"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quarta-feira, 31 de março de 2010

sobre os atentados de moscovo...

é apenas a consequência dos impérios multirraciais, multi-étnicos e multi-religiosos em detrimento das pátrias carnais e culturais.
enquanto os governos centrais não acordarem para esta realidade, mais Tchéchénias existirão, mais atentados terroristas existirão, etc, etc

se ter um império multi-racial e multi-continental já é perigoso, imagine-se quando ainda se junta a tudo isso, religiões tão "pacificas" e "mansas" como o Islão.
é pura dinamite.  e, claro, quem brinca com o fogo, acaba por se queimar.  é tão certo como o Sol se levantar todos os dias.
continuem a ignorar os avisos e a desprezar os separatistas Tchechenos...


quanto a mim, a Rússia deve dar independência e livrar-se desta região, não apenas pela religião, mas por ter uma etnia diferente (não são imigrantes que por lá se estabeleceram agora, mas sim autóctones).
se for preciso, depois pode haver um processo de "desislamização" (algo que não acredito muito) ou algum confronto militar...
agora não faz qualquer espécie de sentido, continuar a ter esta região integrada na Federação Russa e ainda permitir fronteiras abertas para esta gente, que além de tudo o resto, permite estes atentados, entre outros estragos (islamismo a alastrar-se, imigração para Moscovo, etc)
enfim, não se percebe o que lucra a Rússia com semelhante acto de estupidez e vai continuar a pagar caras estas "teimosias".
é a mentalidade Europeia no seu pior...

terça-feira, 30 de março de 2010

domingo, 28 de março de 2010

islão no mundo

contribuição genética em Portugal

 
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terça-feira, 23 de março de 2010

irlandeses são raça àparte

Geneticists Show That Irish Are A Race Apart

LONDON (Reuters) - Irish geneticists have used surnames and the male Y chromosome to reconstruct a one thousand year-old genetic map of Ireland that shows the Irish really are a race apart.

"When you look at this old genetic geography of Ireland what you find is that in the West (of the country) we are almost exclusively of one type of Y chromosome," Daniel Bradley told Reuters.

The Y chromosome is passed down exclusively from father to son. It is a favourite of geneticists because it accentuates differences between populations.

"It is inherited as a unit so the information you get from it is of a special type," Bradley said in a telephone interview.

Bradley and his colleagues at Trinity College in Dublin examined the Y chromosomes of men with Gaelic surnames in the western-most province of Connaught, and found that 98.3 percent had a group of genes on the Y chromosome known as haplogroup 1.

"When you look at Gaelic surnames they are different in frequency of Y chromosome types from non- Gaelic surnames," Bradley said.

In a report in the science journal Nature, he and his colleagues said that even within Ireland they found differences.

More than 98 percent of men with Gaelic names in western Ireland had haplogroup 1 but numbers dropped drastically on the east of the Emerald Isle.

Much further east in Turkey only 1.8 percent of men carry haplogroup 1.

"Ireland may tell us something about European diversity because it is on the edge of Europe. Genetic diversity follows geography to some extent," Bradley said.

The researchers said there is a gradient of haplogroup 1 across Europe starting at almost zero in the Far East to almost 100 percent in the west of Ireland.

One of the most likely explanations for this is that farming, which was invented about 10,000 years ago in the near East and caused a fundamental revolution in the way humans lived, spread over across Europe with time but only arrived in western Ireland about 6,000 years ago.

"Ireland has been relatively untouched by this and the other great demographic movements because of its location. That gives us the ability to look at the west and surnames and to get a snapshot of what early European genetics may have been like," Bradley said.

FONTE

expulsões canceladas

Suíça: Anulados voos de expulsão de imigrantes após morte de nigeriano

A Suíça decidiu cancelar os voos especiais para expulsar imigrantes ilegais após a morte de um nigeriano de 29 anos que estava na iminência de ser deportado para o seu país, referiu o diário espanhol El País.

O imigrante, que estava preso por tráfico de droga, tinha solicitado asilo na Suíça, mas o pedido foi negado pelas autoridades. Morreu no aeroporto de Zurique pouco após ter sido algemado nos pés e mãos e quando estava a ser expulso para o país de origem, num voo especial com destino a Lagos, capital nigeriana.

As autoridades anunciaram o cancelamento deste género de voos até à conclusão de uma investigação sobre o caso.

FONTE



notícia com uns diazinhos de atraso, mas que de qualquer modo, vale a pena publicar.
cancelam-se voos de expulsão para imigrantes ilegais, só porque um deles morreu? ainda por cima estava preso por tráfico de droga...
então, quer dizer, um criminoso ilegal morre...e isso é motivo para não expulsar os outros ilegais? porquê? com medo que morram todos?  provavelmente, a grande maioria deles ou quase todos, nem merecem o ar que respiram.
esta gente influenciada pelos moralismos é mesmo patética.
se fosse um branco a morrer, ninguém havia de cancelar nada por causa disso.  isto é mesmo patético, nojento, e até parece encomendado ou alguma piada de mau gosto.

estudantes chineses em Portugal aumentam

Imigrantes já preferem que filhos estudem em Portugal em vez de os enviarem para a China.

