"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quinta-feira, 30 de junho de 2011

nova lei de imigração em Espanha










notícias razoavelmente positivas chegam de Espanha.
ler aqui:
Nova lei de imigração na Espanha facilita deportações e pune ajuda a ilegais

terça-feira, 28 de junho de 2011

ciganos aos tiros no cc.colombo de Lisboa







 
é o costume. um cidadão comum já nem pode passear tranquilamente num centro comercial ao fim-de-semana, porque está sujeito a estas barbaridades. claro que os SOS racismos não aparecem nestas alturas, e não tardarão os pseudo-especialistas da treta a vir justificar o injustificável com a «exclusão social» da ciganada e coisas e loisas...

FONTE

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Rogeiro e Pereira criticaram democracia


...apesar da politiquice correcta que é considerar que a «cruz gamada» mata ou matou tantos como a foice-e-martelo ou sequer que seja um "ideal" genocida como o comunismo o é, Pacheco Pereira lá diz uma série de verdades sobre a dita «democracia», (texto da Direita).
já vi inclusive Pacheco Pereira a comparar o "racismo" e "discriminação" dos Nacionalistas, com o "racismo" e "discriminação" dos esquerdistas, mas desta feita contra as classes (abastadas) no lugar das raças, e que ninguém se sente incomodado com isso!
Pacheco Pereira diz e bem, que não é um qualquer vereador esquerdista que tem o direito de decidir que ideias são ou não "aceitáveis" em democracia, caso contrário, existe uma politização da mesma, e passa a ser ditadura ideológica. e Pacheco Pereira já foi do PCP(m-l) há anos atrás...
também Rogeiro (texto à esquerda) lança críticas irónicas ao vereador esterquista arrogante, e apesar de ser um bocado inverosímil que um casal lésbico fosse "Nacional-Socialista", esteve, em geral, bem nas críticas à democracia que nos querem impingir pelo gargomil abaixo!




                                              

sexta-feira, 24 de junho de 2011

cristianismo = multirracialismo













«Nós que antes amávamos as riquezas e posses mais que tudo agora distribuímos todos os nossos bens à comunidade e compartilhamos com cada pessoa necessitada; nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos o nosso lugar com pessoas de outra raça devido aos seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntos com eles...»

Justino o Mártir, século II d.c..

PS: dedicado a todos os cépticos que fingem acreditar ser o cristianismo de alguma forma "oposto" ao multirracialismo/multiculturalismo, já para não falar ao marxismo (ler as primeiras linhas).
mas há mais...

wilders absolvido de «incitar ao ódio»










Holanda: líder da extrema-direita absolvido de incitamento ao ódio

Geert Wilders foi processado por ter comparado o Corão à obra "Mein Kampf", de Adolf Hitler.

O líder da extrema-direita holandês Geert Wilders, processado por incitar o ódio e a discriminação racial e religiosa, foi hoje absolvido pelo Tribunal de Amesterdão.
"Você é absolvido de todas as acusações pelas quais foi processado", disse o juiz Marcel J. van Oosten em audiência pública, seguindo os pedidos do Ministério Público que solicitou a libertação de 25 de maio.

Geert Wilders foi processado por ter comparado o Corão à obra "Mein Kampf", de Adolf Hitler, e por ter exortado os muçulmanos a adotarem a "cultura dominante" ou então a saírem do país, em comentários feitos entre 2006 e 2008 em jornais holandeses, em fóruns na internet e nos 17 minutos do seu filme "Fitna" ("discórdia" em árabe).

"Vitória da liberdade de expressão"

À saída do tribunal, Wilders revelou à imprensa estrangeira que estava "extremamente feliz e satisfeito" e considerou que esta decisão foi "uma vitória para a liberdade de expressão".

"Enquanto eu viver, vou continuar a expressar-me", assegurou o líder do Partido para a Liberdade (PVV), que suporta no Parlamento o Governo liberal do primeiro-ministro Mark Rutte, salientando que a decisão "significa que é legal criticar o Islão".

Wilders, de 47 anos, foi considerado inocente de insultar um grupo de pessoas e de quatro acusações de incitamento ao ódio e de discriminação racial e religiosa, pelas quais arriscava até um ano de prisão ou uma multa de 7.600 euros.

O Ministério Público tinha exigido a libertação a 25 de maio e os autores da denúncia não têm o direito de apelar, de acordo com Polly van Dijk, porta-voz do tribunal de Amesterdão.

A promotoria tinha decidido a 30 de junho de 2008 não processar o deputado na sequência das queixas apresentadas contra ele, antes de ser forçado, a 21 de janeiro de 2009, pelo Tribunal de Recurso de Amesterdão.

O processo contra Geert Wilders foi aberto a 4 de outubro de 2010.


