"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

domingo, 27 de dezembro de 2009

domingo, 20 de dezembro de 2009

«não há pretos italianos»

Adeptos da Juventus voltam a entoar cânticos racistas

A facção mais radical dos adeptos da Juventus voltou a entoar cânticos racistas durante a recepção ao Catania, em jogo realizado este domingo.

«Não há pretos italianos», disseram os tiffossi da “Juve”, denominados Curva Sud, devido à sua localização no estádio Olímpico de Turim.

Para além da manifestação racista, a própria equipa também foi atacada, devido aos maus resultados europeus, e a direcção.

Desta a época passada que e turma bianconera tem sido constantemente sancionada – com multas e jogos à porta fechada - por cânticos racistas da sua massa associativa.

FONTE



como se pode ver, é da Itália que partem a maioria dos bons exemplos.

gostava que as claques portuguesas e um pouco por toda a Europa seguissem o mesmo caminho.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Europa no ano 1092

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Jardim inaugura mesquita...
















Jardim oferece jantar a comitiva islâmica


 O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, ofereceu, na noite de ontem, um jantar à comitiva islâmica que se deslocou à Região para a inauguração da primeira Mesquita da Madeira. O secretário regional dos Recursos Humanos, Brazão de Castro, esteve presente no jantar, que decorreu na Quinta Vigia.
 Foram recebidos pelo líder do Executivo madeirense o presidente da Comunidade Islâmica em Lisboa, Dr. Abdool Karim Vakil; o responsável da Comunidade Islâmica na Madeira, Adbou Karim Ben Adj e ainda o imã, Abel Lasseri.
 Mas para a inauguração da Mesquita da Madeira, localizada em Santo Amaro, deslocaram-se à Região outras entidades islâmicas, como o embaixador da Arábia Saudita e do Irão em Lisboa, Hisham Alkatini e Rasool Mohajer, respectivamente. A embaixada da Líbia também esteve representada na inauguração da Mesquita por Yahya El Jadid e ainda Saoud Eltayari.

http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=1&id=140440&sdata=2009-12-15


sem comentários...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

populi da ibéria pré-romana






















povos da Ibéria pré-romana segundo Jürgen Untermann

esboço da ibéria pré-romana

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

árvore do haplogrupo I


mundo consoante o tom da pele II




























FONTE: Chaplin G. Geographic Distribution of Environmental Factors Influencing Human Skin Coloration, American Journal of Physical Anthropology 125:292-302, 2004; map updated in 2007

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

parentesco entre bascos, galeses e irlandeses

Genes link Celts to Basques










The Welsh and Irish Celts have been found to be the genetic blood-brothers of Basques, scientists have revealed.

The gene patterns of the three races passed down through the male line are all "strikingly similar", researchers concluded.

Ethnic links: Many races share common bonds

  

Basques can trace their roots back to the Stone Age and are one of Europe's most distinct people, fiercely proud of their ancestry and traditions.
The research adds to previous studies which have suggested a possible link between the Celts and Basques, dating back tens of thousands of years.

"The project started with our trying to assess whether the Vikings made an important genetic contribution to the population of Orkney," Professor David Goldstein of University College London (UCL) told BBC News.

'Statistically indistinguishable'

He and his colleagues looked at Y-chromosomes, passed from father to son, of Celtic and Norwegian populations. They found them to be quite different.

"But we also noticed that there's something quite striking about the Celtic populations, and that is that there's not a lot of genetic variation on the Y-chromosome," he said.

To try to work out where the Celtic population originally came from, the team from UCL, the University of Oxford and the University of California at Davis also looked at Basques.

"On the Y-chromosome the Celtic populations turn out to be statistically indistinguishable from the Basques," Professor Goldstein said.

Pre-farming Europe

The comparison was made because Basques are thought by most experts to be very similar to the people who lived in Europe before the advent of farming.

"We conclude that both of these populations are reflecting pre-farming Europe," he said.

Professor Goldstein's team looked at the genetic profiles of 88 individuals from Anglesey, North Wales, 146 from Ireland with Irish Gaelic surnames, and 50 Basques.

"We know of no other study that provides direct evidence of a close relationship in the paternal heritage of the Basque- and the Celtic-speaking populations of Britain," the team write in the journal Proceedings of the National Academy of Sciences.

