"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PR condecorou chinês cadastrado

Cavaco Silva condecorou chinês cadastrado

O Presidente da República, Cavaco Silva, condecorou na terça-feira um cidadão chinês que há 15 anos foi condenado em Portugal pelo crime de auxílio à imigração ilegal.

Apesar de sempre ter clamado inocência, Jin Guoping foi condenado a 15 meses de prisão, pena que foi suspensa, depois de em 1994 ser considerado o principal responsável de uma rede que tentava passar cidadãos chineses a partir da península Ibérica para os Estados Unidos.

Na terça-feira o cidadão chinês, que vive em Portugal há cerca de 20 anos e que de início desempenhou a função de tradutor, acabou por receber a Ordem do Infante D. Henrique sem que ninguém soubesse que no seu registo criminal existia uma condenação, conforme refere a TSF. A mesma rádio diz que no processo de candidatura de Jin Guoping não havia indícios da alegada prática do crime e que o registo criminal nem sequer chegou a ser examinado.

FONTE


macaco silva deve estar orgulhoso!  a xenofilia é, de facto, uma doença grave e séria.
agora, ser criminoso até dá direito a condecoração e tudo.
com governos destes não precisamos de inimigos externos, pois eles estão todos cá dentro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sarkozy e os ilegais

Sarkozy diz que não aceitará regularização em massa de "imigrantes ilegais"

Paris, 24 nov (EFE).- O presidente francês, Nicolas Sarkozy, assegurou hoje que não aceitará a regularização em massa de "imigrantes ilegais", que seria um "erro trágico".

Em uma pequena viagem por Épinay-sur-Seine, Bobigny e Perreux-sur-Marne, três cidades ao norte de Paris, Sarkozy declarou que, enquanto ele for líder de Estado, não aceitará "uma regularização global daqueles que não têm papéis".

"Todas as vezes que houve uma regularização em massa, houve um efeito contrário ao buscado" para os fluxos migratórios, disse o presidente francês, que afirmou que "a regularização de todo mundo seria um erro trágico".

Sarkozy lembrou que "os espanhóis fizeram (a regularização em massa)" e que "os italianos também fizeram e atualmente se encontram entre os que fazem com maior firmeza o controle das fronteiras europeias".

"A França recebe por ano 100 mil pessoas (...), mas tratamos da mesma forma os que têm papéis e os que não têm, então por que dar papéis aos que solicitam?", perguntou o presidente francês.

Insistiu em que França é "generosa", mas, como disse o ex-primeiro-ministro Michel Rocard, não pode "acolher toda a miséria do mundo".

Sarkozy comparou o modelo americano com o francês e ressaltou que do outro lado do Atlântico "se você está doente, não tem direito a entrar", enquanto na França se "o você está doente, é curado".

As declarações de Sarkozy são feitas dois dias depois que a primeira secretária do Partido Socialista (PS) francês, Martine Aubry, se mostrou favorável a uma ampla regularização de "imigrantes ilegais". EFE

FONTE


espera...deixa-me ver. acho que estou confuso, mas não foi este mesmo judeu húngaro que disse que a diversidade era uma "obrigação" e que chegou a ter discursos tão repugnantes como este:???






















agora, este "bom samaritano" está preocupado com ilegais? que se passa?  o plano de tornar a França numa républica (ainda mais) multi-racial está a dar para o torto?
é bom lembrar que Sarkozy respondeu ao PS (Sócrates portanto) de lá, que queria uma grande regularização de (ainda) mais ilegais.
acho ainda mais hilariante, que por lá haja quem o considere nazi chegando a chamar-lhe Sarkonazi, pior que Le Pen, etc
este pseudo-nazi, que tem tanto de "nazi" como eu tenho de extremo-esquerdista, não quer a França cheia de mais ilegais, mas lá vai dizendo que a França é generosa, que o multiculturalismo é uma obrigação, etc, etc
tal como o pseudo-nazi Gordon Brown do Reino Unido, também este judeu foi e é responsável pelo enfiar toneladas de imigrantes pela Europa dentro. como ele próprio diz, a França recebe 100 mil pessoas por ano. ora, a este ritmo, em poucos anos, poucas décadas, a França já era.

mas talvez a grande preocupação do judeu multiculturalista com o excesso de imigrantes seja esta:

FONTE

é por estas e por outras que já nem mesmo os multiculturalistas conseguem disfarçar mais o fracasso da imigração. tanto, que até eles próprios tomam medidas para regrá-la ou impôr travões,  mesmo que de identitários tenham precisamente zero.

em França, no Reino Unido, na Alemanha, Itália ou qualquer outro país, só os partidos nacionalistas, FN, BNP, NPD, LN, etc, etc, se opõem à imigração e não apenas quando a coisa "aperta" ou quando "dá para o torto".