A Escola Básica do .º Ciclo n.º 26 não fecha aos sábados, como a maioria das outras. Enche-se de meninos que vêm aprender mandarim, porque é ali que funciona a Escola Chinesa de Lisboa. Os alunos só podem frequentá-la neste dia, porque durante a semana já estão integrados no ensino português. São já 1131 que frequentam as escolas nacionais, um aumento de 34,4% nos últimos quatro anos.

A comunidade já não trabalha em Portugal com um olho na China e quer que os filhos aqui estudem. As ruas junto à escola, a antiga primária do Bairro das Colónias, nos Anjos, ganham outro movimento e colorido aos sábados, à hora de entrada e saída. Os pais, de carro ou a pé, vêm de toda a Grande Lisboa para trazer os filhos às aulas de mandarim. "Temos cerca de 300 alunos, divididos pelos turnos de manhã e de tarde", contabiliza a responsável pela Escola Chinesa, Chen Xiao Hong.

Lá dentro, corre-se e fala-se nos corredores, já nas aulas dedica-se toda a atenção exigida ao professor. São administrados todos os níveis de ensino até ao superior, mas não existe um acordo de equivalências com o país de origem. As salas de aula estão cheias.

"Há cada vez mais alunos na nossa escola. Os pais estão aqui radicados e querem que os filhos continuem a estudar em Portugal", explica a professora. E acrescenta: "O objectivo é que as crianças aprendam a língua dos pais e que não esqueçam a cultura do seu país de origem."

Nem sempre foi assim, reconhece Y Ping Chow, director-geral da Liga dos Chineses em Portugal. "Antigamente, os pais preferiam que os filhos fossem estudar na China. Por causa do tipo de ensino, mas, também, porque pensavam que poderiam regressar ao país. Eles não falavam português e tinham pouco tempo para acompanhar os filhos. Então, preferiam mandá-los para a China para estudar", explica o dirigente.

A justificação é que a comunidade chinesa está cada vez mais integrada. São 13 331 cidadãos oriundos da China, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), contabilizando apenas os que estão em situação regular no País. Mas o representante da Liga estima que sejam mais de 20 mil.

E o resultado é que há cada vez mais alunos chineses no sistema de ensino português. Eram 841 no ano lectivo 2006/2007, número que tem aumentado todos os anos. E, tanto Y Ping Chow como Chen Xiao Hong, garantem que têm bons resultados escolares no sistema de ensino português.

Os resultados não significam que a comunidade esteja a trabalhar menos, mas que estão a apostar mais no ensino no país de acolhimento.

Lin Chow é contabilista e trabalha com muitas empresas da comunidade chinesa. "Os chineses sempre deram muita atenção à educação dos filhos. E, uma vez que estão aqui radicados, alguns há bastantes anos, é natural que invistam no país onde pretendem ficar", justifica.

O problema daqueles pais continua a ser a falta de tempo para acompanhar os filhos. E tentam trazer amas da China, mas dizem que é muito difícil conseguir um visto de trabalho para uma pessoa nessa situação.

O SEF justifica que cabe às embaixadas e aos postos consulares a responsabilidade de atribuir os "vistos de escala, de trânsito ou de curta duração".
O sonho da Liga dos Portugueses é criar uma escola chinesa no País, com uma estrutura idêntica.


FONTE
 
 
 
 
repare-se no último parágrafo: criar uma escola chinesa...e quem paga? quem?  claro, os mesmos de sempre, para não variar.  como sempre, o povo paga para se criarem estruturas para gente que vem de fora

segunda-feira, 22 de março de 2010

linhagem R1b do YDNA



linhagem R1b do YDNA, caracteristico da Europa Ocidental, é muitas vezes considerado celta, por ser esmagador nas àreas que maior influência cultural céltica tiveram, mas que pode ter também outras origens, visto abundar também em Itália, Europa Central (Alemanha, etc) e até na Noruega ou Suécia.
também se regista a sua presença na Àsia Menor e no Cáucaso...
as zonas de maior frequência deste haplogrupo são as ilhas britânicas, Norte da Ibéria e França Ocidental (incluindo a Bretanha ou Normandia), ou seja, é praticamente esmagador na "Europa Atlântica" e diminui gradativamente à medida que sai desta àrea.

sexta-feira, 19 de março de 2010

vestigios judaicos no centro de Portugal (Beira)

Remeniscências da presença judaica em Cima-Côa

A presença judaica em território nacional é antiga; existindo já nos últimos tempos do império Romano, atravessando a dominação Visigótica e Muçulmana, para constituir no séc. XV cerca de 10 por cento da população, num total de 150.000 almas.

A presença judaica em Cima-Côa, especialmente no Sabugal, está documentada na chancelaria de D. Dinis, que a taxou em 50 libras anuais.