Viking TV

But it is still unclear whether the link is specific to the Celts and the Basques, or whether they are both simply the closest surviving relatives of the early population of Europe.

What is clear is that the Neolithic Celts took women from outside their community. When the scientists looked at female genetic patterns as well, they found evidence of genetic material from northern Europe.

This influence helped even out some of the genetic differences between the Celts and their Northern European neighbours.

The work was carried out in connection with a BBC television programme on the Vikings.


http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/wales/1256894.stm

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

linhagem I do Y-DNA

neste mapa, nem todos os marcadores são iguais, como podem ver.
























haplogrupo I1a (nórdico):






quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

parentesco entre bascos, argelinos, «espanhóis» e «portugueses»

as aspas em "portugueses" são propositadas, como é bom de ver no mapa.
são apenas os portugueses sensivelmente a partir da linha do Tejo, que partilham frequências de alelos e haplotipos com os bascos, espanhóis do Sul e Levante (Oriente) e ainda com Argelinos.
convém frisar que estes Argelinos não são os actuais, mas sim proto-berberes do Norte de Àfrica ou paleo-Norte Africanos.

podem ler aqui o artigo:
http://www.springerlink.com/content/cj2f3h4g1cxd73g7/


tem um astract do qual destaco:

"The paleo-North African haplotype A30-B18-DR3 present in Basques, Algerians, and Spaniards is not found in Portuguese either. The Portuguese have a characteristic unique among world populations: a high frequency of HLA-A25-B18-DR15 and A26-B38-DR13, which may reflect a still detectable founder effect coming from ancient Portuguese, i.e., oestrimnios and conios; Basques and Algerians also show specific haplotypes, A11-B27-DR1 and A2-B35-DR11, respectively, probably showing a relatively lower degree of admixture."


claro que estas populações "portuguesas" apresentam especificidades, mas o que importa realçar é que a origem destas populações antigas do Alentejo e Algarve não é indo-europeia e tem parentesco com outras populações pré-indo-europeias, como por exemplo, os bascos.


podem ainda ler um PDF completo aqui:

http://www.springerlink.com/content/cj2f3h4g1cxd73g7/fulltext.pdf

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PR condecorou chinês cadastrado

Cavaco Silva condecorou chinês cadastrado

O Presidente da República, Cavaco Silva, condecorou na terça-feira um cidadão chinês que há 15 anos foi condenado em Portugal pelo crime de auxílio à imigração ilegal.

Apesar de sempre ter clamado inocência, Jin Guoping foi condenado a 15 meses de prisão, pena que foi suspensa, depois de em 1994 ser considerado o principal responsável de uma rede que tentava passar cidadãos chineses a partir da península Ibérica para os Estados Unidos.

Na terça-feira o cidadão chinês, que vive em Portugal há cerca de 20 anos e que de início desempenhou a função de tradutor, acabou por receber a Ordem do Infante D. Henrique sem que ninguém soubesse que no seu registo criminal existia uma condenação, conforme refere a TSF. A mesma rádio diz que no processo de candidatura de Jin Guoping não havia indícios da alegada prática do crime e que o registo criminal nem sequer chegou a ser examinado.

FONTE


macaco silva deve estar orgulhoso!  a xenofilia é, de facto, uma doença grave e séria.
agora, ser criminoso até dá direito a condecoração e tudo.
com governos destes não precisamos de inimigos externos, pois eles estão todos cá dentro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sarkozy e os ilegais

Sarkozy diz que não aceitará regularização em massa de "imigrantes ilegais"

Paris, 24 nov (EFE).- O presidente francês, Nicolas Sarkozy, assegurou hoje que não aceitará a regularização em massa de "imigrantes ilegais", que seria um "erro trágico".

Em uma pequena viagem por Épinay-sur-Seine, Bobigny e Perreux-sur-Marne, três cidades ao norte de Paris, Sarkozy declarou que, enquanto ele for líder de Estado, não aceitará "uma regularização global daqueles que não têm papéis".

"Todas as vezes que houve uma regularização em massa, houve um efeito contrário ao buscado" para os fluxos migratórios, disse o presidente francês, que afirmou que "a regularização de todo mundo seria um erro trágico".

Sarkozy lembrou que "os espanhóis fizeram (a regularização em massa)" e que "os italianos também fizeram e atualmente se encontram entre os que fazem com maior firmeza o controle das fronteiras europeias".

