"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sábado, 27 de abril de 2013

israel sanguessuga dos EUA












O Pentágono atribui mais 395,9 milhões de dólares  para o sistema antimísseis de israel

O orçamento da Agência de Defesa Antimisseís do Pentágono para o ano fiscal 2014 (que começa em Outubro) inclui 220 milhões de dólares adicionais para o sistema de defesa antimísseis israelita. Outros 175,9 milhões de dólares poderão ser atribuídos en 2015, informa Bloomberg.
O orçamento, contudo, tem que passar pelo Congresso dos Estados Unidos. Se for aprovado, esse dinheiro somar-se-á aos 486 milhões de dólares que Washington já gastou no financiamento do sistema antimísseis de Israel, também conhecido como Cúpula de Hierro (Iron Dome), nos últimos anos.

FONTE


e tudo isto com o contribuinte americano a pagar, num país onde há fome, desemprego, etc, mas há dinheiro para isto. e os judeus não controlam nada, o que seria se controlassem...

domingo, 21 de abril de 2013

marxismo judaico pós-revolução

existem algumas teorias segundo as quais, apesar dos judeus estarem sobre-representados na estrutura do regime soviético durante a revolução e nos primeiros anos, algum tempo depois disso foram "perdendo" os lugares, sendo destituídos e até perseguidos.
pois bem, hoje vou desfazer esse mito falso de uma vez por todas, para que não restem dúvidas. os judeus não deixaram de estar sobre-representados na estrutura do regime soviético, por exemplo, durante os anos 50 no consulado do judeu Kruschev (Perlmutter) que admitiu, repito admitiu, durante um discurso feito para uma delegação de socialistas Franceses em 1956, que "o governo encontrou nalguns dos seus serviços uma grande concentração de judeus, superior a 50% do seu staff". esta é a realidade!













depois, a questão das "perseguições", já se sabe que a mentira repetida muitas vezes se torna verdade, e esta máxima era especialmente verdade para a URSS, que é a verdadeira inventora da mesma e não aqueles que se convencionou dizer na história revisionista do politicamente correcto...
porém aqui neste vídeo a partir do minuto 3:38, é explicado que o regime soviético simulou, repito simulou perseguições anti-semitas para distrair, distrair o Mundo do passado judaico do comunismo.
portanto, uma pura manobra de diversão e desinformação tipicamente, mas tipicamente soviética. e quem simula um holoconto de "6 milhões", também faz isto e muito mais. ponto final parágrafo.
mais à frente, nesse vídeo, é ainda dito que os judeus eram especialmente favorecidos em termos de imigração para o Oeste mais próspero (para lá da cortina de ferro), provavelmente para não sofrerem as agruras que o resto da população tinha que sofrer naqueles regimes tirânicos do Bloco de Leste, sendo que, a esses, aos gentios, como é óbvio era negado o direito de escaparem desses países, por mais agruras e barbaridades que sofressem.
vale a pena ver o vídeo inteiro, pois fala da forma como os judeus dominavam os bancos alemães sob a liderança do judeu milionário Max Warburg, um dos financiadores de Lénine e Trotsky.
voltando ao tema do tópico, o marxismo judaico post-revolução, no video explica que a Enciclopédia judaica afirma que "O movimento e a ideologia comunista desempenharam um papel importante na vida judaica particularmente nas décadas de 1920 e 1930 e durante e após a II Guerra Mundial." ou seja, é claro como àgua para quem lê, que não houve nenhuma perda de poder, esvaziamento ou destituição de judeus dos seus cargos, quanto muito poderá ter havido passagens de testemunho entre judeus.    










o video diz muito mais, como p.exemplo, o facto do bolchevismo ser uma espécie de revolução judaica contra o anti-semitismo do império Russo e que a juventude judaica aderiu ao bolchevismo precisamente por esse facto.

feminismo = marxismo




















palavras para quê?
é a "luta de classes" adaptada à versão "luta de géneros"...

sábado, 20 de abril de 2013

marxismo sionista em França

como referi em tópicos anteriores, já aqui dei conta das ligações do sionismo à esquerda soviética, tal como à esquerda alemã, à esquerda britânica e portuguesa.  hoje vou falar das ligações do sionismo à esquerda francesa.
na imagem ao lado vemos um memorial de Léon Blum num kibbutz israelita. Blum era um comunista judeu de França, foi 3 vezes primeiro-ministro francês, embora sempre por períodos muito breves.
podem ver aqui que era um advogado da causa sionista.

na imagem ao lado, vemos o meio-caribenho, meio-judeu Harlem Désir que se tornou no primeiro líder negróide de um partido europeu de destaque, neste caso o partido socialista, além de ser Membro do Parlamento Europeu. porém, Désir já foi marxista, e presidente do SOS Racisme entre 1984 e 1992.  Désir é também um apoiante da causa sionista, conforme é visível aqui ou aqui.










na imagem ao lado vemos Daniel Cohn-Bendit, um judeu nascido em França, embora de nacionalidade alemã e filho de judeus alemães refugiados. é actualmente deputado Europeu e co-presidente do grupo parlamentar Grupo dos Verdes/Aliança Europeia. porém Chon-Bendit já foi um anarquista, além de ser um pedófilo assumido. esteve envolvido como líder na revolta estudantil do Maio de 68 em França. ganhou a alcunha de "Danny the Red" ou "Danny o vermelho", e é, como não podia deixar de ser, um sionista, como se pode comprovar, por exemplo, aqui








na imagem ao lado, vemos Boris Fraenkel, um judeu polaco já falecido e nascido em Danzig, porém radicou-se em França a partir de 1938.
era marxista e lutava pelo sionismo de extrema-esquerda, como se pode ler aqui, misturando a ideologia marxista com o nacionalismo judaico.








outros exemplos de comunistas judeus na vida política francesa foram Lucienne Abraham, Henri Alleg, Daniel Bensaïd, Charles Bettelheim, Claude Cahen, Pierre Frank, Daniel Gluckstein, Lucien Goldmann,  Jules Isaac, Alain Krivine, David Korner, Pierre Lambert, Benny Lévy, Michael Löwy, Edgar Morin, Maxime Rodinson, Alfred Rosmer, Maximilien Rubel, Marcel Rayman, Albert Nahumi, Jean Jérome, Joseph Epstein, Leopold Trepper, Pierre Villon, etc

o plano kaufman


"'A Alemanha precisa de morrer  para sempre! De facto - não em fantasia!... A guerra-luxúria existe como um conjunto nas massas Alemãs. Os líderes Alemães não estão isolados desta vontade do povo Alemão (...) " (páginas 6 e 7). 

"Eu não sinto nenhum ódio pessoal a mais por estas pessoas [os Alemães] do que eu poderia sentir por um rebanho de animais selvagens ou um grupo de répteis venenosos... Eles perderam as características dos seres humanos. Eles são bestas; eles precisam de ser tratados como tal (16)".

"Só há uma forma de frustrar este desejo: a meta de dominação mundial precisa de ser removida do alcance do povo Alemão e a única forma de fazer isso é removendo os Alemães do mundo (28)."

"O vírus maligno do Germanismo tinha sido injectado no fluxo de vida do público e os Alemães esperaram a epidemia que eles sentiam que infestaria o mundo mais cedo ou mais tarde (45)."

"Porque ela [a Alemanha] não fez nenhum esforço há milhares de anos atrás para tornar-se civilizada, como fizeram os vizinhos dela, a Alemanha hoje é uma intrusa entre as nações civilizadas (77)."

"Reeducação da geração mais jovem? É altamente duvidoso que um grande programa de reeducação valeria o esforço ou alcançaria o seu objectivo. O espírito é grande e infinitamente mais poderoso que o cérebro. E as características militantes tornaram-se parte integrante do espírito dos Alemães. Algum dia a alma guerreira Alemã voltaria a dominar o seu cérebro (dos Alemães). Uma solução final: (…) aí está, não há nenhuma outra solução excepto:
A Alemanha precisa de desaparecer deste planeta para sempre! E, afortunadamente, como nós podemos ver agora, isso não é impossível de ser realizado. (82,83)."

"(…) Assim resta apenas uma maneira de livrar o mundo do Germanismo para sempre - e essa maneira é eliminar a fonte destas almas guerreiras - impedindo o povo Alemão de reproduzir a sua espécie. Este método moderno, conhecido pela ciência como Esterilização Eugénica, que é prática, humana e perfeita. A esterilização tornou-se um provérbio da ciência, como o melhor meio de livrar a raça humana dos seus desajustados: os insanos, os criminosos hereditários.

(…) A esterilização (…) é uma operação simples e segura, totalmente inofensiva e indolor, sem nunca mutilar ou castrar os pacientes. Os seus efeitos (colaterais) não são mais sérios que a extracção de um dente. (…) A população da Alemanha, excluindo os territórios conquistados ou anexados, é de aproximadamente 70 milhões, igualmente divididos entre homens e mulheres. Para realizar o plano de extinguir o povo Alemão será necessário esterilizar apenas cerca de 48 milhões de pessoas – um número que exclui, devido à limitada capacidade deles se procriarem, homens com mais de 60 anos de idade e mulheres com mais de 45 anos. (…) Cerca de 20 mil cirurgiões como um número arbitrário e assumindo que cada um executa um mínimo de 25 operações por dia não precisaremos de mais que um mês, no máximo, para completar a esterilização deles... O restante da população civil masculina da Alemanha pode ser tratada em três meses. (86-88)"



seria esta a "solução final" que tanto falam e tanto atribuem aos nazis? quem inventou o termo "solução final" não foram os alemães nazis e sim este judeu Theodore N. Kaufman, presidente do Movimento Americano para a Paz e conselheiro do Presidente Roosevelt, outro judeu (e maçon).
mas depois os outros é que são racistas e genocidas...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Hollywood ou Hollyjewood?