A população judaica aumentou consideravelmente no século XV depois do massacre de Sevilha em 1391, no qual pereceram 4.000 judeus e do édito dos reis católicos de 1492, que expulsou 170.000 judeus, dos quais teriam entrado em Portugal, cerca de 60.000, a maioria deles em territórios de fronteira, como Bragança e Beira, onde já havia numerosas comunidades judaicas, como Alfaiates, Sabugal, Celorico, Trancoso, Guarda e Covilhã.

A política de conversão forçada de D. Manuel, que nas palavras de Samuel Usque e Damião de Góis, arrastou pelas barbas, cabelos, a poder de punhadas e espancamentos, numerosos judeus à pia baptismal e o terror infundido pela inquisição instaurada em 1536, levaram a prática do judaísmo à clandestinidade.

Mesmo depois da abolição da inquisição e da política pombalina que acabou com a distinção de iure entre cristãos-velhos e cristãos-novos, os judeus continuaram a realizar as suas práticas clandestinamente, sem sacerdotes, sem livros, transmitido apenas pela via oral, que foi paulatinamente empobrecendo os ritos e as fórmulas, que foram contaminados pelo cristianismo.

Algumas das suas cerimónias públicas, como a circuncisão, festa dos tabernáculos ou imolação sacrificial dos animais desapareceram, bem como o conhecimento do hebraico, passando as orações a ser rezadas em português, através da tradição oral, cada vez mais afastada da sua pureza inicial.

Muitas dessas orações aprecem no quotidiano do nosso povo sem sentido intelectivo, estropiadas muitas vezes, embora rezadas com a mesma noção religiosa que costumava acompanhar, nas palavras de Leite de Vasconcelos, a dicção de algumas fórmulas mágicas.

A persistência deste culto hebraico nota-se em Trás-os-Montes e na Beira, especialmente em muitas das nossas aldeias, terras por onde entraram a maioria dos judeus espanhóis e permanecerem, longe do controle e fiscalização do poder central.

Duas orações com sabor judaico, entre outras, ouvi eu recitar na minha infância à minha avó, que lhe foram transmitidas também oralmente pela minha bisavó:

Ao levantar
«Levanta-te alma minha a dar graças ao Senhor, que perdoa os nossos pecados no seu Divino amor.»

Desta oração dá-nos Leite de Vasconcelos a seguinte versão recitada em 1933 por um tal Emília Morão, Judia de Penamacor:

«Assim que me levantei com alma e vida, ao Senhor louvarei. Andarei neste dia para que o Senhor me livre do fogo e do tormento quem no Senhor confia.»

Ao lavar
«(colocando a mão direita sobe a face, cobrindo os olhos) Volvei Senhor a vossa divina face para nós e com esta água que purifica o meu corpo, (lavando as mãos, começando pela direita) purificai a minha alma, protegei-me dos meus inimigos e deitai a vossa santa bênção (fazendo o sinal da cruz) sobre mim, e sobre todos os que vivem nesta casa.»

Desta oração dá-nos também Leite de Vasconcelos a seguinte versão que ouviu a judeus de Trás-dos-Montes:

«(colocando a mão direita na testa) Adonai, Senhor, volvei vossa santa e divina face à minha. Vós diante, ou detrás de vós, não terei medo nem pavor, nem causa mal me emperecerá. Serei guiado e governado pelo grande Deus Adonai (e corre-se a mão até ao peito) Deus me deite a sua santa e divina bênção sobre mim, sobre o meu homem e sobre os meus filhos.»


O cripto-judaísmo permaneceu nas terras remotas da Beira e Trás-dos-Montes influenciando os costumes e tradições; o sangue judeu corre nas veias de muitos dos beirões, sem que tenham consciência disso.

Eu cá por mim, tenho quase a certeza pelas tradições da minha família, dos quais dei, entre outros, apenas aqueles dois exemplos concretos, que nas minhas veias corre algum sangue judeu.

E acreditem; não tenho qualquer preconceito nisso!


FONTE

quinta-feira, 18 de março de 2010

vicente risco sobre a ibéria


“Podemos dividir a Espanha em duas partes, das quais uma pertence claramente à Europa, e a outra pertence a África. Uma linha que seguisse o curso do Douro e do Ebro, separaría uma da outra; a que fica para o Norte, podemos chamá-la Euriberia, e a que fica para o Sul, Afroiberia.”

