"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

e agora, o que vão dizer?












...que o atirador de Liège é «belga»? que tem ligações à «extrema-direita»? que é um demónio branco, loiro e de olhos azuis?
...ou dirão antes que, bem...a etnia não interessa...nem a ideologia ou a religião...e tentarão com que este caso seja o menos falado possível só porque se trata do alienígena «sagrado», ainda por cima da «religião da paz»?  bem, se é alienigena e tem uma religião igualmente alienígena e tão «pacífica», não interessa... isso são pensamentos pecaminosos, xenófobos e racistas. só se for loirinho é que já não é racismo...
vou aguardar sentado à espera de dezenas de reportagens e até de documentários a demonizar semelhante credo tão «pacifista», como aqueles que mostraram em Julho/Agosto deste ano, onde inventaram mil e uma ligações do «demónio loiro» ao Nazismo, e ironicamente, fizeram aquilo que tanto dizem odiar, generalizando os actos de um lunático isolado a todo e qualquer movimento identitário Europeu....pouco lhes importa que só tivessem morrido brancos noruegueses ou as ligações do indíviduo à maçonaria ou a oposição ao racialismo e nacional-socialismo. o que importa é que o «demónio» estava contra o Islão, logo, é extremista (de direita).
claro, os actos deste «belga» foram só actos isolados, porque o Islão é moderadíssimo e este indíviduo (Norodine Amrani, que nome tão «belga») nem é um extremista, esse facto não convém saber, não vão as pessoas pensar que isto foi algum ataque terrorista islâmico!  nada disso. isso é racismo. e o racismo é para ir para o lixo, custe o que custar, nem que se tenha que aldrabar a realidade. vale tudo.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

comunistas não comem criancinhas...

...mas se calhar, obrigam outros a comer.
agora muito a sério: isto são imagens de camponeses ucranianos que tiveram que recorrer ao canibalismo de crianças (!) devido à fome planeada do Holodomor, por esses "humanistas" e "altruístas-socialistas" Soviéticos comunistas.
chegou a haver tráfico de crianças ou seres humanos na Ucrânia, que eram comidos mortos ou vivos. pessoas demasiado sensíveis não devem ver imagens como esta. eu próprio tenho dificuldade em ver, admito.

a maior parte das pessoas ignora que foi por causa deste episódio que se começou a dizer que «os comunistas comem criancinhas», e levam essa expressão apenas como uma brincadeira, gozo ou uma tirada irónica de quem quer desvalorizar a perigosidade e crueldade dessa ideologia e seus apoiantes.
não! a frase tem origem real e começou a dizer-se quando imagens como esta, chegaram ao conhecimento de um Ocidente horrorizado. imagens do verdadeiro holocausto, nunca julgado nem punido num qualquer tribunal de Nuremberga.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Rosenberg, Hitler e as democracias


"What Lennin and Trotsky have not achieved in order to bring the forces slumbering in Bolshevism to final victory will be achieved by the world policy of Europe and America." Rosenberg 1930

"O que Lénine e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930


"With its hereditary alienation from European nature, the whole of jewry made itself into promoter of black art in all domains." Rosenberg 1930

"Com a sua hereditária alienação da natureza Europeia, toda a comunidade judaica fez-se promotora da arte negra em todos os domínios". Rosenberg 1930







"The Western democracy of today is the forerunner of marxism which without would not be thinkable. It provides this worldly plague with the culture in which its germs can spread." - Adolf Hitler

"A democracia Ocidental de hoje é precursora do marxismo, sem a qual ele não seria concebível. Estabelece esta praga mundial com a cultura em que os seus germes se espalham."


"Parliamentary democracy corresponds most closely to the jew's requests because it eliminates the personality and in its place puts the majority of stupidity, incompetence, and last, but not least, cowardice." - Adolf Hitler

"A democracia parlamentar corresponde mais aproximadamente aos desígnios dos judeus, porque elimina a personalidade e no seu lugar põe a maioria da estupidez, incompetência e, por fim, mas não menos importante, da cobardia."

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

influências NS no fascismo italiano

capa de uma revista ou magazine italiano sobre o problema da raça - o primeiro número saiu a 6 de Agosto de 1938.
repare-se no pormenor importante da espada que «discrimina» ou separa os elementos não-arianos (um branco de segunda e um não-branco de todo) do elemento ariano a sério.

uma página da revista, do lado direito:





o manifesto da raça, publicado no Corriere della Sera, a 15 de Julho de 1938

pontos do documento:
1) Admite-se que existem raças humanas. Isto não quer dizer, "a priori", que existem raças humanas superiores e inferiores mas somente raças humanas.

2) Existem raças grandes e pequenas. Destas últimas, são um exemplo as populações nórdicas e mediterrâneas, que constituem, "do ponto de vista biológico, verdadeiras raças, cuja existência é verdade evidente".

3) O conceito de raça é puramente biológico.

4) A população da Itália é na maioria de origem ariana e ariana é a sua civilização. "Esta população de civilização ariana vive há milhares de anos na nossa península; é bem pouco o que fica da civilização de gentes pré-arianas. A origem dos italianos actuais deriva de elementos de uma raça que constituem e constituíram o tecido eternamente vivo da Europa".

5) A contribuição de massas importantes de homens, nos tempos históricos, é pura lenda. "Além da invasão dos lombardos não houve na Itália sensíveis movimentos de povos que tenham podido influenciar a fisionomia racial da nação. Esta continua a mesma que há 1000 anos; os 44 milhões de Italianos de hoje pertencem, portanto, em grande maioria, a famílias que vivem na Itália, desde há, pelo menos, 10 séculos".

6) Existe hoje uma raça italiana pura. "Esta afirmação não se baseia sobre a convicção de uma concepção biológica de raças e na concepção histórica e linguística dos povos e das nações, mas sobre um parentesco muito puro de sangue que une os italianos de hoje "às gerações que povoaram a Itália há milhares de anos. Este antigo parentesco de sangue é o maior título de nobreza da nação italiana".

7) É tempo de que os italianos se proclamem francamente racistas. "Tudo o que o fascismo fez na Itália até aqui é no fundo racismo puro. A questão racista deve ser tratada no ponto de vista estritamente biológico, sem intenções filosóficas ou religiosas. O conceito de racismo deve ser essencialmente italiano e a sua orientação deve ser ariano-nórdica. Isto não quer dizer que se deva introduzir na Itália as teorias do racismo alemão ou que se deva afirmar que escandinavos e italianos são a mesma coisa. O que se quer é somente mostrar aos italianos um modelo científico e sobretudo psicológico de raça humana, que se destaca completamente de todas as raças "extra-europeias".

8) É preciso fazer uma distinção nítida entre os povos mediterrânicos da Europa (ocidentais) e os orientais africanos. As teorias que sustentam a origem africana de certos povos europeus e compreendem uma única raça, a comunidade mediterrânica e as populações semitas, devem ser consideradas como perigosas".

9) Os judeus não pertencem à raça italiana. Os judeus constituem a única população que nunca se assimilou à Itália, porque é formada de elementos raciais não europeus, absolutamente diferentes dos elementos que deram origem aos italianos".

10) Os carácteres físicos e psicológicos puramente europeus dos italianos não devem ser alterados de forma alguma. "A união é admissível apenas no círculo das raças europeias. O carácter puramente europeu dos italianos é alterado pelo cruzamento com raças extra-europeias, que trazem uma civilização diferente da civilização milenária dos italianos".


ampliado o cabecalho e alguns parágrafos:
«O Fascismo e o problema da raça», do «Giornale d'Italia» de 14 Julho de 1938



lei para a defesa da raça, aprovada no conselho de ministros, Corriere Della Sera, 11 Novembro de 1938











enfim, se todo o «fascismo», nomeadamente na Ibéria, tivesse seguido estes belos exemplos vindos da Alemanha dos anos 20/30, seguramente as coisas teriam corrido melhor, mas infelizmente sabemos que não foi verdade, nem na Espanha nem em Portugal («Angola é Nossa», «Portugal multirracial», «Muitas raças, uma só nação», etc, etc)
mesmo na Itália, o fascismo não teve inicialmente qualquer plano racial e só adoptou leis tardiamente por pressão e/ou influência nazificante, o que, para o caso, vai dar quase ao mesmo.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

luto pela morte de Hitler

quando o estado português decretou luto oficial pela morte de Adolf Hitler em 1945...
hoje em dia, seria considerado pela esmagadora maioria dos sectores da sociedade como uma afronta e um crime pior que bater na mãe ou comer crianças ao pequeno-almoço.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

cristianismo e comunismo: gémeos judeus


o seguinte excerto foi tirado de "Nature's Eternal Religion" de Ben Klassen

Observação* embora o artigo tenha sido escrito para uma audiência branca, o comunismo judeu afecta todos os gentios (não-judeus), independentemente da raça, e isto definitivamente vale uma leitura. O cristianismo é uma preparação para o comunismo, a sua doutrina é idêntica à filosofia comunista, e não há nada de espiritual nisso. Todo o conhecimento e poder ocultos que permitam aos gentios lutar por meio da guerra espiritual [que os judeus têm usado contra nós durante séculos] tem sido sistematicamente removido. Depois de ser retirado à força com a inquisição, esse poder tem estado nas mãos dos judeus rabinos de topo, para atirar maldições, criar riqueza e poder inimagináveis, e usá-los à vontade contra os gentios. Por outras palavras, como "YHVH" aka jeová", é na verdade o povo judeu, ele torna-se "Deus". o comunismo é outro plano maligno de fraternidade judaica que leva os gentios a pensar que é pela igualdade, pela paz e por uma vida melhor. Nada poderia estar mais longe da verdade. É um programa judeu de genocídio, extermínio em massa e escravidão para os gentios, independentemente da côr.

Citação do Talmud judaico: Nidrasch Talpioth, p. 225-L:
"Jeová criou o não-judeu em forma humana, para que o judeu não tivesse de ser servido por animais. O não-judeu é, portanto, um animal em forma humana, e condenado a servir o judeu, dia e noite".

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Cristianismo e comunismo: gémeos judeus:

 Segundo os cristãos-conservadores (koshers-conservadores), uma feroz, intensa batalha hoje grassa entre as forças do mal do comunismo e as forças sagradas da cristandade. Somos levados a acreditar que é uma verdadeira batalha entre o bem e o mal. Dizem-nos que estas duas forças são a própria essência de dois pólos de oposição - em completo e diametral conflito.

 É uma luta simulada. O facto é que ambos são produtos degenerados da mente colectiva judaica, projectados para fazer uma única e mesma coisa - destruir a Raça Branca.

 Se olharmos mais de perto para essas duas forças do mal que têm perseguido e atormentado as mentes da Raça Branca por todos estes anos, constatamos que não estão, de todo, em lados opostos. Descobrimos que ambos estão do lado da comunidade judaica internacional, a fazer o trabalho para que foram concebidos, nomeadamente: confundir e perturbar a inteligência do Homem Branco, para que ele próprio vá ajudar o judeu na destruição da Raça Branca.

