"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sábado, 29 de março de 2014

a subserviência compensa

Vítor Gaspar confirmado em alto cargo no FMI

Ex-ministro das Finanças vai ser director do Departamento de Assuntos Orçamentais de Fundo Monetário Internacional

Christine Lagarde, directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), nomeou Vítor Gaspar para o cargo de director do Departamento de Assuntos Orçamentais da organização. A nomeação deve tornar-se efectiva no início de Junho.

Vítor Gaspar "trás com ele credenciais de gestão impressionantes e um registo formidável de experiência em política pública ao nível europeu e nacional", destacou Christine Lagarde. "A minha equipa e eu estamos ansiosos por trabalhar com Vítor Gaspar em assuntos de finanças públicas e em fornecer aconselhamento vital em política orçamental aos nossos países-membros", reforçou.

O Expresso já tinha noticiado que o ex-ministro das Finanças se tinha candidatado a um alto cargo no FMI, tendo-se deslocado a Washington no âmbito do processo de selecção que, tal como previsto, ficou fechado até final de Fevereiro.

Depois da demissão do Governo no verão passado, Vítor Gaspar tinha retomado as funções de consultor no Banco de Portugal.

FONTE


notícia que já tem um mês, mas cá vai. depois de já ter estado no BCE de 1998 a 2004, volta assim o Vítor Louçã Rabaça Gaspar (primo direito do ex-coordenador do BE) a ocupar um grande cargo na finança internacional, como prémio pelo bom comportamento (leia-se obediência aos interesses do FMI).
quanto a mim, creio que o acto de nomeação foi apenas uma formalidade, pois o Rabaça Gaspacho já trabalhava para o FMI desde 2011, depois da 3ª bancarrota deliberadamente provocada pelo PS, precisamente para colocar o país nas mãos desta quadrilha internacional.
deve ser "só" mais uma daquelas famosas coincidências que tanto o BCE como o FMI sejam geridos por judeus, assim como é outra coincidência que Louçã ou Loução, e Rabaça sejam nomes cristãos-novos usados por relativamente poucas famílias. outra coincidência que a terra natal do Gaspacho com 2800 habitantes fique a poucos quilómetros de Belmonte e que tenha ela própria uma significativa comunidade judaica, além de produzir azeite kosher.  não se trata de fazer publicidade a merda, eu até detesto azeite e azeitona também. trata-se de juntar indícios mais que credíveis.

sexta-feira, 28 de março de 2014

ligações NS + fascismos sul-europeus





















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desfile da mocidade portuguesa em 1941, com falangistas galegos, de Vigo e Pontevedra, balilas italianos e jovens hitlerianos.
porque é que eu penso que é importante mostrar estas ligações entre estes regimes?
porque circula por aí uma propaganda de que os nazis consideravam os sul-europeus em geral como porcaria e que a sua intenção era matá-los ou escravizá-los, algo que não corresponde à verdade.
uma coisa é não haver "iguais", outra coisa é querer matar ou escravizar.
acredito que o máximo que os nazis iam fazer era pressionar os países mediterrânicos para aplicarem programas de eugenia, principalmente naquelas regiões desses países com maior grau de impureza racial.

porque é que o sistema utiliza a propaganda do extermínio ou da escravatura? usa essa propaganda para minar a solidariedade entre os nacionalismos, e para conotar o nacional-socialismo, até mesmo o nacionalismo e racialismo no geral, como "coisa de estrangeiros" e "nórdicos".
até o próprio Estado Novo, sempre ambíguo e diplomata, usou essa propaganda, sobretudo depois da derrota do Eixo em 1945.  mas antes de 1945, ainda havia algo de fascismo no Estado Novo, que depois se perdeu.

o fracasso do capitalismo e do New Deal





























chegados ao ano de 1938, a potência do quadro com a menor taxa de desemprego era precisamente a Alemanha NS, e mesmo já em 1937 as duas potências com menor taxa de desempregados, eram as duas potências não-democráticas do Eixo.
já os EUA, no ano em que terminou o "New Deal", 1937, tinha uma taxa de desemprego na casa dos 13% e apenas 1 ano depois, praticamente na casa dos 20% (19.8%)
e repare-se que a Alemanha veio de uma taxa na casa dos 30% de desempregados em 1932 (républica Weimar), enquanto os EUA partiram de apenas 1% de desempregados em 1929, ano da grande depressão.
é caso para dizer que capitalismo+democracia é sinónimo de desemprego e o "New Deal", que é uma tentativa de "salvar" esse capitalismo, também é sinónimo de desemprego.

quarta-feira, 26 de março de 2014

homossexualismo, hábito zio-marxista










  


