Vicente Risco, Teoría do Nacionalismo Galego, 1920

quarta-feira, 17 de março de 2010

o «valor» da língua

O falecido Soromenho (Origens da Língua Portuguesa) dizia que «entre a língua usada na provincia de Entre-Douro-e-Minho e a que mais tarde aparece nas terras de Cima Coa e na Estremadura há uma diferença bastante sensível. Pode sem receio dizer-se que, à semelhança do que sucedia além dos Pirenéus, em Portugal havia também uma langue d'oc e uma langue d'oil, a língua do Norte e a língua do Sul... O Mondego é a linha divisória... ainda um século depois de D. Dinis ter abandonado o Latim como língua oficial». Esta diferença coincide singularmente com as diferenças, evidentes para todos, no clima, na vegetação, no carácter das populações do Norte e do Sul do nosso país. E a uniformidade posterior da língua explica-se natural e comezinhamente pelo facto de sete séculos de unidade nacional. «A importância que o português adquiriu repentinamente, diz o senhor Adolfo Coelho (A Língua Portuguesa), resultou da introdução da cultura poética na corte portuguesa». É conhecido o papel da politica no sentido de unificar as línguas de uma nação; abundam os exemplos de linguas substituidas, e nem sempre a língua denuncia a estirpe.
Os normandos perderam em França o seu idioma escandinavo, os burgúndios e os lombardos, na França e na Itália, os seus idiomas germânicos; à maneira dos oscos e úmbrios que tinham trocado pelo Latim as suas línguas.
 Não se pretenda por forma alguma dizer, contudo, que ao sul do Mondego houvesse uma língua diversa; diga-se, porém, que o argumento da unidade actual da língua, depois de sete séculos de vida nacional, não tem valor. Todos vêem ainda hoje como é rara a população no Sul, menos densos portanto os laços colectivos; e todos sabem como essas regiões, sujeitas por séculos a guerras exterminadoras, habitadas por moçàrabes, invadidas por berberes, taladas pelo fanatismo almorávide, passaram para sob o império da monarquia nascida na Galiza portuguesa. Como não receberiam a língua do vencedor?  Não podia haver luta entre duas línguas românicas, porque a arabização do Sul fora completa(*): podê-la-ia haver entre o àrabe e o português, quando a população cativa passava à condição de escrava?, quando as novas terras conquistadas eram povoadas por colónias francas, ou pelos cavaleiros hierosolimitanos?
 Por tais motivos parece evidente a ausência de uma causa etnogénica no facto da formação da monarquia portuguesa, cujas razões de existir são comezinhas, praticamente compreensíveis, sem teorias subtis. A língua vale decerto muito, como argumento; mas não valerá nada o homem que a fala?  Não se acham por esse mundo homens de uma mesma raça falando idiomas diversos, e populações de um mesmo idioma, pertencendo a raças diferentes?  Ora quem trilhou Portugal e a Espanha vizinha observou decerto - ou não tem olhos para ver - uma afinidade incontestável de aspecto e de carácter, um parentesco evidente, entre as populações dos dois lados do Minho, dos dois lados do Guadiana, dos dois lados da raia seca de leste.  Se esses homens não falassem, ninguém distinguiria duas nações.  E por outro lado, confundiu já alguém um algarvio ou um alentejano puro, com um puro minhoto?  A história comum funde, não cinde; e quando vemos, depois de sete séculos, diferenças tão marcadas, a observação dos homens leva-nos a crer que  com efeito em Portugal faltou uma unidade de raça, sobrando pelo contrário uma vontade enérgica e uma capacidade notável nos seus príncipes e barões.  Com um retalho da Galiza, outro retalho de Leão, outro da Espanha meridional sarracena, esses princípes compuseram para si um estado.
 
FONTE: Oliveira Martins in «História de Portugal»
 
 
 
(*) nota: Oliveira Martins erra ao dizer "Não podia haver luta entre duas línguas românicas, porque a arabização do Sul fora completa"  porque, de facto, a arabização não foi tão completa ao ponto de exterminar o romance moçàrabe-lusitano que estava arabizado; de qualquer maneira este "desapareceu" pelo contacto e mistura com o galego-português, introduzindo muitas palavras àrabes na lingua actual e dando origem a um dialecto meridional mescla do romance galego com esse moçàrabe.

terça-feira, 16 de março de 2010

FN sobe em França

Extrema direita volta a compor mapa político da França


PARIS — A Frente Nacional (FN, extrema direita) foi a principal surpresa nos resultados do primeiro turno das eleições regionais francesas ao obter 11,7% dos votos, uma cifra, segundo seu líder, Jean Marie Le Pen, que mostra que o FN "é a ave Fênix que renasce das cinzas".

As pesquisas de boca de urna previam vários pontos a menos para a FN que, na base eleitoral de Le Pen, a região de Provence, Alpes e Côte d'Azur, superou os 20% dos votos, e na região de Nord Pas de Calais (norte), onde a lista do FN era liderada por sua filha, Marine Lê Pen, obteve 18% dos votos.

A percentagem de 11,7% dos votos em todo o país supõe um apoio de 2,2 milhões de eleitores, segundo as cifras oficiais. "Foi um êxito incontestável da Frente Nacional", afirmou Le Pen durante coletiva de imprensa realizada na tarde dedys segunda-feira, antes de insistir em chamar o partido que fundou em 1972 de "a ave Fênix que renasce das cinzas".

De cara, no segundo turno das eleições regionais, no próximo domingo - ao qual passam automaticamente as listas que obtiveram ao menos 10% dos votos no primeiro turno -, o FN já está em condições de se manter em 12 das 26 regiões (22 na França metropolitana).