 Na comparação entre os dois, descobrimos que eles são muito semelhantes, e não opostos. Na verdade, existem tantas semelhanças nos dois programas e na filosofia destes dois credos que a mão do mesmo autor pode facilmente ser detectada. Esse autor é a rede internacional judaica. Eles, e só eles, escreveram o credo do cristianismo e o credo do comunismo.

 Tanto o comunismo como o cristianismo pregam contra o materialismo. O comunismo designa as forças produtivas e criativas da nossa sociedade, às quais devemos em grande parte os benefícios de uma civilização Branca produtiva, como "burguesas". A seguir, ataca com uma fúria sem precedentes os burgueses e diz-nos repetidamente que eles devem ser destruídos. Em vez de dar crédito a quem merece, calunia e vilipendia esses elementos construtivos e produtivos, isto é, a burguesia ou os capitalistas, como o mal definitivo.

 O cristianismo diz-nos basicamente a mesma coisa. Diz-nos que será mais difícil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um homem rico ir para o céu. Diz-nos que devemos "vender tudo o que temos e dá-lo aos pobres", um conselho insidioso que, se seguido, nos faria a todos um bando de vagabundos errantes e mendigos. Seguramente, causaria a degradação da nossa sociedade. O cristianismo ainda nos diz "não ajunteis tesouros na terra, mas ajuntai tesouros no céu".

 A implicação é clara, do princípio ao fim.  Não acumule para si próprio nenhuma das coisas boas da vida. Se, através de trabalho àrduo, já conseguiu acumular alguma riqueza, livre-se dela, doe, dê aos pobres, acima de tudo, dê-a à Igreja que vai levá-la com prazer. O resultado líquido deste conselho fantasticamente mau, obviamente, é que será mais fácil ela passar para as mãos dos judeus, que não subscrevem tamanha patetice. Eles esperam fazer-nos de parvos, conhecendo muito bem o velho ditado "um tolo e o seu dinheiro separam-se rapidamente", é bem verdade.

 O outro lado da moeda é que os líderes do cristianismo e do comunismo em si, são fantasticamente materialistas. Quando olhamos para a Igreja Católica através dos tempos, vemos que enquanto eles extraíam a última migalha da viúva pobre, a própria Igreja foi recolhendo e açambarcando jóias, ouro, prata e pedras preciosas em quantidades inacreditáveis. Não só estava a tirar e a coleccionar todo o ouro, prata e pedras preciosas que podia, como adquiriu enormes quantidades de bens imobiliários, e hoje a Igreja Católica é, sem dúvida, a instituição mais fantasticamente rica à face da Terra. Mesmo durante a Idade das Trevas, quando a pobreza foi generalizada, principalmente por causa do próprio cristianismo, encontramos essas catedrais enormes e fabulosamente ricas, construídas no meio da pobreza, com altares de ouro incrustrado e abóbodas e colunas e paredes. A liderança da Igreja fez com que fossem construídas enormes e grandes basílicas, catedrais, mosteiros, baptistérios, mausoléus, conventos, e igrejas. Praticamente todas elas eram tão sumptuosas e enormes em comparação com o pobre e escasso entorno da época, que vistosamente se destacou como o principal repositório de todas as riquezas materiais - ouro, prata e sumptuosidade arquitectónica - tanto da sua época, como da sua localização geográfica.

 A Igreja nunca se preocupou em explicar porque foi necessário ter riqueza tão abundante exposta aos fiéis adoradores, que foram ensinados vezes sem conta de que era pecado "juntar tesouros". Até hoje, as Igrejas são construídas para serem sumptuosas, extravagantes e bizarras. Dinheiro parece não ser problema.

 O Vaticano, essa citadela de liderança "espiritual", que também prega ,"não ajunteis tesouros na terra", não pratica o que prega. Pelo contrário, o que pratica é realmente o cúmulo da hipocrisia e a antítese da espiritualidade. Vai tudo para acumular tesouros na Terra. Ele reuniu em si mesmo uma carteira de 5,6 biliões de dólares em acções por si só, para não mencionar todos os seus imóveis, tesouros de arte e outros objectos de valor. Goza de uma renda anual de 1,5 biliões de dólares, grande parte dela, sem dúvida coleccionada a partir da "última migalha da viúva", bem como as suas vastas participações. De seguida, o regresso a casa.

 A fundação religiosa dos Estados Unidos, no seu conjunto, é avaliada em 102 biliões de dólares. Em 1969, dos 17,6 biliões de dólares que os indíviduos Norte-Americanos doaram para a caridade, 45%, ou 7,9 biliões de dólares, foram destinados para fins religiosos. Bastante materialista para uma religião que "evita" tesouros terrenos e que prega que "o meu reino não é deste mundo".

 Da mesma forma, os chefes comunistas na Rússia, praticamente todos eles judeus, acumularam para si próprios todas as riquezas do campo. Enquanto os tralhadores escravos comunistas se esforçam 12 horas por dia e depois vão para casa, para um sombrio, sujo, imundo e lotado pequeno apartamento compartilhado com outras famílias, os seus chefes judeus têm opulentos palácios espalhados por todo o campo. Eles dirigem o melhor dos carros, com motorista é claro, e comem o melhor dos alimentos. Não apenas isso, como têm o melhor dos aviões à sua disposição para voar, para onde entenderem governar os seus trabalhadores escravos. Estes chefes comunistas judeus, geralmente também têm à sua disposição roupas importadas, alfaiates e uma plêiade de funcionários. Quando precisam de um descanso de gerir o seu império escravo, eles têm moradias privadas no Mar Negro ou outros locais de fèrias à escolha, ao seu aceno e chamada. E assim vai o Paraíso do Trabalhador Proletário.

 Passemos à próxima semelhança. Tanto o comunismo e o cristianismo fazem uso extensivo de armas de terror, tanto psicológicas como reais. Sem dúvida, o conceito mais macabro e cruel já inventado pela mente depravada e colectiva dos judeus é o conceito de inferno. Você consegue pensar em algo mais horrivel do que colocar milhões de pessoas em regime de confinamento numa câmara de tortura superaquecida e de seguida queimá-los para sempre, sem sequer a misericórdia atenuante de deixá-los morrer? Com este pedaço de "Boas Novas", o cristianismo estabeleceu-se para conquistar as mentes das suas vítimas supersticiosas e irracionais. O facto de uma tal câmara de tortura ser inexistente, não diminuiu o facto de que era uma ameaça real para aqueles que foram levados a crer que era real. Para uma criança, por exemplo, se você lhe disser que o Bicho Papão a vai apanhar, e ela inocentemente acredita em si, então a ameaça é tão real como se o Bicho Papão realmente existisse. E assim é com o Inferno. Para aqueles que têm sido convencidos de que ele existe, essa terrível ameaça é tão real como se existisse, de facto.

 No entanto, o cristianismo não se limitou a usar apenas o terror psicológico. Aqueles que se desviaram da linha oficial da Igreja foram declarados hereges e, imediatamente, queimados na fogueira. A ideia de usar o fogo de uma forma ou doutra, como forma de torturar os seus oponentes, parece ter obcecado estas "amorosas" mentes cristãs. De acordo com o famoso "Martyrs Morrior" de Van Braght, cerca de 33.000 cristãos foram condenados à morte por outros ditos cristãos, através da queima na fogueira, uma forma cinzenta de vingança.  Só entre os meus antepassados (que eram de fé Menonita) cerca de 2.000 mártires foram queimados na fogueira por estes sempre amorosos cristãos.

 Uma característica marcante sobre esta coisa de queima na fogueira, é que eram sempre pessoas Brancas (Àrias) a serem queimadas. Nunca ouvi falar de um negro a ser queimado numa fogueira pelas suas crenças heréticas. Nem nunca ouvi falar de um judeu a ser queimado numa fogueira por não acreditar estritamente nas linhas específicas do judaísmo, apesar de não acreditarem, de forma alguma, em Cristo.

 Queima na fogueira não era o único meio de tortura e morte usado por estes "esbanjadores de amor" cristãos que estavam tão ansiosos por espalhar a sua mensagem de amor. Durante a Inquisição, e noutras ocasiões, todos os requintes bestiais de tortura que a depravada mente humana poderia conceber, foram usadas para extorquir confissões e chicotear os infiéis ou hereges em fila. O esmaga-polegar, a submersão na àgua, o espartilho de ferro torcido e esquartejado, arrancando os olhos com ferros quentes (lentamente despedaçando os membros do corpo através do alongamento) foram apenas alguns dos dispositivos usados por estes "sempre-amorosos" cristãos para espalhar o seu evangelho de Amor. Quando os comunistas chegaram e usaram a tortura física como um dos seus instrumentos de conquista, eles não tinham muito de sobra para inventar, mas sim aquilo que os cristãos já haviam utilizado antes deles. E isto é aquilo que se pode esperar, uma vez que foi a crueldade judaica que projectou os meios de tortura de ambos.

 A Igreja nem sequer hesitou em usar a guerra massiva para derrubar Nações inteiras que não se submeteram aos seus preceitos religiosos. De facto, durante os séculos 16, 17 e 18, as principais causas de guerra foram dissensões religiosas em que um grupo religioso tentou forçar as suas crenças sobre os seus opostos pela guerra total e massacre.

 O historial comunista de uso massivo do terror, psicológico e físico, é tão recente, tão difundido e tão conhecido, que quase nem precisamos de revê-lo aqui. Só na Rússia, o regime comunista judeu utilizou o terror numa escala jamais conhecida antes, nos anais da história. Com o fim de exterminar o melhor da Raça Branca na Rússia, nomeadamente os Russos Brancos, os judeus massacraram cerca de 20.000.000. O terror, as mortes, os assassinatos que acontecem hoje na Rússia, desafiam a imaginação da mente do Homem Branco médio. Em qualquer caso, tanto o comunismo como o cristianismo estão a usar e usaram o terror extensivamente, tanto psicológica como fisicamente, para subjugar as suas vítimas. Enquanto que os cristãos destacaram-se pelo terror psicológico, os comunistas distinguiram-se pelo terror físico. Mas em ambos os casos, os Judeus eram especialistas em usar qualquer tipo de terror, conseguindo melhor os seus fins.

 Tanto o comunismo, como o cristianismo têm um livro que, presumivelmente, estabelece o credo do seu movimento. O cristianismo tem a Bíblia judaica que foi escrita por judeus, principalmente sobre os judeus, com o propósito de unir a Raça Judaica e de destruir a Raça Branca. A Bíblia comunista é o "Das Capital" e o "Manifesto Comunista" de Karl Marx, escritos por Karl Marx em conjunto com Friedrich Engels, ambos judeus. Ambos os credos judaicos, o comunismo e o cristianismo, são altamente destrutivos e, quando seguidos, derrubam o tecido da sociedade que foi vítima deles.

 O cristianismo ensina a maldade do homem, que ele é um mau, pecador indigno, que ele nasceu em pecado e que cada instinto seu é mau. O comunismo prega que o elemento produtivo e criativo da nossa sociedade, nomeadamente a "burguesia", como eles chamam, é podre, má e deve ser destruída. Pode-se dizer com segurança que qualquer sociedade sadia, saudável que se tenha virado para o cristianismo completo e experimentado todos os seus princípios, ou qualquer sociedade que pratique o comunismo puro, cedo se destruirá.