 Porque razão os judeus dominam Hollywood?

Os judeus constituem apenas 2% da população dos EUA, apesar disso, são maioria em Hollywood, escreve o diário suiço NZZ am Sonntag.

O estudo do NZZ am Sonntag, revela o que se passa nos bastidores de Hollywood e assegura que este império cinematográfico está sob controle dos judeus.

Segundo o diário suiço, quase todos os estúdios cinematográficos dos EUA são controlados por judeus. A maioria dos membros do júri do prémio Óscar, guionistas e comediantes famosos são judeus.

NZZ am Sonntag coloca uma questão à qual tenta responder: “Porque focam os judeus tanto empenho e dedicação ao campo da produção cinematográfica?

Segundo o diário, após a chegada ao poder de Adolfo Hitler, os judeus perderam o controle sobre os estúdios cinematográficos alemães e austríacos, que até então dominavam; fugiram então para os Estados Unidos e invadiram a sua indústria de cinema.

Acrescenta a fonte que os imigrantes judeus conheciam os interesses dos cidadãos norte-americanos e descobriram o sonho americano que actualmente é o principal pólo de Hollywood.

Os judeus esforçaram-se para não revelar a sua verdadeira identidade e origem, pelo que alteraram os seus nomes fazendo-se passar por norte-americanos. Hirsch Moses, por exemplo, alterou o seu nome para Harry Warner,.

Nos filmes antinazis, os judeus desempenhavam o papel de nazis, explica um especialista de Hollywood.

O relatório publicado pelo NZZ am Sonuentag afirma que os críticos do sionismo e do regime de israel não têm lugar em Hollywood. O famoso diretor e actor Mel Gibson viveu essa realidade, pois após criticar israel e o sionismo, foi impedido de dirigir um filme nos estúdios da Warner Bros.

Uma sondagem de opinião, levado a cabo em 2008 nos EUA, revelou que os norte-americanos acreditam que os judeus dominam Hollywood. Diz-se até que quem aspira a ser famoso deve-se casar com uma mulher judia, o que é considerado um privilégio.

Como conclusão, o diário suíço refere-se ao filme anti-Irão Argo (de Ben Affleck), ganhador de um Óscar, como prova da influência dos judeus em Hollywood, uma vez que os judeus são os protagonistas no júri do prémio Óscar.

FONTE



quando virem brancos ou até brancas a fazerem papel de "maus da fita" nos filmes, ou quando virem indíviduos das chamadas "minorias" a fazerem papel de bonzinhos ou vítimas, já sabem porquê. não é nenhum "mistério".
neste artigo do metapedia em espanhol, podem ver quais as indústrias cinematográficas judias, i.e. controladas por judeus, podem ver nomes dos directores de cinema judeus, alguns dos quais famosos de quem toda a gente já ouviu falar, e podem ver nomes de actores/actrizes judeus ou convertidos ao judaísmo, tal como nomes de filmes emblemáticos deste cinema hollywoodesco com mensagens judias plenamente detectadas e identificadas.  aí nessa lista falta, p.exemplo, o filme realizado pelo judeu Spielberg chamado "Amistad" que retratava portugueses e espanhóis da era dos descobrimentos como carniceiros e assassinos, e negros como vítimas, então a mensagem poderia ser eurofobia, multirracialismo, politicamente correcto, etc é só um exemplo que me lembrei e que falta aí, já que é impossível enumerar todos os filmes com mensagem judia anti-europeia ou eurofóbica, de tantos que eles foram.

terça-feira, 16 de abril de 2013

quando o Ocidente era Ocidente...


O que George Washington e Benjamin Franklin disseram sobre os judeus:

"Eles (os judeus) trabalham mais efectivamente contra nós, do que os exércitos do  inimigo. São centenas de vezes mais perigosos à nossa liberdade e à grande causa na qual estamos engajados... Deve ser lamentado muito que cada estado, há muito tempo, não os tenha caçado como pestes da sociedade e os maiores inimigos que temos à felicidade da América". 
- George Washington.




"Eu concordo plenamente com o General Washington, que devemos proteger esta jovem nação de uma influência insidiosa e penetradora. A ameaça, senhores, são os judeus.
Em qualquer país onde os judeus se assentaram em números consideráveis, baixaram o seu nível moral; depreciaram a sua integridade comercial; (...) construíram um Estado dentro do Estado; e quando sofreram oposição tentaram estrangular este país até a morte financeiramente, como no caso de Espanha e Portugal.
Por mais de 1.700 anos, os judeus choraram o seu destino triste de estarem exilados da sua terra natal, como eles chamam à Palestina. Mas, senhores, se o mundo lhes desse a Palestina, iriam na hora achar alguma razão para não retornarem. Porquê? Porque eles são vampiros, e vampiros não vivem de vampiros. Não podem viver apenas entre eles próprios. Devem subsistir em cima de outros povos que não da sua raça. Se vocês não os excluírem destes Estados Unidos, na sua Constituição, em menos de 200 anos eles terão chegado aqui em grande números que dominarão e devorarão a terra e mudarão a nossa forma de governo, pela qual nós americanos derramamos o nosso sangue, damos as nossas vidas, as nossas almas e arriscamos a nossa liberdade. 
Se vocês não os excluírem, em menos de 200 anos os nossos descendentes estarão a trabalhar nos campos para dar-lhes subsistência, enquanto eles estarão nos escritórios comerciais a esfregar as mãos. Eu aviso-os, cavalheiros, se vocês não excluírem os judeus por todos os tempos, os vossos descendentes irão amaldiçoá-los nas suas covas.
Judeus, cavalheiros, são asiáticos, deixem eles nascerem onde quiserem ou quantas gerações forem fora da Ásia, eles jamais serão diferentes. As suas ideias não se ajustam às do americano, e não se ajustarão jamais nem que vivam entre nós dez gerações. Um leopardo não pode mudar os seus pontos. Judeus são asiáticos, são uma ameaça a este país se permitirmos a sua entrada, e deveriam ser excluídos por esta Convenção Constitucional". 
- Benjamin Franklin



discurso bonito, sem dúvida. o que mais impressiona nestas declarações é a total ausência de politicamente correcto ou pruridos em dar os nomes aos bois, sem relativismos, sofismas ou igualitarismos etno-raciais.
mas, então, se havia esta lucidez e esta consciência de perigo, o que é que falhou? porque é que isto não foi colocado em prática?  se o Oeste ainda era Oeste, ainda mandava em si próprio e havia consciência do perigo, o que é que impediu a "solução"?
terá sido a corrupção do dinheiro judeu a falar mais alto?  ou a maçonaria da qual ambos eram parte?
enfim, uma coisa é certa, Franklin tinha razão em praticamente tudo, até na maldição dos descendentes desiludidos com o Mundo actual.

quem está a matar-nos?


















ignorem as partes em que o autor fala de cristianismo, tentem ler em vez disso, cultura clássica ocidental no seu lugar, ou seja, um fundo ocidental com uma superfície "cristã".

segunda-feira, 15 de abril de 2013

FPÖ e VB debaixo da alçada do ZOG

















a imagem de cima mostra dirigentes do FPÖ aústriaco e do Vlaams Belang da Bélgica (Flandres) de kipá, o tradicional chapéu judaico, numa visita relativamente recente a israel.
se isto não é subserviência, não sei o que será...não é por acaso que tanto uns como outros, e também o partido regional alemão NRW, são partidos assimilacionistas meramente anti-islâmicos.  sim, eu disse anti-islâmicos, eles não se opõem a assimilar os imigrantes desses países.
se calhar, é esta a "prova" que os judeus são "aliados" da Europa e dos nacionalismos europeus. considerar esses partidos como nacionalistas é até um insulto aos verdadeiros nacionalistas identitários.

sábado, 13 de abril de 2013

CGTP ou PCP?

mas quem é que, afinal, promove a manifestação de hoje em todo o país? é a CGTP ou o PCP? a diferença não é muito nítida ou clara, tal a promiscuidade e confusão entre ambas as entidades...



















(...)Uma delegação do PCP composta por Jerónimo de Sousa, Francisco Lopes e Jorge Cordeiro estará presente nesta acção promovida pela CGTP-IN(...)

FONTE

reparem na quantidade de adereços vermelhos, cartazes, bandeiras, bonés, camisolas, etc, reparem também na carantonha inconfundível do criminoso da bandeira central...coisa que tem passado completamente incólume em todas as manifestações desta "CGTP", sem a mais leve crítica, nos "intervalos da chuva".



agora, imaginem o que seria se um grupo de pessoas revoltadas com gangues étnicos ou criminalidade estrangeira vinha para a rua marchar e manifestar-se  nalgum evento organizado por uma instituição "não-partidária isenta" e que nessa manifestação alguém empunhava bandeiras de Hitler ou Mussolini?
qual seria o escândalo nas TVs,  abertura de telejornais, bando de nazis e fascistas ligados ao PNR mas com vergonha de se assumirem e sairem do armário, instituição racista, criminosa e promíscua com o PNR, ligada a ele "umbilicalmente" mas disfarçada de "não-partidária", tudo isto e muito mais se diria, era grandes planos das bandeiras dos líderes nazis/fascistas e parangonas de jornais, era reportagens sobre a "extrema-direita" infiltrada em organizações extra-partidárias, era punições, sanções, cortes e boicotes estatais a essa instituição, era processos em tribunal, era críticas, era ameaças e ataques terroristas de anarcas e comunistas devidamente silenciados ou, pior, legitimados pela CS, era debates semanais, entrevistas diárias, onde os políticos dissertariam sobre os "perigos" da ascensão deste tipo de "fenómenos" e dos riscos de contaminação da "juventude", críticas sobre a "passividade" ou "conivência" com situações "alarmantes" como estas.
enfim...só para se ter uma ideia da discrepância abismal que há entre o tratamento dado a "uns" e a "outros".
em "democracia" somos "todos iguais", mas há uns muito mais "iguais" do que outros. e agora um amén e vivas à "democracia"! e à "imprensa livre, democrática e imparcial"!

limpeza étnica em Paris

























Escola Henry Sellier, turmas de 1968 e 2005.