"A Frente Nacional pede às listas que não obtiveram os 10% de votos para não votarem nem na UMP (União para um Movimento Popular, no poder) nem no Partido Socialista". "Nem um nem outro", declarou Le Pen antes de qualificar essas duas formações como "cúmplices". Horas antes, a filha de Le Pen, e também sua provável sucessora, assegurou que a chapa "não será vendida a ninguém". "Estamos aqui para nos opor ao pacto UMP-PS".

O renascimento do FN no mapa político francês surpreendeu porque chega um ano depois de sua derrota nas eleições européias de 2009, nas quais obteve 6,3% dos votos.

Marine Le Pen acusou os dois principais partidos políticos da França, o União para um Movimento Popular (UMP, situação, direita) e o Partido Socialista (PS) de serem "cúmplices e culpados da política de desperdício nas regiões".

"É um bom resultado que volta a colocar o FN no coração do jogo político na França", afirmou o analista Jerome Fourguet, do instituto IFOP.

Depois de serem divulgados os resultados do primeiro turno, Le Pen disse que seu partido beneficiou-se do debate sobre a identidade nacional impulsionado meses atrás pelo governo do presidente Nicolas Sarkozy.

"A Frente Nacional acaba de recuperar seu lugar, já que é um partido nacional", afirmou na noite de domingo Jean Marie Le Pen, que se apresentou diante das câmeras de televisão atrás de um cartaz de campanha que dizia: "não ao islamismo" e que dias antes foi proibido pela Justiça francesa.

A socialista Martine Aubry responsabilizou Sarkozy por ter "reaberto a porta" à extrema direita ao lançar um debate que acabou colocando a imigração no banco dos réus.

"A Frente Nacional tinha sido dada por vencida, morta e enterrada pelo presidente da República, mas demonstrou que continua sendo uma força nacional cada vez maior", declarou Le Pen ao celebrar o resultado.

Le Pen, que chegou a disputar a presidência da França em 2002 contra Jacques Chirac depois de uma classificação inesperada no primeiro turno, anunciou que esta campanha pelas eleições regionais seria a última de sua carreira.

FONTE

segunda-feira, 15 de março de 2010

sobre os àrabes e os mouros...

"A influência cultural dos árabes revela-se principalmente em três aspectos : A formação da população Moçarabe, a permanência da população Mudejar e os contactos com grandes centros árabes"

"D. Afonso Henriques protegeu os Mouros que ficaram na região de Lisboa. Numa carta de segurança de 1170 proíbe que sejam maltratados por cristãos e judeus. Sem dúvida muitos ficaram e influiram no tipo étnico da região saloia. Já em 1484 eram Mouros quase todos os proprietários das vinhas no Zambujeiro perto de Camarate. E os cristãos de Silves queixavam-se de que três quartas partes das propriedades pertenciam aos MOUROS"
 
 
José Hermano Saraiva in História Concisa De Portugal

delinquentes «croatas» expulsos

Maia:  Jovens croatas de 20 e 21 anos ouvidos ontem em interrogatório judicial

Imigrantes expulsos

A investigação da GNR com o SEF que resultou, anteontem na Maia, nas detenções de um pai e dois filhos de nacionalidade croata, prosseguiu ontem com mais sete detidos, todos familiares dos primeiros suspeitos. Os indícios recolhidos apontam para que esta rede de assaltantes actuasse em vários países europeus e actualmente estaria sediada na zona Norte de Portugal, na qual fez vários ataques com o objectivo de roubar ouro.

Depois de serem ouvidos no Tribunal da Maia, a juíza decretou a expulsão de Portugal dos jovens de 20 e 21 anos. O pai , de 44, está internado no Hospital de Matosinhos por sofrer de diabetes, mas deverá ter o mesmo destino dos filhos. Ao que o CM apurou, apenas terá sido tomado em conta pela magistrada a estadia ilegal dos suspeitos no País.
Segundo a investigação das autoridades policiais, esta rede tinha, inclusive, ligações com um comprador italiano que lhes garantia o escoamento dos produtos roubados. Um dos últimos negócios terá sido a venda de dois relógios de luxo.

A detenção da restante família, levada a cabo por GNR e SEF, foi realizada no Norteshopping, numa acção repentina que surpreendeu os suspeitos. Ainda não são conhecidas as medidas de coacção para estes elementos.

FONTE

sexta-feira, 12 de março de 2010

cuidado com as ilusões



"Portugal é uma Nação Nação Multirracial e Pluricontinental".
António Oliveira Salazar



sim, isto foi dito pelo aparentemente venerado por muitos "racialistas" patriotas.
esta era a politica ultramarina do Estado Novo.  pode-se dizer que é só "propaganda" mas o facto é que as colónias existiam, e nem eram consideradas como tal mas sim como parte integrante de Portugal.
era esta a politica do regime fascista, e os habitantes dessas terras eram tão portugueses como os Lisboetas ou Portuenses ou Minhotos, Alentejanos, etc, etc
convém sabermos onde nos situar, quem é nosso amigo e quem não é.