"A França recebe por ano 100 mil pessoas (...), mas tratamos da mesma forma os que têm papéis e os que não têm, então por que dar papéis aos que solicitam?", perguntou o presidente francês.

Insistiu em que França é "generosa", mas, como disse o ex-primeiro-ministro Michel Rocard, não pode "acolher toda a miséria do mundo".

Sarkozy comparou o modelo americano com o francês e ressaltou que do outro lado do Atlântico "se você está doente, não tem direito a entrar", enquanto na França se "o você está doente, é curado".

As declarações de Sarkozy são feitas dois dias depois que a primeira secretária do Partido Socialista (PS) francês, Martine Aubry, se mostrou favorável a uma ampla regularização de "imigrantes ilegais". EFE

FONTE


espera...deixa-me ver. acho que estou confuso, mas não foi este mesmo judeu húngaro que disse que a diversidade era uma "obrigação" e que chegou a ter discursos tão repugnantes como este:???






















agora, este "bom samaritano" está preocupado com ilegais? que se passa?  o plano de tornar a França numa républica (ainda mais) multi-racial está a dar para o torto?
é bom lembrar que Sarkozy respondeu ao PS (Sócrates portanto) de lá, que queria uma grande regularização de (ainda) mais ilegais.
acho ainda mais hilariante, que por lá haja quem o considere nazi chegando a chamar-lhe Sarkonazi, pior que Le Pen, etc
este pseudo-nazi, que tem tanto de "nazi" como eu tenho de extremo-esquerdista, não quer a França cheia de mais ilegais, mas lá vai dizendo que a França é generosa, que o multiculturalismo é uma obrigação, etc, etc
tal como o pseudo-nazi Gordon Brown do Reino Unido, também este judeu foi e é responsável pelo enfiar toneladas de imigrantes pela Europa dentro. como ele próprio diz, a França recebe 100 mil pessoas por ano. ora, a este ritmo, em poucos anos, poucas décadas, a França já era.

mas talvez a grande preocupação do judeu multiculturalista com o excesso de imigrantes seja esta:

FONTE

é por estas e por outras que já nem mesmo os multiculturalistas conseguem disfarçar mais o fracasso da imigração. tanto, que até eles próprios tomam medidas para regrá-la ou impôr travões,  mesmo que de identitários tenham precisamente zero.

em França, no Reino Unido, na Alemanha, Itália ou qualquer outro país, só os partidos nacionalistas, FN, BNP, NPD, LN, etc, etc, se opõem à imigração e não apenas quando a coisa "aperta" ou quando "dá para o torto".

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Henry, o andebolista...


palavras para quê...?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

galeses e ingleses são raças diferentes












English and Welsh are races apart


Gene scientists claim to have found proof that the Welsh are the "true" Britons.

The research supports the idea that Celtic Britain underwent a form of ethnic cleansing by Anglo-Saxons invaders following the Roman withdrawal in the fifth century.

It suggests that between 50% and 100% of the indigenous population of what was to become England was wiped out, with Offa's Dyke acting as a "genetic barrier" protecting those on the Welsh side.

And the upheaval can be traced to this day through genetic differences between the English and the Welsh.

Academics at University College in London comparing a sample of men from the UK with those from an area of the Netherlands where the Anglo-Saxons are thought to have originated found the English subjects had genes that were almost identical.

But there were clear differences between the genetic make-up of Welsh people studied.

The research team studied the Y-chromosome, which is passed almost unchanged from father to son, and looked for certain genetic markers.

They chose seven market towns mentioned in the Domesday Book of 1086 and studied 313 male volunteers whose paternal grandfather had also lived in the area.

They then compared this with samples from Norway and with Friesland, now a northern province of the Netherlands.

The English and Frisians studied had almost identical genetic make-up but the English and Welsh were very different.

The researchers concluded the most likely explanation for this was a large-scale Anglo-Saxon invasion, which devastated the Celtic population of England, but did not reach Wales.

Dr Mark Thomas, of the Centre for Genetic Anthropology at UCL, said their findings suggested that a migration occurred within the last 2,500 years.



Genetic links

It reinforced the idea that the Welsh were the true indigenous Britons.

In April last year, research for a BBC programme on the Vikings revealed strong genetic links between the Welsh and Irish Celts and the Basques of northern Spain and south France.

It suggested a possible link between the Celts and Basques, dating back tens of thousands of years.