...e isto, em menos de 40 anos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

o genocida judeu Tim Wise


Excertos do judeu ou semi-judeu norte-americano Tim Wise sobre os EUA e a raça branca ariana:

(...)
Porque vocês são uma espécie em perigo.
E ao contrário de, por exemplo, a águia careca ou alguma espécie exótica (...), vocês não merecem ser salvos.
(...)
Porque daqui a cerca de quarenta anos, metade do país será preto ou castanho. E não há nada que vocês possam fazer a respeito disso.              
(...)

FONTE



e é esta escumalha que anda sempre com a palavra "ódio" na boca ou com o "anti-racismo".
não será isto um exemplo acabado de ódio racial, ou seja, de racismo? Wise não é "anti-racista" coisa nenhuma, como vem na imagem de cima. é apenas um racista anti-branco ou anti-ariano, se preferirem. ironicamente, como uma parte do sangue dele também é ariano, é um ódio contra uma boa parte dele próprio...
já vimos exemplos de como os "pares" de Tim Wise podem guardar ódio virulento contra a raça que invejam,  o que tem sido uma constante e não "casos isolados" ou "coincidências".
já vimos também exemplos  de como os "pares" de Tim Wise participam na imigração do terceiro mundo (curiosamente mais um video removido por "incitação ao ódio", será que o ódio está mesmo nos que denunciam factos destes ou será que estará noutros? mesmo video aqui e aqui)
...portanto não admira que Wise tenha tantas certezas sobre o que reserva o futuro de longo prazo para o país em questão, ao nível cromático-demográfico.

dirigente do Likud quer àrabes na Europa


Oferta de Israel para as famílias palestinas: Tome $ 500.000 e Deixe a Cisjordânia
A linha dura do Likud sionista sugeriu pagar às famílias palestinas $ 500.000 a cada uma para emigrarem da Cisjordânia para o Ocidente.

Moshe Feiglin, que nesta terça-feira foi detido pela polícia israelita após tentar rezar no chamado Monte do Templo, propôs pagar aos palestinos para deixarem a Cisjordânia.

"O Estado de Israel está a pagar 10% do seu PIB a cada ano para a solução de dois Estados e para os Acordos de Oslo. Ele está a pagar por cercas de separação, cúpulas de ferro e um guarda em cada café. Em breve teremos de colocar cúpulas de ferro em cada escola em Tel Aviv ", disse na conferência "Women in Green" na terça-feira.

"Com este orçamento, podemos dar a cada família árabe na Judeia e Samaria $ 500.000 para incentivá-la a imigrar para um lugar com um futuro melhor."

"Você pode dizer:" Mas ninguém vai recebê-los. "Isso não é verdade, porque as nações ocidentais estão a encolher devido à baixa taxa de natalidade. A questão é se o mundo vai ter imigrantes sudaneses que não podem construir ou migrantes da Judeia e Samaria, que sabem como construir ", acrescentou Feiglin.

 FONTE


não é recente, mas é suficientemente relevante para vir aqui parar. deve ser esta a "aliança" dos nacionalistas judeus com o Ocidente e a Europa...
e que curioso, então o estafadíssimo argumento que estamos fartos de ouvir da esquerda ou dos capitalistas de que a Europa precisa de imigrantes por causa da natalidade baixa, afinal também se usa na "extrema-direita" israelita? quem diria que afinal os "nacionalistas judeus" são iguais ao resto da escumalha.
que partidos koshers europeus tenham constituído "aliança" com escumalha desta, é uma coisa. são partidos corrompidos e submissos, se calhar desejosos de assimilar estes àrabes da cisjordânia.
agora que esta escumalha seja "aliada" dos Europeus é outra coisa, bem diferente.
na verdade há um oceano a separar as duas coisas, e "alianças" dessas têm o mesmo valor que "alianças" com muçulmanos radicais ou quaisquer outros grupos estranhos e hostis à Europa.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

protesto feminista contra o NPD em Berlim













FONTE

para quem eventualmente simpatize com feministas no movimento nacionalista...num dos cartazes pode ler-se "Stop ao racismo legal", noutro pode ler-se "é tempo de agir! é tempo de antifascismo prático".

quarta-feira, 10 de abril de 2013

marxista, antirracista e sionista

depois de termos visto algumas ligações e influências do sionismo na esquerda, quer soviética, quer alemã, quer britânica ou mesmo portuguesa, vamos agora ver o que disse de israel e do sionismo, um dos "pensadores" e activistas esquerdistas antirracistas mais conhecidos do séc.XX

 Martin Luther King (MLK) em Harvard no ano de 1968:

"israel's right to exist as a state in security is uncontestable."
"o direito de israel a existir como um estado em segurança é incontestável"

"Peace for israel means security, and we must stand with all our might to protect its right to exist, its territorial integrity. I see israel as one of the great outposts of democracy in the world, and a marvelous example of what can be done, how desert land can be transformed into an oasis of brotherhood and democracy. Peace for Israel means security and that security must be a reality."
"Paz para israel significa segurança, e devemos permanecer com todas as nossas forças para proteger o seu direito de existir, a sua integridade territorial. Vejo israel como um dos grandes postos avançados da democracia no mundo, e um maravilhoso exemplo do que pode ser feito, de como a terra do deserto pode ser transformada num oásis de fraternidade e democracia. Paz para israel significa segurança e que a segurança deve ser uma realidade."

"I solemnly pledge to do my utmost to uphold the fair name of the Jews -- because bigotry in any form is an affront to us all."
"Eu prometo solenemente fazer o meu melhor para manter o bom nome dos judeus,  porque o fanatismo sob qualquer forma é uma afronta a todos nós."

"When people criticize Zionists they mean jews, you are talking anti-semitism."
"quando as pessoas criticam os sionistas, quer dizer judeus, estamos a falar de anti-semitismo"

o esquerdista Ray Charles, admirador de Ben-Gurion, também apoiava israel. Eis o que ele disse:

“Even though I'm not jewish...israel is one of the few causes I feel good about supporting.
"Mesmo que eu não seja judeu... israel é uma das poucas causas eu me sinto bem em apoiar"

“Blacks and jews are hooked up and bound together by a common history of persecution....”
"Os negros e judeus estão conectados e ligados por uma história comum de perseguição ..."

isto para aqueles que acham ainda que existe alguma incompatibilidade entre ser-se esquerdista, antirracista, internacionalista e, ao mesmo tempo, defender esta ou aquela nação ou estado, abrindo assim uma excepção na cartilha ideológica abstracta. os dois exemplos são elucidativos de que nem é preciso ser-se judeu para defender uma determinada nação e ao mesmo tempo apoiar uma ideologia que, de certo modo, prega a diluição das nações.
pelo contrário, estes aliados dos judeus até dão mais respaldo e aura de "credibilidade" ou "isenção" ao credo supremacista sionista.

domingo, 7 de abril de 2013

PC - a vingança do marxismo


FrontPage Magazine: Você faz a perspicaz observação da forma como o politicamente correcto gera o mal "devido à violência que leva a cabo nas almas das pessoas ao forçá-las a afirmar ou a aludir coisas que não acreditam, mas que não podem questionar." Pode falar um pouco mais disto?

 Theodore Dalrymple:
 O politicamente correcto é propaganda comunista em ponto pequeno. Durante o meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o propósito da propaganda comunista não era persuadir ou convencer . . . . mas humilhar e desde logo, quanto menos estiver de acordo com a sociedade, melhor é. Quando as pessoas são forçadas a permanecer caladas quando lhes é dita a mais óbvia das mentiras, ou pior ainda quando são obrigadas a repetir elas mesmas a mentira, elas perdem o seu sentido inquisitor. Concordar com mentiras óbvias é co-operar com o mal, e em menor escala, tornar-se ela mesma também maligna.  A capacidade da pessoa de resistir a qualquer coisa é corroída e até destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é mais fácil de controlar. Eu acho que se examinarmos o politicamente correcto, ele tem o mesmo efeito e é suposto que tenha.




Eu ouvi pessoas que cresceram em países comunistas a afirmar que nós, no Ocidente, somos tão indoutrinados pelo multiculturalismo e pelo Politicamente Correcto tal como eles o eram sob o comunismo, ou até mais. Mesmo nos tempos áureos do Bloco do Leste existiam grupos dissidentes nestes países. O mais assustador é que eu acho que ele tem razão.

Mas como é isso possível? Não temos nós liberdade de expressão aqui? Não estamos nós livres de sermos enviados para uma Gulag?

O problema é que nós nunca chegamos a vencer a Guerra Fria da forma decisiva que deveríamos ter vencido. Sim, o Muro de Berlim caiu e a União Soviética entrou em colapso. Isto retirou a ameaça militar sobre o Ocidente, e a economia marxista mais hardcore sofreu um golpe na sua credibilidade como alternativa credível. No entanto, um dos maiores erros que nós fizemos depois da Guerra Fria foi declarar que o socialismo encontrava-se agora morto, e como tal, não tínhamos mais com que nos preocupar.