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Henry, o andebolista...


palavras para quê...?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

galeses e ingleses são raças diferentes












English and Welsh are races apart


Gene scientists claim to have found proof that the Welsh are the "true" Britons.

The research supports the idea that Celtic Britain underwent a form of ethnic cleansing by Anglo-Saxons invaders following the Roman withdrawal in the fifth century.

It suggests that between 50% and 100% of the indigenous population of what was to become England was wiped out, with Offa's Dyke acting as a "genetic barrier" protecting those on the Welsh side.

And the upheaval can be traced to this day through genetic differences between the English and the Welsh.

Academics at University College in London comparing a sample of men from the UK with those from an area of the Netherlands where the Anglo-Saxons are thought to have originated found the English subjects had genes that were almost identical.

But there were clear differences between the genetic make-up of Welsh people studied.

The research team studied the Y-chromosome, which is passed almost unchanged from father to son, and looked for certain genetic markers.

They chose seven market towns mentioned in the Domesday Book of 1086 and studied 313 male volunteers whose paternal grandfather had also lived in the area.

They then compared this with samples from Norway and with Friesland, now a northern province of the Netherlands.

The English and Frisians studied had almost identical genetic make-up but the English and Welsh were very different.

The researchers concluded the most likely explanation for this was a large-scale Anglo-Saxon invasion, which devastated the Celtic population of England, but did not reach Wales.

Dr Mark Thomas, of the Centre for Genetic Anthropology at UCL, said their findings suggested that a migration occurred within the last 2,500 years.



Genetic links

It reinforced the idea that the Welsh were the true indigenous Britons.

In April last year, research for a BBC programme on the Vikings revealed strong genetic links between the Welsh and Irish Celts and the Basques of northern Spain and south France.

It suggested a possible link between the Celts and Basques, dating back tens of thousands of years.

The UCL research into the more recent Anglo-Saxon period suggested a migration on a huge scale.

"It appears England is made up of an ethnic cleansing event from people coming across from the continent after the Romans left," he said.


Celtic Britons

Archaeologists after the Second World War rejected the traditionally held view that an Anglo-Saxon invasion pushed the indigenous Celtic Britons to the fringes of Britain.

Instead, they said the arrival of Anglo-Saxon culture could have come from trade or a small ruling elite.

But the latest research by the UCL team, "using genetics as a history book", appears to support the original view of a large-scale invasion of England.

It suggests that the Welsh border was more of a genetic barrier to the Anglo-Saxon Y chromosome gene flow than the North Sea.

Dr Thomas added: "Our findings completely overturn the modern view of the origins of the English."

 
FONTE

mundo consoante o tom da pele





























FONTE: Nina Jablonski and George Chaplin. (2000) The Evolution of Human Skin Coloration. J Hum Evol; 39:5

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

selecção de afrogal...











