. De fame, de opressom, de trabalhos inumanos e de abortos, de guerras coloniais e misérias do capitalismo morrerom assassinados muitísimas mais pessoas que incluso do comunismo.

O ÚNICO INIMIGO: O CAPITALISMO MUNDIALISTA

Já nom é o comunismo, e polo tanto a direita reacionária já nom dissimula a sua raíz burguesa e anti-nazista.

Criou umha bendiçom, que nom haxa já comunismo, quitamo-nos de acima aos simpatizantes reaccionários e cobardes.

Há ainda gente que segue com denúncias ao comunismo... nom conseguirom ainda superar o trauma. Já nom há comunismo, é um espelhismo do que fica. Castro vive do turismo sexual e as multinacionais do ócio, prostituçom e luxo das suas praias caribenhas.

China é parte completa do Mercado. Olhade as declaraçons de Hong Ying, chinesa e escritora demócrata que luitou em Tiananmen e escreveu umha novela "Veram de Traiçom" sobor a repressom comunista (Plaza&amp, Janes 1997):

"Cada vez entristece-me mais olhar como os oficiais chinenes, os novos ricos, incluso os intelectuais, voltarom-se tam cómodos com o mau chamado "milagre económico" que se uniu ao patriotismo. Já ninguem se lembra de Tiananmen, como se nunca tivera ocorrido, ademais de serem um tabu oficial que ninguem pode nem mencionar" (caralho!, aqui temos outro Tabu... o chamado revisionismo do holocausto judeu... todos tentam agochar cousas a base de tabús).

"Os oficiais e os intelectuais chineses estám totalmente satisfeitos com o seu status, som capazes de aceitar qualquer ditador que lhes permita ganhar dinheiro, e por isso nenhum escrito chinês quer escrever de Tiananmen"

Já só importa a mam de obra barata chinesa para fabricar a baixo custe trastes para os consumidores ocidentais e americanos, o regime comunista chinês é agora um empresário que pode suministrar mam de obra barata.

O inimigo está claro agora: o capitalismo. Por isso a direita burguesa e reacionária nom é mais que umha parte desse inimigo. Nom há mais que dous eidos: por ou contra o Mercado e o Sistema, a máscara hipócrita do capitalismo

video
Exemplo de manipulaçom por parte da direita reacionária nacionalista espanhola. O jornalista Eduardo García Serrano (filho do falangista Rafael García Serrano) escumei-a bile ao conhecer a absolviçom de dous camaradas catalans. A manipulaçom mítica consiste em inventar ou engadir.

Neste caso Garcia Serrano inventa e engade que os alemans som seres superiores e textos referidos ao movimento Ku Klux Klan, querendo fazer ver aos telespectadores que os camaradas ou o próprio Nacional-Socialismo defende esses postulados.

Concordamos na negaçom do holocausto e na proibiçom de matrimónios multirraciais.


nota: publicado a 9/7/2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

mapa racial da América





























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lógico que este mapa é aproximado, não é detalhado, pois não tem em conta todas as minorias

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

reinos da Europa atlântica nos séculos VI e VII




























vemos na imagem vários reinos medievais da Europa Ocidental/Atlântica.
a Peninsula Ibérica (da qual vemos o Norte) era dividida em dois Reinos: o Reino da Gallaecia e o Reino da Hispânia, quer durante, quer após o periodo Suevo, já que a coroa/dinastia visigótica nunca unificou totalmente a peninsula e respeitou formalmente a autonomia e territorialidade do Noroeste Peninsular (leis, instituições, organização estatal),  embora a dinastia fosse a mesma.
no Sul de França existia a Gallia Narbonensis, também anexada à coroa visigótica e também independente dos outros dois Reinos ibéricos, e ainda o Ducado da Aquitânia, que era igualmente autónomo do Reino Franco no Norte, embora regido por estes. o Duque Loup, conseguiu a independência da região no ano 671, ainda durante o século VII.
no canto Noroeste da França (Armórica), existiam vários Reinos Britónicos, ocupados por britónicos, já refugiados após as invasões anglo-saxónicas.  outros dois Reinos britónicos existiam na Grã-Bretanha, as actuais Cornualha e Gales.  o resto do território era dominado por Reinos Anglo-Saxónicos e na Irlanda existiam Reinos gaélicos.

