"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sexta-feira, 29 de julho de 2011

subhaplogrupos da linhagem R1b

Zapatero quer Eurábia e «conciliação» com islão

José Luis Rodríguez Zapatero - Royal & Zapater...

Spain: Zapatero wants Morocco and Turkey in the EU as a “gesture of conciliation with the Islamic world”

«That the only casualties of the twin bombings of Norway are European origin and people outside the Islamic religion has not prevented the Spanish Prime Minister Jose Luis Rodriguez Zapatero, from calling on EU leaders for Morocco and Turkey to be allowed entry into the European Union as a gesture of reconciliation with the Islamic world.

The Spanish Government’s President spoke about that support in phone calls to both to the Turkish Prime Minister Recep Tayyip Erdogan, and the Alawite ruler of Morocco (what do Erdogan and King Mohammed VI have to do with Norwegian murder? No Muslim was murdered, no Moroccan or Turkish citizen was murdered or hurt…), in which he reiterated his commitment to the alliance of civilizations as the only way possible for a north-south agreement. Zapatero argues that both Turkey and Morocco meet the requirements set by the EU to join their project.»


para ler mais, ver aqui:

FONTE

quarta-feira, 27 de julho de 2011

esquerda radical vs nacionalismo - update





























ataques terroristas na UE, entre 2007 e 2010
(nota: cada vez mais terrorismo esquerdista e ZERO terrorismo nacionalista em 2010, tal como em 2008)

mais uma que não vai aparecer nos me(r)dia pró-esquerdistas e pró-terroristas.

afinal a raça interessa?



vejam este fdp porco maçónico, filho do igualmente porco maçónico M. Soares...primeiro começa por tentar fazer do PS a «vítima» disto, confundindo o Partido Trabalhista Norueguês, com o Partido Socialista.
depois, sensivelmente, a partir do segundo 00:50 diz o seguinte:
«é um extremista. é um extremista branco, nórdico, norueguês, que usa os métodos do extremismo islâmico, para uma acção fundamentalista, assassina e terrorista»

então mas não é esta escumalha que passa a vida a dizer que a raça não interessa, que o crime não tem côr, nacionalidade, e bla, bla, bla?  então agora para culpar o branco, já interessa dizer que ele é branco?
e se não fosse branco? diria que era um «extremista negro/muslo/àrabe» etc, etc? pergunta de retórica, claro...
se os media não revelam a raça/nacionalidade de muitos crimes para «evitar a discriminação», está tudo dito.

depois no resto da entrevista, passa o tempo todo a revelar a sua azia e medo da «extrema-direita»...à qual o indíviduo não só já não pertence há muito tempo, como até repudia algumas das suas ideias (racialismo, anti-sionismo, etc)
então mas não era esta escumalha que estava sempre a dizer que não se devia «generalizar»? que, no fundo, a maioria dos muslos e estrangeiros até são «bonzinhos» e que os maus são uma minoria?
então e agora, mesmo que este louco pertença à «extrema-direita», este acto já serve para «generalizar» a toda a «extrema-direita»??  afinal são ou não são, contra as generalizações? ou são só contra algumas?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Oslo - violações, drogas, imigrantes

Oslo: Rape, drugs and immigrants
video

«multiculturalismo é como o comunismo»













"I believe that the idea of multiculturalism is on the same level with communism of the 1970's Finland. We had only one truth that no-one could criticize. Today immigration and multiculturalism are a similar idea and ideology; completely above all criticism. I don't believe that multiculturalism in this contemporary context can do us good or that mixing these cultures and religions completely could only be a positive thing."

Tero Vaara (músico finlandês)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

«coisas» que os média não mostram




















actos terroristas da extrema-esquerda e da «extrema-direita», na UE, entre 2007 e 2009.


FONTE

mais mentiras - Breivik não é «Nazi»




Breivik define-se como um "conservador cultural" e afirma: "Precisamos de influenciar outros conservadores culturais para que adoptem a nossa linha de raciocínio anti-racista, pró-homossexual e pró-israel".
Anders Behring Breivik, 14 de setembro de 2009

FONTE

mais:
«Behring studied at the Oslo Commerce School, and is described by newspaper Verdens Gang as Conservative and nationalist.[3] He is also described as a one-time freemason.[4] He expresses his sympathies for Winston Churchill and Norwegian anti-nazi World War II hero Max Manus on his alleged Facebook profile.»

FONTE


Breivik não passa de um fundamentalista cristão e anti-muçulmano, mas é sionista, anti-racista, pró-gay e até anti-Nazi. nada tem de Nazi, mas uma mentira muitas vezes propagandeada pelos media, na ânsia de culparem os «demónios» Nazi-fascistas, já passa por verdade...
é a merda do costume.

é assim que querem descredibilizar?























o que é que um cristão com óbvias ligações à maçonaria (ver foto) e que nem sequer tem ligações a qualquer partido Nacionalista, para lá da pretensa simpatia, tem a ver com os Nacionalistas?
desde quando é que um louco isolado e encomendado por alguém, com óbvios propósitos políticos, representa o Nacionalismo?
qualquer Nacionalista repudia e despreza estes actos...

qualquer gajo decente repudia estes actos e não se revê neles, mas também percebe que existe uma clara intenção política nisto. 
este Breivik encomendado, vai servir para mais chantagem psicológica (terrorismo psicológico), e para mais perpetuar de ditadura esquerdista «estão a ver? estão a ver como a "extrema-direita" é toda mázinha?»

enfim, típico da propaganda e da lavagem cerebral...
campanha mediática intensíssima, nunca vista, porque o tipo se trata de um suposto «extremista de direita», mas silenciada sempre que se trata de um terrorista esquerdista ou islâmico...aí já não interessa, ou merece apenas nota de rodapé.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

origens do Politicamente Correcto

The History of Political Correctness (Complete)
video
Pela primeira vez, os Americanos hoje, não são livres de dizer o que pensam. Se eles dizem algo ofensivo, insensível ou, pior que tudo, palavras de ódio, podem ter sérios problemas. Eles podem ser punidos por violarem os mandamentos sagrados dos anos 90, conhecidos comummente como Politicamente Correcto.
O Politicamente Correcto é um fenómeno novo?
Vamos mostrar-lhe esta noite que o Politicamente Correcto tem sido fabricado há mais de 8 décadas.

(...)

E parece que a deterioração da sociedade é exactamente aquilo que o Politicamente Correcto persegue...
mas afinal o que é o Politicamente Correcto?
Você está prestes a ver: o Politicamente Correcto é nada mais do que uma ideologia Marxista. Marxismo traduzido da economia para a cultura, num esforço que vem, não dos anos 60, mas da Primeira Guerra Mundial.

a Teoria Marxista previu que se a Guerra chegasse à Europa, a classe trabalhadora de todo o país Europeu, revoltar-se-ia, mas essa teoria revelou-se errada.
Quando a Primeira Guerra Mundial começou em 1914, a lealdade dos trabalhadores ao seu país, revelou-se mais forte do que a dita "Consciência de Classe". Alegremente, puseram o seu uniforme. Francês, ou Alemão, Austríaco ou Russo ou Britânico, e marcharam aos milhões, para lutarem entre si.
Em 1917, uma Revolução Marxista ocorreu na Rússia, mas não se alargou à Europa Ocidental. Novamente, contradizendo a Teoria Marxista Ortodoxa.

William Lind:
Quando a Guerra acabou, os Teóricos Marxistas, tiveram que perguntar-se o que tinha corrido mal.
Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukács na Hungria, acreditavam que tinham a resposta. Gramsci e Lukács argumentaram que a Cultura Ocidental tinha cegado a Classe Trabalhadora aos seus verdadeiros interesses Marxistas de Classe. Antes de uma Revolução Marxista poder ter lugar, a Cultura Ocidental tinha que ser destruída.