não sei, sinceramente, o que é que representa este grupo de bons rapazes.  sei, no entanto algo.  sei que 4 brasileiros, um cabo-verdiano, um zairense, um negro nascido em Portugal, um filho de negro brasileiro nascido em Portugal e ainda um Madeirense mestiço jamais me representarão a mim, por muitos golos que marquem, por mais bem que joguem, por muitos campeonatos do Mundo que ganhem, etc
mas se o "povo" se sente representado e delegado neste grupo de "jovens", quem sou eu para contrariar.
o "povo" já nem vê nada, já não sabe o que é identidade, nem se importa que a "equipa" do seu país, seja uma espécie de refugo do Brasil (Brasil B) que contrata (sim, é o termo) aqueles que querem jogar aqui, porque não têm lugar na equipa principal brasileira...
se o "povo" não se importa que a selecção do seu país seja o clubito da FPF e dos mercenários, completamente descaracterizada, desde que marquem golos, então óptimo.
eu estou fora.  não faço parte dos que se emocionam com o hino, ou com a bandeira, ou dos que ficam "magoados" e "irritados" quando um dinamarquês (Tomasson) diz duras verdades...para quem não sabe, Tomasson limitou-se a dizer a verdade, ou seja, que Portugal foi ao Brasil "comprar" Liedson, o que provocou uma reacção em cadeia dos patrioteiros "sentimentalistas" muito, muito magoados, a começar pelo seleccionador nacional ou pelo corrupto Merdaíl.
não quero saber se a "selecção" da FPF fala ou não fala português, se são "lusófonos", etc, etc, isso a mim não me diz nada. eu tenho infinitamente mais a ver, por exemplo, com a selecção bósnia do que com afrogal. 
e nem o facto de haver muitos muçulmanos na Bósnia vale alguma coisa contra este veredicto, porque a origem étnica dos Bósnios, e a composição etno-racial da sua selecção, é claramente Europeia. ou seja, a selecção Bósnia tem mais afinidade comigo do que a selecção de Afrogal...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

côr dos cabelos em França




os três primeiros mapas são da autoria de Paul Topinard e o último de J. Deniker

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

distribuição da linhagem J do Y-DNA

esta linhagem parece incluir povos do Médio Oriente, mas também povos mediterrânicos da Grécia, Itália e Balcãs, já que parece dividido em dois sub-grupos:  J1 e J2, o primeiro mais relacionado com povos semíticos e o segundo com povos da Europa mediterrânica.















gradiente genético na Europa























é um mapa que mostra o gradiente existente na Europa de genes frequentes no Médio Oriente; a frequência decresce à medida que se avança para o Norte.
assim, a zona mais atingida é a Anatólia, parte da Grécia e Sicilia, enquanto a menos atingida é a zona Norte Europeia, assinalada a côr rosa.

FONTE: Genes, peoples, and languages. L. Luca Cavalli-Sforza. The National Academy of Sciences of the USA. 1997

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

romanização no Noroeste Peninsular

 "Debido a este respeto puesto de manifiesto en el caso de las organizaciones proprias de los pueblos peninsulares, el proceso de transformación que estamos analizando no se operó de manera repentina ni afectó por igual a todas las poblaciones, regiones y centros urbanos de Hispania, sino que se convirtió en una penetración lenta y paulatina en la que algunos de sus elementos -lengua, costumbres y religion- tardarian en introducirse, mientras que otros lo harán de forma más rapida y intensa, de acuerdo con la predisposición de cada una de las regiones hispanas.
  Asi, la gigantesca colonización de gentes italicas que venian a la Peninsula a arrendar los cotos mineros -de las que nos habla Diodoro Siculo y que enriquecian rapidisimamente mezclándose con la población indígena provocó la rápida romanización de todo el Levante y el Sur peninsulares. Por contra, nada de esta colonización se dio en el Noroeste Hispanico. La no presencia de colonos en Gallaecia, en función de explotaciones mineras, trajo consigo el que los mercadores, que fueron igualmente un vehiculo importante de romanización, no estuvieran en gran cantidad interesados en traficar aqui salvo excepciones como los Cives Romani Qui Negotiantur Bracaraugusta en tiempos de Tiberio. A este hecho se añade la ausencia de asentamientos de colonos romanos que explotasen el campo, que son también los responsables de la rapida romanización del Levante y del Sur de Hispania"
 
 
FONTE:  Luis Rodríguez-Ennes
Gallaecia:  Romanización y Ordenácion del territorio

migrações celtas

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Brown quer limitar imigração


GORDON BROWN QUER LIMITAR IMIGRAÇÃO

"Gordon Brown quer limitar a entrada de imigrantes no Reino Unido. Uma reacção às manifestações dos últimos meses, em que os trabalhadores britânicos pediam mais emprego.
Em plena crise, o aumento da população e as repercussões nos salários e na habitação motivaram também as críticas dos conservadores e da extrema-direita.

Hoje, Gordon Brown fez um discurso para acalmar os britânicos. “A imigração não é um problema só para certos partidos, nem um assunto tabu. É uma questão sobre o que significa ser britânico, sobre os valores que prezamos e as responsabilidades que esperamos daqueles que vêm para o nosso país”, declarou.

