"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quarta-feira, 31 de maio de 2017

terça-feira, 30 de maio de 2017

quem controla a CNN











































quem pensar que é muito diferente na Fox News (direita), NBC (centro-esquerda) ou CBS e ABC (misto), engana-se...
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/05/sionistas-controlam-96-dos-media.html

sábado, 27 de maio de 2017

história da suástica na Europa

The Story of the Swastika in Europe
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

o que é a Europa?

What is Europe? - Adolf Hitler
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pimenta sobre Nacional-Socialismo

Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXV

«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)

«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o racismo...
O racismo, na concepção Nacional-Socialista, é a defesa da Alemanha contra o judaísmo - não contra o judaísmo como religião, mas contra o judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um judeu - Rathenau; e num socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, no seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)

Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.

domingo, 21 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

false-flags na Suécia, Rússia e Alemanha

Proof of Staging and Crisis Acting in Stockholm Hoax
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FALSE FLAG: Dortmund football team bus blast in Germany
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sábado, 13 de maio de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Varg Vikernes e a FN

About Brainwashed Idiots
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não simpatizo muito com Varg Vikernes e nem sempre concordo com as suas opiniões (algumas delas mesmo absolutamente surreais, alienadas e ridiculas) e talvez seja radical demais afirmar que Marine Le Pen seria ainda pior que Macron. ainda assim, não sei até que ponto não terá alguma razão e não é descabido pensar que Marine seria, pelo menos, quase tão má como Macron.
nacionalismo cívico e de cartão que considera não-nativos "bem-comportados" como mais franceses do que nativos que sejam, por exemplo, "radicais de esquerda", é tão grave como o mundialismo Macron ou Hollande. ao menos, os partidos assumidamente do sistema, não dizem que os nativos não são franceses ou são menos franceses que alguns não-nativos. mas há outros aspectos graves nesse "nacionalismo" sionista da FN, ao nível das liberdades e etc. ver e ouvir vídeo com atenção.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

sábado, 6 de maio de 2017

os democratas e o «gado»












































são precisamente os democratas que mais desprezam o "gado"...
logo, os democratas são os verdadeiros arrogantes.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Paris at war

Paris IMMIGRANTS Riot || NEW 2017
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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Hitler sobre marxismo e burguesia

“O marxismo internacional é simplesmente a visão aceite pelo judeu Karl Marx de ideias e conceitos já há muito existentes de facto sob a forma de aceitação de uma determinada fé política. Sem o alicerce de uma determinada intoxicação geral já existente, jamais teria sido possível o espantoso êxito político dessa doutrina. Entre os milhões de indivíduos de um mundo que lentamente se corrompia, Karl Marx foi, de facto, um que reconheceu, com o olho seguro de um profeta, a verdadeira substância tóxica e a apanhou para, como um feiticeiro, com ela aniquilar rapidamente a vida das nações livres da terra. Tudo isso, porém, ao serviço da sua raça.

A doutrina de Marx é assim o extracto espiritual concentrado das doutrinas universais hoje geralmente aceites. E, por esse motivo, qualquer luta do nosso chamado mundo burguês contra ela é impossível, até ridícula, pois esse mundo burguês está inteiramente impregnado dessas substâncias venenosas e admira uma concepção do mundo que, em geral, só se distingue da marxista em grau e pessoas. O mundo burguês é marxistico, mas acredita na possibilidade do domínio de determinado grupo de homens (burguesia), ao passo que o marxismo procura calculadamente entregar o mundo às mãos dos judeus.

Em face disso, a concepção “racista” distingue a humanidade nos seus primitivos elementos raciais. Ela vê, no Estado, em princípio, um meio para um fim e concebe como fim a conservação da existência racial humana. Consequentemente, não admite, em absoluto, a igualdade das raças, antes reconhece na sua diferença maior ou menor valor e, assim entendendo, sente-se no dever de, conforme a eterna vontade que governa este universo, promover a vitória dos melhores, dos mais fortes e exigir a subordinação dos piores, dos mais fracos. [...]

Por outras palavras: o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães apropria-se nas características iniciais do pensamento fundamental de uma concepção racialista do mundo; e, tomando em consideração a realidade prática, o tempo, o material humano existente, com as suas fraquezas, forma uma fé política, a qual, por sua vez, dentro desse modo de entender a rígida organização das massas humanas, autoriza a prever a luta vitoriosa da nova doutrina”.

Adolf Hitler - Mein Kampf, pp. 291-293.