No entanto, eis-nos aqui agora, uma geração depois, a descobrir que a retórica e a forma de pensar marxista penetrou todos os estratos da nossa sociedade, desde as universidades até aos média. O terrorismo islâmico é explicado como sendo um fenómeno causado pela "pobreza, opressão e marginalização," uma interpretação marxista clássica.

O que aconteceu foi que, embora o marxismo "rígido" da União Soviética possa ter entrado em colapso, pelo menos por agora, o marxismo "soft"  da esquerda Ocidental na verdade tornou-se mais forte, em parte porque nós o consideramos menos ameaçador. Os marxistas "rígidos" possuíam mísseis nuclear intercontinentais e abertamente afirmavam que nos iriam "enterrar".  Os marxistas "soft" falam de tolerância e aparentam ser menos ameaçadores, mas o seu propósito de subverter o maligno Ocidente capitalista continua a ser o mesmo. Aliás, os marxistas "soft" são mais perigosos porque escondem o seu propósito por trás de qualificações distintas. Se calhar o melhor seria chamarmos a isto de "socialismo oculto" em vez de marxismo "soft".

Um dos leitores do blogue Fjordman ressalvou uma vez que, depois da Guerra Fria, nunca chegamos a ter um processo de des-marxização semelhante ao processos de des-Nazificação que ocorreu depois da 2ª Grande Guerra. Ele tinha em mente a antiga União Soviética e os países da Europa do Leste, mas provavelmente ele deveria ter incluído os acompanhantes dos marxistas, os seus simpatizantes e apologistas do Ocidente.

Nós nunca chegamos a confrontar a ideologia marxista, e nem demonstramos que o sofrimento causado a centenas de milhões de pessoas era consequência directa das ideias marxistas. Nós apenas assumimos que o marxismo estava morto, o que permitiu que muitos dos seus ideais sofressem mutações e surgissem com nova roupagem, permitindo que os seus advogados prosseguissem ininterruptamente com o seu trabalho, às vezes com um sentimento de vingança e um renovado zelo no seu ataque ao Ocidente capitalista.

Hoje em dia estamos a pagar o preço disso. Não só o marxismo sobreviveu, como está a prosperar e tornou-se mais forte. As ideias esquerdistas em torno do Multiculturalismo e das fronteiras abertas praticamente adquiriram a hegemonia no discurso público, ao mesmo tempo que os seus críticos são atacados e demonizados.

Ao esconderem as suas intenções por trás de nomes como "anti-racismo" e "tolerância, os esquerdistas adquiriram um grau de censura no discurso público que nunca poderiam ter imaginado adquirir se tivessem declarado abertamente as suas intenções de transformar radicalmente a civilização Ocidental e destruir os seus fundamentos.

A esquerda tornou-se orfã ideológica após o fim da Guerra Fria; se calhar o termo mais apropriado é mercenários ideólogos. Apesar da alternativa económica viável ao capitalismo não ter funcionado, o seu ódio pelo sistema nunca acalmou; apenas se transformou em outras coisas. O multiculturalismo é apenas outra palavra para "dividir e conquistar", colocando os vários grupos étnicos e culturais uns contra os outros, destruindo a coerência da sociedade Ocidental a partir do seu interior.

As pessoas que viviam nos antigos países comunistas sabiam e admitiam que faziam parte duma gigantesca experiência social, e que os média e as autoridades lhes serviam propaganda como forma de alcançar apoio para os seus projectos. No entanto no Ocidente supostamente livre, nós fazemos parte da gigantesca experiência social com o nome de multiculturalismo e imigração muçulmana que é tão radical, utópica e potencialmente tão perigosa como o comunismo - buscando formas de transformar toda a nossa sociedade de cima a baixo - no entanto nós recusamo-nos a aceitar que essa experiência está a decorrer.

Na Noruega, um pequeno país que até há pouco tempo tinha uma população 99% branca e Cristã Luterana, os nativos noruegueses serão em breve uma minoria na capital do seu país, e mais tarde uma minoria em todo o país. Mesmo assim, os políticos, jornalistas e professores universitários Noruegueses insistem que não existe motivo para preocupação.

O multiculturalismo e a imigração não são coisas novas. De facto, há cerca de um século atrás o nosso rei de então havia nascido na Dinamarca, portanto ter uma capital dominada por Paquistaneses, Curdos, Árabes e Somalis não é nada de anormal. A transformação mais colossal do país em mil anos, e provavelmente a maior transformação registada pela História, é, portanto, tratada como algo natural. Sugerir que pode haver algo de errado com isto é suficiente para se ser silenciado debaixo de acusações de "racismo."

Eric Hoffer ressalvou que:
«É perfeitamente óbvio que o movimento de massas que tenta converter os outros tem que destruir todos os laços de grupo existentes, se é propósito seu fazer-se rodear por uma considerável massa de seguidores. O potencialmente ideal convertido é aquele que se encontra sozinho, que não faz parte de qualquer corpo colectivo onde se possa misturar, e perder-se no seu interior como forma de mascarar a sua mesquinha,  insignificante e superficial existência. Nos sítios onde os movimentos de massas encontram um padrão corporativo de família, tribo, nação, etc, num estado de perturbação e decadência, o movimento de massa muda-se para o seu interior e recolhe os dividendos. Onde ele encontra um padrão corporativo em boa forma, ele têm primeiro que atacá-lo e perturbá-lo.»

Isto corresponde na perfeição com o comportamento da esquerda Ocidental actual.

Na Alemanha, Hans-Peter Raddatz no seu livro “Allahs Frauen” (As Mulheres de Alá) expõe a destrutiva atitude do multiculturalismo que é partilhada por muitos funcionários civis, jornalistas, políticos e advogados na Alemanha e na União Europeia (UE). Ele documenta particularmente a forma como o Partido "Os Verdes" Alemão possui um plano para dismantelar e dissolver a “Leitkultur” cristã, ou a cultura comum, que até agora tem sido a base da Alemanha e o Ocidente.

Raddatz é de opinião de que as décadas de imigração muçulmana estão a ser usadas como um instrumento com o qual destruir as instituições, as normas e as ideias que a esquerda tentou no passado destruir através da economia. Através de posições poderosas nos média, nas instituições públicas e no sistema de educação, estes multiculturalistas estão a trabalhar num projecto de larga escala que visa renovar a civilização Ocidental que, segundo eles, falhou.

Um jornal norueguês com o nome de Dagens Næringsliv expôs o facto da maior organização "anti-racista" do país, SOS Rasisme, estar fortemente infiltrada por comunistas e membros da extrema-esquerda. Eles infiltraram-se na organização nos finais dos anos 1980 e princípios dos anos 1990, isto é, durante o período da queda do comunismo na Europa Oriental.

Eles passaram directamente do comunismo para o multiculturalismo, o que pode indicar que pelos menos alguns deles viam o multiculturalismo como uma continuação do comunismo, mas por outros meios. Para além disso, isto revela-nos muito acerca da íntima ligação entre o marxismo económico e o marxismo cultural; estas ideologias são apenas caminhos distintos que visam atingir os mesmos objectivos.

A maior parte da esquerda política está determinada em expor  os seus adversários como malignos, em vez de discutir de forma racional os seus argumentos. Atribuir qualificações tais como "racista" ou mesmo "Fascista" a alguém que critica a imigração em massa ou o Multiculturalismo tornou-se tão comum que os anti-Islamistas noruegueses cunharam um novo termo para isso: “Hitling,” que, em sentido lato, pode ser traduzido como "fazer como Hitler."  A lógica por trás do “hitling” é mais ou menos assim:

«Tu tens uma barba. Adolf Hitler também tinha pêlos faciais, portanto tu deves ser como Hitler. Adolf Hitler gostava de cães. Tu também tens animais de estimação, portanto tu deves ser como Hitler. Adolf Hitler era vegetariano. Tu gostas de cenouras, tu és exactamente como Hitler.»

Qualquer "direitista" pode ser atacado com tais acusações. Curiosamente, o reverso quase nunca é verdade. Embora o marxismo tenha morto 100 milhões de pessoas durante o século 20, e tenha falhado em todas as sociedades onde quer que tenha sido instalado, não parece haver qualquer estigma em ser um esquerdista. O facto dos esquerdistas poderem sair ilesos com alegações de superioridade moral demonstra de forma ampla que nós não vencemos a Guerra Fria. Nós baixamos a guarda depois da queda do Muro de Berlim e nunca chegamos propriamente a denunciar a ideologia por trás dela. Isto agora voltou para nos assombar.

Um membro dum partido anti-imigração do Reino Unido disse que ser chamado de racista no século 21 é "o mesmo que ser chamado de bruxa durante a Idade Média." Ele provavelmente ele tem razão, o que significa que o anti-racismo tornou-se na moderna caça às bruxas.

Naomi Klein, activista canadiana e autora do livro No Logo, é figura querida da esquerda Ocidental. Ela alega que o verdadeiro motivo por trás do terrorismo Islâmico é o racismo Ocidental, directamente ligados às experiências pessoais de Sayyid Qutb - teórico da Jihad Islâmica moderna - durante o período em que ele viveu nos EUA dos anos 1940. “O verdadeiro problema,” conclui ela, “não é a existência de demasiado Multiculturalismo mas o facto de haver pouco.” O aumento do Multiculturalismo, alega ela, “tiraria aos terroristas o que sempre foi a sua melhor arma de recrutamento: o nosso racismo.”