FONTE

quinta-feira, 23 de junho de 2011

QI das raças nativas do Mundo































FONTE: World Distribution of IQ Scores of Indigenous (pre European migration)
Peoples (Adapted from Lynn, 2006)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

judeu do FMI quis Turquia e Magreb na UE

  



Jew Dominique Strauss-Kahn:

«DSK - I fully understand all the arguments from those who fear the entry of Turkey in Europe. But I feel it makes no sense to look only at the past or at geography. What you have to keep in mind is the projection that we have of what Europe will be in thirty, forty or fifty years. When you wonder about this, you can very well see that in the world there will be a great American empire in the North with Canada, the United States and perhaps Mexico. There will probably be a great Chinese empire, and considering the pace at which China is developing today, in thirty or forty years it will have reached the standard of living that we have. And there will be a great Indian empire. Will there be a great European empire? We all hope so because we must carry on the European values. What I am certain about is that if there is a great European empire, at that time, it must not stop at the borders that are ours today. Imagine a teacher, in forty years, with pupils in front of him, and a big map in the middle, with a red pen he will say, there, that is the great American empire and he'll make a big circle, then he'll say, that is the great Chinese empire and he'll make a big circle, if he wants to be able… if we want him to be able to say, that is the great European empire, then he will have to make a big circle and there won't be a pen fine enough to pass through the straits of Gibraltar or in the Bosphorus. What I'm trying to say is that in forty or fifty years, if Europe exists, and I think everybody here wants it to… then we will have to have reconstituted the Europe of the Mediterranean. That is the root of our civilization.


Arlette Chabot - So we must not close our doors to Turkey if it changes.


DSK - Turkey still has a way to go to meet the criteria for admission. But the future of Europe, for me, is indeed the Europe of the Mediterranean.


François Bayrou - Hence, the Maghreb too...


DSK - Hence, Morocco no doubt, and other countries…


François Bayrou - Hence, the Maghreb too…


DSK - Absolutely. Absolutely. You will not be able to resist…


François Bayrou - How far do we go?


DSK - I'm going to tell you. I think that from the icebergs in the Arctic to the sands of the Sahara, there is a space which is that of European and Mediterranean responsibility. And you will not resist demographic pressures, you will not resist what we want to construct together, by placing barriers, as Monsieur Le Pen was saying a while ago, or was it Monsieur Villiers, I don't remember, Monsieur Villiers is usually more articulate… it's that we will not resist if we are not capable of assuming our historic responsibility.»

(...........)

«François Bayrou - Turkey is not our history and you know it.


DSK - Of course it is.


François Bayrou - How can you maintain before the cameras that Turkey is our history? I have much respect for the Turks, but the least one can say is that it is not our history. You have only to ask Constantinople



para ler mais e ver a versão em francês, ir a:
FONTE

terça-feira, 21 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

rivalidade africana também em Bragança

Confrontos entre jovens no Hospital de Bragança acaba com um detido

Vários jovens de dois grupos rivais provocaram sábado à tarde desacatos no hospital de Bragança, quando se cruzaram na unidade numa altura em que tinham ido visitar dois amigos hospitalizados, na sequência de uma rixa na noite anterior.

Os agentes da PSP foram obrigados a usar gás lacrimogéneo para dominar os rapazes que se envolveram numa luta.

Um dos jovens, com cerca de 18 anos, acabou detido pelos agentes, referiu ao Jornal de Notícias uma fonte a unidade de saúde, que explicou ainda que foram obrigados a ligar para a polícia porque os seguranças do hospital não conseguiram dominar a situação e os utentes do serviço de Urgência ficaram alarmados com a confusão gerada no local.

A PSP escusou-se a prestar declarações sobre o assunto.

Ao que o JN apurou os problemas entre os jovens, alguns deles são estudantes de São Tomé, já têm algum tempo e na madrugada anterior ter-se-ão envolvido em confrontos junto a um bar, que resultaram em dois feridos, que estão internados no hospital de Bragança.

FONTE



as maravilhas do multirracialismo a penetrar em todos os cantos do país. é só «vantagens»...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

nacionalismo racial - direita ou esquerda?


Nacionalismo Racial: Direita ou Esquerda?
Por Ian McKinney

«Dentro do actual espectro político de esquerda e direita onde é que encontramos a filosofia do Nacionalismo Racial? Para os direitistas, desde Rush Limbaugh até à Sociedade John Birch, o Nacionalismo Racial (NR) é socialista, esquerdista, colectivista, e um derivado do Marxismo. Para os marxistas e liberais, é fascista, extrema-direita, ou uma ferramenta dos interesses empresariais. Estará então alguma destas descrições correcta? A resposta é não.

Grande parte da confusão existe porque a maior parte das pessoas foi doutrinada com a ideia de que qualquer filosofia política ou movimento tem de invariavelmente caber numa de duas categorias: esquerda ou direita. E hoje estas categorias correspondem ao seguinte: a direita é conservadora e a esquerda é liberal (1). A razão pela qual o NR não se enquadra em nenhuma das categorias é porque tanto o conservadorismo como o liberalismo encaram o mundo essencialmente em termos económicos.