 Mais uma vez, queremos energicamente salientar que, ao contrário do que esses cristãos-conservadores estão sempre a dizer-nos, o comunismo não é, de forma alguma, o mesmo que o socialismo ou colectivismo. Estes últimos são elementos básicos construtivos de qualquer sociedade saudável, mas o comunismo é um indisfarçável campo de trabalho escravo judeu. Como eu abordei este assunto em detalhe considerável noutro capítulo, não levaremos mais espaço para rever essa ideia aqui.

 Tanto o comunismo como o cristianismo pregam a igualdade do homem. Prega o cristianismo que somos todos iguais aos olhos do Senhor, ao passo que os comunistas pregam que todos nós devemos tornar-nos iguais na sociedade comunista. Por último, argumentam que a única razão pela qual não somos iguais é inteiramente devido ao ambiente, e que eles irão corrigir esta pequena peculiaridade da Natureza. No momento em que eles terminarem a transformação de todos nós num ambiente igual, eles garantem-nos que terão nivelado todos por baixo, até sermos todos iguais. Simplesmente isto será muito verdadeiro para a Raça Branca: ser nivelada por baixo até serem todos iguais a uma horda de miseráveis escravos, ao passo que, por outro lado, todo o judeu será um rei.

 Não só o comunismo e o cristianismo pregam a igualdade do indivíduo, como também pregam a igualdade de raças, outra mentira perversa atirada à cara da Natureza.

 Ambos os credos têm um dogma muito complicado que é bastante nebuloso e confuso, para não dizer contraditório, em si mesmo. Assim, ambos criaram uma hierarquia que interpreta o que o dogma correcto do dia é, e toda a gente segue a linha ou sofre as consequências de uma estrutura de poder já estabelecida.

 O cristianismo e o comunismo, ambos tiveram as suas cismas. No caso do cristianismo, os seguidores que diferiam eram chamados hereges e, no caso do comunismo, aqueles que se afastam da linha oficial são chamados desviacionistas. No caso do cristianismo, a Grande Cisma, é claro, foi durante a Reforma Protestante, quando o segmento desenvolveu-se e separou-se da Igreja Católica. Ele então passou a dividir e fragmentar em milhares de direcções diferentes daí em diante, tudo para danificar e destruir a Raça Branca. A primeira grande divisão, é claro, foi quando o Império Bizantino se separou da metade Romana ou Ocidental.

 Entre os comunistas, houve uma série de Cismas, como os Mencheviques e os Bolcheviques, e uma série de outras divisões, antes dos comunistas terem alguma vez chegado ao poder. Depois de terem chegado ao poder, havia os comunistas Estalinistas e os comunistas Trotskistas, sendo estes últimos energicamente perseguidos e eliminados das fileiras. Agora nós, presumivelmente temos a ala Maoísta do partido comunista e durante algum tempo os desviacionistas Tito e, assim por diante. Em qualquer caso, a ideia principal do cristianismo e do comunismo é a mesma: No topo de um dogma confuso e impossível, assenta uma poderosa e firme hierarquia que dita e interpreta o que a linha dos seus seguidores deve ser, e a morte, terror e represálias são as consequências para aqueles que ousam pensar por si mesmos.

 Não é de todo surpreendente que o arqui-inimigo de ambos esses credos judaicos seja Adolf Hitler, porque ele atreveu-se a sair com uma sadia e natural estrutura social que encarna os princípios que estavam em harmonia com as leis naturais, e com os instintos saudáveis para a preservação da Raça Branca. Assim, nós encontramos a imprensa judaica, a imprensa comunista e o cristianismo, todos em coro, a denunciar Adolf Hitler e a dizer-nos que homem terrível, terrível ele era. Todos perpretam e repetem uma e outra vez as mesmas mentiras judaicas sobre Hitler que os próprios judeus sonharam e forneceram aos seus fantoches bajuladores.

 As semelhanças entre estes credos continuam e continuam. Ambos pregam a destruição da sociedade actual. Eles concentram-se especialmente na destruição e degradação dos elementos mais criativos e produtivos da sociedade como um todo. Ambos denunciam e difamam os melhores elementos da sociedade estabelecida e regozijam-se com falhas e fraquezas humanas, alegando, deste modo, provar a justeza da sua teoria comunista-cristã.

 Os judeus, que são os perpetradores do comunismo, vislumbram a sede das Nações Unidas para, finalmente, descansar em israel e, particularmente, em Jerusalém. O cristianismo também, continua a falar sobre o Sião, a Nova Jerusalém, e olha para Jerusalém como a Terra Santa, a sua origem e sede espiritual.

 Ambos estes credos judaicos, seguem constantemente políticas que são desastrosas para o bem-estar da Raça Branca. Eu já entrei em detalhe considerável sobre os efeitos catastróficos do cristianismo na grande civilização Romana Branca. Também já apontei anteriormente que os judeus na Rússia comunista mataram 20.000.000 dos melhores Russos Brancos. No entanto, os programas e políticas destes dois credos vão muito mais longe do que essas duas grandes catástrofes da história e apontar quão desastrosos os efeitos do cristianismo e do comunismo têm sido sobre as fortunas da Raça Branca, requer um volume inteiro em si mesmo. Creio que temos espalhado por este livro uma tal vastidão de exemplos, que mal é necessário repeti-los novamente aqui.

 Outra semelhança que se manifesta em ambos os credos judaicos, é que ambos têm uma capacidade incurável de apresentar uma profusão de palavreado que é extremamente vago e nublado com a confusão. Não só a verborreia é profusa, como é incrivelmente carente de substância. Este é um velho truque judaico para confundir e baralhar as mentes da sua oposição, sendo esta última enganada ao pensar que todo este vasto conjunto de palavras deve ter algum significado mais elevado além da sua compreensão.

 Para continuar a destruir e derrotar a oposição, ambos os credos desenvolveram a um nível elevado a arte de atirar perversas palavras engatilhadas e palavras de ódio aos seus opositores. Os cristãos desenvolveram palavras de ódio engatilhadas tais como: ateísta, infiel, herege, apóstata, blásfemo, pagão, pecador e anti-cristo. Os comunistas desenvolveram um estábulo inteiro de palavras engatilhadas semelhantes, e algumas delas são: Fascista, Nazi, racista, sectário, preconceituoso e anti-semita. Sem ninguém realmente parar para analisar o que cada uma destas palavras significa e porque é que elas devem ser consideradas como más, estas palavras têm-se desenvolvido a um estado elevado de mal implícito, para que ao chamarem meramente estes nomes, não precisem de debater as questões, mas derrubem sem piedade os seus adversários, sem recorrer a qualquer debate ou raciocínio.

 Se as semelhanças entre cristianismo e comunismo parecem assaz impressionantes, há uma razão muito boa para a sua ideologia paralela. Essa razão é, obviamente, que ambos foram forjados pela estrutura de poder judaico, para o objectivo comum de destruir a Raça Branca. Infelizmente, até esta altura, ambas as ideologias têm sido desvastadoramente eficazes. É, em parte, o propósito deste livro e do Movimento de Criatividade enfrentar este ataque devastador à mente da Raça Branca e desmascarar essas ideologias gémeas judaicas, nos seus propósitos.

 Além disso, estou firmemente convencido, e é a minha conclusão avalizada, de que os judeus nunca poderiam ter impingido o comunismo moderno a uma humanidade martirizada, se eles não tivessem primeiro amaciado, desequilibrado e confundido o intelecto da raça branca, com as armadilhas falaciosas do cristianismo. É, portanto, o objectivo maior da criatividade, ajudar a endireitar o pensamento atordoado da Raça Branca para onde ele, então poderá, e irá, expurgar ambos estes flagelos gémeos judaicos da face da terra.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

louçã e a aliança

sensivelmente a partir dos 0:55 segundos:

«mas esta esquerda grande tem que ser grande também, pela representação dos mais explorados: trabalhadores, precários, reformados, desempregadas, imigrantes, pobres, a aliança de que nós precisamos e como precisamos dessa aliança


se no post anterior, vimos como a parte ilegal da esquerda se associa a alienígenas, aqui vemos também como a parte legal da esquerda faz o mesmo, e sempre o fez.
recordando as palavras do ex-marxista David Horowitz:

«Narrador:
Foi Marcuse quem, finalmente, respondeu à pergunta proposta por Horkheimer no início dos anos 30 «quem poderá substituir a classe trabalhadora como agente da revolução?»

David Horowitz:
Por isso, tinhas que encontrar algum novo eleitorado, quer fosse os estudantes, ou os negros, ou as mulheres, ou os gays ou o que fosse, e Marcuse tinha um Marxismo fluído que se encaixou nisto.»

FONTE


Louçã é um fiel seguidor da escola de Frankfurt e até do seu amo Trotsky, um dos primeiros a dizer que talvez se poderia utilizar os negros para fazerem aquilo que a «classe trabalhadora» não fez...

terça-feira, 29 de novembro de 2011

anarquistas e alienígenas aliados

Radicais anarquistas junto a gangues de bairros perigosos

SIS detectou ligação nos confrontos de 2009 no bairro da Bela Vista, Setúbal, alerta Observatório da Segurança.

O presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) alerta para a formação de uma "aliança preocupante" entre alguns anarquistas mais radicais e elementos de gangues criminosos de bairros problemáticos.

José Manuel Anes revelou ao DN que, já em 2009, o Serviço de Informações e Segurança (SIS) constatou que essa coligação tinha estado em acção nos violentos confrontos contra a polícia no bairro da Bela Vista, em Setúbal, na qual foram usados vários cocktails Molotov, uma "marca" dos extremistas.

FONTE


pois claro. mas já sabemos que os grupelhos de esquerda radical e os gangues perigosos são «peanuts». o que interessa é «informar» a malta e alertar os jovens para o perigo do «radicalismo» xenófobo, e para o perigo dos Breiviks e outros que tais, ocupando horas e horas de debate nas TVs, entrevistas, peças jornalísticas, etc...e até documentários, como há pouco mais de 3 meses na rtp.
mas casos como este estão condenados a 2 ou 3 linhas num jornal e a nem serem mencionados nas TVs.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

a participação judaica na imigração 3ºmundista

a censura ideológica, em pleno século XXI, quer fazer-nos retornar outra vez à Idade das Trevas, como se pode comprovar neste video  (http://www.youtube.com/watch?v=nvP9OlSGB_M), cuja justificação/pretexto para a censura do mesmo é que faz «apologia ao ódio» (mostrar factos, mostrar que as pessoas X e Y fazem Z é «apologia ao ódio». bom pretexto para censurar factos que não convém que se saiba).
mas voltando ao assunto, enquanto a censura não apaga de vez todos os vídeos «incómodos» para o sistema, vamos ver como os judeus participam na imigração vinda do 3º Mundo, neste caso, relativamente aos EUA, cuja população ainda é mais de 50% branca.

jews and Third World Immigration
"The Jewish Stake in Third World Immigration - Dr. William Pierce

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

«racismo», uma invenção trotskista


«Anti-racism is the Marxist ideology of opposition to 'racism'. According to the Oxford English Dictionary, the term “racist” was coined by Leon Trotsky in 1930 in an article attacking the Slavophiles. Leon Trotsky used the term "racism" as early as 1933.  Deracination ideology is a major focus of  Cultural Marxism.»