Em 1919, Lukács, que foi considerado o mais brilhante Teórico Marxista desde o próprio Marx, perguntou "quem irá salvar-nos da Civilização Ocidental?". Nesse mesmo ano, 1919, Lukács tornou-se Deputado Comissário para a Cultura no governo Bolchevique de Béla Kun na Hungria, onde lançou um programa de terrorismo cultural. Como parte desse programa, Lukács introduziu um programa de educação sexual radical nas Escolas da Hungria. O Politicamente Correcto como o conhecemos, estava já a tomar forma.

Lazlo Pasztor (Federação Nacional dos Húngaros Americanos):
Ele tentou, na verdade, enfraquecer a Unidade da família e essa foi uma das razões pelas quais ele tentou introduzir educação sexual.

Narrador:
Laszlo Pasztor, um líder da resistência Húngara contra a tomada comunista da Hungria após a I Guerra Mundial, explica porque é que as crianças foram seleccionadas como alvos.

Laszlo Pasztor:
Sabe? É sempre mais díficil converter um adulto, para fazer algo que ele foi ensinado a não fazer. 

Narrador:
O programa deixou grandes efeitos residuais na Hungria.

Laszlo Pasztor:
A única coisa que era permitido aceitar, eram os conceitos de Béla Kun. E o que eles ensinavam, era assim e nada mais! O pensamento livre era um pecado muito grande.

Narrador:
O governo de Béla Kun durou apenas alguns meses, em parte, porque a Classe Trabalhadora Húngara estava indignada com o ataque de Georg Lukács à tradicional Cultura Ocidental.

Mas, entretanto, na Alemanha, uma nova tentativa de criar uma crítica Marxista da Cultura Ocidental estava a tomar forma. Ali, o jovem e saudável filho de um milionário comerciante de cereais, Felix Weil, quis estabelecer um Instituto para política pública. Um "think-tank" para servir de casa para o pensamento Marxista avançado. Modelado no Instituto Marx-Engels em Moscovo, o "think-tank" de Weil, esteve originalmente para ser chamado "O Instituto Para O Marxismo".
 
Martin Jay, Presidente do Departamento de História em Berkeley e autor de uma história da Escola de Frankfurt, explica porque é que o nome foi alterado para "Institut für Sozialforschung" - Instituto Para Pesquisa Social.
 
Martin Jay, Universidade da Califórnia, Berkeley:
Penso que eles tinham bastante interesse em evitar ser muito rotulados, daí esse nome bastante suave "O Instituto para Pesquisa Social."

Narrador:
O Instituto estava afiliado com a Universidade de Frankfurt em Frankfurt na Alemanha, e, na altura, tornou-se conhecido simplesmente como a Escola de Frankfurt.

A Escola de Frankfurt abriu formalmente as portas a 22 Junho de 1924, mas já tinha tido o seu primeiro Seminário de Teoria na Primavera de 1923. Ali, quase 2 dúzias de estudiosos Marxistas juntaram-se para o que Weill, o sponsor, chamou a "Semana de Estudos Marxistas". Um dos participantes foi Richard Sorge, mais tarde um famoso Espião Soviético. Outro, foi Georg Lukács. Os escritos de Lukács sobre a cultura, foram a base de grande parte do programa. Quase metade dos participantes nesta "Semana de Estudos Marxistas", seriam, mais tarde, afiliados à Escola de Frankfurt.

William Lind:
Seguindo a direcção de Lukács, a Escola de Frankfurt seria o veículo que traduziu o Marxismo da
Economia para a Cultura. Dando-nos o que agora conhecemos como Politicamente Correcto.

Narrador:
O primeiro director da Escola de Frankfurt foi um economista Austríaco Marxista chamado Carl Grünberg. O principal esforço de Grünberg foi estabelecer firmemente a natureza do instituto Marxista. No seu discurso público inaugural, que abriu o novo edifício do instituto em Frankfurt, Grünberg disse:

"Tem sido a nossa intenção, aqui desde o início, manter a uniformidade na forma como olhamos para os problemas e os resolvemos. Eu, também, sou um dos oponentes da ordem económica, social e legal que nos tem sido legada pela história, e eu, também, sou um dos apoiantes do Marxismo. No novo instituto de pesquisa, o Marxismo terá, a partir de agora, uma casa."

Narrador:
Sob Carl Grünberg, a Escola de Frankfurt trabalhou principalmente sobre as questões económicas e o movimento laboral, assuntos Marxistas convencionais. Mas em 1930, Grünberg  foi substítuido como director por um jovem intelectual Marxista com ideias muito diferentes - Max Horkheimer.
Horkheimer depressa começou a usar o instituto para desenvolver um novo Marxismo, muito diferente do Marxismo da União Soviética.

William Lind:
Primeiro, reconhecendo o sucesso económico do capitalismo, Horkheimer anunciou que a revolução era improvável de vir da classe trabalhadora. A Escola de Frankfurt teria de encontrar um substituto.

Martin Jay:
Bem, essa era a grande questão. A grande questão é: «haverá um substituto para a classe trabalhadora?»

Narrador:
A Escola de Frankfurt não haveria de encontrar uma resposta para esta questão até aos anos 60, mas entretanto, Horkheimer começou a recuperar o trabalho de Lukács, ao fazer da cultura e não da economia, o Foco central do trabalho da Escola de Frankfurt.

Como escreve Martin Jay na sua história da Escola de Frankfurt, "The Dialectical Imagination", se pode ser dito que durante os primeiros anos da sua história, o instituto envolveu-se principalmente em análises da Subestrutura Sócio-Económica da Sociedade Burguesa, nos anos após 1930, o seu principal interesse está na sua Superestrutura Cultural. De facto, a fórmula tradicional Marxista quanto ao relacionamento entre os dois, foi colocada em questão.

William Lind:
A chave para o trabalho da Escola de Frankfurt na cultura, foi o cruzamento de Marx com Freud. Tal como o Marxismo Clássico Económico disse que debaixo do capitalismo a classe trabalhadora era oprimida, também a Escola de Frankfurt usou Freud para dizer que debaixo da Cultura Ocidental todos viviam num estado constante de repressão psicológica.

Martin Jay:
Então havia Freudianos radicais durante este período, esperando usar a Psicanálise para acabar com o que Reich chamou "alienação sexual", que eles achavam tão importante como a alienação económica.

Narrador:
A solução, segundo a Escola de Frankfurt, era não apenas uma revolução política para derrubar o capitalismo, mas uma revolução social e cultural, também. Para continuar o trabalho do Instituto nas questões culturais, Horkheimer trouxe algum sangue novo.

Os novos membros incluiram o, por vezes, crítico de música Theodor Adorno. Martin Jay vê esta adição como decisiva.

Martin Jay:
Bem, Adorno foi talvez o mais eficaz e, penso eu, brilhante de todos os membros da Escola de Frakfurt.

Narrador:
Outro novo membro foi Erich Fromm. Fromm, um psicanalista praticante, foi célebre pela sua Psicologia Social Marxista radical. Ele criou o conceito de libertação sexual e políticas de género.

Segundo Martin Jay, na visão de Fromm, a masculinidade e feminilidade não reflectiam diferenças sexuais essenciais, mas eram, em vez disso, derivados de diferenças nas funções vitais, que eram, em parte, determinadas socialmente.

William Lind:
Outra parte do Politicamente Correcto estava a ser organizada.
 
Narrador:
Em 1932, Herbert Marcuse tornou-se um membro do Instituto de Pesquisa Social. Marcuse tornar-se-ia finalmente no mais importante membro da Escola de Frankfurt para o desenvolvimento do Politicamente Correcto. Nos anos 1950 e 60, Marcuse iria completar a tradução do Marxismo para a cultura, e injectá-lo na Nova Esquerda («New Left»). Martin Jay resume tudo.
 