Quando chegou ao poder, o primeiro-ministro apostou num recrutamento, fora da União Europeia, de mão-de-obra qualificada para colmatar a falta de profissionais britânicos, sobretudo na área da saúde.

Mas o número de emigrantes duplicou na última década e o governo introduziu um sistema de pontos para a obtenção do visto de trabalho. Agora promete torná-lo mais selectivo e apostar na formação em certas áreas para não recorrer ao recrutamento externo.

Medidas para evitar as previsões do Instituto de Estatística britânico, que projecta que o Reino Unido tenha 70 milhões de habitantes dentro de 20 anos."


FONTE

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

galiza e condado portucalense

"A causa da separação de Portugal do corpo da monarquia leonesa não é obscura, nem carece de largas dívagações para definir-se: é a ambição de independência do governador do condado, que o tinha do rei suserano; é o afastamento desta nova região roubada aos sarracenos; é a necessidade de pulverização da soberania, que a aliança desta ideia com a de propriedade, e a ignorância de meios administrativos capazes de manter a ordem em dilatados terrenos, tomam inevitável na Idade média. Portugal separava-se, da mesma forma que o reino da Navarra se dividira em três, e pelos mesmos motivos. Portugal defende a separação; o monarca suserano impugna-a. Debate-se mais de uma vez a questão com as armas; não porque se chocassem os sentimentos nacionais, mas porque os príncipes defendiam o que era, ou julgavam ser, propriedade sua. Estas prímeiras guerras portuguesas não depõem decerto de um modo particular em favor da independência, porque eram a lei de toda a Espanha, a lei de toda a Europa — podemos dizer assim. É um preconceito fazer do conde D. Henrique o fundador consciente da independência de uma nação, quando o conde apenas cuidava da independência pessoal e própria. O sentimento de independência nacional, a ideia de que os reis são os chefes e representantes de uma nação, e não os donos de uma propriedade que defendem e tratam de alargar, bem se pode dizer que só data da dinastia de Aviz, depois do dia memorável de Aljubarrota.

(.....)

A separação de Portugal
O condado portucalense, criado nos últimos anos do XI século a favor do conde borguinhão D. Henrique, genro de Afonso VI, pouco tempo existiu sob o regime de uma vassalagem indiscutidamente reconhecida. Era essa a época em que a Espanha tendia a constituir-se num sistema de Estados independentes, á medida que sucessivas regiões, iam saindo, de sob o dominio muçulmano, para o dos descendentes dos godos asturianos, ou dos seus actuais aliados; e o condado portucalense obedecia a esta tendência geral, no empenho que o seu conde não mais encobriu desde a morte do sogro.


É com efeito da data do óbito de Afonso VI que deve contar-se a era da independência de Portugal ; embora por largos anos ela seja mais uma ambição do que um facto; embora essa ambição traduza um pensamento que os acontecimentos posteriores da historia impediram se realizasse. Qualquer que fosse o valor dado no XI século á expressão geográfica de Portucale, é facto provado por todas as memorias e documentos desses tempos, que para ninguém deixava de considerar-se o território de entre Minho e Mondego como parte da Galiza. O facto da constituição do condado de nada vale contra esta opinião; porque demasiado se sabe que a formação dos Estados medievais, na Península e fora dela, jamais obedecia a prescripções geográficas ou etnológicas. Não se atribua pois a causas desta ordem, nem á consciência de uma solidariedade nacional, o facto da desmembração da Galliza dos fins do XI século. A cisão que o Minho demarcou obedeceu apenas a motivos de ordem politica.

(.....)

Nos primeiros três séculos, isto é, na primeira época da historia portuguesa, a independência é um facto originado no merecimento pessoal dos chefes militares dos barões de áquem Minho. Nacionalidade propriamente dita não a há; ou pelo menos não no-la revelam os monumentos históricos, unânimes, também, em revelar uma ambição colectiva ou social que se estende a toda a Galiza. Ao merecimento pessoal reune-se, nos primeiros monarcas portugueses, a circunstância de serem os interpretes deste sentimento. Por isso a tendência permanente e o principio claramente definido da politica portuguesa, nos primeiros séculos, é unificar a Galiza, constituindo a noroeste da Península um Estado tão homogéneo, como o Aragão ou a Navarra a nordeste.
Se nesta primeira época da nossa historia o pensamento oculto que dirige com maior ou menor consciência a politica, é incontestavelmente o da hegemonia de Portugal na Galiza, seria absurdo supôr que, ao lado deste principio, decadente desde certa época, se não fossem também manifestando de um modo correlativo, e cada vez mais pronunciado, os sintomas da deslocação do centro vital — digamos assim — do corpo da nação.