«Anti-racismo é a ideologia Marxista oposta ao 'racismo'. Segundo o Dicionário Inglês Oxford, o termo "racista" foi cunhado por Leon Trotksy em 1930 num artigo em que atacava os «Eslavófilos». Leon Trotsky usou o termo "racismo" já em 1933. A ideologia de erradicação (genocídio) é um ponto fundamental do Marxismo Cultural.»                                        

FONTE: Metapedia




podem ver também a referência:  «THE OXFORD ENGLISH DICTIONARY, Second Edition, published by Clarendon Press, Oxford, (1989), Volume XIII, page 74.»


mais alguns links esclarecedores:
http://original-nazis.wetpaint.com/page/Trotsky+and+Racism
http://newrightamerica.blogspot.com/2010/01/racist-word-invented-by-ussrs-leon.html
http://www.stormfront.org/forum/t702814/
http://www.marxists.org/archive/trotsky/1930/hrr/ch01.htm
http://1millionunited.org/blogs/blog/2010/01/01/the-trotsky-invented-the-concept-of-racism-myth/
http://www.vnnforum.com/showthread.php?t=63224
http://www.theregister.co.uk/2007/07/23/metapedia/


pois é, não há a mínima dúvida de que o «racismo» é uma invenção recente e que o genocídio da raça branca tal como o multirracialismo foi premeditado e calculado, pelo marxismo cultural e pelo trotskismo.  compreende-se a raiva do judeu Bronstein...numa sociedade multirracial, os judeus passam melhor por brancos de primeira e erradicando os Arianos, seriam os judeus a assumir a posição de líderes mundiais.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

opressão e bárbarie nazi












imagens da liber...coff, coff...da invasão bárbara e opressora da Estónia pelo exército Nazi, liber....ups,  privando assim a população Estónia das garr.....aham....da administração democrática e humanista soviética, facto que não foi nada bem aceite pela população estónia, descontente com a «opressão» e «bárbarie» nazi.
«In Estonia, suffering in a communist hell, the invading Germans were enthusiastically greeted as liberators»
«The Germans permitted the estonians to keep their national flag.»

mas...então...esses...esses...bárbaros incivilizados Estónios estavam insatisfeitos com a humanista, democrática, pacifista ocupação soviética e, ainda por cima, tinham o desplante de saudar a vinda desses exércitos alemães, que toda a gente sabe que são maus, carniceiros, assassinos e opressores??
então não educaram suficientemente bem esses malditos estónios? não lhes ensinaram que os nazis/fascistas não são humanistas, ao contrário desses humanitários, bondosos e democráticos soviéticos?
este Mundo está mesmo perdido...

origens do Politicamente Correcto 2


Por William S. Lind
As Origens do Politicamente Correcto

Resumo:
A América passa hoje pela maior e mais terrível transformação da sua história. Os EUA estão a transformar-se num Estado ideológico, num país com uma doutrina oficial apoiada pelo poder estatal.

Nota editorial:
Bill Lind é director do "Centre for Cultural Conservatism for the Free Congress Foundation" e fez discursos semelhantes a este por diversas vezes em nome da Accuracy in Academia. Este, em particular, foi proferido na American University, em 2000. A sua importância é crucial na medida em que traça as raízes intelectuais do discurso politicamente correcto. Em geral, as pessoas imaginam que as ideias são como o vento, cuja origem é incerta e desconhecida: ora sopra para um lado, ora para outro. Como dizia Ricard Weaver, as ideias têm consequências, e encontrar as suas origens é essencial para combater o mal que delas deriva.

De onde vêm todas essas coisas de que se ouve falar – o feminismo, o movimento gay, as estatísticas inventadas, a história reescrita, as mentiras, os protestos e todo o resto? Pela primeira vez na história os americanos têm motivos para tomar cuidado com o que dizem, com o que escrevem, com o que pensam. Eles têm que ter medo de usar a palavra errada, a palavra tida como ofensiva, insensível, racista, machista ou homofóbica.

Tem-se observado, particularmente neste século, o mesmo cenário noutros países, e a sensação que se tem é de pena e, para dizer a verdade, de diversão, além de soar muito estranho que as pessoas possam permitir-se viver numa situação onde elas tenham medo de usar as palavras que usam. E nós estamos a viver essa situação aqui nos EUA. Primeiro aconteceu nas universidades, mas agora a coisa está a espalhar-se por toda a sociedade. Qual a origem disto? O que é, ao certo?

Nós chamamos-lhe "politicamente correcto". O nome teve origem como uma piada, e nós ainda tendemos a pensar no assunto com metade da seriedade devida. Na verdade, é algo terrivelmente sério. É a grande doença do século, a mesma que fez dezenas de milhões de mortos na Europa, Rússia, China, em todo o mundo. É a doença da ideologia.

Se olharmos o problema de maneira analítica, de maneira histórica, rapidamente descobriremos a sua natureza exacta. Politicamente correcto é igual a marxismo cultural. É marxismo traduzido de termos económicos para termos culturais. É um esforço que começa não nos anos 1960, com os hippies e o movimento pacifista, mas sim na Primeira Guerra Mundial. Se nós compararmos os conceitos básicos do politicamente correcto com o marxismo, o paralelo entre eles é bastante óbvio.

Em primeiro lugar, ambos são ideologias totalitárias. A natureza totalitária do politicamente correcto não poderia ser revelada de maneira mais clara do que nos campus universitários, os quais muitos deles são hoje em dia pequenas Coreias do Norte com jardim, onde os estudantes e professores que ousam cruzar qualquer dos limites colocados por feministas, ou por activistas pró-homossexuais, ou por grupos negros ou hispânicos locais, ou quaisquer outros grupos de que o politicamente correcto possa girar em torno, rapidamente se vêem em problemas judiciais. Dentro do pequeno sistema legal da universidade, eles enfrentam acusações formais – alguns procedimentos inquisitórios – e punição.  Essa é uma pequena amostra daquilo que o politicamente correcto pretende para todo o país.

Na verdade, todas as ideologias são totalitárias porque a essência de uma ideologia (lembro que o conservadorismo, correctamente entendido, não é uma ideologia) é afirmar, com base numa filosofia, que certas coisas devem estar de acordo com ela – como, por exemplo, a ideia de que toda a história da nossa cultura resume-se à opressão das mulheres. Como a realidade contradiz essa filosofia, então a própria realidade deve ser proibida. E é preciso tornar-se proibida para que reconheçamos a realidade da nossa história. As pessoas devem ser obrigadas a viver uma mentira, e já que as pessoas são naturalmente relutantes em fazê-lo, elas naturalmente usam os olhos e ouvidos e pensam: "Espera um minuto. Isto não é verdade. Eu consigo ver que não é". Então o poder do Estado deve ser colocado por detrás da exigência de se viver uma mentira. É por isso que ideologias invariavelmente dão origem a Estados totalitários.

Em segundo lugar, o marxismo cultural do politicamente correcto, como a economia marxista, tem uma singular explicação da história. A economia marxista afirma que toda a história é determinada pela propriedade dos meios de produção. O marxismo cultural, ou politicamente correcto, afirma que a história é determinada pelo poder, onde grupos são definidos em termos de raça, sexo, etc., e têm o poder sobre outros grupos. Nada mais importa. Na verdade, toda a literatura é sobre isso. Todas as coisas passadas têm a ver com isso.

Em terceiro lugar, do mesmo modo que certos grupos na economia marxista clássica, i.e. trabalhadores e camponeses, são bons à priori, e outros grupos, i.e. burgueses e donos de capital, são maus, no marxismo cultural politicamente correcto certos grupos também são bons – mulheres feministas (apenas elas, mulheres não-feministas são tidas como inexistentes), negros, hispânicos, homossexuais. Esses grupos são escolhidos para serem "vítimas" e, por isso, são automaticamente bons, independentemente do que façam. Similarmente, machos brancos são automaticamente determinados para serem maus, tornando-se assim o equivalente aos burgueses da economia marxista.

Em quarto lugar, ambos (marxismo económico e cultural) baseiam-se na expropriação. Quando os marxistas clássicos – os comunistas – tomaram o poder na Rússia, eles expropriaram a burguesia tomando as suas propriedades. Do mesmo modo, quando os marxistas culturais tomam um campus universitário, eles expropriam através de quotas de admissão. Quando um estudante branco mais qualificado tem a sua admissão negada em favor de um negro ou de um hispânico não tão qualificado, o estudante branco é expropriado. Empresas de propriedade de brancos não conseguem um contrato porque este é reservado para uma empresa de propriedade de, digamos, hispânicos ou mulheres. Logo, expropriação é a principal ferramenta para ambas as formas de marxismo.

E, finalmente, ambos têm um método de análise que automaticamente dá a resposta que eles querem. Para o marxista clássico, o método é a economia marxista. Para o marxista cultural, o método é o desconstrucionismo. Essencialmente, o desconstrucionismo remove todo o sentido de um texto e reinsere qualquer sentido desejado. Então nós descobrimos, por exemplo, que toda a obra de Shakespeare é sobre a opressão das mulheres, ou a Bíblia é sobre raça e sexo. Todos estes textos tornaram-se úteis para provar que "toda a História é sobre quais grupos têm poder sobre os outros". Por isso os paralelos são tão evidentes entre o marxismo clássico - que nós conhecemos da antiga União Soviética - e o marxismo cultural - que nós vemos hoje como politicamente correcto.

Mas os paralelos não são acidentais. Os paralelos não vieram do nada. O facto é que o politicamente correcto tem uma história muito mais longa do que as pessoas pensam, excepto para um pequeno grupo de académicos que têm estudado o assunto. E a história vai, como eu disse, de volta à Primeira Guerra Mundial, da mesma forma que tantas patologias que vêm destruindo a nossa sociedade e, no fundo, a nossa cultura.

A teoria marxista dizia que quando a guerra generalizada na Europa chegasse (como aconteceu em 1914), a classe trabalhadora da Europa iria levantar-se e derrubar os seus respectivos governos – os governos burgueses – porque os trabalhadores tinham mais em comum com os seus pares de outros países do que com a burguesia e a classe dominante nos seus próprios países. Bem, 1914 chegou e isso não aconteceu. Por toda a Europa os trabalhadores agarraram-se às suas bandeiras nacionais e marcharam satisfeitos para lutar uns contra os outros. O Kaiser apertou as mãos dos social-democratas alemães e disse que naquele momento não havia partidos, só havia alemães. E isso aconteceu em cada país da Europa. Alguma coisa estava errada.