Martin Jay:
Na qual, Marcuse nos Estados Unidos representou as inclinações mais radicais da escola. De alguma forma, continuando o trabalho que eles tinham feito nos anos 1920 e 30. Um trabalho que foi inspirado na Filosofia igualitária de Marx. Muito interessado, na crise tanto do capitalismo como da democracia liberal, tentando encontrar alternativas à classe trabalhadora.

William Lind:
Como temos visto, a Escola de Frankfurt, Marxista na origem, quis criar uma revolução cultural contra a Sociedade Ocidental. Nos anos 1930, deram o seu primeiro passo importante.

Narrador:
Nos anos 1930, a obra de Horkheimer, Adorno, Fromm e Marcuse emitiu o seu primeiro produto tangível - a Teoria Crítica.

William Lind:
O termo Teoria Crítica é parecido com um jogo de palavras. Somos tentados a perguntar o que é a Teoria. A resposta é: a teoria é criticar. Através da crítica destrutiva incessante de todas as instituições da Sociedade Ocidental, eles esperavam derrubar essa sociedade. a Teoria Crítica é a base para os Estudos Gays, Estudos Negros, Estudos Feministas e vários outros Departamentos de Estudos encontrados nos Campus Universitários Americanos hoje. Esses departamentos são a base de operações do Politicamente Correcto.

Narrador:
David Horowitz esteve presente no nascimento do Campus Politicamente Correcto.

David Horowitz (Presidente do Centro para o Estudo da Cultura Popular):
Bem, eu era um Radical nos anos 60. Eu era um Marxista e, você sabe, os meus amigos eram pessoas como Tom Hayden. Eu editei a maior revista da esquerda, naquela altura - «The Ramparts»... Mas a Escola de Frankfurt era importante no Marxismo, porque eles já não acreditavam mais no futuro. Eles acreditavam apenas em destruir o capitalismo, e destruir, sabe, a «democracia burguesa» (É o que lhe teríamos chamado), e se você olhar para os Campus de hoje, aquele tipo de nihilismo é realmente o tema dominante. Que é atacar a América.

Narrador:
A Escola de Frankfurt foi cuidadosa em nunca definir de que é que a Teoria Crítica era a favor, mas apenas o que era contra.

Outra vez, Martin Jay, o Historiador Semi-Oficial da Escola de Frankfurt.

Martin Jay:
A Teoria Crítica, em si mesma, sempre foi relutante sobre ser colocada na camisa de forças da sistematização e definir a sua redução a uma definição simples.

William Lind:
A Teoria Crítica, na verdade, tentou politizar a lógica em si mesma. Horkheimer escreveu "a Lógica não é independente do conteúdo", o que significa que um argumento é lógico se ajuda a destruir a Cultura Ocidental. Ilógico se a apoia. Tal pensamento distorcido é o cerne do Politicamente Correcto. Agora, inculcado nos estudantes Universitários Americanos.

John Sterling, Senior da Universidade Cornell:
Quando há, você sabe...1% do Campus que é Conservador, e os outros 9%...os outros 9% de pessoas que se importam são incrivelmente liberais, vais ter, sabes, algo aproximado a um Estado Socialista.

Narrador:
Mas como é que o trabalho de um pequeno grupo de intelectuais Marxistas Alemães chegou à América?

(Hitler a falar Alemão)

Narrador:
Em 1933, quando os Nazis chegaram ao poder na Alemanha, o Instituto de Pesquisa Social fugiu. Ele fugiu para Nova Iorque, onde foi restabelecido nesse mesmo ano, com a ajuda do Presidente da Universidade de Columbia. Uma vez na América, a Escola de Frankfurt, gradualmente, mudou o foco do seu trabalho, de destruir a Cultura e Sociedade Alemãs para atacar a sociedade e cultura do novo refúgio. Não só aplicaram a Teoria Crítica na Sociedade Americana, como acrescentaram alguns elementos novos. Um deles foi o instituto chamado «Estudos sobre o Preconceito» que culminou em 1950, no imensamente influente livro de Theodor Adorno «A Personalidade Autoritária». Nele, Adorno argumentou que os Americanos possuiam muitos traços Fascistas e que quem apoiava a Cultura Americana tradicional era psicologicamente desequilibrado. Não é casualidade, que hoje, os politicamente correctos são rápidos a rotular os seus opositores como "Fascistas" e sugerem que eles precisam de tratamento psicológico na forma de Treino de Sensibilidade.

(Multidão grita slogans políticos)

Narrador:
A Escola de Frankfurt integrou até no Politicamente Correcto a causa mais «na moda» e «fashion», o Ambientalismo, no seu Marxismo Cultural. Pela via do livro de Horkheimer e Adorno «Dialéctica do Iluminismo»

Martin Jay:
Bem, eles estavam interessados naquilo que foi chamado a «dominação da natureza». «Dialéctica do Iluminismo», em particular, mudou a ênfase da dominação económica para a dominação das espécies do mundo natural. Incluindo a natureza interna através da compreensão Psicanalítica da repressão, por isso estavam muito interessados em reconhecer que precisávamos de ter uma relação mais natural e, vamos dizer, mais equilibrada entre a espécie humana e o mundo natural.

Narrador:
Depois da II Guerra Mundial, Horkheimer e Adorno voltaram à Alemanha, onde o Instituto foi restabelecido na Universidade de Frankfurt. Mas nem todos os velhos membros do Instituto voltaram. Fielmente, Herbert Marcuse permaneceu na América, eventualmente, tornando-se professor da Brandeis, na Universidade da California em San Diego. Marcuse trabalhou para finalizar o trabalho começado por Horkheimer, Adorno e Fromm na década de 1930.

Martin Jay:
Marcuse, por outro lado, ficou nos Estados Unidos e durante os anos 50 e 60, desenvolveu algumas das suas ideias iniciais - cruzando Marx com Freud. Um interesse no ascetismo, um interesse na tendência, digamos, cultural para o que ele chamaria de "negação" que eram utilizados numa campanha para pôr em causa o que Antonio Gramsci teria chamado o gémeo da cultura capitalista burguesa, e Marcuse tornou-se, é claro, no chamado "Guru" da Nova Esquerda.

Narrador:
Foi Marcuse quem, finalmente, respondeu à pergunta proposta por Horkheimer no início dos anos 30 «quem poderá substituir a classe trabalhadora como agente da revolução?»

David Horowitz:
Por isso, tinhas que encontrar algum novo eleitorado, quer fosse os estudantes, ou os negros, ou as mulheres, ou os gays ou o que fosse, e Marcuse tinha um Marxismo fluído que se encaixou nisto.

Narrador:
Martin Jay confirma o papel da Escola de Frankfurt na criação dos grupos de vítimas que constituem a Aliança Politicamente Correcta.

Martin Jay:
Mas a Classe Trabalhadora não teria o papel hegemónico que o Marxismo tradicional esperou dele, e então, os estudantes, negros e outros grupos minoritários, mulheres e assim por diante, estavam, esperavam eles, pelo menos capazes de unir-se.

Narrador:
De Importância Decisiva para a injecção do trabalho da Escola de Frankfurt na rebelião estudantil da década de 1960 foi a reabilitação por Marcuse, da noção de Libertação Sexual de Fromm.

Martin Jay:
Marcuse, no entanto, foi o principal canal de novas ideias. Marcuse tinha escrito um trabalho importante nos anos 50 chamado «Eros e a Civilização», um trabalho que tenta encostar Freud à parede e vir com uma nova leitura radical Utópica da Psicanálise e que combinada com o "Vida Contra Morte" de Norman O'Brown, teve um grande impacto sobre a Contra Cultura e em enfatizar o Elemento Libidinal.

Narrador:
«Eros e a Civilização» de Marcuse, condenou todas as restrições do comportamento sexual. Em vez disso, chamada perversidade polimórfica.

Martin Jay:
Em vez disso, argumentou que, em certos níveis de desenvolvimento precoce da psique humana, havia um potencial para a expressão sexual, prazer sexual, que ainda não tinham sido organizados em noções restritas de sexualidade heterossexual, e esses tinham uma certa capacidade de se revigorar.