Robert Spencer, no entanto, não está muito impressionado com a lógica ou o conhecimento histórico de Klein:
“A raiva de Qutb que mudou o mundo?” Será que essa raiva é mesmo de Qutb? Será que o terrorismo Islâmico moderno pode ser atribuído a ela e às suas experiências racistas que ele sofreu no Colorado? Seria de esperar que, se isto fosse verdade, não existissem evidências do Islão político e violento antes de 1948.  Mas de facto, a Irmandade Muçulmana, da qual Qutb fazia parte, foi fundada não em 1948 mas em 1928, e não por Qutb, mas por Hasan Al-Banna."

Foi Al-Banna, não Qutb, que escreveu: “Na Tradição [islâmica] existe um claro indicador em favor da obrigação de lutar contra os Povos do Livro [judeus e cristãos], e o facto de Deus duplicar a recompensa daqueles que lutam contra eles. A Jihad [guerra santa aprovada pela tradição islâmica] não é só contra os politeístas, mas contra todos os que não aceitam o islão.”

Paul Berman também não partilha da interpretação de Klein. Segundo ele, o livro que Qutb escreveu nos anos 1940 com o nome de 'Social Justice and Islam' [Justiça Social e o Islão] demonstra que, mesmo antes da sua viagem para EUA, Qutb “encontrava-se firme no seu fundamentalismo Islâmico,” embora possa ter piorado depois de ele se deparar com a "imoralidade" Ocidental.

Segundo Berman, o elemento realmente perigoso da vida Americana, segundo as estimativas de Sayyid Qutb, “não era o capitalismo, a política externa, o racismo ou a infeliz veneração da independência feminina. O verdadeiro elemento perigoso dos EUA encontrava-se na separação entre a igreja e o Estado - o legado moderno da antiga divisão cristã do sagrado e do secular. Os verdadeiros proponentes do Islão tinham que se unir em torno do que Qutb, no seu livro  Milestones chamou de vanguarda. Esta vanguarda de genuínos Muçulmanos iria restaurar o califado e levar o Islão para todo o mundo, tal como Muhammad o havia feito.”

Tanto o livro Milestones como partes do livro provavelmente mais importante de Qutb, In the Shade of the Qur’an, encontram-se disponíveis online e em inglês. No livro Milestones, ele escreve como a Jihad continuará até que todo o mundo responda ao Islão, que “o Islão veio ao mundo para estabelecer o domínio de Deus na Terra de Deus.” “O Islão tem o direito de remover todos os obstáculos que se encontram no caminho,” e  “tem o direito de destruir todos os obstáculos, quer sejam instituições e tradições,” por tudo o mundo. “O domínio de Deus na terra que Lhe pertence só pode ser estabelecido através do sistema Islâmico.”

De que forma é que isto está relacionado com o racismo Ocidental? Porque é que a Jihad teve início mil anos antes do colonialismo Ocidental ter entrado em contacto com terras Islâmicas? E o que dizer dos milhões massacrados na Índia através da Jihad Islâmica? Foi também isso o resultado do racismo Ocidental?  Disto Naomi Klein não fala. Ela só culpa o ocidente. E ela não é a única a sofrer desta desilusão.

Comentando os tumultos-Jihad ocorridos em França no Outono de 2005, o filósofo Alain Finkielkraut afirmou:

«Em França, muito gostariam eles de reduzir este confrontos à sua dimensão social e olhar para eles como uma revolta de jovens dos subúrbios contra a sua situação, contra a discriminação que sofrem, contra o desemprego. O problema é que estes jovens são, na maioria, negros ou árabes com identidade islâmica. Reparem numa coisa: em França existem outros imigrantes também eles numa  situação difícil — Chineses, Vietnamitas, Portugueses — e eles não estão a tomar parte das manifestações. Devido a isto, torna-se claro que esta é uma revolta com características etnico-religiosas. 

Estas pessoas são tratadas como rebeldes, como revolucionários. (…) Eles são "interessantes." Eles são os "desprezados do mundo."»

Imaginem por um momento que eles eram brancos, tal como em Rostock na Alemanha. Imediatamente, todos diriam coisas como "o fascismo não será tolerado." Quando um Árabe incendia uma escola, isso é qualificado de rebelião. Quando um branco faz o mesmo, isso é fascismo. O mal está errado, independentemente da cor de quem o faz.

Numa entrevista com o semanário dinamarquês Weekendavisen, Finkielkraut disse que:

«O racismo é a única coisa que ainda pode gerar raiva entre os intelectuais, entre os jornalistas e entre as pessoas da área do entretenimento, isto é, as elites. A cultura e a religião entraram em colapso; apenas o anti-racismo permanece, e funciona como uma idolatria intolerante e desumana.

Um dos líderes duma das organizações contra o racismo teve a audácia de se referir às acções da polícia dos subúrbios de Paris como "limpeza étnica." Este tipo de terminologia usada em torno da situação Francesa indica uma deliberada manipulação da linguagem. 

Infelizmente, estas mentiras malucas convenceram o público de que a destruição dos subúrbios deveria ser vista como um protesto contra a exclusão e contra o racismo. Acho que esta elevada ideia de "guerra ao racismo" gradualmente se está a tornar numa ideologia horrível. E este anti-racismo será no século 21 o que o comunismo foi no século 20: uma fonte de violência.»

Será que os franceses tornaram-se vítimas do niilismo de Jean-Paul Sartre? Roger Scruton escreveu em torno desta continuada influência do The Spectator:

«Os franceses ainda não se recuperam de Sartre e provavelmente nunca se irão recuperar uma vez que tiveram que viver com um establishment intelectual que repudiou as duas coisas que unem o país: o cristianismo e a ideia da França. 

A postura anti-burguesa dos intelectuais da esquerda entrou dentro do processo político e deu forma a uma elite para quem nada é seguro excepto o repúdio da ideia nacional.  É graças a esta elite que o projecto louco da União Europeia se tornou indelevelmente inscrito no processo político Francês, embora o povo Francês o tenha rejeitado. É graças a esta elite que a imigração em massa para França de comunidades Muçulmanas não-assimiláveis foi encorajada e subsidiada e é graças a esta elite que o socialismo se tornou embutido no estado Francês de forma tão firme que ninguém o pode reformar. 

Não só de negociação viverá o homem.»

O próprio Karl Marx declarou que “O significado de paz é a total ausência de oposição ao socialismo,” um sentimento que se corresponde de modo quase exacto com a ideia Islamica de que a "paz" significa a ausência de oposição ao domínio Islâmico. O marxismo cultural - isto é, o Politicamente Correcto - e o Islão partilham da mesma visão totalitária, e instintivamente concordam na sua oposição à livre discussão e na posição de que a liberdade de expressão tem que ser controlada se a mesma for "ofensiva" para alguns grupos.

O ex-Muçulmano Muslim Ali Sina ressalva que,

«. . . as diferenças entre a esquerda e o Islão são mínimas. O que falta a ambos os credos é a aderência à Regra de Ouro. Tal como para muitos Muçulmanos tudo o que é Islâmico está à priori certo e é bom e tudo o que é não-Islâmico está à priori errado e é maligno, para a esquerda, tudo o que é esquerdista é à priori oprimido e é bom, e tudo o que vem da direita é opressor e é maligno.  Os factos não interessam. A justiça é determinada por quem tu és e não por aquilo que tu fizeste. . . . . O politicamente correcto é uma doença intelectual que significa mentir de modo expediente quando dizer a verdade não é proveitoso. Esta práctica encontra-se tão disseminada que é considerada normal.»

Sina cita também o historiador Christopher Dawson quando escreve:

«É relativamente fácil o indivíduo adoptar uma atitude negativa de cepticismo crítico, mas quando a sociedade como um todo abandona todas as crenças positivas, ela fica sem forças para resistir aos efeitos desintegradores do egoísmo e do interesse egocêntrico. De modo lato, todas as sociedades dependem do reconhecimento de princípios e ideias comuns. Mas se elas não fazem nenhum apelo moral ou espiritual à lealdade dos seus membros, ela inevitavelmente entra em colapso.»

Este será o resultado do Multiculturalismo, e suspeita-se que este era o objectivo desde o princípio.

Outro antigo Muçulmano, o escritor Ibn Warraq, visitou a Dinamarca aquando do lançamento do seu livro Why I am not a Muslim. Durante uma entrevista, Ibn Warraq declarou que entre a esquerda existe um complexo de culpa pós-colonial que constitui um obstáculo quase intransponível para quem quer criticar o Islão ou as culturas do Terceiro Mundo. Portanto, a esquerda colocou de lado os seus valores universais em favor do perigoso relativismo.

Ibn Warraq notou que mesmo depois de terem decorrido mais de 50 anos desde o momento em que o Ocidente abandonou as colónias do Terceiro Mundo, os esquerdistas continuam a culpar o Ocidente por todos os males existentes em África e no Médio Oriente. No entanto, passados que estão 10 anos depois da queda do comunismo, eles culpam o capitalismo descontrolado pelos problemas da Rússia.

«A esquerda recusa-se a buscar respostas em outros lugares. Ao mesmo tempo, e muito por culpa de Marx, eles estão habituados a procurar explicações económicas para tudo. Consequentemente, eles buscam explicações económicas para o terrorismo Islâmico. Mas é um mistério enorme como é que 200 mortos em Madrid podem de alguma forma ajudar os pobres do mundo Islâmico.»

O Presidente da República Checa Vaclav Klaus, que tem experiência pessoal de viver sob o jugo do Socialismo, avisa-nos que o mesmo pode não estar tão morto como nós pensamos que está:

«Podemos afirmar de modo confiante que a "versão rígida" - comunismo - acabou. No entanto, temo que quinze anos depois do colapso do comunismo estejamos a presenciar o início da sua versão mais suave (ou fraca), o social-democratismo, que - sob vários nomes como por exemplo: estado pensionista -  se tornou no modelo social e económico dominante da actual civilização Ocidental.  O mesmo baseia-se num governo condescendente e patronizador, numa extensiva regulamentação do comportamento humano, e numa redistribuição em larga escala dos rendimentos. O socialismo explicito perdeu o seu apelo e como tal, nós não o deveríamos ter como o rival principal das nossas ideias actuais.»