Os marxistas sabiam que, por definição, esse algo não poderia ser a teoria. Em 1917, finalmente conseguiram um golpe Marxista na Rússia e parecia que a teoria estava a funcionar, mas estagnou outra vez. Não se espalhou e quando, logo após o final da Guerra, foram feitas tentativas de propagação com a revolução Espartaquista em Berlim, com o governo de Béla Kun na Hungria ou com o Soviete de Munique, os trabalhadores não as apoiaram. Por isso, alguma coisa estava errada.

Então os marxistas tinham um problema. E dois marxistas começaram a pensar nisso: Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria. Gramsci disse que os trabalhadores jamais iriam perceber os seus verdadeiros interesses de classe, tal como definidos pelo marxismo, até serem libertados da cultura ocidental, particularmente do Cristianismo, uma vez que todos eles estavam cegos pela religião e pela cultura aos seus reais interesses de classe. Lukács, que foi considerado o teórico marxista mais brilhante desde o próprio Marx, perguntou-se, em 1919: "Quem irá salvar-nos da cultura ocidental?"
Ele também teorizou que o grande obstáculo à criação do paraíso marxista era a cultura e, por conseguinte, a própria civilização ocidental.

Lukács teve a ocasião de pôr as suas idéias em prática, porque quando o governo bolchevique de Béla Kun tomou o poder na Hungria em 1919, ele tornou-se Comissário para a Cultura naquele país, sendo que o seu primeiro acto foi introduzir a educação sexual nas escolas húngaras. A medida assegurou que os trabalhadores não apoiassem o governo, porque os húngaros detestavam-na, tanto trabalhadores como qualquer um.  Mas ele já tinha feito a conexão que hoje muitos de nós encaramos com surpresa, como uma coisa moderníssima.

Em 1923, na Alemanha, foi fundado um centro de estudos que tomou para si a tarefa de traduzir o marxismo de termos económicos para culturais, o que criou o politicamente correcto que conhecemos hoje, tendo, portanto, as suas bases assentes essencialmente no fim da década de 1930. Isso foi possível por causa de Felix Weil, filho de um milionário comerciante alemão, que se tornou marxista e tinha bastante dinheiro para gastar. Contrariado com as divisões dentro das fileiras marxistas, Weil patrocinou a Primeira Semana de Trabalho Marxista, reunindo Lukács e muitos outros importantes pensadores alemães para discutir sobre as diferenças do marxismo.

Então Weil decide que era preciso criar um think thank. Washington está cheia de think thanks, e nós pensamos que eles são novidades. Na verdade, eles existem há muito tempo. Weil subsidiou um instituto associado à Universidade de Frankfurt, fundado em 1923, que era originariamente para ser conhecido como o Instituto para o Marxismo. Mas as pessoas por detrás dele decidiram logo no começo que não era do seu interesse serem identificados abertamente como marxistas. A última coisa que o politicamente correcto quer, é que as pessoas percebam que ele é uma forma de marxismo. Então eles decidiram chamá-lo de Instituto de Pesquisa Social.

Weil era muito claro quanto aos seus objectivos. Em 1971, quando o Instituto de Pesquisa Social rapidamente ficava conhecido informalmente, ele escreveu para Martin Jay - autor de um livro sobre os princípios da Escola de Frankfurt – e disse: "Eu quero que o Instituto fique conhecido, talvez até famoso, em função das suas contribuições para o marxismo." Bem, ele teve o que queria. O primeiro director do Instituto, um economista austríaco chamado Carl Grunberg, finalizou o seu discurso, de acordo com Martin Jay, "colocando de maneira clara a sua convicção pessoal na metodologia científica do marxismo". Segundo ele, o marxismo seria o princípio norteador do Instituto, e isso nunca mudou.
Os trabalhos iniciais do Instituto eram convencionais, mas em 1930 foi assumido por um novo director chamado Marx Horkheimer, e as visões dele eram bem diferentes. Ele era definitivamente um marxista renegado. As pessoas que criaram e formaram a Escola de Frankfurt eram todos eles marxistas renegados. Eles eram ainda verdadeiramente marxistas no seu pensamento, mas tinham efectivamente saído do Partido. Moscovo, se observasse o que eles faziam, diria algo como "Ei, isto não somos nós, não vamos apoiar uma coisa destas."

A primeira heresia de Horkheimer é que ele era muito interessado em Freud, e a chave para que ele pudesse traduzir o marxismo de termos económicos para termos culturais era essencialmente a sua combinação com o freudismo. Mais uma vez, Martin Jay escreve que "Se podemos afirmar que, no começo da sua história, o Instituto preocupava-se primeiramente com a subestrutura sócio-económica da sociedade burguesa" – e eu observo que Jay é simpatizante da Escola de Frankfurt, não estou a citar um crítico dela aqui –, "nos anos que se seguiram, os seus interesses iniciais eram pela sua superestrutura cultural. De facto, a fórmula marxista tradicional, no que diz respeito à relação das duas, foi posta em questão pela Teoria Crítica."

Todas essas coisas da moda – feminismo radical, os departamentos de estudos das mulheres, dos gays, dos negros – todas elas são ramificações da Teoria Crítica. O que a Escola de Frankfurt faz essencialmente é usar tanto o marxismo como o freudismo nos anos 1930 para criar o que se conhece por Teoria Crítica. O termo é engenhoso porque ficamos tentados a perguntar, "Do que se trata a teoria?" A teoria serve para criticar. A teoria é o caminho para destruir a cultura ocidental e não aceitar que o capitalismo seja uma alternativa. Os seus teóricos recusam-se explicitamente a aceitar essa hipótese. Eles afirmam que a alternativa capitalista não é válida, uma vez que não nos é dado imaginar como deve ser uma sociedade livre (a definição deles de sociedade livre). Dado que nós estamos sob repressão – a repressão da ordem capitalista que cria (na teoria deles) a patologia descrita por Freud da repressão individual – nós não podemos imaginá-la. A Teoria Crítica resume-se simplesmente a criticar. E isso exige a crítica mais destrutiva possível, em todas as possibilidades, projectada para destruir a ordem contemporânea. E, claro, quando ouvimos das feministas que toda a sociedade está contra as mulheres e assim por diante, esse tipo de crítica deriva da Teoria Crítica. Tudo vem dos anos 1930, não dos anos 1960.

Outros membros importantes que se juntaram à equipa foram Teodor Adorno mas, especialmente, Erich Fromm e Herbert Marcuse. Fromm e Marcuse introduziram um elemento que é central no politicamente correcto: o sexo; particularmente Marcuse, que nos seus próprios escritos clamava por uma sociedade "polimorficamente perversa", a sua definição para a sociedade futura que desejava criar. Nos anos 1930, Marcuse escrevia coisas bastante extremadas sobre a necessidade de libertação sexual, mas essa acabou por tornar-se uma bandeira de todo o Instituto. Mais uma vez, um dos principais temas do politicamente correcto começou nos anos 1930. Na visão de Fromm, masculinidade e feminilidade não reflectiam diferenças essenciais como os românticos tinham pensado. Na verdade, essas diferenças derivavam de funções da vida, que eram em parte socialmente determinadas. "Sexo é uma convenção; diferenças sexuais são convenções."

Outro exemplo é a ênfase que verificamos hoje no ecologismo. "Desde Hobbes, o materialismo levou a uma manipulação dominadora sobre a natureza". Este é Horkheimer a escrever, em 1933, na obra Materialismus und Moral. "O tema da dominação do homem sobre a natureza", de acordo com Jay, "tinha que tornar-se numa preocupação central da Escola de Frankfurt nos anos seguintes." "O antagonismo da fetichização do trabalho de Horkheimer (aqui ele está obviamente partindo da ortodoxia marxista) expressa outra dimensão do materialismo, da demanda pelo humano, pela felicidade sensual." Num dos seus mais profundos ensaios, Egoísmo e o Movimento para a Emancipação, escrito em 1936, Horkheimer diz "discute a hostilidade em relação à gratificação pessoal, inerente à cultura burguesa." E ele especificamente faz referência favorável ao Marquês de Sade, pelo seu "protesto... contra o ascetismo em nome de uma moral mais elevada."

Mas como as coisas chegaram a esse ponto? Como entraram nas nossas universidades e nas nossas vidas? Os membros da Escola de Frankfurt são marxistas, mas também são judeus. Em 1933, os nazis tomaram o poder na Alemanha e, naturalmente, fecharam o Instituto de Pesquisa Social. Os membros do Instituto deixaram o país. Eles foram para Nova York, onde o Instituto foi restabelecido com o apoio da Columbia University. E gradualmente os membros do Instituto, durante os anos 1930 – apesar de muitos deles ainda escreverem em alemão – mudaram o foco da Teoria Crítica sobre a sociedade alemã - o criticismo sobre cada aspecto daquela sociedade - para a sociedade americana. E houve outra importante transição quando chegou a guerra. Alguns deles foram trabalhar no governo, incluindo Herbert Marcuse, o qual se tornou figura chave na OSS (a precursora da CIA), e muitos outros, incluindo Horkheimer e Adorno, mudaram-se para Hollywood.

Estas origens do politicamente correcto não significariam muito para nós hoje, se não fossem dois eventos subsequentes. O primeiro foi a rebelião dos estudantes nos anos 1960, a qual se deu em grande parte pela resistência à convocação para as forças armadas e à Guerra do Vietname. Mas os estudantes rebeldes precisavam de algum tipo de teoria. Eles não podiam simplesmente dizer: "Que se lixe, nós não vamos"; eles precisavam de alguma base teórica por detrás disso. Poucos deles estavam interessados em embrenhar-se na leitura de "O Capital". O marxismo económico clássico não é nada leve, e a maioria dos radicais da década de ‘60 eram pouco profundos. Felizmente para eles, e infelizmente para o nosso país como um todo – não só para a universidade – Herbert Marcuse permaneceu na América depois da Escola de Frankfurt restabelecer-se na Alemanha após a Guerra. Na Alemanha, enquanto Adorno ficava estarrecido quando rebentou a rebelião por lá – os estudantes invadiram a sala de aula de Adorno e ele chamou a polícia para prendê-los –, Herbert Marcuse, que permaneceu nos EUA, viu na revolta a grande oportunidade. Ele percebeu a oportunidade de transformar os trabalhos da Escola de Frankfurt na teoria da New Left nos EUA.