Narrador:
A perversidade polimórfica ajudou a abrir a porta a aspectos politicamente correctos, como a libertação Gay.

Roger Kimball, Editor Executivo, «The New Criterion»:
Esta é a sua ideia daquilo em que a sociedade humana, a boa sociedade humana, deve ser baseada, era um certo tipo de perversidade polimórfica e narcisismo que pela libertação do «Eros» não procreativo, teve o seu fim. Iríamos encontrar grande iluminação e grande felicidade. Isto era suposto ser a chave para a utopia.

Narrador:
David Horowitz liga «Eros e a Civilização» directamente à rebelião dos anos 60 de que ele fazia parte.

David Horowitz:
O Marxismo é uma doutrina falida e já estava falida nos anos 50 ou até antes. As pessoas entenderam-no. Não funcionou. Não havia classe trabalhadora que iria fazer uma revolução. capitalismo. As pessoas estavam felizes com o capitalismo, basicamente, porque fazia sentido. Espalhou mais dinheiro para mais gente do que qualquer outro sistema na história. Por isso, eles tentaram encontrar outras fontes de energia revolucionária. E uma delas foi a ideia de repressão sexual dos anos 60. Foi uma maneira de poderes sempre pensar em teorias complicadas para fazer o que eles querem fazer. As pessoas queriam f*** muito nos anos 60, então Herbert Marcuse deu-lhes a justificação intelectual para fazerem montes de sexo, com montes de gente, montes de tempo. É disso que «Eros e a Civilização», o título do seu famoso livro, fala.

Narrador:
Marcuse é, também, a fonte de uma das mais notáveis características do politicamente correcto. É chamada a intolerância para qualquer outro ponto de vista que não o seu. Marcuse argumentou que a nossa sociedade Americana livre era, na verdade, um engano. Que a sua tolerância real era, de alguma maneira, repressiva. Entretanto, defendeu algo chamado «tolerância libertadora».

Roger Kimball:
E o que ele quis dizer com isso, é que a tolerância libertadora significava intolerância para ideias e movimentos da direita e tolerância para qualquer ideia da esquerda. É uma receita, sabe, para a repressão.

Narrador:
Mesmo Martin Jay, um grande admirador da Escola de Frankfurt admite o aspecto totalitário de Marcuse.

Martin Jay:
Talvez o seu mais significativo ensaio em termos de impacto. Não tinhamos sequer mencionado um ensaio sobre «tolerância repressiva», escrito no final dos anos 60, que alegava que a tolerância de diferentes crenças não produzia qualquer acção, porque qualquer crença parecia ser igual a todas as outras. As racistas, neo-fascistas e militaristas receberiam um peso igual às que eram pacifistas e emancipatórias. Isso levou, finalmente, aos problemas de Politicamente Correcto e Incorrecto dos anos 1980. Isto é, se tu tivesses uma forte noção de quem é Politicamente Correcto, então podias ser intolerante para aqueles que não eram e, por vezes, isso pode ser usado como uma licença, por pessoas da esquerda, para negar a liberdade de expressão àquelas pessoas de quem discordavam.

Narrador:
Através desses trabalhos, Marcuse tornou-se no principal agente de transmissão das ideias da Escola de Frankfurt.

David Horowitz:
Marcuse teve uma influência tremendamente importante no pensamento dos jovens. Ele foi um dos pais espirituais do movimento.

Narrador:
E através de Marcuse, a Nova Esquerda encontrou o resto da Escola de Frankfurt.

Martin Jay:
E, então, nos anos 1960, eles foram redescobertos por estudantes que viram as obras que eles tinham feito e redescobriram uma fonte de Marxismo não-tradicional, não-comunista que eles encontravam como uma inspiração para o movimento estudantil da década de 1960.

Narrador:
Jays faz a Marcuse o elogio definitivo como revolucionário.

Martin Jay:
Ele tornou-se uma espécie de celebridade. Em Paris, havia faixas que diziam «Marx, Mao e Marcuse». por isso ele foi o cordeiro da libertação com um par de pesos pesados.

Narrador:
E as consequências do trabalho da Escola de Frankfurt, agora, engolem-nos a todos. Martin Jay paga-lhes o devido crédito.

Martin Jay:
Bem, é fascinante, se os comparares com outras figuras da chamada tradição "Marxista Ocidental", eles estão talvez mais vivos do que praticamente qualquer outra pessoa.

Narrador:
Roger Kimball, não obstante vir da perspectiva Política oposta de Martin Jay, concorda.

Roger Kimball:
A instituição das ideias do Multiculturalismo Radical na Academia, e o que podes chamar como a sua ala de coacção, nomeadamente, a ideologia do Politicamente Correcto, testemunharam a vitalidade de algumas dessas ideias, algumas das ideias da Escola de Frankfurt.

Narrador:
Perguntámos ao autor da Nova Esquerda, David Horowitz, o que é que os membros da Escola de Frankfurt, Horkheimer, Adorno, Marcuse poderiam pensar, se eles pudessem voltar e visitar um dos Campus Politicamente Correctos da América hoje.

David Horowitz: Bem, tenho a certeza que estariam emocionados porque eles seriam, você sabe, Deuses.


A transcrição em Inglês

«imigrantes enrique$$em-nos culturalmente»













Cecilia Malmström, Comissária para os Assuntos Internos na Comissão Europeia diz: 

 “Successful integration implies that migrants are given the opportunity to participate fully in their new communities. Learning the language of the receiving country, getting access to employment and education and having the socio-economic capacity to support themselves are crucial elements for a successful integration. To date, integration of migrants in Europe has not been very successful. We must all do more – for the sake of the people coming here, but also since well-integrated migrants are an asset for the EU, as they enrich our societies culturally and economically.

(.........)

Integration must start where people meet every day (work places, schools, public areas, etc). Measures to strengthen democratic participation should include training and mentors, facilitating for migrants to vote in local elections, creating local, regional and national consultative bodies, or encouraging entrepreneurship, creativity and innovation."


ler mais aqui:
FONTE

e para ver em Português:
FONTE


a mesma bosta de sempre, devemos fazer mais para integrar os imigrantes, e agradecer-lhes por estarem nos nossos países, porque nos "enriquecem" culturalmente e economicamente...
a integração ainda não foi bem sucedida, diz esta Comissária. e como se não bastasse tudo isto, ainda acha que se deve facilitar o voto dos imigrantes nas eleições locais...mais uma fraude à la democracia. mais batotice e canalhice desta gente sem escrúpulos. enfim, tudo se espera vindo desta escumalha da UE...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

maçon Barroso quer Euráfrica









Cairo, Egypt, 14 July 2011
Ladies and gentlemen, 

It is a great honour to be here today, in the great country of Egypt, during such an historic time. Egyptians have shown their courage and their determination to forge a better life. A life of dignity today, and a better future for the next generations. So it is a heart-felt pleasure for me to be in Cairo and to speak to you – Egypt's young people, civil society and future leaders.

Throughout the ages, Egypt has been a cradle of civilization and remains the intellectual centre of Arab cultures and countries. From the ancient library of Alexandria to modern showcases like the Aswan Dam and this opera house, it is with good reason that your history gives rise to the expression "Egypt - Misr Umm ad-dúnnia", or Egypt, mother of the world.

For many centuries Europeans and Egyptians have connected through art, literature and trade. Egypt's ports, and later the Suez Canal, have further linked us together and to the wider world.

Ladies and Gentlemen,

It is in this tradition of exchange that I come here today. But I come to look at the future, not the past. To listen, not to lecture. To understand from you the new reality of Egypt. I come to understand your struggle to secure the Revolution’s ideals.

As someone who has once fought for freedom in his country, I come here to pay tribute to those who have made the revolution. I come here also to pay my respect to the innocent blood that has been shed.