A circunstância que mais decisivamente determina este caracter da nossa historia primitiva é a conquista dos territórios sarracenos de áquem Mondego, levada a cabo pelos barões portugueses, sem os auxilios do suserano de Leão. É este movimento que, principiando por quebrar os laços de solidariedade entre os galegos leoneses e os portugueses, vai gradualmente adicionando a estes ultimos os lusitanos (seja-nos licito dizer assim, para mais claramente definir o nosso pensamento) até ao ponto de os últimos predominarem na fisionomia posterior da nação, transferindo de Guimarães e de Coimbra, para Lisboa, a capital do reino ; fazendo substituir á vida rural, primeiro quase exclusiva, a vida comercial e marítima depois predominante e quase absoluta.

A primeira época da história portuguesa oferece pois á observação do crítico dois movimentos, opostos num sentido, concordantes num outro que é o da afirmação positiva da independência. Mas, se essa afirmação, terminante nas guerras leonesas, e também nas sarracenas, expríme de um lado a politica da hegemonia na Galiza, do outro exprime, de um modo todavia inteiramente inconsciente e espontâneo, uma tendência contraria. É a da formação de uma nação lusitana, de que a Galiza portuguesa desce á condição de província ao norte, como o Algarve, mais propriamente turdetano, vem a sê-lo ao sul."


FONTE:  Oliveira Martins;  História de Portugal

os visigodos





"Bettencourt fez ainda uma analogia curiosa para ilustrar as diferenças entre o norte e o sul do país. "Entre os visigodos, os pais e as mães puxavam as orelhas aos filhos e resolviam tudo na hora. Com os mouros é diferente. É tudo mais lento, as coisas vão ardendo em lume brando. No norte é tudo mais rápido."

FONTE

terça-feira, 10 de novembro de 2009

20 anos depois...

...a minha homenagem.
fim a décadas desta pouca vergonha.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

romanização do território português

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Fonte: História de Portugal - Volume I (A. H. de Oliveira Marques)


http://www.scribd.com/doc/13990372/Historia-de-Portugal-Volume-I-A-H-de-Oliveira-Marques


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

população judaica na Europa - 1933

população judaica na Europa - ano 1933
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

judeus na Europa Central - ano 1881

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imigrantes estão a regressar

Imigrantes estão a regressar a casa

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) recebeu, nos últimos dois anos, quase o triplo dos pedidos de ajuda de imigrantes que pretendem regressar ao país de origem.

A maioria dos pedidos (76 por cento) surge de cidadãos brasileiros, que estão desempregados em Portugal.

Até ao final de Outubro, 854 estrangeiros tinham procurado a OIM, ou seja, mais 220 do que em todo o ano passado e quase o triplo do que em 2007, com 320 casos.

De acordo com a coordenadora do Programa de Retorno Voluntário da OIM, Marta Bronzin, citada pela «TSF», à Organização chegam apenas os casos mais graves de imigrantes que pretendem regressar ao país de origem, mas não têm meios para tal.

Trata-se sobretudo de antigos funcionários de sectores «instáveis, como a restauração e construção civil», explica.

A Organização assegura o bilhete de avião e, nalguns casos, mesmo apoia financeiramente a reintegração do imigrante no seu país natal.

Além destes imigrantes, o coordenador da Plataforma das Estruturas Representativas das Comunidades de Imigrantes em Portugal, que agrega mais de 60 associações do sector, refere que muitos outros cidadãos estrangeiros estão a regressar a casa.

Paulo Mendes explica a saída dos imigrantes, com a crise portuguesa mas também com os sinais animadores da economia brasileira.


FONTE



óptima notícia.  desejo que voltem para o seu país e que sejam muito felizes...mas longe daqui.