é um costume aberrante que a escumalha sionisto-bolchevique quer impôr ao resto do mundo para não ser sozinha - e também para diminuir a natalidade Ariana. daí a agenda pró-gay, à qual também aderem os libertários, capitalistas liberais e outros democratas.
nas duas primeiras imagens vemos os judeus Gorbachev e Brezhnev, ambos com Honecker da Républica Democrática Alemã (RDA).
já na última imagem, vemos um cartaz de propaganda comunista do tempo da II Guerra, portanto do tempo de Estaline, isto para aqueles que acham que Estaline nada tinha a ver com marxismo cultural, algo completamente falso e já provado ser falso, por exemplo aqui e já agora também neste vídeo que mostra um filme de propaganda soviético (1933) anti-EUA e "anti-racista" ou anti-branco de vitimização negróide e culpa branca. mais MC que isto é difícil...

sexta-feira, 21 de março de 2014

FN perto do UKIP e longe do BNP
















"Mrs Le Pen, an MEP and president of the right-wing Front National party in France, denied that her party felt an affinity with the British National Party and added: “I am in regular contact with UKIP. If I felt my options were closer to the BNP I would be in contact with the BNP, but I am in contact with UKIP"

"Mantenho contacto regular com o UKIP. Se eu sentisse que as minhas opiniões estavam mais próximas do BNP, teria contacto com o BNP, mas tenho contacto com o UKIP."

FONTE


não que isto fosse necessário, porque as máscaras há muito tinham caído, mas...
se podemos dizer que o UKIP é mais ou menos igual aos luso-tropicalistas britânicos, então é igualmente lícito dizer-se que a FN corresponde ao luso-tropicalismo francês que não é nacionalismo.
e por favor, não me venham dizer que a FN é obrigada a aceitar gente de outras raças, porque de certeza que ninguém é obrigado a fazer cartazes daqueles a apelar à assimilação. o BNP, por exemplo, não os faz, mesmo sendo obrigado a aceitar algumas pessoas de outras raças, e não tira fotos com os dirigentes a posar ao lado de gente de outras raças.
mas é claro que tenho as minhas dúvidas de que seja só isso no BNP que incomoda a dirigente da FN. (e para bom entendedor...)
este tipo de movimentos têm que ser encarados é como inimigos e não como aliados. não são nacionalistas, nem sequer do ponto de vista cultural.
agora que se venha cá dizer que a demarcação do BNP e proximidade ao UKIP também faz "parte de uma estratégia bem pensada para conquistar a simpatia da população e os votos" bla bla bla
o que é que interessa se a suposta "estratégia" for bem sucedida, se a FN não é nacionalista?  já se viu que por muitos votos que uns e outros ganhem, nunca serão grande coisa. serão sempre mais do mesmo, iguais aos outros partidos. a FN no governo será igual ao resto ou ainda pior. 

terça-feira, 18 de março de 2014

desemprego na Alemanha NS








































há números e dados que falam por si...

segunda-feira, 17 de março de 2014

triste figura de deputada tuga no PE

é a clássica falta de argumentos. ai és contra a imigração em massa e contra o genocídio do teu povo indígena? então és um racista e um xenófobo. e pronto, está feita a "argumentação".  esta senhora (Ana Gomes) só envergonha o país.
repare-se como logo no início do vídeo, Nick Griffin refere e bem, o plano kalergi de extinção dos nativos Europeus através da imigração em massa e logo a seguir, a partir do segundo 00:15, põe o dedo na ferida sem medo e dá nomes aos culpados (bois): esquerdistas, capitalistas E sionistas supremacistas.
nota: obrigado ao Pedro Lopes por dar a conhecer o vídeo.

quarta-feira, 12 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

religiões...




















podes tirar as religiões do deserto, mas não podes tirar o deserto das religiões...
todas elas, as três abrâamicas e semitas, são pedófilas, pederastas, criminosas, assassinas e genocidas.

segunda-feira, 10 de março de 2014

a encruzilhada

















A Ucrânia parece estar entre a espada e a parede, ou num beco sem saída. se de um lado, é pressionada pela ameaça do "imperialismo" russo com tiques neo-bolcheviques, do outro parece ter a ameaça da ingerência norte-americana (sionista) e do não menos imperialista projecto da EUSSR apoiado pelos neo-liberais dentro do movimento nacionalista ucraniano e provavelmente por dinheiro judeu.
no fundo, vai dar praticamente ao mesmo.
a solução certa é que o nacionalismo ucraniano se liberte de ingerências e defenda a independência quer relativamente à Rússia, quer à UE, mas até nisso a Ucrânia está dividida, com uma metade leste mais "pró-russa" e uma metade oeste mais "pró-ocidental", que infelizmente se confunde com pró-UE.

a verdade é que o projecto da EUSSR, não é necessariamente inimigo do projecto russo, mas talvez e somente "complementar", eventualmente "rival", mas só em termos territoriais e circunstanciais, nunca em termos ideológicos ou estruturais, ou não existisse um grande projecto "Euro-asiático". é bom que se perceba isto e se consiga ver a "big picture", como se costuma dizer.
revejo-me quase a 100% no comunicado que o PNR fez sobre o assunto. não há só uma verdade linear sobre o assunto, a Ucrânia é um país complexo e até de certa forma "artificial", mas isso não pode ser aproveitado nem para ingerências, nem para invasões ou batalhas artificiais entre povos europeus.