Para o pôr em termos simplistas, a premissa fundamental da direita é o capitalismo e a da esquerda o marxismo, enquanto que o NR tem as suas bases na biologia e trata a economia como um assunto secundário, embora importante.

A verdade é que o NR não tem qualquer filosofia económica pré-definida. A economia é analisada em relação ao bem-estar racial do povo. Resumindo, o NR rejeita tanto o modelo conservador de capitalismo não controlado como o controlo estatal massivo do marxismo. (....)»

O NR encontra-se numa posição de oposição absoluta em relação aos conservadores que consideram o homem senhor do mundo e de toda a terra e animais, que são sujeitos à vontade arbitrária do indivíduo. O NR também rejeita a tese dos extremistas de esquerda de que o homem é o destruidor da Natureza e está separado do mundo natural.

As posições da esquerda e da direita baseiam-se, paradoxalmente, no credo anti-natural encontrado nas religiões semitas do judaísmo e do cristianismo que separam o homem do resto da natureza. O NR rejeita está posição estrangeira.

O NR reconhece a responsabilidade pessoal e o desejo das pessoas terem tanta independência económica quanto possível. Portanto, não tem qualquer desejo de destruir o sistema económico de livre iniciativa, e aceita que a desigual distribuição de riqueza é um facto da vida. No entanto, tal como já referimos, o NR coloca o bem-estar do povo acima da economia; a Economia é tratada apenas como um instrumento para o melhoramento da comunidade racial e não como um fim em si mesma. Assim, a poluição perigosa e a exploração dos trabalhadores seriam necessariamente restringidos, não pelo desejo de aumentar o controlo estatal, mas sim para a protecção do ambiente necessário a uma vida saudável. Também reconhecemos o perigo colocado pelos ultra-ricos e pelas multinacionais, capazes de manipularem as políticas governamentais com vista aos seus objectivos egoístas e em muitos casos destrutivos: NAFTA, GATT e a pressão a favor do fluxo livre de trabalho barato estrangeiro; todas elas minam os salários do comum trabalhador americano.

Outra questão que separa os conservadores e os liberais do NR é a imigração. Há décadas que se verificam níveis nunca vistos de imigração. Esta imigração é também muito diferente da do passado: quase todos os imigrantes são não-brancos. Mesmo com sondagem atrás de sondagem a demonstrar que a maioria dos Americanos quer a imigração reduzida drasticamente, ou até mesmo eliminada, o Governo Federal faz apenas tentativas ineficazes para controlar a imigração – independentemente de estarem republicanos ou democratas no poder. Nesta questão liberais e conservadores parecem concordar que a imigração massiva deve continuar: os liberais ambicionam um mundo de “justiça” e “igualdade”, sem fronteiras nacionais. Os conservadores, normalmente limitam-se a falar da imigração ilegal e apenas querem que todos os imigrantes, independentemente da raça, se tornem cidadãos. Mesmo no caso daqueles que se opõem à imigração vemos toda a questão reduzida a uma discussão económica: representam os imigrantes um ganho ou um fardo para a economia? Cada lado apresentando os seus estudos e estatísticas para apoiar as respectivas posições.

Como é que um governo NR encararia a imigração? Primeiro, e sem dúvida, a imigração seria fortemente restringida apenas àqueles da nossa raça. As fronteiras seriam escrupulosamente vigiadas e qualquer imigrante ilegal não-branco seria rapidamente repatriado para o seu país. Mesmo em relação a imigrantes brancos a cidadania só seria atribuída tendo em conta as nossas necessidades. Mais uma vez a consideração principal seria aquilo que é melhor para a nossa comunidade racial. Claro que a posição NR é anátema para a maioria dos conservadores e quase todos os liberais, já que eles não têm quaisquer considerações raciais, e apenas económicas. Isto não quer dizer que uma sociedade NR banisse os turistas ou diplomatas não-brancos, mas sim que os não-brancos nunca obteriam a cidadania, nunca participariam no nosso processo político, nunca teriam qualquer influência nos nossos media, no sistema educativo, ou na cultura.

Até agora analisamos apenas algumas áreas em que a direita e a esquerda estão em desacordo, mas em que no entanto utilizam o modelo económico como base das suas respectivas posições. Agora vamos olhar para algumas áreas em que a direita e a esquerda concordam uma com a outra estando no entanto em oposição ao NR. A primeira e mais importante é a sua concordância com os casamentos interraciais, a mistura racial e a integração. Neste caso a sua concordância não se baseia tanto na economia mas sim na falsa doutrina da igualdade racial. Isto é especialmente interessante se considerarmos que a igualdade racial é uma doutrina marxista, e que apenas há umas décadas atrás os conservadores estavam largamente unidos contra ela. Tudo isso mudou, não por causa de novos factos, mas devido à moda politicamente correcta.