As your neighbour, I come here to offer a vote of confidence in the people and the future of Egypt.

And as President of the European Commission, I come here today to gain a better sense of your expectations of the European Union, and to say that Europe, is your partner for the long term.

Let me now expand on those statements.

To listen, not to lecture.

The whole world has watched with great hope as you and your compatriots risked your safety to demonstrate for a better future; a future of freedom and dignity. The Egyptians have shown they know what they want and that they are ready to take their destiny in their own hands. European Union has no wish to interfere in Egypt's internal decisions. We will cooperate with Egyptian society in all its diversity in support of your own aspirations.

In the past too many have traded democracy for stability. But recent events have only proven that lasting stability can only be achieved through democratic and accountable governments.

As Egypt embarks upon this journey, democracy, freedom and openness are the fundamental values that will bind Europe and Egypt together in the future. The wish to live a dignified life, free from corrupt leaders, in a community that respects us, is something that all human beings have in common.

The courage you have demonstrated fundamentally changes our relationship, and affirms as universal, the values you have pursued.

We recognise there are many risks still to be faced. We recognise that the revolution is not finished. The expectations are high and the potential for frustration is considerable. Deep change takes time. The road to democracy is not a peaceful stream of water but rather an unpredictable river very much like the Nile used to be before the Aswan Dam. But we fundamentally affirm the spirit that has ignited the revolution thus far. And throughout we remain acutely aware that democracy must come from within. While external assistance may help the flowers of democracy bloom, it is only you who have planted the seeds that can ensure democracy takes root.

As you take this journey, be assured that there is no single template for transition to democracy, and no such thing as a perfect or complete democracy. Each transition is unique.

Democracy is about more than freely electing one's government, and just as there are many ways to practice faith, there are many ways to practice democracy. So the European Union does not ask its neighbours to copy our models. We simply offer our experience and our assistance, should you think it can help in your search for new institutions, new opportunities and a new social contract.

We recognize that there is no single Arab world, any more than there is a single Muslim world, or a single Christian world for that matter. No two countries are the same. In the end, a one-size-fits-all approach fits no-one. So the European Union is committed to responding to the individual needs of each country. We will treat each transition as unique. This comes not only out of respect but also out of a genuine concern for achieving results.

A fellow democracy activist

I pay tribute to those who have made Egypt’s 25 January Revolution, and I express my deep sorrow for those whose lives were taken. To witness the determination in Tahrir Square earlier this year took me back to my youth. I too grew up in a country long deprived of democracy. As a young law student in Lisbon I knew that only democracy could fulfill my rights and those of my countrymen. And with others I rejected the idea that democracy was suited only to a certain type of culture. We fought for freedom in our country and later to become members of a peaceful and democratic Union of nations, today the European Union. It was a similar story in post-Franco Spain and Greece after the colonels' regime.

At the time many negative voices were saying that Southern Europe because of its level of development or cultural reasons would not be able to establish stable democracies. And just look at how strong democracy has consolidated and the inspiration that this was for other regions of the world such as Latin America. I also remember that some people said that post-communist countries would never be able to embrace a new democratic culture and just look at the thriving democracies and open societies of these countries who also joined the European Union in 2004.

So I firmly reject the idea that because of cultural differences Muslim majority countries cannot be at one with democracy. Such prejudices reveal deep ignorance, and a deeper disregard for human aspiration. All countries and peoples are fit for democracy and to think otherwise is an unacceptable moral prejudice. Men and women choose freedom time and again when given the choice.

To all those who refuse to believe that Arab streets and squares can be filled with the peaceful call for freedom and dignity: I point to the people of Cairo and to the people of Egypt. Your moral fortitude can continue to defeat the forces of hatred and fear.

As neighbours, securing the future

As a good neighbour we wish to show solidarity with a just cause and a great people.

Solidarity is a basic value of the European Union, enshrined in our Lisbon Treaty. It is a value we practice not only inside our Union but towards all countries and regions. So I come here to show my confidence in the people of Egypt and their commitment to a better present and a better future.

With over 80 million talented people – especially an educated and ambitious youth - tremendous natural resources and a world-class tourism industry, there is everything to hope for.

But democracy alone will not eradicate poverty, nor will it create the jobs that Egypt needs. Indeed, democracy cannot fulfill its promise if delivered without economic growth and employment.

To ensure a majority remains happy with the progress of the revolution – to truly secure the revolution, fair economic opportunities must go hand in hand with democratic ones. The gap between raised political expectations and shrinking economic capacity must be closed.

But as a friend and partner, the European Union knows from experience that hard economic decisions do not go away by ignoring them.

The people of Egypt have shown themselves to be the nation’s greatest resource. That is why you must be invested in, education and health, for example. And that it is why it is also urgent to stamp out corruption.

A serious debate seems to be in order about how a stronger private sector could lift millions from poverty. A debate about which subsidies really help the vulnerable and which fail to do so. Such debates will feed answers to the challenge of creating satisfying jobs for the young people so crucial to the revolution. Not to mention linking into the opportunity to make use of the millions of members of the Egyptian Diaspora.

Partners in peace, prosperity and democracy.

As President of the European Commission, I am proud that the European Union was the first to react with details of concrete support for Egypt’s transition to democracy. This is part of our wider Neighbourhood Policy – a policy predicated on the idea that human rights and democracy are the best basis for inclusive growth and shared prosperity.

With new thinking and new money in hand, it is time to take action focused around money, mobility and market access.

Our financial commitments will rise to €7 billion in the coming three years for our neighbourhood, with another €6 billion in loans available. Much of this will come from the European Investment Bank, whose President Philippe Maystadt is joining me on this trip. The bank is the biggest development lender in North Africa. Already there are nine Egyptian projects in the pipeline for the coming 12 month, worth well over €1 billion.

This sits within the overall package of €20bn agreed at the G8 in May. Egypt is in a good position to access these amounts, as it is a leading country in the path to democracy.

Like any sound partnership, this support is based on shared accountability. In addition to increasing assistance, we are increasing the flexibility of our commitment. A stronger commitment to the principles of the Arab Spring will mean more support from the European Union.

There are three priority areas, which naturally coincide with the demands put forward by Egyptians:

1. Democratic transformation and institution building, with a particular focus on fundamental freedoms, constitutional reforms, reform of the judiciary and the fight against corruption

2. A specific emphasis on support to civil society. We want this to be a broad partnership. That means a partnership not just with governments but with the grassroots directly, with a particular focus on the younger generation.

3. Sustainable and inclusive growth and economic development especially to support to Small and Medium Enterprises (SMEs), vocational and educational training, improving health and education systems and development of the poorer regions.

These priorities are embodied in three examples I want to share today.

The first one is a programme that the European Commission is preparing entitled "SPRING" (Support for Partnership, Reform, and Inclusive Growth). This programme will be launched in September with an initial amount of 350 million euros in grants and will have a specific focus on democratization and economic growth and thus address core issues of the transition. It is our intention to extend this to 500 million euros for the period 2011-2013.

Next is the European Endowment for Democracy. The details are still to be finalized, but this endowment will be a beacon of hope; a new independent body dedicated to helping people find their authentic democratic voices.

Finally, the European Union will massively increase support for the participation of Egypt and other partner countries in our Erasmus and Marie Curie education programmes. Overall there will be a 40% increase in funds starting from September 2011. 750 additional students will win life-changing scholarships that further enrich the links between us.

The EU is also proposing to establish Partnerships with a few selected Southern Mediterranean countries. One of those countries is Egypt. We want to allow for Egypt’s young people to have the chance to travel and study in Europe, for businessman to trade, for artists to interact. The Mediterranean must be a sea that unites us and not separates us. But we have to manage these flows in an organized and safe way. And all must be done to offer opportunities at home.