Um dos livros de Marcuse foi essencial para o processo. Este livro transformou-se na bíblia do SDS (*) e dos estudantes rebeldes dos anos 1960. Em Eros e a Civilização, Marcuse argumenta que debaixo da ordem capitalista (ele maquilha fortemente o marxismo, o sub-título é Uma Investigação Filosófica de Freud, mas o esqueleto é marxista) a repressão é a sua essência, e disso resulta na descrição freudiana: o indivíduo com todos os complexos e neuroses em função do desejo sexual reprimido. É possível visualizar um futuro - quando se puder destruir a ordem repressiva vigente – no qual sendo Eros libertado, liberta a libido, o que conduz ao mundo da "perversidade polimórfica" onde "cada um pode fazer o que quiser". Diga-se de passagem, nesse mundo não haverá mais trabalho, apenas diversão. Que mensagem maravilhosa para os radicais dos anos 1960! Eles eram estudantes, eram babyboomers, e estavam a crescer sem terem que preocupar-se com nada, excepto eventualmente em arranjar um emprego. E aqui temos um indíviduo que escreve umas coisas muito fáceis de serem seguidas. Ele não exige dos jovens densas leituras de marxismo e, principalmente, diz-lhes as coisas que querem ouvir. "Faça o que quiser", "É bom fazer isto" e "Vocês nunca vão ter que trabalhar". Aliás, Marcuse foi o homem que inventou a frase "Faça amor, não faça a guerra." Voltando para o problema enfrentado nos campus, Marcuse define "tolerância libertadora" como intolerância para tudo o que vem da direita e tolerância para qualquer coisa que venha da esquerda. Marcuse juntou-se à Escola de Frankfurt em 1932 (salvo engano). Mais uma vez, a coisa começou na década de ‘30.

Por fim, a América passa hoje pela maior e mais terrível transformação da sua história. Os EUA estão a transformar-se num Estado ideológico, num país com uma doutrina oficial apoiada pelo poder estatal. Há pessoas a cumprir pena por "crimes de ódio", ou seja, crimes políticos. E o Congresso movimenta-se no sentido de expandir essa categoria de crimes ainda mais. A acção afirmativa é parte disso. O terror contra qualquer um que discorde do ‘politicamente correcto’ nas universidades é parte disso. Exactamente aquilo que aconteceu na Rússia, na Alemanha, na Itália, na China, está a ocorrer aqui. E nós não percebemos porque nós chamamos-lhe "politicamente correcto" e rimo-nos. A minha mensagem é que isso não tem graça nenhuma, está bem aqui, está a crescer, e eventualmente vai destruir – como deseja fazer, tudo o que nós sempre entendemos como a nossa liberdade e a nossa cultura.


(*): SDS é a Students for a Democratic Society, uma organização estudantil fundada em 1960 para promover a participação em assuntos governamentais (após o início da Guerra do Vietname dedicou-se a protestar activamente contra a guerra).

Publicado por Academia.org

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

o que é realmente o sionismo

zionism a scam - A section of the jews avows itself quite openly as an alien people, but even here there is another falsehood. When the zionists try to make the rest of the world believe that the new national consciousness of the jews will be satisfied by a jewish state in Palestine, the jews thereby adopt another means to dupe the simple-minded gentile. They have not the slightest intention of building up a jewish state in Palestine so as to live in it. What they really are aiming at is to establish a central organization for their international swindling and cheating. - A. Hitler, Page 184, Main Kampf

sionismo uma fraude - Alguns judeus declaram-se abertamente como alienígenas, mas mesmo aqui há outra mentira.  Quando os sionistas tentam fazer o resto do Mundo acreditar que a nova consciência nacional dos judeus ficará satisfeita com um estado judeu na Palestina, os judeus adoptam, deste modo, outras formas de ludibriar os gentios ingénuos. Eles não têm a mais leve intenção de construir um estado judeu na Palestina para lá viverem.  O que eles realmente visam, é estabelecer uma organização central para a sua tramóia e trapaça internacionalista. - Adolf Hitler,  Pág. 184, Mein Kampf

sábado, 12 de novembro de 2011

o polvo maçónico























Mais de 80 Maçons em cargos influentes na política e economia
«Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta...»

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

influência armenóide na Europa




















AUTOR: Bertil Lundman, 1956

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

o «anti-semitismo» na URSS sionista

alguns revisionistas e vigaristas da história têm tentado fazer crer que na URSS sionista-marxista, havia muito anti-semitismo e perseguições a judeus.
até o judeu Bronstein (Trotsky) foi morto e tudo (por motivos de divergência política e lutas de poder, mas isso não lhes interessa, claro).
pois bem, o camarada Djugachvilli (filho de judeu) ou Koshba (herói judeu) para os amigos, e que foi casado com 3 judias, dizia isto:

"National and racial chauvinism is a vestige of the misanthropic customs characteristic of the period of cannibalism. Anti-semitism, as an extreme form of racial chauvinism, is the most dangerous vestige of cannibalism...under USSR law active anti-Semites are liable to the death penalty." (Stalin, Collected Works, vol. 13, p. 30).


outro judeu (semi-judeu, com contributos asiáticos e Europeus) , o camarada Lénine, fazia discursos contra o anti-semitismo e os pogroms contra os judeus.

Lenin speaks against Anti-Jewish Pogroms, О погромной травле евреев

sexta-feira, 29 de julho de 2011

subhaplogrupos da linhagem R1b

Zapatero quer Eurábia e «conciliação» com islão

José Luis Rodríguez Zapatero - Royal & Zapater...

Spain: Zapatero wants Morocco and Turkey in the EU as a “gesture of conciliation with the Islamic world”

«That the only casualties of the twin bombings of Norway are European origin and people outside the Islamic religion has not prevented the Spanish Prime Minister Jose Luis Rodriguez Zapatero, from calling on EU leaders for Morocco and Turkey to be allowed entry into the European Union as a gesture of reconciliation with the Islamic world.

The Spanish Government’s President spoke about that support in phone calls to both to the Turkish Prime Minister Recep Tayyip Erdogan, and the Alawite ruler of Morocco (what do Erdogan and King Mohammed VI have to do with Norwegian murder? No Muslim was murdered, no Moroccan or Turkish citizen was murdered or hurt…), in which he reiterated his commitment to the alliance of civilizations as the only way possible for a north-south agreement. Zapatero argues that both Turkey and Morocco meet the requirements set by the EU to join their project.»


para ler mais, ver aqui:

FONTE

quarta-feira, 27 de julho de 2011

esquerda radical vs nacionalismo - update





























ataques terroristas na UE, entre 2007 e 2010
(nota: cada vez mais terrorismo esquerdista e ZERO terrorismo nacionalista em 2010, tal como em 2008)

mais uma que não vai aparecer nos me(r)dia pró-esquerdistas e pró-terroristas.

afinal a raça interessa?



vejam este fdp porco maçónico, filho do igualmente porco maçónico M. Soares...primeiro começa por tentar fazer do PS a «vítima» disto, confundindo o Partido Trabalhista Norueguês, com o Partido Socialista.
depois, sensivelmente, a partir do segundo 00:50 diz o seguinte:
«é um extremista. é um extremista branco, nórdico, norueguês, que usa os métodos do extremismo islâmico, para uma acção fundamentalista, assassina e terrorista»

então mas não é esta escumalha que passa a vida a dizer que a raça não interessa, que o crime não tem côr, nacionalidade, e bla, bla, bla?  então agora para culpar o branco, já interessa dizer que ele é branco?
e se não fosse branco? diria que era um «extremista negro/muslo/àrabe» etc, etc? pergunta de retórica, claro...
se os media não revelam a raça/nacionalidade de muitos crimes para «evitar a discriminação», está tudo dito.

depois no resto da entrevista, passa o tempo todo a revelar a sua azia e medo da «extrema-direita»...à qual o indíviduo não só já não pertence há muito tempo, como até repudia algumas das suas ideias (racialismo, anti-sionismo, etc)
então mas não era esta escumalha que estava sempre a dizer que não se devia «generalizar»? que, no fundo, a maioria dos muslos e estrangeiros até são «bonzinhos» e que os maus são uma minoria?
então e agora, mesmo que este louco pertença à «extrema-direita», este acto já serve para «generalizar» a toda a «extrema-direita»??  afinal são ou não são, contra as generalizações? ou são só contra algumas?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Oslo - violações, drogas, imigrantes

Oslo: Rape, drugs and immigrants

«multiculturalismo é como o comunismo»













"I believe that the idea of multiculturalism is on the same level with communism of the 1970's Finland. We had only one truth that no-one could criticize. Today immigration and multiculturalism are a similar idea and ideology; completely above all criticism. I don't believe that multiculturalism in this contemporary context can do us good or that mixing these cultures and religions completely could only be a positive thing."

Tero Vaara (músico finlandês)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

«coisas» que os média não mostram




















actos terroristas da extrema-esquerda e da «extrema-direita», na UE, entre 2007 e 2009.


FONTE

mais mentiras - Breivik não é «Nazi»




Breivik define-se como um "conservador cultural" e afirma: "Precisamos de influenciar outros conservadores culturais para que adoptem a nossa linha de raciocínio anti-racista, pró-homossexual e pró-israel".
Anders Behring Breivik, 14 de setembro de 2009

FONTE

mais:
«Behring studied at the Oslo Commerce School, and is described by newspaper Verdens Gang as Conservative and nationalist.[3] He is also described as a one-time freemason.[4] He expresses his sympathies for Winston Churchill and Norwegian anti-nazi World War II hero Max Manus on his alleged Facebook profile.»

FONTE


Breivik não passa de um fundamentalista cristão e anti-muçulmano, mas é sionista, anti-racista, pró-gay e até anti-Nazi. nada tem de Nazi, mas uma mentira muitas vezes propagandeada pelos media, na ânsia de culparem os «demónios» Nazi-fascistas, já passa por verdade...
é a merda do costume.

é assim que querem descredibilizar?























o que é que um cristão com óbvias ligações à maçonaria (ver foto) e que nem sequer tem ligações a qualquer partido Nacionalista, para lá da pretensa simpatia, tem a ver com os Nacionalistas?
desde quando é que um louco isolado e encomendado por alguém, com óbvios propósitos políticos, representa o Nacionalismo?
qualquer Nacionalista repudia e despreza estes actos...

qualquer gajo decente repudia estes actos e não se revê neles, mas também percebe que existe uma clara intenção política nisto. 
este Breivik encomendado, vai servir para mais chantagem psicológica (terrorismo psicológico), e para mais perpetuar de ditadura esquerdista «estão a ver? estão a ver como a "extrema-direita" é toda mázinha?»

enfim, típico da propaganda e da lavagem cerebral...
campanha mediática intensíssima, nunca vista, porque o tipo se trata de um suposto «extremista de direita», mas silenciada sempre que se trata de um terrorista esquerdista ou islâmico...aí já não interessa, ou merece apenas nota de rodapé.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

origens do Politicamente Correcto

The History of Political Correctness (Complete)
Pela primeira vez, os Americanos hoje, não são livres de dizer o que pensam. Se eles dizem algo ofensivo, insensível ou, pior que tudo, palavras de ódio, podem ter sérios problemas. Eles podem ser punidos por violarem os mandamentos sagrados dos anos 90, conhecidos comummente como Politicamente Correcto.
O Politicamente Correcto é um fenómeno novo?
Vamos mostrar-lhe esta noite que o Politicamente Correcto tem sido fabricado há mais de 8 décadas.

(...)