The UCL research into the more recent Anglo-Saxon period suggested a migration on a huge scale.

"It appears England is made up of an ethnic cleansing event from people coming across from the continent after the Romans left," he said.


Celtic Britons

Archaeologists after the Second World War rejected the traditionally held view that an Anglo-Saxon invasion pushed the indigenous Celtic Britons to the fringes of Britain.

Instead, they said the arrival of Anglo-Saxon culture could have come from trade or a small ruling elite.

But the latest research by the UCL team, "using genetics as a history book", appears to support the original view of a large-scale invasion of England.

It suggests that the Welsh border was more of a genetic barrier to the Anglo-Saxon Y chromosome gene flow than the North Sea.

Dr Thomas added: "Our findings completely overturn the modern view of the origins of the English."

 
FONTE

mundo consoante o tom da pele





























FONTE: Nina Jablonski and George Chaplin. (2000) The Evolution of Human Skin Coloration. J Hum Evol; 39:5

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

selecção de afrogal...











não sei, sinceramente, o que é que representa este grupo de bons rapazes.  sei, no entanto algo.  sei que 4 brasileiros, um cabo-verdiano, um zairense, um negro nascido em Portugal, um filho de negro brasileiro nascido em Portugal e ainda um Madeirense mestiço jamais me representarão a mim, por muitos golos que marquem, por mais bem que joguem, por muitos campeonatos do Mundo que ganhem, etc
mas se o "povo" se sente representado e delegado neste grupo de "jovens", quem sou eu para contrariar.
o "povo" já nem vê nada, já não sabe o que é identidade, nem se importa que a "equipa" do seu país, seja uma espécie de refugo do Brasil (Brasil B) que contrata (sim, é o termo) aqueles que querem jogar aqui, porque não têm lugar na equipa principal brasileira...
se o "povo" não se importa que a selecção do seu país seja o clubito da FPF e dos mercenários, completamente descaracterizada, desde que marquem golos, então óptimo.
eu estou fora.  não faço parte dos que se emocionam com o hino, ou com a bandeira, ou dos que ficam "magoados" e "irritados" quando um dinamarquês (Tomasson) diz duras verdades...para quem não sabe, Tomasson limitou-se a dizer a verdade, ou seja, que Portugal foi ao Brasil "comprar" Liedson, o que provocou uma reacção em cadeia dos patrioteiros "sentimentalistas" muito, muito magoados, a começar pelo seleccionador nacional ou pelo corrupto Merdaíl.
não quero saber se a "selecção" da FPF fala ou não fala português, se são "lusófonos", etc, etc, isso a mim não me diz nada. eu tenho infinitamente mais a ver, por exemplo, com a selecção bósnia do que com afrogal. 
e nem o facto de haver muitos muçulmanos na Bósnia vale alguma coisa contra este veredicto, porque a origem étnica dos Bósnios, e a composição etno-racial da sua selecção, é claramente Europeia. ou seja, a selecção Bósnia tem mais afinidade comigo do que a selecção de Afrogal...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

côr dos cabelos em França




os três primeiros mapas são da autoria de Paul Topinard e o último de J. Deniker

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

distribuição da linhagem J do Y-DNA

esta linhagem parece incluir povos do Médio Oriente, mas também povos mediterrânicos da Grécia, Itália e Balcãs, já que parece dividido em dois sub-grupos:  J1 e J2, o primeiro mais relacionado com povos semíticos e o segundo com povos da Europa mediterrânica.















gradiente genético na Europa























é um mapa que mostra o gradiente existente na Europa de genes frequentes no Médio Oriente; a frequência decresce à medida que se avança para o Norte.
assim, a zona mais atingida é a Anatólia, parte da Grécia e Sicilia, enquanto a menos atingida é a zona Norte Europeia, assinalada a côr rosa.