Mas, mais uma vez, no que diz respeito ao conservadorismo, concluímos que a sua filosofia, de base económica, nunca teve um imperativo racial – apesar do que a esquerda alega. É certo que havia aquilo que podemos considerar defensores da nossa raça entre várias facções conservadoras do passado, mas era simplesmente impossível para os antigos conservadores defenderem o nosso povo contra o ataque liberal usando a sua ortodoxia económica.

Obviamente, um Estado NR não teria qualquer dificuldade neste ponto. Por exemplo, o casamento interracial seria crime. No mínimo, pessoas que se envolvessem nesta actividade anti-natural seriam deportadas ou presas. É claro que, hoje em dia, muitas pessoas considerariam isto como injusto e uma restrição da liberdade individual, mas devemo-nos lembrar de que o casamento interracial era um crime na América até há poucas décadas e muito poucos brancos consideravam isto como uma perda de liberdade. Era simplesmente aceite como sendo o paradigma moral natural.

Provavelmente perguntarão “o que é que o NR tem contra o casamento interracial?”. Esta questão é bastante reveladora da grande diferença existente entre o NR e as filosofias de base materialista do liberalismo e conservadorismo. Tal como já afirmamos, o NR baseia-se no reconhecimento das leis da Natureza.

Mesmo um estudo superficial do mundo Natural demonstra a força subjacente existente em toda a vida: especialização, competição e desenvolvimento. Desde o início dos tempos que a vida se divide em formas diferentes e mais complexas. Assistimos a um processo de diversificação por todo o lado, em plantas e animais; cada sub-espécie desenvolvendo capacidades especiais e adaptações que as diferenciam dos seus antepassados comuns. Desde o primeiro animal unicelular até ao ser humano, a vida tem seguido este processo. O casamento interracial representa uma involução, e uma inversão do plano universal da Natureza.

O NR considera que o desejo de conviver e casar com pessoas da mesma raça é natural e instintivo. Mesmo hoje, em que o casamento interracial é romanceado e encorajado nas escolas e nos media, e em que vários programas governamentais se destinam a promover a integração racial, verificamos que a esmagadora maioria, tanto de brancos como de negros, seleccionam parceiros da sua própria raça.

Mesmo assim, existe um pequeno número de casais interraciais, embora em crescimento. No entanto, se os programas de integração e o encorajamento ao casamento interracial fossem eliminados e substituídos pelo mesmo esforço no sentido da integridade racial, não seria de admirar que o casamento interracial diminuísse rapidamente.

O progresso só pode ocorrer numa sociedade em que as pessoas têm um sentido de comunidade, história, e solidariedade de grupo. Isto é algo que os brancos tinham na América, mais ou menos, até anos recentes. Tínhamos confiança em nós próprios, na nossa nação, na nossa herança cultural, e na nossa raça. Acreditávamos que éramos os melhores. Uma pessoa não-branca que esteja a ler isto dirá que não era assim, mas peço que tenha em mente que estas assumpções são baseadas nos nossos padrões. É o que acontece com qualquer escola, equipa desportiva, ou unidade militar, que se julgam os melhores e se esforçam por melhorar. Como consequência, a competição é encorajada e os padrões elevam-se constantemente. Claro que os seus competidores também se consideram superiores, mas, obviamente, nem todos podem ser os melhores. 

No entanto, uma característica humana fundamental é a tendência para considerar o nosso próprio grupo melhor que os outros. Temos assim duas características humanas naturais: afinidade racial e a necessidade de considerar o nosso grupo superior aos outros. O NR aceita isto e tenta canalizar estas tendências para o melhoramento da sociedade. Tanto o conservadorismo como o liberalismo ignoram, ou pior, criam condições em que estas tendências causam conflito: multiracismo, multiculturalismo, e populações heterogéneas.

As filosofias económicas/materialistas dos conservadores e dos liberais trouxeram-nos os problemas que hoje enfrentámos. As condições sociais deterioram-se constantemente. Só substituindo as actuais atitudes por outras baseadas na moralidade normal e na Natureza podemos ter esperança no futuro.

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Nota:

1. A expressão liberal na América corresponde à social-democracia europeia. [NdT]


para ler, ir aqui:
FONTE

a fonte original em inglês, é esta:
FONTE

quinta-feira, 16 de junho de 2011

«diversidade é o destino da UE»



Diversity is the EU's Destiny

From Javier Solana's article arguing in favour of Turkey's EU membership:

The good that Turkey can bring to Europe was visible even before the “Arab Spring.” Europe is, by definition, culturally diverse, so diversity is the EU’s destiny. And, if Europe is to become an active global player, rather than a museum, it needs the fresh perspective and energy of the people of Turkey.

...

A major challenge that Europe must still face is migration, which will only become a bigger problem over time. Between now and 2050, Europe’s workforce will decrease by 70 million. Maintaining our economy requires migration and open EU borders – and facing down the populist movements in Europe that would shun “outsiders.”