E parece que a deterioração da sociedade é exactamente aquilo que o Politicamente Correcto persegue...
mas afinal o que é o Politicamente Correcto?
Você está prestes a ver: o Politicamente Correcto é nada mais do que uma ideologia Marxista. Marxismo traduzido da economia para a cultura, num esforço que vem, não dos anos 60, mas da Primeira Guerra Mundial.

a Teoria Marxista previu que se a Guerra chegasse à Europa, a classe trabalhadora de todo o país Europeu, revoltar-se-ia, mas essa teoria revelou-se errada.
Quando a Primeira Guerra Mundial começou em 1914, a lealdade dos trabalhadores ao seu país, revelou-se mais forte do que a dita "Consciência de Classe". Alegremente, puseram o seu uniforme. Francês, ou Alemão, Austríaco ou Russo ou Britânico, e marcharam aos milhões, para lutarem entre si.
Em 1917, uma Revolução Marxista ocorreu na Rússia, mas não se alargou à Europa Ocidental. Novamente, contradizendo a Teoria Marxista Ortodoxa.

William Lind:
Quando a Guerra acabou, os Teóricos Marxistas, tiveram que perguntar-se o que tinha corrido mal.
Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukács na Hungria, acreditavam que tinham a resposta. Gramsci e Lukács argumentaram que a Cultura Ocidental tinha cegado a Classe Trabalhadora aos seus verdadeiros interesses Marxistas de Classe. Antes de uma Revolução Marxista poder ter lugar, a Cultura Ocidental tinha que ser destruída.

Em 1919, Lukács, que foi considerado o mais brilhante Teórico Marxista desde o próprio Marx, perguntou "quem irá salvar-nos da Civilização Ocidental?". Nesse mesmo ano, 1919, Lukács tornou-se Deputado Comissário para a Cultura no governo Bolchevique de Béla Kun na Hungria, onde lançou um programa de terrorismo cultural. Como parte desse programa, Lukács introduziu um programa de educação sexual radical nas Escolas da Hungria. O Politicamente Correcto como o conhecemos, estava já a tomar forma.

Lazlo Pasztor (Federação Nacional dos Húngaros Americanos):
Ele tentou, na verdade, enfraquecer a Unidade da família e essa foi uma das razões pelas quais ele tentou introduzir educação sexual.

Narrador:
Laszlo Pasztor, um líder da resistência Húngara contra a tomada comunista da Hungria após a I Guerra Mundial, explica porque é que as crianças foram seleccionadas como alvos.

Laszlo Pasztor:
Sabe? É sempre mais díficil converter um adulto, para fazer algo que ele foi ensinado a não fazer. 

Narrador:
O programa deixou grandes efeitos residuais na Hungria.

Laszlo Pasztor:
A única coisa que era permitido aceitar, eram os conceitos de Béla Kun. E o que eles ensinavam, era assim e nada mais! O pensamento livre era um pecado muito grande.

Narrador:
O governo de Béla Kun durou apenas alguns meses, em parte, porque a Classe Trabalhadora Húngara estava indignada com o ataque de Georg Lukács à tradicional Cultura Ocidental.

Mas, entretanto, na Alemanha, uma nova tentativa de criar uma crítica Marxista da Cultura Ocidental estava a tomar forma. Ali, o jovem e saudável filho de um milionário comerciante de cereais, Felix Weil, quis estabelecer um Instituto para política pública. Um "think-tank" para servir de casa para o pensamento Marxista avançado. Modelado no Instituto Marx-Engels em Moscovo, o "think-tank" de Weil, esteve originalmente para ser chamado "O Instituto Para O Marxismo".
 
Martin Jay, Presidente do Departamento de História em Berkeley e autor de uma história da Escola de Frankfurt, explica porque é que o nome foi alterado para "Institut für Sozialforschung" - Instituto Para Pesquisa Social.
 
Martin Jay, Universidade da Califórnia, Berkeley:
Penso que eles tinham bastante interesse em evitar ser muito rotulados, daí esse nome bastante suave "O Instituto para Pesquisa Social."

Narrador:
O Instituto estava afiliado com a Universidade de Frankfurt em Frankfurt na Alemanha, e, na altura, tornou-se conhecido simplesmente como a Escola de Frankfurt.

A Escola de Frankfurt abriu formalmente as portas a 22 Junho de 1924, mas já tinha tido o seu primeiro Seminário de Teoria na Primavera de 1923. Ali, quase 2 dúzias de estudiosos Marxistas juntaram-se para o que Weill, o sponsor, chamou a "Semana de Estudos Marxistas". Um dos participantes foi Richard Sorge, mais tarde um famoso Espião Soviético. Outro, foi Georg Lukács. Os escritos de Lukács sobre a cultura, foram a base de grande parte do programa. Quase metade dos participantes nesta "Semana de Estudos Marxistas", seriam, mais tarde, afiliados à Escola de Frankfurt.

William Lind:
Seguindo a direcção de Lukács, a Escola de Frankfurt seria o veículo que traduziu o Marxismo da
Economia para a Cultura. Dando-nos o que agora conhecemos como Politicamente Correcto.

Narrador:
O primeiro director da Escola de Frankfurt foi um economista Austríaco Marxista chamado Carl Grünberg. O principal esforço de Grünberg foi estabelecer firmemente a natureza do instituto Marxista. No seu discurso público inaugural, que abriu o novo edifício do instituto em Frankfurt, Grünberg disse:

"Tem sido a nossa intenção, aqui desde o início, manter a uniformidade na forma como olhamos para os problemas e os resolvemos. Eu, também, sou um dos oponentes da ordem económica, social e legal que nos tem sido legada pela história, e eu, também, sou um dos apoiantes do Marxismo. No novo instituto de pesquisa, o Marxismo terá, a partir de agora, uma casa."

Narrador:
Sob Carl Grünberg, a Escola de Frankfurt trabalhou principalmente sobre as questões económicas e o movimento laboral, assuntos Marxistas convencionais. Mas em 1930, Grünberg  foi substítuido como director por um jovem intelectual Marxista com ideias muito diferentes - Max Horkheimer.
Horkheimer depressa começou a usar o instituto para desenvolver um novo Marxismo, muito diferente do Marxismo da União Soviética.

William Lind:
Primeiro, reconhecendo o sucesso económico do capitalismo, Horkheimer anunciou que a revolução era improvável de vir da classe trabalhadora. A Escola de Frankfurt teria de encontrar um substituto.

Martin Jay:
Bem, essa era a grande questão. A grande questão é: «haverá um substituto para a classe trabalhadora?»

Narrador:
A Escola de Frankfurt não haveria de encontrar uma resposta para esta questão até aos anos 60, mas entretanto, Horkheimer começou a recuperar o trabalho de Lukács, ao fazer da cultura e não da economia, o Foco central do trabalho da Escola de Frankfurt.

Como escreve Martin Jay na sua história da Escola de Frankfurt, "The Dialectical Imagination", se pode ser dito que durante os primeiros anos da sua história, o instituto envolveu-se principalmente em análises da Subestrutura Sócio-Económica da Sociedade Burguesa, nos anos após 1930, o seu principal interesse está na sua Superestrutura Cultural. De facto, a fórmula tradicional Marxista quanto ao relacionamento entre os dois, foi colocada em questão.

William Lind:
A chave para o trabalho da Escola de Frankfurt na cultura, foi o cruzamento de Marx com Freud. Tal como o Marxismo Clássico Económico disse que debaixo do capitalismo a classe trabalhadora era oprimida, também a Escola de Frankfurt usou Freud para dizer que debaixo da Cultura Ocidental todos viviam num estado constante de repressão psicológica.

Martin Jay:
Então havia Freudianos radicais durante este período, esperando usar a Psicanálise para acabar com o que Reich chamou "alienação sexual", que eles achavam tão importante como a alienação económica.

Narrador:
A solução, segundo a Escola de Frankfurt, era não apenas uma revolução política para derrubar o capitalismo, mas uma revolução social e cultural, também. Para continuar o trabalho do Instituto nas questões culturais, Horkheimer trouxe algum sangue novo.

Os novos membros incluiram o, por vezes, crítico de música Theodor Adorno. Martin Jay vê esta adição como decisiva.

Martin Jay:
Bem, Adorno foi talvez o mais eficaz e, penso eu, brilhante de todos os membros da Escola de Frakfurt.

Narrador:
Outro novo membro foi Erich Fromm. Fromm, um psicanalista praticante, foi célebre pela sua Psicologia Social Marxista radical. Ele criou o conceito de libertação sexual e políticas de género.

Segundo Martin Jay, na visão de Fromm, a masculinidade e feminilidade não reflectiam diferenças sexuais essenciais, mas eram, em vez disso, derivados de diferenças nas funções vitais, que eram, em parte, determinadas socialmente.

William Lind:
Outra parte do Politicamente Correcto estava a ser organizada.
 
Narrador:
Em 1932, Herbert Marcuse tornou-se um membro do Instituto de Pesquisa Social. Marcuse tornar-se-ia finalmente no mais importante membro da Escola de Frankfurt para o desenvolvimento do Politicamente Correcto. Nos anos 1950 e 60, Marcuse iria completar a tradução do Marxismo para a cultura, e injectá-lo na Nova Esquerda («New Left»). Martin Jay resume tudo.
 
Martin Jay:
Na qual, Marcuse nos Estados Unidos representou as inclinações mais radicais da escola. De alguma forma, continuando o trabalho que eles tinham feito nos anos 1920 e 30. Um trabalho que foi inspirado na Filosofia igualitária de Marx. Muito interessado, na crise tanto do capitalismo como da democracia liberal, tentando encontrar alternativas à classe trabalhadora.

William Lind:
Como temos visto, a Escola de Frankfurt, Marxista na origem, quis criar uma revolução cultural contra a Sociedade Ocidental. Nos anos 1930, deram o seu primeiro passo importante.

Narrador:
Nos anos 1930, a obra de Horkheimer, Adorno, Fromm e Marcuse emitiu o seu primeiro produto tangível - a Teoria Crítica.

William Lind:
O termo Teoria Crítica é parecido com um jogo de palavras. Somos tentados a perguntar o que é a Teoria. A resposta é: a teoria é criticar. Através da crítica destrutiva incessante de todas as instituições da Sociedade Ocidental, eles esperavam derrubar essa sociedade. a Teoria Crítica é a base para os Estudos Gays, Estudos Negros, Estudos Feministas e vários outros Departamentos de Estudos encontrados nos Campus Universitários Americanos hoje. Esses departamentos são a base de operações do Politicamente Correcto.

Narrador:
David Horowitz esteve presente no nascimento do Campus Politicamente Correcto.

David Horowitz (Presidente do Centro para o Estudo da Cultura Popular):
Bem, eu era um Radical nos anos 60. Eu era um Marxista e, você sabe, os meus amigos eram pessoas como Tom Hayden. Eu editei a maior revista da esquerda, naquela altura - «The Ramparts»... Mas a Escola de Frankfurt era importante no Marxismo, porque eles já não acreditavam mais no futuro. Eles acreditavam apenas em destruir o capitalismo, e destruir, sabe, a «democracia burguesa» (É o que lhe teríamos chamado), e se você olhar para os Campus de hoje, aquele tipo de nihilismo é realmente o tema dominante. Que é atacar a América.

Narrador:
A Escola de Frankfurt foi cuidadosa em nunca definir de que é que a Teoria Crítica era a favor, mas apenas o que era contra.