a tendência temporal não era para a aglutinação, mas antes para a tribalização. os Reinos que não estavam dominados por germânicos (celtas gaélicos e britónicos) não tendiam para se juntarem num só estado, mas antes para se dividirem em vários.
mesmo os germânicos, quando conquistavam ou anexavam territórios diferentes para as suas possessões, tendiam a respeitar a autonomia politica e estatal destes, mesmo debaixo da mesma dinastia, coroa, etc
uma atitude que muito serviu para contrariar o periodo romano de excessiva centralização, "homogeneização",  adoptando um modelo regional ao invés de unitário/global.
ainda hoje pagamos caro os desvarios do império romano. e nota-se isso através da tendência nos tempos que correm.

religião católica volta à carga...
















Bento XVI comenta violência em Itália
Papa pede "respeito" pelo imigrante

O Papa Bento XVI reagiu este domingo, durante a tradicional oração do Angalus, aos recentes ataques cometidos contra estrangeiros no sul de Itália, sublinhando que "o imigrante é um ser humano a respeitar.
'Um imigrante é um ser humano, diferente pela sua proveniência, pela sua cultura e suas tradições, mas é uma pessoa a respeitar e com direitos e deveres', afirmou o Sumo Pontifíce, no Vaticano, condenando os actos de violência que já causaram vários feridos.

'A violência nunca deve ser, para ninguém, o meio de resolver as dificuldades. A questão é de ordem humano e eu convido todos a olharem para o seu próximo e a descobrirem a alma dele, a sua história e a sua vida, pensando: é um homem e Deus ama-o como me ama a mim', defendeu Bento XVI.


A cidade de Rosarno, na Calábria, foi palco de confrontos, dos quais resultaram pelo menos nove imigrantes feridos. Dois foram baleados, outros dois foram agredidos com barras de ferro e cinco foram deliberadamente atropelados.

FONTE



é a conversa do costume. já enjoa.  acontece alguma coisa, o "imigrante" é sempre o coitadinho, é preciso respeitá-lo a ele e aos seus direitos. os imigrantes só têm direitos.
curiosamente nunca vem ninguém pedir respeito para os nativos da sua terra.  estes é como se nem existissem e é como se nem tivessem direitos.  não têm direito a protestar pela invasão a que são sujeitos, não têm direito a defenderem-se, reclamarem, exigirem os seus direitos...não, nada!  são um verbo de encher,  é como se nem existissem.  nestas alturas, a única coisa que ocorre a esta escória é...o "imigrante".
em alturas de crise económica, há mesmo politicos que ainda vêm com a conversa do "imigrante coitadinho" e que são as maiores "vitimas" da crise.

um bem haja à grandissima Lega Nord, que lá vai lutando pelos direitos do seu povo, não dando ouvidos nem à Igreja, nem à ONU, nem ao politicamente correcto, e que quer, entre outras coisas, repatriar os ilegais, limitar o acesso de estrangeiros à escola (para um máximo de 30%) e discutir o problema da imigração com os próprios governos dos países africanos de onde ela é oriunda.

assim exige o bom-senso de quem vê o país completamente invadido, os empregos tapados por estrangeiros, tirando assim o pão da boca aos nativos, e a própria identidade em risco. é isto que um governo que se preocupa com o seu país deve fazer,  em vez de dar ouvidos a chavões moralistas da Igreja e do "politicamente correcto".

FORÇA LEGA NORD !!!

viagens vikings






























impressionantes as proezas alcançadas por este mitico povo nórdico, antes de cair no esquecimento e na "reforma" após a conversão à miséria do cristianismo (com letra pequena).

actual distribuição das sub-raças na Europa


FONTE:  The Passing Of The Great Race - Madison Grant

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

expansão alpina na Europa





























FONTE : The Passing Of The Great Race - Madison Grant

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

celticização da ibéria a partir da meseta





















AUTOR: Martin Almagro-Gorbea

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

olhos claros e escuros na Itália

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como se pode ver nas percentagens, existe uma clivagem significativa entre o Norte e o Sul, algo que não é surpreendente para ninguém...ou quase.