Klaus avisa que estas ideias anti-liberais estão a regressar com formas distintas:

«Estas ideias são, no entanto, semelhantes a ele. Existe sempre uma limitação (ou constrangimento) da liberdade humana, existe sempre uma ambiciosa engenharia social, existe sempre uma imodesta "implementação dum bem" por parte daqueles que são ungidos (Thomas Sowell) sobre outros contra a vontade destes últimos. 

As ameaças actuais à liberdade podem usar "chapéus" diferentes, esconder melhor a sua natureza, e agir de uma forma mais sofisticada que em eras passadas, mas, em princípio, são as mesmas de sempre. Estou a falar no ambientalismo (que tem como princípio colocar a Terra - e não a Liberdade - em primeiro lugar), no direito-humanismo radical (baseado - como defende de modo preciso de Jasay – em não distinguir os direitos do direitismo),  na ideologia da "sociedade cívica" (ou "communitarism"), que mais não é do que uma versão do colectivismo pós-marxista que deseja privilégios para grupos organizados, e como consequência, uma refeudalização da sociedade.

Estou a falar também do multiculturalismo, do feminismo, do tecnocratismo apolítico (baseado no ressentimento contra a política e os políticos), o internacionalismo (e especialmente a sua variante Europeia, o Europeianismo) e um fenómeno em crescimento rápido que eu gosto de chamar de ONGismo.» [ed: ONG = Organização Não Governamental]

Vladimir Bukovsky é um antigo dissidente Soviético, para além de autor e activista pelos direitos humanos.

Ele foi um dos primeiros a expor o uso de aprisionamento psiquiátrico contra os prisioneiros políticos na URSS, e passou o total de 12 anos nas prisões Soviéticas.

A viver actualmente em Inglaterra, ele lança avisos contra alguns impulsos anti-democráticos no Ocidente, especialmente os impulsos da União Europeia, que ele vê como herdeiros da União Soviética.

Em 2002 ele juntou-se a um protesto contra a obrigatória "TV licence" da BBC, facto que ele considera ser "um arranjo tão medieval que eu pura e simplesmente tinha que protestar contra ele." 

Os Britânicos estão a ser forçados a subsidiar uma corporação que suprime a liberdade de expressão, e que publicita posições que nem sempre estão de acordo com as posições mantidas pelo público em geral

Ele atacou a BBC pelo seus "viés e propaganda", especialmente na sua cobertura de eventos em torno da UE ou do Médio Oriente.

Gostaria que a BBC se tornasse na sucessora da KGB e me lançasse na prisão por exigir liberdade de expressão. Nada revelaria de modo mais óbvio aquilo que eles são.

Ele não é o único farto daquilo que ele pensa ser o viés esquerdista da BBC. Michael Gove, um MP [Membro do Parlamento] Conservador, e Mark Dooley, comentador político, queixam-se da cobertura invertida de alguns assuntos.

Tomemos como exemplo a cobertura da BBC em torno do falecido Yasser Arafat. Numa emissão de 2002, ele foi caracterizado de "ícone", e "herói", mas nenhuma menção foi feita aos seus esquadrões de terror, à corrupção, ou à sua supressão brutal dos dissidentes palestinos. Semelhantemente, quando, em 2004, Israel assassinou o líder espiritual do Hamas, Sheikh Ahmed Yassin, um repórter da BBC descreveu-o como um homem "simpático, amável, espirituoso, e profundamente religioso." Isto apesar do facto de, debaixo da liderança de Yassin, o Hamas ter assassinado centenas de pessoas.

Uma ligeira influência esquerdista na visão do mundo da BBC influencia demais o que a corporação produz. Temos o direito de esperar mais honestidade do serviço de emissão que nos é pedido que subsidiemos.

Vladimir Bukovsky é de opinião de que o Ocidente perdeu a Guerra Fria:

Nunca houve julgamentos ao estilo de Nuremberga em Moscovo. Porquê? Porque embora nós tenhamos vencido a Guerra Fria em termos militares, perdemos no contexto das ideias. O Ocidente parou um dia cedo demais, tal como na Tempestade do Deserto. Imaginem se os Aliados tivessem ficado satisfeitos com algo parecido com a Perestroika na Alemanha Nazi - em vez de rendição incondicional. Qual seria a situação da Europa então, isto sem falar na própria Alemanha? Todos os colaboradores Nazis teriam permanecido no poder, embora com um novo disfarce.

Foi exactamente isto que aconteceu na União Soviética em 1991. . . . O comunismo provavelmente estava morto, mas os comunistas permaneceram no poder nos países do Pacto de Varsóvia, e os seus colaboradores Ocidentais ascenderam ao poder em todo o mundo (particularmente na Europa). 

Isto é pouco menos que um milagre: a derrota dos Nazis em 1945 logicamente virou a política mundial para a esquerda, ao mesmo tempo que a derrota do comunismo em 1991 virou a mesma política também para a esquerda - desta vez de forma bastante ilógica.  Não é surpreendente, portanto, que, apesar da derrota do comunismo, a esquerda radical ainda atribua si mesma um patamar moral superior.

Quando os Nazis perderam a Segunda Guerra Mundial, o ódio racial foi desacreditado. Quando os Soviéticos perderam a Guerra Fria, os pilares do ódio de classes permaneceram tão populares como sempre.

Bukovsky alega que embora o Ocidente tenha obtido uma vitória militar, ideologicamente o Socialismo prevaleceu como uma ideia popular por todo o mundo. Ele escreve:

Havendo falhado em acabar de modo conclusivo com o sistema comunista, encontramo-nos agora em perigo de integrar o monstro resultante no nosso mundo. Pode não ser chamado de comunismo, mas retém muitas das mesmas características perigosas . . . . . Enquanto os crimes do comunismo não forem sujeitos a um julgamento ao estilo de Nuremberga, o mesmo não está morto e a guerra ainda não acabou.

Marxismo Cultural

O marxismo cultural tem as suas raízes nos anos 1920, quando pensadores socialistas propuseram um ataque às bases culturais da civilização Ocidental como forma de pavimentar o caminho para a transição Socialista. O marxismo cultural, portanto, não é nada de "novo", mas sim algo que tem coexistido com o marxismo económico há já algumas gerações, mas que recebeu um forte impulso no Ocidente a partir da década 60 e 70 do século passado.


À medida que a União Soviética ruia e a China abraçava o capitalismo, os marxistas económicos juntaram-se também ao comboio "cultural" uma vez que, por esta altura, era o único jogo a decorrer. Eles não têm qualquer alternativa ao presente, mas eles não estão preocupados. Eles genuinamente acreditam que nós, o Ocidente, somos tão malignos e exploradores que virtualmente qualquer coisas seria melhor, mesmo o Califado Islâmico.

A "Free Congress Foundation" tem um livrete interessante online chamado Political Correctness: A Short History of an Ideology, editado por William S. Lind. Segundo Lind, o Politicamente Correcto. . .

. . . quer alterar o comportamento, o pensamento e até as palavras que nós usamos. De modo significativo, isto já está feito. Quem quer, ou o que quer, que controle a linguagem, controla o pensamento. O Politicamente Correcto é, de facto, marxismo cultural. O esforço de traduzir o marxismo da economia para a cultura não teve início na rebelião estudantil dos anos 60. Ela tem as suas origens, pelo menos, nos anos 1920 e nos escritos do Comunista Italiano Antonio Gramsci. 

Em 1923, na Alemanha, um grupo de marxistas fundou um instituto dedicado a fazer esta tradução: O "Institute of Social Research" (mais tarde conhecida como a Escola de Frankfurt). Um dos fundadores, George Lukacs, declarou o seu propósito como sendo a resposta à questão:  "Quem nos salvará da Civilização Ocidental?"

Lind é de opinião de que existem paralelos significativos entre o marxismo clássico e o marxismo cultural:

Ambas as ideologias são totalitárias. A natureza totalitária do Politicamente Correcto pode ser visto nas Universidades onde o "PC" tomou conta da instituição: a liberdade de expresssão, a liberdade da imprensa, e até a liberdade de pensamento encontram-se eliminadas.

Hoje, com o marxismo económico morto, o marxismo cultural prosseguiu a sua missão. O método mudou, mas a mensagem é a mesma: uma sociedade de igualitarismo radical imposto através do poder do Estado.

Tal como no marxismo clássico, certos grupos - operários e camponeses - são à priori bons, outros grupos - a burguesia e os donos do capital - são malignos. No Politicamente Correcto do marxismo cultural certos grupos são bons, por exemplo, as mulheres feministas. Semelhantemente, os homens brancos são automaticamente maus, transformando-se no equivalente da burguesia no marxismo económico.

Tanto o marxismo económico como o cultural têm um método de análise que automaticamente lhes dá as respostas que eles querem. Para o marxista clássico, é a economia marxista. Para o marxista cultural é a desconstrução. A desconstrução essencialmente pega num texto, retira todo o significado dele, e re-insere qualquer dos sentidos desejados.

Raymond V. Raehn concorda com Lind quando este diz que o "Politicamente Correcto é marxismo, com tudo o que isso implica: perda da liberdade de expressão, polícia do pensamento, inversão da ordem social tradicional e, por fim, um Estado totalitário." Segundo ele,

. . . Gramsci tinha em mente uma longa marcha pelas instituições sociais, incluindo o governo, o sistema legal, os militares, as escolas e os média. Ele concluiu também que enquanto os trabalhadores tivessem uma alma cristã, eles nunca responderiam ao apelo revolucionário.