FONTE

quarta-feira, 15 de junho de 2011

linhagem R1b1b2 na Europa











































FONTE: A Predominantly Neolithic Origin for European Paternal Lineages

Soares anti-branco

























a não esquecer o que foi dito pelo maçon Soares, aquando do processo de descolonização, que fez regressar ao país, milhares e milhares de colonos brancos que se tinham estabelecido em Àfrica...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

faroeste africano na trafaria

Tiroteio na Trafaria entre angolanos e caboverdianos 

Dois homens foram baleados ontem à noite no bairro do Torrão, na Trafaria, em Almada. A GNR foi chamada ao bairro mas acabou por ser recebida com pedras e teve mesmo de pedir reforços.

para ver video ir aqui: 

FONTE


sintomático o que diz uma senhora, já perto do fim, sensivelmente ao minuto 2:08:
«eu estou aqui há 37 anos e nem queira saber como isto mudou».
outra coisa, sintomática é o que diz o próprio jornalista, de que o antigo bairro de pescadores mais parece uma favela brasileira...com ciganos, cabo-verdianos e angolanos.
enfim, é só maravilhas e benefícios a imigração, a «diversidade» e o multiculturalismo «enriquecedor»: tiros, carros incendiados, lutas de gangues africanos, insegurança, medo, alienigenas em massa, degradação terceiro-mundista, selvajaria, desrespeito e violência contra a autoridade, etc, etc
vê-se bem, como estes estrangeiros vêm para fazer o que os portugueses não querem...

o cúmulo da politiquice correcta














Idris Elba como Heimdall no filme «Thor» 


vikings negros...só para lembrar mais esta nojice revisionista e igualitária do sistema de querer nivelar todos os seres humanos, como se fosse tudo igual e tanto fizesse vikings serem brancos, pretos ou amarelos. um jovenzinho pouco preparado e/ou menos informado, pode mesmo pensar que existiram realmente vikings negros. o resultado surte efeito: é a lavagem cerebral, a doutrinação das massas...desde pequeninos, como mandava uma certa escola alemã.

não vi o filme...aliás, bastou-me saber que um negro ia interpretar uma personagem viking, para perder logo qualquer possível interesse no mesmo.

domingo, 12 de junho de 2011

gráfico de 5 regiões ibéricas (Y-DNA)

FONTE: "The Genetic Legacy of Religious Diversity and Intolerance: Paternal Lineages of Christians, Jews, and Muslims in the Iberian Peninsula" Adams et. al.


NP - Norte de Portugal
SP - Sul de Portugal

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Portugal, o mais suicida de 2009...

Portugal foi o país da UE que mais estrangeiros naturalizou em 2009

Portugal foi o Estado-membro da União Europeia que, em termos relativos, mais estrangeiros naturalizou em 2009, ao conceder a nacionalidade portuguesa a 25 600 pessoas.

Os dados do gabinete oficial de estatísticas da UE, revelados hoje em Bruxelas, indicam que a nacionalidade portuguesa foi concedida sobretudo a antigos cidadãos de Cabo Verde (19,4%), Brasil (14,5), Moldova (10,7) e Guiné-Bissau (8,4).

Em termos gerais, foi concedida no conjunto da UE cidadania a 776 000 pessoas, contra 699 000 no ano anterior, um aumento que o Eurostat atribui sobretudo ao facto de o Reino Unido ter voltado em 2009 aos seus valores "normais", depois de em 2008, "por razões puramente administrativas", o número de naturalizações ter sido invulgarmente reduzido.

Em termos absolutos, o Reino Unido encabeçou de resto, em 2009, a lista de países a conceder cidadania (204 000 pessoas, contra 109 000 no ano anterior), seguido de França (136 000) e Alemanha (96 000), tendo estes três países contribuído para mais de metade do total de naturalizações concedidas na UE.

Em termos relativos, é Portugal que encabeça a lista, ao ter concedido a nacionalidade portuguesa a 5,8 por cada 100 estrangeiros residentes, um valor que é mais do dobro da média comunitária (2,4) e apenas seguido de perto por Suécia (5,3).
Por outro lado, entre os principais grupos de cidadãos estrangeiros a verem ser-lhes atribuída a cidadania, por Estado-membro, os portugueses surgem, destacados, no primeiro lugar da lista de cidadãos estrangeiros a adquirirem a nacionalidade luxemburguesa (30 por cento do total).

FONTE



se ainda tivesse sido sobretudo a Moldavos, Ucranianos ou Romenos...mas não! tinha que vir Cabo-Verde em primeiro lugar e o Brasil em segundo.
e isto deve ser só o começo, pois com um primeiro-ministro luso-tropicalista casado com uma mestiça, já com duas filhas e que diz que temos que nos virar para os PALOP, a coisa não augura nada de bom.
a caminho do suicídio...

a era do Álibi

Os cientistas oficiais preferem explicar o Estado pela luta de classes, o canibalismo pela deficiência em proteínas, a guerra pelas indústrias de armamento e pelo capitalismo, a droga pela falta de amor, o crime pela frustração, e assim por diante. O ciclo cultural que nos integra culminou afinal numa gigantesca Era do Álibi. Tudo está desculpado. Ninguém tem culpa de nada.