Outra vez, Martin Jay, o Historiador Semi-Oficial da Escola de Frankfurt.

Martin Jay:
A Teoria Crítica, em si mesma, sempre foi relutante sobre ser colocada na camisa de forças da sistematização e definir a sua redução a uma definição simples.

William Lind:
A Teoria Crítica, na verdade, tentou politizar a lógica em si mesma. Horkheimer escreveu "a Lógica não é independente do conteúdo", o que significa que um argumento é lógico se ajuda a destruir a Cultura Ocidental. Ilógico se a apoia. Tal pensamento distorcido é o cerne do Politicamente Correcto. Agora, inculcado nos estudantes Universitários Americanos.

John Sterling, Senior da Universidade Cornell:
Quando há, você sabe...1% do Campus que é Conservador, e os outros 9%...os outros 9% de pessoas que se importam são incrivelmente liberais, vais ter, sabes, algo aproximado a um Estado Socialista.

Narrador:
Mas como é que o trabalho de um pequeno grupo de intelectuais Marxistas Alemães chegou à América?

(Hitler a falar Alemão)

Narrador:
Em 1933, quando os Nazis chegaram ao poder na Alemanha, o Instituto de Pesquisa Social fugiu. Ele fugiu para Nova Iorque, onde foi restabelecido nesse mesmo ano, com a ajuda do Presidente da Universidade de Columbia. Uma vez na América, a Escola de Frankfurt, gradualmente, mudou o foco do seu trabalho, de destruir a Cultura e Sociedade Alemãs para atacar a sociedade e cultura do novo refúgio. Não só aplicaram a Teoria Crítica na Sociedade Americana, como acrescentaram alguns elementos novos. Um deles foi o instituto chamado «Estudos sobre o Preconceito» que culminou em 1950, no imensamente influente livro de Theodor Adorno «A Personalidade Autoritária». Nele, Adorno argumentou que os Americanos possuiam muitos traços Fascistas e que quem apoiava a Cultura Americana tradicional era psicologicamente desequilibrado. Não é casualidade, que hoje, os politicamente correctos são rápidos a rotular os seus opositores como "Fascistas" e sugerem que eles precisam de tratamento psicológico na forma de Treino de Sensibilidade.

(Multidão grita slogans políticos)

Narrador:
A Escola de Frankfurt integrou até no Politicamente Correcto a causa mais «na moda» e «fashion», o Ambientalismo, no seu Marxismo Cultural. Pela via do livro de Horkheimer e Adorno «Dialéctica do Iluminismo»

Martin Jay:
Bem, eles estavam interessados naquilo que foi chamado a «dominação da natureza». «Dialéctica do Iluminismo», em particular, mudou a ênfase da dominação económica para a dominação das espécies do mundo natural. Incluindo a natureza interna através da compreensão Psicanalítica da repressão, por isso estavam muito interessados em reconhecer que precisávamos de ter uma relação mais natural e, vamos dizer, mais equilibrada entre a espécie humana e o mundo natural.

Narrador:
Depois da II Guerra Mundial, Horkheimer e Adorno voltaram à Alemanha, onde o Instituto foi restabelecido na Universidade de Frankfurt. Mas nem todos os velhos membros do Instituto voltaram. Fielmente, Herbert Marcuse permaneceu na América, eventualmente, tornando-se professor da Brandeis, na Universidade da California em San Diego. Marcuse trabalhou para finalizar o trabalho começado por Horkheimer, Adorno e Fromm na década de 1930.

Martin Jay:
Marcuse, por outro lado, ficou nos Estados Unidos e durante os anos 50 e 60, desenvolveu algumas das suas ideias iniciais - cruzando Marx com Freud. Um interesse no ascetismo, um interesse na tendência, digamos, cultural para o que ele chamaria de "negação" que eram utilizados numa campanha para pôr em causa o que Antonio Gramsci teria chamado o gémeo da cultura capitalista burguesa, e Marcuse tornou-se, é claro, no chamado "Guru" da Nova Esquerda.

Narrador:
Foi Marcuse quem, finalmente, respondeu à pergunta proposta por Horkheimer no início dos anos 30 «quem poderá substituir a classe trabalhadora como agente da revolução?»

David Horowitz:
Por isso, tinhas que encontrar algum novo eleitorado, quer fosse os estudantes, ou os negros, ou as mulheres, ou os gays ou o que fosse, e Marcuse tinha um Marxismo fluído que se encaixou nisto.

Narrador:
Martin Jay confirma o papel da Escola de Frankfurt na criação dos grupos de vítimas que constituem a Aliança Politicamente Correcta.

Martin Jay:
Mas a Classe Trabalhadora não teria o papel hegemónico que o Marxismo tradicional esperou dele, e então, os estudantes, negros e outros grupos minoritários, mulheres e assim por diante, estavam, esperavam eles, pelo menos capazes de unir-se.

Narrador:
De Importância Decisiva para a injecção do trabalho da Escola de Frankfurt na rebelião estudantil da década de 1960 foi a reabilitação por Marcuse, da noção de Libertação Sexual de Fromm.

Martin Jay:
Marcuse, no entanto, foi o principal canal de novas ideias. Marcuse tinha escrito um trabalho importante nos anos 50 chamado «Eros e a Civilização», um trabalho que tenta encostar Freud à parede e vir com uma nova leitura radical Utópica da Psicanálise e que combinada com o "Vida Contra Morte" de Norman O'Brown, teve um grande impacto sobre a Contra Cultura e em enfatizar o Elemento Libidinal.

Narrador:
«Eros e a Civilização» de Marcuse, condenou todas as restrições do comportamento sexual. Em vez disso, chamada perversidade polimórfica.

Martin Jay:
Em vez disso, argumentou que, em certos níveis de desenvolvimento precoce da psique humana, havia um potencial para a expressão sexual, prazer sexual, que ainda não tinham sido organizados em noções restritas de sexualidade heterossexual, e esses tinham uma certa capacidade de se revigorar.

Narrador:
A perversidade polimórfica ajudou a abrir a porta a aspectos politicamente correctos, como a libertação Gay.

Roger Kimball, Editor Executivo, «The New Criterion»:
Esta é a sua ideia daquilo em que a sociedade humana, a boa sociedade humana, deve ser baseada, era um certo tipo de perversidade polimórfica e narcisismo que pela libertação do «Eros» não procreativo, teve o seu fim. Iríamos encontrar grande iluminação e grande felicidade. Isto era suposto ser a chave para a utopia.

Narrador:
David Horowitz liga «Eros e a Civilização» directamente à rebelião dos anos 60 de que ele fazia parte.

David Horowitz:
O Marxismo é uma doutrina falida e já estava falida nos anos 50 ou até antes. As pessoas entenderam-no. Não funcionou. Não havia classe trabalhadora que iria fazer uma revolução. capitalismo. As pessoas estavam felizes com o capitalismo, basicamente, porque fazia sentido. Espalhou mais dinheiro para mais gente do que qualquer outro sistema na história. Por isso, eles tentaram encontrar outras fontes de energia revolucionária. E uma delas foi a ideia de repressão sexual dos anos 60. Foi uma maneira de poderes sempre pensar em teorias complicadas para fazer o que eles querem fazer. As pessoas queriam f*** muito nos anos 60, então Herbert Marcuse deu-lhes a justificação intelectual para fazerem montes de sexo, com montes de gente, montes de tempo. É disso que «Eros e a Civilização», o título do seu famoso livro, fala.

Narrador:
Marcuse é, também, a fonte de uma das mais notáveis características do politicamente correcto. É chamada a intolerância para qualquer outro ponto de vista que não o seu. Marcuse argumentou que a nossa sociedade Americana livre era, na verdade, um engano. Que a sua tolerância real era, de alguma maneira, repressiva. Entretanto, defendeu algo chamado «tolerância libertadora».

Roger Kimball:
E o que ele quis dizer com isso, é que a tolerância libertadora significava intolerância para ideias e movimentos da direita e tolerância para qualquer ideia da esquerda. É uma receita, sabe, para a repressão.

Narrador:
Mesmo Martin Jay, um grande admirador da Escola de Frankfurt admite o aspecto totalitário de Marcuse.

Martin Jay:
Talvez o seu mais significativo ensaio em termos de impacto. Não tinhamos sequer mencionado um ensaio sobre «tolerância repressiva», escrito no final dos anos 60, que alegava que a tolerância de diferentes crenças não produzia qualquer acção, porque qualquer crença parecia ser igual a todas as outras. As racistas, neo-fascistas e militaristas receberiam um peso igual às que eram pacifistas e emancipatórias. Isso levou, finalmente, aos problemas de Politicamente Correcto e Incorrecto dos anos 1980. Isto é, se tu tivesses uma forte noção de quem é Politicamente Correcto, então podias ser intolerante para aqueles que não eram e, por vezes, isso pode ser usado como uma licença, por pessoas da esquerda, para negar a liberdade de expressão àquelas pessoas de quem discordavam.

Narrador:
Através desses trabalhos, Marcuse tornou-se no principal agente de transmissão das ideias da Escola de Frankfurt.

David Horowitz:
Marcuse teve uma influência tremendamente importante no pensamento dos jovens. Ele foi um dos pais espirituais do movimento.

Narrador:
E através de Marcuse, a Nova Esquerda encontrou o resto da Escola de Frankfurt.

Martin Jay:
E, então, nos anos 1960, eles foram redescobertos por estudantes que viram as obras que eles tinham feito e redescobriram uma fonte de Marxismo não-tradicional, não-comunista que eles encontravam como uma inspiração para o movimento estudantil da década de 1960.

Narrador:
Jays faz a Marcuse o elogio definitivo como revolucionário.

Martin Jay:
Ele tornou-se uma espécie de celebridade. Em Paris, havia faixas que diziam «Marx, Mao e Marcuse». por isso ele foi o cordeiro da libertação com um par de pesos pesados.

Narrador:
E as consequências do trabalho da Escola de Frankfurt, agora, engolem-nos a todos. Martin Jay paga-lhes o devido crédito.

Martin Jay:
Bem, é fascinante, se os comparares com outras figuras da chamada tradição "Marxista Ocidental", eles estão talvez mais vivos do que praticamente qualquer outra pessoa.

Narrador:
Roger Kimball, não obstante vir da perspectiva Política oposta de Martin Jay, concorda.

Roger Kimball:
A instituição das ideias do Multiculturalismo Radical na Academia, e o que podes chamar como a sua ala de coacção, nomeadamente, a ideologia do Politicamente Correcto, testemunharam a vitalidade de algumas dessas ideias, algumas das ideias da Escola de Frankfurt.

Narrador:
Perguntámos ao autor da Nova Esquerda, David Horowitz, o que é que os membros da Escola de Frankfurt, Horkheimer, Adorno, Marcuse poderiam pensar, se eles pudessem voltar e visitar um dos Campus Politicamente Correctos da América hoje.

David Horowitz: Bem, tenho a certeza que estariam emocionados porque eles seriam, você sabe, Deuses.


A transcrição em Inglês