Outro teórico marxista cultural, Georg Lukacs, reparou que "Tal subversão mundial dos valores não pode ocorrer sem primeiro a aniquilação dos antigos valores e a criação de novos valores por parte dos revolucionários.” No encontro que decorreu na Alemanha, em 1923, “Lukacs propôs o conceito da indução do "Péssimismo Cultural" como forma de aumentar o estado de falta de esperança e alienação da sociedade Ocidental como pré-requisito necessário para a revolução.”

William S. Lind ressalva que este marxismo cultural teve início depois da Revolução marxista da Rússia de 1917 não se ter espalhado para outros países. Os marxistas tentaram analisar as razões para isso, e descobriram-na na civilização e cultural Ocidental.

Gramsci disse que os trabalhadores nunca se mentalizariam dos seus interesses de classe, tais como definidos pelo marxismo, até que eles se vissem livres da cultura Ocidental, e particularmente da religião cristã; os trabalhadores encontravam-se alienados dos seus interesses de classe devido à cultura e à religião. Em 1919, Lukacs, que foi considerado o mais brilhante teórico marxista desde o próprio Marx, disse "Quem nos salvará da Civilização Ocidental?"

John Fonte descreve como esta guerra cultural está a ser levada a cabo nos EUA no seu poderoso artigo “Why There Is A Culture War: Gramsci and Tocqueville in America.” ["O Porquê de Existir Uma Guerra Cultural: Gramsci e Tocqueville na América"]

Segundo ele, “abaixo da superfície da política Americana um intenso confronto ideológico está a decorrer entre duas visões do mundo concorrentes. Eu chamo a isto "Gramsciano" e "Tocquevilliano", segundo os intelectuais e autores das ideias em confronto - o pensador Italiano do século 20 Antonio Gramsci e, claro está, o intelectual francês do século 19 Alexis de Tocqueville. O que está em jogo nesta batalha entre os herdeiros destes dois homens nada menos é que o tipo de país que teremos nas décadas que se seguem,"

Antonio Gramsci (1891-1937), intelectual e político marxista,

 “acreditava que primeiro era necessário deslegitimizar os sistemas de crença dominantes dos grupos predominantes e criar uma "contra-hegemonia" (i.e., um novo sistema de valores para os grupos subordinados) antes dos marginalizados poderem receber poder. Para além disso, uma vez que os valores hegemónicos permeiam todas as esferas da sociedade civil - escolas, igrejas, os média , associações voluntárias - a própria sociedade civil, disse ele, é o grande campo de batalha na luta pela hegemonia, a "guerra posicional." A partir deste ponto, também, seguiu-se um corolário pelo qual Gramsci deveria ser conhecido (que encontra-se presente no slogan feminista) - que toda a vida é "política". 

Portanto, a vida privada, o local de trabalho, a religião, a filosofia, as artes, a literatura, e a sociedade civil no seu todo, eram campos de batalha contestados na luta para se atingir a transformação social.

Isto, segundo Fonte,

 . . é o cerne da mundivisão Gramsciana-Hegeliana - moralidade de grupo, ou a ideia de que o que é moralmente aceite é o que serve os interesses dos grupos étnicos, raciais e sexuais "oprimidos" ou "marginalizados".  A noção da "opressão internalizada" é igual à noção hegeliana-marxista da "falsa consciência" onde as pessoas dos grupos subordinados "internalizam" (e, como tal, aceitam) os valores e as maneiras de pensar dos seus opressores presentes nos grupos dominantes.  Esta forma de pensar é clássica do hegelianismo-marxismo - acções (tais como a liberdade de expressão) que "objectivamente" causam dano às pessoas das classes subordinadas são injustas (e deveriam ser ilegalizadas).

Ele documenta como as ideias de Gramsci e dos marxistas culturais se propagaram por todas as Universidades Ocidentais. A professora de Direito Catharine MacKinnon escreve no seu texto Toward a Feminist Theory of the State (1989), “O estado de direito e o domínio do homem são a mesma coisa, indivisíveis" porque "o poder do Estado, incorporado na lei, existe através da sociedade como poder masculino." Para além disso, "O poder masculino é sistemático. Coercivo, legitimado, e epistémico, é o regime.”

MacKinnon alegou que o assédio sexual é, na sua essência, "um assunto de poder exercido pelo dominador sobre o grupo subordinado.”  Numa conferência académica patrocinada pela Universidade do Nebraska, “os participantes articularam a visão de que 'os estudantes Brancos precisam desesperadamente  de "treino" formal em percepção racial e cultural. O objectivo moral de tal treino é eliminar a noção dos brancos em torno da privacidade e individualismo.'"

Por vezes isto transforma-se em simples lavagem cerebral mascarada de pensamento crítico. Fonte menciona que, na Universidade de Columbia, “os novos estudantes são encorajados a livrarem-se das 'suas crenças sociais e pessoais que fomentam a desigualdade.' Para se levar a cabo isto, o deão assistente para os caloiros, Katherine Balmer, insiste que 'treinamento' é necessário. No princípio da década 1990, na Bryn Mawr, e segundo o programa escolar, no final da orientação dos novos estudantes, os mesmos estavam a 'ver-se livres' do 'ciclo de opressão' e transformarem-se em 'agentes de mudança'. O programa multicultural da Universidade de Syracuse está construído para ensinar os alunos que eles vivem 'num mundo impactado por vários tópicos de opressão, incluindo o racismo.'"

John Fonte é de opinião de que a resistência primária ao avanço do marxismo cultural nos EUA vem dum segmento que ele qualifica de “Tocquevillianismo contemporâneo". "Os seus representantes tomam a descrição empírica de Alexis de Tocqueville em torno do excepcionalismo Americano, e celebram as características desde excepcionalismo como valores normativos que devem ser abraçados."

Tal como Tocqueville ressalvou nos anos 1830, os Americanos de hoje "tal como no tempo de Tocqueville, são muitos mais individualistas, religiosos, e patrióticos que qualquer outra nação comparativamente avançada. O que era particularmente excepcional para Tocqueville (e para os Tocquevillianos contemporâneos) é o singular caminho Americano para a modernidade. Ao contrário de outros modernistas, os Americanos combinaram crenças religiosas e patrióticas fortes com uma energia entrepreneurial dinâmica e incansável que colocava ênfase na igualdade e na oportunidade individual, e desdenhava afiliações grupais hierárquicas e ascriptivas."

Esta batalha está agora a ser levada a cabo na maioria das instituições Americanas.

Os Tocquevillianos e os Gramscianos entram em rota de colisão em virtualmente tudo o que interessa. Os Tocquevillianos acreditam que as verdades morais objectivas existem e que elas são vinculativas para todo o ser humano, independentemente da linha temporal. Os Gramscianos acreditam que "verdades" morais são subjectivas e que as mesmas dependem de circunstâncias históricas. Os Tocquevillianos acreditam na responsabilidade pessoal. Os Gramscianos acreditam que "o pessoal é político".

Em jeito de análise final, os  Tocquevillianos são a favor da transmissão do regime Americano; os Gramscianos são a favor da transformação. Embora o marxismo económico pareça ter morrido, a variedade Hegeliana articulada por Gramsci e outros não só sobreviveu à queda do Muro de Berlim, como avançou para desafiar a república Americana ao nível das suas ideias mais preciosas. Durante mais de dois séculos a América tem sido uma nação "excepcional", uma onde o dinamismo entrepreneurial tem sido temperado pelo patriotismo e um forte âmago religioso-cultural. 

O triunfo final do Gramscianismo significaria o fim desta América muito "excepcional". A América tornar-se-ia mais Europeizada: estadista, amplamente secular, pós-patriótica, e preocupada com hierarquias de grupo e direitos de grupos onde a ideia da igualdade perante a lei, como tradicionalmente entendida pelo Americanos, seria finalmente abandonada. Por trás do nosso aparente tempo plácido, as consequências ideológicas, políticas e históricas são enormes.

O Britânico Anthony Browne escreve em The Retreat of Reason como o Politicamente Correcto é muito mais intolerante da dissidência que os liberais tradicionais ou os conservadores, visto que os Liberais de tempos idos . . "aceitavam a não-ortodoxia como normal. De facto, o direito à diferença de opinião era um pilar do liberalismo clássico. O Politicamente Correcto não confere a esse direito uma prioridade máxima uma vez que causa desconforto às suas mentes programadas. Aqueles que não se conformam [ao Politicamente Correcto] têm que ser ignorados, silenciados ou desacreditados. Existe um tipo de totalitarismo suave no Politicamente Correcto. Uma vez que os politicamente correctos não só acreditam que estão do lado da verdade mas também da virtude, logicamente segue que aqueles que se encontram na oposição não só estão errados, como malignos. Na mente PC, a busca pela verdade confere-lhes o direito de limitar as posições daqueles que discordam."  "As pessoal que transgridem as crenças politicamente correctas são vistas não só como erradas, dignas de serem debatidas, mas malignas, dignas de serem condenadas, silenciadas e abafadas. A ascenção do politicamente correcto representa um ataque à razão e à democracia liberal."

Browne define o Politicamente Correcto como "a ideologia que classifica certos grupos de pessoas como vítimas que precisam de ser protegidas do criticismo, e que faz com que os crentes acreditem que nenhuma voz contrária deve ser tolerada." Ele avisa também que "Boas intenções pavimentam a estrada para o inferno. O que não falta no mundo são boas intenções. O que falta são boas formas de raciocinar."