– António Marques Bessa in «Ensaio sobre o fim da nossa Idade». Edições do Templo (1978)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

rabinos dos EUA promovem mais uma farsa

Carta de Hitler com desejo de "exterminar judeus" em exposição pela primeira vez
  
Uma carta escrita por Adolf Hitler – com aquelas que seriam as suas ideias sobre o anti-semitismo – foi exposta publicamente pela primeira vez em Nova Iorque.
 A carta de quatro páginas, escrita à máquina e com a assinatura de Hitler, foi adquirida pelo Centro Simon Wiesenthal, em Los Angeles, e representa um artefacto único nos arquivos históricos do Holocausto. 

O documento, conhecido como a “carta Gemlich”, foi redigido pelo antigo soldado na altura com 30 anos, a 16 de Setembro de 1919, e mostra o desenvolvimento do seu pensamento acerca dos judeus. E prova que Hitler tinha em mente uma solução governamental para a “questão judaica”, disse o fundador do Centro Simon Wiesenthal, Rabbi Marvin Hier ao “The Guardian”.

Marvin Hier considera a carta o objecto “mais importante” num “arquivo de 50 mil objectos” e acrescenta que pode ser usado para “educar futuras gerações e contrariar a negação do Holocausto”. Para o fundador do Centro, a carta é também única porque “liga directamente Hitler à destruição de judeus”.


Ainda que Hitler aludisse em discursos aos seus planos para exterminar judeus, os seus pensamentos nunca foram encontrados em papel e a carta sugere que Hitler já acreditava, mais de duas décadas antes do Holocausto, que os judeus deveriam ser eliminados da sociedade. Daí a importância única do documento. Na altura em que foi escrita a carta, Adolf Hitler era ainda desconhecido, embora começasse a mostrar algum interesse pela política. 

“Para começar, o judaísmo é um grupo racial e não religioso”, escreve Hitler na carta citada pela BBC, criticando o facto de os judeus viverem entre alemães.

Numa outra secção da carta, o antigo soldado alemão escreve que o Governo deveria abordar a chamada “questão judaica”, negando os seus direitos e com o objectivo principal da “eliminação intransigente de todos os judeus”. Esta eliminação de judeus só seria possível com um “Governo de poder nacional”, e não de “fraqueza nacional”, sublinha Hitler.

A carta foi adquirida pelo Centro Simon Wiesenthal por 150 mil dólares a um negociante de artefactos históricos. Já em 1998 o Centro tivera hipótese de comprar a carta mas duvidara da sua autenticidade. Agora os especialistas afirmam não ter dúvidas.


FONTE



bem podem forjar as provas que quiserem, porque isso só mostra o vosso desespero, rabis de merda. deve ser tramado ter que gramar com o crescimento do Nacionalismo no Ocidente em geral, porque esta encomenda parece que vem mesmo a "calhar" para dissuadir mentes menos preparadas para lidar com a realidade. quando o politicamente correcto começa a abrir "brechas", dá sempre jeito, mais uma vitimização.

vejamos:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Simon_Wiesenthal
http://en.wikipedia.org/wiki/Marvin_Hier
um Centro sobre holocaustos, racismos, anti-semitismos, criado por um judeu? porque não estou surpreendido?


eis aqui umas "coisas" que nunca irão aparecer nem serão patrocinadas por esse "centro" "contra os holocaustos":
The classes and the races too weak to master the new conditions of life must give way… They must perish in the revolutionary holocaust"
- Karl Marx ( Marx People’s Paper, April 16, 1856, Journal of the History of Idea, 1981 )















Secret Facts - Soviet & Jews
video

garanto que isto não vai aparecer em Hollywood, nem nos me(r)dia, nas TVs, nem em filmes "spielbergianos", nem em centros "anti-holocônticos", mas também garanto que é a realidade.

pseudo-racismo nazi contra o sul Europeu

 Racial policy of nazi Germany

Germans from Germany (Reichsdeutsche) - Nordic Germans are said most favorable, but all German citizens are in the top category.
Germans from outside, active ethnic Germans (Volksdeutsche), honorary "Aryans" from Axis powers, European countries in Volksliste category 1 and 2 (see Volksdeutsche and Deutschstämmige).

- Italians (particularly from regions north of Rome, e.g. Tuscany, Lombardy, etc.), Spaniards and Portuguese were treated as category 1 and 2, especially pro-Nazi sympathizers (e.g. Fascist Italy, Francoist Spain, and Salazarist Portugal diplomats).
 

FONTE

Política racial da Alemanha Nazi

Alemães da Alemanha (
Reichsdeutsche) - Os alemães nórdicos são considerados os mais benignos, mas todos os cidadãos alemães estão na categoria de cima.
Os alemães do exterior, activos alemães étnicos (Volksdeutsche), "arianos" honorários das potências do Eixo, os países europeus na categoria Volksliste 1 e 2 (ver Volksdeutsche e Deutschstämmige).