há quem persista em fazer uma ridicula mistura entre o fascismo (seja ibérico ou italiano) e o Nacional-Socialismo.
não vou negar que podem ter algumas coisas em comum, mas são muito diferentes e nem sequer se podem comparar.
o "fascismo" não serve os interesses dos racialistas nem dos racistas. pelo contrário, é anti-racista.
mais, nem sequer serve os interesses do povo, antes pelo contrário e tão-pouco serve os interesses das nações, pois é tipicamente um regime muito patriótico e centralizado.
ao fascismo pouco lhe importa a Europa etno-cultural das nações (ou regiões).  o fascismo serve apenas os interesses e o poder de meia-dúzia de ditadores, que procuram enriquecer às custas do povo (aqui é completamente o oposto do NS e assemelha-se mais ao Comunismo do que outra coisa)

o fascismo é aquele tipico regime patriótico, expansionista (ou seja, agride outras nações para procurar aumentar o seu poderio) e por muito que se argumente que Hitler fez a mesma coisa, a verdade é que não se pode confundir a figura de Hitler com o regime NS em si, que não preconiza qualquer espécie de expansionismo imperial.

o fascismo é anti-identitário, é anti-racista (quem ainda tenha dúvidas disto, ver a forma como Franco conquistou o poder em Espanha) e, como racialistas, temos o dever de não procurarmos inspiração nestas patéticas e ridiculas ideologias, por muito que partilhem iconografia ou saudações com outras ideologias.

devemos ir ao âmago, ao conteúdo das coisas, e não ficarmos só pelo acessório ou superficial.
por isso, considero o "fascismo" como uma influência mais do que nefasta e até contrária para quem defende a causa da preservação racial e até étnica do continente Europeu e das suas diferentes identidades.

isso é para patéticos idolatras, que gostam do culto da personalidade e do ridiculo show-off iconográfico...

entre Salazar, Franco ou os actuais multirracialistas, não existe qualquer diferença.

quarta-feira, 10 de março de 2010

os extremos tocam-se...

quando terminou a segunda e (esperemos que) última grande guerra, começou um novo ciclo, ao qual só me ocorre apelidar de ditadura bi-polar, e que, de certo modo, ainda não terminou, ainda vivemos essa ditadura bi-polar no presente.
mas estes dois pólos defrontaram-se durante anos, naquela que ficou conhecida como a "guerra fria".
e que "guerra" era esta?? a que se devia?  motivos culturais? históricos?  identitários?  não, não e não.
foi uma guerra por motivos unicamente politicos e económicos, entre dois "lados" que em tudo o resto eram idênticos ou, no minimo, muito similares.
eram dois "extremos" que, no fundo, se tocavam. e, no final, venceu o lado que se adaptou melhor à realidade.  o elo mais fraco acabou mesmo por ser aquele que tinha a politica económica menos realista, mas em tudo o resto não se distinguia do "parceiro" de guerra.

estes dois "extremos" partilham entre si vários vectores, um dos principais, senão o mais importante, é a quase indiferença por tudo o que não seja relativo à economia.
quer o marxismo, quer o capitalismo americano,  fazem da economia a sua obsessão, embora tenham visões opostas, e quiseram convencer-nos de que a grande divisão Mundial era essa, uma vez que os identitários (verdadeiros inimigos destes dois)  já tinham sido "abafados", já não contavam nem tinham voz.

em tudo o resto são quase indiferentes; indiferentes para com a terra, para com a tradição, para com os povos, ou seja, liberais até ao extremo.
o resultado só podia ser o que vemos actualmente, independentemente de qual dos lados vencesse:  mas alguém tem dúvidas que a actual situação que vivemos se deve à hegemonia Mundial norte-americana?  a União Europeia não passa de uma reles cópia e uma reles tentativa de imitação dos E.U.A. em tudo; e que tem como único intuito competir com estes economicamente, mas em tudo o resto é "igual" ou esforça-se por ser (culturalmente) igual aos E.U.A.
ou seja, a U.E. é a U.R.S.S. de hoje...com a única diferença do modelo económico.

a tentativa de Bruxelas implantar à força o modelo multirracial e multicultural na Europa é a prova de que a U.E. quer mesmo copiar o modelo "universal" Norte-Americano do "melting pot".
e sabe-se lá até que ponto este modelo não é imposto pelos próprios E.U.A. desde as elites judaicas e sei lá mais o quê...
já todos sabemos o poder decisório e económico que os E.U.A. têm no Mundo.










não digo que estariamos melhor servidos com o marxismo, mas o modelo americano é, de certa forma, um "marxismo" cultural.  e já se sabe que o modelo americano, em termos meramente raciais, é tão grave ou até pior do que o comunismo.