FONTE: Genes, peoples, and languages. L. Luca Cavalli-Sforza. The National Academy of Sciences of the USA. 1997

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

romanização no Noroeste Peninsular

 "Debido a este respeto puesto de manifiesto en el caso de las organizaciones proprias de los pueblos peninsulares, el proceso de transformación que estamos analizando no se operó de manera repentina ni afectó por igual a todas las poblaciones, regiones y centros urbanos de Hispania, sino que se convirtió en una penetración lenta y paulatina en la que algunos de sus elementos -lengua, costumbres y religion- tardarian en introducirse, mientras que otros lo harán de forma más rapida y intensa, de acuerdo con la predisposición de cada una de las regiones hispanas.
  Asi, la gigantesca colonización de gentes italicas que venian a la Peninsula a arrendar los cotos mineros -de las que nos habla Diodoro Siculo y que enriquecian rapidisimamente mezclándose con la población indígena provocó la rápida romanización de todo el Levante y el Sur peninsulares. Por contra, nada de esta colonización se dio en el Noroeste Hispanico. La no presencia de colonos en Gallaecia, en función de explotaciones mineras, trajo consigo el que los mercadores, que fueron igualmente un vehiculo importante de romanización, no estuvieran en gran cantidad interesados en traficar aqui salvo excepciones como los Cives Romani Qui Negotiantur Bracaraugusta en tiempos de Tiberio. A este hecho se añade la ausencia de asentamientos de colonos romanos que explotasen el campo, que son también los responsables de la rapida romanización del Levante y del Sur de Hispania"
 
 
FONTE:  Luis Rodríguez-Ennes
Gallaecia:  Romanización y Ordenácion del territorio

migrações celtas

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Brown quer limitar imigração


GORDON BROWN QUER LIMITAR IMIGRAÇÃO

"Gordon Brown quer limitar a entrada de imigrantes no Reino Unido. Uma reacção às manifestações dos últimos meses, em que os trabalhadores britânicos pediam mais emprego.
Em plena crise, o aumento da população e as repercussões nos salários e na habitação motivaram também as críticas dos conservadores e da extrema-direita.

Hoje, Gordon Brown fez um discurso para acalmar os britânicos. “A imigração não é um problema só para certos partidos, nem um assunto tabu. É uma questão sobre o que significa ser britânico, sobre os valores que prezamos e as responsabilidades que esperamos daqueles que vêm para o nosso país”, declarou.

Quando chegou ao poder, o primeiro-ministro apostou num recrutamento, fora da União Europeia, de mão-de-obra qualificada para colmatar a falta de profissionais britânicos, sobretudo na área da saúde.

Mas o número de emigrantes duplicou na última década e o governo introduziu um sistema de pontos para a obtenção do visto de trabalho. Agora promete torná-lo mais selectivo e apostar na formação em certas áreas para não recorrer ao recrutamento externo.

Medidas para evitar as previsões do Instituto de Estatística britânico, que projecta que o Reino Unido tenha 70 milhões de habitantes dentro de 20 anos."


FONTE

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

galiza e condado portucalense

"A causa da separação de Portugal do corpo da monarquia leonesa não é obscura, nem carece de largas dívagações para definir-se: é a ambição de independência do governador do condado, que o tinha do rei suserano; é o afastamento desta nova região roubada aos sarracenos; é a necessidade de pulverização da soberania, que a aliança desta ideia com a de propriedade, e a ignorância de meios administrativos capazes de manter a ordem em dilatados terrenos, tomam inevitável na Idade média. Portugal separava-se, da mesma forma que o reino da Navarra se dividira em três, e pelos mesmos motivos. Portugal defende a separação; o monarca suserano impugna-a. Debate-se mais de uma vez a questão com as armas; não porque se chocassem os sentimentos nacionais, mas porque os príncipes defendiam o que era, ou julgavam ser, propriedade sua. Estas prímeiras guerras portuguesas não depõem decerto de um modo particular em favor da independência, porque eram a lei de toda a Espanha, a lei de toda a Europa — podemos dizer assim. É um preconceito fazer do conde D. Henrique o fundador consciente da independência de uma nação, quando o conde apenas cuidava da independência pessoal e própria. O sentimento de independência nacional, a ideia de que os reis são os chefes e representantes de uma nação, e não os donos de uma propriedade que defendem e tratam de alargar, bem se pode dizer que só data da dinastia de Aviz, depois do dia memorável de Aljubarrota.

(.....)

A separação de Portugal
O condado portucalense, criado nos últimos anos do XI século a favor do conde borguinhão D. Henrique, genro de Afonso VI, pouco tempo existiu sob o regime de uma vassalagem indiscutidamente reconhecida. Era essa a época em que a Espanha tendia a constituir-se num sistema de Estados independentes, á medida que sucessivas regiões, iam saindo, de sob o dominio muçulmano, para o dos descendentes dos godos asturianos, ou dos seus actuais aliados; e o condado portucalense obedecia a esta tendência geral, no empenho que o seu conde não mais encobriu desde a morte do sogro.