- Os italianos (principalmente das regiões a norte de Roma, por exemplo, Toscana, Lombardia, etc), espanhóis e Portugueses foram tratados como categorias 1 e 2, principalmente simpatizantes pró-nazis (por exemplo, a Itália fascista, a Espanha franquista e diplomatas salazaristas de Portugal).
"


adenda: como é evidente, e sempre o foi, os portugueses, ibéricos e sul-europeus, em geral, não tinham nem têm motivos para temer nenhum "racismo" de potências estrangeiras "nazis", sejam elas Centro ou Norte-Europeias.
claro que não seriam vistos como "iguais" (nem isso existe), mas seriam tratados como familiares, regra geral (mesma família Europeia e Ariana) e não seriam nem "exterminados", nem "escravizados", ao contrário do que diz a propaganda dissuasora, que não passa disso mesmo: propaganda.
isto apenas para quem ainda poderia ter dúvidas...para os idiotas que acreditam ainda nesses mesmos mitos e não são só multiculturalistas que vão atrás da lavagem cerebral, infelizmente...

(agora, quanto ao facto dos "diplomatas salazaristas", serem simpatizantes "pró-nazis", tenho as minhas sérias dúvidas.)

Eua=zion=zog

Churchill sobre os judeus bolchevistas

















"There is no need to exaggerate the part played in the creation of Bolshevism and in the actual bringing about of the Russian Revolution by these international and for the most part atheistical jews. It is certainly a very great one; it probably outweighs all others. With the notable exception of Lenin, the majority of the leading figures are jews. Moreover, the principal inspiration and driving power comes from the jewish leaders. Thus Tchitcherin, a pure Russian, is eclipsed by his nominal subordinate Litvinoff, and the influence of Russians like Bukharin or Lunacharski cannot be compared with the power of Trotsky, or of Zinovieff, the Dictator of the Red Citadel (Petrograd), or of Krassin or Radek -- all jews. In the Soviet institutions the predominance of jews is even more astonishing. And the prominent, if not indeed the principal, part in the system of terrorism applied by the Extraordinary Commissions for Combating Counter-Revolution has been taken by jews, and in some notable cases by jewesses."


"Não há necessidade de exagerar o papel desempenhado na criação do Bolchevismo e na actual vinda da Revolução Russa por esses internacionalistas e, na sua maior parte ateístas, judeus. É certamente um papel muito grande, que provavelmente supera todos os outros. Com a notável excepção de Lénin (ou nem esta), a maioria das principais figuras são judeus. Além disso, a principal inspiração e força motriz vem de líderes judeus. Assim Tchitcherin, um russo puro, é eclipsado pelo seu subordinado nominal Litvinoff, e a influência dos russos como Bukharin ou Lunacharski não pode ser comparada com o poder de Trotsky, ou de Zinovieff, o ditador da Cidadela vermelha (Petrogrado), ou de Krassin ou Radek - todos judeus. Nas instituições soviéticas a predominância de judeus é ainda mais surpreendente. E a proeminente, se não mesmo a principal, parte do sistema de terrorismo aplicado pela comissão extraordinária de Combate à Contra-Revolução foi tomado pelos judeus e, em alguns casos notáveis, por mulheres judias."

Winston S. Churchill Feb. 8, 1920 Illustrated Sunday Herald


http://www.historiography-project.com/clippings/1920/02/zionism-versus-bolshevism.html



breves notas:
- uma verdade histórica só porque foi ocultada e ignorada pelos me(r)dia durante anos ou ofuscada por pseudo-"holocontos", não deixa de o ser, nem se trata de "revisionismo", bastando, para isso, consultar a imprensa da época que é cristalina e não mente.
- isto não foi dito por Adolf Hitler nem nenhum "louco" nazi anti-semita. foi dito por Winston Churchill.
- judeus ateistas duvido. satânicos e maçons acredito mais. por exemplo,Trotsky era um deles
- Lénin também tinha ascendência judaica, da família Blank, e até casou com uma judia, mas claro que Churchill não era obrigado a saber tudo

http://www.jewwatch.com/jew-leaders-lenin.html
http://www.adherents.com/people/pl/Vladimir_Lenin.html

terça-feira, 7 de junho de 2011

resultados eleitorais do PNR








resultados por distrito, do melhor para o pior em % e não números absolutos.
ao lado a comparação com 2009...