a ucrânia e os judeus
















FONTE


"Várias organizações têm em curso programas de apoio caso a situação piore na Ucrânia. Há judeus nos dois lados da barricada do conflito e que foram alvo de violência, mas ninguém sabe bem de que lado."


pois, há judeus do lado dos nacionalistas ucranianos, e do lado dos russos.  confusos? só quem não entende o conceito de rachar para conquistar (dialéctica).  judeus incitam ucranianos contra russos e incitam russos contra ucranianos. a prazo, teremos uma guerra étnica entre eslavos ucranianos e eslavos russos, que embora não sejam a mesma etnia, e embora a Ucrânia seja uma "nação" artificial, isso não serve de pretexto para guerras artificiais causadas pela ingerência judaica.  no final, ucranianos e russos ficarão dizimados, a Ucrânia será integrada à força na sionista União Europeia e talvez fique debaixo da pata de Moscovo a médio/longo prazo, enquanto o judeu esfrega as mãos de contente.



"Mas há quem sinta que a questão judaica está a ser usada para a luta entre dois campos, um pró e outro anti-Rússia."


sim, é verdade. e os judeus, sabedores e conhecedores disso mesmo, utilizam essa dialéctica para virarem ucranianos ingénuos contra russos e vice-versa, ao mesmo tempo que se vitimizam e gritam que estão a ser usados como "bode expiatório". o que ninguém sério duvida, é que os judeus são farsantes em toda a parte do Mundo. faz parte da sua natureza intrínseca.



"Outros concordam. “Não acho que o anti-semitismo tenha piorado de repente”, comentou o rabino Yonathan Markovich, em declarações ao Ha’aretz. “Aqui culpam sempre os judeus por qualquer problema. Há um ditado: 'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’


pois, e curiosamente há outro ditado que diz "gato escaldado de àgua fria tem medo". houve realmente um período na história da Ucrânia, nos anos 30 do século passado, em que não havia comida, porque os judeus a levaram! não admira que os ucranianos não queiram voltar a isso outra vez, e possam parecer excessivamente "paranóicos". pudera! já sentiram isso na pele e agora estão com pé atrás.

de resto, o artigo só fala de violência e ódio contra os judeus, mas nada diz dos crimes, violências e atrocidades dos judeus, não só na Ucrânia, como um pouco por toda a ex-URSS e Bloco de Leste.
os ucranianos não esquecem, e "talvez" possa ser essa a origem do "anti-semitismo" ucraniano.

muitos nacionalistas são ingénuos, não percebem, nem eles, nem os russos, que podem estar a ser usados como carne para canhão, para criar um conflito e uma agitação artificial que só prejudica a raça ariana e beneficia os do costume, tal como o projecto da EUSSR.

mais uma maravilha da democracia

Adicionar legenda




























"Sócrates dá 600 mil Euros a Soares em plena crise"
"Fundação do ex-presidente da républica recebe 3,4 milhões de governos do PS"


anda o estado a pagar e o contribuinte a ser chulado todos os dias, para sustentar uma fundação que não serve para nada, excepto fazer propaganda esquerdista, multiculturalista e tropicalista.
é mais uma famosa "conquista democrática". deve ser para "isto" que mandam os cidadãos apertar o cinto.

quarta-feira, 5 de março de 2014

a verdadeira Europa























exceptuando os símbolos cristãos, erroneamente conotados com o nacionalismo, o resto está bom.

sábado, 1 de março de 2014

o declínio do «deus» democracia...
























é antigo (Janeiro de 2012) mas cá vai: a notícia em baixo diz que "só 56% dos portugueses acreditam que a democracia é o melhor sistema político".
pouco mais de metade. ora bolas, afinal nem o "deus" democracia consegue reunir um consenso à sua volta, (quanto mais outras questões polémicas...), a ponto de existirem taxas de abstenção de 41% e de 44% dos portugueses não acharem que a democracia é o melhor sistema político.
eu sei que o público é um pasquim de esquerda, mas o DN desenvolve aqui praticamente a mesma notícia, a data da notícia é até a mesma (19-1-2012). basicamente 64,6% das pessoas estavam insatisfeitas com a democracia quando em 2009 eram 51%, e só 55,5% pensavam que a democracia é o melhor sistema político, enquanto os restantes 44,5% pensavam que não.
isto também significa que as perguntas foram colocadas de forma a não dar azo a equívocos ou segundas interpretações. os pró-democratas poderiam argumentar que os tais 44,5% não rejeitavam a democracia, apenas estavam "insatisfeitos" com ela e queriam "mais democracia".
mas não. os "insatisfeitos com a democracia" eram 64,6%, e os que não acreditam de todo que a democracia seja o melhor sistema político eram 44,5% (os restantes são os 55,5% que acreditavam na democracia)
o "deus" democracia começa a perder os seus encantos e a sua aura de "divindade" / "intocabilidade". e, se calhar, os dados até já estão desactualizados, face ao descalabro dos últimos dois anos.