É com efeito da data do óbito de Afonso VI que deve contar-se a era da independência de Portugal ; embora por largos anos ela seja mais uma ambição do que um facto; embora essa ambição traduza um pensamento que os acontecimentos posteriores da historia impediram se realizasse. Qualquer que fosse o valor dado no XI século á expressão geográfica de Portucale, é facto provado por todas as memorias e documentos desses tempos, que para ninguém deixava de considerar-se o território de entre Minho e Mondego como parte da Galiza. O facto da constituição do condado de nada vale contra esta opinião; porque demasiado se sabe que a formação dos Estados medievais, na Península e fora dela, jamais obedecia a prescripções geográficas ou etnológicas. Não se atribua pois a causas desta ordem, nem á consciência de uma solidariedade nacional, o facto da desmembração da Galliza dos fins do XI século. A cisão que o Minho demarcou obedeceu apenas a motivos de ordem politica.

(.....)

Nos primeiros três séculos, isto é, na primeira época da historia portuguesa, a independência é um facto originado no merecimento pessoal dos chefes militares dos barões de áquem Minho. Nacionalidade propriamente dita não a há; ou pelo menos não no-la revelam os monumentos históricos, unânimes, também, em revelar uma ambição colectiva ou social que se estende a toda a Galiza. Ao merecimento pessoal reune-se, nos primeiros monarcas portugueses, a circunstância de serem os interpretes deste sentimento. Por isso a tendência permanente e o principio claramente definido da politica portuguesa, nos primeiros séculos, é unificar a Galiza, constituindo a noroeste da Península um Estado tão homogéneo, como o Aragão ou a Navarra a nordeste.
Se nesta primeira época da nossa historia o pensamento oculto que dirige com maior ou menor consciência a politica, é incontestavelmente o da hegemonia de Portugal na Galiza, seria absurdo supôr que, ao lado deste principio, decadente desde certa época, se não fossem também manifestando de um modo correlativo, e cada vez mais pronunciado, os sintomas da deslocação do centro vital — digamos assim — do corpo da nação.

A circunstância que mais decisivamente determina este caracter da nossa historia primitiva é a conquista dos territórios sarracenos de áquem Mondego, levada a cabo pelos barões portugueses, sem os auxilios do suserano de Leão. É este movimento que, principiando por quebrar os laços de solidariedade entre os galegos leoneses e os portugueses, vai gradualmente adicionando a estes ultimos os lusitanos (seja-nos licito dizer assim, para mais claramente definir o nosso pensamento) até ao ponto de os últimos predominarem na fisionomia posterior da nação, transferindo de Guimarães e de Coimbra, para Lisboa, a capital do reino ; fazendo substituir á vida rural, primeiro quase exclusiva, a vida comercial e marítima depois predominante e quase absoluta.

A primeira época da história portuguesa oferece pois á observação do crítico dois movimentos, opostos num sentido, concordantes num outro que é o da afirmação positiva da independência. Mas, se essa afirmação, terminante nas guerras leonesas, e também nas sarracenas, expríme de um lado a politica da hegemonia na Galiza, do outro exprime, de um modo todavia inteiramente inconsciente e espontâneo, uma tendência contraria. É a da formação de uma nação lusitana, de que a Galiza portuguesa desce á condição de província ao norte, como o Algarve, mais propriamente turdetano, vem a sê-lo ao sul."


FONTE:  Oliveira Martins;  História de Portugal

os visigodos





"Bettencourt fez ainda uma analogia curiosa para ilustrar as diferenças entre o norte e o sul do país. "Entre os visigodos, os pais e as mães puxavam as orelhas aos filhos e resolviam tudo na hora. Com os mouros é diferente. É tudo mais lento, as coisas vão ardendo em lume brando. No norte é tudo mais rápido."

FONTE

terça-feira, 10 de novembro de 2009

20 anos depois...

...a minha homenagem.
fim a décadas desta pouca vergonha.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

romanização do território português

clicar na imagem para aumentar


Fonte: História de Portugal - Volume I (A. H. de Oliveira Marques)


http://www.scribd.com/doc/13990372/Historia-de-Portugal-Volume-I-A-H-de-Oliveira-Marques