As I have touched upon, we recognize that transitions to democracy also depend on new jobs and economic growth. Increasing trade and foreign investment important can be crucial in this regard. Egypt is already our biggest trading partner in the region. Bilateral trade has almost doubled since the entry into force of the Association Agreement in 2004. The entry into force of an ambitious agreement on agricultural trade will further boost exchanges. But we want to go even further: In the short to medium term, we want to intensify on-going negotiations on the liberalisation of trade in services and investment. And in the long term, we should work on a Deep and Comprehensive Free Trade Area (DCFTA) that firmly ties Egypt into the world's largest market – the EU, with its half-billion investors, businesses and consumers. And we should not loose sight of our long-term vision of a full free trade zone between the European Union and the Southern Mediterranean.

Let me also say that inclusion is a critical aspect of the revolution. It makes good sense to use the talents of all your people to complete the revolution. To give a practical example: women have helped make your new freedoms possible. Surely they must now have every chance to make further contributions. In a democracy this is self-evident. Respect for difference and freedom from harassment is part of the foundation of any successful democracy.

Around the region

The Arab Spring has been a momentous chain of events. However, the steady progress of Tunisia and Egypt to a democratic path has not been mirrored in other countries in the region. These neighbours, with the same aspirations but a harder journey, deserve our joint support.

Let me salute from here the people of Libya and their determination to build a democratic future. Europe strongly supports the United Nations Security Council resolutions which aim at protecting civilians through the imposition of a no-fly zone. We have also stepped up sanctions, to stop money and arms reaching the regime.

Defending the Libyan revolution in this way was a matter of courage and human necessity. The alternative would have been forgetting everything from our recent past and allowing a massacre. So the European Union and its member states have acted. We have acted on the basis that regimes that shoot at their own people have not place in the community of nations.

As the turmoil continues, the European Union flag flies proudly in Freedom Square, Benghazi. This flag and the office beneath it is a tangible and symbolic sign that the European Union is ready to support the people of this region. Just yesterday I met with members of the Transitional National Council in Brussels and I have supported their quest for a politically inclusive Libya.

We have worked to increase the flows of humanitarian assistance. We continue to cooperate closely with international organizations to prepare for life after Gaddafi. We will seek the return of stolen billions, not just in Libya but around the region. I have faith in the people of Libya, and they can have faith in the support of the European Union.

We have grave concerns for the people of Syria. Nearly 2,000 dead and 10,000 detained – this is an intolerable toll. We condemn without reservation these acts of violence and repression. We have increased our sanctions twice, but President Assad's promises of reform and dialogue are weak and have yet to be fulfilled. Our EU Delegation remains on the ground in Damascus – meeting every day with individuals and groups. I welcome the recent presence of the French and American ambassadors in Hama, and offer solidarity to the citizens of that city. We will continue to push for urgent change.

I want also to acknowledge the progress and reform that Morocco and Jordan are undertaking. The leadership in Algeria has also made commitments to reform. This is important but we look to our Algerian partners to ensure that words now turn into action. In Bahrain too promises of reform must translate into real reforms steps. In Yemen it is clear that President Saleh must begin the transfer of power now.

Finally a word on a conflict that has fuelled so much resentment throughout the years. As the Arab Spring advances, we must seize the opportunity for a permanent resolution of the conflict between Israel and Palestine. Democratic Arab States – and Egypt foremost among them – will have a strong role to play in making peace, and securing the aspirations of all people in the region, including the inalienable right of Palestinians to have their own State. Egypt was already at the forefront of the Palestinian reconciliation and can give an important contribution to Israeli and Palestinian peace.

The Arab Peace Initiative is one of the references on which peace must be achieved, along with United Nations Security Council Resolutions. Underlying these efforts is the knowledge that peace can only be achieved through negotiation. As we have learnt from the Arab Spring, peaceful action has a force more powerful and more lasting than violence.

Conclusion

Ladies and gentlemen, as a European, and as your partner I wish to congratulate you on your success so far in securing the freedom and dignity you deserve.

I say again that Europe rejects the idea that democracy is only for some. You are doing the right thing, and it matters. If you can continue to succeed, the Egyptian example will give others new momentum to secure their own freedom. Soon you may inhabit a region of democratic states.

And I affirm the view that freedom, security and jobs must go hand in hand. There is no real freedom without security. And there is no real security without an economy that provides job opportunities.

Europe is united with you throughout this journey. We have a common destiny, that of a Euro-Mediterranean Community based on Democracy and Shared Prosperity. Because Europe's place is at the side of those who aspire to dignity, democracy and freedom.»

FONTE

Lyon islâmica


quarta-feira, 20 de julho de 2011

quem disse que o PCP nunca governou?

Crescimento da produtividade total dos factores em Portugal, 1960-2009

















Fonte: AMECO

sim, o PCP já governou Portugal e o seu "modelo" já foi aplicado. o modelo chamou-se PREC e teve resultados desastrosos. além de quase terem empurrado o país para uma ditadura comunista controlada desde Moscovo, também deram cabo da economia do país, "obrigando" à vinda do FMI em 1977 (e depois outra vez, em 1983), graças às medidas tomadas no PREC.
no gráfico acima, é perfeitamente óbvio como a produção nacional caiu escandalosamente no período de 74-75, precisamente o período do PREC com o governo de Vasco Gonçalves e outros comunistas em pastas importantes dos governos provisórios... a essa queda abrupta, seguiu-se uma recuperação com a "normalização democrática", no entanto o país nunca mais se encontrou e teve outro baixo no período de 81-84, não tão baixo como o de 74-75 mas que obrigou outra vez a vinda do FMI. porém o país nunca mais atingiu os picos das décadas de 60 ou 70. o PS e o PSD têm arruinado o país, e o governo PS obrigou a vinda do FMI pela terceira vez, este ano. mas a raiz do problema foi sem dúvida o (des)governo do PREC.


















como podem ver aqui também neste gráfico, a taxa de desemprego "disparou" precisamente em 1974 e a tendência tem sido para aumentar, não para diminuir


















neste outro gráfico, é vísivel que a dívida pública, que era monstruosa durante a I Républica, mas que foi contida durante a Ditadura Militar e o Estado Novo, disparou novamente, e precisamente em 1975, para nunca mais deixar de crescer e utrapassar já a dívida monstruosa da I Républica...é a maior dívida dos últimos 160 anos.


















este gráfico aqui também mostra como o crescimento do PIB potencial, que era uma realidade, foi travado precisamente entre 1970 e 1975 para nunca mais parar de descer, até ao recorde do desastre...


a culpa é dos socialistas e "social-democratas"? sem dúvida. mas quem iniciou este processo? quem começou o descalabro? quem começou por destruir a produção nacional, quem roubou o Estado e tudo o que pôde, quem descontrolou a moeda ( escudo), quem iniciou o descalabro das contas públicas, quem obrigou o FMI a vir em 1977 ?
eu respondo: foi o PCP e os seus rapazes, que (des)governaram no período do PREC...o processo iniciou-se aí, e depois foi como uma espiral...se os actuais governos são péssimos, agora imagine-se o que seria se o PCP tivesse ficado no governo !  imagine-se o que seria se algum dia o PCP ou o BE ganhassem as eleições...
seria bonito, sim senhor... a economia simplesmente acabava.

além dos motivos meramente ideológicos, espirituais, culturais, identitários e outros, também existem motivos de carácter puramente económico, e totalmente vitais, para a rejeição de ideias, políticas e governos de esquerda radical, como a estatística e a frieza dos números se encarrega de comprovar (desemprego brutal, dívida pública brutal, produção nacional nula, crescimento económico zero, descalabro, miséria, etc)
nunca este modelo económico teve bom resultado em país algum, fosse URSS, China, Cuba ou outro...basta comparar a Coreia do Norte com a sua vizinha do Sul.  os dados falam por si.

terça-feira, 19 de julho de 2011

libertação? paz?