No entanto, Anthony Browne foca-se mais na situação geopolítica - e não na estratégia marxista - para explicar a ascensão do PC:

Essencialmente, o Politicamente Correcto é o produto duma civilização poderosa mas decadente que se sente suficientemente segura para deixar de lado a razão e colocar no seu lugar a emoção, e de subjugar a verdade em favor do bem. No entanto, os ataques terroristas do 11 de Setembro de 2001, e aqueles que se seguiram em Bali, Madrid e Beslan, deixaram um sentimento de vulnerabilidade que fez com que as pessoas se sentissem mais assertivas em relação aos benefícios e defeitos da civilização Ocidental. 

De alguma forma, a ascensão das potências do Este, China e índia, vai garantir que nas décadas que se seguem, a culpa ocidental murche: tendo agora poderes análogos com os quais se comparar, o Ocidente não mais se sentirá inclinado a mergulhar em auto-crítica, mas vai procurar formas de reafirmar a sua identidade.(…) a longo prazo, o politicamente correcto vai ser visto como uma aberração do pensamento Ocidental. 

O produto da posição única e inquestionável do Ocidente, a sua afluência sem rival, o declínio comparativo do Ocidente, quando comparado com o Este, certamente que irá significar o fim do politicamente correcto.

No seu artigo “Why Isn’t Socialism Dead?” Lee Harris pondera se o Socialismo não se encontra vivo apenas e só porque não pode morrer. O economista Peruano Hernando de Soto alegou no seu livro, "The Mystery of Capital", que o fracasso das várias experiências socialistas durante o século 20 deixaram a humanidade com apenas uma escolha racional no que toca ao sistema económico a adoptar, nomeadamente, o capitalismo.

No entanto, alega Harris, "a vida dum socialista revolucionário é transformada porque ele aceita o mito de que um dia o socialismo triunfará, e a justiça geral prevalecerá." Devido a isto, existe "uma analogia entre a religião e o Socialismo revolucionário que aspira à aprendizagem, preparação, e até reconstrução do indivíduo - uma tarefa gigantesca. . . . . Pode até ser que o Socialismo não esteja morto porque não pode morrer. Quem é que não quer ver os maldosos e os arrogantes julgados? Quem, de entre os desprezados e entre os expulsos das suas terras, pode ficar imune à promessa dum mundo onde todos os homens serão iguais e onde todos terão o que precisam?"

Se calhar o Socialismo é como o virus da gripe: ele continua em mutação e mal o nosso sistema imunitário derrota um tipo de vírus da gripe, ele muda o suficiente para não ser reconhecido pelo nosso corpo, e depois volta a atacar.

O Politicamente Correcto pode atingir níveis absurdos. Em Junho de 2006 a polícia Canadiana prendeu um grupo de homens suspeitos de planearem um ataque terrorista. Alegadamente o grupo "estava bastante avançado nos seus planos" de atacar um certo número de instituições Canadianas, entre elas o Parlamento Canadiano - chegando ao ponto de  se colocar a hipótese da decapitação do Primeiro Ministro - e o Metro de Toronto.

No entanto, o parágrafo inicial da história como reportada pelo Toronto Star em torno da prisão dizia:

Nas instalações dos investigadores, um gráfico complexo exibindo as ligações entre os 17 homens acusados de serem membros duma célula terrorista local cobre pelo menos uma parede. Mas mesmo assim, afirma uma fonte, é difícil encontrar um denominador comum.

Mike McDonell (Comissário Assistente da "Royal Canadian Mounted Police") disse que os suspeitos são todos residentes Canadianos e que a maioria tem nacionalidade canadiana. Ele disse que “Eles representam um estrato alargado da nossa comunidade. Alguns são estudantes, alguns estão empregados, outros  desempregados." No entanto havia um denominador comum entre todos os suspeitos que não foi mencionado: Todos eles eram Muçulmanos.

De igual modo, o artigo do dia 4 de Junho presente na capa do New York Times era um estudo em torno da forma mais correcta de não usar a perversa palavra começada por "M", Os suspeitos eram referenciados como "residentes de Ontário", "residentes Canadianos", "o grupo", "em larga maioria, descendentes de imigrantes provenientes do Sul da Ásia." Tudo e mais alguma coisa, desde que não fossem "Muçulmanos."

O Chefe Policial de Toronto, Bill Blair, ressalvou orgulhosamente durante a conferência de imprensa que se seguiu à prisão dos suspeitos que "Por parte dos agentes de autoridade, não posso deixar de notar que não houve uma única referência feita a "Muçulmano" ou à comunidade Muçulmana." Antes do raid anti-terrorismo, a polícia Canadiana não só recebeu “treino de sensibilidade” como recebeu instruções cuidadosas em torno das tradições Islâmicas tais como o manuseamento do Alcorão, o uso dos tapetes durante as rezas, e a auto-explosão durante um decurso duma prisão. Como Charles Johnson do blogue "Little Green Footballs notou, “Será que a polícia Canadiana extende tais considerações quando apreende Cristãos, Judeus, Hindus ou membros de outras confissões religiosas? Se não, então os Muçulmanos já ganharam um reconhecimento importante ao serem tratados como "pessoas especiais."

Comentando a apreensão, o Globe e o Mail declararam que "este pode ter sido a operação anti-terrorismo mais politicamente correcta da história." O aparato da segurança secreta Canadina há já alguns anos que "desenvolvia esforços sérios para suavizar a sua imagem" junto dos Muçulmanos.

O governo federal do Canadá chegou a considerar alterações no Anti-Terrorism Act de modo a tornar claro que a polícia e os agentes de segurança não levam a cabo discriminação religiosa. O jornal The Calgary Sun entrevistou o criminólogo Canadiano Mahfooz Kanwar, que declarou que o "Multiculturalismo tem sido mau para a unidade do Canadá uma vez que leva a cabo uma ghettozação das pessoas, e fá-los acreditar, erradamente, que o isolamento e a não-adaptação na nova sociedade é perfeitamente aceitável.  Não é.  . . . . O politicamente correcto é uma ameaça porque nós não conseguimos combater algo que nos recusamos a identificar e entender."

Kanwar disse que a quantidade de politicamente correcto levada a cabo durante a prisão dos 17 Muçulmanos na área de Toronto foi "enjoativa." “O politicamente correcto já foi longe demais, e o mesmo ameaça a nossa sociedade," declarou Kanwar, nascido no Paquistão. “É responsabilidade das minorias adaptarem-se à maioria e não o contrário," acrescentou Kanwar. Entretanto, o Canadian Islamic Congress atribuiu culpas ao governo Canadiano por este não lhes dar dinheiro suficiente para lidar com o problema. Eles queriam mais financiamento de modo a que pudessem "cientificamente diagnosticar os problemas e elaborar soluções."

Para a nação inteira, eles queriam também um "Programa de Integração Inteligente", seja lá o que isso for. Uma vez que recentemente Muçulmanos Canadianos desenvolveram esforços para a implementação parcial das leis da Sharia no país, nós podemos suspeitar que a "integração inteligente" significaria que os não-Muçulmanos deveriam demonstrar uma atitude mais apaziguadora. Afinal, se as autoridades Canadianas prestaram atenção aos conselhos da compatriota  Naomi Klein, estes planeados assassinos em massa direccionados aos civis Canadianos tem como causa o racismo Canadiano e o facto deste país não ser suficientemente Multiculturalista. Os Muçulmanos querem matar os Canadianos, os Canadianos sorriem de volta, declaram como "os respeitam" e questionam de que forma é que eles [os Canadianos] os podem agradar.

O Politicamente Correcto conduz-nos a situações como esta. Não é engraçado e nem é uma piada. O Politicamente Correcto mata. Já matou milhares de civis Ocidentais e se não for controlado, ele pode vir a matar nações inteiras ou, no caso da Europa, continentes inteiros.

Tal como já disse previamente, o Islão é apenas uma infecção secundãria, uma que, de outro modo, nós poderíamos resistir. O marxismo Cultural enfraqueceu o Ocidente e tornou-o pronto a ser tomado. O marxismo cultural é SIDA cultural, devorando o nosso sistema imunitário até que esteja demasiado fraco para resistir as tentativas de infiltração Islâmicas. O marxismo cultural tem que ser destruído antes que nos destrua a todos.

A aliança esquerdista-islâmica terá consequências profundas. Ou ela derrotará o Ocidente, ou ambos cairão juntos, Nós nunca chegamos a vencer a Guerra Fria do modo decisivo que a deveríamos ter vencido. O marxismo recebeu permissão para perdurar e, sorrateiramente ou através dum proxy, levar a cabo outro ataque contra nós. No entanto, este namoro com os Muçulmanos pode potencialmente revelar-se mais devastador para os Marxistas que a queda do Muro de Berlim.

Como William S. Lind ressalva: “Embora estejamos atrasados, a batalha ainda não está decidida. Muito poucos Americanos se apercebem que o Politicamente Correcto é, na verdade, marxismo com outra roupagem. À medida que a realização se propagar, a resistência vai-se propagar também. Actualmente, o Politicamente Correcto prospera ao se disfarçar. Através da resistência, e através da educação levada a cabo por nós mesmos (que deve fazer parte de todos os actos de resistência), podemos revelar a camuflagem e revelar o marxismo por trás de termos como "sensibilidade", "tolerância" e "multiculturalismo."

O Politicamente Correcto é marxismo com uma operação ao nariz. O multiculturalismo não tem nada a ver com a tolerância e a diversidade; é, sim, uma ideologia de ódio anti-Ocidente criada com o expresso propósito de destruir a civilização Ocidental.

Se nós formos capazes de demonstrar isto, uma parte importante da batalha estará já vencida.

FONTE 1  FONTE 2