2011                                                      2009
Faro          0,54%  1.078 votos ------------ Faro               0,43%       877 votos
Lisboa        0,53%  6.187 votos ------------ Lisboa            0,40%       4542 votos
Beja          0,41%  304 votos -------------- Beja               0.16%       134 votos
Madeira      0,41%  573 votos -------------- Madeira          0,35%       485 votos
C. Branco   0,39%  428 votos -------------- C. Branco        0,22%       259 votos
Setubal      0,38%  1.581 votos ------------ n/ concorreu
Aveiro        0,36%  1.373 votos ------------ Aveiro            0,17%       654 votos
Santarém    0,35%  835 votos -------------- Santarém       0,24%       590 votos
Coimbra      0,26%  591 votos -------------- Coimbra          0,19%      445 votos
Leiria          0,24%  598 votos -------------- Leiria             0,18%      443 votos
Portalegre   0,24%  150 votos -------------- Portalegre       0,23%      151 votos
Braga         0,22%  1.089 votos ------------ Braga             0,17%      830 votos
Bragança    0,21%  162 votos -------------- Bragança        0,16%      131 votos
Évora         0,20%  173 votos -------------- Évora             0,17%      151 votos
Guarda       0,19%  178 votos -------------- n/ concorreu
Açores       0,16%  149 votos -------------- n/ concorreu
Viana         0,16%  212 votos -------------- Viana             0,14%      192 votos
Porto         0,16%  1.552 votos ------------ Porto              0,13%      1362 votos
Viseu         0,13%  267 votos -------------- Viseu              0,17%      368 votos
Vila Real     0,12%  141 votos -------------- n/ concorreu
---------------------------------------------------------------------------------------
TOTAL       0,32%  17.621 votos                  TOTAL            0,21%      11.614 votos      


disponível aqui:
http://www.legislativas2011.mj.pt/territorio-nacional.html



comentário:  o único distrito que perdeu votos e desceu, foi Viseu. de resto, todos subiram em votos e %, nalguns casos até duplicaram como Aveiro e Beja, mas alguns distritos ainda têm uma adesão muito fraca, sobretudo no Norte.
quanto aos resultados globais, foram satisfatórios, pela primeira vez o PNR ultrapassou o PPM e também já está à frente do PTP do circense Coelho, ou do PND. surpreendente foi o resultado do PAN (Partido pelos Animais e pela Natureza), que na primeira tentativa chega aos 1,04%

domingo, 5 de junho de 2011

suástica alemã pré/proto-nazi























suástica do Grupo de Thule constituído em Munique, por volta do ano 1918, em honra à ilha de Thule e à Antiguidade Grega (e Ariana).
o grupo de Thule é tido como o precursor do DAP (Partido Alemão dos Trabalhadores) que terá estado na origem do NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), é pois um precursor do nazismo alemão, que terá contado com a participação do próprio Hitler, entre outros famosos Nacional-Socialistas alemães.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

o mito do Estado Novo corrupto e ladrão

sou um crítico do Estado Novo e de Salazar em alguns aspectos, mas quando me parece que tiveram aspectos positivos, sou o primeiro a dizê-lo também e a elogiar, sem problemas!
vem isto a propósito dos actuais tempos de crise, em que se fala muito de distribuir os "sacríficios" e nos ordenados milionários dos políticos, gestores, etc

ao moralizar a economia e o capitalismo, como se pode ver por este exemplo, ou também na Lei 2105 de 6/6/1960, Salazar provou com acções (e não palavras) que estava eticamente a anos-luz do cinismo esquerdista dos actuais xuxa-listas a auferirem ordenados principescos, ou mesmo do deputado Miguel Portas da esquerda caviar, viajante em primeira classe, após ter criticado outros deputados por fazerem o mesmo!

a decadência em 27 anos...




passou-se pouco mais de um quarto de século entre a equipa 100% portuguesa e 100% branca do FC Porto que chegou à final da Taça das Taças de 1984 em Basileia, e entre a equipa africana, mestiça, mulata e sul-americana que venceu em Dublin a Liga Europa, chegando-se ao cúmulo de ver no relvado bandeiras da Colômbia, Brasil, Uruguai e até de Cabo-Verde (de um jogador da "selecção nacional"), de todas menos do país...

que me lembre, no plantel de 1984, o único estrangeiro era o Irlandês Mike Walsh que não jogou a final, e dos restantes, o único jogador que não era da região Norte, era o lisboeta Augusto Inácio, que também não jogou a final.
outros tempos...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

nem tudo eram rosas antes de 25-4-74
















do lado esquerdo vê-se o angolano Eduardo Nascimento a representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 1967, sendo o primeiro (!) negro a pisar os palcos da Eurovisão, com o consentimento de Salazar, para "provar" que Portugal não era "racista" (era o que se dizia)
do lado direito, vê-se Salazar em amena cavaqueira com um dos símbolos do regime, depois de Fátima, do Fado ou Amália...o moçambicano Eusébio, endeusado como poucos ou nenhuns o foram.

a conversa de que antes do 25/4 é que isto era tudo bom, e que a revolução é que significou a "decadência" ou a "traição", não passa disso mesmo...conversa!
a decadência pode ter-se acentuado e fundamentalizado no pós 25/4, mas não começou aí, aliás nem sequer começou com o Estado Novo, que já tinha encontrado inspiração no império, nos descobrimentos, ou nos mulatos do Brasil e Cabo-Verde.













selecção portuguesa de 1966 (4 não-brancos) e cartaz da marcha «Angola é Nossa!»