este "marxismo" cultural caracteriza-se pela alienação, esquecimento das raizes ou desprezo pelas mesmas (muitas vezes em detrimento de "influências" alienigenas ou simplesmente mistura entre todas, vulgo multi-culturalismo);  interesse economicista acima de tudo, individualismo liberal feroz, igualitarismo sem barreiras de raça, sistema estatal em vez do sistema etno-cultural das verdadeiras regiões/nações (nacional-socialista), interesses elitistas (meia-dúzia) acima dos interesses do povo/nação, falta de soberania e poder decisório dos próprios estados-membro ficticios (tudo é decidido num só lugar, por meia-dúzia)

em tudo isto, não só o marxismo soviético e o capitalismo americano coincidem, como a própria Europa agora livre da ameaça comunista, começa a "aproximar-se" cada vez mais da utopia americanista, quiçá imposta (os actuais estados membros da U.E. fazem lembrar os estados norte-americanos, muitas vezes delineados sem ter em conta factores identitários, raciais, culturais, tradicionais, etc e sem sequer terem plena soberania)

de ditadura bi-polar, passámos agora a ditadura uni-polar, pois um dos lados "cedeu" aparentemente.
é a ditadura do "politicamente correcto".

é a esta ditadura de todos os dias, que nos é imposta, que temos de dizer não.

e, na minha opinião, é errado tentar fazer um branqueamento das culpas que o povo tem no cartório, que são muitas, por mais que se queira sacudir a àgua do capote e atribuir tudo à elite.

se o povo está "anestesiado", se vive nesta ditadura, tem culpas no cartório, porque se deixou adormecer, deixou-se embalar no canto da sereia.
que ninguém venha dizer que é normal ver pessoas, Europeus, a defenderem o genocidio e a actual situação que se vive com unhas e dentes.  não, não é normal.  algo muito errado se passou.
quem defende certas coisas e disso se orgulha,  não pode ser considerado como alguém mentalmente apto (para ser simpático)

diz não à ditadura bi-polar!

interessante site antropológico...

http://amorsite.110mb.com/

sexta-feira, 5 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

medidas craniais na Europa


indice altura-comprimento do crânio na Europa


indice altura-largura do crânio na Europa


AUTOR: Bertil Lundman (Antropólogo Sueco)

terça-feira, 2 de março de 2010

a escumalha manifesta-se...

Primeira greve de imigrantes em Itália, manifestações nas principais cidades

Os imigrantes que vivem em Itália estão hoje convocados para a sua primeira greve no país, devendo manifestar-se nas principais cidades em protesto contra os últimos episódios de racismo e para pedir direitos e integração.

O protesto, que se inspira na iniciativa francesa "Dia sem imigrantes", é organizado pela associação "Primeiro de Março" e conta com o apoio de associações italianas e formações políticas na oposição, como o Partido Democrata, os Verdes e a Refundação Comunista.

"A manifestação visa sensibilizar a opinião pública italiana para a importância do apoio dos imigrantes no funcionamento da nossa sociedade", explica a associação na apresentação da iniciativa na sua página da Internet.

FONTE



que "surpresa". com que então têm o apoio dos democratas e esquerdistas...porque será?

bem, uma coisa é certa:  que seja apenas a primeira de muitas e muitas greves desta escumalha.
ou então, se não gostam, têm bom remédio: vão embora para casa!

Itália aos Italianos!
Europa aos Europeus!

viva o "dia sem imigrantes" !!!  que seja apenas o primeiro de muitos!

fado do coitadinho...


Imigrantes fartos de políticos arrogantes

França, Itália e Grécia tiveram ontem a oportunidade de imaginar o que seria dos seus países sem os imigrantes. Durante um dia, estes deixaram de consumir e de trabalhar, na esperança de que a população tomasse consciência do papel fundamental que desempenham nos países que os acolheram.

A ideia, já testada nos Estados Unidos em 2006, partiu agora da plataforma «24 horas sem nós: um dia sem imigrantes», que distribuiu à Imprensa o seu manifesto. Nele explicam que são «homens e mulheres de todas as crenças, de todas as tendências políticas e todas as cores de pele, imigrantes e descendentes de imigrantes, cidadãos conscientes do contributo essencial da imigração para o nosso país».

Gente que, explicam, está farta «das declarações indignas proferidas por alguns políticos que procuram estigmatizar e criminalizar os imigrantes e os seus descendentes.» Conscientes do seu papel, optaram por este dia que mais do que de greve pretenderam que fosse um momento simbólico, e demonstrasse a sua vontade de contribuir para uma sociedade mais justa, em que quem vem de fora não seja olhado apenas em termos utilitários, como se fossem coisas para usar e deitar fora.

De facto, num momento de crise, é fácil aproveitar o aumento do desemprego para se fazerem um discurso de ódio, como se expulsar os imigrantes resolvesse todos os problema. É sobretudo contra este aproveitamento cobarde e indigno, que a plataforma quis e quer agir. Conseguiram, pelo menos, que durante vinte e quatro horas a sua presença fosse sentida. Num país como em França onde os trabalhadores activos imigrantes representam 11% da força de trabalho, e em sectores muito diversificados da economia, a acção teve impacto. Como todos os movimentos de cidadania, obriga a parar e pensar. Podiamos importar a ideia.