 




“Matem, seus bravos soldados do exército vermelho, matem! Não existe nada que seja inocente nos alemães. Sigam as directrizes do camarada Stalin e massacrem o animal fascista na sua toca. Rompam com violência o orgulho racial das mulheres alemãs, tomem-nas como presas de direito. Matem, seus bravos soldados do exército vermelho, matem”.

Ilja Ehrenburg (judeu ucraniano)
(Frankfurter Allgemeine Zeitung, 28.2.1995, Seite 7)


 eis as ordens deste criminoso judeu ucraniano para o «seu» exército, o exército do regime mais genocida e criminoso de toda a história da humanidade, antes de ter recebido em 1952 o prémio Lénin da Paz (por incrível que pareça)
mas, claro, é esta sub-gente que matou mulheres, velhos, crianças, que arrancou milhões de crianças dos braços de mulheres alemãs para as levar para campos de extermínio na URSS, entre dezenas de outras atrocidades, como estupros (e sempre sem vestígio de remorso), quem escreve a história e que, no final, ainda se apresenta como "pacifista" e "libertadora" da humanidade, da "opressão" e da "bárbarie" (inventada e contada por eles mesmos).
sim, eles estavam mesmo, mesmo preocupados com a bárbarie e com a humanidade, da qual foram "salvadores". pois é. isso notou-se perfeitamente quando mataram larguíssimas dezenas de milhões de Russos étnicos na URSS das maneiras mais bárbaras, loucas e sádicas que se possa imaginar, e quando reduziram muitos outros milhões à escravidão ou à fome mortífera, pura e simples.
muito da verdadeira história e do verdadeiro Holocausto ainda está por contar e por julgar. até lá vão continuar a contar a sua história propagandística invertida onde são o fiel da balança, «o bem» e o resto o «mal», transformando assim o mal em bem, e o bem em mal, numa história onde a verdade é apagada, silenciada ou esquecida, para dar lugar à maior mentira de todos os tempos, de proporções dantescas e macabras.

sábado, 16 de julho de 2011

confusionismo

«Os confusionistas, os partidários da concepção babélica da humanidade é que pretendem aniquilar as raças, que levaram dezenas de milhares de anos a formar, dentro de algumas gerações por meio da promiscuidade caótica e criminosa dos cruzamentos heterogéneos.
A eliminação das raças pelo confusionismo dos cruzamentos é o maior atentado que se pode praticar contra o aperfeiçoamento e selecção da espécie humana.
Os que pretendem conseguir a fraternidade universal por meio da confusão das raças e destruição das nações são tão insensatos como aqueles que destruissem todos os compartimentos de um grande edifício a pretexto de manter mais unidos e solidários os seus moradores.
Os lares nacionais ou étnicos são tão necessários à vida e liberdade da Humanidade, como os lares familiares à vida dos povos.»


J. Andrade Saraiva - «Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca - III: Adulteração e Eliminação da Raça Branca




muito bem denunciado por este excelente escritor lusitano, já na década de 30, o plano mundialista aberrante e totalitário de destruir as raças, a pretexto de "acabar com as guerras" ou "unir os povos".

para essa sub-gente, a "harmonia" e "paz entre os povos", consiste em pôr tudo e todos no mesmo lugar e ao mesmo tempo, para criar a nova e única raça - a raça miscigenada.

não lhes ocorreu nada melhor para acabar com as guerras. saiu "isso". e não me parece que tenha sido inocentemente (até porque só a raça branca ocidental parece em perigo de extinção)

no entanto, o argumento da miscigenação ser a "solução" para conseguir a "paz entre os povos" é argumento frequentemente ouvido em séries televisivas ou novelas. lembro-me, por exemplo, da série americana dos anos 70 (mas repetida várias vezes em Portugal, nos anos 80,90 e ainda recentemente na RTP memória) onde a, na altura, jovem Sally Struthers (Gloria Stivic) argumentava isso, numa discussão acesa com o pai (Archie Bunker) que fazia o papel do típico chefe de família americano racista. (racismo algo estereotipado, o que diz bem da propaganda)

é propaganda nada inocente e infiltrada na América e no Ocidente com a vitória do Marxismo Cultural, ao qual dedicarei lá mais para a frente uma série de tópicos elucidativos.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

o nariz judeu
























na parte de cima (A e B) temos a representação de várias formas de nariz, do nariz tipicamente infantil, até ao nariz tipicamente judaico (do I para o X, ou da esquerda para a direita)

na parte de baixo (C) é muito fácil distinguir qual das 5 formas de nariz (do I para o V) não corresponde ao estereótipo alemão, pelo que não é necessário comentário algum...

o engraçado é que haja quem atribua isto a "propaganda nazi-racista", quando a coisa data do início do séc.XX, e o seu autor nasceu ainda no séc.XIX, muito antes da Alemanha Nazi existir..

FONTE: Physiognomy of the nose by Carl Huter, 1904.

terça-feira, 12 de julho de 2011

foi há 1300 anos...

...em 711, que começou o pesadelo do Al-Andaluz que dominou grande parte da Ibéria durante séculos (até 1253 no sudoeste da faixa ocidental - 540 anos - e até 1492 no sudeste ibérico - 780 anos (quase 8 séculos!)
esta invasão veio alterar a ordem estabelecida na Ibéria e modificar o rumo dos acontecimentos, falsificando algumas identidades ou corrompendo outras.
cabe agora a todos nós, recordar sempre este pesadelo e evitar que algo semelhante se volte a repetir, pois os muçulmanos não desistiram de recuperar o seu "Al-Andaluz" e muitas regiões da vizinha Espanha estão já invadidas de norte-africanos e muçulmanos radicais.
o estado português não tem ainda uma situação tão grave como a Espanha, França, Holanda, Reino Unido ou outros, mas absolutamente nada garante que não venha a ter no futuro. por isso, todo o cuidado é pouco...

sábado, 9 de julho de 2011

o mito dos «seis milhões» II

(continuação...)

mais alguns exemplos de mitificação. em 1940, mesmo antes da existência dos campos de concentração, os judeus reclamaram novamente "seis milhões" de vítimas























em 1943, a mentira volta a surgir, desta vez no Readers Digest e pela mão do judeu Ben Hecht

















em 1945, mesmo antes do final da Guerra, outro judeu, Jacob Lestchinsky, já reclamava "seis milhões" de judeus mortos além de estimar uma redução da população judaica na Europa desde 1939 (e logo em "seis milhões")...
pelos vistos, de tanto repetir o mesmo número, muito antes, antes, durante e após a Guerra, a propaganda resultou...




























também em 1945, e ainda antes do fim da Guerra, um dos maiores criminosos, assassinos e estupradores de sempre, o judeu ucraniano Ilija Ehrenburg, falava em "seis milhões" de judeus mortos como um facto consumado.























em 1946, um ano após o fim da Guerra, os judeus já reclamavam "seis milhões" de mortos, mesmo sem estatísticas, investigações ou dados oficiais quanto ao número de mortos




























aqui, no fim do 2º parágrafo, fala-se em "seis milhões" de judeus mortos na Europa













e mais haveria...

segundo dados da Cruz Vermelha, que inspeccionou os campos Nazis, o número aproximado de mortos nesses campos, foi inferior a 300 mil.  e desses menos de 300 mil, nem todos eram judeus. talvez só metade o fossem.  as principais causas de morte, foram fome e tifo.






















































sem dúvida que este Holoconto judaico da Torah é uma bela mentira e um belo mito que serviu para:
- criar o Estado judaico de israel
- extorquir dinheiro aos Europeus e Americanos
- criar negócios, livros ficcionados (Anne Frank), filmes de Hollywood e centros "Wiesenthalianos"
- criar pretextos para a imposição sistémica do multirracialismo e a proibição do nazismo e fascismo
- criar complexos de culpa nos Europeus e brancos arianos em geral
- vitimizar os judeus e torná-los incriticáveis, façam o que fizerem (crítica = anti-semitismo = holoconto)
- branquear por completo o (esse sim) verdadeiro Holocausto de incontáveis milhões de mortos (URSS, Alemanha, etc) e o regime mais criminoso e sangrento da história da humanidade.
- castigar e punir quem se atreva a contrariar, com provas, o dogma sagrado da Torah.