FONTE



"podiamos importar a ideia..."
note-se a desfaçatez com que se vêem defender estas ideias.  gente que vem apelar à "revolta" dos imigrantes, baseando-se para isso nos mesmos chavões e argumentos idiotas do costume, mas desta vez recheados de hipocrisia até dizer chega.
repare-se no ridiculo desta gente ao dizer "ah e tal o que seria de nós sem imigrantes???"
mas estes argumentos resultam mesmo com alguém que tenha mais do que um palmo de testa? 
esta gente já pensou que sobrevivemos séculos e séculos a fio sem precisar de imigrantes para nada, e que esta imigração desenfreada é coisa recente que, só agora, e a coberto dos pretextos mais estúpidos que se podem imaginar, é que se vem tentar impôr que é "fundamental", "inevitável" e todos esses chavões da treta???

e vir dizer que os imigrantes são 11% da população activa é o cumulo da hipocrisia!  então e quem criou essa situação??? quem é o responsável por isso??
é que criar o problema e depois dizer que a cura não é solução, porque "o mal já está feito" é o auge da hipocrisia despudorada.

eu espero sinceramente que haja mesmo muitos "dias sem imigrantes". 
claro que, no curto prazo, isso pode ter algumas consequências laborais.
mas só os idiotas é que pensam apenas no "curto prazo".  e só os hipócritas sem escrupulos é que querem convencer os papalvos a pensarem só no "curto prazo", como se fôssemos todos idiotas.

claro que quando 11% da população trabalhadora é imigrante, esse problema demora tempo a resolver e é preciso paciência.
mas é melhor do que ficar quieto a ver a crise agravar-se sem fazer nada e ver estes genocidas meterem mais e mais gente a cada dia que passa, para depois dizerem "o mal já está feito"!

e, sim, a crise pode não ser apenas culpa dos imigrantes, mas também tem muito a ver com eles.

não, não precisamos de imigrantes para nada e nunca precisámos!

sentimentalismos baratos, chantagens sem escrupulos e ameaças com A, B ou C, funcionam só com acéfalos, ignorantes ou burros.


NOTA: o argumento mais hipócrita de todos é esta "senhora" acusar os outros de verem os imigrantes apenas de forma "utilitária", como algo que se "usa e deita fora".......isto quando esta senhora o que fez, foi aplaudir e incitar à revolta dos "imigrantes injustiçados"  alegando que seria bom para vermos todos como precisamos muuuuito dos imigrantes e não podemos passar sem eles, tal como a nossa economia, bla bla bla

ou seja, quem pensa de forma utilitária e quem vê os imigrantes como "mercadoria" e "trabalhadores", é esta senhora!  só que esta senhora e outros da laia dela, estão tão cegos pela má-fé e hipocrisia incoerente, que nem disso se apercebem ou fingem que não se apercebem!

mapa linguistico da ibéria pré-romana




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o mapa linguistico acima, também é étnico (pelo menos na maioria dos casos), porque àquele tempo as aculturações eram muito mais raras e escassas, logo era mais dificil um povo perder a sua lingua original pela de outro povo invasor (romano, por exemplo).
de qualquer modo, repare-se, por exemplo, no Sul da Lusitânia, que apesar de ter sido parcialmente "celtizado", não era de etnia indo-europeia (turdetana?)
as zonas marcadas a rosa e "ameixa" não são zonas indo-e. tal como o País Basco (amarelo claro) ou enclaves no extremo-sul da Espanha (côr-de-laranja, ocupação fenícia)
as zonas marcadas a verde (escuro e claro) são zonas indo-e.
as zonas onde haviam idiomas ou dialectos celtas são indicados no mapa pela letra "C"
a Lusitânia propriamente dita falava um idioma não-céltico, mas indo-europeu, apesar de se discutir muito sobre o alegado "celtismo" dos Lusitanos.
é discutivel se a àrea Lusitana chegava à zona de Lisboa e da Extremadura, mas também não é essencial.
na antiga Galécia histórica falava-se o idioma celta Galaico, provavelmente relacionado com o ramo gaélico.
mais a Sul da Lusitânia, no Alentejo Central e àrea do Guadiana (ambos os lados da fronteira entre os estados português e espanhol) falavam-se dialectos celtas.
já na àrea do Baixo Alentejo e Algarve (ocupação turdetana) apesar de não ser uma àrea indo-e. falava-se um dialecto celta ou celtizado, devido a ocupação e aculturação posteriores, conforme vem devidamente explicado na própria legenda.

segunda-feira, 1 de março de 2010

comunistas a guarda avançada da imigração...

PCP quer solução para imigrantes em situação irregular

Jerónimo de Sousa criticou as medidas que o Governo está a tomar para combater a crise. O líder do PCP acha que elas só estão a agravar a situação económica do país. Jerónimo reuniu-se com imigrantes e anunciou que o PCP vai avançar com um projecto-lei no Parlamento para dar resposta a todos os que se encontram em situação irregular.
 

FONTE
 
 
enfim, iguais e fiéis a si próprios. eles reunem-se com imigrantes, eles querem regularizar todos os ilegais e depois ainda vêm falar fingindo estar muito preocupados com a crise...