como se viu, a repetição incessante do mesmo número, antes, durante e após a Guerra, deu os seus frutos. o mito "entrou" na cabeça das pessoas. o mal venceu. a maior mentira de todos os tempos venceu.
até quando...??

o mito dos «seis milhões» I

A origem do número mítico de "seis milhões" de judeus supostamente mortos no holoconto Nazi, tem a ver com uma profecia da Torah (texto central do judaísmo) que reza assim: "Tu retornarás à terra de israel com seis milhões a menos", ou seja, isto significa que antes do Estado de israel surgir, tinham que desaparecer seis milhões. Ora, o Estado de israel surgiu em 1948, e só depois disso a história do Holoconto foi inventada e até transformada em "religião de Estado", como diz o historiador israelita Tom Segev. Mas a profecia da Torah foi mais longe e decidiu que os tais "6 milhões" deviam desaparecer em "fornalhas" - daí a palavra Holocausto, de origem grega e que nessa lingua significa "ofertas ao fogo" - embora a palavra Holocausto já fosse utilizada muito antes de 1948 pelo judeu Mardochai (Karl Marx).













muitas outras referências ao número dos "seis milhões" foram feitas antes da década de 1940:

Rabbi Wise: "Há 6 milhões a viver, a sangrar, e a sofrer argumentos a favor do sionismo."
11 de Junho de 1900 - New York Times - página 7


de recordar que este Rabbi Wise foi exactamente o mesmo que disse, mais tarde, e ipsis verbis que marxismo e judaísmo eram exactamente a mesma coisa:
"Some call it Marxism — I call it judaism." (The American Bulletin, Rabbi S. Wise, May 5, 1935)






















prossigamos agora com mais uma referência, desta feita em 1902 na décima edição da
Encyclopedia Britannica (entrada sobre 'antissemitismo): "seis milhões de judeus" da Roménia e da Rússia a serem "sistematicamente degradados"  














1905- Um pregador judeu declara que a abolição da autocracia russa (Czar) levada a cabo pelos judeus poderá significar o fim do sionismo, e nova referência a "seis milhões".

 





















em 1906 um publicitário judeu diz no "New York Times" que os russos tencionavam exterminar 6 milhões de judeus ("solução"), em consequência da revolução bolchevique























em 1910, no Livro do Ano do Comité Judaico Americano, é dito que os Russos desde 1890, têm um plano para expulsar ou exterminar 6 milhões de judeus por motivos religiosos























em 1919, depois da I Grande Guerra, aparece uma reclamação sobre um suposto Holocausto de "seis milhões" de judeus, no "isento" jornal "The American Hebrew". mas o choradinho não pegou, na altura.




























e o mito prosseguiu:





































































em 1936, o "New York Times" relata que lobbies sionistas pediram ajuda a organizações cristãs americanas e ao governo britânico, para criar um Estado judaico na Palestina, para salvar os judeus do "Holocausto Europeu", quando nem havia ainda sequer campos de concentração...
ainda no mesmo ano de 1936, também o "The Gazette Montreal", fala em 32 delegações judaicas, como representantes de "seis milhões" de Hebreus.



















quinta-feira, 7 de julho de 2011

judeus da aràbia na origem do Islão












algumas citações de um texto muito longo:

"O texto de Aminuddin esclarece que havia em Yaçrib, no século VII, um grupo de judeus -- talvez uma seita judaica -- que, elocubrando sobre o Talmud e sobre a Torah, esperava o Messias para logo, e que, a princípio, os "gênios" de israel -- os rabinos -- o identificaram com Maomé. Teriam sido esses judeus que, inicialmente, induzidos pelos "gênios de israel" -- por alguns rabinos -- lançaram Maomé como o "último Profeta", isto é, como o Messias de israel, apesar de ser ele árabe, e não membro do povo judeu.

Que os judeus da Arábia, no tempo de Maomé, estavam esperando a iminente chegada do Messias é confirmado pelo que diz Bernard Lewis:


"Para alguns judeus da época o advento do Profeta na Arábia e a emergência de uma nova potência mundial, capaz de destronar a hegemonia tanto de Roma como da Pérsia, e de arrebatar Jerusalém e a terra santa do pesado jugo de Bizâncio pereciam pressagiar a iminente realização das profecias judaicas e a vinda da era messiânica. Fragmentos de escritos judaicos da época, apocalípticos ou de outra natureza, dão alguma indicação do fervor e da expectativa suscitados pelas primeiras vitórias árabes. Um piyyut (poema litúrgico), composto provavelmente após as primeiras vitórias árabes na Palestina, mas antes da captura tanto de Jerusalém quanto de Cesaréia, a capital provincial de Roma, pode servir de exemplo:

"Edomitas e ismaelitas lutarão no vale de Acre
"Até que os cavalos submerjam em sangue e pânico
"Gaza e suas filhas serão apedrejadas
"E Ascalon e Ashdod serão paralisadas pelo terror"

(Bernard Lewis, Judeus no Islã, Xenon ed., 1990, p. 90. Edição original, The Jews of Islam, Princeton University Press, 1916)



Prossegue Aminuddin Mohamad contando que...

"Os judeus em Madina receberam bem a Mohamad e fizeram com ele uma aliança a fim de tirarem proveito da sua influência e poder; porém, o plano de Deus trabalhava de outra maneira.

 

"Um dos sábios e sacerdote dos judeus, chamado Abdallah Bin Salam abraçou o Islam juntamente com toda a sua família, isto porque ele sabia, e lia as escrituras sagradas, onde consta a vinda de Mohamad e seus sinais. Após a sua vinda, ele reconheceu logo que aquele é que era o último Profeta que Deus tinha prometido enviar, e essas promessas foram feitas através de Moisés (no Antigo Testamento) e Jesus (Novo Testamento).


no capítulo:  "IV - "O Caso dos Judeus" e "A reputação do esperado Profeta em Yaçrib"


(.........)


"E, aí, Aminuddin Mohamad volta a nos dar outra informação de muito valor:

"Até essa altura, o Profeta tinha um escrivão judeu, para correspondência hebraica, mas como os judeus se provaram traidores, já não se podia confiar neles, especialmente nos segredos mais elevados de Estado e dos muçulmanos. Havia necessidade de ter um escrivão confiado. Para isso, o Profeta 
ordenou a Zaid Bin Sábit, um jovem de Madina, para aprender o hebraico, a fim de se encarregar da correspondência do Profeta. Zaid Bin Sábit, além de ser um escrivão de revelação, durante a vida do Profeta, foi-lhe entregue a tarefa de compilar o Alcorão durante o Califado de Abu Bakr, o primeiro Califa" (Aminuddin Mohamad, op. cit., p. 246.).

Então, também o primitivo escrivão de Maomé era judeu!

E a correspondência de Maomé era feita em hebraico!!

E essa correspondência era tão abundante, que o novo escrivão teve que aprender hebraico.

Não se nos venha dizer que a correspondência de Maomé era em hebraico para se comunicar com 
judeus comuns, que não falavam o hebraico e sim o aramaico. Nesse tempo, só liam, escreviam e falavam o hebraico os rabinos e estudiosos da Torah e do Talmud.

E foi esse escrivão, Zaid Bin Sábit, cujo nome soa como de origem judaica, que escreveu a primeira 
compilação do Corão.

Não é à toa que no Corão -- como veremos em trabalho futuro, se Deus quiser -- haja tantos termos 
de origem hebraica, e tantos versos copiados dos midrashes rabínicos."


no capítulo:  "Os judeus rompem o acordo com o Islam - Conspiração de alguns judeus contra a vida de Maomé"



ler mais aqui:
FONTE